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És a nossa Fé!

Hoje há bola

Hoje à noite há bola.

Um grupo de jogadores, onde pontifica até o melhor do mundo, reune-se para um match de futebol amigável.

Diz que é uma selecção dos melhores.

Permito-me colocar aqui as minhas dúvidas!

E, sinceramente, queria não as colocar. Afinal o homem que os escolheu é alguém em quem eu, durante alguns anos, apostei todas as fichas.

É alguém que foi o homem forte do futebol do Sporting e que os defendeu, ao futebol e ao Sporting, como poucos.

É alguém que de forma corajosa se insurgiu contra o status quo instalado e a podridão do futebol português, colocando o dedo na ferida.

 

Hoje à noite há bola.

E há um grupo de jogadores escolhidos por um homem outrora de coluna direita que vai, diz-se, representar Portugal.

O que eu lhes quero dizer, a alguns dos jogadores e ao homem que os escolheu, é que eles por manifesta falta da qualidade e ele por manifesta subserviência ao sistema, não me representam!

Não quero ser adepto duma selecção onde não vão os melhores, mas onde vão os amigos, os representados por amigos, os que jogam nos clubes amigos.

 

Tenho pena. Tenho pena até pelo próprio e pela sua incoerência: a convocação de jogadores que recusou para o clube que treinava é disso um exemplo; bem como a iminente convocação de um jogador de dupla nacionalidade, depois de ter dito que, após Pepe e Liedson, não convocaria mais nenhum. Tenho pena, de verdade. Porque o futebol português precisava do Paulo Bento do Sporting.

Infelizmente o Paulo Bento da selecção foi carcomido pelo bicho e já não é o mesmo. Até o corte de cabelo mudou! E acho que não é coincidência.

 

De modo que logo vou ver Ronaldo jogar (e talvez William) e apreciar o futebol dos (com uns) Camarões. Pelo menos jogam de verde!

Faz hoje um ano

 

Manchete garrafal do jornal O Jogo: "Couceiro parte à frente". Qual a justificação deste título? Uma sondagem elaborada pela empresa Eurosondagem. De acordo com este inquérito, publicado a 5 de Março de 2013, José Couceiro venceria o escrutínio de 23 de Março, com 52,3%, à frente de Bruno de Carvalho (com 44,6%) e Carlos Severino (3,1%).

No mesmo dia, A Bola também publicava uma sondagem, elaborada pela empresa Euroexpansão. Mas com resultados muito diferentes: vitória de Bruno de Carvalho (com 41,4%), um distante segundo lugar para Couceiro (26,6%) e Severino com uma posição quase residual (1,7%).

 

 

Couceiro, apontado como o candidato mais próximo da direcção cessante, procurava desfazer essa ideia em sucessivas intervenções públicas. Foi o que voltou a fazer há um ano exacto, num pequeno-almoço com jornalistas. "Queremos implementar uma estrutura diferente. Ninguém da administração anterior da SAD passará para a futura, garantidamente", declarou. Para surpresa de poucos: qualquer conotação com Godinho Lopes seria meio caminho andado para um desaire nas urnas.

Faltavam 18 dias para as eleições.

Alguns apontamentos

Somos a todo o momento assediados por lugares-comuns. Relativamente ao nosso clube, vou tomando nota de alguns. Um deles é este: "o Sporting tem um plantel curto".

A dado momento, o lugar-comum torna-se um axioma inquestionável. O problema é que a realidade se vai encarregando de contrariar esta pseudo-evidência. Porque apesar do "plantel curto", a verdade é que o Sporting prossegue isolado na segunda posição do campeonato, com mais quatro pontos do que o tricampeão FC Porto, equipa que dispõe de um plantel muito "longo". Há um ano, por esta altura, mais de 30 pontos separavam as duas equipas, com os Leões a afundarem-se na tabela classificativa. Isso apesar de termos então um plantel nada "curto".

Convém andarmos precavidos contra as falácias dos lugares-comuns.

