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És a nossa Fé!

Coragem

«A rivalidade saudável é um bem comum, a guerrilha e as provocações constantes só nos conduzem a tragédias e desgraças que não podem repetir-se.

Tenhamos a coragem de fazer um 25 de Abril no futebol e lutemos juntos pela liberdade, transparência, verdade desportiva e dignificação do sector e dos seus agentes.»

Bruno de Carvalho, numa mensagem hoje difundida

O ódio criminoso

O adepto italiano do Sporting, garantem os órgãos de informação, foi assassinado por um membro do No Name Boys - claque ilegal do Benfica.
O homicídio está já a ser investigado tendo em atenção a moldura penal reservada aos crimes de ódio - racial, religioso, político, clubístico.
Um repugnante crime xenófobo contra um cidadão da União Europeia que ao chegar a Portugal pensava que aqui vigorava o império da lei, instaurado com a Revolução dos Cravos, faz hoje 43 anos.
Estava iludido. E pagou essa ilusão com a própria vida.

Os nossos comentadores merecem ser citados

«O Porto já ganhou muitos campeonatos forjados, já os conquistou igualmente devido ao poder nos bastidores que lhe permitia beneficiar por ver os rivais propositadamente prejudicados, mas só um cego e/ou faccioso extremo não vê o óbvio: tal como na época passada fomos os melhores e o título moral foi nosso, nesta época o título era do Porto. Ponto final parágrafo. O que vai sobrar? Dois títulos para o Benfica. Isto é déjà vu de décadas, só mudou o tom do favorecimento.»

António Ramos, neste texto do Edmundo Gonçalves

 

A cartilha

Calculo que hoje esteja a ser um dia muito árduo de trabalho para o avençado Janela, já com milhares de caracteres redigidos com a versão mais actualizada da cartilha, que iremos ouvir papaguear logo à noite.
Em relação ao homicídio ocorrido nas imediações do estádio da Luz, é fácil prever a tese deles: o assassino é inocente e o assassinado é que teve a culpa.

188 visualizações por hora

Ao longo do dia de ontem, e mesmo tendo ocorrido um Real Madrid-Barcelona em horário nobre, aqui no És a Nossa Fé recebemos 2274 visitas e registámos 4522 visualizações. Média: 188 visualizações por hora.

Prossegue a tendência deste blogue em afirmar-se como um dos mais influentes da blogosfera leonina. Esta larga audiência só nos incentiva a prosseguir

Caiu-lhe de vez a máscara

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Luís Filipe Vieira era inteiramente livre de aceitar ou recusar o convite que Bruno de Carvalho lhe dirigiu para se sentar a seu lado na tribuna de Alvalade.
O que não tinha era o direito de, na própria casa do adversário, aproveitar a ocasião para disparar um  chorrilho de insultos perante o anfitrião do Sporting-Benfica, comparando-o a um  criminoso e cadastrado - o pior que houve desde sempre no futebol português, por acaso antigo presidente encarnado.
Se as coisas estavam mal, graças a Vieira ficaram pior. Sem o menor respeito pelo adepto assassinado naquele mesmo dia, já de triste memória.
Único ponto favorável ao presidente do SLB: desta vez não se escudou no putativo "sentido de Estado", mandando papagaios lançar napalm por ele em três canais de televisão. Desta vez surgiu ele próprio com artilharia pesada, sem ambiguidade nem hipocrisia.

Caiu-lhe de vez a máscara.

