Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

És a nossa Fé!

Manha sem recorde e Record sem Manha

Ao que tudo indica, há uma possibilidade de podermos voltar a olhar para a capa do Record e não sentir aquela espécie de nojo e repugnância que, por vezes, certos répteis nos provocam. Um ano é muito tempo, mas suficiente para alguém perceber que não chega manha para recorde. Os Sportinguistas bem que se ergueram, et voilá, Record sem Manha. Parafraseando, quem se mete com o Sporting leva! Para já, para o Record, o benefício da dúvida. Os tempos são outros. Na verdade, já se respira melhor. Até na luz, como se viu.

Os nossos comentadores merecem ser citados

«A questão da pressão psicológica sobre o William não me parece que o tenha afectado, por mérito dele que é basicamente um monstro. O que achei verdadeiramente nojento foi ver o jogo na Benfica TV, com os comentários surreais daquela gente, e com a questão final do flash interview quanto à saída do William, e quanto à pressão psicológica em relação ao Marco, armando-se em jornalistas quando em relação quer ao treinador quer ao jogador do Benfica foram servis e nada perguntaram.»

PPS, neste meu texto

Os calimeros do Artur

Faltei à presença nos prognósticos para o dérbi, por estar outra vez longe dos meios tecnológicos necessários para o fazer: claro que dava uma vitória para o Sporting; esta coisa dos prognósticos, aliás, é mais para manifestar desejos do que realmente acertar. Também chego um bocadinho tarde ao rescaldo, mas mesmo assim gostava de dizer uma ou duas coisas:

 

1 - Os nossos queridos bificas viraram calimeros do Artur esta semana. Querem reduzir o jogo ao frango do Artur. Como se o Artur não tivesse feito mais quatro defesas importantes, duas delas bem difíceis (livre de Jefferson aos 71 mins. e remate de Slimani aos 89). Também se esquecem que parte do frango é criado pelo Eliseu, que recua para o Artur quando o Carrillo está em cima dos dois, e forçado tanto pelo Carrillo como pelo Slimani, que o rodearam de tal maneira que ele não soube o que fazer. Seja como for, fartei-me de rir: passam a vida a achincalhar o Rui Patrício, mesmo quando joga pela selecção; riram-se à larga no jogo da Taça na Luz o ano passado, quando ganharam com um frango do Rui Patrício; é a chamada justiça poética.

 

2 - Também se esquecem que o Sporting dominou a maior parte do jogo. O Benfica dominou (mais ou menos, na verdade) até ao seu golo, mas a partir daí e até ao fim da primeira parte o jogo foi do Sporting: coisa que, aliás, já estava a acontecer antes de o Sporting marcar. O Benfica dominou depois os primeiros vinte minutos da segunda parte, dez dos quais muito intensamente, mas depois acabou (depois daquele remate do Salvio à malha lateral). Os últimos vinte e cinco minutos são do Sporting, que aliás acaba a atacar, com cantos e livres seguidos. Claro que o domínio do Sporting não é como o do Benfica de Jesus: o Benfica como Jesus gosta não é uma equipa de posse de bola; é uma equipa de pressão muito alta, seguida do famoso "carrossel" de tabelinhas e correrias, quando a bola é recuperada, para acabar em remate. O Sporting de Marco Silva (como o de Jardim) é de posse de bola. Por isso parece menos frenético. Mas é bastante eficaz. Vendo bem, o Sporting teve apenas ligeiramente menos oportunidades de golo mas teve as melhores (salvas pelo Artur, lá está...). O Sporting dominou uma hora do jogo (50 mins., vá lá, para ser simpático), o Benfica o resto.

 

3 - A gente já sabe que no Benfica tudo é genial, como a jogada do golo. É só loas à maravilha do "carrossel". 'Tá bem: não fizeram mais nada de parecido no resto do jogo. E ninguém fala da jogada verdadeiramente genial da partida, que só o Artur (lá está...) impediu de acabar em golo: é o tal lance do minuto 89, em que Nani faz um passe em arco à frente da defesa do Benfica, que a come por completo, e deixa o Slimani em condições de enfiar no fundo da rede. Aquela assistência é que só está ao alcance de um jogador excepcional como o Nani. Valeu o Artur (lá está...).

 

4 - Enfim, sentem-se muito humilhados com um empate em casa contra essa coisa desprezível que é o Sporting. Na falta do árbitro, a calimerice volta-se contra o Artur. Pois, metam lá o gajo dos 7-1 do Brasil contra a Alemanha.

