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És a nossa Fé!

Ainda o presidente de roxo. E as meias, as meias é que me importavam

Já sabia que o equipamento alternativo era ainda pior que o da época passada, já tinha lido e ouvido comentários com a mesma opinião que eu, e por isso quando no dia da apresentação vi Bruno de Carvalho equipado de roxo, o que me ocorreu foi que estava a mostrar que ok, é roxo, mas não morde. E não. Como alguém disse já nos comentários, o número 12 foi intencional (como é sempre que não é um jogador a usá-lo), e está mais que no sentido que tem sido dado às acções do presidente, é óbvio. A ideia é reaproximar os sócios e não o oposto. Não adianta tentar encontrar polémica em cada passo que der, já há quem o faça por nós. Faz tudo parte mas não vejo de que serve fazê-loque traz isso de bom ao Sporting.

Num passado bem recente senti vergonha de atitudes de dirigentes do Sporting, com o Bruno de Carvalho ainda não se deu o caso. Está a querer fazer-se dele uma pessoa sem noção e não o tenho nessa conta. Não vi uma atitude ridícula, não vi nada de extraordinário. O circo que se faz em volta, vende jornais, já é habitual e não lhe ligo. Argumentar que nenhum dos rivais o fez antes é andar no sentido contrário do que se pretende. 

 

A mim o que aborrece mesmo nisto dos equipamentos, é as meias não serem de riscas. Mas isto sou eu. Não me interpretem mal, gosto muito de equipamento com calções e meias pretos, mas as do Sporting para mim são de riscas de cima a baixo.

Adiante, interessam resultados que bem são precisos.  

Boa sorte, Bruma

Parece cada vez mais certo que Bruma irá deixar o Sporting. As declarações do seu advogado, estranhamente o seu empresário desapareceu de cena, indicam-nos que é quase impossível haver qualquer tipo de acordo entre o Sporting e o jogador. Era bom que me enganasse.

Bruma será provavelmente, assim o espero, mais uma grande estrela saída da nossa academia. O passo que está prestes a dar, depois de ter apenas efectuado alguns jogos na equipa principal do Sporting, é arriscado, muito arriscado mesmo. Estamos perante um jogador de dezoito anos, apenas. Sem qualquer tipo de experiência ou qualquer maturidade para enfrentar os desafios que vai ter. O factor financeiro será, mais uma vez, decisivo na transferência de um jogador ainda em plena formação. Alguns que o rodeiam irão ter a sua quota parte no bolo. Resta saber se Bruma conseguirá manter o nível que lhe augura um futuro risonho.

Plantel de Futebol 2013/2014

Para mim, este seria o plantel na próxima temporada (juventude e qualidade):

 

Guarda-Redes:

 

Rui Patrício                                                                                                          

Marcelo Boeck                                                                                                    

Vítor Golas 

 

D. Esquerdo:            D. Direito:                 Centrais:                               

                                 

Jefferson                  Miguel Lopes            Maurício

Rojo                         Cédric                      Ilori

                                                                Nuno Reis

                                                                Dier   

 

Médio Centro:     

 

João Mário

Schaars

Rinaudo

                                                                        

 

Ala Esquerda:             Ala Direita:         Médio Ofensivo:

 

Diogo Salomão            Carrillo              André Martins 

Capel                          Bruma                Labyad

Wilson Eduardo           Viola                  André Santos   

 

 

Ponta de Lança:                                               

 

Cissé

Montero                                                                                             

 

 

Jogadores como Rojo, Dier, Wilson Eduardo, Carrillo e Viola são úteis devido à sua polivalência.   

 

Saudações Leoninas

Ridículo

Não me lembro de nenhuma apresentação do Sporting, muito menos de Porto ou Benfica, em que o Presidente tenha ido para o campo equipado como um jogador, feito pose para a foto, e andado a fazer uns remates e distribuir bolas aos adeptos.

Aprecio o toque de "adepto" que Bruno de Carvalho tem imprimido nas suas funções de Presidente, restaurando uma proximidade com os adeptos sportinguistas perdida nos últimos anos.

No entanto, há limites para tudo, e neste caso particular da apresentação das camisolas e primeiro treino aberto em Alvalade, considero que o Presidente excedeu-se.

A capa da A'Bola de hoje é o must do ridículo em que o Presidente do Sporting se colocou.

O bom exemplo de José Couceiro

 

«Temos de nos unir porque se trata de uma questão de sobrevivência.»

José Couceiro, 15 de Março

 

Apetece-me dizer a alguns sportinguistas: ponham os olhos em José Couceiro. Fez uma digna campanha eleitoral, sufragada por quase 40 por cento dos sócios, sem escamotear as enormes dificuldades existentes nesta nova etapa da vida do Sporting. E retirou as devidas ilações dessa derrota: não organizou claques nem mobilizou descontentes contra a nova direcção. Ninguém o viu pavonear-se nas parangonas dos jornais em ataques aos legítimos titulares dos órgãos sociais do clube. Mal foram contabilizados os votos, deixou bem claro o seu pensamento nesta matéria: «O Sporting não precisa de oposições internas.»

Não se limitou a falar: procedeu também dessa forma, adequando as palavras aos actos. E no domingo participou, como outro sócio qualquer, na assembleia geral que viabilizou por esmagadora maioria o plano de reestruturação financeira apresentado por Bruno de Carvalho. Demonstrando também deste modo que ele será sempre parte da solução e nunca parte do problema.

Precisamente ao contrário de outros que utilizaram o nome de Couceiro como arma de arremesso contra o actual presidente e são incapazes de lhe seguir o exemplo. Comportando-se como se a campanha eleitoral ainda decorresse e preferindo pronunciar-se nas redes sociais enquanto viram costas à assembleia geral do clube, que é o "parlamento" de todos os sportinguistas.

