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És a nossa Fé!

Pontapé de saída

Hoje renovam-se todas as esperanças.

Vinte e um acompanharam a equipa técnica no primeiro dia de trabalho da época 2017/18, dentre os quais quatro reforços e dois regressos (André Pinto, Mattheus Oliveira, Piccini e Battaglia e os regressados Domingos Duarte e Petrovic).

Os melhores jogadores do mundo, os nossos, enchem-nos mais uma vez de fé.

Que a coisa seja limpa (e não limpinha) e que ganhe o melhor. E que o melhor seja o Sporting!

Memória de peixe outra vez?

Ou a capitulação do último "moicano" à ditadura do polvo e aos mendilhões?

Até este último europeu de sub-21, as equipas de Rui Jorge, que detinham um enorme record de jogos sem perder, mais de cinco anos e meio, sentiram pela primeira vez o sabor da derrota. E por causa disso mesmo, ficaram pelo caminho na fase final do recente Euro-2017.

No jogo que ditou a derrota com a Espanha e que está na génese dessa eliminação, Rui Jorge recorreu a uma equipa maioritariamente oriunda da maior academia do Mundo e do Dubai. O rapaz com maior experiência de banco da bundesliga foi, só, o pior jogador de entre os portugueses e tudo leva a crer que a sua inclusão terá sido uma imposição, ainda que por interposta convocatória (ao não ser convocado para a "Confederações", era quase obrigatório que o moço fosse titular nos sub-21 e Rui Jorge foi permeável à pressão). Nesse jogo que quebrou a invencibilidade da turma portuguesa, estiveram ainda João Carvalho, que fez parelha no meio-campo com Renato Sanches, sendo tal como o colega uma das asas do passador que foi aquela zona do terreno, João Cancelo, que perdeu tantas bolas que o delegado da FPF teve que ir ao supermercado comprar uma vintena delas para que se continuasse o jogo, Bruno Varela e Guedes. Ou seja, com cinco pérolas do Seixal em campo e pela primeira vez com uma minoria de rapazes de Alcochete, apenas três (Ié, Semedo e Podence), toma lá bolachas, Rui! A primeira derrota em cinco anos e oito meses.

Quando precisava de golear, lá recorreu aos do costume. A coisa até estava a correr bem, quando lhe passsou pela cabeça trocar Podence por Diogo Jota, que nada acrescentou e até acabou expulso e num rasgo de revolta (deduzo eu) lá tirou o rastafari, trocando-o pelo Ricardo Horta que para que o colega não ficasse ofendido, foi ainda um bocadinho menos eficaz que ele.

Por último e para colocar a cereja no topo desta açorda (que como se sabe não casa), nem deu um minuto sequer a Francisco Geraldes.

 

Era este senhor com que alguns andavam a sonhar para ocupar o posto numa eventual saída de Jesus?

Os nossos comentadores merecem ser citados

«FIFA estuda jogos de futebol cronometrados, 60 minutos. Se for avante acabou o antijogo, como fez o Benfica na época 2015/16 em Alvalade: bolas enviadas para o relvado do banco de suplentes, guarda redes 6-7 vezes "lesionado", etc. Com video-árbitro, "padres" controlados ou substituídos por árbitros verdadeiros e com jogos cronometrados, lá se vai o penta.»

Leão de Queluz, neste meu texto

As leoas a rugir

Sporting vence a Taça Nacional de Juniores no Futsal Feminino, ao bater o Restauradores Avintenses por 4-3, tendo ganho todos os jogos da final four.

Na Ginástica, Sílvia Saiote, Bruna Li e Maria João Estêvão conquistaram a Taça de Portugal em trampolim absoluto feminino.

No Atletismo, Catarina Karas sagrou-se campeã nacional juvenil no salto em comprimento, com o registo de 5,84 metros.

Parabéns, leoas.

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Futebol feminino: a cereja que faltava

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 E a Taça Nacional de Juniores em Futebol Feminino também vai para o Museu do Sporting. A vitória foi alcançada frente ao Vilaverdense por 2-1, já no prolongamento. É a cereja no topo duma época fantástica do nosso futebol feminino, em que no ano do regresso apenas venceram tudo o que havia para ganhar em todos os escalões. Estas atletas são um motivo de grande orgulho para os Sportinguistas, não só pelas vitórias e títulos alcançados mas pela garra com que sempre se empenharam. Parabéns leoas.

 

Desde 1908 a fazer rir Portugal

Ramalhete, Sobrinho, Rendeiro, Chana e Livramento julgo que não há nenhum sportinguista que não saiba de cor (saber de cor significa conhecer com o coração) estes nomes, significam perfeição ou dream team como se diz agora na novilíngua portuguesa. 

Para nós, sportinguistas, o hóquei patins vence-se ou perde-se dentro do rinque, outros preferem jogá-lo fora do rinque, disputam todos os jogos num ringue de "vale tudo", ia a escrever luta livre, mas a luta, a disputa, o jogo que os fundidos em 1908 sabem jogar é o jogo condicionado, o jogo com as regras subvertidas, se não podem jogar esse jogo, preferem não participar.

Vamos então, ao filme dos últimos cinco minutos do Sporting 5 vs. Benfica 5 disputado em Alverca:

04:17 - Magnífica condução de bola de Tuco a deixar à boca da baliza em João Pinto que com o stick fez a bola beijar a rede, 5 -2.

