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És a nossa Fé!

Uma novela em cinco edificantes episódios

Capítulo 1 (5 de Junho)
Benfica e Sporting disputam Djavan
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/benfica-e-sporting-disputam-djavan

Capítulo 2 (5 de Junho)
"Djavan deu prioridade ao Benfica"
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx/www.aed-france.org/swf/swf/swfs/www.oecd.org/informacao_detalhe.aspx?fid=47&did=151176

Capítulo 3 (7 de Junho)
Benfica oficializa Djavan, com contrato por quatro épocas
http://www.maisfutebol.iol.pt/benfica-djavan-oficial-quatro-epocas-mercado/5393049b0cf29cd3b45db50b.html

Capítulo 4 (3 de Julho)
Djavan marca presença no arranque oficial da época futebolística 2014/15 do Benfica
http://www.ionline.pt/artigos/desporto/novos-reforcos-benfica-presentes-na-apresentacao-plantel-201415

Capítulo 5 (23 de Julho)
Djavan, um dos reforços do Benfica para a nova temporada, está a caminho do SC Braga sem ter jogado um minuto com a camisola do SLB
http://m.zerozero.pt/noticia.php?id=140854

Amor à camisola

Deco foi ontem homenageado pelos clubes que o projectaram no mundo do futebol. É um gesto que notabiliza o FCP e o Barcelona. É também, infelizmente, um gesto em vias de extinção: nos dias de hoje, em que um futebolista integra uma equipa apenas durante o curtíssimo prazo que o agente ou o empresário lhe impuseram antes de nova transferência destinada a olear com mais-valias os circuitos de compra-e-venda de "activos", falar em amor à camisola é um princípio anacrónico, que parece remontar a uma época muito antiga. E o FCP actual, por ironia, é precisamente um dos exemplos disso.

Este tema devia fazer-nos reflectir a todos: se progredimos em tantos domínios relacionados com o desporto em geral e o futebol em particular, por que motivo regredimos de forma tão lamentável neste?

Viva Dunga

 

O Brasil de Scolari caiu nas meias-finais do Campeonato do Mundo de 2014.

Sai Scolari, treinador campeão em 2002, e entra Dunga, ex-seleccionador. Sob o seu comando, o Brasil caiu nos quartos-de-final do Campeonato do Mundo de 2010.

Quem dizia "abaixo Scolari" diz agora "viva Dunga".

Não podia haver indício mais auspicioso para a "renovação" da selecção brasileira...

Leão da Holanda

Sabe sempre bem ler sobre antigos jogadores que, nos seus países de origem, aproveitam para ir ver o Sporting quando este vai aí disputar um jogo e recordam, com carinho e gratidão, a sua passagem pelo clube.

Foi o caso, por estes dias, de Stan Valckx, antigo defesa da equipa leonina considerada por muitos (onde me incluo) como a melhor do Sporting dos últimos 25 anos.

Na época passada tivemos o matador Beto Acosta que fez uma paragem por Alcochete para matar saudades. André Cruz também é outro que surge amiúde a falar sobre o clube. Li há meses, com especial gosto, uma entrevista ao Juskowiak onde este recordava a sua passagem pelo clube. Pergunto-me, muitas vezes, que será feito do Vujacic, ou quando é que o Balakov e o Iordanov voltam a Alvalade.

Alguns destes antigos jogadores tornaram-se olheiros, treinadores ou agentes desportivos. São de geografias onde o Sporting há muito que não regressa (da Bulgária só agora é que voltámos a contratar um jogador de lá; da Holanda parece que ficou trauma pelo Labyad embora o Wolfswinkel tenha dado muito jeito; de Montenegro, depois do erro de casting do Vukcevic, nunca mais se contratou por lá ou pelos países vizinhos) e que certamente tem boa matéria-prima para dar qualidade à equipa como esses antigos atletas deram. Não sei porque nunca colaboraram de forma mais presente com o clube, mas seria bom que o Sporting tentasse capitalizar o bom que deixou na vida desses seus antigos profissionais e que estes recordam sempre.

