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És a nossa Fé!

A Grande Assembleia das "Primeiras Nações"

 

Leio, estupefacto, que a Grande Assembleia das Nações Índias foi interrompida com o lançamento de petardos, obra dos guerreiros presentes. E que o Grande Chefe teve que ser retirado, sob protecção dos "casacas-azuis", depois de lhe terem vetado o relato dos acontecimentos passados nas últimas luas. Anseio por ver as parangonas dos jornais desportivos, como estarão incendiadas as primeiras páginas, alertando todo o faroeste sobre os explosivos eventos de ontem ...

 

Mas, afinal: 

 

 

 

Tivesse isto acontecido noutras paragens, com outros povos, quão diferentes seriam os ecos do telégrafo ...

O que dizem eles

 

«Se daqui para a frente jogarem sempre assim (como jogaram contra o Gil Vicente), o Sporting é um candidato ao título. Jogarão de igual para igual com o Benfica, com o Porto e com os demais. Os jogadores mostraram raça e dinamismo com categoria, com qualidade, que quis sempre ganhar. Foi o arranque para uma grande temporada do Sporting. As críticas à volta de Ricardo Sá Pinto originaram muitas interrogações, o que desgasta a equipa, as pessoas que gostam de futebol, os sportinguistas. Sá Pinto tem as características de que o Sporting precisa: é um vencedor, uma pessoa que transmite confiança, garra e isso é muito importante para qualquer clube. O Sá Pinto procura a união e ontem ficou provado que essa união existe. Há sempre detractores, gente que gosta da desunião para outros fins. Ontem, ficou mais que provado que a equipa está mais que unida e disposta a lutar sempre pelas vitórias».

 

-    José Sousa Cintra    -

 

Observação: Privei pela primeira vez com o ex-presidente do Sporting em Novembro de 1986 numa recepção no então seu Hotel Palace em Vidago. Admito que estava longe da minha imaginação que cerca de três anos mais tarde ele viesse a assumir a liderança do Clube. De certo que é o desejo de todos os sportinguistas que a sua crença sobre a futura competitividade do Sporting se venha a confirmar.

 

Eu e o Sporting!

Era muito gaiato, quando fui à bola pela primeira vez. Honestamente não me lembro desse dia… Sei pelos próprios, o meu pai e um tio, que pegaram em mim e me “apresentaram” ao Sporting. E recordam que me portei ao nível de um leão…

 

Por aquilo que afirmam foi um Sporting-Setúbal. Mas nem sei (nem se lembram!) o resultado final do jogo.

 

Depois desse, assisti a muitos outros jogos: em Alvalade a maioria, no Barreiro, em Setúbal (parece quase fetiche!), Jamor e Restelo. Mais recentemente em Alverca e na Amadora.

 

Recordo mesmo um tempo em que começava o fim de semana a ver os juvenis ao sábado de manhã, os juniores à tarde e a equipa principal à noite. Chegava a casa de barriga cheia!

 

Não obstante estas presenças em campos de futebol, sofro com o Sporting seja em que modalidade for. Atletismo (talvez mais, assumo!), andebol, futsal, xadrez ou bilhar… tudo é o nosso clube. E ai como me dói quando perdemos!

 

Ser do Sporting não é ser do melhor clube do mundo, é acima de tudo uma filosofia que perdura para o resto da nossa vida. E saber sofrer é também uma virtude. Porque na hora de ganhar é a glória perfeita.

 

Já passei, obviamente, o testemunho aos meus filhos, que tal como eu sofrem a bom sofrer com o Sporting.

 

Será isto a tal mística, de que tanta gente fala?

O "Carlão" foi ao Gil Vicente (2)

Abaixo coloquei o "O "Carlão" foi ao Sporting-Gil Vicente" [lamento mas continuo sem perceber como fazer ligações nos postais, este blogo-sistema é francamente menos amigável do que os outros, raios partam isto]. Nele resmunguei contra a total bacoquice do Carlos Manuel, e a perfídia anti-Sá Pinto em que alinhou, em conluio com o "relator" que nos calhou em rifa e, como é óbvio, com as direcções dos pasquins desportivos portugueses.

