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És a nossa Fé!

will.i.am

Tempo horrível em Alvalade, 1-0 ao intervalo, o meu filho mais novo afundado na cadeira, chateado que nem um peru, eu a tentar explicar-lhe que já passei por muito pior. Percebi pouco do jogo de ontem: não consegui perceber se jogámos como “Plano A” ou com o “Plano B”; pareceu-me mais uma espécie de “Plano BA”, i.e. uma mistura do B e do A, com Magrão a fazer as vezes não se sabe bem de quem, o que acabou por resultar numa espécie de ausência de plano. Não dá para mais. Quando faltam dois dos titulares, é preciso rapar o fundo ao tacho. Correu mal com o Benfica, correu bem com o Braga. No meio de tanta coisa incompreensível sobrou o William. Ontem, de cada vez que via a bola ir ter aos pés dele, descansava da nervoseira por uns segundos. Não sei muito bem como é que ele faz aquilo. Também é incompreensível, na verdade, mas de outra maneira. O resto foi o triunfo da vontade.

Carrillo: não lhe perdoam o talento!

Carrillo é o mais talentoso dos jogadores do plantel do Sporting. Rápido, ágil, desconcertante e com uma capacidade técnica muito acima da média. Ontem, em mais uma dezena de momentos, Carrillo foi tudo isto. O que desequilibra, o dínamo, a flecha apontada à baliza.

Noutros momentos Carrillo parece desligar-se do jogo. Displicente no passe curto, imóvel, sem velocidade e objectividade.

Há vários anos que tenho as mesmas conversas com a malta na minha bancada e fico sempre com a sensação que nós (sportinguistas) não lhe conseguimos perdoar a imensidão de talento que ele tem. Como não somos capazes de o fazer, Carrillo é o jogador mais incompreendido de Alvalade, o primeiro alvo de assobios, o tipo que quando sai do jogo nos deixa satisfeitos.

Tenho muita pena. Um dia Carrillo vai sair do Sporting e vai acabar num qualquer clube onde vai sobressair em definitivo. É que Carrillo é um talento!

Do tiki-taka à willi-tá-tika

O tiki-taka, sabemo-lo, assenta em transições prolongadas, passes curtos e posse constante de bola. No fundo, trata-se de lateralizar aqui, triangular acolá, adiantar linhas, até o rival se aborrecer de andar atrás da bola e desistir dela. Se for bem feito, esse momento de desistência ocorre já dentro da grande-área, circunstância em que qualquer um pode marcar sem se despentear. O tiki-taka é, como se sabe, uma filosofia futebolística que promove a desigualdade. A bola é um bem escasso numa partida de futebol. E o tiki-taka assenta em percentagens de posse de bola absolutamente especulativas. Sessenta, setenta, setenta e cinco por cento para um lado e o resto, quase nada, para o outro. Acumulação desmesurada para uns, pobreza para os demais. Pois bem. O sistema de jogo do Sporting representa a democratização do tiki-taka. Baseia-se, também ele, numa sucessão de passes. Mas, ao contrário do tiki-taka, em que o segredo consiste em excluir o adversário da posse de bola, no sistema do Sporting este é chamado a participar. O princípio de jogo estruturante é o passe errado. O jogador do Sporting, quando ultrapassa o meio-campo, lateraliza ou ensaia a triangulação mas, se tudo correr bem, perde a bola. A equipa contrária, por sua vez, tenta pôr em prática o seu plano de jogo, qualquer que ele seja. Mas, tarde ou cedo, chega perto de William Carvalho que fica com a bola. A progressão no terreno do Sporting faz-se assim de forma lenta mas consistente, iniciando-se invariavelmente numa perda de bola de Carrillo ou num passe errado de André Martins e na recuperação subsequente de William Carvalho. Com este eterno retorno da bola ao médio sportinguista, a equipa adversária vai desmoralizando. No mundo ideal, ao lado de André Martins e de Carrillo deve alinhar Gerson Magrão. O entusiasmo de matar uma jogada de Magrão, uma probabilidade estatística incontornável, esmorece sistematicamente com o embate posterior na muralha de William Carvalho. Esta sucessão de estados de entusiasmo e frustração rebenta completamente com a condição anímica e física do opositor. Ao fim de vinte a trinta minutos de perdas de bola e transições falhadas pelo Sporting, tentativas de lançar o ataque pelo adversário e recuperações de bola por William Carvalho, o jogo está, sem se dar por isso, nas imediações da área do opositor, com todas as condições para que que alguém possa fazer golo. Esta verdadeira guerra psicológica é mais eficaz se for permitido ao adversário adiantar-se no marcador. Os seus níveis de confiança subirão, o que tornará a queda mais dolorosa e a prostração subsequente irremediável. Ali onde o Barcelona é uma equipa especialista em açambarcar posse de bola, o Sporting leva a níveis nunca vistos a sua partilha com a equipa contrária. Entrega-a para logo de seguida a recuperar. O Barcelona pratica o monólogo, o Sporting aposta na progressão dialéctica. No Barcelona, a circulação de bola é continuada. No Sporting, o fim último da circulação é esta ser interrompida. Ali, temos o tiki-taka. Aqui, uma filosofia de jogo inovadora, democrática e inclusiva a que, à falta de melhor, chamaremos willi-tá-tika.