Bruno & Inácio ou o John Lennon & Paul McCartney do Sporting

Vocês não conseguem aguentar os vossos melhores jogadores pelo menos durante duas épocas seguidas. É isso que Porto e Benfica fazem e por isso é que conseguem melhores resultados e melhores vendas do que vocês.

 

Durante anos a fio venho ouvindo esta ladaínha de amigos e colegas dos nossos rivais. E, em parte, não deixam de ter razão.

De facto, um dos aspectos que, de há longa data, vem condicionando a competitividade do Sporting é o de não conseguir estabilizar as suas equipas, pois sempre que se destaca algum jogador, no ano seguinte já está a ser vendido. Ronaldo, Simão, Quaresma e Hugo Viana são exemplos paradigmáticos. Já Porto e Benfica vão aguentando, aguentando a corda até onde conseguem, os jogadores vão emprestando qualidade ao 11, e depois são vendidos por valores de fazer inveja.

Quando Bruno de Carvalho e Augusto Inácio assumiram as rédeas do futebol leonino, disseram logo ao que vinham. Que o Sporting não iria vender jogadores a "saldo", e que a prioridade passava por dotar a equipa de competitividade e qualidade. De imediato levantaram-se muitas dúvidas sobre o traquejo e experiência desta dupla em conseguir a quadratura do círculo, isto é, que o Sporting sem tostão conseguisse descortinar bons jogadores e, pior do que isso, aguentá-los por mais de um ano, contrariamente do que era timbre de anteriores direcções.

Para este defeso houve 3 jogadores que todos os adeptos, e imprensa, identificaram como imprescindíveis num Sporting que se assumia como candidato ao título e ainda por cima iria disputar a Champions: Marcos Rojo, Slimani e William Carvalho.

Terminada ontem a estação de Verão da época de transferências resulta que desses 3, apenas um, Marcos Rojo foi vendido. Ou seja, o Sporting conseguiu aguentar a sua pérola maior, William Carvalho, e o seu avançado mais importante, Slimani, para atacar esta primeira fase da época (pelo menos até Dezembro).

Regista-se aqui, pois, uma mudança de paradigma. Ou, se preferirmos, a confirmação das palavras de Bruno de Carvalho e Inácio. Dotaram a equipa de competitividade (Marco Silva e Nani), não venderam jogadores nem treinador a saldo (Marcos Rojo e Leonardo Jardim) e mantiveram tanto quanto possível a competitividade da equipa (William Carvalho e Slimani).

Dito isto, não estou a ignorar, propositadamente, o facto de serem os títulos conquistados ou a sua falta quem irão marcar, para a história, o mandato de Bruno de Carvalho. No entanto, porque se verifica, perante a história recente do Sporting, uma mudança de paradigma, importa pois saudar publicamente esse facto.

Pela primeira vez, em muitos anos, poderei, nessas conversas que animam muitas amizades, rebater o argumento de que o Sporting não consegue aguentar os seus melhores jogadores mais do que 1 ano.

Bruno de Carvalho e Augusto Inácio, uma dupla que começa a reescrever o manual sobre como dirigir o Sporting, cumprindo esse desígnio de trazer de volta o nosso Sporting. 

Os melhores prognósticos

Três remates certeiros, dois deles concretizados pela equipa cá da casa. A Cristina Torrão e o Duarte Fonseca acertaram em cheio no resultado do Benfica-Sporting, tal como sucedeu a um leitor que assina LB. Nenhum deles acertou no nome do marcador do nosso golo (Slimani), não havendo assim lugar a desempate.

Ficam portanto os louros da vitória distribuídos pelos três. Desde já com os parabéns da minha parte.

Avassalador

No intervalo de qualquer coisa que estava a ver, lembrei-me de passar pelos programas de "desporto" da cabo.

Canal 7. Estava um tipo gordo completamente irado e a ralhar com ele próprio de forma completamente ininteligível (lançando alguns perdigotos, até), e eu que abomino violência, peguei no comando e passei para o...

Canal 5. Estava a terminar uma dissertação certamente interessante sobre se era assinante da btv um tipo com dentes de mentiroso e uma gravata azul, quando o "moderador" perguntou ao nosso Rogério Alves o que achou do jogo na Luz; lá disse de sua justiça, basicamente que o resultado tinha sido justo, que houvera oportunidades para ambos os lados, enfim, uma curta intervenção, onde reproduziu de forma clara o que se passou no campo; o mesmo "moderador" fez a mesmíssima pergunta ao, oiça, sr. Silva. A primeira frase foi isto, assim de cor: "Não foi um resultado justo. O benfica foi avassalador..."

