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És a nossa Fé!

Taça da Liga

O troféu que conquistámos no sábado chama-se Taça da Liga. Seja qual for a empresa que a patrocine. Tal como a Taça de Portugal é e será denominada sempre assim: Taça de Portugal. E a primeira Liga - a competição profissional que designa o campeão - será sempre o campeonato. Seja a NOS ou outra marca qualquer a patrociná-lo.
Faço por isso um apelo aos adeptos do Sporting para deixarem de chamar "taça da carica" ou "taça Lucílio" ou outra designação depreciativa a esta competição que acabamos de vencer. De forma inequívoca e sem batota, como é nosso timbre.

A "Lucílio" foi a da mentira, a da batota, a da era pré-VAR.

A do Benfica.

Taça da Liga: três palavras

Passada que foi a conquista da Taça da Liga três palavras convém reter:

 

- Lastimável

Lastimável a narração dos jogos feita pela RTP.

Nem os jornalistas, nem tão pouco os comentadores de serviço, conseguiram descortinar numa primeira análise aquilo que em casa todos vimos: o golo em fora-de-jogo do Porto e o penalty do jogador do Setúbal.

(Não falo sobre o penalty, claro, que foi cometido pelo Danilo, no jogo contra o Porto, pois não vi esse momento do jogo)

 

- Vergonha

Vergonha a actuação dos árbitros. Felizmente existiu vídeo-árbitro, caso contrário em momento algum teríamos vencido este troféu.

Lucílio Baptista esteve sempre presente.

 

- Coragem

Coragem dos jogadores William Carvalho e Coates e do treinador na marcação das grandes penalidades contra o V. Setúbal.

Sobre Bruno Paixão

Janeiro de 2015: um penálti oferecido ao Benfica em Paços de Ferreira:

«Se o critério Paixão fizesse lei geral no futebol, a partir de agora os jogadores teriam de jogar com mãos amputadas dentro da grande área defensiva. Só assim evitariam que uma bola disparada a um metro de distância lhes fosse bater inesperadamente na mão, como ontem sucedeu ao defesa Ricardo perante um remate de Jonas. Paixão "viu" nisto um penálti - que embalaria o Benfica para uma vitória tranquila logo aos 18 minutos. Mas já não vislumbrou uma evidente falta de Luisão sobre Cícero, ocorrida na grande área benfiquista cinco minutos antes, nem a claríssima rasteira de Eliseu dentro da grande área encarnada, aos 89 minutos, numa jogada desenrolada escassos metros à sua frente.»

 

Agosto de 2017: um penálti perdoado ao Setúbal contra o Sporting:

«Todos os especialistas em arbitragem, sem excepção, sublinham hoje na imprensa desportiva que o árbitro Bruno Paixão deixou ontem por marcar um claríssimo penálti favorável ao Sporting por derrube de Coates dentro da área sadina quando iam decorridos 33 minutos. À segunda jornada, foi o primeiro neste campeonato. Todos sabemos desde já que estará muito longe de ser o último.»

Hoje giro eu - Tempo de compensação

Na final da Taça da Liga, tendo o jogo sido interrompido durante 4 minutos e 36 segundos para consulta do VAR, o árbitro, Rui Costa, deu 5 minutos de desconto. Houve várias paragens para assistência a jogadores lesionados e 4 substituições (as outras duas não tiveram impacto pois foram efectuadas ao intervalo).

Hoje, no Belenenses-Benfica, o árbitro, Bruno Paixão deu 5 minutos de compensação. Houve menos paragens que no jogo do Sporting e mais substituições no segundo tempo (6). O lance de VAR durante os descontos demorou 36 segundos, pelo que se compreende que o jogo tenha sido prolongado esse tempo. Exactamente quando se esgotavam esses segundos adicionais houve a falta. Nada a dizer sobre a actuação do árbitro.

Considerando que existe uma recomendação para que cada substituição deva ser compensada em 30 segundos e mesmo dando de barato que as paragens para assistência a jogadores foram idênticas em ambos os jogos (2 minutos), então chegamos à seguinte conclusão: mais uma vez, nada a dizer sobre a actuação de Bruno Paixão, cumpriu com a lei; na final da Taça da Liga, considerando as 4 substituições (4x30 segundos=2 minutos) e a assistência a jogadores (2 minutos) ficaram a faltar ao jogo 3 minutos e 24 segundos...

