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És a nossa Fé!

Os nossos comentadores merecem ser citados

«Devia ter entrado o Vitor para o lugar do André Martins. Ainda por cima o Montero estava em dia não e não fez como em outros jogos anteriores, em que recuava um pouco no terreno para compensar a saída do André. Ficou ali um grande buraco entre os dois médios defensivos e os avançados. No sítio do estádio onde eu estava, via-se mesmo bem. Uma pena realmente. Mas fizemos o suficiente para merecer a vitória. Foi uma arbitragem vergonhosa.»

Paulo Pereira, neste texto do Duarte Fonseca

Faz hoje um ano

 

Há precisamente um ano vivíamos no Sporting a quadra natalícia mais amarga de que todos nos lembrávamos alguma vez. Com apenas quatro vitórias em 21 jogos disputados até esse momento e mais derrotas do que vitórias em todas as competições, excepto a Taça da Liga (um jogo, um empate). Tínhamos sido eliminados da Taça de Portugal pelo Moreirense e da Liga Europa ainda na fase de grupos, competindo com Genk, Basileia e Videoton.

À 12ª jornada do campeonato nacional de futebol, seguíamos a 20 pontos do Benfica, que liderava. E estávamos só dois pontos acima dos lugares que habitualmente condenam os clubes à despromoção.

Vitórias no campeonato? Apenas duas - contra Gil Vicente e Braga. E ambas pela margem mínima. Se o campeonato português fosse o espanhol, estaríamos então a disputar a última posição (20ª) com o Deportivo da Corunha.

 

"Esta Direcção foi eleita no pressuposto de um projecto para o futebol profissional que incluía Luís Duque, Carlos Freitas e Domingos Paciência e que já não existe. Três treinadores e meio depois, e depois do pior desempenho de que há memória da equipa, é simplesmente inevitável que os sócios sejam chamados a pronunciar-se sobre a sua continuação", concluía o António Figueira. Dando expressão ao que pensavam muitos sócios e adeptos do Sporting, reagindo aos sucessivos desaires no futebol profissional.

 

Valia-nos, naquele dia 27 de Dezembro de 2012, o balanço extremamente positivo do nosso futsal. Nesta modalidade, o ano terminava da melhor maneira para o Sporting: 11 vitórias em 11 jogos, 63 golos marcados e só quatro sofridos. "Parabéns à equipa técnica e aos jogadores pela dedicação e entrega notórias em todos os jogos", destacava muito a propósito o Eduardo Hilário. Miguel Albuquerque, o responsável leonino pelo futsal, merecia elogios por conseguir remar contra a maré dos maus resultados.

Estatísticas que nos fazem sorrir (ainda mais)

"O Sporting à frente do campeonato neste período é uma proeza rara. Tão rara quanto a história do campeonato nacional ter 79 anos e só em 15 o Sporting ter passado a quadra natalícia na liderança. Agora 16."

A Bola, 22 de Dezembro

 

"Dessas 15 do passado, em 13 os leões foram campeões no final, a última em 2001/02, estava Boloni no comando técnico."

Idem

 

"Os leões têm 33 pontos à 14ª jornada. Na época passada chegaram a esse número à 25ª ronda."

Record, 22 de Dezembro

 

"Rui Patrício conseguiu bater um recorde pessoal no campeonato: somou o quinto jogo consecutivo sem sofrer golos, superando o anterior máximo, em 2009/10, com quatro jogos seguidos sem consentir golos aos adversários."

O Jogo, 22 de Dezembro

Faz hoje um ano

 

Passava o Natal, mas o sentido de humor mantinha-se por cá. Como era bem visível neste diálogo que aqui nos trouxe o João Severino a 26 de Dezembro de 2012, imaginando um bate-papo entre dois sportinguistas.

Dizia um: "Que chatice, não tivemos prendas nenhumas!". Retorquia o outro: "Bolas, meu! Queres melhores prendas que o Elias, o Izmailov, o Labyad, o Pranjic e o Boulahrouz?"

Os prognósticos passaram ao lado

Foram muitos os prognósticos, mas nenhum acertou no desfecho do Sporting-Nacional. Graças ao senhor Manuel Mota, que invalidou o golo limpo de Slimani. Se não fosse a manifesta incompetência do homem do apito, o vencedor deste desafio semanal do És a nossa Fé teria sido o leitor Bruno Cardoso, que costuma revelar boa pontaria.

