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És a nossa Fé!

Rescaldo do jogo de hoje

Não gostei

 

Da derrota do Sporting em Braga. Mais três pontos desperdiçados na Liga 2017/18, onde já estávamos fora da corrida ao título. Depois de perdermos com FC Porto e Estoril, desta vez caímos na Pedreira, perdendo por 0-1. Assim se confirma que não vale de nada passar uma semana com despiques verbais: os jogos ganham-se e perdem-se dentro de campo, não fora dele. Agora vemos o Benfica com mais seis pontos e teremos o FCP - se ganhar o seu confronto na segunda-feira - com mais oito.

 

De saber que o Braga só está um ponto atrás de nós. Pior do que a derrota, é verificarmos que a equipa bracarense - treinada por Abel Ferreira, ex-treinador do Sporting B que foi despedido há dois anos por Bruno de Carvalho - nos disputa claramente um lugar no pódio deste campeonato. Nada está fechado neste domínio quando faltam seis jornadas para o fim.

 

Da expulsão de Piccini. Após 25 minutos de domínio leonino, a equipa anfitriã conseguiu equilibrar a partida e teve vários períodos de clara predominância. Se as coisas já estavam difíceis, ficaram ainda pior quando o lateral direito italiano, amarelado aos 57', fez nova falta que lhe valeu segundo cartão - e a consequente expulsão, iam decorridos 83'. Acentuaram-se as dificuldades do Sporting, que acabaria por sofrer o golo pouco depois.

 

Da inexplicável apatia do treinador. Só com dez jogadores, com a equipa muito desgastada e o nosso flanco direito momentanemente desguarnecido, Jorge Jesus demorou oito minutos a fazer uma substituição. Acabou por entrar Wendel apenas aos 91', compensando a ausência no meio-campo de Battaglia, entretanto desviado para a ala defensiva. O jovem brasileiro, contratado como reforço em Janeiro, parece um mal-amado: hoje só pôde jogar três minutos.

 

De Rúben Ribeiro. O ex-Rio Ave, contratado em Janeiro, continua sem dar provas que justifiquem a sua vinda para Alvalade. Hoje entrou aos 62', para render o apagado Acuña, e acabou por sair aos 91', dando lugar a Wendel. Sem nada ter feito nessa meia hora que justificasse vê-lo equipado de verde e branco. Uma vez mais.

 

Da ausência de William Carvalho. Volta a confirmar-se: jogo sem o nosso habitual capitão, é jogo que corre mal ao Sporting. Infelizmente não pudemos contar esta noite com ele na Pedreira, por se encontrar lesionado. Oxalá recupere a tempo do desafio frente ao Atlético de Madrid para a Liga Europa.

 

De ver Esgaio jogar contra nós.  Não me conformo com o negócio feito no Verão pelo presidente do Sporting, que decidiu ceder a título definitivo ao Braga este jogador formado em Alcochete. Ricardo Esgaio, que é o vice-rei das assistências para golo no campeonato, voltou a ser um dos melhores em campo. Infelizmente, sem vestir a camisola verde e branca.

 

 

Gostei

 

Da nossa exibição durante os primeiros 25 minutos. Bom começo leonino nesta partida que fez suscitar tanta polémica e desatar tanta linguagem de baixo nível ao longo da Semana Santa. O onze leonino dominou, exerceu pressão alta, mostrou-se mais acutilante e condicionou a construção do ataque do Braga. Infelizmente foi um domínio inconsequente, não traduzido em golos. Praticamente não tivemos uma hipótese séria de marcar não apenas neste período mas durante todo o encontro. Mal se deu por Bas Dost em campo, por exemplo.

 

Do golo anulado ao Braga aos 44'. O árbitro Luís Godinho, que o validara, acabou por inverter esta decisão após correcto alerta do vídeo-árbitro: o golo bracarense fora precedido de falta sobre Gelson.

 

De Gelson Martins. Foi o grande protagonista do melhor momento do Sporting na partida, acelerando o jogo leonino durante a meia hora inicial. Assinou duas excelentes jogadas aos 4', fez um cruzamento soberbo desperdiçado por Bas Dost aos 7', foi baralhando as marcações da defesa adversária e criou os habituais desequilíbrios, embora nem sempre bem apoiado pelos colegas. Na segunda parte - desgastado em inúmeras missões de carácter defensivo - esteve menos em evidência, tal como toda a equipa, mas ainda assim elejo-o como o nosso melhor em campo. Ou o menos mau.