O grande pacificador

A melhor coisa do dérbi foi ter obrigado o presidente do Benfica a sair da toca. Ele e o departamento de comunicação do clube bem andaram anos a construir a imagem do Grande Senhor e do Grande Estadista do futebol português. Mas um dia a sua verdadeira qualidade havia de se revelar. Caladinho até agora, decidiu abrir a boca e, como seria de esperar, saiu asneira. No dia em que um adepto do Sporting foi assassinado por um membro de uma claque do Benfica, Vieira atribuiu as culpas a Bruno de Carvalho: quem provoca, sofre as consequências. É a teoria Samaris, agora aplicada a uma vida humana: o que estava o abdómen do jogador do Moreirense a fazer no caminho do punho de Samaris? O que estava o florentino a fazer em frente do carro do benfiquista? Depois, Vieira lembrou-se de complementar o argumento perguntando o que estavam os sportinguistas a fazer às 3 da manhã ao pé do estádio da Luz. Não estariam certamente a fazer nada de recomendável, mas convém que nos entendamos: agora há zonas públicas às quais suas excelências proibem o acesso de não-benfiquistas? Parar na bomba de gasolina em frente ao estádio com um cachecol do Sporting é suficiente para levar com um carro em cima? Isto quando as provocações das claques benfiquistas ao pé do estádio do Sporting são uma constante. Nunca ninguém saiu de lá atropelado. Para terminar em beleza, lembrou-se de comparar Bruno de Carvalho a Vale e Azevedo, a pessoa que em Portugal melhor simboliza as trafulhices e os crimes no futebol. Sem dúvida muito bonito. Bruno de Carvalho respondeu na mesma moeda e, por uma vez, não pareceu desproporcionado.

Bruno de Carvalho contribuiu para o ambiente de agressividade que se vive no futebol português? Claro que contribuiu. Mas quem, dos três grandes, não contribuiu? O presidente do Benfica, por exemplo, enquanto se manteve calado, enxameou as televisões das personagens mais execráveis do comentário futebolístico, ainda por cima alimentadas por uma cartilha cujo conteúdo é uma constante incitação ao ódio, em especial ao Sporting. Finalmente, depois de tanto tempo escondido, mostrou quem verdadeiramente é. Num sábado de dérbi lamentável a quase todos os títulos, sobrou pelo menos isso.

Nem com a morte chegou o silêncio

Permito-me transcrever na íntegra o artigo do director do Mais Futebol, Luís Mateus, com o qual concordo em absoluto, como pode ser constatado aí pelo blogue em vários pronunciamentos sobre o assunto.

 

"Morreu uma pessoa.

Antes de ser adepto, antes de carregar um cachecol, uma bandeira, antes de participar num cântico ou vibrar com um golo, foi uma pessoa que morreu.

Perdeu-se uma vida.

Matou-se uma pessoa, e sim não foi a primeira.

De pouco adianta agora, mas o Estado português deve desculpas à sua família. Mais que não seja pelo estado a que isto chegou.

O futebol cá do burgo também. Os dirigentes, da Liga, da Federação, todos os que ainda forem vivos e os de agora, que peçam perdão. Os não-jornalistas que incendeiam com gozo programas de televisão de entretenimento grotesco, os jornalistas e os meios que lhes dão voz. Os adeptos que insultam toda a gente, e as suas famílias. As claques. Todas. Os clubes que lhes abrem as portas sem critério. Os pais que não educaram os seus filhos.

Eu também peço desculpa.

Não basta silêncio num minuto de silêncio nos estádios. Ou aplausos em 60 segundos de aplauso. É necessário o silêncio de todos, de uma ponta a outra do futebol português. Que se calem e ouçam. Que aprendam a respeitar o próximo, e respeitarão o jogo.

Todos os que falaram depois da madrugada de sábado calados seriam uns poetas. Que necessidade há de aproveitar politicamente uma morte? Para um lado ou para o outro. Que se ouçam primeiro antes de abrir a boca. Se não em mais nenhuma altura, que se calem agora. Por respeito.

Se as claques de clubes portugueses servem para isto acabem-se com as claques. Legalizadas ou não, não há inocentes. Se não se registam todos os membros de que vale legalizar? Se não se pune quem deve ser punido de que vale ter uma lista com uns nomes no papel? Se não estão legalizadas porque têm o seu lugar nos estádios e bilhetes mais acessíveis? Há um pouco mais de controlo por parte da polícia, mas estará longe de ser suficiente.

