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És a nossa Fé!

Os nossos comentadores merecem ser citados

«O ambiente que se vive neste momento é de verdadeira guerra, na qual o alvo mais apetecível é o Sporting. Pois é... para quem estava habituado a dividir o bolo por dois, custa dividi-lo agora por três, e ainda por cima arriscados a ficar com a parte mais pequena! Em face disto, qual deverá ser a estratégia a seguir pelo Sporting? Na minha opinião, talvez fosse bom aplicar os princípios basilares da estratégia militar: em plena guerra, deve evitar-se abrir várias frentes de batalha simultaneamente, sob pena de se correr o risco de perder a guerra.»

Orlando, neste meu texto

O vitinho das vaidades

Soubemos na semana passada, na vergonhosa entrevista que o chefe dos árbitros deu ao jornal Record, que Carlos Xistra, depois da também vergonhosa actuação em Guimarães, onde de forma clara beneficiou o benfica com a não marcação de 3 (três) grandes penalidades claras, permitindo assim a vitória dos vermelhos, iria ficar a descansar, um bocado como se faz aos miúdos quando fazem alguma asneira e são enviados para o quarto durante uns minutos para pensar na vida. A entrevista saiu no dia 23 de Janeiro. Ontem, dia 2 de Fevereiro, tendo decorrido apenas uma jornada da 1ª liga de permeio, soubemos que Vítor Pereira nomeou Carlos eu não vi Xistra para actuar em Alvalade na próxima segunda-feira, no jogo onde defrontamos o Rio Ave. Ficamos a saber que para Vítor Pereira uma arbitragem onde o benfica sai beneficiado, e este ano tem sido praticamente semana a semana, vale um joguito na jarra, o que o próprio árbitro até agradece, desse modo até pode aproveitar e ir no fim-de-semana à terra. Sabemos que quem dirige a classe do apito é um sportinguista tão ferrenho que espera sempre a vitória do benfica. Esse interesse no bem-estar do benfica, demonstrado pela entrevista mencionada acima e também por declarações de outros árbitros, curiosamente um deles o último com coragem para apontar um penalti contra o benfica no pré-fabricado, depois afastado para todo o sempre não fosse ter a ousadia de repetir tal enormidade, representa para Vítor Pereira a sua tábua de salvação no mundo do futebol. A este dirigente pouco lhe diz o estado deplorável em que se encontra a arbitragem em Portugal, pouco se interessa por, pela primeira vez em muitos anos, não estar presente qualquer árbitro português no próximo europeu a realizar em França. O seu único objectivo é manter-se à tona, assegurar o seu posto e poder agradar ao seu clube de eleição. A última façanha demonstra bem quais os seus reais intentos. Ao ordenar aos árbitros que não tenham contemplações com treinadores que não respeitem a sua área técnica ou que sejam demasiado expressivos nas suas acções, apenas quis atingir o treinador do Sporting. Pelo meio, que ao fundo das costas sabemos nós o que está, mandou avisar antecipadamente o treinador do porto, não fosse este apanhado por fogo amigo.

É contra este estado de coisas que actualmente o Sporting luta. Entende-se que quem ainda dirige o futebol português esperneie e tudo faça para eliminar esta ameaça ao seu status quo. A comunicação social, alguns jornalistas que pertencem ao meio, paineleiros e comentadeiros que sobrevivem das migalhas que este poder podre lhes dá, fazem o seu papel. Ainda hoje a capa da bola é elucidativa do estado em que está o futebol português. Tenho a certeza que ontem, em muitas redacções se abriram várias garrafas de espumante barato.

Mas desenganem-se se acham que nos fazem desistir, que vamos baixar os braços. Tudo o que nos fazem semana após semana, apenas reforça a certeza que estamos no caminho certo. Ao olharmos para o vosso comportamento, as vossas acções e o vosso ódio cada vez maior ao nosso clube, temos a certeza que é mesmo por aqui. Se quiserem ser sérios e lutar com armas iguais podem seguir-nos. Ou podem optar por continuar a viver no mundo enlameado onde hoje vivem, rodeados de ratos e de cobardes.

 Mas nós não vos vamos dar descanso.

Montero, o craque

O dia de ontem foi um dia triste. Pelo menos foi-o para mim.

 

Vi partir aquele que para mim era, tão só, o melhor jogador do plantel. O único jogador que se assemelhava a um ídolo. Aquele jogador que me fazia subir os 10 lances de escadas até ao meu lugar sempre com a ilusão de ver algo extraordinário.

 

O mais inteligente, o que percebia melhor o jogo, o que mais prazer me dava de ver jogar, aquele que eu todos os jogos aplaudia de pé quando o speaker gritava pelo seu nome, aquele que fez os golos mais bonitos das últimas 3 épocas em Alvalade. Definitivamente, um craque.

 

Prometo nunca me esquecer de ti, Montero. Eternamente grato!

Montero e Gutiérrez: quem marcará mais? - X (Fim)

Reconheço que sou uma pessoa de lágrima fácil. E então nas despedidas nem se fala…

Por isso estou aqui meio idiota, meio espantado, de olhos vidrados de comoção com a notícia, ontem veiculada em algumas plataformas e hoje confirmada, da partida de Fredy Montero para a China por troca de um tal Barcos, que realmente não conheço.

Quem aqui me (nos) vem ler sabe que sempre fui um apreciador das qualidades de Montero. Sagaz, felino, de técnica apuradíssima, faltou-lhe quiçá sorte… Ou uns árbitros de maior qualidade (não me esqueço da quantidade de golos invalidados a este ponta de lança, na maioria… só porque sim!).