Que treinador !!!!!

Não consigo deixar de chegar mais uma vez à triste conclusão que temos um treinador que não consegue pôr em prática aquilo que é de mais fundamental num jogo de futebol - a leitura de jogo. É escusado, já  aqui manifestei algumas vezes que não é possível um clube como o Sporting ter um treinador que, do ponto de vista da leitura de jogo, falha sempre; não consegue acertar uma substituição, não é capaz de chegar ao final do jogo e dizer: "A culpa é minha."

Alguém consegue entender a contratação de Bruno Ribeiro? Como é possível colocar a jogar um jogador que a única coisa que faz é jogar "ao meio" com "toquinhos de praia" e substitui-lo depois de estar 10 minutos em campo? É de pôr os cabelos em pé (para quem os tem...). Somos talhados para sofrer, mas isto é demais. As coisas podem vir a correr bem na Taça, mas não consigo ter mais paciência para ver um treinador a esbracejar como um louco na área técnica (quando lá está), a vociferar com os jogadores, pensando que com aqueles gritos consegue modificar alguma coisa, e a desculpar-se no final dos jogos com aspetos que só aquela cabeça consegue escrutinar.

Hoje perdemos, porque fomos inferiores na intensidade de jogo (tendo disfarçado um pouco enquanto tivemos pulmão na primeira parte), e, claro, a partir do momento que começou a mexer na equipa foi a desgraça total. 

Em abril, provérbios mil

“Em abril, águas mil”, diz o provérbio. Por acaso no que diz respeito a águas, este ano março antecipou bem a fartura.

Pois para os sportinguistas há um outro: “Em abril, Europa mil”. Será no futebol, no hóquei e no futsal, num momento em que temos a liderança, em Portugal, nas modalidades (o basquetebol, um dia destes...).

Para os adeptos de outros clubes pode ser “em abril, canudos mil” pois será por eles que poderão ver o ecletismo da maior potência desportiva nacional naquelas modalidades.

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Aproveito para realçar, o que nunca é demais, a excelente vitória obtida no Andebol contra o benfica, permitindo uma liderança clara do campeonato nacional!

A voz do leitor

«Se virmos os jogadores que saíram de Alvalade e que foram realmente valorizados em termos económicos, temos um factor comum, salvo um caso excepcional (Slimani): todos foram formados na nossa academia. Só nos últimos tempos: Dier, Cédric, Bruma, Semedo, João Mário, Adrien e na calha William e Gelson. Esta é a verdade. Não valorizar a nossa formação é delapidar o clube e isso vai sair caro no futuro em termos financeiros, tal como já está ser actualmente em termos desportivos. Jorge Jesus vai sair-nos muito caro.»

 

Leão da Estrela, neste texto do Pedro Azevedo

Hoje giro eu - A Luz ao fundo do túnel

Em partida a contar para a Fase Final do campeonato nacional de andebol, o Sporting deslocou-se ao Pavilhão da Luz e derrotou o até aí 2º classificado por 29-24, reforçando assim a sua liderança. O Sporting, aliás, é o único clube só com vitórias nesta fase decisiva do campeonato. Temos agora mais 3 pontos que o FC Porto e mais 4 que o Benfica (a vitória vale 3 pontos, o empate 2 e a derrota 1). Faltam 8 jornadas.

 

P.S. entretanto, hoje em Vila do Conde, Francisco Geraldes “pintou a manta”...

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Vergonha de comentários no andebol da TVI

Se tiverem oportunidade vejam os comentários que estão a ser feitos ao jogo de andebol Benfica-Sporting na TVI. Uma autêntica vergonha... até vibram quando o Benfica marca...  e que tristeza se apodera deles quando o nosso Sporting marca um golo.

Carrega Sporting....

A propósito da arbitragem....