Retomaremos o passatempo após o Natal, na antevisão do encontro contra o Estoril. Mas para já a nossa prioridade máxima são as azevias e as rabanadas. Boas Festas a todos.

Humanismo

O humanismo é coisa mais linda da nossa civilização. Se não defendessemos o humanismo poderíamos, por exemplo, desejar para aquele ser abjecto que fez de apitador em Alvalade, passado Sábado, que saísse do estádio empalado num espeto muito aguçado, capaz de lhe entrar por onde lhe saem as ideias e sair por onde ele cospe. Mas não lhe desejamos nada disso, porque somos todos humanistas.

Aliás devemos dar-lhe os parabéns pela missão cumprida a rigor. O escândalo foi longe de mais, a brincadeira não poderia continuar. Em vésperas de um benfica-porto para decidir o título a sério, haveria lá agora de se imiscuir um penetra na contenda? Aquele que eventualmente perder o jogo da próxima jornada ficaria um bocadinho atrasado, o que não pode ser, mais vale prevenir que remediar. Daqui para a frente vai ser assim, veio foi tarde...

Para avivar a memória das virgens ofendidas

Luís Filipe Vieira, 2 de Março de 2012:

"O senhor Pedro Proença presta um grande favor ao Benfica se não apitar mais nenhum jogo do Benfica."

 

Pinto da Costa, 22 de Abril de 2013:

"Agora, os árbitros podem pôr as leis no bolso e não as aplicar. Foi uma 'excelente' arbitragem [de João Capela], este árbitro vai ter, de certeza, muito futuro."

 

Pinto da Costa, 28 de Setembro de 2013:

"O árbitro [Bruno Esteves] não viu nada, os delegados não viram nada, o coordenador não viu nada. Apetece-me dizer que aquele foi o dia do invisual. O meu Dragão [cão] que, coitadinho, está cego, podia ter sido delegado a esse jogo porque não via nada também."

 

Luís Filipe Vieira, 29 de Setembro de 2013:

"O árbitro [Jorge Tavares] ou é cego ou não tem competência."

Os melhores também erram...

... e na minha opinião Leonardo Jardim errou em dois momentos no jogo de sábado.

Primeiro momento, na substituição de André Martins. Deveria ter entrado Vítor. Teria garantido que não se alterava a qualidade de posse da equipa e não sacrificava fisicamente os dois médios que ficaram em campo (Adrien contribuiu muito pouco ofensivamente nos 15 minutos finais porque estava completamente exausto). A qualidade de jogo da primeira parte foi muito superior à da segunda, essencialmente por termos tido a capacidade da posse, perdida quando ficaram somente duas unidades, contra três do Nacional, no meio campo.

Segundo momento, na colocação dos extremos após a entrada de Slimani. Capel na direita e Carrillo na esquerda pode resultar, na habitual táctica de 4-3-3, em que se pede aos extremos que joguem interiormente (apesar de continuar a considerar que Capel é o pior extremo do Sporting e que a posição de extremo é a única que necessita de ser reforçada em Janeiro) e quando se tem um médio mais ofensivo com quem tabelar nessas zonas interiores. A partir do momento em que se altera o modelo de jogo para um 4-4-2 apostando-se em dois avançados não faz sentido manter os extremos no lado contrário ao do seu pé preferencial. A lógica passa a ser o jogo exterior e não o jogo interior e Leonardo Jardim só colocou Capel na esquerda e Carrillo na direita aos 60 minutos. Desperdiçámos os 15 minutos de jogo em que deveríamos ter entrado a todo o gás. Curiosamente o lance do golo mal anulado surge alguns minutos após esta troca.

 

Não obstante este considerando, tivesse o árbitro sido isento e teríamos ganho o jogo. Provavelmente, por mais que um golo de diferença.

 

Acredito que vamos manter a personalidade, continuar a lutar por um lugar digno e manter a qualidade de jogo apresentada até agora.

Faz hoje um ano

 

Em tempo natalício, mudança de estratégia no Sporting: depois das contratações milionárias que não produziram resultados, o novo manager do clube anunciava uma "aposta forte" na formação, com reflexos na constituição do onze-base. A equipa seguia em nono lugar no campeonato, com apenas 15 pontos.

