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És a nossa Fé!

A voz do leitor

«Todos quantos encontramos um supremo prazer em ler e escrever estamos mais pobres.
Nada a fazer, excepto ler mais, tratar melhor a escrita e sensibilizar os jovens para este infinito dom que nos diferencia, pela positiva, dos outros seres que connosco coabitam.»

 

Carlos Silva, neste texto do Pedro Oliveira

Pódio: Gelson Martins, Mathieu, Battaglia

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Paços de Ferreira-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Gelson Martins: 18

Mathieu: 18

Battaglia: 16

Bruno Fernandes: 16

Coates: 16

Fábio Coentrão: 16

Rui Patrício: 15

Bruno César: 14

Piccini: 14

William Carvalho: 14

Bas Dost: 13

Bryan Ruiz: 12

Acuña: 12

André Pinto: 1

 

O Jogo elegeu Mathieu  como figura do jogo. O Record e A Bola optaram por Gelson Martins.

Leituras

 

«A caça desenfreada ao Leão

Peço agora ao leitor que percorra a lista dos jogadores em cujos direitos o QFI investe. Irá descobrir que são quase todos do Sporting. Alguns destes nomes já surgiram nas páginas dedicadas ao Sporting Portugal Fund e, por isso, trata-se de jogadores que num determinado momento da sua carreira estiverem sob o controlo de três operadores diferentes: Sporting Portugal SAD, SPF e QFI. Os jogadores são: Filipe Chaby, Fabián Rinaudo, Ricky Van Wolfswinkel e Diego Rubio. Além destes, também existem jogadores em quem apenas o QFI investe: Tobias Figueiredo (o mesmo que foi mandado para o Reus), Marco Torsiglieri, João Mário, Cristian Ponde, Stijn Schaars e Eric Dier. Tudo isto acontece quando o Sporting já é não a cabeça-de-ponte para a conquista de Lisboa no quadro de uma guerra contra o Benfica e José Veiga. Neste momento, Veiga já foi abatido e o Benfica conquistado. Entre 2010 e 2013, o Sporting é só mais um clube que não faz qualquer oposição às vontades de Jorge Mendes. E vê o seu património técnico e económico reduzir-se cada vez mais. Contudo, há dois momentos de mudança: a confusão gerada pela transferência de Elias Mendes Trindade, médio brasileiro; e a eleição de Bruno de Carvalho, personagem completamente hostil a fundos e a terceiros, como presidente do clube leonino. Estamos em Março de 2013 e, naquele momento, inicia-se a viragem de cento e oitenta graus na atitude do Sporting nas relações com Mendes.»

 

In: RUSSO, Pippo - A orgia do poder : a história não contada de Jorge Mendes, o patrão do futebol mundial. 1ª ed. Lisboa : Planeta, 2017. pp. 346

Vudu

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Esta coisa da reintegração do Bryan Ruiz deixa-me em pânico. Das duas uma: ou é para expulsar a malapata de há dois anos ou é para o homem continuar a funcionar como boneca de vudu. Nem sei o que faço se perdemos o campeonato outra vez por causa dele. Também não sei o que faço se o ganharmos por causa dele.

Tudo ao molho e FÉ em Deus - Na Mata Real, Sporting deu dois "Paços" a caminho da coroação

Um jogo do Sporting não seria a mesma coisa se Jorge Jesus não realizasse uma substituição, a equipa caísse vertiginosamente e, em consequência, os adeptos fizessem fila para uma visita ao psicólogo. Menos mal, porque na capital do móvel os divãs devem ser mais em conta...

A partida até começou bem para a equipa leonina e, com 17 minutos jogados, já o Sporting perdera duas soberanas oportunidades de golo, através de Gelson e de Bas Dost. Em sequência, num lance de carambola que envolveu Bruno Fernandes, William, Battaglia, Mário Felgueiras, Dost e, outra vez, o guardião pacense, "Batman" daria a tacada final, colocando de cabeça a bola na rede.