Por tudo isto, cada vez mais me apetece apontar o exemplo de José Couceiro. Foi um adversário leal em campanha, aceitou com galhardia o veredicto das urnas, cumpre o que prometeu ao rejeitar a manutenção de oposições internas, comporta-se com a noção clara de que a unidade é condição indispensável para a sobrevivência do clube.

Em suma, um verdadeiro sportinguista.

Rugidos vários

1. Como temia, as camisolas oficiais para a temporada 2013/2014 não entusiasmam. É certo que a camisola principal melhorou ligeiramente, ainda que continue sem perceber porque é que o fundo do patrocínio tem de ser “preto” e não verde como acontece com a camisola do futsal. Já quanto à camisola alternativa, no comments.

 

2. Na entrevista que deu no último fim-de-semana ao Record, Jesualdo Ferreira voltou a referir-se com saudade aos tempos em que esteve no Sporting, renovando o facto de guardar na sua memória o carinho que a massa associativa teve para consigo.

Por várias vezes aqui registei o meu apreço por Jesualdo Ferreira, e registo agora, na primeira grande entrevista que deu pós-Sporting, o facto de se ter referido ao Clube com elevação. Quando muitos pensavam que o homem poderia destilar veneno sobre Bruno de Carvalho, mal tivesse a oportunidade, a verdade é que isso não veio a suceder.

Perdemos um grande treinador, mas ganhámos um grande adepto.

 

3. Não tenho perdido muito tempo com a novela Bruma.

Quando era miúdo, adorava o Figo e vivi intensamente aqueles meses em que ele dizia que gostava muito do Sporting, mas tardava em renovar, até que à última acabou por assinar pelo Barcelona. Foi a minha primeira grande desilusão desportiva, e que serviu de baptismo para as novelas seguintes com outros craques. Por isso, quando Bruma diz que ama o Sporting e quer ficar, tal intenção pode animar muito adepto, mas enquanto não for oficializada...

 

4. Como grande adepto do ciclismo, e em particular do Tour, apesar dos escândalos todos, tenho pena de nunca ter visto uma equipa de ciclismo do Sporting. Nos últimos anos, pergunto-me porque é que o Sporting não se associa a uma equipa de ciclismo local, emprestando o seu nome. Sem qualquer custo financeiro relevante. 

Ganhava o clube, que transportava o seu nome pelo País fora e reforçava o ecletismo. Ganhava a equipa de ciclismo, que puxava mais adeptos à estrada, fora a visibilidade.

Ler os outros

Alberto do Rosário, no Record: «Da bruma em que, nos últimos anos, se embrulhou o Sporting e com dirigentes que não enxergavam um metro à frente dos olhos, emergiram do nevoeiro muitos casos, mas o de Bruma é de loucos. Jesualdo Ferreira poisou, com requinte, a cereja no topo do bolo ao afirmar que Bruma iria ser um atleta de elite. Jesualdo, então gestor do futebol do clube, acreditou no enorme potencial de Bruma e lançou-o na equipa principal. Esteve perfeito como treinador mas foi um desastre como dirigente, pois não ficaram minimamente acautelados os interesses do Sporting. E Bruma não foi caso único. Relevar a irresponsabilidade dos dirigentes já é peditório esgotado, porque, pelo que se vai conhecendo, em Alvalade não estava sediado um clube profissional mas uma nave de loucos.»

Mais um troféu para Scolari

 

Houve quem os considerasse imbatíveis, com manifesto exagero. Imbatíveis, os jogadores espanhóis? Pelo contrário, foram vulgarizados pela excelente selecção brasileira, que hoje (hora portuguesa) se sagrou vencedora da Taça das Confederações, no mítico palco do Maracanã. A tal ponto que no último quarto de hora já se arrastavam em campo, aguardando penosamente o apito final.

Para mim, que torcia pelos brasileiros, foi uma excelente forma de começar a semana. Neymar, Paulinho, Fred, Óscar, Júlio César, David Luiz e tutti quanti deram a quem os acompanhava em todo o mundo uma lição de futebol. E desde logo uma lição táctica, no confronto entre os dois técnicos - Luiz Felipe Scolari e Vicente del Bosque: enquanto o espanhol insistia no esquema de sempre, concentrando jogadores no centro do relvado, o brasileiro ordenava aos seus pupilos o preenchimento constante das alas, onde dominaram do princípio ao fim, faziam movimentar a bola a uma velocidade estonteante e subiam em bloco cada vez que os campeões do mundo cediam um só palmo de terreno.

Ao ver este concludente triunfo, que coloca o Brasil na pole position dos vencedores do próximo Mundial, lembrei-me de um passado recente. Em Outubro, circulou na imprensa a hipótese de Godinho Lopes contratar Scolari para treinador do Sporting. Logo surgiram dezenas de sportinguistas a insurgir-se contra este cenário, alegando que o campeão do mundo de 2002, seminafinalista do Europeu de 2004 e semifinalista do Mundial de 2006 não tinha qualidade nem categoria para treinar o nosso clube. Aconteceu tantas vezes no passado, continua a acontecer: teimamos em recusar alguns dos melhores profissionais do futebol com argumentos que não resistem a dois segundos da mais elementar lógica.

Claro que tudo não passou de cenário. Scolari, talvez o mais popular treinador de sempre em Portugal, custava demasiado aos cofres leoninos para ser encarado como hipótese séria. Quem lucrou com isso foi a selecção brasileira, para onde entrou como sucessor do contestado Mano Menezes.

E logo se viu a diferença.

Quando começaremos finalmente a conceder mérito a quem merece?

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