Jesualdo Ferreira, recém-entrado em cena, assumia-se assim sem rodeios como o homem-forte do futebol leonino, garantindo que "os melhores jogadores" permaneceriam na equipa desde que o quisessem. O que contrariava insistentes rumores sobre a iminente transferência de Rui Patrício, o mais idolatrado da nossa equipa.

"Titular inquestionável da selecção nacional, com apenas 24 anos, Rui Patrício brilhará certamente no Mundial de 2014, apenas daqui a um ano e meio (partindo do princípio que Portugal conseguirá o apuramento para o maior palco da modalidade). Deve evitar-se a repetição do erro cometido com a transferência de João Pereira para o Valência escassas semanas antes de ter sido titular na ala direita da selecção no Europeu deste ano, em que Portugal revelou óptima prestação e exibiu um dos onze mais bem cotados", alertei aqui, perante esse cenário.

 

Mas o dia informativo, a 23 de Dezembro de 2012, era dominado por uma polémica entrevista de Eduardo Barroso ao jornal A Bola. "Vercauteren já foi despedido e não sabe", dizia o presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sporting nessa entrevista, que deu muito que falar pelas declarações contundentes do cirurgião. Eis uma delas: "No lugar de Godinho Lopes demitia-me."

Mas a frase mais significativa era a que surgia na manchete do jornal. Barroso - que para o Pedro Quartin Graça era "parte do problema" - garantia que os sócios iriam mesmo ser ouvidos sobre o destino do clube: "Isso já é irreversível."

"Guerra civil", como admitia o José Manuel Barroso? O certo é que vinha aí uma Assembleia Geral extraordinária.

Devia ter sido validado o golo

Pedro Henriques, Contragolpe, TVI 24:

"Vamos à biomecânica. Nós temos uma coisa chamada centro de gravidade, mais ou menos situado a meio do corpo. Quando um jogador empurra nas costas o seu adversário, este, se cair, cai para a frente. Reparem como cai o Miguel [defesa do Nacional]: de costas. Ora um jogador que é empurrado não pode cair de costas como ele caiu. (...) Aceito que haja ali um momento de contacto, mas tenho muitas dúvidas de que esse contacto seja suficiente para desequilibrar. Não houve falta. Devia ter sido validado o golo."

 

Jorge Gabriel, Trio d' Ataque, RTP informação:

"Um toque nas costas de um defesa do Nacional provocou-lhe flic-flacs à retaguarda. O jogador, depois de sentir a mão, deixa-se cair e depois atira-se de forma aparatosa para o relvado, o que é absolutamente caricato."

 

Eládio Paramés, Contragolpe, TVI 24:

"Não é falta. O golo devia ter sido validado. O contacto é uma coisa tão ligeira, tão normal, tão corrente hoje num jogo de futebol que estranho a marcação daquela falta. Aliás o comportamento da equipa de arbitragem durante o jogo pareceu-me bastante negativo. Foi uma má arbitragem."

 

Manuel Fernandes, Play-Off, SIC Notícias:

"Aquele golo limpinho e bonito que resulta de um bom cabeceamento de Slimani não podia ser anulado em parte nenhuma do mundo. Se ele está a arbitrar à inglesa, em Inglaterra ninguém anula um golo daqueles em nenhum momento."

 

Pedro Sousa, Contragolpe, TVI 24:

"O Manuel Mota, em 14 jornadas, tem cinco nomeações. Mas o mais interessante é que este árbitro não-internacional, de segunda linha, apita quatro vezes os grandes em cinco nomeações: o Benfica na Amoreira, o Benfica em Vila do Conde, o Porto em Belém - com um erro grave no Belenenses-FC Porto - e este agora. Não deixa de ser curioso. Não percebo estes critérios de nomeações do Vítor Pereira."

 

Rui Sinel de Cordes, Contragolpe, TVI 24:

"É claro que o golo devia ter sido validado."

 

Miguel Guedes, Trio d' Ataque, RTP informação:

"Do meu ponto de vista, não há falta do Slimani sobre o Miguel."

 

Rui Pedro Brás, Contragolpe, TVI 24:

"Estamos todos de acordo: Slimani não fez falta. O golo devia ter sido validado."