O golo, mais do que tranquilizante, serviu de soporífero e o Sporting começou a jogar demasiadamente cedo para o lado e para trás, até que se chegou ao intervalo. No reatamento, algumas arrancadas de Battaglia ameaçaram abanar o jogo. Uma delas seria concluída por Bruno Fernandes com um remate ao poste. Até que Gelson - que tinha perdido um saco cheio de bolas por más decisões - decidiu desligar o complicómetro e com uma rotação surpreendente e tiro rápido apontou o segundo da noite.

Antes desse golo, JJ já tirara Acuña (substituído por Bruno César) e Battaglia saíra, aparentemente lesionado, embora a sua expressão corporal indicasse descontentamento, no que pareceu a repetição do episódio de Coentrão em Turim. Para substituir o box-to-box, Jesus realizaria o seu habitual número de suspense, colocando o ressuscitado Lázaro, perdão, Ruiz, dando nova vida a Bryan. A ideia inerente à entrada do costa-riquenho era controlar a bola, mas para tal seria necessário tê-la e nos últimos 15 minutos, de bola, o Sporting teve "bola". Assim, o treinador leonino adicionaria um jogador sem ritmo (estreou-se nesta época) e sem vocação defensiva a um desgastado e pouco intenso William e cedo se viu que iríamos sofrer. Pedrinho, aos 76 e 77 minutos, e Whelton, aos 81 e 84, ameaçaram as nossas redes - sempre sem qualquer oposição dos nossos médios - até que, finalmente, após enorme defesa de Patrício, sem grande alarido, o Paços falou Baixinho e marcou.

Os últimos 3 minutos terão sido pródigos em AVCs em muitos lares portugueses, com toda a gente, menos Jorge Jesus, a ver que a vitória poderia fugir, especialmente de cada vez que Mabil, o aditivado - ou o seu nome não se assemelhasse ao de uma conhecida gasolineira - jogador proveniente do Sudão do Sul, pegava na bola e avançava em velocidade.

No final, recuperámos dois pontos ao Porto e temos a possibilidade de passar a liderar caso ganhemos ao Belenenses e os dragões não vençam o Benfica, na próxima jornada. Essa esperança acabou por ser o melhor desta noite. 

 

 

 

Falta-nos um nome para isto

Vencer na Mata Real tem sempre um sabor especial. Sem consultar estatísticas, diria que é difícil mais pelas adversidades regulares, época após época, no decorrer dos jogos, do que propriamente pelo resultado final dos mesmos. Jogar contra o Paços caseiro faz-me recordar como, por norma, os nossos rivais costumam golear facilmente a equipa na cidade do Móvel. É um elemento curioso. O Sporting teve uma grande vitória, mais especial quando olhamos para o calendário da próxima ronda, mas é desnecessário terminar os jogos assim. É uma sina. O Sporting a vencer por 2 ou 3 golos acaba sempre com um golo manhoso sofrido entre os 80/85, e a sofrer até ao apito final. Às vezes, a coisa acaba mesmo por correr mal. Braga na penúltima jornada é um exemplo. Não sei se estas coisas se treinam, mas se há realidade a mudar é esta. Nem sei se tem nome, devíamos arranjar um conceito para os finais sofridos do Sporting. E é importante mudar porque é recorrente, não-ocasional e custa pontos e títulos. Afinando isto de forma a evitar embaraçosos empates, ainda vamos lá. 

Olheiro de Bancada - XII

Após uma jornada europeia fantástica, este jogo previa-se complicado, tanto mais que as equipas de Petit costumam ser muito aguerridas. Especialmente contra o Sporting...

Portanto esta vitória soube muuuuuuuuuuito bem. No entanto, falta saber quem, para os meus caríssimos leitores, foi o melhor jogador em campo na Mata Real.

"Botem" aí os vossos comentários, "faxavor"!

