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És a nossa Fé!

Natal bem verde...

... Não, não estou a falar das couves que acompanham o bacalhau, mas do verde da esperança.

Após uma semana terrível é tempo de acalmar e perceber o que correu mal. Todos nós sabemos que há forças contra o Sporting fora do rectângulo de jogo. Mas é por isso mesmo que temos de ser muuuuuuuuito melhores que os outros.

Até somos... temos é que o demonstrar.

Finalmente... Feliz Natal a todos quantos escrevem no "És a nossa Fé", independentemente de acreditarem ou não no sentido desta quadra, naturalmente extensível às suas famílias.

Boas Festas também aos que aqui surgem como comentadores ou simples leitores. Sejam de que clube forem, porque o Natal não tem clube.

Vim jantar, logo se vê

Podia ser o título de um post de qualquer dia destes últimos de dezembro. Vim jantar e não quis saber de notícias reles. Ou ainda, não jantei, ainda não digeri Braga e União. Adiante. Vou jantando, dia 29 lá estaremos. E dia 2 idem. É ganhar. Até lá, vamos jantando. Muitos golos no sapatinho, se puder ser. Bom Natal a autores e leitores do Nossa Fé.

Nunca mais

Sobre o veredicto do Tribunal Arbitral do Desporto que deliberou a favor da Doyen no conflito que opunha este fundo ao Sporting, a principal lição a extrair é esta: nunca mais a SAD leonina deve adquirir nenhum jogador nos termos em que a direcção de Godinho Lopes contratou Rojo e Labyad, ficando apenas com 25% do passe do primeiro (pagando por isso 1 milhão de euros) e com 35% do passe do segundo (que nos custou 1,5 milhões). À mercê dos humores e da prepotência da parte financeiramente mais forte, que só pretende ver disparar os lucros, ainda que à custa dos interesses dos clubes e dos "craques" - com e sem aspas.

Nunca mais.

Tiro ao Sporting

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Quando soou o apito final na Choupana e o Sporting, praticamente, perdeu a possibilidade de terminar o ano em 1º lugar no campeonato (o Porto x Académica ainda não tinha começado), lembrei-me, de imediato, das avisadas palavras de Jorge Jesus, mal chegou ao nosso clube. O Sporting vai intrometer-se na luta pelo título.

Para os mais esquecidos, recordo que o treinador do Sporting nunca disse que esta época, de leão ao peito, iria ser campeão, mas, antes, que a equipa iria bater-se junto de Porto e Benfica.

Por isso, relegado o Sporting para o 2.º lugar, há que encarar sem dramatismos a nova posição que a equipa assume na tabela classificativa. Estamos e permanecemos na luta pelo título, nisso o treinador está a cumprir com a sua palavra. Quanto a sermos campeões, sinceramente, só alguém fora do seu juízo perfeito é que poderá garantir esse desfecho a 20 jornadas do fim e com tantos jogos difíceis ainda por disputar.

Segue-se agora uma breve paragem na competição, que será importante para fazer descansar jogadores nucleares e que, infelizmente, tiveram um curto período de férias no defeso (Bryan Ruiz, William Carvalho, João Mário, Paulo Oliveira). Nota-se alguma quebra física na equipa nos últimos jogos e quando isso sucede as falhas de concentração surgem com mais frequência. O descanso vai fazer bem.

Depois de eliminados da Taça (num jogo em que não podem acusar a equipa de nada) e perdido o 1.º lugar de forma inglória, surgiu ontem a decisão do caso "Doyen". Três contratempos em menos de uma semana.

O cenário ideal para que adeptos dos rivais e sportinguistas-só-quando-dá-jeito não perdessem tempo para disparar sobre o Sporting.

Apesar da larga incoerência que subjaz muitos dos comentários, não posso deixar, ainda assim, de sorrir perante a enorme importância que dão ao Sporting (mais até do que aos seus próprios clubes). É que ainda há pouco tempo, quando o Sporting perdia jogos atrás de jogos, não se apurando sequer para a Europa, muitos desses adeptos já nem se davam ao trabalho de ir ao estádio verem os seus clubes jogar contra o Sporting. Até lamentavam o estado em que se encontrava o Sporting. Hoje, são os primeiros a marcar comparência quando se trata de jogar contra o Sporting.