 

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Como o Rui Cerdeira Branco já aqui assinalou, e muito bem, pela primeira vez em muitos anos o Sporting está a subir a ladeira enquanto outros aceleram ladeira abaixo. A leitura comparativa dos relatórios e contas das três principais agremiações desportivas portuguesas, referentes ao primeiro trimestre de 2014, não permite outra conclusão. Pela nossa parte, registo com agrado que o Sporting liderado pelo "péssimo gestor" (na opinião de alguns) Bruno de Carvalho inverteu a preocupante situação de há um ano, quando ainda estava em funções o "excelente gestor" (na opinião de alguns) Godinho Lopes. Em linguagem perceptível, passámos de 7,7 milhões de euros de prejuízo para 7,2 milhões de lucro. Enquanto o Benfica atingia os 9,2 milhões de euros em resultados negativos e o FC Porto - paradoxalmente com as contas a vermelho - via os prejuízos ascenderem a 12,4 milhões.

Dirão alguns cínicos que os bons resultados do Sporting se deveram essencialmente às transferências de Ilori e Bruma. Sem repararem que, com isso, estão a prestar a melhor homenagem ao talento negocial de Bruno de Carvalho.

 

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Não vale a pena perder muito tempo a discutir as convocatórias de Paulo Bento para o jogo "amigável" de amanhã contra os Camarões. Basta a ausência de Rui Patrício da lista dos seleccionados para se concluir que estamos muito longe de um ensaio geral para o Mundial do Brasil.

Mas convém ficarmos atentos ao critério do seleccionador. Não quero crer que Paulo Bento deixará de fora três dos jogadores portugueses que mais se têm destacado neste Sporting, equipa-revelação do campeonato nacional 2013/14. Refiro-me não só a William Carvalho, a quem o técnico já deu oportunidade de actuar no play off contra a Suécia (e William cumpriu, como todos esperávamos), mas também a Adrien e Cédric, que continuam ausentes das convocatórias.

Ninguém esqueceu ainda a escandalosa ausência de João Moutinho do Mundial da África do Sul, por razões que o seleccionador Carlos Queiroz saberá mas que a própria razão desconhece. 

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Os mesmos de sempre criticam Leonardo Jardim. São aqueles que no Sporting dão constantes provas de vida pela via da crítica permanente. O mais insólito é que criticam por vezes com maior vigor quem ganha do que quem perde.

Vale a pena comparar. Alguns dos que há um ano entoavam hossanas a Jesualdo Ferreira - que entretanto optou por trocar Alvalade pelo Braga, onde não foi feliz - enquanto o ex-treinador portista ia acumulando empates e derrotas são os mesmos que procuram desvalorizar cada vitória leonina com a equipa sob o comando do seu sucessor. Chegam a criticar o técnico madeirense por não "fazer a gestão" dos cartões amarelos (algo que já mereceu o meu aplauso a Leonardo Jardim) enquanto alertam que até ao fim do campeonato todos os jogos serão importantes e até mesmo decisivos.

Nem sequer reparam na flagrante contradição em que caem enquanto dizem e escrevem uma coisa e outra.

 

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E regresso ao tema do início: desde a época 2001/02, em que fomos campeões, nunca o Sporting tinha quatro pontos de vantagem sobre o FCP à 21ª jornada. Ninguém previa isto. Nunca como neste campeonato, no que toca ao Sporting, haverá tanta discrepância entre as previsões e os resultados. Anotei muito do que se disse antes do arranque da Liga 2013/14, pelos "especialistas" do costume, e vou-me divertindo ao revisitar esporadicamente esses prognósticos falhados. No final do campeonato tenciono partilhar convosco alguns destes recuerdos.

Para não ficar a sorrir sozinho...

Ficou com a vista embaciada cinco meses depois

"O Fredy, no lance que originou o canto do Belenenses para o golo, estava em fora-de-jogo e prejudicou a acção do guarda-redes. Um pormenor da equipa de arbitragem tirou-nos pontos. Isto tem muita influência na classificação."

