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És a nossa Fé!

E é contra a Alemanha!

Não gosto de jogos entre Portugal e a Alemanha, põem-me sempre numa situação muito ingrata.

Primeiro, porque o meu marido é alemão e, por mais fair-play que se tenha, é sempre desconfortável saber que a pessoa sentada ao nosso lado está a torcer pela equipa contrária. Não temos filhos e, neste caso, até sou tentada a dizer "ainda bem". Sabe-se lá que lado os coitados haveriam de escolher...

Segundo, porque, não estando em Portugal, é muito penoso aguentar os festejos alemães, depois de uma derrota da nossa seleção. E, nos últimos anos, têm acontecido algumas...

A transmissão do jogo em direto já está anunciada no ARD, o primeiro canal alemão, decisão surgida apenas depois de este país ter assegurado a participação na meia-final. E desta vez, quero ser eu a festejar!

 

Força, Portugal!

Sub-21: os nossos jogadores, um a um

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Portugal passou ontem à noite às meias-finais do Campeonato da Europa de sub-21 ao empatar com a Suécia. Com este resultado - o 17º jogo consecutivo sem perder - qualifica-se de imediato para os próximos Jogos Olímpicos, além de se confirmar como uma das quatro melhores selecções do Velho Continente após uma brilhante campanha rumo à fase final do Euro em que foi totalista nas vitórias.

Apresentando o mesmo onze inicial que enfrentou com êxito a Inglaterra, uma semana antes, Rui Jorge viu os seus pupilos tomar a iniciativa de jogo quase durante todo o encontro. É visível a construção de automatismos e rotinas nesta selecção, que em largos momentos exibe um futebol de qualidade superior ao que vem sendo revelado pela selecção A (Cristiano Ronaldo à parte).

Portugal foi superior no plano técnico e no plano táctico. Rui Jorge esteve igualmente em bom nível na leitura que fez do jogo: os homens que mandou saltar do banco foram vitais para desfazer o perigoso empate a zero que se registava ao intervalo. Se os suecos marcassem um golo sem resposta, diríamos adeus à qualificação para as Olimpíadas. Assim fechámos a fase de grupos no primeiro posto. Como desejávamos. E como nos competia.

 

Portugal, 1 - Suécia, 1

............................................................................................

 

Fica a minha pontuação aos jogadores:

 

José Sá (7). Seguro. Sofreu o primeiro golo nesta fase final, sem responsabilidades no lance. Mas manteve a boa imagem que tem revelado neste torneio, consolidada no anterior empate frente à Itália, em que fez uma exibição de luxo. Ontem, frente à Suécia, manteve as redes invictas até aos 88'.

Esgaio (7). Prudente. Não comprometeu nem arriscou. Os passes saíram-lhe quase sempre bem medidos. Aos 87' fez um excelente corte a evitar o golo sueco, que infelizmente aconteceria no minuto seguinte.

Paulo Oliveira (7). Inabalável. O central do Sporting continuou a ser o patrão da nossa defesa noutra exibição de grande nível. Responsável, em boa parte, pelo facto de Portugal ter sofrido apenas um golo nestes três jogos da fase final.

Ilori (5). Infeliz. Enquanto esteve em campo manteve a boa coordenação de movimentos com Paulo Oliveira que tão boas provas deu nos desafios anteriores. Um problema muscular levou-o a sair de campo prematuramente. Iam decorridos apenas 29'.

Raphael Guerreiro (6). Nervoso. Voltou a ser o elemento mais intranquilo do nosso reduto defensivo: é apanhado demasiadas vezes fora de posição, forçando um colega a ir à dobra. Mas compensa esta falha com uma inegável entrega ao jogo e um voluntarismo digno de elogio. Basta-lhe um pouco de calma suplementar para poder tornar-se mais útil à equipa.

William Carvalho (8). Sólido. Outra grande exibição do médio defensivo leonino que já se tornou um pilar da selecção. Neste jogo actuou em zonas mais avançadas do terreno, arriscando incursões que confirmam o seu poderio atlético e a sua destreza técnica. Teve o golo nos pés logo aos 7' após excelente tabela com Ricardo Pereira. Voltou a ser o líder do nosso meio-campo, comandando as operações com natural eficácia e uma inegável capacidade de concentração.

Sérgio Oliveira (7). Útil. Bom a fechar os flancos de ataque sueco. Bom também a pressionar o meio-campo adversário. Foi dele o primeiro remate que levava selo de golo, ao minuto 14, após um centro exímio de Bernardo Silva e uma primorosa simulação de Ivan Cavaleiro.