Como se podem uniformizar estes critérios? E em que medida a nota de Rui Costa será prejudicada por este erro? 

A voz do leitor

«Os nossos adversários no passado criticavam-nos muitas vezes por jogarmos como nunca mas perdermos como sempre. Hoje criticam-nos por supostamente jogarmos mal e ganharmos com "sorte". Enfim, este discurso vindo dos adversários não me espanta nada, nem me preocupa minimamente. O que na realidade me entristece é ver alguns adeptos do Sporting afinarem pelo mesmo diapasão e acabarem por ter o mesmo discurso dos nossos adversários assumidos ou encapotados. Com adeptos destes, quem precisa de adversários?»

 

Orlando, neste meu postal

Hoje giro eu - Factos do jogo desta noite

Belenenses X Benfica 1-1:

  1. O Benfica desperdiçou a oportunidade de ficar em primeiro lugar à condição;
  2. A equipa encarnada não conseguiu vencer o seu primeiro jogo após a vitória leonina na Taça da Liga;
  3. O Benfica não ganhou o primeiro jogo que efectuou desde a lesão de Krovinovic;
  4. O Belenenses, treinado agora por Jorge Silas, conseguiu finalmente obter um resultado positivo contra o Benfica, algo que não acontecia desde 29 de Setembro de 2013;
  5. Na última vez que o Belenenses tinha conseguido marcar contra o Benfica, empatou (1-1), em 29 de Setembro de 2013, na Luz;
  6. Desde essa data e até ontem, tinha havido 8 derbies com 8 vitórias do Benfica e um "goal-average" de 28-0. 

Pérolas de Ribeiro Cristóvão (24)

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Sábado, SIC Notícias, 22.50 (imediatamente antes das grandes penalidades que ditaram o vencedor da final da Taça da Liga):

«Temos visto um Sporting que não dá garantias de que possa atacar com sucesso as frentes todas em que está empenhado.»

 «Se as grandes penalidades não resultarem, será indiscutivelmente um grande fracasso para o Sporting no começo deste ano de 2018 e uma fonte de grandes preocupações para aquilo que virá a seguir.»

 

Entre Lucílio e Rui Costa

Este título era-nos devido há nove anos.
Apesar disso, esteve quase a acontecer novo escândalo irreparável na final disputada em Braga. A diferença entre Lucílio e Rui Costa - ninguém duvide - chama-se vídeo-árbitro. O tal que o avençado Carlos Janela, os comentadores da cartilha lampiânica e os responsáveis editoriais do jornal A Bola combateram com denodo e determinação.

Seis ideias extraídas da Final

O fim de semana desportivo trouxe ao Sporting a primeira Taça da Liga, mais conhecida na tribo leonina (eu incluído) como Taça Lucílio Baptista ou taça da Carica.

Vi o jogo todo e deste retirei meia dúzia de ideias:

1 – A equipa leonina deu uma parte de avanço ao adversário. Não fosse o VAR e provavelmente estaríamos aqui a discutir outros assuntos;

2 – O Sporting, para conquistar este troféu, ganhou somente um jogo, por seis a zero, ao União da Madeira. Os outros quatro jogos corresponderam a empates;

3 – O futebol praticado pela nossa equipa varia entre o muito bom (a segunda parte da Final!) e o muito mau (a primeira parte);

4 – É certo que prefiro maus jogos mas ganhar do que ver a equipa praticar bom futebol e perder, pois o que conta é o resultado, mas nem sempre será assim;

5 – Jorge Jesus confia demasiado numa variante que não controla. Chama-se sorte. A questão é saber o que acontecerá quando esta deixar de existir;

6 – Se continuarmos a jogar desta forma dificilmente traremos o caneco do campeonato para Alvalade. Seria bom que JJ percebesse isso quanto antes.

i, de idiotas?

É recorrente a chamada à primeira página do "jornal" i de assuntos em que o ataque ao Sporting é notório.

