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És a nossa Fé!

Informação tendenciosa

... na formação da semana na Liga Espanhola consta um ex-Porto ... um que já passou pelo Benfica ... e o Português  Daniel Carriço ...

A questão que devia ser colocada ao departamento desportivo da Antena 1  era se o Daniel não era um ex-Sporting Clube de Portugal, ou se custa muito ser imparcial ... já para não falar do melhor do mundo que também é ex-Sporting ...

Cosme Machado: opinião unânime

Como salientei aqui, antes de qualquer outro relato escrito sobre o Sporting-Nacional, o árbitro Cosme Machado perdoou um livre à equipa da Madeira, cometido aos 45 minutos. Um livre quase à entrada da grande área sobre Carlos Mané, que passou despercebido ao dinâmico duo Ribeiro-Rita.

 

É um tema que recolhe opinião unânime na imprensa desportiva.

Vamos a isso. Para mais tarde recordar.

 

O Jogo: «Com o braço esquerdo, Freire travou Mané, segurando-o na zona do pescoço. Livre directo por assinalar e cartão amarelo por exibir por corte de jogada prometedora.» (Jorge Coroado)

A Bola: «Freire, do Nacional, faz falta clara sobre Mané à entrada da área. O lance era perigoso. Ficou falta por marcar e cartão amarelo por mostrar ao jogador da equipa madeirense. Decisão errada da equipa de arbitragem.» (Miguel Cardoso Peireira)

O Jogo: «Mané foi deliberadamente atingido, primeiro por um braço, depois pelo outro de Leandro Freire, provocando a sua queda. Ficou por assinalar um livre directo.» (José Leirós)

Record: «Mané está em posição promissora mas leva uma palmada de Freire na cara, sendo impedido de se isolar à margem das leis. Era falta e cartão amarelo. Outra vez.» (Bernardo Ribeiro)

O Jogo: «Com o braço esquerdo, Leandro Freire toca na cara de Mané, impedindo-o de disputar a bola e derrubando-o à entrada da área. Infracção passível de livre directo.» (Pedro Henriques)

John Guidetti

Sueco e ligado ao Manchester City.

Da Suécia, veio o Farnerud. Ligado ao Manchester City, esteve o Bojinov.

Confesso que não faço puto de ideia das credenciais deste Guidetti com apelido de massa italiana. A confirmar-se a sua vinda para reforçar o ataque do leão 2015/2016, tomara que seja um verdadeiro reforço. Tomara que deixe em campo gratas recordações para, daqui a uns anos, quando se falar de outro jogador sueco ou ligado ao Manchester City a caminho do Sporting, podermos encarar essa possibilidade com optimismo e não com um enorme ponto de interrogação como, confesso, é o meu caso agora.

Ideias para abrilhantar os intervalos

Sim, aquele jogo de bolas é engraçadote, o bola na caixa às vezes prende a atenção, mas no último jogo em casa eu sugeria um novo passatempo: o jogo do assobio! O speaker ia puxando pelos especialistas, e estes dariam o seu melhor. Já que são tão lestos durante os jogos, que demonstrem as suas capacidades "canoras" quando não chateiem. Será pedir demais?

M versus M – IX

No último post sobre o ponta de lança do Sporting, arrisquei que Montero tinha todas as condições para se ultrapassar, no que respeita a golos marcados na Liga.

E não é que o “Monterito” me fez a vontade e assinou mais dois golos? Só fico triste por mais uma vez ter falhado o prognóstico. Enfim… não se pode ter tudo!

Agora já só faltam três remates certeiros para ultrapassar a sua própria marca obtida na última época!

Vamos lá, Fredy Montero...

Pódio: Montero, Carrillo, Rui Patrício

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas pelos três diários desportivos à actuação dos nossos jogadores no Marítimo-Sporting:

 

Montero: 18

Carrillo: 18

Rui Patrício: 16

Paulo Oliveira: 15

Cédric: 15

Adrien: 14

Ewerton: 14

Carlos Mané: 13

Jefferson: 13

André Martins: 13

João Mário: 11

Tanaka: 11

Rosell: 9

Capel: 8

 

A Bola elegeu Carrillo como figura do jogo. Record e o Jogo optaram por Montero.

Os do costume

Ah e tal, jogam sempre os mesmos. Não admira que andem cansados. É preciso rodar a equipa. Ah e tal, dois avançados, o 4-4-2 é que é. Pois, ontem a equipa rodou, e jogou em 4-4-2, mas a verdade é que foi preciso ir buscar os do costume para, em 4-3-3 e mesmo cansados, lá conseguirem sacar a vitória. Treinador de bancada é, realmente, a melhor profissão do mundo.