Não é só estar em 1º lugar que o Sporting tem de se habituar. Também ser o alvo a abater passou a ser um novo estado.

No próximo dia 2 de Janeiro, só há uma resposta possível: lotar Alvalade. O Sporting tem de sentir esse empurrão do seu mais importante jogador, o 12.º.

Os nossos comentadores merecem ser citados

«Temos uma equipa que já vai sendo conhecida e estudada. Por muito que o Jesus queira complicar a leitura mudando peças e mecânicas, especialmente no meio campo, já se percebeu que para marcar golos ao Sporting basta entrar nas costas do lateral de um lado e centrar para as costas do lateral do lado oposto. E que o Sporting não consegue marcar um golo de meia distância nem de livre directo. O João Mário a rematar de longe mete raiva. Não treina?»

SportingSempre, neste meu texto

Isto é como no futebol

Há sempre a possibilidade de se perder.

A justiça americana, por exemplo, é pródiga em condenar réus inocentes, corrigindo nalguns casos a mão. Alguns desgraçados passam vidas inteiras na prisão, alguns até no corredor da morte, num limbo que nenhum de nós imaginará. Segundas opiniões de tribunais de outras instâncias têm devolvido estes homens e mulheres à vida, inocentando-os.

Ora, neste processo com a Doyen, o TAS deu razão ao fundo.

Este era um dos desfechos previstos, o pior cenário e que acabou por acontecer.

Vai agora abrir-se caminho a outra das fases também previstas: O recurso para o tribunal superior suiço.

Veremos se alguém que provavelmente estará menos "contaminado", toma a mesma decisão e salva a vida, não ao Sporting que a esse nunca matarão, mas ao futebol.

Por mim, tome a que tomar, o apoio a esta luta continuará a ser incondicional.

Irrita-me que um desporto que amo sirva para acobertar bandidos de toda a espécie. Vigaristas, gatunos; Seja uma enorme lavandaria de dinheiro oriundo do mundo do crime. Se a via é esta, que se acabe com ela rapidamente, sob pena de se acabar com o próprio futebol.

 

Nota 1 - Para os mais incautos, este é um post apenas para sportinguistas, concordem ou não com o post ou a decisão do Clube.

Nota 2 - Para os mesmos ou para outros, esta decisão, segundo parece que não sou jurista, permite recurso para o tribunal civil (como todas dos tribunais desportivos, aliás).

Pódio: Montero, Slimani, Gelson Martins

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no União-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Montero: 15

Slimani: 15

Gelson Martins: 15

Adrien: 14

Paulo Oliveira: 14

Esgaio: 13

Rui Patrício: 13

Bryan Ruiz: 12

Naldo: 12

Tanaka: 11

João Mário: 11

Jefferson: 11

Aquilani: 10

Matheus Pereira: 1

 

A Bola elegeu Montero como melhor sportinguista neste jogo. O Record optou por Esgaio. O Jogo escolheu Gelson Martins.

Em janeiro falamos

Ser do Sporting é saber bem o que pode acontecer após a primeira derrota da época nas competições nacionais: é saber que depois de uma curva contracurva apertada pode vir grossa derrapagem. Houve lentidão, William no banco, um festival de golos falhados, um golo sofrido destrambelhadamente e por aí adiante. Temi este jogo como nenhum outro esta época. E a razão é simples: o Sporting treme sempre quando sempre se espera: depois de uma derrota marcante. Todos sabíamos que a derrota em Braga ia deixar marcas. Todos vimos as marcas que deixou. Foi a primeira derrota para o campeonato. Pela euforia que grassa nas redes sociais dos adeptos de outros clubes (não vale a pena nomeá-los, eles sabem quem são, como alguém diria), parece que o campeonato já acabou. Não está sequer perto de começar a acabar. Faltam mais de metade dos jogos e o Sporting continua com tudo o que tinha antes para poder vencê-lo: um treinador que sabe do ofício e jogadores que já comeram a relva (não sei como a digeriram) e venceram. Logo a abrir o ano temos clássico em casa contra o Porto. É para ganhar. Como já era antes deste jogo. A única coisa que mudou é que eu não ia estar em Alvalade no dia 2 de janeiro por estar fora de Lisboa. E agora vou fazer o impossível para lá estar porque sei bem qual vai ser o resultado.   