Este arremedo de OCS, que tem nos seus quadros gente da mais alta estirpe lampiónica, como Afonso de Melo, avençado do clube da coca, vem hoje com uma coisa estapafúrdia relacionada com o presidente Bruno de Carvalho, suposto tráfico de influências e o diabo a sete. A gente sabe como funciona a contra-informação: Chama-lhe gatuno a ele, antes que ele to chame a ti e vai ser o cabo dos trabalhos para o acusado se desenvencilhar da acusação.

Parece que tudo terá partido de uma denúncia anónima e que terá ficado em águas de bacalhau. É esta a forma como os avençados do polvo tentam lançar fumo (tinta) sobre coisas reais, a serem investigadas pelas polícias, tais como vouchers (que quiseram fazer crer que era caso arrumado) e e-mails.

Bruno de Carvalho já lhes respondeu, mais uma vez ao seu estilo.

Se querem saber, eu estou-me marimbando para o estilo. Força presidente, que não te doam os dedos nem a voz!

Pela verdade, contra a batota

Eles, em 2009, comemoraram uma vitória fraudulenta. Sabiam que a Taça da Liga lhes tinha sido entregue de bandeja com uma arbitragem de lesa-desporto e mesmo assim festejaram como se não houvesse amanhã. Nada de estranhar: dizem-se desportistas mas convivem com a batota sem sobressaltos de consciência.

Nós podemos gabar-nos de ter esperado nove anos para festejar o mesmo título. Mas foi conquistado de forma limpa e digna, com honestidade, sem torcer a verdade desportiva. Como é nosso timbre.

Este é um dos muitos motivos que me fazem sentir tanto orgulho por ser do Sporting.

Todos a queriam

Arrancada a ferros ou não, não quero saber. Como diria a Teresa Guilherme "isso agora não interessa nada". Jogámos pedras, na Pedreira, dizem uns. As finais só as safámos nos penáltis, rematam outros. Sim, foi isso tudo mas "ca sa lixe". Festejo. E cheio de ganas por mais. Ambicioso. Ganhar leva a ganhar mais e nós ganhámos o troféu que todos queriam. Sem se pouparem aos esforços usaram as melhores armas para conquistá-lo. Não conseguiram. Não, isso só nós, no entanto ao lutarem por isso dignificaram a competição. Valorizaram ainda mais o nosso título. 

Qual taça da carica, qual quê? Para a história ficará isto: uns apanharam-nos pela frente e ficaram para trás. O Porto, que ainda não tinha caído nas competições internas, connosco foi ao tapete na meia-final da prova. Sofrida? Sim. Mas vitoriosa! Outros ficaram-se pelo caminho, batidos por aqueles que batemos na final.

Ganhar leva a ganhar mais. É coisa de hábito. Talvez por isso um tipo tenha tendência para relativizar, desvalorizar, até, a proeza de ontem, em vez de lhe dar valor. Afinal, a coisa é estranha. Nos últimos anos fomo-nos habituando a perder.

Tudo bem, percebo quem não queira embandeirar em arco, também sei que somos apenas "Campeões de Inverno", estou com os pés assentes no chão; mas estou também com o poeta, que esse é que sabia da coisa. Dizia ele que "primeiro estranha-se, depois entranha-se". E a memória tenho-a entranhada com aquelas imagens dos nossos, todos eles dentes, de espumante na mão, correndo pelo campo, saltando para as cavalitas do que está logo ali ao lado, posando para a fotografia de família, debaixo de intensa chuva de confetis brilhantes.

A conquista da Taça da Liga foi sofrida mas nada, em tempo algum, sofrível. Ganhar leva a ganhar e é coisa de hábito. Habituem-se!

Hoje giro eu - Verdade desportiva

Tanta blague foi feita e tanta crítica recebeu Bruno de Carvalho na sua justa batalha pela introdução dos meios tecnológicos no futebol - um comentador chegou a dizer que isso iria matar emocionalmente o futebol em 10 anos - que é da mais elementar justiça reconhecer que sem o VAR não teríamos ganho esta Taça da Liga. Curiosamente, aquela competição que nos fugia há 10 anos, tempos que foram "bons" para a emoção (dos outros)... 

Sporting, vencedor da 1ª Taça da Liga DV (depois do Var)!!!

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