Se a nossa arbitragem não vai estar presente no Mundial, para mim não foi surpresa nenhuma, pois a qualidade dos nossos árbitros deixa muito a desejar. Afirmo-o, pois como se pode observar ao longo dos jogos dos nossos campeonatos, são raros os fins-de-semana onde são mais os casos polémicos, do que aqueles jogos onde podemos encontrar arbitragens isentas. A nossa arbitragem enferma de um corporativismo levado ao extremo. É uma rede, ou melhor um polvo, onde, desde árbitros a ex-árbitros que ocupam lugares nos Conselhos de Arbitragem Distritais, a observadores que foram ex-árbitros, tudo pertence à mesma família. Todos devem favores  a uns e a outros, todos deram "jeitos" numa determinada altura para que determinado árbitro subisse ou não descesse, para que a progressão fosse em favor de determinada Associação de Futebol em detrimento de outra. É esta a realidade, e é desta forma que muitos árbitros que hoje são da 1ª liga, chegaram a esse patamar. Infelizmente muitos jovens que iniciam com vontade a arbitragem pelos distritais de futebol, cedo vão percebendo que não são os melhores que chegam ao top. Então quem são?? São os que pertencem às Associações de Futebol mais fortes em termos de votos na Federação Portuguesa de Futebol, os que têm mais "conhecimentos" ,os que se "movimentam" melhor naquela " família "....Uma sugestão que aqui deixo. Experimentem tirar a arbitagem aos ex-árbitros, a todos aqueles que andaram por "lá" e ponham nos observadores pessoas que fossem formadas especificamente para essas funções, isentas, livres, que desempenhem essas funções sem estarem constrangidas a "determinados conhecimento/ favores" e que a formação dos árbitros quando iniciam as suas carreiras seja dada por verdadeiros professores da arbitragem  e não por muitos formadores que deixam muito a desejar, quer em conhecimentos, quer em expressar e verbalizar o pouco que sabem.

Hoje giro eu - Selecção: a ponta do iceberg do futebol luso

Portugal é campeão da europa de futebol e tem os melhores jogadores do mundo em futebol, futsal e futebol de praia. Factos destes deixam felizes os portugueses e, em particular, a Federação Portuguesa de Futebol, mas reflectirão o verdadeiro nível global do nosso futebol, e o seu peso social e económico, à escala europeia e mundial? 

 

Em contrapeso, Portugal ocupa a sétima posição no Ranking UEFA de clubes - onde só está representada a elite do futebol luso -  e tem vindo a descer, perdendo recentemente posições, primeiro para a França, depois para a Rússia, facto que nos custou já um lugar na Champions. Adicionalmente, um estudo da Associação das Ligas Europeias Profissionais coloca a nossa 1ª Liga apenas em 12º lugar no que respeita a média de assistências nos estádios, com um número médio de 11838 espectadores, onde só Benfica, Sporting, Porto e Vitória de Guimarães têm assistências superiores a esse valor. Por outro lado, no referido estudo apresentado em Janeiro deste ano, a nossa 2ª Liga encontra-se na 46ª posição (em 47 alvo do estudo), com médias de assistências inferiores a 1000 espectadores por jogo. Paralelamente, ontem soubemos que os árbitros principais e os árbitros auxiliares portugueses não estarão representados no Mundial de Selecções, não constando de um elenco que inclui 99 árbitros provenientes de 46 países.

 

Estamos perante uma enorme divergência de dados, onde se nota uma gradual perda de competitividade interna que parece estar mascarada pelas competências e experiência que os nossos principais futebolistas têm vindo a adquirir externamente e que têm contribuido para o sucesso internacional das nossas selecções.

 

Perante estas duas realidades paralelas, como podem as autoridades competentes ajudar a construir o novo edifício do futebol português? A ideia que me dá é que o nosso futebol necessita urgentemente de maior equidade entre as equipas (a negociação em bloco dos DireitosTV teria ajudado a isso), maior transparência (é só estar atento às televisões, jornais e blogues, faz falta um Código de ética que vincule todos os agentes desportivos), mais e melhor formação de árbitros, uma maior promoção do espectáculo desportivo e regras que garantam a defesa do jogador made-in Portugal e que assegurem a continuidade do trabalho feito na Formação. Em suma, uma muito melhor Organização, que dê resposta às alterações demográficas, sociais, culturais e económicas do meio envolvente, assegurada por verdadeiros decisores e estrategos que saibam pensar o futebol nas suas multiplas vertentes.

 

Eu noto muito pouco a ser feito ao nível das reformas que se impõem e, principalmente, não vejo acento tónico na assumpção de erros e na necessidade de mudança. Quem passa a vida a resistir à mudança, um dia acaba por ter de resistir à extinção. Têm a palavra a FPF/ Liga de Clubes/ APAF e outros agentes do fenómeno desportivo, sem esquecer o papel do governo e do poder judiciário, este último enquanto segunda derivada da garantia do cumprimento das regras, que deveria, em primeira mão, ser assegurado por Federação e Liga.