João Mário (7). Polivalente. O médio leonino voltou a desposicionar os defesas adversários graças à sua enorme mobilidade. Apoia com frequência William Carvalho nas missões defensivas e sabe transportar a bola para o ataque. Vai ganhando o estatuto de imprescindível nesta selecção.

Ivan Cavaleiro (6). Dinâmico. Recuperado da lesão que o afectou no primeiro jogo, regressou ao onze titular com vontade de confirmar a confiança nele depositada pelo seleccionador. Teve bons pormenores, pressionou muito a defesa sueca. Saiu por opção táctica aos 57'.

Ricardo Pereira (7). Acutilante. Outro regresso ao onze-base. Aos 18' já tinha arrancado um cartão amarelo aos suecos. Pressionou por sistema a equipa adversária na saída de bola, com saudável agressividade. Substituído aos 73', já muito fatigado.

Bernardo Silva (8). Virtuoso. Nas movimentações individuais, merece o título de melhor em campo. Tem um magnífico pé esquerdo com o qual faz quase tudo quanto quer. Protagonizou uma fabulosa jogada, pela ala esquerda, ao neutralizar os defesa suecos e centrar com precisão para a grande área num lance que Sérgio Oliveira acabaria por desperdiçar. Merecia ter sido golo.

Tobias Figueiredo (7). Combativo. O central leonino entrou aos 29', imprevistamente, por lesão de Ilori. Cumpriu a missão de forma irrepreensível - tarefa facilitada pelos jogos efectuados durante a Liga 2014/15 ao lado de Paulo Oliveira no eixo defensivo do Sporting. Muito positiva, esta sua estreia na fase final do Euro sub-21.

Gonçalo Paciência (7). Decisivo. Entrou aos 57', rendendo Ivan Cavaleiro, e não tardou a pôr a defesa sueca em sentido. Movimenta-se muito bem dentro da grande área. Aos 82' desfez o nulo com um belo golo que confirma o seu mérito enquanto ponta-de-lança - a posição mais deficitária do futebol português.

Iuri Medeiros (7). Irreverente. Substituiu Ricardo aos 73' e entrou em campo cheio de energia e dinamismo. Muito combativo, ajudou a criar linhas de passe no reduto defensivo sueco. Um bom remate aos 76'. E uma grande assistência para o golo de Gonçalo Paciência. Cumpriu com mérito a missão. Merece jogar mais.

Balanço (15)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre JOÃO MÁRIO:

 

- Eduardo Hilário: «Ver Nani e João Mário com a nossa camisola é um sonho para qualquer Sportinguista que adora ter jogadores da formação a jogar na equipa principal.» (22 de Agosto)

- Edmundo Gonçalves: «A sua entrada trouxe outra dinâmica, vindo dar razão àqueles que clamam pela sua entrada há bastante tempo. Não fez tudo bem, é certo, mas o Sporting passou a existir muito mais como equipa após o intervalo.» (18 de Setembro)

- Luciano Amaral: «A entrada de João Mário foi, sobretudo, um momento de crescimento de Marco Silva: deixou de ser o gajo porreiro, um pouco intimidado por ter chegado a um grande, e que deixa as coisas mais ou menos como as encontrou.» (22 de Setembro)

- Frederico Dias de Jesus: «Ao intervalo, perguntavam-me se o João Mário não sabia o que era errar um passe, eu respondia que muito provavelmente ele nunca tinha ouvido falar disso.» (3 de Outubro)

- Eu: «Revelando rara maturidade para os seus 21 anos, este médio polivalente - que tanto joga na posição 8 como na posição 6, podendo também actuar como avançado criativo, nas laterais ou no centro do terreno - tem uma enorme margem de progressão. Não por acaso, o contrato que o liga ao Sporting foi renovado em Agosto até 2018, com uma cláusula de rescisão de 45 milhões de euros.» (2 de Janeiro)

- José Navarro de Andrade: «Vi um jogo fabuloso de João Mário (cada vez gosto mais dele...) a encher o meio-campo acerca do qual nada disseram os comentadores – cada um tem a parcialidade que quer, escusa é de disfarçar...» (9 de Fevereiro)

- Francisco Melo: «Demorou alguns jogos a entrar no 11, mas a partir do momento em que foi chamado, não mais voltou a sair. Jogou, fez jogar e marcou.» (28 de Maio)

Balanço (14)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre ADRIEN:

 

- Eu: «É o pulmão da equipa. E também o cérebro do onze leonino, capaz de inventar linhas de passe que ninguém mais vislumbra. Além disso tem uma entrega ao jogo digna de rasgado elogio.» (23 de Agosto)

- Paulo Gorjão: «Adrien encheu o campo com a sua classe, como sempre.» (24 de Agosto)

- José Navarro de Andrade: «Vi João Mário e Adrien a singrarem sozinhos num meio-campo sobrelotado de postes vermelhos como em hora de ponta.» (9 de Fevereiro)

- Edmundo Gonçalves: «Adrien carregou com o meio campo às costas.» (4 de Março)

Ascensão meteórica? Pergunta ao Andy Weir, pá!