 

Bem, relativamente ao postal sobre o "Carlão" o leitor João Massapina (um abraço, com gratidão) colocou no grupo-FB "Viver Sporting" (lá está, não sei fazer ligações sapais) este delicioso apanhado do Carlão no sábado passado:

 

Sporting no «top 5» europeu da formação

O Sporting foi o único emblema português citado pela Associação de Clubes Europeus (ECA) num estudo promovido por esta entidade subordinado aos melhores exemplos de trabalho na formação e respectivos custos. O labor desenvolvido na Academia, em Alcochete, implica a aplicação de 5 milhões de euros por anos por parte dos leões, que surgem na quinta posição, atrás do Barcelona (dez milhões, sem incluir sub-19 e equipa B), Ajax (6 milhões), Inter de Milão (seis milhões) e Lens (seis milhões).

 

Numa exposição detalhada acerca de todo o funcionamento e logística da proficiente «cantera» leonina, desde a folha de encargos até às regras de conduta para atletas, o Sporting é notado no relatório da ECA por ser o único clube que formou dois jogadores eleitos com o prémio FIFA para o melhor jogador do planeta, Figo e Cristiano Ronaldo. O descobrimento, evolução e integração de jovens no futebol verde e branco é, à luz do estudo em questão, considerado exemplar.

 

Jornal «O Jogo»

Chamada local

 

PINTO DA COSTA, GODINHO LOPES E LUIS FILIPE VIEIRA
ENCONTRARAM-SE NO INFERNO PARA FAZER UM AJUSTE DE CONTAS...

 

 

Pinto da Costa pediu autorização ao diabo para fazer uma chamada para o Dragão para saber se o Zenit já tinha devolvido Hulk. O diabo consentiu e Pinto da Costa falou durante 2 minutos. Ao terminar, o diabo disse que a chamada custou 3.000 euros.

 

Quando Godinho Lopes soube, quis imediatamente falar com Sá Pinto e ligou para Alvalade. Pelo bom andamento da equipa, falou apenas 5 minutos e o diabo passou-lhe a conta de 5.000 euros.

 

Para não ficar atrás, Luís Filipe Vieira também quis ligar para o Estádio da Luz para saber o estado das negociações com Vítor Pereira e a APAF. Conversou mais de três horas e, quando desligou, o diabo disse que eram apenas 5 euros.

 

   Luís Filipe Vieira ficou atónico, porque tinha reparado nas cobranças anteriores.

           Perguntou então ao diabo porque custava tão pouco ligar para o Estádio da Luz...

 

O diabo respondeu:

 

DE INFERNO PARA INFERNO É CHAMADA LOCAL !!!

 

De santo e de louco todos temos um pouco*

Há, em cada sportinguista, algo de santo e de louco ao mesmo tempo. A santidade advém-nos da paciência, essa qualidade cultivada ao longo de gerações e transmitida de pai para filho com a ternura de quem pendura ao pescoço do outro o cachecol verde e branco.
Através das sucessivas épocas, cada sportinguista apreende o conceito de relatividade melhor do que o próprio Einstein. Sabemos que o Tempo não é o mesmo para nós e para o comum dos mortais. Em Alvalade, na casa de cada sportinguista, na mesa de cada café, quando nos reunimos há algo do passado que sempre regressa mas igualmente um futuro por vir do qual nunca se abdica. 
Somos diferentes. Couraçados que atravessam os oceanos indiferentes aos mísseis que, sob a forma de palavras, são enviados por adversários camuflados de comentadores televisivos e fazedores de opinião. Mas somos, também, adultos e crianças com um sonho, uma vontade de que nos recusamos a abdicar e que é, desnecessário será dizê-lo, voltar a vencer o campeonato.
Será isso uma doença incurável? É uma utopia colectiva a vontade de sentir a alegria, a euforia, a festa? Que seja. Mas se for doença não prescindimos da cura e se for utopia recusamos as famosas palavras de Eduardo Galeano, escritor uruguaio: "A utopia está lá no horizonte. Aproximamo-nos dois passos e ela afasta-se dois passos. Caminhamos dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que caminhemos, jamais o alcançaremos. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que não deixemos de caminhar".
Ao contrário de Galeano, somos sportinguistas. Não acreditamos que o horizonte da vitória seja inalcançável. E por isso prosseguimos o caminho. Damos dois e dez e cem passos e entristecemo-nos quando o resultado não surge, quando parece afastar-se por mais que andemos, quando vemos um jogo que desilude e nos afundamos na cadeira do estádio ou no sofá, temporariamente vencidos por um cansaço que parece não ter nome.
Mas depois…Depois levantamo-nos e recordamos os que vieram antes de nós, aqueles que nos seguem e seguirão, os antepassados, os filhos, os netos. Recordamos o que significa ter por símbolo um leão, ícone da força, da grandeza, da coragem. 
Talvez hoje em dia, por acumulação das intempéries que atravessamos, dentro e fora do campo, seja mais difícil acreditar. Mas é por isso mesmo ainda mais necessário. Imprescindível até. Força Sporting! És a nossa fé.