 

Prognósticos antes do jogo

Amanhã, Sábado de Aleluia, vamos a território do Salvador com muita fé nesta equipa que Jesus lidera.

Quais são os vossos prognósticos para o Braga-Sporting, com início previsto para as 20.30?

 

Adenda às 14.10 de 31/3 -- Curiosamente, este está a ser um dos nossos espaços de prognósticos menos concorridos de sempre. O que, de algum modo, é uma espécie de prognóstico também.

Sim, sr. primeiro-ministro

Quando houver mais uma morte, esperamos todos que continue a "apreciar o futebol dentro das quatro linhas".

Que o seu secretário de estado do desporto (e da juventude) seja uma nódoa, um tipo ao nível de um Ventura, a gente prontos, até chupa, mas que o primeiro-ministro de Portugal, o senhor que pontifica no camarote do estadista que está indiciado por uma série de crimes, se esteja cagando para o que se passa no futebol português, é grave. Muito grave.

Aconselhava-lhe que arrepiasse caminho. Antes que o futebol, também, pegue fogo. Antes da próxima vítima mortal.

Hoje giro eu - Zero árbitros lusos no Mundial

O próximo Mundial de futebol não contará com quaisquer árbitros do país campeão europeu. Ao todo foram escolhidos 99 árbitros (36 principais e 63 assistentes), de 46 países diferentes. Outros países latinos, como Espanha, França ou Itália estarão representados. Relembro que, no Euro 2016, a nossa arbitragem também não tinha estado presente. Ironicamente, ou não, existe ainda a possibilidade de em Abril, após seminário da FIFA, vir a ser escolhido um árbitro luso para as funções de... vídeo-árbitro. VAR que foi implementado em Portugal após insistentes pedidos do presidente do Sporting Clube de Portugal, Bruno de Carvalho. Ele há coisas...

 

Esta ausência deveria merecer uma profunda reflexão da Federação Portuguesa de Futebol, da Liga de Clubes e, em especial, do Conselho de Arbitragem e dos próprios árbitros, entre outros agentes...

arbitragem.jpg

 

Missing in action?

Tenho dado por falta do senhor vereador André Ventura nas reuniões da Câmara Municipal de Loures, onde é eleito.

Pelo menos nas duas últimas, o que coincide com a criação do gabinete de crise do estadista.

Claro que o motivo dado para a sua substituição terá sido outro, mas será que haverá aqui alguma relação? 

Hoje giro eu - Bruno e Geraldes

Quando olhamos para o que é hoje o "onze" do Sporting e para aquilo que poderia ter sido, um nome imediatamente vem ao pensamento: Francisco Geraldes.

 

O jogador leonino, emprestado este ano ao Rio Ave, tinha (e tem) as características ideais para poder render Bruno Fernandes, como "10", num sistema de 3 médios. Não o vejo a fazer de "8" (num meio-campo a 2) - posição onde Bruno cumpre sem o brilhantismo de quando joga mais avançado no terreno - , dadas as suas características e as do actual detentor da posição "6" (William Carvalho), um jogador mais forte com bola mas sem a intensidade de um Fejsa ou de um Danilo.

 

Sendo jogadores diferentes - Bruno Fernandes, fruto de várias temporadas em Itália, tem outra mobilidade, amplitude e intensidade no seu jogo - Bruno e Francisco têm como denominador comum a qualidade de passe, característica que lhes permite vislumbrar latifúndios num T1 na Reboleira. Por isso, ambos perdem algumas bolas, pois os seus passes destinam-se quase sempre a criar rupturas.

 

Um dos problemas do Sporting esta época foi aceitar partir o jogo num sistema de apenas 2 médios, com William e Bruno Fernandes. Sempre que jogou Battaglia, a equipa ficou mais sólida, consistente, dominadora e, paradoxalmente, com outra eficácia ofensiva (para além das óbvias vantagens a nível defensivo). Não sendo William um jogador de entrar nos espaços dos seus adversários (como Adrien, p.e.), mas sim alguém mais posicional e que cresce com a bola nos pés, recomendar-se-ia que a equipa jogasse com 3 médios. Partindo deste último sistema, a eventual necessidade de o tornar mais ofensivo poderia partir da substituição de "Batta" por Geraldes, ao invés da adopção imediata do sistema de 2 avançados com a entrada de Doumbia ou de Montero. Digamos que assim a equipa leonina teria uma forma intermédia de tornar o seu jogo mais profíquo do ponto-de-vista atacante, sem arriscar partir o jogo e expor tanto a sua linha defensiva.