04:06 - Livre indirecto para os vermelhos, golo marcado por João Rodrigues com o stick, 5 - 3.

03:42 - Livre directo convertido por Carlos Nicolia com o stick, 5 - 4.

03:13 - Mais uma falta marcada a favor do Benfica, expulsão do sportinguista Pedro Gil. Nicolia falha.

01:13 - Desta vez é um penalty convertido por João Rodrigues com o stick, 5 - 5

00:23 - Nicolia assiste João Rodrigues que com a caneleira coloca a bola dentro da baliza do Sporting. As regras impedem que os golos não sejam marcados com o stick, mas o que interessam as regras?

00:11 - Nicolia falha penalty

Resumo, nos últimos quatro minutos o Benfica está (quase) sempre a jogar em superioridade numérica, marca três golos com faltas e faltinhas concedidas pelos árbitros e falha um penalty a 11 segundos do final do jogo, seria campeão se o convertesse.

De quem é a culpa do Benfica não ser campeão?

Do Sporting e da arbitragem.

Mais que um clube, uma organização circense com cavalos amestrados e palhaços que nos fazem rir.

Rir muito.

Nota final: Os meninos da Luz estão amuados e recusam-se a disputar a Final da Taça de Portugal, conferir aqui.

No estio, não podemos estiolar

O tempo está quente e seco. Demasiado. As circunstâncias funestas dos últimos dias inibem-me de brincar e jogar com palavras relacionadas com fogo e incendiários. Por isso vou direto ao assunto. A par do grande orgulho no nosso novo pavilhão, com o reconhecimento e agradecimento à atual Direção do Sporting pelo seu empenho na realização desta obra, não posso deixar de exprimir certa inquietude por alguns tiques cesaristas, implícitos e explícitos, no discurso e na pose de  pessoas com responsabilidades na nossa instituição. Foi assim na inauguração do Pavilhão João Rocha e, por ecos que chegam através da imprensa, também na assembleia geral. A definição de inimigos internos não me parece compatível com a ideia de clube dos sócios, pois todos os inscritos e com quotas em dia, são iguais em direitos e deveres. O Sporting nasceu em 1906, tem história e herança, não renasce a cada direção eleita. A nossa sociedade é democrática e plural, e a liberdade é um bem inestimável, pelo que não pode, na esfera pessoal de cada sócio, haver ditames sobre escolhas assentes nos gostos, nas amizades, com quem se priva ao almoço, etc, etc. Julgo que nada disto está abrangido ou sob alçada dos estatutos do Sporting. Linchamentos e "fogueira", assim como apagar da fotografia, são práticas que a história já condenou. A liberdade individual não pode ser "criminalizada" ou sujeita a contraordenações, pelo que a palavra expulsão não deve constar do nosso léxico relativamente aos comportamentos referidos. É elementar, como asserção.

Todos somos poucos para engrandecer o nosso clube. Os próximos tempos vão ser exigentes pois a nossa imensa massa adepta vive um estado de ansiedade relativamente a ver o Sporting campeão. Urge, sobretudo quando vemos que as vitórias e os títulos são uma realidade na nossa dimensão eclética. E até no futebol, onde o Sporting ganhou quase tudo o que havia para ganhar, incluindo no feminino. Falta a cereja no topo do bolo, a liga principal. E é para isso que temos todos de trabalhar: atletas, treinadores, dirigentes, sócios e simpatizantes. E é agora no estio, sem estiolar, que se prepara as próximas estações. Com esforço, com dedicação, com devoção. 

É uma verdade "La Palissiana" que o Sporting é dos sócios, e tem de sê-lo sempre. Por isso mesmo os eleitos têm de exercer o poder, que temporariamente lhes é conferido por todos os sócios, os que votaram e os que não votaram neles, legitimando-se permanentemente em comportamentos e decisões que respeitem esse mesmo mandato. O mesmo é dizer que têm deveres especiais de unir e não dividir, de cumprirem com o que prometeram, em suma obterem resultados. No respeito dos princípios e valores inscritos no nosso ADN, sem cedência a discurso fácil. Os resultados são a melhor sustentação para o reconhecimento e avaliação de um mandato. É o que espero desta Direção, que é a minha Direção, e deste Presidente, que é o meu Presidente. Sem esquecer que todas as Direções e Presidentes são efémeros e perene só mesmo a instituição. O que importa verdadeiramente é o Sporting Clube de Portugal. Eterno!

 

Anátemas e aplausos

Sou contra anátemas. Sou contra a obsessiva procura do inimigo interno. Sou a favor da plena autonomia estratégica do Sporting, nunca subordinada a cartilhas alheias. Sou e serei sempre favorável à liberdade de expressão, dentro e fora de portas do clube.

Além disso, estou firmemente convicto de que o Sporting Clube de Portugal - e não por acaso escrevo agora o nome por extenso - só cresce e se engrandece mobilizando os adeptos pela positiva. Por isso aplaudo com entusiasmo a inauguração do Pavilhão João Rocha, para cuja construção orgulhosamente também contribuí.

Por agora é o que tenho a dizer. Ocasiões haverá para voltar ao tema enunciado em título.

{ Blog fundado em 2012. }

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