Ainda agora partiu e já sinto saudades. Não me esqueço que JJ valia-se deste atleta para se desembaraçar de adversários e resultados complicados. Foi assim com o Nacional, com o Braga e mais recentemente com a Académica.

Esta série foi a terceira que criei em que Montero era a figura de proa. Na primeira contabilizei os golos que “El Avioncito” marcou somente no campeonato e tendo como matriz um tal de Wolfswinkel, holandês de nascimento e que era grande – mas não era grande coisa.

Chamei a essa série “Contagem decrescente” e começou a 18 de Agosto de 2013 tendo 9 textos. Terminou a 11 de Maio de 2014. Na época seguinte coloquei o Montero contra ele próprio e escrevi mais uma série, denominada “M versus M” que se iniciou a 14 de Outubro de 2014 para terminar a 26 de Maio de 2015 com 10 posts. Finalmente esta última e que, independentemente do futuro de Téo, termina hoje também com uma dezena de textos!

Serei sempre um grande apreciador do futebol do colombiano, “resgatado” em 2013 a uma equipa americana, e que partiu para o país do Rio Amarelo. E só espero que os adversários que ele agora vai enfrentar fiquem da mesma cor do grande rio chinês, devido aos seus (bons) golos.

Que a sorte te sorria sempre, Montero, pois talento tens de sobra.

Os melhores golos do Sporting (8)

Golo de MONTERO

Sporting-Marítimo

26 de Outubro de 2014, Estádio José de Alvalade

 

Este golo estava na minha lista de possibilidades para esta compilação do blogue. Nunca pensei que publicá-lo servisse, também, para me despedir deste grande jogador, ainda mais dois dias depois de, mais uma vez, ter sido decisivo. Não adianta recordar o Montero, pois toda a gente o conhece. E ninguém o vai esquecer nem momentos de magia como este, em Alvalade, contra o Marítimo, a época passada. Foi provavelmente o melhor golo que alguma vez presenciei. Obrigado por tudo e felicidades, avioncito.

 

You will never walk alone

Montero

 Lembro-me bem desse dia. Não sei bem que dia era, mas estávamos em Agosto de 2013, eu estava na praia e começava o campeonato. O Sporting jogava contra um recém-promovido Arouca. Acho que nunca estive tanto em pânico como no início dessa época. O Sporting acabara de ficar em 7º, num campeonato em que chegara à fronteira da despromoção e roçara a falência. O Arouca era fácil? Eu já tinha visto de tudo na época anterior. Eu estava na praia, mas de telemóvel em punho a seguir o jogo. O Arouca começou por marcar e eu pensei: este ano, é para continuar a desgraça. Até que os golos começaram a aparecer. No final, o Sporting tinha ganho por 5-1 e um tal de Fredy Montero, que eu não sabia quem era, fizera três. Durante os meses seguintes fartou-se de marcar golos, sendo um dos símbolos de um Sporting que saía das catacumbas. Depois, tornou-se muito irregular. Mas, mesmo assim, ainda fazia belos golos e belas assistências. Vejo com tristeza a partida de um dos heróis da ressurreição do Sporting. Agora é mais fácil jogar no Sporting do que quando ele veio.

Balanço

Contas feitas, parece-me que ficamos mais fortes, uma vez que, como prometido, não saiu nenhuma jóia da coroa. Fosse eu a decidir e  teria saído outro colombiano, mas reconheço que não tenho qualquer informação e uma vez que ficou o outro, é em relação a esse que teremos que fazer figas para que atine. Isto se não sair ainda, uma vez que há mercados ainda abertos e o rapaz é capaz de dar uma cambalhota, que dali já se viu que pode sair tudo.

Não tendo saído ninguém do núcleo duro e tendo principalmente a defesa sido (bem) reforçada e tendo chegado um jogador que pode ser um clone de Slimani, assim à primeira impressão, parece-me que temos razões para encarar com ainda maior confiança as 14 finais que temos pela frente.

Spooooooooorrrrrrrtiiiiiiiiggggggggggg

Obrigado, Montero

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Pelos belos golos que marcaste em quase três épocas no Sporting. Desde os três petardos que enfiaste ao Arouca, no jogo inaugural da Liga 2013/14, ao último encontro de verde e branco, há escassas 48 horas, que nos rendeu a vitória frente à Académica. Passando pela preciosa ajuda que nos deste para a reconquista da Taça de Portugal após sete anos de jejum.

Eu não esqueço.

Hasta la vista!

Pódio: Adrien, Montero, J. Pereira, J. Mário

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Académica pelos três diários desportivos:

 

Adrien: 18

Montero: 18

João Pereira: 16

João Mário: 16

Bryan Ruiz: 15

Marvin: 15

Carlos Mané: 14

Rúben Semedo: 14

Slimani: 13

Naldo: 12

Gelson Martins: 12

William Carvalho: 12

Ewerton: 12

Rui Patrício: 12

 

O Jogo elegeu Montero como figura do desafio. A Bola e o Record optaram por Adrien.

Dois pesos, duas medidas

Em seis meses no Sporting, Jorge Jesus foi expulso duas vezes. Tantas quantas lhe aconteceram durante seis anos no Benfica. Se o padrão fosse equivalente, o nosso actual treinador teria sido expulso 24 vezes ao serviço do clube anterior.

Isto diz tudo sobre a disparidade de critérios na arbitragem portuguesa: as sanções decorrem em função da cor das camisolas dos jogadores ou das gravatas dos treinadores.

{ Blog fundado em 2012. }

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