Os nossos jogadores, um a um

Missão cumprida. Trouxemos três pontos de Paços de Ferreira, com uma vitória por 2-1 alcançada num dos mais difíceis estádios das competições nacionais de futebol. Com dois golos marcados em quatro oportunidades - revelando assim 50% de aproveitamento, o que é de assinalar - e o golo sofrido já no tempo extra da segunda parte, confirmando-se uma tendência deste Sporting 2017/18 para facilitar a vida aos adversários mesmo à beira do fim.

Esta vitória não valeu apenas pelos três pontos. Valeu também por nos ter feito aproximar do líder do campeonato, o FC Porto, que ontem empatou no reduto do Aves. Estamos portanto separados por apenas dois pontos: isto significa que voltamos a depender só de nós para nos sagrarmos campeões nacionais.

O desafio desta noite assinalou dois regressos: o de Acuña, enfim recuperado da lesão embora longe da desenvoltura física anteriormente revelada, e o de Bryan Ruiz, após uma paragem de seis meses. Nem o argentino, substituído aos 56', nem o costarriquenho, em campo desde o minuto 72, deslumbraram. Mas contaremos certamente com eles na melhor forma em próximas jornadas.

A figura do jogo, indiscutivelmente, foi Gelson Martins. Devemos-lhe o golo da vitória e os pontos que agora nos permitem voltar a sonhar de forma ainda mais intensa com o título.

 

............................................................................

 

RUI PATRÍCIO (6). Duas boas defesas. A primeira logo aos 6', a segunda no minuto 90'+1'. Neste último lance já não foi capaz de evitar a recarga, sofrendo assim um golo solitário. Recebeu o primeiro cartão amarelo por queimar tempo.

PICCINI (6). Continua quase intransponível como guardião da nossa ala direita defensiva e vai ganhando ousadia em terrenos mais avançados. Teve um corte decisivo, em lance muito perigoso, aos 67'.

COATES (7).  É um elemento pendular do onze leonino, impondo-se pela disciplina táctica e pelo sentido posicional. Vital a sua intervenção para pôr fim a um ataque adversário no minuto 82.

MATHIEU (8). É um prazer vê-lo jogar. E ele também parece ter muito prazer em jogar, como se estivesse em início de carreira. Cortes preciosos aos 32' e aos 63'. Peça basilar deste Sporting 2017/18 que ambiciona ser campeão.

COENTRÃO (7). Terceiro jogo consecutivo a aguentar 90 minutos, indiciando boa condição física. Enfrentou com êxito Mabil, talvez o melhor adversário. Bons cruzamentos à frente - um deles serviu de assistência para o segundo golo.

WILLIAM (6). Mostrou-se aquém do William a que estamos habituados, parecendo um pouco preso de movimentos. Sólido na missão defensiva, teve algum défice no capítulo do passe longo - uma das suas inegáveis mais-valias.

BATTAGLIA (7). Pode não ter movimentos muito estéticos, mas é um dos elementos mais eficazes do onze. Estreou-se a marcar aos 20' - prémio à determinação deste jogador que nunca vira a cara à luta. Saiu magoado, aos 72'.

GELSON MARTINS (8). O melhor em campo. Correu, lutou, atacou, defendeu, quebrou os rins à defesa do Paços, serviu os colegas e sobretudo marcou um grande golo. Trouxemos os três pontos de Paços de Ferreira graças a ele.

ACUÑA (5). Recebeu um amarelo, por protestos, logo aos 2' e pareceu muito condicionado por essa sanção. Esforçou-se bastante, mas raras vezes com real eficácia. Denota ainda algumas limitações físicas. Substituído aos 56'.

BRUNO FERNANDES (5). Andou desaparecido durante quase todo o jogo numa posição que não tira o melhor da sua capacidade. De meia distância, disparou uma bola ao poste (65'). Foi o melhor que fez. Substituído já no tempo extra.

