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És a nossa Fé!

Outra oportunidade perdida

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Pedro Madeira Rodrigues perdeu hoje outra oportunidade para anunciar ao que vem e o que propõe de diferente. Oito dias depois de comunicar que participaria na corrida à presidência do Sporting, deu uma entrevista publicada na edição de hoje do Record na qual persiste em deixar sem resposta diversas perguntas relevantes.

Profere frases floridas e arredondadas, que qualquer adepto pode subscrever. Esta, por exemplo: "Quero que Rui Patrício e Adrien fiquem no Sporting para sempre." Ou esta: "Capacidade de trabalhar em equipa - isso eu tenho, muito forte. O trabalho de um presidente nunca pode ser um trabalho isolado, sozinho."

Mas nada adianta de concreto quanto ao seu programa eleitoral. Quando os jornalistas, cumprindo o seu papel, o interrogam a este respeito, refere apenas: "Queremos apostar em contratações cirúrgicas, pois não nos podemos dar ao luxo de falhar tanto, como tivemos ao longo deste período. (...) Isso e normalizar a relação com os agentes que foram ostracizados. Uns são melhores, outros piores, mas temos de saber lidar com eles."

Melhorar a relação com os agentes é, portanto, aquilo que até agora mais se destaca do invisível programa do candidato que se propõe suceder a Bruno de Carvalho. Além disso, pretende "falar com normalidade" com Luís Filipe Vieira e Pinto da Costa, enterrando "este clima de guerra", enquanto aproveita para revelar que tem "amigos em comum" com os presidentes do FCP e do SLB.

 

Perguntam-lhe se dispõe de apoios financeiros.

Responde com platitudes: "Vamos ter de encontrar formas alternativas de receitas. Vejam este exemplo: quando chego a Lisboa de avião, vejo que a pala do estádio não está a ser aproveitada. Temos de apostar na área do marketing, temos de trazer mais associados. Neste momento há 60 [mil], 70 mil sócios pagantes mas podemos rapidamente duplicar esse número".

Diz já saber quem será o seu director desportivo, mas recusa divulgar o nome: "Está na minha cabeça e na próxima semana vai ser anunciado".

Assegura que trabalhará com Jorge Jesus, "embora noutro enquadramento" que fica por especificar. Enquanto deixa rasgados elogios ao antecessor do actual técnico, ao ponto de o jornal intitular a entrevista desta forma: "Bruno perdeu o rumo com Marco Silva."

 

Fala em capacidade de liderança, mas desta entrevista desprende-se um tom ambíguo e confuso nas mais diversas matérias. Critica Bruno de Carvalho por ter promovido auditorias aos mandatos anteriores enquanto admite que "faz sentido" auditar o mandato do actual presidente. Sobre a questão dos 22 campeonatos, reconhece que "podemos ter alguma razão nisso" sem adiantar o que pensa ao certo sobre o assunto. Sobre os vouchers, concede que "talvez a prenda seja exagerada", mas é incapaz de esboçar qualquer crítica ao comportamento do Benfica.

Considera "evidente" que as arbitragens têm prejudicado a carreira desportiva do Sporting, mas apressa-se a dizer que "esta suspeita geral pela arbitragem é terrível e é outra coisa que queria muito mudar no Sporting".

Jura "nunca falar mal de qualquer jogador do Sporting" enquanto assegura que "para ganhar mais falta o presidente certo, a equipa certa, os jogadores certos".

 

Madeira Rodrigues diz tudo e o seu contrário, procurando agradar a um auditório tão vasto quanto possível - incluindo benfiquistas, portistas, árbitros e agentes dos jogadores. Mas o seu projecto continua a ser um imenso vazio e a equipa que irá propor aos sportinguistas permanece uma incógnita.

À semelhança de certos políticos, de tanto querer contentar todos arrisca-se a não agradar a quase ninguém.

2016 em balanço (6)

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DESPEDIDA DO ANO: SLIMANI

Muitos sportinguistas nem queriam acreditar: pressentiam, e com aparente razão, que com ele fora de Alvalade as nossas possibilidades de conquistar o campeonato nacional diminuíam. Mas esse dia triste chegou, a 28 de Agosto, quando o ponta-de-lança argelino se despediu do nosso estádio e do nosso clube lavado em lágrimas, sob uma impressionante ovação dos adeptos.

