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És a nossa Fé!

Os regulamentos das equipas B

 

Para um melhor acompanhamento da II Liga e, em especial, das equipas B, será útil tomar em consideração os seguintes seis principais regulamentos relevantes à competição e à ligação às equipas principais.

 

 

1. As equipas B não podem subir à Liga principal, mas podem descer à II Divisão.

 

2. Não podem participar na Taça de Portugal e na Taça da Liga.

 

3. Nelas, podem actuar jogadores entre os 16 e 23 anos, estando previsto três lugares para jogadores com idade superior àquele limite.

 

4. Só podem ser convocados 18 jogadores por cada jogo, 10 dos quais têm de ter sido formados em Portugal.

 

5. Os jogadores que actuam pela equipa principal do clube terão que aguardar 72 horas até poderem alinhar pela equipa B ou vice-versa.

 

6. Os jogadores da equipa principal não podem alinhar na equipa B para limparem castigos.

 

* Formação em Portugal significa registo na FPF de pelo menos 3 épocas desportivas, entre os 15 e 21 anos de idade.

 

* * A restrição dos 3 jogadores com idade superior a 23 anos aplica-se à ficha de cada jogo e não ao plantel.

 

Arquivo do Passado

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Revista «Eco dos Sports» - 6 de Fevereiro de 1927 

Director: Artur Inês

(À direita): Cipriano Nunes dos Santos (13/10/1901) - o primeiro grande guarda-redes do Sporting, entre 1919 e 1932.

(À esquerda): Capa pelo «Exímio Aguarelista Martins Barata», mas sem identificação. Alguém conhece este jogador do Sporting ?

Adenda: O nosso leitor José identificou correctamente a pessoa retratada na capa da revista como sendo José Salazar Carreira, presidente do Sporting entre 1925 e 1927, seu atleta de 1912 a 1937, autor dos «10 Mandamentos do Sporting, jornalista e dirigente desportivo, incluindo do Comité Olímpico Português em 1924. Foi ele que iniciou a prática do atletismo em 1911.

Os números do futebol

Uma revisão estatística das principais ligas europeias indica que nenhum clube consegue ser campeão sem marcar pelo menos 68 golos, a exemplo dos campeonatos de média produção como Portugal (FC Porto 69) - Itália (Juventus 68) e França (Montpellier 68). Os de alta produção apresentam um cenário bem diferente: Espanha (Real Madrid 121) -Inglaterra (Manchester City 93) - Alemanha (B. Dortmund 80) e, surpreendentemente, a Holanda (Ajax 93). Já quanto aos golos sofridos, não aparenta existir um padrão consistente em que o Montpellier, mesmo com menor produção ofensiva, conseguiu conquistar o título sofrendo 33 golos, comparados aos 32 do Real Madrid, 28 do Manchester City, 25 do B. Dortmund ou até aos 19 do FC Porto. 

Um aspecto é concludente; o clube que pretenda ser campeão terá que ter avançados de alta produção, como são os casos do Real Madrid, com Cristiano Ronaldo, Higuain e Benzema a contribuirem com 89 golos, ou do Manchester City, com Aguero, Dzeko e Bolotelli com 50. A inevitável excepção à regra assenta no clube que apresenta o maior número de jogadores a fazerem funcionar o marcador, como é o caso da Juventus, em que o melhor marcador foi Matri com apenas 10 golos, no entanto, um total de 20 jogadores marcaram ao longo da prova. 

Analisando o caso do Sporting, não é difícil verificar onde reside a essência do problema. Muito embora tenha sofrido apenas 26 golos, só mais 7 do que o campeão FC Porto, a produção ofensiva foi muito pobre com um total de 47 golos em 30 jogos efectuados, uma baixa média de 1.5 golos por jogo. Pior do que isso é a distribuição dos golos, com o melhor marcador, Ricky van Wolfswinkel, a marcar 14 e o mais próximo, Izmailov, com 5. No total, os avançados «leoninos» marcaram 26 golos e os médios 14. O que os números confirmam é que um Sporting com aspirações ao título terá que manter a solidez defensiva demonstrada na época passada e aumentar a produção ofensiva pelo menos por 50 por cento. A maioria dos clubes de alta produção sustenta-se principalmente através dos pontas-de-lança ou, em certos casos como os de Ronaldo e Hulk, extremos que aparecem frequentemente no miolo. No que ao Sporting concerne, em princípio, Ricky, Rúbio, Wilson Eduardo e talvez o recém-chegado Viola terão que melhorar a sua eficácia significativamente e ainda serem bem complementados pelos extremos ou algum médio mais ofensivo, para atingir os números desejados.

 

Olímpicos (9)

 

A poucos segundos do arranque da prova, o atleta vestido de amarelo pede silêncio às bancadas. Depois, no seu lugar, benze-se num gesto rápido. E parte imparável para a conquista de mais uma medalha olímpica. Foi assim que há poucos minutos Usain Bolt conquistou o ouro nos 200m - repetindo a marca alcançada há quatro anos, nos Jogos Olímpicos de Pequim. Nunca antes deste jamaicano de 25 anos atleta algum especializado em velocidade havia duplicado medalhas em Olimpíadas sucessivas. Bolt acaba de o fazer, numa final acompanhada por centenas de milhares de pessoas em todo o globo, disputada a uma velocidade estonteante. Três vezes medalha de ouro em Pequim (100m, 200m e 4x100m), duas já obtidas em Londres. Apenas o seu compatriota Yohan Blake procurou dar-lhe alguma réplica, embora sem sucesso. Bolt deu-se ao luxo de voltar a mandar calar alguém (certos críticos, presume-se), a poucos metros da meta, enquanto corria, como se lhe fosse indiferente o tempo efectuado: 19.32 (com o recorde do mundo em 19.19).

