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És a nossa Fé!

Rescaldo do jogo de hoje

 

Gostei

 

Que o FC Porto voltasse a tropeçar em Alvalade. Há seis anos que a turma azul e branca não consegue vir a Lisboa vencer o Sporting.

 

Da exibição do Sporting. Raça, atitude, consistência, verdadeiro espírito de equipa. Uma primeira parte de domínio total da nossa equipa, que vulgarizou o FC Porto: oito remates, contra apenas dois da equipa visitante. Uma segunda parte mais disputada, com períodos de domínio portista. Um verdadeiro clássico, esta noite.

 

Da organização da equipa. Onde estão aqueles que há poucas semanas diziam aos quatro ventos que o Sporting era Nani+10? Já ninguém tem este discurso. É nestes pormenores que se detecta a qualidade do treinador: Marco Silva soube integrar Nani no colectivo, onde é uma evidente mais-valia mas sem roubar protagonismo aos companheiros.

 

Do nosso meio-campo. Foi um prazer vê-lo actuar em grande parte do encontro, sobretudo na primeira metade, em que susteve quase todos os lances de carácter ofensivo do FCP. William Carvalho (recuperador de jogo), Adrien (construtor de jogo) e João Mário (distribuidor de jogo) trocaram os olhos e as pernas aos portistas. Exercendo pressão alta sobre os adversários e ganhando quase sempre as segundas bolas.

 

Do golo. Logo aos dois minutos, um disparo de Jonathan Silva fez levantar em euforia as bancadas de Alvalade coroando uma magnífica jogada iniciada num slalom de Nani e prosseguida por Carrillo até culminar nos pés do argentino.

 

De Carrillo. Provavelmente o melhor jogador em campo. Fez a assistência para o golo, logo aos 2'. E teve uma jogada de sonho aos 39', em que dribla sucessivamente quatro adversários e consegue manter a bola dominada, centrando-a num passe milimétrico a que Nani não deu a melhor sequência. Já antes, aos 15', havia isolado João Mário num lance que também podia ter originado o nosso segundo golo. Carrilo - um desequilibrador nato, no confronto um para um - merecia-o sem qualquer dúvida.

 

De Nani. Tem categoria de estrela. Mas é também um dos maiores obreiros da equipa, como hoje se viu: infatigável na busca de linhas de passe, pondo sempre a defesa adversária em sentido, integrando-se em missões defensivas. Terminou o jogo quase esgotado, como vários dos seus colegas, tanta foi a entrega à camisola verde e branca.

 

De Jonathan. Tinha missões difíceis: enfrentar alternadamente Quaresma e Brahimi. Foi bem sucedido na maior parte das vezes e ainda se estreou a marcar apenas ao segundo jogo como titular do Sporting. Merece nota positiva, aliás como quase todos os seus colegas.

 

De Rui Patrício. Uma exibição impecável. Fez três grandes defesas - uma das quais, com Jackson isolado à sua frente, evitando um golo que parecia inevitável. Foi traído no lance que originou o autogolo de Sarr: nada podia fazer. Está em grande forma, o que constitui um bom auspício para o jogo de terça-feira contra o Chelsea para a Liga dos Campeões.

 

De Cédric. Absolutamente infatigável. Percorreu vezes sem conta o corredor direito, em grande ritmo, com uma capacidade de luta notável, sem nunca baixar os braços ou dar um lance por perdido. Um verdadeiro Leão.

 

Daquele petardo ao ferro de Capel aos 78' que quase deu golo. A barra da baliza do Porto até tremeu com este disparo, que merecia melhor desfecho.

 

Da atmosfera nas bancadas. Éramos 37.999 espectadores no estádio. Alvalade voltou a ser um palco privilegiado para a grande festa do futebol.

 

 

Não gostei

 

Deste FCP, a equipa milionária do campeonato 2014/15. Sem organização de jogo, sem um colectivo eficaz, quase sem conseguir fazer sair uma bola em condições do seu meio-campo durante toda a primeira parte da partida. Apesar da atitude histriónica de Lopetegui, que não parou de esbracejar um momento durante  o jogo. Ou por causa disso mesmo.

 

Do autogolo de Sarr. O jovem central francês anda em maré de pouca sorte. Só assim o FCP conseguiu marcar, já na segunda parte.

 

De ver Montero no lugar de Slimani. O argelino não marcou mas fez uma grande partida, com boas desmarcações e notória capacidade de luta: com ele em campo a defesa portista nunca pôde relaxar. O colombiano, que o substituiu aos 78', foi presa muito mais fácil, revelando-se inofensivo. Uma sombra do que era há um ano. E vai em quase dez meses sem marcar golos.