Alguns imbecis especulavam antes deste desafio sobre o ânimo de Islam Slimani, considerando que já estaria com a cabeça noutro local, e que certamente iria "poupar-se" para preservar eventuais lesões. Enganaram-se redondamente: ele foi a figura do jogo, batendo-se com bravura, como se aquele não fosse o último mas o seu primeiro dia a actuar de Leão ao peito.

Despediu-se como merecia: num jogo grande, com uma vitória. Foi na terceira jornada desta Liga 2016/17, no primeiro clássico da temporada: foi dele o golo inaugural da vitória leonina frente ao FC Porto, que nos colocava na liderança do campeonato. Rumou então ao Leicester, campeão de Inglaterra, onde já marcou seis golos – um na Premier League, outro na Liga dos Campeões.

Deixou muitos adeptos inconformados com esta saída, apesar de ter sido a segunda mais lucrativa de sempre na história do Sporting: a transferência do internacional argelino, de 28 anos, para o mais disputado campeonato mundial rendeu 30 milhões de euros. Mais lucrativa só a saída de João Mário para o Inter, dias antes, por 40 milhões – outra despedida que todos lamentámos também.

Slimani tem manifestado desde então, nas redes sociais, o seu incondicional carinho pelo clube que adquiriu o seu passe em Agosto de 2013, por irrisórios 300 mil euros, e no qual viu o seu valor contratual multiplicar-se por cem. Em Alvalade, cresceu e multiplicou o talento, bem ilustrado em golos: marcou 57 em três épocas, 31 dos quais na fabulosa temporada 2015/16, sob o comando de Jorge Jesus, sagrando-se melhor marcador sub-30 da Liga. Foi ainda ele a marcar o golo que iniciou a nossa reviravolta na trepidante final da Taça de Portugal em 2015.

Como não ter saudades de um jogador assim?

 

Despedida do ano em 2012: Polga

Despedida do ano em 2013: Wolfswinkel

Despedida do ano em 2014: Leonardo Jardim

Despedida do ano em 2015: Marco Silva 

Francisco Geraldes cada vez melhor

Francisco Geraldes, médio ofensivo leonino emprestado ao Moreirense, foi o homem do jogo desta noite em Moreira de Cónegos, com a turma da casa a vencer o FC Porto por 1-0, eliminando os azuis e brancos da Taça da Liga, e a qualificar-se para as meias-finais da competição.

É um sinal - mais um - de que o jovem jogador, com apenas 21 anos, deve retornar a Alvalade. Depois de duas épocas em destaque no Sporting B e deste empréstimo ao Moreirense, precisamos dele na nossa equipa principal. Sem favor algum, Jorge Jesus deve equacionar o seu regresso sem mais demora.

 

ADENDA

O que dizem os jornais de hoje sobre o desempenho de Geraldes: "O cérebro da equipa. Gosta de ter a bola, sabe o que fazer com ela e mereceu o golo" (Record); "Tem apenas 21 anos, cumpre a época de estreia na Liga, mas já não deixa dúvidas: é craque" (A Bola); "Francisco Geraldes é o novo herói dos cónegos." (O Jogo)

Os nossos comentadores merecem ser citados

«Se o mesmo jornal [Record] não fizer entrevistas semelhantes aos outros candidatos está a tomar partido nas eleições, o que não será das coisas mais recomendáveis jornalisticamente. Não terá consequências negativas para o jornal porque o Bruno de Carvalho vai ganhar com larga maioria: cerca de 90% (anote aí a minha previsão).»

Sérgio, neste meu texto

Entrevista ao Record, take two

Eis a segunda parte da entrevista de Bruno de Carvalho, publicada no Record de hoje, mais uma vez roubada ao "Tu vais vencer".

E começa de forma, desculpem, linda:

"RECORD - Um presidente deve dar assim tanta importância e protagonismo a comentadores ligados ao Benfica? Não se deveria preocupar unicamente com aquilo que o presidente rival diz?
BRUNO DE CARVALHO – Se apenas comentasse o que o meu rival diz, então era o homem mais feliz do Mundo, porque só tinha de falar uma vez por ano."