Depois do máximo olímpico obtido nos 100m, percorridos em 9.63 (segunda melhor marca de sempre, após o recorde de 9.58 estabelecido pelo próprio astro jamaicano nos mundiais de atletismo em Berlim, há três anos), Bolt arriscava-se a sair de Londres como uma das duas figuras cimeiras destas Olimpíadas - a outra, naturalmente, era o campeoníssimo Michael Phelps. Sublinhei isso mesmo aqui, com a devida antecedência. Os factos deram-me razão, comprovando que a tradição ainda é o que era. Vencer na piscina e vencer na pista, superando barreiras de velocidade, vem ao encontro do genuíno espírito olímpico, que nos interpela a ultrapassar todas as certezas antes afirmadas.

Com Phelps e Bolt, a distância entre o que era e o que passou a ser tornou-se ainda mais curta. Primeiro em Pequim, agora em Londres. Ambos entraram na lenda, podendo proclamar a plenos pulmões: Citius, altius, fortius. Imprima-se a lenda, pois.

O cenário dos emprestados 2012-13

 

Durante a época de 2011-12, o Sporting teve 25 jogadores emprestados, a maioria dos quais no estrangeiro. Com a recuperação da equipa B o cenário alterou-se significativamente. A distribuição dos 25 para a época de 2012-13, na data deste post, é a seguinte:

  

 

*** 3 encontram-se com a equipa principal: Cédric Soares, Adrien Silva e Wilson Eduardo.

*** 7 com a equipa B: Victor Golas, Luís Ribeiro, Atila Turan, Eric Dier, Pedro Mendes, João Goncalves e Zézinho.

*** 4 cujos contratos não foram renovados: Mexer, André Marques, Celsinho e Juary Soares.

*** 1 que foi transferido: Jaime Valdés - Parma.

*** 1 que rescindiu: Luís Aguiar.

*** 3 que ainda estão por definir: Leandro Grimi (ex-Genk), Sinama-Pongolle (ex-St. Étienne) e Valeri Bojinov (ex-Lecce, a treinar com o CSKA Sófia)

*** 6 que continuam emprestados: Miguel Serôdio, William Carvalho, William Owuso, Diogo Salomão, Amido Baldé e Nuno Reis.

 

A lista dos já confirmados emprestados até 30 de Junho de 2013:

 

* André Santos, Evaldo Fabiano e Diogo Salomão (Deportivo da Corunha)

* Renato Neto (Videoton)

* Amido Baldé (Celtic)

* Miguel Serôdio (Varzim)

* William Carvalho (Cercle Brugge)

* William Owuso (Westerloo)

* Nuno Reis (Olhanense)

 

Arquivo do Passado

-    Manuel e Tiago Fernandes    -
Em algumas partes, Manuel Fernandes não é apenas recordado pela sua histórica carreira de «leão ao peito» ou até pelos célebres quatro golos que marcou ao Benfica na famosa derrocada dos 7-1.  Em Julho de 1986 o Sporting Clube Português de Toronto, Filiai n.º 138, decidiu convidar o «capitão» ao Canadá a fim de o homenagear, não só pelo seu glorioso percurso como futebolista, mas também para sublinhar a sua vincada indignação por o melhor marcador do Campeonato Nacional da época - 30 golos - ter sido excluído do Mundial do México por José Torres. O Manel fez-se acompanhar pela sua então mulher e pelo seu filho Tiago, que celebraria em breve o seu 5.º aniversário. Entre as diversas cerimónias que tiveram lugar na cidade, foi realizado um banquete de gala na então sede do clube luso-canadiano. 
À boa portuguesa, o jantar inicialmente marcado para as 19 horas só começou a ser servido por volta da 20 horas. Numa sala repleta com cerca de 300 pessoas, todas a postos para satisfazer o grande apetite que já se fazia sentir, quando o Manel verificou que o Tiago não estava à mesa. Questiona a mulher, alguns dos presentes, dirigentes do clube, mas ninguém tinha visto um cabelo da criança, salvo terem uma vaga ideia de ele ter estado a brincar com outras crianças à entrada do prédio. A inevitável preocupação começa a invadir o consciente de todos e uma «posse» de voluntários foi imediatamente formada para iniciar a busca. Na sede do clube não se encontrava, nas imediações também não e o mistério arrastava-se de modo alarmante, com o «capitão» a chorar profusamente. Foi finalmente decidido que a única alternativa era participar o incidente às autoridades policiais. O jantar e as restantes cerimónias ficaram todas de parte enquanto se esperava qualquer notícia do jovem Tiago.
Já passava das 22 horas quando, de repente, surge o descontraído «fugitivo» no clube, pelas mãos de dois agentes policiais. Relataram estes que o foram encontrar num pequeno mercado a uns 4 kilómetros do local, onde ele se deslocou com o intento de comprar um gelado. Os proprietários, estranhando a presença solitária da criança no seu estabelecimento àquela hora tardia, telefonaram prontamente à polícia, que o veio socorrer. Não descreverei o reprimendo que o Manel atribuiu ao «artista» - bastará dizer que foi mais em tom de encarnado do que verde-e-branco. Apesar do seu grande engenho em iludir a «marcação cerrada» dos seus pais em tenra idade, o Tiago nunca exibiu esse nível de habilidade nos campos de futebol e registou uma muito modesta carreira como futebolista. Hoje, aos 30 anos e chefe de família, já se retirou dos relvados. