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És a nossa Fé!

A estrutura superior

Habituados como estamos, nestas últimas décadas no futebol cá do burgo, foi com pavor que assistimos, domingo à noite à queda de mais um mito. A norte ficou provado que a famosa estrutura blindada do fcporto apenas o é em papel. A estrutura, onde ratos não fogem (ia jurar que uma vez vi um a fugir para a Galiza, mas se calhar sonhei), afinal tem pés do barro mais frágil que existe. Blindados na comunicação social por correspondentes escolhidos a dedo, que questionam apenas o que podem e não o que querem, foi com surpresa que vimos o sumo pontífice a vacilar perante uma questão dita pertinente que lhe foi colocada. Em seu socorro veio um funcionário, antigo jornalista, que o levou para fora da improvisada conferência de imprensa. O estagiário que colocou a questão, dou por certo que o seja pois os escolhidos já sabem quais as questões que podem colocar a sua eminência, pode no entanto dormir descansado. Noutros tempos, daqueles em que vivemos nas últimas décadas, não mais poderia sequer acercar-se da sala de imprensa do dragão. E melhor seria mudar de cidade e mesmo de profissão. Mas os tempos são outros e afinal a estrutura mais não é que uma organização apenas e só alicerçada no deve e haver. Havendo para todos comer a coisa lá vai, não havendo pão a coisa desfaz-se como um baralho de cartas. 

 

Este não é um post sobre o Sporting

Empates embaraçosos. Derrotas humilhantes. Treinador medíocre. Uma equipa zombie. Lugares à disposição. Votos de confiança. O título a parecer uma miragem. Confusão à porta do estádio. Presidente a perder a cabeça. Jornalistas agredidos. PSP a sugerir percursos alternativos. Insultos e assobios dos adeptos. Lenços brancos nas bancadas. Crise. 

 

PS: Gostei muito deste fim-de-semana

A extinção

Pode ter sido um meteorito ou uma complexa alteração climática, mas a vida dos dinossauros continua a ser bastante mais interessante do que a sua extinção. A extinção é um facto e os bons factos quase sempre dispensam boas explicações. Pinto da Costa perdeu pela primeira vez contra o Estoril Praia em casa e tentou projectar a raiva das claques contra a PSP: os jogadores do Porto não fogem como ratos e muito menos como ratos em contra-mão. Pinto da Costa escolheu um treinador medíocre para treinar uma máquina que se julgava dispensar a acção humana e tentou projectar a raiva das claques nos jornalistas: espetou o dedo na barriga de um repórter inconveniente e ordenou-lhe que saísse da sua frente. Os factos são obstinados. Pinto da Costa não consegue explicar como é que um 4x3x3 ganhador funciona sem extremos. Pinto da Costa recusa justificar porque comprou Quaresma num bazar marroquino. Pinto da Costa não fala das motivações que o levaram a ir rapinar Ismailov à enfermaria do Sporting. Os bons factos dispensam boas explicações: o Porto está em desagregação interna, o Porto está a perder os seus poderes invisíveis, o Porto começa a já só ter a retórica de há 30 anos: o inimigo exterior. Um discurso velho, gasto, esclerosado. É como gamar auto-rádios, se me faço entender: já ninguém gama auto-rádios. Poderá ser um meteorito ou causa natural, mas o Porto está beira de ter a espinha partida. Por mim, ajudarei no que conseguir.

Dois grandes golos

 

Revejo com gosto os nossos golos da vitória ao Rio Ave:

1. Excelente, a arrancada de Jefferson: galga todo o corredor esquerdo, deixa para trás o lateral do Rio Ave picando a bola e executa um cruzamento perfeito, lançando a bola em arco, cheia de efeito, a fazer partir os rins ao guardião vilacondense e a solicitar a excelente elevação de Slimani ao segundo poste.