Uma anedota

Talisca, o reforço benfiquista que a Associação de Futebol de Lisboa (AFL) entendeu distinguir com o prémio anedota... perdão, com o prémio de melhor jogador da Taça de Honra, o que mereceu críticas de todos os quadrantes, voltou a dar nas vistas no jogo de ontem com o Marselha (derrota do SLB por 1-2).

Deu nas vistas, claro, mas pela negativa. Observa hoje o Record, nas notas do jogo: «Andou algo perdido em campo, sendo pouco incisivo na recuperação da bola ou na construção do ataque. Viu um cartão amarelo por entrada dura aos 30'. Está em nítido processo de aprendizagem, sendo ainda cedo para definir qual a sua preponderância na equipa.»

Quanto mais o tempo passa, mais anedótica se torna aquela distinção. Talisca, craque? Só mesmo para a AFL.

Ativos

A gestão de ativos desportivos (e dos outros também) do clube tem sido surpreendente, para melhor, neste ano de 2013-2014. Valorização do que havia para valorizar, incluindo recuperação de casos «perdidos» (Bruma, p.e.), aproveitamento financeiro até ao tostão de cada transferência, compra barata de ativos de rentabilidade desportiva e financeira muito provável a um ano ou dois de distância. Se incluirmos nisso o excelente comportamento da equipa na I Liga - com retorno financeiro da Champions e mais valorização de jogadores e das receitas comerciais - este primeiro ano tem sido certinho, certinho.

... e o BES?

As ondas de choque sobre as empresas 'protegidas' pelo BES vão ter que repercussão no nosso clube? É certo, fizemos uma excelente negociação, a qual parece blindada (o próprio Ricciardi disse, num jantar dos Stromp, ter sido difícil para o banco e surpreendente para o BES, dada a posição de negociador forte do SCP de Bruno de Carvalho). Mas algumas «facilidades» ao clube parecem mais difíceis agora, com a nova administração de um banco cada vez menos verde.

Notas sobre o derby da Taça de Honra de Lisboa e sobre a pré-época

Vi com atenção o derby da Taça de Honra de Lisboa e fiquei satisfeito. A vitória assume um significado muito importante não porque represente alguma coisa do que a época nos vai trazer mas antes porque é fundamental para motivar os sócios e adeptos. Afinal, vencer o maior dos rivais é sempre um bálsamo importante.

A equipa está organizada e Marco Silva parece ter optado por não fazer grandes mudanças estruturais. Os reforços - os que jogaram - não aparentam ser jogadores que neste momento consigam entrar directamente na equipa mas ajudam na construção do plantel e, sobretudo, do banco de suplentes. Importa salientar que esta época terá, pelo menos, mais dez jogos do que anterior: 6 garantidos na Liga dos Campeões e 4 no campeonato. Há, portanto, mais oportunidades para cada um deles.

 

 

O golo

 

O Benfica perde a bola a meio-campo. O Sporting avança com toda a rapidez rumo à área encarnada, com Montero a servir Carrillo - concentrado como nunca - na ponta direita. Tudo em bola corrida, sem parar: o SLB, batido em velocidade, não dispõe de tempo para reconstituir a sua defesa, que tinha avançado as linhas.

O peruano galga terreno. Tem todo o espaço à sua frente: o Benfica abriu-lhe uma avenida com via verde. André Martins acompanha-o no eixo do ataque, também em passo de corrida. Já só tem o guarda-redes defronte de si quando Carrilo o serve com um passe muito bem colocado. Livre de marcação (onde andariam os centrais?), o nosso nº 8 só tem de empurrar a bola para a baliza. Marcando o segundo golo em 48 horas. Um golo que levou o Sporting a conquistar a Taça de Honra.

 

Iam decorridos 43 minutos da final, em que derrotámos o Benfica. Ouviu-se um grito colectivo de euforia no estádio do Restelo, onde a claque leonina era largamente maioritária. Este Sporting 2014/15, sob o comando de Marco Silva, promete chegar longe - ainda mais do que na época passada.

Todos nós queremos isso.

{ Blog fundado em 2012. }

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