No campeonato do disparate

O Sporting acabara de ganhar. Em casa, onde não perde há 20 jornadas. Por números concludentes: 2-0.

Mas logo os dois marretas de serviço ao "comentário" na SIC Notícias, Joaquim Rita e Ribeiro Cristóvão, se apressaram a desvalorizar esta vitória, que coloca desde já a nossa equipa no pódio da Liga 2014/15.

Um deles chegou a dizer que o Nacional foi superior na primeira parte. Esquecendo-se de especificar que os madeirenses fizeram apenas um remate perigoso, travado de forma competente por Rui Patrício aos 28', e mal chegaram à nossa baliza durante todo o segundo tempo.

E entenderam-se ambos em eleger Cédric como "figura do Sporting", para dar a entender que passámos mais tempo a defender do que a atacar.

Como se não tivesse jogado um Montero, que fez dois golos (e vão quatro, em dois jogos consecutivos). Como se na segunda parte não tivesse jogado um Carrillo, que voltou a fazer uma assistência para golo (e vão 10 neste campeonato, o que o candidata a rei das assistências).

 

O ponto culminante destes "comentários" foi vê-los resvalar rapidamente do jogo em questão para o campo das especulações zanguindísticas sobre o futuro do treinador do Sporting. Dizendo que o presidente Bruno de Carvalho já devia ter reunido com Marco Silva (e como sabem Ribeiro & Rita que não reuniu?). Dizendo que já deviam estar ambos a trabalhar na próxima época (e como sabem que não estão mesmo?). Dizendo até que o treinador só não "fugirá" do Sporting se não puder (sem perceberem sequer que, com este "argumento", anulavam qualquer dos anteriores).

Para estes marretas, o Sporting devia anunciar de megafone quando, como e com quem prepara a próxima época. Tal como procedem o Porto e o Benfica, claro está. Toda a gente sabe que é na praça pública - de preferência no Rossio, à hora de ponta - que estas coisas acontecem.

 

De Rita, lampião até ao tutano, já nada espanta: é rara a intervenção dele que não traia uma expressão de desprezo pelo Sporting.

De Cristóvão, que todos dizem sportinguista, seria de esperar uma atitude diferente. Mas depois de ter "vaticinado" que o nosso clube iria  "envergonhar" o futebol português na eliminatória em que superámos o poderoso Manchester City e de se ter celebrizado pela frase "Bruno de Carvalho não esteve no banco, por isso Marco Silva festejou", dele já tudo é de esperar.

No campeonato do disparate.

Já se curou da diarreia

Gostei de ver aquele moço formado na escola do Dragão, o Tiago Rodrigues, batendo-se há pouco em campo contra o Sporting como se não houvesse amanhã. O mesmo que, coitado, teve de falhar há escassas semanas o jogo do Nacional contra o FCP por motivos de natureza gastro-intestinal.

Felizmente já se mostrou curado da diarreia e esfarrapou-se em Alvalade, talvez para compensar a inactividade forçada do tal jogo que falhou. Fez bem. O Nacional perdeu na mesma, mas o espectáculo desportivo ganhou com isso.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Da vitória em Alvalade frente ao Nacional. Foi o quinto triunfo consecutivo no nosso estádio. Há 20 jogos que não perdemos em casa.

 

Da segunda parte. Assim que o treinador mexeu na equipa, ao intervalo, o Sporting ganhou dinâmica, intensidade e circulação de bola. Com resultados visíveis: os dois golos ocorreram neste período. Por outras palavras: jogámos melhor com Adrien, Carrillo e João Mário do que com Capel, Rosell e Tanaka.

 

De Montero. Segundo jogo consecutivo como titular, quatro golos apontados. Voltou a fazer a diferença, creditando-se novamente como o melhor em campo. Soltou-se muito mais e mostrou-se ao melhor nível no sistema táctico da segunda parte, sobretudo aos 71', quando Marco Silva recuperou o 4-3-3 clássico da equipa. Mas já aos 20' tinha dado o primeiro sinal, rematando de cabeça na sequência de um canto com a bola quase a rasar o poste.

 

De Carrillo. Jogou toda a segunda parte e ajudou a fazer a diferença. Imprimindo velocidade, intensidade e qualidade ao nosso corredor direito. Foi dele a assistência (mais uma!) para o primeiro golo, aos 57', com Montero a corresponder da melhor maneira. Manteve sempre em sentido a defesa do Nacional.