 

De ver Carlos Mané no lugar de Adrien. Entrou em campo algo desplicente, rendendo o colega aos 78', e acusando uma estranha lentidão. Se fosse mais dinâmico teria dado a melhor sequência a um passe que talvez proporcionasse a vitória ao Sporting no último lance da partida.

 

Que já tenhamos perdido oito pontos neste campeonato. A melhor notícia é que ainda não perdemos jogo algum.

 

Fotografia minha, tirada esta noite em Alvalade

A importância dos factos

Continuo a ouvir alguns sportinguistas barafustar contra a hipotética "desmotivação" dos jovens que jogam no Sporting B causada pela suposta "falta de perspectivas" de acabarem por alinhar na equipa principal.

Tudo isto, registe-se, quando o onze titular do Sporting inclui, pela segunda época consecutiva, seis jogadores oriundos da formação. Nada comparável ao que sucede nos nossos mais destacados adversários, incluindo aquele que nos visitará daqui a umas horas.

Há pessoas que, não tendo nada mais para contestar, dizem não importa o quê em tom de crítica. Mesmo que os factos se encarreguem de as desmentir em toda a linha.

Os nossos comentadores merecem ser citados

«Na selecção, se os resultados o permitirem e Fernando Santos se afirmar, só posso desejar que ao longo da qualificação tenha capacidade para lançar vários jogadores e consiga encontrar um modelo de jogo atractivo, tirando partido dos jogadores em melhor forma em cada momento. Se for para manter o modelo grego, onde jogava fechado, fechadinho, com uma mão cheia de carregadores de piano que esperavam marcar nas duas oportunidades criadas por jogo, e passar a eliminatória nos penáltis, até prefiro o Peseiro.»

João Soares, neste texto do José da Xã

Obrigado, Adrien

 

É tempo de lembrar aqui o minuto 10 do jogo Gil Vicente-Sporting. Foi nesse momento que Adrien Silva, a passe de Slimani, disparou de fora da grande área um fortíssimo pontapé que abriu a goleada leonina nessa partida mas foi muito mais importante que isso: pôs fim ao desencontro entre remates e golos que vinha afectando a nossa equipa.

Sustentei aqui, durante a semana, que este era o problema principal a resolver enquanto vários leitores insistiam nas caixas de comentários na urgência de alterar e reforçar a linha defensiva. Aquele golo de Adrien que abriu caminho à nossa mais expressiva vitória até à data neste campeonato demonstrou o contrário: atravessávamos uma crise de golos que foi enfim ultrapassada.

Este era o problema essencial. Daí a importância do que sucedeu naquele minuto 10, que funcionou como um saca-rolhas. Havemos de nos lembrar dele com frequência lá mais para diante. Por ter sido um momento-chave para o Sporting neste campeonato.

Obrigado, Adrien.

O novo seleccionador nacional

Nada me move contra o Engenheiro Fernando Santos. E gostei do tempo que ele passou no Sporting. Só que não me parece ser a pessoa certa para aquele lugar.

 

Com a entrada do ex-seleccionador da Grécia vai ser mais do mesmo, isto é, não vamos observar enormes modificações no que respeita a jogadores selecionáveis. Torna-se deveras difícil a alguém alterar o actual “status quo” da FPF.

 

Como já referi em anteriores textos, este organismo vive demasiado refém de gente a quem não interessa o futebol como desporto apenas como (bom) negócio.

 

Depois… depois há os clubes, as competições, os dirigentes, que podem não só limitar fisicamente os jogadores mas inibi-los psicologicamente de fazerem as exibições de que são capazes.

 

Será com tudo isto que Fernando Santos terá de lidar. E das duas uma: ou impõe a sua vontade criando por isso enormes inimizades, com consequências ainda imprevisíveis ou acata o que lhe forem propondo, originando que Portugal comece já a pensar na fase de apuramento para o próximo Mundial.

 

Prefiro estar muito enganado. E se assim for regressarei aqui para assumir o meu erro! Até lá deixem-me ser céptico, descrente e desconfiado... pelo menos até ao próximo jogo da selecção!

 

 

Também aqui

Duplo critério

             

 

Reparem no tratamento editorial destas duas primeiras páginas.