 

Independentemente da opinião de cada um, este parágrafo, parece-me revelador de muita coisa. Sigam a entrevista.

Entrevista ao Record, take one

"O que é que entretanto senti e sinto? Que há uma falta de militância muito grande das pessoas sportinguistas com algum poder na sociedade e não vejo isso noutros clubes."

Esta parece-me a frase lapidar desta primeira parte da entrevista de Bruno de Carvalho ao Record.

Entretanto, porque é demasiado extensa, podem consultá-la no "tu vais vencer".

A entrevista de que todos falam

Recém-chegado a Lisboa, liguei a televisão ontem à noite durante não mais de cinco minutos. Em três canais de notícias, os habituais programas de debate sobre futebol. De que se falava em qualquer destes programas? Da entrevista com Bruno de Carvalho publicada ontem de manhã no Record. Não na enésima "publi-entrevista" de Luís Filipe Vieira ao diário A Bola, tão previsível e ritual a abrir o ano como a bênção Urbi et Orbi do Papa.

Bastaram-me esse minutos a zapar pelos três canais para perceber qual das duas resultou num êxito mediático. A do Record, única que realmente merece o título de entrevista. Não a do outro diário, auto-apresentada como "conversa com um Luís Filipe Vieira muito sereno, fruto da estabilidade social em que o Benfica está a viver e de uma planificação que coloca os encarnados a salvo do improviso", conclui antes de começar que "o Benfica sabe o que quer, para onde vai e como vai", e arranca com esta espantosa pergunta: "Qual foi o momento mais feliz do seu ano desportivo de 2016"?

Não admira que ninguém tenha falado dela.

2016 em balanço (5)

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 DECEPÇÃO DO ANO: ELIAS

Nunca devemos voltar aos locais onde já fomos felizes, diz quem sabe. Por maioria de razão, devemos evitar o regresso aos locais onde fomos infelizes. Nada garante que aquilo que à primeira não funcionou bem passe a funcionar melhor quando se dispõe de uma segunda oportunidade.

O brasileiro Elias Mendes Trindade, paulista de 31 anos, dispôs dela. E acabou por regressar a Alvalade três anos depois da abortada tentativa de conquistar um troféu ao serviço do Sporting – com tanto mais responsabilidade quanto era sabido que tinha sido o jogador mais caro da história leonina, custando cerca de 8,8 milhões de euros aos nossos cofres.

Os adeptos torceram o nariz. Para quê trazer de volta este médio que ficou ligado ao humilhante sétimo lugar de 2012/13 – a pior classificação de sempre do clube onde noutros tempos brilharam brasileiros como Géo, Osvaldo Silva, André Cruz, Jardel e Liedson?

Fui dos mais cépticos, confesso. Nem lhe concedi o benefício da dúvida. “Dizem que um tal Elias está em Lisboa para ‘substituir Adrien’. Só pode ser anedota de mau gosto. Na melhor das hipóteses, vem reforçar a equipa B”, escrevi aqui a 31 de Agosto, mal foi conhecida a notícia do seu regresso. Bem recordado da entrevista que o jogador deu há quatro anos em que confessava sentir-se “infeliz no Sporting”.

Gostaria de ter-me enganado. Infelizmente, não foi o caso. O Elias que voltou era demasiado semelhante ao Elias que partira: incapaz de acertar as marcações, falhando passes, rematando para trás, soltando a bola como se lhe queimasse os pés.

Em boa verdade, talvez não devesse ser decepção. Porque nunca foi ilusão. Quem disse que a história não se repete?