*Texto publicado na edição de hoje do Jornal Sporting

Quem já se arrependeu foi ele

 

Lembram-se de um rapaz chamado Hugo Vieira? Não temos ouvido falar muito dele ultimamente. O que não admira: três meses depois de ter merecido manchete do matutino A Bola, vestido com a camisola do Benfica, este miúdo eclipsou-se. As águias olharam para ele como se fosse um pintainho e remeteram-no para a segunda divisão espanhola, onde enverga agora as cores do Sporting de Gijón. Ironia das ironias: trata-se de alguém que esteve com um pé em Alvalade mas acabou por assinar pelos encarnados, alegou ele, por se tratar "de um clube do outro mundo".

Coitado: afinal nesta época não houve lugar para ele no tal "clube do outro mundo". É bem feito: este benfiquista desde pequenino, que nada quis com o nosso Sporting, foi afinal emprestado a um clube homónimo, embora com muito menos cotação na Europa do futebol e que joga num escalão inferior. Acabaram-se os grandes títulos na imprensa afecta aos encarnados. Hoje tem direito apenas a uma página interior do jornal O Jogo com um título que fala por si: "Não estou morto".

Resta ao ex-jogador do Gil Vicente o objectivo de "ajudar o Sporting de Gijón a subir de divisão". Parece já muito distante aquele dia 5 de Junho, em que gritava num título garrafal d' A Bola, a coroar uma longa entrevista de três páginas: "Sporting vai arrepender-se".

Aqui entre nós: arrependido está ele. Querem apostar?

 

Luís Freitas Bobo

Bobagem, dizem os nossos irmãos, do outro lado do Atlântico, que falam um português adocicado, a que alguns, erradamente, chamam brasileiro.

Bobagens, muitas bobagens, escreveu Luís Freitas Lobo na pág. 39 d' A Bola de hoje.

Poderia elaborar acerca de muitas "pérolas" (como diria Pedro Correia) recuperarei apenas duas, a primeira começa assim:

"A atitude é uma qualidade espiritual antes que futebolística. É possível um treinador ganhar sem o apoio dos seus directores. Mas não é possível um treinador ganhar sem o apoio dos jogadores."   

Ora aí está, a metafísica futebolística no seu melhor, "a atitude como qualidade espiritual" está, para mim, ao mesmo nível, dos desígnios insondáveis da "bola que não quer entrar".

Passemos para a segunda, para a mais importante, cito (mais uma vez):

"Sá Pinto ganhou (...) o primeiro abraço após o final. O único sincero."

Esta frase é uma bofetada para Paulinho, para Sá Pinto, para Duque, para a equipa técnica, para os jogadores, para a direcção, para todos os sportinguistas, é uma sonora bofetada para todos nós; para o Luís Freitas somos todos hipócritas, excepto Paulinho.

Enfim, até para ser bobo é necessário talento, Triboulet ou Rigoletto tinham-no, Luís não o tem.

Ai coitadinhos

O Sr. Carlos Xistra é um conhecido sicário a quem foi entregue um apito de árbitro bem douradinho. Na Madeira o Sporting teve que alombar com uma das suas actuações artísticas em que tudo que apita parece indubitável, embora só apite ao que lhe apeteça: a uma bola que deve ter passado a linha de golo disse nada; a uma pseudo-falta à entrada da nossa área nos minutos finais do jogo, soprou logo.  Não foi a primeira vez que este Xistra mostrou ter um olho de cada côr, o verde é cego e o azul tem raio-X.