Seara alheia

Vitor Serpa, em A Bola de hoje: «O Sporting é já um caso digno de estudo (...) fazer muito mais com muito menos.  Este tem sido o lema do Sporting e a verdade é que a equipa parece ter conseguido encontrar a fórmula mágica para o cumprir. Com determinação, com serenidade, com mérito. O Sporting é a prova de que, em futebol, como nas empresas, ou até mesmo no país, o mais importante é o rigor, o realismo, a vontade e, acima de tudo, a competência». Sabe bem ler isto.

As claques

Telúricas, como o devem ser sempre, no apoio à equipa. Exemplo, também, de raça e de fé. Sporting 2 - Braga 1 - as claques e os adeptos a ajudar. Mas vergonhoso o comportamento delas, na homenagem a Mário Coluna. Não foi nosso jogador? Não foi. Mas foi um grande jogador, capitão da seleção nacional, e o fair-play tem de fazer parte também do nosso ADN. Bruno de Carvalho deu um exemplo disso, ao ir à cerimónia fúnebre de Eusébio. As claques é que não estiveram, desta vez, à altura do SCP e envergonharam o clube. Lamentável exemplo.

Do jogo de hoje

Desta vez tem que ser já!

Não gostei da falta de respeito ao minuto de silêncio por Mário Coluna! E por aqui me fico, para não escrever algo mais contundente.

 

E já que estou com a mão na massa, meto-me aqui na seara de Pedro Correia e "analiso" o jogo de hoje:

A manta é curta, todos sabemos, portanto não podemos exigir mais que aquilo que nos prometeram no início da época: lutar em todos os jogos e honrar a camisola listada; e isso, uma vezes melhor, outras pior, eles fazem! Já aqui escrevi que, sem ser masoquista, me dá muito gozo ver a equipa a virar resultados! Por exemplo, hoje quando o Braga "marcou", o meu sentimento no estádio (e o de muitos milhares) foi que a equipa iria dar a volta à coisa. E deu! Não questiono aqui exibições. Umas foram conseguidas, outras não, mas o que me ficou na retina foi o enorme abraço entre Maurício e Rojo, depois de Slimani mandar aquele "coice" lá para dentro. Isto é o que eu quero fazer realçar, não a menos conseguida exibição de Martins, ou de Magrão, ou até de Jefferson, apesar do golo mais que merecido por outros grandes jogos já realizados.

Gostei do Mané a 10, foi o único que tivemos durante o jogo.

 

E gostei que o árbitro não se coibisse de mandar marcar uma grande penalidade a nosso favor, o que tem sido raro.