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Não sei se a imagem ficou muito perceptível, mas a ideia é conseguirmos ler ali em cima: "ascensão meteórica".

Ok, conseguimos ler, verdade?

Qual o contexto da coisa?

É aqui que me socorro da p. 32 (o meu número preferido da NBA, o número de Magic Johnson e de Kevin McHale) d' A Bola d' hoje; a frase: "Equipa feminina do Sporting protagonista de ascensão meteórica" está sobre a fotografia mas o título da notícia diz: "Leoas dão salto enorme até à Liga".

Pergunto, António Barros (que assina a coisa) saberá o que significa "ascensão"?

Saberá o que significa "meteórica"?

Ascensão = Acto ou efeito de ascender. = ASCENSO, ELEVAÇÃO, SUBIDA

2. [Figurado]  Estado do que está a subir ou a elevar-se.

3. Passagem a posição ou cargo superior. = PROMOÇÃO

"ascensão", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/ascens%C3%A3o [consultado em 23-06-2015].

 Meteórica=relativo a meteoro=

1. [Astronomia]  Fenómeno atmosférico, em geral (ex.: uma chuva, uma aurora boreal, um arco-íris ou um relâmpago são meteoros).

2. [Astronomia]  Fenómeno luminoso provocado pela deslocação de um corpúsculo sólido, quase sempre de pequenas dimensões, tornado incandescente em consequência da fricção nas camadas atmosféricas. = ESTRELA-CADENTE

3. [Figurado]  Pessoa ou coisa que goza de esplendor passageiro.

"meteoro", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/meteoro [consultado em 23-06-2015].
Pronto.
Esta parte técnica é aborrecida mas temos um ponto de partida para debater.
Ascensão e salto são sinónimos, significam subir.
Meteórica significa (salvo melhor interpretação) descer.
Assim, aquilo que A Bola tenta menorizar é um feito brilhante que permitiu às nossas leoas e ao leão Luís Abreu (o treinador) passar da II divisão até à Liga Feminina em, apenas, três anos... tipo o Mafra; estar na Primeira Liga de futebol daqui a duas épocas; é dum feito desse tipo que estamos a falar.
Para A Bola, subiram rápido mas gozam de esplendor passageiro...
É aqui que me socorro do "The Marcian" de Andy Weir e indo, directamente, para a página 366, leio o seguinte:
"Por isso agora em órbitra, Watney tinha uma vista desimpedida de Marte. A superfície do planeta, vermelha e salpicada de crateras parecia estender-se a perder de vista (...) Vai-te foder - disse ele ao planeta vermelho lá em baixo."
Poderia acabar aqui mas o objectivo deste "post" não é puxar as orelhas a um jornalista anglófono, não é publicitar um livro americano; é sim dar os parabéns às nossas meninas e ao nosso "menino", é dar alguma visibilidade a uma modalidade que, também, contribui para sermos o que somos: o Sporting Clube de Portugal; um clube que com Esforço, Dedicação e Devoção conquista a Glória.
 

 

Severos avisos à navegação

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Quando se vive acima das possibilidades, quando as despesas suplantam largamente as receitas, "quando a cabeça não tem juízo" (como cantava o António Variações), "o corpo é que paga".

Até no futebol, que chegou a ser uma coutada de inimputáveis mas hoje felizmente já não é. Reparem no que acaba de acontecer ao CSKA, de Sófia, outrora um emblema grande do futebol europeu, 31 vezes vencedor do campeonato búlgaro: foi relegado para a terceira divisão por acumulação de dívidas.

Pior ainda é o que acaba de suceder ao Parma: afundado em dívidas, com o presidente preso por branqueamento de capitais, o clube italiano que venceu duas vezes a Taça UEFA e tinha uma supertaça europeia na sua sala de troféus, entrou em bancarrota financeira e colapso desportivo. Recomeçará no último escalão do futebol italiano se ainda conseguir encontrar um investidor capaz de o recuperar das cinzas.

Fica o aviso à navegação.

A hipérbole do homem providencial: a negação de uma tese!