Jorge Jesus após o Benfica-Belenenses (28 de Setembro de 2013)

 

"De onde estou não tenho a noção de como é a jogada. Mas na Luz também empatámos 1-1 com o golo do Belenenses a ser marcado em fora de jogo. As coisas são o que são. Acho que o árbitro e os fiscais de linha fizeram um excelente jogo."

Jorge Jesus após o Belenenses-Benfica (2 de Março de 2014)

"Vamos esquecer a pontuação do Sporting"

Ouvi há pouco este diálogo inclassificável na SIC Notícias, que passo a reproduzir. Com um dos interlocutores a tentar desvalorizar sistematicamente o Sporting:

 

- Rui Gomes da Silva, o que é que o preocupa mais nesta fase do campeonato, a nove jornadas do fim? O Sporting ou o Porto?

- O Sporting. O segundo classificado.

- Está bem... mas vamos esquecer a pontuação agora...

- Mas eu não consigo esquecer a pontuação.

- Mas se as duas equipas [Sporting e FCP] tivessem o mesmo número de pontos, qual é aquela que a preocupava mais?

- Se tivessem o mesmo número de pontos? Mas não estão. O Sporting está quatro pontos à frente do Porto, ó Paulo Garcia!

- E acredita que o Sporting vá até ao fim a morder os calcanhares do Benfica apesar de estar com menos cinco pontos?

- No Benfica, ainda não ganhámos nada. Temos de continuar a ser humildes, temos de ganhar os jogos todos. Cada jogo é uma final.

Faz hoje um ano

 

No jornal do costume, de longe o seu preferido, o ainda presidente do Sporting voltava a interferir na campanha eleitoral. Deixando sair uma notícia com este título: "Possível vazio directivo preocupa Godinho Lopes".

Era uma falsa questão, destinada a atirar areia aos olhos dos mais incautos. Preocupados andavam os sócios e adeptos do Sporting com questões realmente relevantes. Questões como a péssima gestão financeira e a catastrófica gestão desportiva do clube. Nada mais sintomático, neste contexto, que nenhum dos três candidatos à presidência leonina assumisse a herança de Godinho Lopes, no todo ou em parte.

 

"Existem alguns eixos fundamentais em qualquer programa apresentado pelos candidatos à presidência do Sporting. A aposta na formação é um desses eixos. Vivemos desde há muitos anos o estigma de ser um clube formador. Digo estigma porque sendo a formação de novos valores um elemento fundamental no futuro sucesso do Sporting, não deixa de ser algo paradoxal o facto de sermos o único clube verdadeiramente formador de jogadores de topo portugueses e ao mesmo tempo dos três grandes, aquele que menos lucra quer desportivamente quer financeiramente com esses mesmos jovens jogadores." Palavras do Tiago Cabral, aqui publicadas a 4 de Março de 2013. Palavras que podiam ter sido escritas em qualquer momento dos últimos vinte anos no Sporting. E que servem de aviso aos dirigentes. Os de ontem, os de hoje, os de sempre.

Três notas sobre o jogo de sábado

1. Têm sido raras as vezes em que discordo de Leonardo Jardim. Mas não posso concordar com o que disse no final do jogo de sábado sobre Magrão. Recordo que Leonardo Jardim na conferência de imprensa disse que: Magrão, ao contrário das opiniões gerais, é um bom jogador e que sempre que foi chamado à equipa, correspondeu.

Infelizmente não posso, de todo, concordar com estas declarações. Apesar de compreender o seu alcance. Magrão significa, para mim, o tipo de jogadores que quero esquecer (e que num passado recente estiveram em força nos nossos plantéis), o tipo de jogadores que nada fizeram ou fazem para merecer vestir a camisola mais bonita do mundo. Ao contrário de Jardim, não acho que tenha qualidade nem sequer que tenha correspondido minimamente.