Ah! Não gostei da atitude JJ do treinador do Braga, que correu mais que o auxiliar ao longo da linha, desde o meio-campo até à linha de fundo.

E não gostei de um "sportinguista" que caiu de pára-quedas atrás de mim e que ainda a bola estava no Patrício e já estava a gritar para o Carrillo correr.

 

O plantel é curto e como diz JM Barroso lá atrás, alguns até vão sair para equilibrar contas, mas o alfovre continua a produzir e aqueles meninos apresentados como os melhores das suas classes, alguns que até já vivem na Academia, deixam-nos com uma confiança enorme no futuro.

A mim, que sou um optimista, deixa!

Faz hoje um ano

 

A 2 de Março de 2013, o Sporting recebia o Porto em Alvalade: um clássico que terminou com um empate sem golos. O treinador, Jesualdo Ferreira, fez alinhar quatro jovens oriundos da equipa B: Ilori, Dier, Zezinho e Bruma. Wolfwsinkel teve duas oportunidades de marcar, mas não conseguiu. O melhor jogador do Sporting foi Rui Patrício. E a assobiadela da noite estava reservada a Izmailov, que regressou ao nosso estádio mas vestido de azul e branco. O russo foi vaiado do instante inicial até sair de campo, em má condição física, aos 56 minutos.

 

Entretanto, prosseguia a campanha eleitoral. Carlos Severino podia não ter grande esperança de conseguir ser eleito para a presidência do Sporting, mas teimava em ser o rei das frases sonantes. "O Sporting está completamente falido, está insolvente, não pode cumprir com os critérios de fair-play financeiros da UEFA", disparou o candidato, reagindo à notícia de que a SAD leonina registara um resultado negativo de 22 milhões de euros no segundo semestre de 2012. O presidente cessante, Godinho Lopes, não deixava assim - nem que fosse por via indirecta - de estar presente na campanha. Por maus motivos, convém assinalar.

William Carvalho

Aparentemente, mais abaixo, alguém ficou aborrecido por eu ter afirmado que William Carvalho é o melhor jogador do campeonato nacional português. Talvez eu não entenda nada de futebol (é possível), talvez tenha sido toldado pelo meu sportinguismo, talvez não tenha visto os jogos todos dos nossos principais rivais mas então porque motivo é que a pérola leonina venceu o prémio de melhor jogador da Liga Portuguesa de Futebol Profissional nos meses de Outubro, Novembro e Dezembro?

Recordo só que nos meses em que William Carvalho venceu o prémio de melhor jogador ainda jogavam em Portugal atletas como Matic ou Lucho mas não foi nenhum destes que venceu os prémios.

Talvez eu não entenda nada de futebol (é muito possível) pelo que talvez William não tenha hoje, mais uma vez, espalhado qualidade no relvado de Alvalade. Para a TSF hoje o melhor jogador em campo foi Magrão (embora William tenha tido um voto) pelo veremos o que dizem os jornais amanhã. Talvez o melhor em campo no jogo de hoje tenha sido, em vez de William, o grande Manel!

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

De mais uma vitória. Contra o Braga, que há um ano tinha mais 16 pontos do que o Sporting no campeonato. Agora está 20 pontos atrás de nós. Uma grande lição ao presidente bracarense. Na época 2012/13, quando visitou Alvalade, António Salvador afirmou: "O historial do Sporting é muito maior mas, neste momento, pelo que tem feito, nos últimos anos, o Sp. Braga, desportivamente, é a terceira potência." Afirmações ainda mais ridículas agora que as recordamos a esta distância. Um ano depois, Salvador já meteu a viola no saco.

 

De Slimani. O argelino desta vez nem precisou da companhia de Montero para mostrar serviço. Marcou pela primeira vez como titular, após centro de Cédric, fazendo levantar as bancadas de Alvalade com o golo da vitória, aos 74'. Voltou a ser decisivo. E teve oportunidade para marcar mais: esteve sempre em movimento, pressionando a defesa adversária. Ninguém duvida: conquistou a titularidade neste jogo.

