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És a nossa Fé!

Já toda a gente percebeu

Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, do alto da sua douta isenção, tudo fará para que Slimani seja impedido de disputar o próximo jogo Sporting-Benfica, da Liga 2015/16, marcado para 6 de Março. Tudo a pretexto de um desafio ocorrido em 21 de Novembro para a Taça de Portugal que terminou com a vitória leonina.

Nada mais cirúrgico do que este bisturi da "justiça" desportiva.

A caixa de pandora

Não acham que ao pedir a Jorge Sousa para reapitar o jogo Sporting vs Benfica, a FPF está a abrir um precedente muito perigoso, ou sou só eu?

Dúvida 1: Se um clube reclamar sobre um penalti não marcado a seu favor e o árbitro for chamado a reapitar o jogo e considerar que se enganou, repete-se o lance ou é de imediato considerado golo a favor do reclamante? Se por consequência desta decisão o resultado se alterar, será este validado?

Dúvida 2: Se um jogador que não foi admoestado for considerado infractor pelo árbitro nesta reapitação do jogo e merecer a expulsão, a equipa do putativo infractor perde por falta técnica, já que deveria ter jogado o resto do jogo com menos um elemento, ou repete-se o restante tempo nesta nova situação?

Dúvida 3: Perante esta salgalhada toda, não seria de avançar, rápido e em força, para as novas tecnologias, em socorro dos árbitros?

Se tiverem mais dúvidas, força!

Para memória futura

Porque convém não esquecer:

http://cmtv.sapo.pt/atualidade...

Porque convém estar informado:

http://expresso.sapo.pt/econom...

Porque há ligações perigosas (ou como se explica a relação de subserviência do Belenenses e quiçá a porta 18):

http://www.ionline.pt/418631

Quando ele ainda queria dividir títulos connosco (e razão pela qual, tendo levado com os pés, anda tão abespinhado que mete dó):

http://www.record.xl.pt/futebo...

A propósito de Neymar

Noticia a pasquinagem que o Sporting assinou contrato com um jovem moçambicano (18 anos), que estava à experiência e vai integrá-lo na equipa de juniores, podendo também fazer uma perninha na equipa B.

Até aqui nada de novo, é normal contratar jovens promessas.

O que me espanta é o epíteto do jovem. Passo a explicar: Sendo oriundo de um país que deu ao mundo Eusébio, um futebolista considerado no seu tempo um dos melhores do mundo e uma lenda planetária para os adeptos do desporto-rei, porque carga de água é este rapaz conhecido por Neymar moçambicano?

Qués ver que o outro não é tão querido lá, como cá?

E terá isso a ver com alguma negação das origens?

Bem vindo, Amâncio Canhembe. Uma coisa terás certa meu rapaz, dês as voltas que deres, vindo para o Sporting, nem que metas o Neymar e o outro num chinelo, nunca terás via aberta para o panteão!

Sli, Sli, Slimani!

Uma coisa é certa: Slimani dará o campeonato a um grande, sedeado em Lisboa. 

 

Sem ter feito ginásio, ter aprendido a falar português ou se ter mudado para a Rússia, Slimani pode tornar-se no novo Hulk.

 

Quando marcava de 8 a 12 golos num ano, Slimani não tinha cotovelos. 

Os melhores golos do Sporting (3)

Golo de JORDÃO

Sporting-FC Porto 

30 de Janeiro de 1983, Estádio José Alvalade

 

Jordão fazia parte dos meus quatro ídolos de infância (junto com Damas, Yazalde e Inácio). E o meu golo de eleição tinha de ser de calcanhar (vamos já ver porquê), por isso, não hesitei em pegar na sugestão do nosso leitor/comentador polik, neste texto de Pedro Correia.

 

Sou nortenha, morei em Gaia desde os quatro anos, tirei o curso na Universidade do Porto e nem 23 anos de Alemanha conseguiram apagar-me a pronúncia do Norte. Nada me é mais familiar do que a paisagem sobre o Douro, vista da Serra do Pilar, local da igreja onde frequentei a catequese: a ponte Dom Luís, a Ribeira, as caves do Vinho do Porto (por acaso, em Gaia). Uma das minhas passagens preferidas d’ O Leão da Estrela é a travessia da ponte Dom Luís. Morava ali ao lado, paredes meias com o Quartel do RASP, onde João Paulo II aterrou de helicóptero, vindo de Braga, a 15 de Maio de 1982. Eu fazia parte da multidão que o recebeu, assim como vivi de perto as convulsões de Outubro de 1975, ouvi as rajadas de G3 disparadas contra as forças do brigadeiro Pires Veloso, tinha eu dez anos. Se o Verão de 1975 foi Quente, o mês de Outubro, no Porto, passou-se a ferver!