 

2. Apesar de não se ter dado relevância ao facto, na minha opinião, a entrada de Capel em campo foi decisiva para o desfecho do jogo de sábado contra o Braga. Permitiu ganhar posse de bola e verticalização, mas acima de tudo foi a entrada de Capel que fez com que Jorge Paixão sentisse necessidade de alterar a estrutura defensiva (Dabó já tinha amarelo e quando Capel entrou arrancou-lhe logo duas faltas), mudando Baiano para a direita e colocando Sasso, um defesa central, na lateral esquerda. Foi Sasso que cometeu o penalti sobre Mané, perdendo um lance interior. E foi o golo de penalti que lançou a equipa, porque até então nada perfilhava uma vitória leonina no jogo, antes pelo contrário.

 

3. Carrillo está a um pequeno passo de estabilizar num patamar acima do que tem demonstrado (para depois subir outro). Na primeira parte do jogo de sábado fez algo que raramente tinha feito. Ajudou sempre nos processos defensivos (evitou dois cruzamentos que poderiam levar perigo para a nossa baliza) e nos dois lances em que teve oportunidade de desequilibrar no ataque fez uma clara assistência de golo, infelizmente não concretizada. No segundo tempo desapareceu do jogo e quando teve oportunidade de desequilibrar decidiu mal. No dia em que conseguir ser consistente nos processos ofensivos (desequilíbrio e decisão) e defensivos ao longo de 65 minutos do jogo (com as suas capacidades não precisa de mais tempo em jogo) dará o salto. No sábado só lhe faltaram 20 minutos.

Da wikipédia

"O Estádio do Restelo está localizado numa zona nobre da cidade de Lisboa.

Construído num local onde antes era uma pedreira, numa encosta de onde é possível ver o rio Tejo.

o recinto foi inaugurado a 23 de Setembro de 1956."

 

Encosta. Está explicada a curiosa inclinação de ontem.

 

Sim, a enciclopédia livre também explica porque o campo esteve sempre inclinado para o lado que convinha:

"Em Mecânica, um pêndulo simples é um instrumento ou uma montagem que consiste num objecto que oscila em torno de um ponto fixo. O braço executa movimentos alternados em torno da posição central, chamada posição de equilíbrio.

O pêndulo é muito utilizado em estudos da força peso e do movimento oscilatório."

 

Movimento oscilatório. Numa parte inclinado para um lado, noutra inclinado para o outro.

 

Das coisas que o Vítor Pereira se lembra de mandar estudar os seus pupilos...

 

Ah! a encosta, o pêndulo e o movimento oscilatórios, são como convém, limpinhos, limpinhos!

 

Eu, se não fosse filho de boas famílias, perante a vaga de "ai e atão o Montero?" que por aí virá, até lhes dizia, antecipadamente: Monte(m-se!)ro!

Faz hoje um ano

 

Vivia-se ainda o rescaldo do empate a zero contra o FCP em Alvalade. Um empate que quase nos soava a vitória.

 

Pela positiva, destacava-se a exibição do capitão da equipa, Rinaudo.

Escreveu o Pedro Quartin Graça:

"Jogou tanto, mas tanto, que até cansou. Sem desprimor para outros "gigantes" como Dier, Capel e Cia, Lda."

Escreveu o Leonardo Ralha:

"Tive vontade de apresentar Rinaudo a um advogado, para que desse início ao processo judicial contra Elias e Pranjic, os dois fulanos que o abandonaram no meio-campo leonino apesar de estarem no relvado. Desta vez, Rinaudo tinha Adrien Silva e, sobretudo, Eric Dier. O nosso 'bife' encontrou o (mais um novo) lugar no campo e foi superlativo em entrega, raça e visão de jogo."

 

Pela negativa, comentava-se a prestação do nosso único ponta-de-lança, Ricky von Wolfswinkel.