 

Geraldes é um jogador cerebral, que procura a bola cirurgicamente para depois produzir um último passe. Outro dos problemas da equipa, este ano, tem sido a perda de criatividade e de soluções de passe mais à frente, quando Bruno Fernandes recua no terreno. Os desequilíbrios ficam exclusivamente entregues a Gelson e todos os adversários já se aperceberam disso. Francisco resolveria facilmente este problema e, na minha opinião, poderia jogar sempre como titular nas partidas em Alvalade (recuando BF), partindo do banco, em alternativa a Battaglia, nas partidas fora de casa, não descurando o facto de, dada a necessária rotação da equipa e descanso de alguns jogadores nucleares, poder substituir o próprio Bruno Fernandes como "10", num sistema de 4-3-3, com William e Battaglia por detrás.

 

Em conclusão, nunca contaria com Geraldes para ser um "8", mas jamais o teria descartado aquando da elaboração do plantel para a época de 17/18. 

franciscogeraldes.jpg

 

A quem (aqui) se possa interessar

bruno.jpg

 

Tenho aqui escrito alguns postais onde expresso o meu apoio (crítico, é certo, mas declarado) ao presidente Bruno de Carvalho. Os quais são sequência de outros postais que fui colocando noutros blogs pessoais onde fui escrevendo. Em particular desde a visita de Bruno, então candidato, a Maputo, onde eu residia. Durante a qual assisti a uma "sessão de campanha" que me cativou. Desde então tenho considerado que as críticas que lhe são feitas originam-se no facto de ter afrontado interesses instalados, no clube e fora dele. E também na inconsciente filiação de muitos a um entendimento vetusto do que é o discurso do poder e do que devem ser as formas de relacionamento da presidência com os associados e a massa adepta. 

 

Dito isto, estou aqui para dizer que com estas declarações dirigidas ao presidente do Braga - ainda para mais em vésperas de uma deslocação àquela cidade, para um jogo importantíssimo, e com toda a certeza acicatando o ambiente e sobrepressionando a equipa - me enfastiei com o nosso presidente. De uma vez por todas. Ou ele está desnorteado, e precisará de apoio e solidariedade, de quem lhe possa servir de bússola (ou GPS). Ou ele está-se nas tintas para o norte, e precisa de quem o ature nessa condição, vagueando qual vagabundo. Em nenhum dos casos me parece cumprir as condições óptimas para presidir ao clube. É uma pena. Isso dos traços (ou rumos) da personalidade lhe estarem a vetar o belo destino a que parecia votado.

À atenção da justiça desportiva

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Pedro Guerra: «Nós já percebemos que o presidente do Sporting tem de ser removido, porque ele é tóxico.»

 

"Tem de ser removido" como?

Por meios lícitos ou ilícitos?

Com um sem violência?

Recorrendo aos hooligans das claques "não organizadas" nem reconhecidas pelo Instituto Português do Desporto e Juventude?

Arremessando petardos, como aconteceu durante o jogo Feirense-Benfica, ainda sem punição dos infractores?

 

Aguardo, a partir de agora, o pronunciamento da Comissão de Instrutores da Liga e do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol sobre esta inqualificável investida do "homem forte" da comunicação do Benfica, proferida - com todas as sílabas - no programa Prolongamento, da TVI 24.

Aqui fica uma ajudinha: aconteceu às 22.47 da passada segunda-feira.

A voz do leitor

«Como se pode ser tão permissivo com quem optou por desprezar os nossos talentos e esturricar 60 milhões em jogadores de mérito duvidoso? Quem foi que condenou Bryan Ruiz ao degredo? Quem foi que proclamou ao mundo que Alan Ruiz era o melhor segundo avançado a jogar em Portugal? Quem foi que despachou Geraldes, Iuri, Matheus, Dala, Gauld, Esgaio e mantém Palhinha num subaproveitamento chocante? Quem foi que nos privou de Dost nesta fase crucial? Quem é que apenas apostou em Rafael Leão porque Doumbia se aleijou?»

 

JG, neste meu texto

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