Gosto de Bruno de Carvalho! Se houvesse eleições amanhã certamente que votaria nele novamente. De acordo com as informações disponíveis, tem feito um excelente trabalho no que concerne à gestão financeira e estou genericamente de acordo com a forma como tem comandado o futebol profissional e com as posições que tem assumido na Liga de Clubes. Não gostei da forma como despediu Marco Silva sendo que, apesar de tudo, também não estou dentro do problema.

Gosto de Marco Silva. Acho que é um excelente treinador (com provas dadas) e que é um homem muito inteligente. Soube criar, durante o ano em que esteve como treinador do Sporting, uma excelente imagem junto dos adeptos. Não esqueço, porém, que é um profissional e que no processo disciplinar de que foi alvo existem acusações graves.

Jorge Jesus é, na minha opinião, o segundo melhor treinador da actualidade. Não só tem um monte de conquistas como consegue colocar as suas equipas a produzir bom futebol. Gosto de Jorge Jesus e não escondo que foi com alguma satisfação que vi a sua mudança para Alvalade. Importa, no entanto, salientar que, como todos os treinadores (e todas as pessoas!), tem pontos fracos, sendo que vejo nele um género de soberba que não me agrada especialmente.

Apesar de tudo, não acredito na existência de homens providenciais. Bruno de Carvalho, Marco Silva e Jorge Jesus são apenas três nomes na longa história de um clube centenário. Nenhum deles, até ao momento, alterou substancialmente a natureza do clube leonino e também não penso que tal seja possível. O Sporting existiu antes de qualquer um deles e continuará a existir depois, porque a força de um clube desta dimensão não se reduz a um homem, por mais competente que seja. Bruno de Carvalho, ao despedir Marco Silva, foi salvo pela contratação de Jorge Jesus. Afinal, contratar o melhor treinador do país e, ainda por cima, ao grande rival histórico, garante sempre, junto dos sócios e adeptos, algum crédito acrescido. No entanto, a jogada de Bruno de Carvalho é arriscada. Parece que o presidente do Sporting quer sempre andar no fio da navalha e que retira algum prazer de um género de jogo da roleta russa. Espero, para bem do Sporting, que tudo corra bem, mas Jesus não é o filho de Deus, pelo que não se podem esperar milagres!

Balanço (13)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre ROSELL:

 

- Eu: «Rosell revelou bons apontamentos como médio defensivo, cortando lances ofensivos do Belenenses. Com autoridade natural em campo, forte sentido posicional e muita concentração.» (18 de Julho)

- Duarte Fonseca: «Rosell é muito bom, joga sempre fácil e normalmente as suas decisões são as melhores.» (21 de Julho)

- Filipe Arede Nunes: «Rosell não parece ser mau jogador.» (27 de Julho)

- Paulo Gorjão: «Se alguém pensa que nesta fase - repito, nesta fase - Oriol Rosell é um substituto à altura de William Carvalho, bom, julgo que está feita a prova dos nove...» (24 de Agosto)

Deontologias

Título: "Águias atentas a Bentivegna", Primeira oração: "A empresária Cristina Russo admitiu este domingo". Não vale a pena ler mais. Começou a silly season, em que os periódicos desportivos fazem da publicidade dos agentes artigos de jornal.

Uma diferença

Marco Silva ganhou uma Taça de Portugal para o Sporting. Estamos-lhe gratos, como estivemos a Carlos Queiroz, que alcançou a mesma proeza em 1995.

A página virou-se. É tempo de olhar em frente.

Os mesmos ex-presidentes que agora criticam Bruno de Carvalho por ter despedido Marco Silva antes do fim do contrato, sem excepção, noatabilizaram-se por terem despedido treinadores.

Com uma diferença: nenhum deles contratou alguém equivalente a Jorge Jesus.

Balanço (12)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre WILLIAM CARVALHO:

 

- Filipe Moura: «Do que o Sporting precisa é de bons centrais, que permitam que o William Carvalho se liberte (o William este ano não tem confiança na defesa).» (11 de Janeiro)

- Alexandre Poço: «Ontem tivemos um William Carvalho à moda do ano passado. Mandão, a errar poucos passes, a controlar o meio-campo, a travar movimentos ofensivos, seguro a preservar a bola e a impor o ritmo. Gostei muito deste regresso ao passado. Que pare no tempo e projecte ontem nos eventos futuros. Bem precisamos.» (19 de Janeiro)

- Edmundo Gonçalves: «Algum dos nossos adversários tem melhor que William Carvalho?» (7 de Abril)

- Eu: «William está a tornar-se um dos melhores jogadores europeus na sua posição. Se o Sporting tem legítimas ambições de ser campeão na Liga 2015/16 precisamos dele em Alvalade. Os melhores devem permanecer connosco tanto tempo quanto for possível.» (19 de Maio)

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