 

De Jefferson. Enfim, o nosso lateral esquerdo marcou. De penálti, muito bem executado, aos 70'. Já merecia há muito. Ele tem sido um dos grandes baluartes deste excelente Sporting do campeonato 2013/14.

 

De Carlos Mané. Alvo de uma manchete inqualificável, a 48 horas deste jogo, o jovem leão entrou como titular e honrou a confiança que nele depositou o treinador. Com grande combatividade e técnica muito acima da média, como ficou bem patente numa arrancada em que deixou para trás dois adversários, já no tempo suplementar da primeira parte. Foi prejudicado pelo árbitro aos 21': Soares Dias assinalou-lhe uma falta que nunca existiu. Corria para a baliza, uma vez mais, quando Sasso o rasteirou dando origem à grande penalidade de que resultou o primeiro golo do Sporting.

 

De Rojo. Regressou ao eixo central da defesa, onde é titular indiscutível, após ter cumprido um jogo de castigo por acumulação de amarelos. Votou a ser uma barreira contra as ofensivas adversárias, batendo-se como um Leão.

 

Da reviravolta no resultado. Uma vez mais, começámos a perder e soubemos dar a volta ao jogo. Uma prova evidente da força anímica desta equipa muito bem comandada por Leonardo Jardim.

 

Da classificação. Continuamos isolados na segunda posição. Ainda com muito campeonato para jogar, já temos mais oito pontos do que os obtidos ao longo de toda a época passada.

 

Da nossa veia goleadora. Continuamos com o melhor ataque da Liga: 40 golos já marcados. 

 

Do calor humano nas bancadas. Mais de 30 mil espectadores em Alvalade. Apesar da noite, apesar do frio, apesar da chuva. Só nós sabemos porque não ficamos em casa.

 

 

Não gostei

 

De ter visto Rui Patrício mal batido no golo do Braga. Mas o nosso guarda-redes redimiu-se com uma grande defesa aos 86'.

 

De André Martins. O treinador mandou-o jogar nas costas de Slimani, mas esta opção táctica não resultou. O Sporting beneficiou com a saída de André Martins, substituído aos 57' por Heldon, passando Carlos Mané a jogar no apoio directo ao argelino. Os nossos golos chegaram pouco depois.

 

Da ausência de Adrien. Magrão - surpreendente aposta de Leonardo Jardim para titular - não comprometeu, como chegou a recear-se, mas ninguém consegue transportar a bola para o ataque com a eficácia de Adrien, hoje ausente por acumulação de amarelos.

 

Da prosápia do novo treinador bracarense. "Tenho quase a certeza de que vamos ganhar", declarou Jorge Paixão, nada imodesto, na véspera deste jogo. Tal como já sucedeu a António Salvador, também ele teve de enfiar a viola no saco.

Mas vamos ter de vender...

... alguns dos nossos ativos valorizados (jogadores), no final da temporada. Dois ou três, seguramente. Para ir liquidando o enorme passivo e preparar a próxima época (se formos à Champions, isso ajudará muitíssimo). Os grandes clubes portugueses são fazedores e vendedores de jogadores de qualidade, para os grandes campeonatos europeus - é a única forma de se aguentarem. No nosso caso, para além dos que virão do mercado externo, para reforçar a equipa a preço mais barato do que os que irão sair, temos o nosso viveiro da formação. Onde alguns jovens já estão na calha para ascenderem ao time principal. Vamos verter algumas lágrimas pelos que vão sair - decerto os que mais qualidade e potencialidades tiverem - e lamentar o facto. Mas o mundo rola e avança e o nosso clube também. E lá estaremos de novo no estádio, para aplaudir os que formarem o renovado grupo de trabalho. É a vida.

Caminho certo, mas...