 

Não foi por isto

Não, não foi por isto, mas lembram-se de Braga?

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Pois é. Já perceberam porque é que eu digo que eles se enganam sempre para o mesmo lado?

E este não tem desculpa, é mesmo nas barbas do moço, estão a vê-lo ali, de VERMELHO?

Quanto ao mais, o mesmo fraco desempenho de João Mário, a desorientação de Esgaio e a ausência prolongada de Jefferson. Desta vez até Patrício se distraiu e deixou entrar uma pelo buraco proibido. A propósito de Jefferson, sou só eu, ou desde a saída de Rojo que o moço, a defender, não dá uma para a caixa? É que malta para a linha temos lá uma data deles, ok?

Portanto, para as alminhas mais  susceptíveis, não foi por isto que a foto reproduz que perdemos, mas caramba, não acham que é azar a mais que no único remate dos tipos o gajo esteja off-side?

E pronto, o GR deles foi o melhor em campo, o que ajuda também um pouco a perceber este desaire.

Entretanto, subscrevo na íntegra as palavras do presidente:

"Já o disse várias vezes, isto é uma maratona. Manter os pés assentes na terra, trabalhar cada vez mais e manter o foco nos objetivos. Esta é a nossa missão, este é o nosso trabalho e este é o nosso compromisso. Obrigado a todos os sportinguistas que estiveram aqui na Madeira a apoiar. Não era de todo o resultado que queríamos mas não posso deixar de expressar o meu enorme orgulho nesta equipa".

Dia 2 lá estaremos para dar a volta à coisa!

Rescaldo do jogo de ontem

Não gostei

 

Da derrota. Perdemos o primeiro jogo da Liga 2015/16. Na Choupana, frente ao União da Madeira. Após sete vitórias consecutivas.

 

Do descalabro da nossa defesa no lance do golo sofrido. Começou com Bryan Ruiz a entregar a bola a um adversário. Jefferson ficou nas covas, desguarnecendo a ala. Naldo viu-se incapaz de acompanhar a rápida incursão de Paulinho. E Danilo Dias, solto de marcação de frente para a baliza, rematou como quis.

 

Do nosso índice de aproveitamento. Perdulários como há muito não se via, protagonizámos hoje na Madeira um festival de golos falhados. Slimani, Montero, Bryan - todos revelaram uma impressionante falta de pontaria em 24 remates à baliza. Nem no poste acertaram. Enquanto a equipa adversária marcou na única oportunidade de que dispôs.

 

Do excesso de lentidão na primeira meia hora. Apesar de Jorge Jesus ter feito quatro alterações no onze titular, a equipa pareceu ter acusado o enorme desgaste físico e psicológico da eliminatória da Taça perdida em Braga após mais de duas horas de jogo.

 

Da nossa falta de aproveitamento nos lances de bola parada. Dispusemos de 13 cantos mas nem assim conseguimos marcar.

 

Da ausência de William Carvalho. Não adianta iludir a questão: ele fez falta.

 

 

Gostei

 

Da pressão leonina em momentos largos do jogo. Ninguém pode acusar os nossos jogadores de não terem tentado marcar. No último quarto de hora da primeira parte, por exemplo. Atacámos o tempo todo, pelo centro do terreno e pelas alas.

 

De Adrien. Foi talvez o mais inconformado dos nossos jogadores. Lutou, correu, criou espaços, passou a bola, rematou - do primeiro ao último minuto. Elejo-o como o melhor em campo vestido de verde e branco.

 

De Gelson Martins. Voltou a ser titular. E voltou a ter uma exibição positiva. Vê-se que trabalha nas sessões de treino e vai demonstrando essa evolução em campo. Cruzou várias vezes com perigo para a grande área e teve ele próprio oportunidade de marcar aos 42' e 73'.

 

De Tanaka. Jogou apenas o quarto de hora final mas merece nota positiva. Bons cruzamentos para Slimani (81' e 90'+1'). Esteve quase a marcar de cabeça aos 90', parecendo ter sido carregado em falta dentro da grande área.

 

Do guarda-redes do União, André Moreira. Jesus tem razão: ele "tirou-nos três golos feitos". Foi o melhor em campo.

 

Da visibilidade na Choupana. Desta vez não houve nevoeiro.

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