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És a nossa Fé!

Está tudo louco?

Eu sei que estamos com problemas financeiros. Sei que Izmailov é um jogador caro, sei que tem tido problemas de lesões e confusões. Sei também que é só o nosso melhor jogador. Percebo e compreendo que seja necessário vender. Mas ao Porto? Mas o que é isto? 

Acho inaceitável este negócio. Então mas não pode simplesmente ir para a Rússia? Não há nenhum clube no mundo que queira Marat Izmailov? É que parece quase que o tipo vai de borla. Não me digam que Miguel Lopes ou Kadu são moedas de troca. 

Miguel Lopes? Mas e o Cédric e o Arias não chegam? 

Kadu? Mas quem é o Kadu? O que fez este jogador de diferente de Victor Golas? E não há outros de 18 anos por Alcochete? 

Já não chega desta palhaçada?

2012 em balanço (6)

 

ARGUIDO DO ANO: PAULO PEREIRA CRISTÓVÃO

Não foi a primeira demissão ocorrida na heterogéna equipa directiva de Godinho Lopes: quatro meses antes já Carlos Barbosa tinha saído, batendo com a porta. Mas esta foi muito mais séria e deveu-se sobretudo a motivos muito mais graves: Paulo Pereira Cristóvão, até aí apontado como braço direito de Godinho Lopes, renunciou às funções de vice-presidente na sequência do chamado 'caso Cardinal', ocorrido quando o árbitro assistente José Cardinal denunciou a existência de dois mil euros de proveniência desconhecida alegadamente depositados na sua conta bancária.

Constituído arguido pela suposta prática de sete crimes, o ex-vice-presidente remeteu-se durante seis meses ao silêncio, quebrado entretanto numa extensa entrevista ao Expresso cheia de recados internos a partir de uma pretensa superioridade moral que ninguém lhe reconhece. Sendo intocável o princípio da presunção da inocência, torna-se caricato ver Pereira Cristóvão distribuir ralhetes a figuras daquilo a que agora chama "um clube de loucos" enquanto lamenta não ter "nascido adepto de um clube 300 quilómetros a norte", onde já teria sido eleito "dirigente do ano".

Depois os outros é que são "papagaios"...

Leoas do Ano

 DANIELA RUAH

 

                              VANESSA OLIVEIRA                   MARGARIDA VILA NOVA

 

Eis as três belas sportinguistas mais votadas pelos autores e leitores deste blogue para o título de Leoa do Ano: Daniela Ruah, Margarida Vila Nova e Vanessa Oliveira. Após um renhido despique, a talentosa intérprete da série televisiva Investigação Criminal: Los Angeles ganhou o escrutínio, por curta margem. Fica aqui o pódio, bem representativo do universo das adeptas do Sporting.

Várias outras leoas receberam também votos, que registamos aqui: Carla Matadinho, Filipa Silva, Isabel Figueira, Joana Cruz, Joana Duarte, Joana Solnado, Liliana Santos, Mafalda Pinto, Marisa Cruz, Marta Aragão Pinto, Mónica Sintra, Naide Gomes, Rita Egídio, Rita Redshoes, Sara Kostov, Sofia Arruda, Tânia Ribas de Oliveira.

Para o ano há mais.

2012 em balanço (5)

 

DECEPÇÃO DO ANO: ELIAS

Foi a contratação mais cara de sempre feita pelo nosso clube: chegou a Alvalade em Agosto de 2011, com um contrato por cinco épocas, a troco de 8,85 milhões de euros. Mas, em boa verdade, nunca justificou tal contratação. Este ano isso ficou mais evidente que nunca.

No nosso pior arranque de sempre no campeonato, Elias foi uma das figuras mais emblemáticas do descalabro leonino. Não acertando as marcações, falhando passes, rematando para trás, soltando a bola como se esta lhe queimasse os pés, o ex-médio do Atlético de Madrid mostrou-se irreconhecível em Alvalade. Nos 13 primeiros jogos desta temporada, actuou 90 minutos em apenas dois deles. Marcou só um golo - contra o Horsens, na pré-eliminatória da Liga Europa. E por aí se ficou, sem revelar nenhum dos pergaminhos exaltados nas manchetes dos jornais desportivos por alturas da sua chegada a Portugal.

Como se não bastassem as suas desoladoras prestações em campo, apesar de ganhar cerca de 150 mil euros mensais, à beira do fim do ano lembrou-se de confessar à imprensa brasileira que se sentia "infeliz no Sporting" alegando que sonha disputar títulos. Sonhar é fácil - mais difícil é mostrar talento à medida dos sonhos. A alternativa ao inopinado desabafo, naturalmente, é apontar-lhe a porta de saída do clube, como aliás já lhe havia sucedido ao nível da selecção: o brasileiro, de 27 anos, deixou também de alinhar pelo escrete canarinho. Parece que ninguém notou ainda a sua falta.

Eis a prova viva de que o dinheiro não traz felicidade: por mais grana que ganhasse cá, Elias continuaria a jogar em estado depressivo. E o pior é que nós também nos sentíamos deprimidos ao vê-lo jogar tão mal.

Izmailov decide o título

No ano da desgraça de 2012 o tempo parecia andar muito depressa, e o que era verdade ontem facilmente seria mentira hoje. Eu nem acredito que há pouco menos de um ano escrevi coisas como isto. Na altura ainda achava que aquela poderia vir a ser uma boa direção do Sporting e nem me passava pela cabeça a situação de hoje. Mas as coisas no Sporting têm mudado muito rapidamente desde então, e infelizmente sempre para pior.

Há cerca de um mês discutia-se se Godinho Lopes era ou não o pior presidente do Sporting, título atribuído por grande parte dos sportinguistas (entre os quais eu) até então a José Eduardo Bettencourt. Por muito maus que fossem os resultados de Godinho Lopes, nessa altura nunca me passava pela cabeça compará-lo com o único presidente que efetivamente me envergonhou. (Esta direção envergonhou-me, mas através de Paulo Pereira Cristóvão. Godinho Lopes só me envergonhou por o ter escolhido e mais ainda por a certa altura o ter aceite de volta.) E principalmente por duas razões: Godinho Lopes podia não ter estratégia desportiva nenhuma e andar completamente à deriva, mas falava pouco - estava calado a maior parte do tempo. Invariavelmente, o presidente das bettencoradas abria a boca e saía asneira. Por outro lado Bettencourt vendeu o capitão da equipa a um rival, enquanto Godinho Lopes garantiu em campanha que, com ele na presidência, Moutinho só sairia pela cláusula de rescisão. Convém ter presente esta promessa nos próximos dias.

Reconheço que os desenvolvimentos recentes obrigam-me a reconsiderar o título que até há um mês atribuía indiscutivelmente a Bettencourt. Uma autocomparação do presidente com um "toureiro" e uma capa do jornal "Sporting" absolutamente patética, com o presidente armado em mártir, a fazer lembrar um outro antigo presidente do clube mas no cargo de primeiro ministro de Portugal. Um capitão de equipa vendido a preço de saldo. E um dos melhores jogadores da equipa (embora reconheça que um jogador cheio de problemas) a reforçar diretamente o rival do norte. Veremos em troca de quem e em que condições. Esta transação vai ser importante na atribuição do título.

2012 em balanço (4)

 

CONFIRMAÇÃO DO ANO: ANDRÉ MARTINS

Um dos jogadores que em 2012 mais tocaram o coração dos adeptos foi André Martins - um médio de garra, com grande apuro técnico, revelador da inconfundível fibra leonina adquirida na nossa academia. Um desempenho que acabou premiado com sucessivas convocações para a equipa principal em jogos que deixaram boa memória nas nossas bancadas - por exemplo, na vitória contra o Atlético de Bilbau. Esteve também em bom nível na pré-temporada, quando marcou um dos golos do triunfo do Sporting no jogo contra o Sheffield United, no torneio de Albufeira. E revelou-se um dos melhores marcadores de livres numa equipa que tem neste aspecto um dos seus défices mais notórios.

Foi pré-convocado para o Euro 2012, acabando por não viajar para a Ucrânia. Mas, se o tivesse feito, certamente não teria desiludido Paulo Bento. Tal como nunca desiludiu como titular da selecção sub-21 nem desiludiu Ricardo Sá Pinto, que na época passada apostou nele como titular da equipa B. Aposta ganha, a exigir voos mais altos, concretizados logo no início de 2012, com a chamada à equipa principal. O profissionalismo deste jovem jogador, de 22 anos, viu-se recompensado em Setembro ao ser designado um dos cinco capitães do Sporting.

Não falta quem anteveja nele, pelas suas características técnicas e pela grande maturidade que já revela, um novo João Moutinho - esperemos que com muito mais amor ao clube, algo que ele, aliás, faz sempre questão de sublinhar, nomeadamente numa entrevista em que deixou bem claro: "Nunca sairia como o Moutinho". Uma declaração digna de aplauso.

Após um período em que esteve lesionado, já com Vercauteren como treinador, André Martins reapareceu no Sporting B: julgo que será um regresso muito esporádico porque o seu lugar, como já demonstrou, é na equipa principal. E quanto mais depressa melhor.

Perdas irreparáveis

O Sporting deu uma volta de 180 graus em poucos meses. Em Setembro de 2012, já com a equipa de Sá Pinto a viver uma crise de resultados, Godinho Lopes veio a público revelar que tinha recusado propostas para a saída de “quatro ou cinco jogadores”. “O Sporting teve ofertas razoáveis para cinco jogadores e não quis aceitar, não porque do ponto de vista económico não precisasse, mas porque entendeu que a equipa tem de ser sustentada numa certa continuidade. Os nossos objectivos e ambições são grandes e a saída de jogadores não ajudaria.”

Quatro meses depois, vender tornou-se uma prioridade. As grandes ambições limitam-se a assegurar um lugar nas competições europeias e o próximo título ao alcance do Sporting é a final da Taça da Liga da próxima época, que se disputa em Abril de 2014. O timing mudou, os jogadores desvalorizaram com a crise interna e a propalada necessidade de gerar encaixe financeiro reduz ainda mais o poder negocial de Godinho Lopes.

O Sporting não tem sabido escolher o momento certo para vender os seus jogadores mas a tendência não se reduz à actual direcção. Desde que Nani saiu para o Manchester United em 2007 por 25,5 milhões de euros, os grandes negócios desapareceram e os que se fizeram destacaram-se pela incapacidade de perceber o melhor momento para dizer sim à troca de uma mais-valia desportiva por uma financeira.

Carriço é o último exemplo. O central/trinco da formação estreou-se na equipa principal em 2008/2009 e assumiu um lugar de destaque desde o primeiro momento. A projecção dada pela Liga dos Campeões fez com que os clubes estrangeiros reparassem na sua evolução e em 2011, a imprensa inglesa chegou a falar em 18 milhões de euros, que poderiam aparecer de um de três interessados – Chelsea, Man. City e Man. United. Mais realistas, pareceram os seis milhões oferecidos pelo Spartak, em 2010.

O jogador continuou em Alvalade até ao último dia de 2012. No último ano de contrato, o acordo de renovação nunca chegou e o Reading apareceu para recrutar o jogador de 24 anos a troco de 750 mil euros e uma percentagem de uma futura venda ou um bónus caso renove.

Também livre para assinar por outra equipa desde ontem está Bruno Pereirinha. O médio que também pode ser lateral nunca foi imprescindível em Alvalade mas deu nas vistas durante a era de Paulo Bento. Não era uma estrela, mas foi o suficiente para se especular de uma oferta de 3,1 milhões de euros do Bolton em 2010. O resto da história já se sabe: o jogador continuou, desvalorizou, joga cada vez menos e neste momento ninguém acredita que possa representar um encaixe financeiro minimamente significativo aos leões.

Pior exemplo João Moutinho continua a figurar no topo da pirâmide da falta de sensibilidade para encontrar as melhores oportunidades de negócio ou, em oposição, a capacidade de continuar a valorizar os seus jogadores. A ascensão do internacional português foi meteórica e todos os anos, os interessados faziam fila. O Sporting nunca quis: eram os 22,5 milhões de euros da cláusula de rescisão (mais tarde 25), ou nada. O Everton rondou os 20 milhões de euros por diversas vezes mas a saída – a mal – do médio só se deu no Verão de 2010.

José Eduardo Bettencourt apelidou-o de “maçã podre” e permitiu que saísse a troco de 11 milhões de euros e 25% de uma futura mais-valia. Moutinho precisou de menos de um ano para recuperar o seu valor de mercado e é agora uma das maiores mais-valias do FC Porto. Caso seja vendido pelos valores de que se fala, Alvalade ainda pode receber um valor superior a cinco milhões de euros. Será o suficiente para se tornar no terceiro jogador que mais dinheiro deu ao Sporting atrás de Nani e Ronaldo (venda mais os 5% dos direitos de formação quando saiu para Madrid), mas nem por isso deixa de ser visto como um péssimo negócio por sócios e adeptos.

Miguel Veloso, Simon Vukcevic e Yannick Djaló são os nomes que completam o ramalhete. Os três juntos renderam menos de 15 milhões de euros, curiosamente o valor mínimo pelo qual Pini Zahavi, empresário do médio português em 2009, admitia negociar. O Manchester City esteve perto de avançar com 21 milhões de euros, o Bolton viu dez milhões recusados e e em 2010 o Genoa conseguiu a transferência por nove.

Yannick Djaló teve o Aston Villa disposto a pagar seis milhões em 2010 mas acabou por sair um ano depois para o Nice por um valor que ainda hoje parece uma incógnita. Já Vukcevic saiu por 2,3 milhões de euros, três anos depois de os leões terem recusado uma proposta concreta de 4,5 vinda de um fundo. Somando os valores dos seis jogadores, os leões encaixaram cerca de 25 milhões de euros quando poderiam ter recebido mais do dobro.

 

(Rui Pedro Silva, Daniel Carriço. Mais uma venda que chega no momento errado, texto publicado no jornal i)

Leoa do Ano: vamos continuar a votar nestas...

Quase todas as sextas-feiras de 2012 trouxemos a este blogue uma leoa, fervorosa adepta das nossas cores. Agora é a vossa vez, leitores. Aqui fica lançado o desafio: quem merece ser eleita Leoa do Ano no És a nossa Fé?

A votação continua a decorrer, nesta mesma caixa de comentários, conforme já tinha anunciado aqui. Cada leitor - e cada membro do nosso blogue - pode votar mais do que uma vez, mas apenas com um voto por dia. Em caso de empate, nos termos do regulamento (aliás inexistente), reservo para mim um voto de qualidade, com vossa licença.

Divulgaremos o nome da vencedora na próxima sexta-feira. Nem poderia ser noutro dia.

 

     

  Carla Matadinho           Marisa Cruz             Isabel Figueira              Sara Kostov 

                 

                Vanessa Oliveira            Liliana Santos                    Joana Duarte      

                    

                      Diana Chaves             Diana Pereira       Raquel Henriques

           

              Joana Solnado              Tânia Ribas de Oliveira             Fátima Preto 

                

                              Rita Ferro Rodrigues                                Rita Egídio

                   

                                  Sofia Arruda                                        Margarida Vila Nova

... ou nestas...

  

               Marta Aragão Pinto                               Filipa Silva                 Rute Miranda

                      

                            Sara Aleixo                Filipa de Castro            Inês Jindrich  

                

                  Sofia Alves                 Elsa Gervásio                 Patrícia Mamona

  

  Inês Castel-Branco                          Joana Cruz                                     Rita Ferro

 

                                  Anabela                                                   Joana Franco

                      Cátia Cascão                                          Filomena Cautela

... ou talvez nestas

 

                       Rita Salema                                Laura Galvão                  Inês Simões

                             

                                                         Rita Redshoe

          

                   Joana Lemos                                   Ana Lúcia Matos

         

                           Débora Montenegro                                     Paula Neves

           

                             Daniela Ruah                                          Mafalda Pinto

 

                    Naide Gomes                                              Sofia Ribeiro  

    

                              Marisa Pérez                                             Mónica Sintra

2012 em balanço (3)

 

PROMESSA DO ANO: ERIC DIER

Aos 18 anos, segue num percurso ascendente que lhe promete voos muito altos no futebol. Este jovem de nacionalidade britânica mas há muito radicado em Portugal - e sportinguista do coração, tendo sido formado na academia de Alcochete - foi para nós um dos raros motivos de esprança neste ano que felizmente acabou.

Titular indiscutível da equipa B, como defesa central, evidenciou-se de tal forma com a suas boas exibições que acabou por ser chamado à titularidade na equipa principal - primeiro como lateral direito, depois na sua posição de raiz. E confirmou as expectativas logo nos dois primeiros jogos: marcou um golo e fez assistência para outro.

Eric Dier é um dos jogadores de maior potencial na nossa equipa. Precisa, claro, de ganhar maturidade e disciplina táctica - a sua ânsia de vencer é tão forte que o leva por vezes a abandonar a posição que lhe cabe no terreno com investidas algo temerárias. Injustamente castigado em Vila do Conde com um cartão vermelho por uma arbitragem medíocre, não será isso certamente que o fará perder o fulgor nem a capacidade de acreditar.

É um jovem leão, sem dúvida. Se alguém ainda não fixou o seu nome, trate de o fazer desde já. Porque ouviremos falar muito dele num futuro próximo.

2013

Aqui estamos. Para trás ficou o pior ano de sempre no Sporting. Correspondeu curiosamente ao ano de vida deste blogue. Nem por isso desarmámos ou desistimos. Mantivemos sempre a esperança e a fé. Mantivemos sempre a vontade e o querer. Mantivemos sempre o orgulho e a dignidade.

 

Aqui estamos, portanto. Prontos para um novo ano. 

 

Parabéns ao És a nossa fé. Parabéns a todos os sportinguistas que aqui escrevem, lêem e comentam. Obrigada mais uma vez ao Pedro Correia pelo convite para estar aqui, e vamos a eles!

 

Estamos sempre convosco

 

Há um ano foi assim. Um ano depois, o blogue És a Nossa Fé cumpriu o seu objectivo principal, defender e honrar o Sporting Clube de Portugal, mas viu o nosso clube mergulhar numa crise sem precedentes. 2012 foi definitivamente um ano para esquecer: resultados muito abaixo dos pergaminhos do SCP e atitudes (de dirigentes e jogadores) mais típicas de outras paragens. Em 2013 nada pode ficar na mesma. O Sporting tem vivido num autêntico PREC e vai precisar de estabilidade. Só uma instituição forte, de confiança e que se dê ao respeito poderá fazer renascer das cinzas o clube que tanto trabalho deu a erguer e que fez vibrar gerações e gerações de sportinguistas.

É preciso instaurar rapidamente uma cultura de responsabilidade e de respeito pelo clube. Quando um jogador ou um dirigente belisca o nosso património desportivo, cultural e humanista, tem de saber que forçosamente vai sofrer na pele as consequências dos seus actos. O Sporting está e estará sempre acima das pessoas que o servem e, sobretudo, daqueles que se servem dele. Ser do Sporting é ser diferente. Mas ser do Sporting é também saber que nunca, mas nunca, se pode pôr em causa o bom nome do clube. Isto aplica-se a todos, sem excepções. Com a equipa de futebol num estado calamitoso e com a gestão financeira a fazer soar todos os alarmes, temos de acreditar que batemos no fundo. Não pode haver pior do que isto. A partir daqui só podemos melhorar. Depois da tempestade tem mesmo de vir a bonança.

Nós, por aqui, vamos andar atentos e vigilantes. Não perdoamos a quem ofendeu o clube. E pedimos mais e melhor neste ano de 2013. Queremos voltar ao nosso lugar. Esforço, Dedicação, Devoção e Glória - Eis o Sporting! Sempre!

Um ano depois

 

Há precisamente um ano, dávamos aqui o pontapé de saída deste blogue.

Não imaginávamos que 2012 seria tão difícil. Mas estivemos cá, acompanhando tudo - não só as competições nacionais e internacionais de futebol mas também o campeonato da Europa (onde a selecção nacional teve um bom desempenho) e os Jogos Olímpicos de Londres.

Vamos às estatísticas: recebemos quase 280 mil visitas e mais de meio milhão de visualizações ao longo deste ano. Temos 795 visitantes diários, em média, e 1844 visualizações a um ritmo também diário. Publicámos 2467 posts, registámos 9796 comentários. Temos hoje um plantel de 37 autores, incluindo sete meninas.

Pensamos de maneira muito diferente, como é patente: nada mais salutar. Mas todos somos sportinguistas. E todos partilhamos a convicção de que não existem sportinguistas de primeira e de segunda.

Vimos nascer e crescer algumas vedetas, assistimos à partida ou ao irremediável ocaso de outras. Enquanto adeptos apaixonados, tivemos alguns sonhos, muitos dissabores, demasiados pesadelos.

Vamos seguir em frente, continuando a defender as nossas cores com ímpeto leonino. Nunca confundindo o aplauso ou a crítica a responsáveis ocasionais com a defesa dos interesses permanentes do Sporting.

Para essa mobilização estaremos cá sempre. Com esperança e fé. De verde e branco.

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{ Blog fundado em 2012. }

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