BAS DOST (4). A um ponta-de-lança exige-se que marque. O holandês tem cumprido bem essa missão, de Leão ao peito. Mas hoje não esteve nos seus dias. Falhou o golo de baliza aberta aos 18' e foi incapaz de uma recarga aos 20'.

BRUNO CÉSAR (5).  Confirma-se: é sempre o primeiro reforço a saltar do banco. Aconteceu desta vez aos 56', entrando para o lugar de Acuña. Sem revelar maior brilhantismo do que o argentino. Recebeu mais um cartão amarelo.

BRYAN RUIZ (5).  Regressou à equipa seis meses depois, iam decorridos 72', rendendo Battaglia. A posição de médio de construção, na ala central, não é a que mais potencia as suas qualidades. Mas ganhou dinâmica: pode vir a ser útil.

ANDRÉ PINTO (-). Substituiu Bruno Fernandes ao minuto 90'+1'. Ajudou a queimar tempo e a fechar o caminho para a nossa baliza, garantindo a conquista dos três pontos.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Do triunfo em Paços de Ferreira, campo sempre difícil, por 2-1. Há um ano vencemos ali por 1-0, com golo de Adrien. Desta vez voltámos a trazer três pontos da capital do móvel, impondo a primeira derrota caseira da temporada à equipa anfitriã. Motivo natural para celebrar.

 

De Gelson Martins. Claramente o melhor em campo. Começou por partir os rins à defensiva adversária, incapaz de o travar senão em falta. Participou sempre com inegável generosidade no processo defensivo. Culminou a sua actuação com um grande golo, aos 75': recebeu bem a bola no centro da área, fez uma magnífica rotação para se libertar de marcação e disparou para a baliza. Foi o seu quarto golo nesta Liga - um golo decisivo, que nos valeu os três pontos.

 

De Mathieu. De regresso à boa condição física, o francês voltou a fazer uma exibição de gala. É impressionante a sua capacidade de ler o jogo, antecipando-se à manobra adversária, o que confere tranquilidade a toda a equipa. Decisivos cortes aos 32' e aos 63'.

 

De Battaglia. Nem sempre se dá por ele, mas é fundamental no processo colectivo deste Sporting 2017/18, não apenas porque funciona como dique contra as ofensivas adversárias mas também porque sabe empurrar os colegas para a frente. Numa dessas jogadas, aos 20', nasceu o primeiro golo do Sporting, marcado por este argentino que assim se estreia como goleador de verde e branco no campeonato nacional.

 

Do regresso de Bryan Ruiz. Decorria o minuto 72 quando Jorge Jesus o lançou em campo, após seis meses de ausência dos relvados portugueses por aparente questão disciplinar já superada. Em boa hora voltou. Não porque tenha feito uma grande exibição, como substituto de Battaglia num lugar que não costuma ser o seu, mas porque ganhou minutos de jogo que poderão revelar-se muito úteis à equipa num futuro próximo.

 

Da eficácia do nosso ataque. Em quatro oportunidades evidentes, aproveitámos duas. E ainda houve um remate de Bruno Fernandes que embateu no poste.

 

Que não tivéssemos acusado o desaste europeu. O jogo de quarta-feira contra o Olympiacos, em Alvalade, não pesou na dinâmica leonina. Ao contrário do que sucedeu na época passada, desta vez a nossa participação nas provas da UEFA não faz diminuir o rendimento da equipa no campeonato. Este Sporting ganhou maturidade.

 

Da arbitragem de Tiago Martins. Num jogo sem grandes focos de polémica, o árbitro merece ser destacado porque teve uma actuação competente, tanto no capítulo técnico como disciplinar. Oxalá pudéssemos dizer isto de vários outros.

 

Do apoio à equipa. Apesar do frio, muitos adeptos leoninos compareceram no Estádio Capital do Móvel, com cânticos e palavras de constante incentivo aos nossos jogadores. É justo sublinhar a importância das nossas claques, que funcionam de facto como "12.º jogador". Chova ou faça sol.