 

Decepção do ano em 2012: Elias

Decepção do ano em 2013: Bruma

Decepção do ano em 2014: Eric Dier

Decepção do ano em 2015: Carrillo 

Tratar da vidinha

Não que fosse difícil, não o era claramente, mas acertei na data da “entrevista” que Luís Filipe Vieira concedeu ao jornal A Bola. Uma amena cavaqueira, onde logo no começo o senhor que faz as perguntas avisa, com recato mas também com indisfarçável orgulho, que as seguintes 7 páginas nos trazem a já tradicional entrevista ao presidente do Benfica de início de ano. Avisa-nos deste modo que estamos perante um serviço que lá pela travessa da queimada julgam ser imprescindível aos seus leitores. A conversa de café discorre leve e serena, com o senhor Delgado talvez embevecido com as prontas e desenvoltas respostas de LFV às suas inoportunas questões, não consegue contraditar o entrevistado com questões absurdas e que pouco interesse teriam para os dedicados e fies leitores. No cenário idílico e prazenteiro, sinónimo de excelentes festividades naturais desta época, tivemos acesso a um diálogo entre alguém que não tem coragem nem ordem para importunar gente crescida e gente crescida com respostas para não ser incomodado. Com direito a várias fotos de estadista, naturalmente sobressai uma foto central onde acidentalmente aparece o patrocinador das camisolas do clube, A Bola resolve auxiliar ainda mais este patrocinador com uma legenda gorda com alusão a viagens aéreas de sonhos (ainda, presumimos, restos da quadra festiva). Com souplesse passa por cima de assuntos vários que poderiam trazer questões delicadas associadas, mas que raio, estamos numa conversa de café, com sonhos a levantarem voo, não havia claro qualquer necessidade de ali introduzir questões que pudessem manchar a dignidade do jornal. Assim ficamos todos a saber que por opção do presidente do Benfica o famoso kit que é oferecido a todos os árbitros que, sortudos, vão à luz participar na festa, já não possuem um jantarinho para 4-pessoas-4, em doses individuais. O maroto do garoto impede assim a magnanimidade do líder encarnado, por que a cortesia era simplesmente isso, uma cortesia de centenas de euros. Vai também haver um hotel do Benfica (como já li no twitter, sem elevador, para os convidados serem levados ao colinho). De resto temos os lugares comuns de serem superiores a todos, humildes e trabalhadores. De não agitarem nem maldizerem o futebol luso, como o garoto, porque não devemos chafurdar na lama pois inadvertidamente podemos estar a impedir negócios multimilionários que se perspectivam para o novo ano que agora começa. Amiúde o senhor que coloca as questões fala de saídas de alguns jogadores, questões essas prontamente respondidas com ar, mas ar do aceitável, daquele que não permite contraditório. São deste modo preenchidas 7 páginas da edição de hoje d`A Bola. No fim o senhor que coloca as questões, rendido ao esplendor que ilumina o líder que tem na sua frente, poisa a pena e exulta com a cabeça entre as orelhas; entrevista difícil mas perfeita, o objectivo foi cumprido, aprende Diamantino.

Faz que anda mas não anda

Faz hoje um mês que Pedro Madeira Rodrigues, segundo ele próprio revelou, decidiu candidatar-se à presidência do Sporting. E faz amanhã uma semana que tornou pública essa intenção.

Passado todo este tempo, continuamos à espera do programa eleitoral do candidato. E da lista integral dos seus apoiantes. E do elenco que propõe para os órgãos sociais leoninos.

Mas vá lá, nem tudo está paralisado nesta candidatura que faz que anda mas não anda: já ficámos a saber que Madeira Rodrigues "vai de metro ver os jogos do Sporting, utilizando a linha amarela".

Poupa em combustível. Ao menos isso.

Obrigado João Pereira

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João Pereira vai deixar o Sporting e mudar-se para o Trabzonspor da Turquia. O Sporting ganhará uma pequena quantia e deixará de pagar salários altos a um jogador em fim de carreira e de contrato. Pereira chegou a Alvalade em janeiro de 2010, vindo do Braga e ficou no clube, dois anos e meio, fazendo 105 jogos e marcando 6 golos. Depois de uma estadia no Valência e de uma curta passagem pelo Hannover, regressou, para mais 44 partidas. Aqui fica o meu agradecimento ao camisola 21, que, apesar das suas limitações (como os cruzamentos e o temperamento), sempre mostrou muita garra e vontade de defender a camisola. Obrigado e boa sorte. 

2016 em balanço (4)

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CONFIRMAÇÃO DO ANO: GELSON MARTINS

A aposta que Jorge Jesus nele fez em 2015 teve plena tradução prática ao longo do ano que agora terminou. Gelson Dany Batalha Martins, hoje com 21 anos, é um dos valores mais seguros do Sporting, como ficou amplamente demonstrado em 2016. Ganhou a titularidade no campeonato, como médio ofensivo actuando na ala direita, e deslumbrou os adeptos leoninos com os desequilíbrios que foi capaz de criar, flectindo da linha para o eixo do ataque.

