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És a nossa Fé!

Bruno de Carvalho, presidente

Um sonho de menino, um projeto de vida, um trabalho ciclópico, um Sporting dividido e frágil - passado e futuro. Uma responsabilidade imensa. Até Julho, estado de graça. Primeira reação do novo presidente: comedida, palavras sensatas. Reação de Couceiro: sportinguismo. Reação de Severino: «ponho tudo do meu programa ao serviço do Sporting» - bonito e que pena não ter sido assim sempre. Um presidente para todos os sportinguistas e para todo o Sporting. Bruno de Carvalho sabe bem que isso vai ser vital. Parabens.

O sampaismo (ainda) ataca

O sócio Jorge Sampaio a dizer coisas primárias às tv's. Acho que, com esse programa, ele se deveria ter candidatado nas eleições de ontem. Todos os tiques e truques do sampaísmo politico de 2004 em versão 'sportive' em 2013: aproveitar momentos de fragilidade para propiciar o poder ao partido amigo. A família sabe-a toda. Copiam-se uns aos outros. Alea jacta est (acho que é assim que se escreve, em latim rsrs).

Diz sair "tranquilo" mas que merecia ficar

"Saio tranquilo. Tenho pena de não ter acabado o mandato. Acho que o merecia: era a forma de concluir um programa que passava pela reestruturação, que era fundamental para a estabilidade do Sporting. Acredito que o futuro me fará justiça."

Palavras de Godinho Lopes, esta manhã, pouco depois de votar em Alvalade.

Palavras que bastam para definir quem as proferiu.

Palavras que merecem alguma reflexão: chega sempre o momento em que temos o direito - e até o dever - de dizer nunca mais.

Perguntas para fazer antes de votar

Em que candidato mais confio?

 

Qual deles amará mais o Sporting?

 

Quem tem uma equipa mais completa?

 

Quem tem mais capacidade de liderança?

 

Quem merece mais ter uma oportunidade?

 

Quem pode ser mais eficaz perante os adversários?

 

Quem parece mais indicado para levantar o nosso clube?

 

Qual deles faz mais parte da solução do que do problema?

 

O novo Presidente

Estamos a poucas horas da eleição daquele que poderá ser o presidente com mais responsabilidades no Sporting. Quem for escolhido terá pela frente a tarefa mais árdua dos últimos 20/30 anos: recuperar um clube que está em falência, com dívidas astronómicas que vão impedir e condicionar qualquer acção.

Seja José Couceiro ou Bruno de Carvalho o escolhido, a gestão nunca poderá ser muito diferente. Vamos esperar que consigam ultrapassar a fase mais negra da história do Sporting.

Abecedário do debate de ontem

 

ALVERCA. Com José Couceiro ao leme, o Alverca "desceu de divisão". Frase proferida por Bruno de Carvalho, que jogou mais ao ataque no debate de ontem à noite, na RTP informação, do que fizera no anterior, realizado nos estúdios da SIC Notícias. Não só ele: Carlos Severino e José Couceiro fizeram o mesmo. 

 

BARBOSA. Foi uma das escassas novidades do debate: se for eleito, Couceiro terá Pedro Barbosa como seu braço direito para o futebol, nas funções de director desportivo.

 

CRUYFF. Carlos Severino invocou demasiadas vezes o nome de Cruyff - uma das lendas do futebol - para caucionar a sua candidatura. Falou com tanto exagero que não evitou sorrisos irónicos dos antagonistas.

 

DEBATE. Foi o segundo e último desta campanha. Lamentavelmente, não houve nenhum debate televisivo em sinal aberto. Soube a pouco.

 

EMPRESÁRIO. "Eu sei porque é que o José Couceiro não fala do Izmailov. Porque o empresário do Izmailov é o mesmo empresário do José Couceiro para a Rússia, é aquele que o poderia colocar lá novamente." Uma acusação de Severino que ficou por demonstrar. O remate saiu-lhe ao lado. 

 

FINANÇAS. Couceiro não tem um responsável financeiro na sua lista eleitoral porque diz confiar nos dois que já trabalham no Sporting. Custa a crer.

 

'GAFFE'. O candidato da lista C, ex-treinador no Dragão, queria dizer "Sporting" e disse "Porto". Foi a maior gaffe deste debate.