 

Na primeira, a 17 de Setembro, noticia-se uma derrota do Benfica para a Liga dos Campeões, mas o tom é triunfal: a manchete, impressa em letras garrafais (acrescidas de ponto de exclamação), resume-se à palavra "incrível" ilustrada com o treinador Jorge Jesus a bater palmas. Tudo aqui sugere a vitória encarnada contra o Zenit. "Luz aplaudiu de pé o esforço das águias", reza a frase que antecede o título principal, logo seguida de outra, com citação de Jesus embevecido com "manifestação dos adeptos".

O Benfica perdeu 0-2 em casa. Mas ninguém diria.

 

Na segunda, a 18 de Setembro, noticia-se um empate do Sporting fora de casa, também para a Liga dos Campeões, mas o tom é fúnebre: a manchete, impressa em letras garrafais, grita ao leitor: "Dupla traição". Vemos três jogadores leoninos em atitude de desânimo. Tudo aqui sugere a derrota do nosso clube contra o Maribor. "Erro inacreditável dos centrais tira vitória ao leão", proclama a frase que acompanha o título principal.

O Sporting empatou 1-1 fora de casa. Mas ninguém diria.

 

Estas duas edições surgiram nas bancas com um intervalo de 24 horas. São de um jornal que muitos agora dizem "conotado com o Sporting". Não é verdade, como aqui se comprova. Se há coisa que nós, sportinguistas, não precisamos é desta imprensa "amiga". Bastar-nos-ia uma imprensa com critério editorial uniforme. Como nos bastaria uma arbitragem com critério técnico e disciplinar uniforme, que não beneficiasse nem prejudicasse ninguém.

São talvez aspirações utópicas. Por mim, não me cansarei de continuar a lutar por elas.

É preciso ter calma

Para alguns sportinguistas, melhor treinador é sempre quem não está e melhor jogador é sempre quem já foi. Tenho pensado nisto a propósto de alguns nostálgicos de Dier e Rojo andarem por estes dias a suspirar por eles, reivindicando-os para o eixo da nossa defesa. Esquecidos já porventura do Sporting-Benfica, no campeonato 2012/13, quando o Benfica veio humilhar-nos a Alvalade num jogo em que o argentino fez autogolo (e Boulahrouz, seu colega na defesa, foi expulso). Esquecidos já porventura do Benfica-Sporting, no campeonato 2013/14, em que Eric Dier falhou por completo a aposta que nele fez Leonardo Jardim, por ausência de William Carvalho.

Tudo isto a propósito de quê?

Do Tottenham-Liverpool de há três semanas, em que Dier provocou uma grande penalidade, logo convertida por Gerrard, no segundo golo da copiosa derrota em casa (0-3) contra os reds (Tottenham que voltou este fim de semana a perder em casa, desta vez contra o West Bromwich, o que não sucedia desde 1984).

Do Leicester-Manchester United desta jornada, em que Rojo fez uma péssima exibição, falhando marcações e oferecendo um dos cinco golos sofridos pela sua equipa, que continua a somar desaires.

Conclusão?

A de sempre: é preciso ter calma.

Deveria o presidente ter deixado passar em claro?

Eu gosto deste Manuel Fernandes, que não sendo muito mais velho que eu, foi um ídolo e deu-me imensas alegrias; um exemplo da raça leonina:

 

 

Eu não gosto deste Manuel Fernandes que, apesar de ser pouco mais velho que eu, deveria ter muito mais cuidado do que eu quando fala no Sporting Clube de Portugal, a sua casa durante 17 anos, porque como ídolo que foi, como grande capitão, tem que ter a noção que tudo o que diz chega ao balneário e pode causar mossa.

E sobretudo não pode esquecer-se que, mesmo não representando oficialmente o Sporting, está num programa de televisão por que é do Sporting, logo tem a obrigação moral de o defender. Ele que olhe para os colegas de programa, talvez aprenda alguma coisa, ainda vai a tempo:

 

No entanto, e para reposição da verdade, convém esclarecer que:

1 - Manuel Fernandes auferia no Sporting a módica quantia de 10 000,00€ (dez mil euros, dois mil contos na moeda antiga) "neto", como disse (líquido, depois de retirados impostos, para se entender bem). Um vencimento acima do auferido pelo Presidente da República;

2 - Bruno de Carvalho disse mais ou menos isto: "Dizer que o Maribor é o mais fraco da champions é mais ou menos que dizer que o Manuel Fernandes foi o pior funcionário do clube. É uma imbecilidade".

 

Eu percebo que tal como eu, Manuel Fernandes precise de ganhar o seu sustento; já que o ganha porque foi e é um ídolo do Sporting, ficava-lhe bem, não como agradecimento, mas como sportinguista, que não se deixasse manipular pelos colegas e pela produção do programa (de forma propositada ou ingénua, ainda estou para saber) e fizesse por defender os superiores interesses do Clube, que até conhece muito bem, por dentro.