Em nenhum desafio isso foi tão evidente como na eliminatória no Santiago Bernabéu frente ao Real Madrid, para a Liga dos Campeões. O menino nascido na Cidade da Praia, em Cabo Verde, deu espectáculo num dos mais temíveis palcos futebolísticos do mundo, a 14 de Setembro: desmarcou-se, fez tabelinhas, centrou, baralhou a defesa madridista e quebrou os rins ao brasileiro Marcelo, seu antagonista mais directo. Uma exibição culminada na assistência para o golo de Bruno César, que pôs o Sporting a vencer até cinco minutos antes de soar o apito final.

No dia seguinte, o cronista do influente El País, chamava “filão” ao jovem Gelson, formado na Academia de Alcochete. Olheiros dos principais emblemas europeus passaram a estar desde aí com particular atenção ao desempenho do luso-caboverdiano. Por coincidência ou talvez não, duas semanas depois, Fernando Santos chamou-o pela primeira vez aos trabalhos da selecção nacional. A estreia ocorreu a 7 de Outubro, num desafio contra Andorra.

Seguro por uma cláusula de 60 milhões de euros, Gelson Martins vai certamente continuar a passear a sua classe pelos estádios portugueses até ao fim da presente temporada. Já com dois golos e sete assistências contabilizados na Liga 2016/17. Não custa vaticinar que o aguardam voos cada vez mais elevados no mundo do futebol. Saiba ele ter a lucidez para perceber que não deve queimar etapas: na inevitável ascensão à glória, cada passo deve ser dado de sua vez.

 

Confirmação do ano em 2012: André Martins

Confirmação do ano em 2013: Adrien

Confirmação do ano em 2014: João Mário

Confirmação do ano em 2015: Paulo Oliveira

2017.

Desconfio que vai ser um ano importante para o nosso clube. Eleições a ocorrer, Pavilhão a estrear. Por isso, o meu desejo para este ano é que todos estejamos ao lado do nosso clube, independentemente de quem se apoie, ou dos resultados. Acima de tudo, Sporting sempre!

Todos os dias entre os mais comentados

Em 22 destaques feitos pelo Sapo em Dezembro, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesses dias mais comentados nesta plataforma, És a Nossa Fé recebeu 22 menções ao longo do mês. Sem falhar um dia.

É um indício claro da crescente popularidade deste blogue e da contínua adesão dos leitores a este projecto, que hoje completa cinco anos de vida.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Entre Marcelo e o Barbas (72 comentários)

Prognósticos antes do jogo (70 comentários)

Jesualdo e Jesus: descubra as diferenças (52 comentários)

Nem se dão ao incómodo de parecer isentos (42 comentários)

Nada sucede por acaso (92 comentários)

Ódio puro e duro (136 comentários)

Esperança (72 comentários)

Prognósticos antes do jogo (106 comentários)

Rescaldo do jogo de ontem (76 comentários)

Leitura obrigatória (36 comentários)

Património nacional (42 comentários)

O turista mais bem remunerado do País (66 comentários)

Contra tudo quanto mexe (100 comentários)

O que fazer? (64 comentários)

Wilson Eduardo (42 comentários)

A vertigem do cheiro a pólvora (66 comentários)

Tem mesmo de entrar (38 comentários)

Com estes "leões" quem precisa de lampiões? (42 comentários)

Que jogadores devemos dispensar? (54 comentários)

Democracia leonina (50 comentários)

Oportunidade perdida (70 comentários)

Os jarretas (40) (46 comentários)

 

Com um total de 1436 comentários nestes postais.

Fica o nosso agradecimento a quem nos dá a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

2016 em balanço (3)

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PROMESSA DO ANO: FRANCISCO GERALDES

Por estes dias, tem circulado uma notícia que enche os sportinguistas de satisfação: Francisco Geraldes pode regressar a Alvalade. É um dos jovens mais promissores do campeonato nacional de futebol, tendo-se destacado mais recentemente com a camisola do Moreirense, onde actua por empréstimo do Sporting.