2. Grande passe rasteiro de Carrillo na ala direita a cruzar a área do Rio Ave e a pedir a intervenção de Slimani que no entanto, muito tapado pelos centrais, opta por deixá-la seguir. Aí aparece Carlos Mané, livre de marcações mas já em desequilíbrio, com excelente técnica e apurada visão de jogo num extraordinário remate à meia volta, concretizado no momento exacto sem qualquer hipótese para Ederson.

Sendo os golos a festa do futebol, e tendo o Sporting marcado dois grandes golos que todos festejámos, admira-me (ou talvez não) que certos sportinguistas prefiram falar do que não se fez. Dos passes que falhámos, dos golos que não conseguimos, da goleada que não chegou a acontecer.
Como se em 2012/13 não tivéssemos perdido os três jogos em que defrontámos o Rio Ave. Sob o comando de Sá Pinto, Vercauteren e Jesualdo Ferreira. Marcando apenas um golo e sofrendo seis nessas partidas.

Como se a nossa anterior vitória no estádio de Vila do Conde não remontasse já ao remoto mês de Setembro de 2011.

Como se não estivéssemos hoje muito melhor do que há um ano apesar de termos uma equipa em construção da qual apenas Rui Patrício era titular indiscutível na época de 2012/13, de tão má memória.

Parssão? Isso é peanurs!

Não tive qualquer hipótese de ver o jogo com o Rio Ave. Para mais, a meio, o raio da Internet do telemóvel começou a falhar. Quando deixei de conseguir acompanhar, o jogo estava 1-0. “Daparssão”, como diria o mestre da táctica. Só consegui saber o resultado uma hora depois do fim,  às 11. “Ca granda alagria”, caramba! Diz quem viu que a primeira parte foi péssima e que os últimos 20 minutos, com o Plano B, excelentes. Eu este ano desculpo quase tudo. Mesmo a horrível exibição com o Benfica, o momento do ano que mais me irritou até hoje. Acho que agora é preciso é ampará-los e não assobiá-los. Sobretudo porque dão o litro e não desistem. Com a equipa limitada que temos, tem sido a nossa grande força.

 

Até agora, a jornada foi excelente. Dizem que não se deve gozar com a desgraça alheia. Pois... Eu sou do Sporting e tive de suportar, nos últimos anos, muita gente a molhar na sopa da desgraça do Sporting com grande alegria e refinada vontade de humilhar. Nos piores momentos do ano passado, até tive de ouvir um benfiquista dizer-me: “o Sporting? Quero é que desapareça!” Pedem-me, portanto, para que não me alegre com o espectáculo de “sportinguização” dado pelo FCP, que incluiu ameaça de porrada do presidente a um jornalista. Vão dar uma volta. Alegro, com certeza.

 

E bom, bom, seria o SLB seguir pelo mesmo caminho. Estiveram quase lá, no primeiro terço da época. Mas depois morreu o Eusébio e arrebitaram. Só que nunca se sabe quando volta a “parssão”. O catedrático do futebol diz que “é peanurs”. Pois que se engasgue neles é o que eu desejo.

Bonito?

Dava jeito que fosse também bonito, como já foi e bastante, nesta época, o futebol praticado pela equipa.

Seria sem dúvida mais entusiasmante que não continuássemos a dar meia parte de avanço.

Mas se querem que vos diga, tem-me dado algum gozo ver a equipa a virar resultados, coisa de que já até me tinha esquecido o que era, reveladora duma forte mentalidade, responsabilidade todinha de Leonardo Jardim. Que também se engana, é humano! mas que trouxe à equipa outro estofo e nos faz sonhar com coisas boas (como diria Artur Jorge).

Como disse num post lá para trás, jogando bem ou não, ganhemos nós todos os nossos jogos e é capaz de haver por aí surpresas.

O que conta são os três pontos, o resto é música! que o diga um dos nossos directos adversários, que ontem deixou três em campo.

Sabe-se lá se logo... é que às vezes há coisas.

Faz hoje um ano

 

A 24 de Fevereiro de 2013, o Record fazia um balanço provisório da triste época 2012/13 do Sporting: tínhamos "escorregado" perante 15 dos 19 rivais defrontados naquela temporada oficial, que se confirmava como a pior de sempre.