Se é para isto, para combates de madrugada agendados às portas dos estádios, para gerar o pânico um pouco por todo o lado, desmembrem as claques. Descaracterizem os seus elementos. Tornem-nos iguais aos outros. Deixem tarjas, bandeiras, tochas e privilégios do lado de fora dos estádios.

Se não puderem ser claques durante os jogos, a sua razão primária para existir, dificilmente poderão continuar a sê-lo nos outros dias. Se não mantiverem o apoio dos clubes, oficial e oficioso, irão fragilizar-se e perder poder. Não virá nenhum mal ao mundo com isso, bem pelo contrário. Menos poder, menos potencial violento, que é o que se pretende.  

Os outros, por sua vez, que os tornem desnecessários! Que façam a festa, que devolvam o jogo aos verdadeiros adeptos e às famílias! Que façam com que os clubes não precisem deles em lado nenhum!

Se apontamos tanto para Inglaterra por que não agora outra vez? Têm os ingleses um problema de ambiente nos estádios?

No dia em que se voltar a gostar do jogo não haverá mais violência. Essa será a cura, mas ainda parece muito distante de chegar, e os últimos sintomas têm sido preocupantes. 

O futebol português está doente, e deve ser colocado de quarentena."

 

Vale a pena ler também isto.

Pódio: Paulo Oliveira, Gelson, Adrien, Coates

 

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Benfica pelos três diários desportivos:

 

Paulo Oliveira: 18

Gelson Martins: 17

Adrien: 17

Coates: 17

William Carvalho: 16

Rui Patrício: 15

Bas Dost: 14

Schelotto: 14

Podence: 13

Bruno César: 13

Jefferson: 12

Alan Ruiz: 11

Bryan Ruiz: 10

Campbell: 1

 

O Jogo elegeu  William Carvalho  como figura do jogo. A Bola e o Record optaram por Adrien.

'Nunca lutes com um porco. Primeiro, porque ficas sujo. Segundo, porque ele gosta.'

Tudo tem o seu tempo e antes de mais tenho de sublinhar que, no essencial (não em tudo mas no essencial), o Sporting teve e tem uma direção com característica técnicas e humanas absolutamente cruciais para sair do enterro anunciado em que outros consócios com funções executivas haviam enfiado o clube.

Nem sempre gostei do estilo, em especial porque em vários momentos pecou por excesso, mas o balanço global era e é francamente positivo.

Agora tinha um pedido. Não que as pessoas em quem votei recentemente deixassem de ser quem são, mas antes que renovassem o arsenal tático ao nível da comunicação. Que prosseguissem aquilo que espero ver na equipa principal de futebol, também a nível dirigente.

O que espero para a equipa de futebol sénior masculino é que no que resta da época dê provas de evolução e de garantir um ponto de partida para a próxima época mais evoluído e sem grandes dúvidas quanto às suas forças e lacunas. Há algumas jornadas fiquei preocupado porque estava a ter dificuldades em ver esse sentido e evolução, hoje estou um pouco mais animado ainda que algo ansioso para ver o que conseguiremos com o plantel que temos. Sempre na perspetiva de chegamos a maio com um caminho claro, valores firmados e lacunas cristalinamente reconhecidas e a reforçar.

Voltando ao paralelo com a direção, há ainda um aspeto que muito tenho valorizado ao longo dos últimos anos. As sucessivas provas que o atual presidente e sua equipa têm dado quanto à capacidade de aprenderem. Uma pessoa tão atreita a grandes e emocionadas proclamações de presidente-adepto poderia implicar um populismo vazio com pouca capacidade de autocrítica e jogo de rins na capacidade de emendar o erro para não voltar a ser fintado da mesma forma. Mas, no global, assisti a várias provas de que no caso dos dirigentes atuais do Sporting, essa correlação, existindo, está longe de ser perfeita e demasiado penalizadora. Simplificando: tem sido evidente que o sporting é hoje melhor dirigido do que há um ano, do que há dois anos ou do que há três anos.