Chegou de facto a hora de Francisco Oliveira Geraldes provar o que vale no clube que o viu nascer para o futebol e ao qual está vinculado há sete épocas. Médio criativo, com forte capacidade de desequilíbrio, excelente leitura de jogo e uma maturidade competitiva superior aos seus 21 anos de idade, este jovem natural de Lisboa tem arrancado justos elogios à imprensa desportiva: são frequentes as menções ao seu nome, como melhor em campo, nas actuações ao serviço da turma de Moreira de Cónegos.

Já nas duas temporadas anteriores assim foi: deu nas vistas como profissional do Sporting B, onde se revelou um dos elementos mais dinâmicos, que faz da velocidade um argumento em campo e é capaz de cruzamentos milimétricos quando se movimenta junto à linha, o que sucede com alguma frequência. Em 2014/15 e 2015/16 cumpriu 62 jogos pela segunda equipa leonina, tendo marcado 11 golos.

Jorge Jesus, ao que parece, não tarda a chamá-lo à equipa principal. Faz bem: Francisco Geraldes merece. Não custa muito vaticinar que daqui a uns anos poderá ser referenciado como um valor seguro não apenas do Sporting mas da própria selecção nacional. Como antes dele foram um Quaresma, um Moutinho ou um Nani.

Assim tenha a sorte do seu lado. Assim tenha as oportunidades que merece.

 

Promessa do ano em 2012: Eric Dier

Promessa do ano em 2013: William Carvalho

Promessa do ano em 2014: Carlos Mané

Promessa do ano em 2015: Gelson Martins

 

Cinco anos a defender o Sporting

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Faz hoje cinco anos, nascia o És a Nossa Fé. Adoptando como nome um saudável lema leonino que desde então se tem generalizado entre a massa adepta - aquela que, como nós, frequenta o estádio e gosta de ver os desafios da bancada, que nunca trocaria por tribuna ou camarote.

Somos exigentes: só nos contentamos com o melhor para o nosso clube. E o melhor é vencer, em todas as frentes, em todas as competições, em todos os escalões etários. Estamos vocacionados para a vitória, seguindo os passos dos nossos maiores - um Fernando Peyroteo, um José Travassos, um Joaquim Agostinho, um António Livramento, um Carlos Lopes, um Manuel Fernandes.

Orgulhosos da nossa história, não vivemos a contemplar as glórias do passado. As partidas que mais nos interessam são as do futuro, inspiradas pela excelência da nossa formação. Não por acaso, de Alvalade partiram grandes estrelas do futebol europeu e mundial, como Paulo Futre, Luís Figo e Cristiano Ronaldo.

 

Queremos que o Sporting mantenha as virtudes que o tornaram campeão da formação e do ecletismo.

Queremos também que corrija alguns erros estruturais, com a rapidez que se impõe, para retomar sem falhas o rumo do êxito na mais emblemática das modalidades, o futebol.

Queremos sobretudo que se desperdicem cada vez menos energias em refregas contra adversários internos, imaginários ou reais. Para que possamos gastá-las no combate leal aos nossos históricos rivais, estejam mais a norte ou mais a sul.

Somos hoje 39, neste plantel que se tornou uma referência da blogosfera leonina. Pensamos de maneira diferente uns dos outros, como é público e notório: nada mais salutar. Mas todos somos sportinguistas. E todos partilhamos a convicção de que não existem sportinguistas de primeira e de segunda.

 

Ao longo destes cinco anos, vimos nascer e crescer algumas vedetas, assistimos à partida ou ao irremediável ocaso de outras. Enquanto adeptos apaixonados, tivemos alguns sonhos, muitos dissabores, uns quantos pesadelos.

Vamos seguir em frente, continuando a defender as nossas cores com ímpeto leonino. Nunca confundindo o aplauso ou a crítica a responsáveis ocasionais com a defesa dos interesses permanentes do Sporting.

Para essa mobilização estaremos cá sempre. Com esperança e fé.

De verde e branco.

 

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 Parte do plantel do És a Nossa Fé, reunido num animado jantar de grupo a 30 de Setembro

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