Mas o que faz, sistematicamente? Apouca a direcção, a equipa e o Clube.

Terá o presidente que responder a isto? Ou seja, segundo alguns, terá o presidente que "descer" ao nível de Manuel Fernandes?

Pois eu penso que sim! Manuel Fernandes não é propriamente o ROC...

É rever os programas onde participou Manuel Fernandes e o que foi dizendo, e a conclusão a que se chega é que Bruno de Carvalho tem tido uma paciência de Jó com Manuel Fernandes.

Tiro ao Bruno na SIC Notícias

O programa Play Off, na SIC Notícias, transformou-se ontem numa sessão de linchamento público do presidente do Sporting. Durante 28 minutos - entre as 22.18 e as 22.46 - Bruno de Carvalho foi o tema dominante e quase exclusivo das intervenções dos quatro membros do painel. Sem contraditório, todos remaram na mesma direcção praticando um original passatempo que poderíamos denominar "Tiro ao Bruno".

 

Ao longo desses 28 minutos - cerca de um quarto do total do tempo de emissão do programa - proferiram-se ali declarações como estas:

«O presidente do Sporting fez aquilo que fez Vale e Azevedo: rasgou contratos. Quem vier atrás que feche a porta.»

«Bruno de Carvalho vai prejudicar o Sporting.»

«O Sporting é um clube difícil para qualquer treinador.»

«O exercício de liderança do presidente do Sporting às vezes traz problemas.»

«Ele vai ter que sair, porque os resultados não surgem.»

«O presidente que entrar vai levá-lo a tribunal por causa daquilo que ele tem feito.»

«Ele (Bruno de Carvalho) não merece consideração absolutamente nenhuma.»

«O Sporting em cinco jogos perdeu quatro!» [sic, declaração debitada às 22.41]

 

Como é fácil perceber, todas estas frases - e várias outras - são claramente desabonatórias ou mesmo ofensivas para o Sporting e o seu presidente.

 

Haveria falta de assunto? Nem por sombras. 

Isto sucedeu, pasme-se, na própria noite em que o nosso clube venceu o Gil Vicente em Barcelos por 4-0, registando a primeira goleada da presente época, o FCP cedeu um empate em casa frente ao modestíssimo Boavista e o Benfica esteve a perder na Luz até aos 69' perante o Moreirense.

Temas, como é óbvio, não faltavam.

Mas prevaleceu o Tiro ao Bruno. O que diz muito sobre a linha editorial deste programa em que escutámos farpas de todo o género sobre o nosso clube sem que ninguém o defendesse.

 

Repito: foi possível até escutar ali esta inenarrável bacorada, que ninguém à volta daquela mesa procurou corrigir: «O Sporting em cinco jogos perdeu quatro!»

Nem sei como qualificar isto. Aldrabice, claro. Ditada pela má-fé. Pior: ditada pela expressão do ódio mais primário ao Sporting.

Sem exercício de contraditório. Sem o necessário contraponto, indispensável a qualquer debate plural.

 

Registei. E milhares de sportinguistas certamente registaram como eu.

Apitos

Primeiro eram os conselhos matrimoniais... agora pelos vistos os jantares estão a ter os mesmo efeitos.

No Dragão Maicon é expulso e bem expulso, na Luz é o que se vê:

 

 

Depois alguém põe a boca no trombone ! Será que isto não merece uma análise ?

"Não estou a falar de árbitros experientes e com estatuto, mas há árbitros jovens que vão jantar a casa de dirigentes de clubes da Madeira. São situações que nada abonam à verdade desportiva e à transparência que se deseja para o futebol", atira o dirigente, em entrevista a Bola Branca, considerando que a "verdade desportiva foi negada e existiu uma completa adulteração do futebol"

Da elevação

Por outras palavras volto ao tema aqui em baixo aflorado pelo Francisco Almeida Leite. Seria sinal de grandeza e sabedoria se o presidente Bruno Carvalho invertesse o rumo da desavença estabelecida com Manuel Fernandes, um dos maiores símbolos vivos do nosso clube. Acontece que os alicerces do clube são precisamente estes vultos que tanto deram para nos fizeram vibrar em torno do nosso grande amor. Por isso guerrear a nossa história e afrontar os nossos heróis resulta inevitavelmente na derrota de todos nós. A um grande presidente, ou para que um dia assim seja recordado, exige-se que seja magnânimo e que assuma ele próprio a dimensão do clube que representa. Nada menos que isso. 

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