 

De Cédric. Incansável a percorrer a sua ala - e sem oscilações, mantendo o bom nível exibicional do princípio ao fim. Falta-lhe melhorar no capítulo dos cruzamentos, o que se consegue com sessões específicas de treino. Percebe-se que luta com Miguel Lopes pela titularidade da lateral direita. E luta com as armas apropriadas a um Leão: mostra-se enérgico e audaz, contribuindo para o jogo colectivo. De cabeça bem levantada.

 

De Ewerton. Agarrou a titularidade. E continua a dar boas provas, de jogo para jogo. Atento, enquadrado, muito concentrado. Desarma os adversários com uma eficácia impressionante. Além disso é raro a bola não sair bem colocada dos pés dele, constituindo assim um pilar da defesa - e do início do processo ofensivo. Confirma-se: foi uma excelente contratação de Inverno.

 

De Carlos Mané. Algo intermitente, como já nos habituou. Mas estava lá no momento certo. Deu um suplemento de qualidade à equipa. Aos 77' fez levantar as bancadas em Alvalade com uma excelente jogada individual em que percorreu metade do terreno com a bola controlada. E foi dele o potente remate, no último minuto, que esteve na origem da recarga de Montero da qual nasceu o nosso segundo golo. No final da primeira parte foi carregado em falta, quase em cima da linha da grande área - falta clara, a que o árbitro Cosme Machado fez vista grossa.

 

Do entusiasmo no estádio. Quase 32 mil espectadores compareceram hoje em Alvalade. Confirmando a certas aves agoirentas que os adeptos continuam sem reservas ao lado da equipa.

 

Do terceiro lugar confirmado no campeonato. A matemática não engana: já ninguém nos tira o acesso às pré-eliminatórias da Liga dos Campeões.

 

 

Não gostei

 

Da nossa primeira parte. Marco Silva voltou a apostar no 4-4-2, com Montero e Tanaka na frente e um meio-campo constituído por Rosell, André Martins, Carlos Mané e Capel. A aposta desta vez não resultou. A bola era transportada com extrema lentidão e de forma deficiente, faltando um jogador que soubesse ligar bem os sectores.

 

De Capel. Segundo jogo a titular nesta temporada - e novamente uma profunda decepção. Falhou passes, não acrescentou profundidade ao nosso jogo, passou ao lado de uma grande oportunidade - talvez a última no Sporting. Foi bem substituído ao intervalo por Carrillo, enquanto Rosell dava lugar a Adrien. Em ambos os casos com notória vantagem para a equipa.

 

Que o "professor" Manuel Machado tenha deixado hoje o Ai Pode no bolso, não recorrendo a ele para justificar a derrota. Perdeu-se um novo momento de stand-up comedy na televisão.

É completamente à descarada

Bom, foi mais ou menos dito desta forma: "seremos 12 mil no Jamor no dia 30 ou 31 de Maio, mas serão mais de seis milhões a torcer pelo Sporting de Braga". Salvador, o delfim, dixit!

Não é novidade nenhuma que a pandilha anda toda concertada.

Mas assim, à descarada?

Onde chega a falta de decoro, senhores!

 

Será que merecem resposta institucional? não me parece. Desprezo, é a melhor reacção! e derrotá-los a 31 de Maio!

Cada macaco no seu galho

"Se fosse eu a mandar, Marco Silva continuaria" - João Mário, no Estoril Open.

 

Ora João, o que acontece é que não és tu que mandas, percebes? Não que o sentimento não te fique bem, eu até concordo com ele e tenho-o defendido aqui, mas limita-te a fazer aquilo que sabes tão bem (embora ultimamente...), que é jogar à bola. Deixa essas coisas para quem manda, está bem? Viste como respondeu o André Martins? Curto e grosso!

 

Ainda a propósito disto, é possível que ninguém da comunicação tenha escrito uma simples folha A4, com instruções claras, sobre o que se deve ou não dizer nestas situações? Não quero crer...

Venham os golos

Insisto: gostava que Nani marcasse no jogo de amanhã em Alvalade (esteve para acontecer duas vezes contra o Moreirense).

Ele merece.

Gostava também que o Sporting entrasse em campo com a mesma atitude guerreira revelada na passada segunda-feira em Moreira de Cónegos. A atitude que é atributo dos verdadeiros Leões.

É certo que William Carvalho, por acumulação de cartões, não jogará. Mas prefiro que não falhe a final da Taça verdadeira - a de Portugal. Agora já sabemos que vamos defrontar o Sp. Braga, protagonista de um esforçado empate no desafio de ontem em Vila do Conde.

Contra o Nacional, o jovem Rosell dará boa conta do recado.

Venha o jogo. E venham os golos.

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{ Blogue fundado em 2012. }

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