 

HELDER. O moderador foi o jornalista Helder Conduto. Suscitou a acutilância que o momento televisivo exigia, mas lutou sempre contra o tempo: o debate devia ter durado mais meia hora.

 

INCOMPETENTE. Quando o debate aqueceu, já na recta final, Carvalho chamou incompetente a Couceiro. Esta mensagem não cola com outra, já confirmada pelo mais jovem dos três candidatos, que em 2011 convidou Couceiro a integrar a sua equipa: ninguém convida um incompetente.

 

 

JESUALDO. Se forem eleitos, Bruno de Carvalho e José Couceiro manterão Jesualdo Ferreira como treinador da equipa principal de futebol. Severino tem outra preferência: Jorge Jesus. Se não for agora, pode ser daqui a três anos. E também começa por J.

 

KO. Não houve. Mas Carvalho ganhou aos pontos. Repetindo a vitória tangencial do primeiro debate.

 

LOBO. Pela segunda vez, Bruno aludiu a Luís Freitas Lobo como elemento da estrutura do futebol em Alvalde. Faltou-lhe especificar em que função concreta.

 

MODALIDADES. Tal como no outro debate, falou-se na recuperação das modalidades. Ciclismo, hóquei em patins e voleibol. Passar das palavras aos actos é um dos principais desafios da próxima direcção nesta matéria.

 

NERVOS. Severino voltou a ser o mais nervoso dos três, como já tinha sucedido no debate anterior. E, a certa altura, conseguiu enervar Couceiro. Carvalho foi o mais sereno.

 

OPORTUNISTA. Foi um dos epítetos com que Severino brindou Couceiro. Não havia necessidade de vermos um debate descambar para algo que copia o pior da política. Mas este descambou mesmo.

 

PRESIDENCIÁVEL. Bruno de Carvalho falou o tempo todo como se acreditasse que será eleito. Nunca pôs o verbo no condicional. Pareceu mais presidenciável do que os outros dois.

 

 

QUENTE. O debate anterior, na SIC Notícias, tinha sido morno. Este foi quente. Quase escaldante.

 

REMUNERAÇÃO. Deve o presidente do Sporting ser remunerado? Bruno de Carvalho e José Couceiro acham que sim. Só Carlos Severino está pronto a trabalhar de borla.

 

SALOMÃO. Diogo Salomão é um dos jogadores emprestados pelo Sporting que Severino mandaria regressar a Alvalade. Outros seriam Wilson Eduardo e André Santos.

 

TÍTULO. Daqui a três anos o Sporting voltará "de certeza" a ser candidato ao título, assegurou Severino. Os outros candidatos, mais prudentes, nada prometeram.

 

UNIÃO. Uma palavra que esteve ausente do debate. Mas o Sporting precisa dela, mais que nunca.

 

VENDA. "Quando entrei no Sporting, em 2011, o Izmailov estava vendido ao FC Porto, tenho documentos a comprová-lo. Fui eu quem impediu a sua venda." Foi talvez a maior revelação do debate, da boca de Couceiro. Dois anos depois, a venda consumou-se.

 

WOLFSWINKEL. "Alguém demissionário não deve fazer negócios", protestou Bruno. "Quando se tomar posse apuram-se as questões", considerou Couceiro. Carlos Severino foi mais longe: ameaçou impugnar a transferência de Wolfswinkel, anunciada a três dias do fim do mandato de Godinho Lopes.

 

XANDÃO. Ninguém falou dele. Nem fez falta no debate. Figura aqui só para preencher o X, que é sempre a letra mais complicada.

 

YAZALDE. De Yazalde também ninguém falou, claro. Esses eram outros tempos, do Sporting campeão com o inesquecível craque argentino sempre a facturar. Bruno de Carvalho gatinhava, José Couceiro era adolescente em Angola e Carlos Severino andava na tropa. Nenhum deles sonhava concorrer à presidência do clube, então confiada ao recém-falecido João Rocha. Bons tempos.

 

ZERO. "Você é zero", disse Couceiro a Carvalho. Ficou-lhe mal. Por revelar nervosismo. E porque há formas muito menos deselegantes de desqualificar um adversário.

Antes das eleições

Para muitos blógueres que dizem mal de tudo, governo e oposições, é um lugar comum colocar esta BD nas vésperas de eleições políticas. É a primeira vez que o faço, e é para umas eleições do Sporting. Com apreensão.

 

As raízes do fracasso

 

Verdes Anos, uma excelente reportagem exibida ontem pela RTP - com assinatura de Alexandre Santos, Tiago Passos e Pedro Pessoa - demonstra bem as raízes do fracasso no Sporting: Inácio, que acabara de conduzir a equipa ao título após 18 anos de jejum, foi corrido pela direcção leonina, sob pressão de meia-dúzia de energúmenos. A mesma direcção, insegura e timorata, que cedeu perante o berreiro de três ou quatro basbaques filmados em directo pelas televisões aos gritos "Mourinho nunca!" Segundo o mesmo documentário, aquele que muitos consideram o melhor treinador do mundo terá estado duas horas ao leme da equipa leonina - o que talvez mereça figurar num recorde do livro Guinness.

Despedido no mesmo dia em que foi recrutado para Alvalade, e rumando de imediato a outros destinos onde souberam reconhecer-lhe valor, também José Mourinho experimentou na pele o desgoverno errante da barca sportinguista. Não sei se escreva banca em vez de barca, mas o resultado é o mesmo: quase década e meia de pesadelo. Pela cupidez danosa de alguns, pela incompetente gestão de muitos e pela confrangedora mediocridade de quase todos quantos ascenderam ao poder no clube ao longo deste período negro. Mas também pela cegueira de tantos adeptos, pelo fanatismo inepto da chamada "voz da rua", bem simbolizada naqueles gritos estridentes "Mourinho nunca!"

Quem berrava assim naquela conferência de imprensa tristemente memorável, espumando de ódio contra o mérito alheio perante o embaraço frustre de Luís Duque, dizia afinal pretender um Sporting para sempre arredado dos títulos e das glórias passadas, condenando à presente irrelevância competitiva e ao descalabro financeiro o clube português que ainda mais triunfa no campeonato do ecletismo e da formação de atletas.

Verdes Anos é um retrato fidedigno da realidade leonina - e, por extrapolação, da própria realidade nacional, onde impera uma espécie de alergia ao sucesso que Mourinho personifica. Um retrato que todos os sportinguistas devem ver e rever. Para evitarmos repetir hoje os graves erros de ontem, tão bem documentados neste filme que funciona como um murro no estômago de qualquer de nós.

 

Também aqui 

O ponta de lança dos credores

Se for verdade que Godinho Lopes se demitiu de presidente do Sporting para ser gestor dos interesses dos credores (foi nisto que este homem se tornou),  então tem de fazer o favor de explicar uma ou duas coisas sobre o golpe que representa a venda do Wolfswinkel:

 

1 - O dinheiro servirá para pagar ordenados ou também para outras despesas? Se sim, quais?

 

2 - Os credores receberão também parte do dinheiro? Se sim, quais credores e quais verbas?

 

3 - E os avalistas? Os avalistas também são filhos de Deus, eu sei, por isso: os avalistas serão também libertados de alguns incómodos?

 

Afinal, eram 3 coisas, mas a terceira está a chatear-me: pensar que o gestor Godinho Lopes vendeu um jogador por debaixo da mesa para safar avales pessoais ou outro tipo de compromissos assumidos como ponta de lança dos credores. As dívidas são para pagar, sim senhor, mas de preferência com o dinheiro de quem deve. Não com o dinheiro dos outros. Não com o património do Sporting. Não com o nome do Sporting. Não colocando em risco a sobrevivência imediata de um clube centenário. Coveiros, há muitos; clubes centenários, nem por isso. Sporting, só há este. 

 

O próximo presidente do Sporting tem a obrigação ética de explicar tudo muito bem explicadinho sem se deixar condicionar pelos credores que passarão a ser os seus credores. É no casaco dele que andarão pendurados. Mas se tiver essa coragem, se for um sportinguista livre, terá depois de dar o passo seguinte: mandar para a justiça aquilo que for da justiça, mandar para a decisão dos sócios, aquilo que for dos sócios.

Estar dentro e estar fora

Não quero fazer aqui qualquer apelo, direto ou indireto, ao sentido do voto. Apenas me chamou à atenção um comentario à sintese do P Correia, sobre o debate de ontem, quinta. Diz esse sportinguista que o Couceiro mostrou tudo com o dizer que tem lá dentro o técnico de finanças. Não sei se ele disse isso mesmo. Mas espantou-me esse «estar dentro ou fora». Então um candidato que, por exemplo, tenha um grupo de sócios como consultores financeiros -estes «estão fora»? Os sócios do clube estão fora, se não estiverem na listas de um qualquer candidato? Que clube é este que tem adeptos que acham que um sócio «está fora», se ele não está nas listas do seu candidato? Os sócios são parte do clube e das soluções ou apenas o «fuhrer» de cada eleitor? Esta é a imagem de um certo Sporting, o que se canibaliza em guerras internas e dá achas aos adversários.

Frases do debate na RTP informação

 

CARLOS SEVERINO:

"Quando Jesualdo criticou Rui Patrício e Wolfswinkel, essa declaração desvalorizou completamente os jogadores. Resta saber com que sentido isso foi feito. Se houver vendas de jogadores, vamos impugná-las. Os direitos do Sporting têm de ser defendidos."

"Jesualdo Ferreira é o treinador de Godinho Lopes ou é treinador do Sporting? Se for treinador de Godinho Lopes, não poderei contar com ele pois sairá com Godinho Lopes."

"O meu plano B passa por um treinador que queira aceitar o meu projecto."

"Se não levar Jorge Jesus [para o Sporting] este ano, pode ser noutra altura."

"Se não fosse o Rui Patrício, nesta época provavelmente o Sporting estaria em último lugar."

"O presidente do Sporting, que está em gestão corrente, não deve estar a renovar com os jogadores. Deve deixar isso para o novo presidente."

"Os fundos ganham mais do que o clube com a venda de jogadores."

"Não vou receber um cêntimo do Sporting nem ninguém da minha lista receberá."

"Sugiro que cada um de nós apresente amanhã a sua declaração de IRS para daqui a três anos se perceber se cumprimos aquilo que estamos a dizer."

"O meu orçamento para a próxima época será, sensivelmente, de 22 milhões."

"Temos dois bancos portugueses que nos financiam com a liquidez necessária."

"Tenho um curso de gestão e de administração de empresas desportivas. Estou à-vontade: conheço bem o Sporting e o futebol português."

"Terei o Aurélio Pereira, o Manuel Fernandes, o Beto, o Nelson e o Vidigal. Ainda não falei com eles mas conto com eles."

"Não terei um director desportivo porque não necessito."

"Na estrutura do Sporting, fui campeão duas vezes. Ganhámos uma Taça de Portugal, ganhámos três supertaças e fomos à final da Taça UEFA."

"Vou aconselhar-me com o senhor Johan Cruyff."

"Não há um investidor, há uma mão-cheia de investidores [para o Sporting] que são arrastados pela Cruyff Football International."

"Se eu for presidente do Sporting, o Wilson Eduardo virá de imediato da Académica. O Salomão virá do Corunha, o André Santos... Esses regressarão todos."

"Os sportinguistas podem esperar títulos. A partir do terceiro ano, de certeza o Sporting será um forte candidato ao título."

"Ninguém fala do Izmailov... Eu sei porque é que o José Couceiro não fala do Izmailov. Porque o empresário do Izmailov é o mesmo empresário do José Couceiro para a Rússia, é aquele que o poderia colocar lá novamente e é aquele que tirou Caneira, Paulo Costa e Alhandra do Sporting. É o inimigo público número 1 do Sporting e é o empresário que o levou para a Rússia."

"Tu [Couceiro] queres iludir os sportinguistas. Vens aqui ter a tua terceira oportunidade para iludir os sportinguistas."

"Não me chamas ignorante. Porque se me chamares ignorante eu digo-te [Couceiro] que és um oportunista."

 

 

 

JOSÉ COUCEIRO:

"O Sporting vive o momento mais crítico da sua história desportiva."

"Alienar um jogador para suprir falhas de tesouraria demonstra bem a crise em que estamos."

"No futebol de alta competição e no desporto profissional as pessoas têm de estar em full time. O Sporting tem nos seus estatutos a possibilidade de uma comissão que decide a política de remunerações."

"Há dois anos houve quatro listas que me abordaram, entre elas a do Bruno de Carvalho. Eu disse a todas a mesma coisa: eu sou um profissional do Sporting e quando forem eleitos nós conversamos."

"Tentarei investir entre 27 e 28 milhões no futebol, na próxima época."

"Temos de garantir a tesouraria de curto prazo. Neste momento o Sporting está deficiente, não tem a força necessária para entrar em negociação."

"Vou conseguir abrir o capital social da SAD com um conjunto de investidores sportinguistas."

"Se não equilibrarmos a nossa conta de exploração, acontece o que acontecia no passado."

"O Sporting tem na sua estrutura dois directores financeiros. Portanto, eu tenho responsáveis financeiros dentro do Sporting."

"O Sporting não tem de depender de mecenas. Esse é um erro crasso."

"Nós temos de recuperar a credibilidade no mercado pelas nossas práticas, não pelas nossas palavras."

"O futebol profissional vai depender directamente de mim."

"Quero ter uma conversa com Jesualdo Ferreira."

"Fazer uma equipa demora algum tempo. Destruir uma equipa, é na hora."

"A pessoa que estará entre o treinador e o presidente será o Pedro Barbosa. Está mais que assegurado. É uma pessoa experiente, com conhecimento. É uma mais-valia para este projecto."

"Eu e o Carlos Severino manifestámo-nos sempre favoráveis a todos os debates. E você [Bruno de Carvalho] não quis debater."

"Em toda a minha carreira nunca fui despedido a meio de uma época."

"Onde é que você [Bruno de Carvalho] tem passado no desporto? Não tem nenhum. Você não tem passado no desporto, você não é ninguém no desporto, não sabe nada. Zero. Zero."

"Desculpa, mas tu [Severino] és ignorante."

"Quando entrei no Porto... no Sporting, em 2011, o Izmailov estava vendido ao Porto. E fui eu que proibi. Tenho a documentação. São factos."

 

 

 

BRUNO DE CARVALHO:

"Alguém que está demissionário não deve fazer negócios, seja de Wolfswinkel seja de Rui Patrício. Deve ser o novo presidente a fazer estes negócios."

"Não há necessidade nenhuma de o presidente demissionário estar a fazer qualquer negócio para pagar salários. É uma questão totalmente imoral. A partir de segunda-feira resolverei essas questões."

"Temos que dar todo o apoio à equipa técnica que temos, ao Jesualdo e a todos os jogadores. Para darmos ainda algumas alegrias aos sportinguistas. Não podemos andar neste momento com planos B, ou C, ou D. O Sporting já passou por demasiados treinadores nos últimos tempos."

"Não quero remunerações nem em comissões, que acabam por ser sempre negociatas com o próprio clube. Serei remunerado pelo valor que os sócios decidirem, seja ele qual for."

"Há dois anos convidei José Couceiro para fazer parte da estrutura. Ele aceitou."

"Vou investir entre 25 e 30 milhões na próxima temporada. Será esse o orçamento para o futebol."

"Não teremos necessidade de vender jogadores [para reestruturar a dívida]. Tudo o que seja compra e venda de jogadores terá a ver com a política desportiva e não com a gestão financeira."

"Vai ser feita uma auditoria de gestão. Se houver gestão danosa serão responsabilizadas as pessoas."

"É preciso fazermos as pazes com o nosso passado e perceber como é que chegámos de 40 milhões a 430."

"No futebol vou mandar eu."

"Gostaria de contar na SAD com Tomaz Morais e Freitas Lobo. São pessoas que me agradam, em termos do seu conhecimento e da sua valia."

"Eu sempre defini que devia haver dois debates."

"Nem toda as experiências na área do futebol são positivas. Se fosse pela experiência, todos os treinadores de Portugal podiam ser presidentes do Sporting. O Sporting precisa é de pessoas que tragam sucesso desportivo." 

"Importante é os sportinguistas perceberem quem será o próximo presidente do Sporting, não o próximo treinador."

"Você [José Couceiro] passa duas vezes pelo Sporting e é afastado. São factos. Você vai ao Alverca e a equipa desce de divisão."

"José Couceiro, porque é que você não tem um responsável financeiro na sua lista?"

"Eu sou o único daqui que vai às assembleias-gerais."

"A guerra [no Sporting] vai acabar porque vai haver um líder, vai haver uma política desportiva de sucesso e uma reestruturação da dívida que fará com que isso deixe de ser um tema no Sporting."

 

(actualizado)

 

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