 

E depois veio 1987. Não nego que gostei de ver uma equipa portuguesa a ganhar a Taça dos Campeões Europeus. Até saí à rua! Com 23 anos, não se desprezam festejos pela noite fora. Claro que não agitei cachecol nem bandeira, muito menos gritei “Bib’ó Puârto”. E pensei que, terminada a festa, conseguia sossego. Mas algo me perseguiu durante semanas, desconfio que até anos: o golo de Madjer! Quantas vezes tive de ouvir falar nesse golo, ouvir elogiar esse golo… Nada havia que se lhe comparasse, diziam eles! Até parecia que o Madjer tinha inventado o golo de calcanhar…

 

Só para quem não conhece o golo de Jordão, precisamente contra o F. C. Porto, na época de 1982/83. Que subtileza, que classe!

 

É o meu golo de eleição, que dedico a todos os portistas!

E nem precisam de agradecer, eu é que agradeço ao polik. E ao meu ídolo, o grande Jordão!

 

Continuem sim, continuem!

Os últimos tempos para o Sporting tornaram-se muito difíceis. E tudo por culpa de uma diferente postura que os dirigentes do nosso clube apresentam.

O problema não é a forma como Bruno de Carvalho dispara… e contra quem, mas sim os alvos que pretende atingir e acima de tudo o sucesso desportivo (e não só!) que começa a surgir. Não me esqueço que noutros tempos também Sousa Cintra e Santana Lopes tentaram fazer algo semelhante, mas com muito pouco sucesso.

Ora após anos de descalabros financeiros e desportivos, o Sporting de Bruno de Carvalho está a renascer. Obviamente que este reaparecimento não agrada aos nossos adversários. Já tinham como garantida a “belenização” do Sporting. Enganaram-se pois!

Mas estas (novas) atitudes ora tão criticadas por tanta gente foram outrora usadas por outros. Com evidentes benefícios. Mas já lá vamos…

Não há dia nenhum que os jornais, comentadores, colunistas, ou simples paineleiros não ataquem ferozmente o Sporting. E tudo serve para os seus propósitos. Ora é o Presidente, para logo a seguir ser o treinador da equipa principal, depois é um qualquer jogador. E não falta a isto os esquemas das transferências goradas pelo Sporting.

O veneno destilado é tanto que olvidam outras épocas de outros clubes.

Trago agora aqui os idos anos setenta. Nesses tempos Pinto da Costa recebeu um Porto que não era campeão havia 19 anos e logo começou a disparar para tudo o que era sítio. Coadjuvado por José Maria Pedroto (José Maria Maroto para os adversários!), em breve ambos iniciaram uma espécie de guerra psicológica e de nervos que obteve naturalmente os seus frutos.

Hoje é sabida a quantidade de títulos que o clube do Porto ganhou intra e extra muros, desde essa altura. Mas lembro-me bem dos seus discursos inflamados contra Lisboa. E das consecutivas queixas das arbitragens.

Mas assim que se apanhou a ganhar… silenciou-se. Retenho uma frase desse tempo: “Desculpas de perdedores” – disse Pinto da Costa referindo-se aos ataques que os adversários lhe moviam.

Também não me esqueço que Adriano Pinto, na altura Presidente da Associação de Futebol do Porto, afirmou numa entrevista na rádio: “Enquanto eu for presidente da associação, o FCPorto terá de ser sempre campeão. Custe o que custar.”

Mas claro, já ninguém sequer se lembra do homem, quanto mais das suas inflamadas declarações…

De todo este ambiente, mais ou menos hostil, nasceu uma espécie de divisão desportiva: os do Norte e os do Sul. Decorriam os anos oitenta e o Sporting perdia algum fulgor. E angariava dívidas… sem títulos.