 

De termos encurtado a distância para o FC Porto. Separa-nos apenas um par de pontos a partir desta jornada. Isto significa que voltamos a depender só de nós.

 

 

 

Não gostei

 

 

Dos dois falhanços de Bas Dost com a baliza à sua mercê. Primeiro aos 18', tendo à sua frente apenas o guarda-redes: preso de movimentos, acabou por rematar à figura de Mário Felgueiras. Na segunda, dois minutos depois, falhando uma recarga quase em cima da linha de baliza: da carambola daí resultante acabou por beneficiar Battaglia, que cabeceou para golo.

 

Do calafrio aos 70'. Na sequência de um canto, o Paços de Ferreira fez embater a bola na barra. Tivemos muita sorte nesse lance, num período em que sentimos dificuldade de controlar o jogo no corredor central.

 

Que Podence não tivesse saltado do banco. A criatividade e a combatividade do jovem avançado fazem falta à equipa.

A Bola

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Resultados em Directo

Portugal - Primeira Liga

26 novembro

16:00 Maritimo Estoril

18:00 Pacos Ferreira Sporting Lisbon

 

O sítio do jornal "A Bola" tem uma secção "Resultados em Directo". O Sporting é identificado assim. A mediocridade de Vítor Serpa e da sua equipa é repugnante. Não vale a pena dizer mais ...

[Pub.]

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Pausa no futebol e noutros desportos para vos deixar aqui uma sugestão literária: Delito de Opinião, recolha de textos seleccionados inseridos no blogue homónimo, existente desde 2009. Onde se encontra prosa de três membros do És a Nossa Fé: o José Navarro de Andrade, o Rui Rocha e este vosso amigo.

O Delito - onde também se incluem a Marta Spínola e o JPT, e onde já escreveram igualmente, como convidados especiais, outros leões deste nosso plantel, como a Alda Telles, a Cristina Torrão, o Filipe Moura, o Francisco Almeida Leite, a Helena Ferro de Gouveia, o João Caetano Dias, o José da Xã, o Luís de Aguiar Fernandes, o Tiago Cabral e a Zélia Parreira - é, desculpem-me a imodéstia, um dos principais blogues nacionais, com cerca de cem mil visualizações mensais.

 

Mas este livro, para ter existência concreta, precisa do vosso apoio. 

O sistema que adoptámos para esta colectânea, com 260 páginas e chancela editorial da Bookbuilders, é o da subscrição. Ou crowdfunding, como agora se diz em "português técnico". Isto implica a existência de um número prévio de leitores inscritos, fazendo reserva de exemplares, para que a obra entre realmente no mercado.

O mecanismo é simples. Acede-se através deste link:

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Esperamos um número mínimo de 160 subscritores, que passam a figurar como "apoiantes do DELITO" nesta iniciativa que a partir de agora deixa de ser só nossa e se torna também vossa.

 

Contamos convosco.

 

Anda daí!

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Para nos ajudares a vencer o campeonato!

Para ires ao Mundial!

Para voltares a ser feliz!

Para mostrares ao mundo o craque que és!

Por estas e outras razões acredito que é possível, em Janeiro, trazer Nani.

Não duvidem que, com ele, a probabilidade de vencer o campeonato seria substancialmente maior.

Prognósticos antes do jogo

Depois de um relance pelo paupérrimo desempenho de outras equipas, voltemos a falar de coisas relevantes, como o nosso próximo desafio do campeonato nacional. É o Paços de Ferreira-Sporting, que se disputa a partir das 18 horas deste domingo, com a 12.ª jornada a ser assegurada pelos habituais árbitros de turno, já superada a maré de "perturbações psicológicas" que parecia tê-los afectado no início da semana.

Eles falam, falam, falam, mas no fim o dinheirinho proporcionado pelo apito é que conta. Assim ninguém consegue levá-los a sério, como há dois dias aqui escrevi.

Mas isso agora não interessa nada. Vamos ao que importa: quais são então os vossos prognósticos para este jogo?

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