"Na campanha para a eleição de 23 de Março, os sócios, além de dizerem o que querem, também se preparam para dizer o que não querem. Este pesadelo nunca mais", escrevi aqui, comentando aquela notícia.

 

Parecendo alheado destes factos, Godinho Lopes insistia em interferir no processo eleitoral, multiplicando as intervenções públicas. Nomeadamente com uma carta aberta ao presidente da Assembleia Geral, Eduardo Barroso, em que procurava condicionar as opções de voto dos sócios leoninos: "Ao longo do processo incendiário que conduziu à renúncia em bloco dos membros dos órgãos sociais, alertei por todos os meios ao meu alcance para os riscos da instabilidade e da mudança."

Com estas palavras, o ainda presidente contrariava o que assegurara cinco dias antes: "Eu, não sendo candidato, não serei elemento perturbador no debate, de modo a permitir que o mesmo seja profícuo, e que se fale do futuro e das respectivas soluções."

Mais uma promessa que ficava por cumprir...

Reflexões

Numa saudável discussão futebolística com um colega benfiquista, após a derrota do Sporting no dérbi, a determinada altura ele pergunta-me de forma irónica:

 

- Mas tu queres ganhar o campeonato com aquela equipa?

 

Devolvi jocosamente:

 

- Não! Quero ganhar a primeira liga com os jogadores da equipa B!

 

Lembrei-me desta minha troca de galhardetes após o jogo de hoje do FCPorto e respectiva derrota em casa com o Estoril. Um resultado realmente justo porque, como se diz em futebolês, ganha quem marca!

 

Todavia mais uma vez ficou provado que um conjunto de muito bons jogadores não faz automaticamente uma boa equipa.

 

Ao invés, um grupo de miúdos (saídos de Alcochete), treinados por um jovem ilhéu e dirigidos por um presidente, também ele muito novo, conseguem paulatinamente escalar esta escarpa que é o campeonato e estar a dois pontos (que podem ser três ou cinco, amanhã por esta hora!) do primeiro classificado.

 

Quem diria?

 

 

Também aqui

Os melhores prognósticos

Desta vez houve dois vencedores. Um cá de casa, outro alguém que recebemos de visita. João Torres e o Luís de Aguiar Fernandes acertaram em cheio não só no resultado mas também num dos marcadores dos nossos dois golos ao Rio Ave: Slimani. Faltou-lhes só prever que o outro golo seria marcado por Carlos Mané.

Felicito também os leitores Diogo Padilha e João Cruz. E também o nosso Alexandre Poço. Os três acertaram igualmente no resultado, embora não nos nomes dos nossos goleadores de serviço em Vila do Conde.

Para o próximo fim de semana há mais.

Sobre o jogo de ontem!

Como creio que já aqui disse a respeito de outro qualquer jogo, o ano passado, nas mesmas circunstâncias, não teríamos tido a capacidade de ganhar a partida de ontem. Esse é o principal mérito de Leonardo Jardim (entre muitos outros), a capacidade mental que foi capaz de incutir nos jogadores. Nenhum jogo está perdido mesmo quando não se joga grande coisa. E notem meus amigos, ontem não jogámos grande coisa. Da mesma forma que nos últimos jogos não temos jogado grande coisa. Mas fomos capazes de ganhar e isso é o mais importante.

Grande jogo de Dier, Maurício (apesar daquele azar), William Carvalho (a partir dos 60 minutos), Slimani e Mané. Nem tanto dos de Wilson Eduardo, Heldon e André Martins. Adrien parece estar fisicamente mais em baixo. E esse tem sido, na minha opinião, o grande problema do Sporting nos últimos jogos. O meio-campo não está ao mesmo nível que já esteve esta época. E, aparentemente, não existem grandes opções. Faz-nos falta no plantel um jogador com características semelhantes ao Adrien para o substituir quando este não está ao seu melhor nível. Infelizmente não temos ninguém.