Oiça! fugi a sete pés. Antes a novela!

Descubra as diferenças

 

I

Há sete meses, perdemos contra o Benfica na Luz naquele que foi, sem discussão, o nosso pior jogo do campeonato anterior. Ontem batemo-nos de igual para igual e arrancámos um empate no mesmo estádio - algo que não sucedia há sete anos.

O treinador mudou, é certo. Mas o sistema táctico, assente num 4-3-3 de base que potencia o melhor da nossa formação, é muito semelhante.

Acontece que Marco Silva soube dispor melhor os jogadores e ler muito melhor o jogo: o empate, em grande parte, deve-se a isso.

Soube ler melhor o jogo do que o treinador adversário, Jorge Jesus. O Sporting foi uma equipa mais organizada, com maior controlo de bola e com mais força colectiva. Pormenor a assinalar: terminámos a partida com mais posse de bola.

Jesus cometeu um erro lapidar ao fazer alinhar Artur na baliza, deixando no banco Júlio César, talvez o maior reforço benfiquista deste início de época. A vitória começou logo aqui a fugir ao Benfica.

Mas Marco Silva demonstrou também superioridade táctica com as substituições que operou na nossa equipa, conferindo-lhe mais rigor posicional sem nunca abdicar da vocação ofensiva. Ao contrário de Jesus, que revelou uma estranha passividade. E se limitou a fazer uma mudança no onze: manter Bebé e Samaris no banco, por exemplo, foi para mim incompreensível. Como se não pretendesse ganhar o encontro.

II

Marco Silva não foi apenas superior a Jesus: também esteve muito melhor do que Leonardo Jardim há sete meses. Em Fevereiro, o então treinador do Sporting apostou em Slimani como arma secreta ao lado de Montero na frente de ataque. Mas o efeito surpresa dissipou-se quando o jogo foi adiado. Mesmo assim, teimou em alinhar com dois pontas-de-lança, num 4-4-2 posicional que falhou em toda a linha, tanto mais que nesse encontro não pudemos contar com William Carvalho, substituído in extremis por Eric Dier. O meio-campo esteve muito desequilibrado e a superioridade encarnada foi notória.

III

O que mudou, da nossa parte, nestes dois jogos além do dispositivo táctico?

Os jogadores.

Na defesa, tínhamos então Cédric, Maurício, Rojo e Piris (substituído por Magrão). Agora tivemos Esgaio, Maurício, Sarr e Jefferson. Melhorámos.

No eixo do meio-campo e nas alas, alinhámos com Dier, Adrien, André Martins (substituído por Capel) e Heldon. Agora contámos com William e Carrillo. Com vantagem.

À frente, Montero e Slimani (substituído por Carlos Mané). Agora Montero cedeu vez a Nani. Também para benefício da equipa.

IV

Sete meses em futebol é muito tempo. Mas vale a pena avivar memórias. Para contrariar duas ideias que começam a instalar-se. Primeira: que Marco Silva não tem mérito para ser treinador do Sporting. Segunda: que a nossa equipa não se reforçou.

A comparação do que sucedeu na Luz a 11 de Fevereiro com o que aconteceu na noite passada chega e sobra para desmentir essas ideias.

Eu não vi o jogo

Uma das vantagens que se tem por não ter visto, nem ouvido o jogo (se há alguma vantagem nisso, obviamente), é poder ler desassombradamente todas as apreciações ao jogo e à actuação dos nossos, quer colectiva, como individualmente.


Ora, eu já li que o André Martins é uma nulidade a 10, que foi sofrível a defender, mas que foi péssimo a atacar e que deve sair da equipa; ali em baixo o Duarte Fonseca diz que fez uma exibição de muita qualidade.

Já li que Esgaio não se conseguiu entender com o Gaitán, e também já li que até é melhor que Cedric;

Que Jefferson é um trapalhão a defender, que foi pelo seu lado que começou o golo do adversário, que ajudou a desgastar o Adrien que teve que lhe ir acudir, mas também li que fez uma exibição excelente e que esteve grande a atacar;

Que Slimani esteve em grande, mas que não se pode dizer se Montero falharia os três golos que o argelino falhou, um de caras;

Até li que William está uns furos abaixo do que fez a época passada e, imagine-se, para bem da equipa, era boa altura para sair;

Li que Nani esteve muito abaixo de Carrilho, e que atrapalhou o jogo, mas também li aqui que foi ele o responsável pela reviravolta.