Deste modo o inimigo do Porto passou a estar no outro lado da segunda circular. E os adeptos desta agremiação desportiva deixaram o Sporting em paz e começaram a canalizar para o FCPorto os seus ódios e profundos antagonismos.

Passaram muitos anos (talvez demasiados!), até que a sociedade acordou para uma nova realidade: o Sporting afinal não havia morrido.

Estava vivo e recomendava-se. Com novo presidente, nova direcção e acima de tudo uma nova filosofia na abordagem do futebol. Ninguém acreditou… neste novo “visual”. Cheguei a escutar: “Mais um para obter nome à custa do nome Sporting”. Enganaram-se redondamente.

Hoje o Sporting é vilipendiado por quase todos os não-sportinguistas, seja lá o que isto quer dizer. Mas ao contrário do que possam imaginar eu até fico contente com estes “Tempos Novos”.

As críticas são sempre mais favoráveis a quem as recebe.

Portanto… continuem sim, continuem. A dizer mal.

É muuuuuuuuito bom sinal!

Vamos encher Alvalade?

Este artigo de José Manuel Freitas no Mais futebol chamou-me a atenção pelo seu título “Tantas más notícias em Alvalade”, onde se embrulha toda a tralha que excita os nossos adversários; como o processo disciplinar instaurado a Slimani, o arquivamento do caso dos vouchers, e os "reforços" Suk e Marega desviados para as Antas. Certo, certo, é que o grande desafio se joga nos relvados: ontem o Porto renovado de Peseiro perdeu dois-a-zero com o Feirense e o Sporting entra na Jornada 20 a jogar em casa contra a Académica isolado em primeiro lugar. 
Vamos encher Alvalade?

O Sporting está a incomodar

“Percebe-se esta obsessão pelo Slimani, esta pressa em castigá-lo. Não se percebe é que haja dois pesos e duas medidas".

 

 

Já agora, para que se ponham nomes aos bois, como diz o povo, são estes os senhores que irão "ajuizar" no processo a Slimani:

cd2.PNG

 

E a pedido, alguns mimos, apenas com link, para não abusar das imagens:

https://www.youtube.com/watch?v=m4M54kIK7es

https://www.youtube.com/watch?v=_8hkv7gf4zw

https://www.youtube.com/watch?v=2TUXgx78vqk

http://verdadeleonina.blogs.sapo.pt/inedito-no-futebol-mundial-chorar-14908

http://linguadoslimani.tumblr.com/

JMC, se quiseres mais, é só pedir!

Ora bem, então os jantarinhos estão lá...

Chegaram os doutos juízes conselheiros à conclusão que a oferta de 1120 jantares "ingressa no conceito de ofertas de mera cortesia (...) admitida na regulação desportiva". Parece que fizeram as contas e fica por atacado em 179,90€, o que não deixam de ser... 201.488,00 Euros. Cortesia? Pois! Já agora, o limite imposto pela UEFA não são 300€, são 200 Francos suiços, o que ao câmbio de ontem, que pontaria, eram 180,701 Euros... mais um paposseco e lá se ultrapassa o limite!

Irónica não deixa de ser a justificação de que as ofertas são feitas de forma regular, ou seja, em termos jurídicos, de forma continuada e na presença dos delegados da Liga. Mas então os delegados da Liga não recebem também as caixas douradas????

Que pandilha! E ainda há quem se pergunte por que está a justiça num lastimoso estado...

 

 

Os melhores golos do Sporting (2)

 

Golo de IORDANOV

Sporting-Marítimo (final da Taça de Portugal)

10 de Junho de 1995, Estádio Nacional

Não é certamente o golo mais bonito que vi marcado por um jogador meu, do meu clube, com a minha camisola. Mas é o golo mais importante da minha vida de Sportinguista. A seca de títulos durava há 8 anos (Supertaça 1987) e o Jamor vestiu-se de verde e branco para receber uma das melhores equipas do Sporting das últimas décadas, com Figo, Balakov, Carlos Xavier ou Sá Pinto.

Era 10 de Junho de 1995 e jogávamos contra o Marítimo de Everton, Heitor e Alex. Antes de começar, um cão atira-se ao braço de Vujacic que joga com uma ligadura e me fez temer pela sorte. O Sporting é um clube a quem tudo acontece, mas a tarde de calor estava demasiado perfeita para nos vergarmos às nuvens negras.