Sobre o holandês escrevi o seguinte nesse dia 3 de Março de 2013:

"Em relação ao Ricky, faz-me muita confusão ver tanta manchete (ainda há dias houve mais uma) dizendo que vários clubes da Europa andam a salivar por ele. Um dia, quando se fizer a história do desastre que foi esta nossa época desportiva, haverá um longo capítulo destinado ao desguarnecimento doloso da linha ofensiva da equipa.
Ricky acaba por ser o que menos culpa tem nisto. Mas não queiram fazer dele o génio que manifestamente não é. Por mais que certas manchetes sejam convenientes para certos dirigentes desportivos e certos agentes, que quanto maior é a crise mais conseguem farejar negócio."

Com O olho à Belenenses

Sporting vs. Belenenses no José Alvalade, há uma suposta falta e um suposto "penalty" mal assinalado.

O jogo termina com o resultado de três a zero para os leões.

Os "media", todos os "media", com especial destaque para os jornais, falam da falsidade do resultado, e do "pecado original" que permitiu a goleada sofrida pela digna agremiação azul.

Vamos ver o que dirão amanhã.

O Belenenses hoje não foi espoliado, foi roubado, sonegaram-lhes dois pontos, ponto final.

A arbitragem foi tendenciosa desde o início do jogo (Fejsa comete, sete, sete faltas para cartão amarelo e vê um) passando pelo lance do golo anulado, inacreditável, três jogadores do clube da freguesia de Carnide colocam o avançado português do clube da praia dos Descobrimentos em jogo, mas a "arbitragem" descobre-o em "fora-de-jogo"... mas o pior, o pior de tudo foi o jogo acabar com o clube do fumo e dos calções negros desposicionado, com o Belém a atacar com os nove jogadores de campo e com o árbitro a apitar no momento exato (exacto, Pedro Correia) em que no lado esquerdo da minha TV dizia [90+4 (03.55)] trocando por miúdos, o jogo não acabou, foi acabado pelo árbitro (numa altura em que era iminente o golo d' Os Belenenses) cinco segundos antes.

Limpinho, limpinho

 

Em 15 de Dezembro, o jornal A Bola rasgava as vestes com uma manchete indignadíssima, no rescaldo da vitória do Sporting ao Belenenses por 3-0 devido a um penálti inexistente assinalado a favor da nossa equipa pelo árbitro Hugo Pacheco. "Pecado original" - rezava o inflamado título a ocupar quase toda a capa dessa edição do diário mais encarnado de Portugal. O mesmo jornal que um mês antes, perante os gravíssimos erros de arbitragem de Duarte Gomes no Benfica-Sporting para a Taça de Portugal que tiveram influência directa no desfecho da partida, nem proferira um murmúrio contra esse atentado de lesa-futebol. Dando razão a todos quantos acusam os seus responsáveis de inaceitável duplicidade de critérios editoriais.

 

Se um erro de arbitragem sem influência no resultado do jogo mereceu ser qualificado de forma tão dura em Dezembro, aguardo com expectativa a manchete de amanhã do mesmo diário perante o erro lapidar de Jorge Ferreira, que hoje anulou um golo limpo ao Belenenses, proporcionando assim ao Benfica a conquista de dois pontos no Restelo.

Repetirão aquele indignadíssimo "Pecado original" ou preferirão antes escrever "Limpinho, limpinho"? Falta pouco para saber.

Estatísticas que nos fazem sorrir (ainda mais)

"O Sporting aumentou para 19 o número de jogos sem perder em Alvalade. Há mais de um ano (10 de Fevereiro de 2013) que o Leão não perde no seu reduto."

Record, 2 de Março

 

"O segundo lugar está apenas nas mãos do Sporting. Tanto pela vantagem pontual como pelo jogo que ainda tem para disputar com o terceiro classificado... em Alvalade. Em Julho, alguém acreditaria nisto? No Verão, segundo lugar seria igual a um título."

Idem

 

"Quantos ponto perdeu o Sporting [nos jogos contra as equipas chamadas 'menores]? Oito. Apenas oito. E o Benfica? Nove. Já o FC Porto deixou 15 pontos nesses embates de 'segundo plano'. É este 'pequeno detalhe' que confere ao Sporting todas as razões para acreditar."

Idem

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