Enfim, li as opiniões mais díspares em relação aos mesmos jogadores, fruto de diferentes maneiras de ver futebol, ou até de simpatias, ambas as formas muito subjectivas.
O que é transversal a todas as opiniões é que Patrício é o melhor guarda redes português e que Maurício afinal dependia muito de Rojo.
E mais importante ainda, é também mensurável nessas opiniões tão díspares, o apoio ao Clube e a confiança no treinador e que ele vai fazer crescer esta equipa.

A diversidade é importante, se o objectivo for, como me pareceu ser o caso de todos os comentaristas, ajudar a empurrar a equipa para a frente, isto porque todos, ou quase, temos a mania que temos uma costeleta de treinador e todos gostaríamos de estar lá dentro para ajudar a empurrar a redondinha prá baliza dos adversários!

 

Ora, como eu não vi o jogo, um empate em casa do campeão em título, assim sem ver mais logo a coisa em diferido, parece-me bem!

E também vou ter certamente os meus  MAIS e MENOS preferidos.

 

 

Nota: O Duarte Fonseca é referido apenas porque este post começou por ser um comentário ao seu, nada contra a sua opinião, como é evidente!

O jogo e o mercado

O jogo

 

Podíamos ter ganho ontem.

 

Após os primeiros 15 minutos, domínio total sobre o campeão e pelo menos 3 oportunidades claras de golo aproveitando a instabilidade emocional da defesa dos de Carnide. Capacidade impressionante de pressionar deste Sporting, um Slimani incansável nesta tarefa e um André Martins de nível superior durante toda a primeira parte. Foi de longe o melhor jogador da equipa nos primeiros 45 minutos. A quantidade de bolas que roubou, as aberturas que fez, os passes que não errou, as decisões acertadas que tomou. Muita qualidade.

 

Na segunda parte, sofremos imenso durante os primeiros 20 minutos, muito por culpa da intranquilidade (um eufemismo) de Maurício que fez com que a equipa tivesse receio de pressionar tão à frente e do desgaste físico de Slimani, Martins e Adrien. Após essa fase de maior aperto, Nani assumiu a liderança da equipa e foi ele quem conseguiu serenar a equipa, levando-a a equilibrar o jogo. Pelo meio um enorme Rui Patrício entre os postes, calando todos aqueles que querem fazer dele um guarda-redes medíocre. No final, a cereja não foi parar ao bolo, porque Artur se redimiu com uma grande defesa, em resposta a um lance de ataque rápido exemplarmente executado.

 

Nota ainda para o incansável apoio dos sportinguistas. Éramos 3.000 mil e durante a maioria do jogo abafámos por completo os adeptos da equipa adversária. Incrível demonstração de apoio e crença.

 

 

O mercado

 

Tenho dois desejos:

- que apenas saia o Capel, nesta fase pouco mais há fazer que não seja proteger os melhores elementos do plantel e dispensar alguns dos piores;

- que venha um central, Maurício era um soldado que até cumpria, mas não tem estofo para general (já dizia o Peter).

Apanhei este papel nos apontamentos do Jardim

 

Eu percebo que Marco Silva tenha começado por preservar a excelente herança de Leonardo Jardim. Percebo melhor ainda quando os reforços do Sporting foram pensados para rodar no mesmo nível de qualidade. Nani é excepção, evidente. Percebo Marco Silva, mas há margem para manobrar principalmente no ataque. A simpatia de André Martins e a qualidade não chegam: falta consistência e regularidade. E que tal o João Mário ali? Carrillo corre o risco de chegar aos 35 anos como uma jovem promessa: dois passes certos e três errados. E que tal Carlos Mané? A defesa é diferente. Enquanto houver Rui Patrício as coisas lá vão disfarçando, mas continuamos sem um central realmente bom. Eu gostava de ter um grande defesa central. Um Nani na defesa. Já disse que percebo Marco Silva, mas é tempo de libertar a equipa. O modelo de jogo está consolidado, a equipa amadureceu e não corremos riscos de andar para trás. Mas para andar mais para a frente, é preciso mudar alguma coisa.

Pág. 8/8

{ Blog fundado em 2012. }

Siga o blog por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D