... os pés na terra! Resultados positivos de €3,7 milhões para o SCP/Sad no primeiro semestre desta época (Julho a Dezembro de 2013). Resultados negativos de €15,9milhões, para o SLB; e de €29,2 milhões, para o FCP. Na época anterior e no mesmo período, os resultados foram negativos - €21,9 milhões de prejuízo - o que significa uma melhoria dos resultados de €25,6 milhões. É obra! Fruto da austeridade e de uma política muito eficiente e inteligente de gestão de ativos (jogadores). Como na área desportiva esse emagrecimento resultou num adicional de resultados, parece que o caminho está certíssimo. Contenção na gestão economica-financeira, fazer render desportivamente a prata da casa (alguma ouro) e pagar as dívidas, depois do acordo positivo com os credores. Mas nada de ilusões excessivas, continuamos a ter de reduzir o passivo para sermos um clube solvente. Nada de pedir ou exigir a Lua!

 

P.S. Ler o post do Cerdeira Branco.

Perspetivando o futuro num relatório e contas

Isto impressiona. Fica de sugestão de leitura para o fim-de-semana, para comparar jogadas e resultados. Pela primeira vez em muitos anos o Sporting está subir a ladeira, outros aceleram ladeira abaixo.

23:25 Sport Lisboa e Benfica - Futebol, SAD informa Relatório e Contas Consolidado e Individual 1º Semestre 2013/2014 Prestação de contas semestrais
22:30 Futebol Clube do Porto - Futebol, SAD publica Relatório e Contas Consolidado do 1º semestre de 2013/2014 Prestação de contas semestrais
22:26 Futebol Clube do Porto - Futebol, SAD informa sobre os resultados consolidados do 1º semestre de 2013/2014 Informação Privilegiada
21:41 A Sporting Clube de Portugal - Futebol, SAD divulga o Relatório e Contas do 1º Semestre do Exercício 2013/2014 Prestação de contas semestrais
21:39 A Sporting Clube de Portugal - Futebol, SAD informa sobre a Evolução da Actividade no 1º Semestre do Exercício 2013/2014 Informação Privilegiada

Faz hoje um ano

 

"Este blogue tem revelado nas últimas semanas uma enorme sabedoria na gestão editorial da campanha para a escolha da nova direcção do Sporting Clube de Portugal. E é assim que deve continuar. Cada um é livre de apoiar a lista que quiser, aqui não se dão ordens, muito menos se apela ao voto em quem quer que seja. Somos assim, somos plurais." Palavras do Francisco Almeida Leite, aqui publicadas há um ano, ia a campanha para a presidência do nosso clube em crescendo.

 

Nesse dia 1 de Março de 2013 eram divulgadas as contas leoninas relativas ao segundo semestre de 2012. Com um quadro extremamente preocupante: a Sporting SAD comunicou à CMVM um resultado negativo de 22 milhões de euros enquanto o passivo financeiro da sociedade sofreu um acréscimo de 27 milhões. Soube-se também que éramos detentores de parcelas cada vez menores dos direitos económicos respeitantes a vários dos nossos melhores jogadores. O relatório da CMVM salientava que o Sporting detinha apenas 50% do passe de Adrien Silva, quando em Julho de 2012 tinha 95%, enquanto a percentagem respeitante a Rui Patrício baixou de 70% para 65% no mesmo período.

 

No capítulo desportivo não estávamos melhor.

Dos 32 jogos disputados até ao momento naquela temporada, não tínhamos marcado em dez - quase um terço do total. Vencemos apenas oito e perdemos 13.

Marcáramos 35 golos (cinco dos quais ao modestíssimo Horsens), mas tínhamos sofrido 44, apesar de contarmos com Rui Patrício, reconhecidamente o melhor guarda-redes actual do campeonato português.

Beneficiámos de três penáltis - falhámos todos. E vencemos apenas um dos últimos cinco jogos realizados.

Estávamos em 11º lugar na Liga. E preparávamo-nos para nunca mais troçarmos dos benfiquistas porque, ao contrário deles, o nosso clube nunca tinha ficado abaixo do quinto posto no campeonato.

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