Quando o Sporting levanta a voz contra estas sistemáticas iniquidades é ver os cartolas a assobiar para o lado, quais Xistras de secretaria. E a eles junta-se o coro de idiotas úteis a chamar-nos calimeros. Agora quando o Xistra pratica as suas habilidades nos encarnados da Luz, é ver o sr. Pereira, aquele que diz que manda nos árbitros, logo na TV, muito contrito de boné nas mãos a pedir desculpa a vosselência, isto não volta a acontecer, por favor acalme-se, vai um cházinho de tília?, imploro-lhe que não me bata mais.

Estão todos bem uns para os outros...

Um ambiente de «cortar à faca»

 

Face ao comunicado do Sporting, o presidente do Gil Vicente, António Fiúsa, sentiu a necessidade de também vir a público. Afirmou que está «satisfeito» com a arbitragem em Alvalade, muito embora «tenha ficado uma grande penalidade por marcar» a favor da sua equipa. Na realidade, não é isso que ele quis dizer, mas sim que o seu jogador não conseguiu fazer a necessária simulação: «o nosso jogador leva um toque (de Rojo) só que não soube cair, foi um pouco ingénuo». No entanto, endereçou um louvor ao Sporting: «se fossem os jogadores do Sporting, eles saberiam cair». Adiantou, ainda, que gostaria imenso de ter empatado, «porque os jogadores foram briosos». Aqui fica a dúvida se ele se está a referir ao primeiro remate aos 7 minutos - que deu em golo - ou ao segundo, aos 70 minutos, que não deu. Considerou o jogo «difícil» com um ambiente «muito complicado». Depreende-se que deve ter existido alguma dificuldade em estacionar os diversos autocarros que visavam proteger a baliza gilista. Enalteceu novamente a arbitragem, que «esteve à altura do jogo num ambiente de cortar à faca». A única «facada» que vem à ideia, foi a expulsão de Labyad pelos empurrões do defesa do Gil Vicente e que sublinha os sentimentos de António Fiúsa, com a sua terceira apreciação do género: «queria dar os parabéns à equipa de arbitragem». Em resumo, fica a vaga noção que ele gostou da arbitragem: «satisfeito», «à altura do jogo» e «parabéns». Elogios que não empobrece a quem despende, mas ilude a quem recebe !

O cúmulo da irreverência

Este meu escrito tem como fundo duas incidências relacionadas, directa e indirectamente com o Sport Lisboa e Benfica, pelas ressonâncias que se fizeram ouvir na sequência do seu recém-embate em Coimbra. Não comento a arbitragem desse desafio, até porque é irrelevante, não obstante a «gritaria» do clube da Luz, que visa muitíssimo mais abrir caminho para futuras benevolências do que chamar a atenção àquilo que tem vindo a ser propagado quase como a tragédia do século.

 

A inevitável primeira, recai sobre aquela irreverente figura - Rui Gomes da Silva, vice-presidente da SAD Benfica - que aparenta ser a nova voz e face do clube em todas as situações polémicas - invariavelmente da sua própria autoria - à semelhança de um outro notório palrador benfiquista, cuja predominância foi reduzida ao insignificante quando José António Camacho proibiu a sua entrada no autocarro da equipa. Pela sua própria admissão não viu o jogo, em directo, dado à sua presença num qualquer jantar em representação do clube. No entanto, essa condição não o impediu de vir prontamente a público, no local do referido jantar, clamar a injustiça do desempenho da arbitragem em prejuízo do seu emblema e ainda que: «O Benfica foi avisado do que poderia acontecer em Coimbra pela arbitragem de Carlos Xistra». Tudo isto, aparentemente, baseado em informações em segunda mão e mensagens que supostamente recebeu. Inclusível, que confrontou o presidente do Conselho de Arbitragem, Vítor Pereira, que também marcou presença no referido evento, com a alegada ocorrência. Na segunda-feira, no programa «Dia Seguinte», reiterou este mesmo discurso, mas apesar da vincada insistência do moderador, recusou-se nomear esse «alguém» que terá dado a alerta para um caso de grave dimensão. A um determinado ponto do programa fez a declaração que mais me sensibilizou, pelo negativo: «A minha posição é somente  defender a verdade desportiva». Isto, da mesma pessoa que uma semana antes afirmou, inequivocamente, que enquanto membro do Conselho de Justiça da FPF, não desempenhou o cargo com imparcialidade, não escondeu o seu benfiquismo e que decidia em função disso. A muito badalada «verdade desportiva» no futebol português, cada vez mais importa menor estatuto.