Sábado há mais. Sem Adrien e Montero o jogo será mais complicado. Leonardo Jardim será, certamente, capaz de encontrar as soluções. Talvez Carrillo mereça ter uma oportunidade no jogo (Heldon, como escreveu aqui o Pedro Correia ainda não demonstrou merecer a titularidade) e Slimani jogará certamente. Nessas circunstâncias é preciso quem cruze em condições para o argelino. Talvez Capel (porque será que já nem nos 14 consegue entrar?) possa também ter uma oportunidade.

Jornada a jornada

Mais uma viagem a norte e mais três pontos ganhos. Mais uma vitória conquistada num terreno impróprio para a boa prática de futebol. Na primeira parte entrámos com força e determinação com alguns cantos sucessivos apenas nos primeiros minutos. Depois o Rio Ave equilibrou a partida, muito por alguma falta de pressão por parte dos nossos jogadores. Na segunda metade do jogo entrámos outra vez bem e tivemos a infelicidade do auto-golo do Maurício. A bola desviada pelo defesa entrou bem junto ao poste. Reagimos muito bem, à campeão, e fomos literalmente para cima do adversário. Conseguimos a vitória e foi inteiramente merecida. Não foi a nossa mais vistosa exibição, tal não tira qualquer mérito a mais esta conquista. Estamos a conseguir aguentar a pressão que estar a discutir com o porto e benfica os lugares cimeiros acarreta. A recta final do campeonato aproxima-se e contra todas as expectativas aqui estamos, ombro a ombro com os nossos adversários naturais. Infelizmente ainda vemos alguns de nós a levantar todas as pedras para tentar descobrir algo que manche o brilhante campeonato que estamos a realizar. 

E agora que venha o Braga

Ouço por aí alguns rancorosos reclamar contra a exibição do Sporting na vitória de ontem em Vila do Conde. Se calhar queriam goleada. Não vi nenhum deles, curiosamente, falar assim durante toda a temporada anterior, quando sofremos três derrotas contra o Rio Ave. Irritam-se mais quando vencemos do que quando perdemos.

Há dois anos e meio que não ganhávamos a esta equipa. Ultrapassámos mais este obstáculo, continuando a marcar diferenças com a pior época de que temos memória. Jornada após jornada. Com um plantel em construção: dez dos onze jogadores mais utilizados actuam esta época pela primeira vez como titulares no Sporting.

O importante é isto.

E agora que venha o Braga.

 

Faz hoje um ano

 

Já com o processo eleitoral em curso, o ainda presidente Godinho Lopes dirigia uma carta à Assembleia Geral em que manifestava a intenção de cessar funções efectivas no próprio dia da votação, 23 de Março. Sem aguardar sequer a cerimónia de posse dos novos órgãos sociais.

"Estamos todos perfeitamente cientes de que se vive uma situação de verdadeira emergência, a exigir actuações urgentes e decididas, que o Conselho Directivo demissionário não está em condições e não pode mesmo tomar. (...) Até às eleições o Conselho Directivo mantém-se no seu posto e não enseja responsabilidades, embora com possibilidades de actuação pelas circunstâncias já descritas muito limitadas", alertava Godinho Lopes nessa missiva, tornada pública a 23 de Fevereiro de 2013.

Íamos então à 20ª jornada. Com apenas 22 pontos. Com apenas cinco vitórias. Com apenas 22 golos marcados e já 23 sofridos. Somávamos sete empates e oito derrotas. Tínhamos perdido os desafios contra Rio Ave (duas vezes), FC Porto, V. Setúbal, Benfica, Paços de Ferreira, Marítimo e Estoril.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

De mais uma vitória. Foi a sétima do Sporting fora de casa nesta temporada. Contra o Rio Ave, que nos tinha derrotado nos três confrontos que mantivemos na época 2012/13. Não vencíamos esta equipa desde Setembro de 2011.