 

Manuel Fernandes, Play-Off, SIC Notícias:

"Aquela entrada violentíssima sobre o Jefferson é cartão vermelho directo em qualquer parte do mundo."

Cartão vermelho para o árbitro Mota

 

"Manuel Mota anulou um golo que pareceu regular de Slimani, aos 65 minutos."

António Tadeia, Record

 

"A falta assinalada a Slimani não se justifica."

Jorge Coroado, O Jogo

 

"Os sportinguistas entenderão - e com aceitáveis razões - que Slimani marcou um golo limpo, que teria dado os três pontos essenciais à manutenção do primeiro lugar isolado. Não foi esse o entendimento de Manuel Mota, um árbitro de qualidade insuficiente."

Vítor Serpa, A Bola

 

"Antes do golo anulado a Sllimani, Montero empurrou Marçal e o juiz ignorou. Depois, apesar do argelino tocar em Miguel Rodrigues, não dá ideia de o ter feito de forma irregular."

Luís Avelãs, Record

 

"Montero usa os braços, mas não derruba Marçal nem o tira da jogada, e Slimani, ao saltar, não empurra o seu adversário; apenas tem um ligeiro contacto com Miguel Rodrigues, mas não o tira da jogada nem o desequilibra."

Pedro Henriques, O Jogo

 

"O golo de Slimani foi anulado, para irritação da plateia. Polémica, claro. Não houve falta de Slimani."

Miguel Cardoso Pereira, A Bola

 

"No primeiro tempo [Manuel Mota] deixou passar em claro lances perigosos sem apitar."

António Tadeia, Record

 

"No lance mais vistoso, [Manuel Mota] decidiu erradamente."

Jorge Coroado, O Jogo

 

"Slimani dá passo atrás e cabeceia para o golo, nas costas de Miguel Rodrigues. Slimani não faz falta."

Pedro Figueiredo, A Bola

Aviso claro

A arbitragem de Manuel Mota e seus hábeis auxiliares - pelos erros cometidos, pela dualidade de critérios, pelo que deixou fazer de anti-jogo e de jogadas violentas, pela profusão de cartões amarelos a jogadores nossos, o golo invalidado - enchem-me de receio. Penso que a corporação dos árbitros, e o poder repartido que os nossos dois rivais detêm na comissão de arbitragem, nos fez um aviso claro: «não pensem que vai ser fácil, contem connosco!». Os truques permitidos e as vantagens dados ao adversário transformaram, apenas, o tradicional em produto sofisticado. A malha grosseira em renda de bilros. O 'de sempre' reapareceu. É um aviso sério. «Estamos aqui», disseram eles. Vigilantes, como habitualmente. Manuel Mota merecia o prémio de «homem do jogo». Sei que valho pouco, mas votei nele.

Faz hoje um ano

 

Acentuavam-se os rumores sobre a partida iminente de Vercauteren, fundamentados numa notícia do diário Record, muito próximo do Conselho Directivo do Sporting. Apesar de o presidente Godinho Lopes ter garantido dias antes que o treinador belga não tinha "lugar em risco".

A temporada 2012/13 arrancara com o maior investimento de sempre no futebol. Mas naquele dia 22 de Dezembro de 2012 a realidade era bem diferente das promessas feitas pelos responsáveis leoninos: o pior arranque de uma época futebolística, despedida prematura de três das quatro competições do ano, Liga dos Campeões já (ante)vista por um canudo, crise financeira aliada à crise desportiva, incapacidade de manter uma equipa técnica, incapacidade de fixar um onze-base em campo, contínua depreciação dos nossos jogadores no mercado.

 

Havia ainda, em certos blogues, quem procurasse falar em "normalidade". Mas no Sporting daquele tempo, faz agora um ano, nada havia de normal.

Não era normal termos sido afastados da luta pela liderança do campeonato, estarmos fora da Taça e das competições europeias muito antes do Natal.
Não era normal estarmos muito abaixo não só do Braga mas também do Rio Ave (que nos ganhara em casa) e do Paços de Ferreira.
Não era normal termos perdido duas vezes contra o Moreirense.
Não era normal não termos ganho um só jogo por mais de um golo de diferença quando iam decorridas 12 jornadas do campeonato.
Não era normal termos começado a época com um treinador, depois ter vindo outro, depois mais outro e então já se pré-anunciar outro.