 

A segunda incidência relaciona-se com a igualmente irreverente posição da APAF, perante todas as acusões proferidas contra os seus associados por parte de representantes do Benfica, agora e no passado recente, especialmente quando se considera o seu leque de insólitas investidas em detrimento do Sporting na época de 2011-12. Confrontada com a onda de protestos benfiquistas, pondo em causa a honestidade e profissionalismo dos árbitros portugueses, um seu porta-voz respondeu: « As críticas do Benfica são críticas razoáveis e não são suficientemente fortes para a APAF assumir uma posição». Se isto não implica a total ausência de pudor e integridade, terei que reaprender os seus reais significados. Acima de tudo, esclarece de uma vez por todas - se é que existiam dúvidas - de que a muito apregoada solidariedade da arbitragem cá do burgo existe e manifesta-se apenas à conveniência e face à entidade dos ofendedores. Bem hajam !!!

 

Adenda: Surgiu entretanto a notícia de que a FPF solicitou à Liga de Clubes que averigure as denúncias do vice-presidente do Benfica, através da Comissão de Instrução de Inquéritos. Uma vez concluídas as averiguações, será o Conselho de Disciplina da FPF a decidir sobre o processo. A título de curiosidade, qual será a punição e a quem será imposta, caso as denúncias venham a ser confirmadas ou, ao inverso, provadas infundadas ?...Isto tem indícios para se tornar num qualquer «Apito», cor ao critério dos intervenientes.

 

Uma expulsão totalmente injustificada

Do Tribunal O Jogo, de hoje, em análise à expulsão de Labyad pelo árbitro Vasco Santos no Sporting-Gil Vicente:

 

Jorge Coroado:

«Labyad não fez nada que justificasse a segunda advertência. Cláudio foi quem começou, provocou e agiu à revelia das regras.»

 

José Leirós:

«Lapso de João Santos [auxiliar] que deu indicação errada ao árbitro. Labyad não impede nem responde a comportamento de Cláudio.»

 

Pedro Henriques:

«Cláudio tem comportamento antidesportivo, empurrando Labyad, mas este não fez absolutamente nada.»

 

Indiferente às evidências, o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol apressou-se a castigar Labyad com um jogo de suspensão.

Confissão... com ou sem vergonha?

 

Em A Bola, de hoje, na primeira página: «Notícias da morte deste Sporting eram manifestamente exageradas». Leram bem? De verdade? Eles escreveram que as «notícias» eram «manifestamente exageradas»! Desmentem-se a eles mesmo! Como, com outros, foram escritas e divulgadas por eles esse «exagero» tinha que objetivo? Vá lá, confessem tudo.

O que eu vi ontem!

Quando a noite passada não morri de coração ao ver o jogo, jamais morrerei. O Sporting mereceu a vitória sem qualquer margem de dúvidas sendo a única equipa que pretendeu ganhar a partida. Paulo Alves fez o que lhe competia. Defendeu até à exaustão um resultado que lhe caíra nas mãos, quase de graça. Obviamente que o Gil Vicente não faz parte deste campeonato. Na conferência de imprensa, o treinador dos gilistas mostrou respeito e classe, quando se referiu em termos elogiosos ao seu adversário. Algo que muuuuuuuuuitos que passaram pelo Sporting não (de)monstram.

Agora mais descansado, o jogo de ontem deu para perceber algumas coisas:

1 – A equipa está com Sá Pinto e este com a equipa;

2 – Diego Capel é o grande sucessor do actual treinador. Vejam a forma como após ter marcado o golo, correu a buscar a bola e a recolocou no centro de campo, quase sem comemorar;

3 – A paciência que teve a equipa, para virar o resultado adverso, não obstante a espaços o nervoso que atingiu alguns jogadores;

4 – Wolfswinkel é ponta de lança… todavia tem de ser mais eficaz;

5 – A arbitragem exagerou na expulsão de Labyad;

6 – A quantidade de passes perdidos no meio campo;

7 – O ganhar a “segunda” bola quando se está ao ataque é deveras importante: desequilibra o adversário e evitam-se os contra-ataques.

8 – A massa associativa está outra vez com a equipa. Mas não pode ser só nas vitórias…

 

Que venha o Estoril! 

 

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