E é isto que espero continue a acontecer, tal como espero que venha a acontecer com o futebol e com as demais modalidades.

As premissas são claras: exigência permanente e capacidade de evoluir mais depressa do que os nossos adversários que, naturalmente, também não estão parados no tempo à espera que nós recuperemos toda a distância que fomos cavando durante demasiado tempo.

Chegado aqui pretendo referir-me a uma área, tradicionalmente polémica e na qual os últimos anos primaram por grande volatilidade interna: a comunicação. E faço-o num dia em que o presidente do Sport Lisboa e Benfica mostrou genuinamente o seu valor pelas suas próprias palavras e num contexto em que as táticas e estratagemas comunicacionais desse clube são do conhecimento público. A mensagem base que tem mais de um ano do "Nós os santos contra a matilha dos mauzões" foi desmascarada junto de quem consegue ir além da fé cega. O Rei vai nu, sonso até dizer chega.

Neste dia de declarações execráveis e autoqualificativas como deveria reagir o Sporting? Com elevação e dignidade tendo presente a tragédia que ontem ensombrou o futebol. Nunca por nunca com uma resposta à letra, descendo ao nível abjeto de quem deveria ficar a falar sozinho no seu mundo de diabolização do adversário e de desculpabilização do indesculpável. Quando o teu adversário se enterra nas suas próprias áreas movediças para quê chegarmos-nos a ele dando-lhe a oportunidade de se agarrar a nós para se libertar?

 

Nesse processo evolutivo que desejo, creio que chegou a hora de passarmos a uma tática de ação cirúrgica abandonando a lógica de tapete de bombas. No fundo, esculpir o que temos feito evitando tudo o que é gratuito e inútil e que, objetivamente, pode contribuir para destruir o futebol.

Melhorar os automatismos, estudar melhor as jogadas, saber conservar as energias não esquecendo que só no final se fazem as contas. Ontem Bas Dost não se atirou ao guarda-redes a cada vez que ele recebeu a bola, fê-lo duas ou três vezes depois de avaliar o ganho e a perda. Numa delas arrancou um penalti e mudou a história do jogo. Se tivesse ido a todas chegaria a meio do jogo exausto sem força para dar a estocada final, o que esteve muito perto de conseguir já na segunda parte.

Está na hora de encontrar uma outra tática para construir o respeito e a autoridade junto da comunidade. No fundo aquilo de que os nossos adversários mais medo têm a avaliar pela sua cartilha. O mesmo respeito e autoridade que temos merecido em campo com a atitude e com a evidência de que estamos para que contém connosco como incontornáveis adversários com capacidade de destronar o campeão e de sermos difíceis de ultrapassar uma vez chegando ao topo.

Talvez começar por deixar de ver, ouvir e ler quem não passa de pau mandado fosse o bom princípio. A tentação para cair na armadilha diminuiria.

Caro presidente e caros membros da direção, atentem no que se segue, para praticar e não para proclamar:

'Nunca lutes com um porco. Primeiro, porque ficas sujo. Segundo, porque ele gosta.'

 

Saudação leoninas e viva o Sporting Clube de Portugal.

A luso-portuguesa Jéssica Augusto

Cada país tem o jornalismo que merece.

Cada jornal, também, tem o público que merece.

Para o Público: A portuguesa Jéssica Augusto venceu neste domingo a maratona de Hamburgo, a atleta lusa correu a distância em 2m25m30s... esta atleta luso-portuguesa estará inscrita em algum clube?

Parece que sim, o Jogo parece que sabe qual o clube de Jéssica.

Parabéns, campeã.

Um pedido singelo

Lembram-se de eu ter feito um pedido singelo para hoje à noite?

Realmente não levaram os dj's, mas aquele número de apresentar os jogadores de óculos de sol, não lembra ao diabo.

Meus caros, o dinheiro (que não há-de ter sido nenhuma fortuna) não justifica tudo.

E depois, os rapazes como já tinham os óculos, foram para a praia.