Era a minha segunda final da taça no meu sítio de sempre: o muro na curva da Juve Leo. Tinha perdido a anterior para o Porto de Robson na finalíssima mas desta vez os astros estavam alinhados: um adversário mais acessível, novamente uma grande equipa, e um grande ambiente. E o último jogo de Figo e Balakov com a nossa camisola.

Mas não foi nenhum deles que brilhou. Foi Iordanov, o meu ídolo de sempre. Búlgaro tosco com uma alma daqui à lua, com um amor eterno ao Sporting que já aqui relatei. Marcou os dois golos de cabeça (aos 9 e aos 85 minutos), rematou aos postes, ensaiou bicicletas e pontapés à meia-volta. Correu, lutou, brigou, marcou, festejou e saiu em ombros. Foi, como sempre foi, um herói improvável, exemplar na dedicação ao meu, dele e nosso Sporting.

A minha escolha vai por isso para o segundo golo de Iordanov a 10 de Junho de 1995. O meu primeiro título ao vivo e a cores, o primeiro que a minha geração recordará na pele, com um golo a ditar o game over da longa seca, com um golo a fazer acreditar que era possível dar a volta.

Obrigado, Iorda. Sporting, sempre. 

 

IMG_1176.JPG

Até aos idos de Março

Defrontamos o 2º classificado da Liga (actualmente com menos 2 pontos que nós) no início de Março. Até lá, vamos fazer os seguintes jogos:

 

Jornada 20 - Sporting X Académica

J 21 - Sporting X Rio Ave

J 22 - Nacional X Sporting

J 23 - Sporting X Boavista

J 24 - Vit. Guimarães X Sporting

J 25 - Sporting X Benfica

 

Pelo meio, há Liga Europa com os alemães do Bayer Leverkusen. Ora, temos 5 jogos do campeonato, três dos quais em casa com os 16º (Académica), 7º (Rio Ave) e 17º (Boavista) classificados. 9 pontos obrigatórios, repito e sublinho, obrigatórios. Ao que se juntam dois jogos fora, com Nacional e Vitória de Guimarães, ambos historicamente difíceis para as nossas cores. Fazer 15 pontos nestes 5 jogos será um passo de gigante (ou de Leão) rumo ao título. Empates e coisas que tais podem significar o princípio do fim do nosso sonho. Quanto à 25º jornada, bem, aí nem há outro resultado possível - em casa, estádio cheio, sofrimento e vitória. 

O que é que eu perdi ontem?

À hora marcada lá estava eu em frente ao aparelho de télevisão; No prato uns rojões de porco guarnecidos com grelos de nabo, tenrinhos, assistidos por um tinto de Tomar, produção própria;

A lareira, com um fogo simpático, dava a ambiência propícia para um jogo de futebol.

Sem nenhum interesse que não assistir à prestação do nosso Iuri e a um possível bom espectáculo, logo aos onze minutos vi o que a coisa ia dar: um jogador do Moreirense abalroado por um do Benfica que passou incólume, a jogada segue e sem se perceber bem porquê o senhor árbitro marca penalti a favor dos visitantes. Disse pra mim mesmo "não ponham mais na carta" e antes da marcação do castigo mudei para as notícias. Antes a troika!

Qual não é o meu espanto quando hoje, ao ver as capas dos desportivos, leio "soberbo" na borla e "festival" no rascord em letras corpo setenta e dois, a bold. E era mesmo em relação ao jogo que eu deixei de ver.

Viverei arrependido para o resto dos meus dias...

Não mais me perdoarei por ter perdido o jogo do século, um Moreirense-Benfica.

 

Nota 1: Nem imaginam a passarada que já destilou veneno em forma de comentário. Vão para o local do costume, claro!

Nota 2: É que nem imaginam quantos já foram para o lixo! Doidas, doidas, doidas, andam as galinhas...

Nota 3: 25 já cá vieram colocar o ovo. Tadinhas, andam mesmo loucas. O Schmeichel teve direito a uma resposta, mas desculpa lá amigo, era impublicável.

Nota 4: Até o anonymous, que anda tão arredio, decidiu botar comentário. Foi para o mesmo sítio, está bom de ver.

Nota 5: Ena, que até espumam pla boca, os remelosos.

 

 

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