 

O que me levou a escrever isto nessa mesma data: "Um clube tecnicamente falido ainda hoje paga o salário do treinador que viria "reconduzir o clube aos triunfos" (solene promessa presidencial na campanha de 2011) e foi sumariamente despachado há dez meses "por falta de resultados desportivos" numa altura em que a equipa ainda podia ganhar tudo, excepto a Taça Lucílio Batista (a única a que, por ironia, hoje podemos aspirar). O homem que, à falta de vitórias e troféus, nada mais tem a oferecer aos sportinguistas senão palavras desdiz hoje o que disse ontem. E desdirá amanhã o que hoje diz. Afirma este homem que no primeiro ano do mandato conseguiu mobilizar e unir os sportinguistas. É verdade, mobilizou-nos - para derrotas."

Rescaldo do jogo de hoje

 

Gostei

 

De ver o estádio quase cheio. Éramos mais de 38 mil nas bancadas de Alvalade - a segunda maior assistência até agora no campeonato. A puxar pela equipa do princípio ao fim neste jogo contra o Nacional.

 

De Adrien. Ganhou todos os lances disputados no meio-campo. De uma eficácia impressionante na recuperação de bolas e de uma precisão milimétrica a distribuí-las. Conquistou já, por mérito próprio, direito ao passaporte para o Mundial do Brasil. É impensável que Paulo Bento não aposte nele.

 

De William Carvalho. Os adjectivos banalizam-se ao analisar cada prestação deste grande jogador. Dá gosto vê-lo jogar: nunca desiste de um lance. Parece que a bola se lhe cola aos pés. Trava como nenhum outro as ofensivas adversárias e revela classe indiscutível na construção do ataque leonino, tanto no passe curto como no passe longo.

 

Da exibição de Cédric. Incansável, soube desequilibrar sempre na sua ala. E fez uma assistência primorosa para o golo de Slimani, anulado pelo árbitro por razões que a razão desconhece.

 

De ver Slimani jogar 45 minutos. Fez bem Leonardo Jardim em dar mais tempo de jogo ao internacional argelino, embora de algum modo forçado pela lesão de André Martins. Oito minutos depois de entrar em campo, o avançado fez o remate mais perigoso do Sporting até àquele momento. E 20 minutos após a entrada marcou um golo que o árbitro decidiu anular, roubando dois pontos à nossa equipa. As imagens televisivas confirmam: não houve falta alguma.

 

Da primeira parte de Carrillo. Fintou, centrou, serviu os colegas, apoiou a defesa - com apontamentos brilhantes na ala esquerda. Fez uma segunda parte muito mais discreta, dando lugar a Wilson Eduardo aos 67', à beira da exaustão.

 

Que o Sporting tenha mantido a liderança do campeonato, embora agora igualado em pontos com FCP e SLB. Este será um Natal mais saboroso para todos nós.

 

 

Não gostei

 

Do árbitro. Manuel Mota, que veio de Braga, anulou vários ataques do Sporting por fora-de-jogo inexistente, sobretudo na primeira meia hora. Fez vista grossa a diversas acções violentas dos madeirenses contra os nossos jogadores, deixando impune uma agressão a Jefferson e duas faltas sobre Carrillo à margem das leis do jogo. E aos 65' invalidou um golo limpo de Slimani por alegada falta que só ele e o técnico do Nacional viram. Assim se estraga um bom espectáculo e se desvirtua (ainda mais) a verdade desportiva.

 

Do antijogo do Nacional. Os jogadores treinados por Manuel Machado demoraram uma eternidade a repor a bola em jogo, começando pelo guarda-redes nos pontapés de baliza e continuando em todos quantos fizeram lançamentos pela linha lateral. Sem que nenhum tenha sido alguma vez advertido pelo árbitro.

 

Do empate. O terceiro do Sporting em casa neste campeonato. Com o árbitro a impedir a nossa vitória, tal como já havia sucedido com o Rio Ave, revelando-se nesta matéria um digno continuador de Carlos Xistra.

 

Da exibição apagada de Capel. O andaluz costuma fazer a diferença, pela positiva. Mas desta vez não conseguiu libertar-se das teias que lhe foram lançadas pela defesa madeirense.

 

Da lesão de André Martins. Só espero que não seja grave.

 

Foto minha, esta noite, durante o jogo

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