 

Não se enxergam?

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Do dérbi. Jogo emotivo, muito disputado, cheio de intensidade, com posse de bola repartida e resultado em aberto até ao fim. Eis a verdadeira festa do futebol.

 

Da atitude dos nossos jogadores em campo.  O Sporting entrou muito bem e já estava a vencer aos 5'. Quase toda a equipa não poupou esforços nem energias. Vários jogadores terminaram esgotados este clássico lisboeta.

 

De Adrien. Marcador do golo leonino, de grande penalidade. Chamado a converter o penálti, fê-lo da melhor maneira. Durante todo o resto do jogo foi ele quem mais puxou pela equipa, ganhando segundas bolas, abrindo linhas de passe e nunca desistindo de lance algum. E condicionou muito a acção de Pizzi. Destaco-o como o melhor em campo.

 

De Coates. Grande partida do internacional uruguaio, sempre muito concentrado, sem um só deslize, antecipando-se sempre aos adversários. Voltou a demonstrar que é o líder absoluto da defesa leonina.

 

De Gelson Martins. Uma vez mais, protagonizou os melhores pormenores técnicos do onze leonino. Fez várias incursões com sucesso pelo seu flanco, concluídas com centros infelizmente desperdiçados pelos seus colegas. Mereciam melhor conclusão.

 

De Paulo Oliveira. Surgiu hoje como titular, substituindo Rúben Semedo. Sólido, seguro, ágil, acorreu sempre com eficácia às dobras na ala esquerda, apesar de não ser a zona do terreno onde se movimenta com mais confiança. Nota muito positiva.

 

De alguns jogadores adversários. Boa exibição de Pizzi, que desta vez resistiu a jogar com as mãos, e de Lindelof, que marcou um grande golo de livre directo sem a menor hipótese de defesa para Rui Patrício. Concretizando a única hipótese real de marcar alcançada pela sua equipa neste dérbi.

 

Do apoio dos adeptos. Estádio cheio, com 48.765 espectadores. Ambiente vibrante e entusiástico, na linha dos grandes clássicos, e sem qualquer esmorecimento por parte das hostes leoninas.

 

De ver tanta gente satisfeita. Até teve graça ver os adeptos do SLB festejarem efusivamente o pontinho conseguido em Alvalade.

 

 

Não gostei

 

Do empate (1-1). Tivemos mais oportunidades de golo e não soubemos aproveitá-las. O resultado, perante o nosso mais velho rival, deixa-nos insatisfeitos.

 

De Alan Ruiz. Esteve muito apagado, sem a dinâmica nem o acerto de passe a que vinha habituando os adeptos nos últimos jogos. Fez uma falta desnecessária e absurda da qual resultou o livre que daria o único golo do Benfica.

 

De Bryan Ruiz. Jorge Jesus deixou-o fora do onze titular. Entrou só aos 65', substituindo Alan Ruiz, mas não teve qualquer influência no desempenho colectivo do Sporting. Lento, hesitante, preso de movimentos, continua a ser uma sombra do que já foi.

 

Dos nossos laterais. Como vem sendo costume.

 

De ver Bas Dost desta  vez em branco. Conquistou um penálti logo aos 4', mas não foi ele a marcá-lo: Adrien encarregou-se dessa missão, com sucesso. O holandês podia ter marcado aos 48', mas cabeceou por cima, e também aos 53', mas a bola saiu ao lado.

 

Das substituições tardias. O treinador demorou demasiado a refrescar a equipa, numa altura em que já era evidente o esgotamento de vários jogadores. Podence entrou tarde para render Bruno César, só aos 80'. Campbell entrou ainda mais tarde, para substituir o extenuado Gelson Martins: apenas aos 88'.

 

Do regresso de Carrillo a Alvalade. O peruano ficou fora da opção inicial do treinador encarnado, que só o fez entrar quase no fim do jogo. Com ele, o Benfica passou a jogar com dez: nulidade absoluta.

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