 

De Slimani. Saltou do banco aos 56' e voltou a ser decisivo numa vitória, abrindo o marcador para a nossa equipa 14 minutos depois, culminando uma excelente jogada colectiva do Sporting. Aos 76' fez outro grande remate, defendido pelo guardião do Rio Ave, Ederson, naquela que foi a melhor defesa da noite.

 

Do passe de Jefferson para o primeiro golo. O nosso lateral esquerdo cruzou a bola em arco, colocando-a longe do alcance de Ederson, para o cabeceamento de Slimani ao segundo poste.

 

De Carlos Mané. Autor do segundo golo, o melhor do encontro, num espectacular remate à meia-volta, sem hipóteses para Ederson. Também ele tinha saído do banco, no recomeço do jogo. O jovem extremo leonino volta a ser decisivo, pela segunda jornada consecutiva, depois de ter marcado o nosso golo solitário da vitória contra o Olhanense.

 

De Eric Dier. O jovem inglês formado na nossa academia rendeu Rojo, ausente por castigo, e teve uma boa exibição, cortando com eficácia e autoridade vários lances ofensivos do Rio Ave. Está provado que joga melhor no eixo central da defesa do que como médio defensivo.

 

Das mexidas na equipa feitas por Leonardo Jardim. O treinador acertou em cheio nas substituições: a segunda parte do Sporting foi muito melhor do que a primeira, em que não tivemos uma oportunidade de golo. A entrada de Slimani, para o lugar de Wilson Eduardo, pôs a equipa a jogar num dinâmico 4-2-3-1 baralhando por completo as marcações do Rio Ave.

 

De ver o Sporting novamente com o melhor ataque da Liga. Temos agora 38 golos marcados. Mais um do que o FCP e mais dois do que o SLB.

 

 

Não gostei

 

Do autogolo de Maurício. Traindo Rui Patrício, o brasileiro culminou neste deslize uma semana para esquecer. Pior que ele neste lance esteve Jefferson, que poucos metros adiante, em zona proibida, perdera a bola para um adversário.

 

Dos cartões amarelos a Montero e Carlos Mané. Não percebi porque receberam esta punição num jogo correcto, com poucas faltas. O colombiano estará ausente do próximo jogo, em casa, contra o Braga. Tal como Adrien, que hoje também recebeu o quinto amarelo consecutivo.

 

De Heldon. O extremo contratado ao Marítimo ainda não deu provas de justificar a titularidade.

 

De André Martins. Voltou a revelar grandes fragilidades, perdendo vários lances no meio-campo leonino, sem conseguir libertar-se das marcações. Foi bem substituído por Carlos Mané ao intervalo. Nesta fase do campeonato, começa a ser seriamente questionada a sua condição de titular no Sporting.

 

Do relvado. Em mau estado, como já se previa.

Faz hoje um ano

 

Novo jogo, nova derrota. Desta vez frente ao Estoril, em casa do adversário. Marcámos primeiro, por Wolfswinkel. Mas os estorilistas deram uma reviravolta no resultado, acabando por vencer 3-1. Golos de Jefferson, Steven Vitória e Carlos Eduardo. O Sporting continuava a afundar-se na tabela classificativa do campeonato, naquele dia 22 de Fevereiro de 2013.

 

"Gostava de perceber o motivo por que tantos responsáveis de Sporting se mostram tão empenhados na continuidade de Jesualdo Ferreira, preparando-se o futuro presidente da direcção, quem quer que ele seja, para o manter à frente da equipa. Mas, o que é que o homem fez até agora? O que é que leva as pessoas a esta demonstração de confiança? Será por se pôr a gozar com o clube ao mandar o Wolfswinkel marcar um penalty, que se percebia decisivo, quando as suas capacidades nesse domínio já estão, infelizmente, demonstradas e agravadas por falhanços anteriores? Por pôr em campo jogadores como Miguel Lopes e Rojo, cujas presenças na 2ª Liga estariam mais a carácter com as suas qualidades? Em que é que este professor, não sei de quê, é melhor que o Vercauteren, que o Domingos, que o Sá Pinto?", interrogava-se o João Paulo Palha.

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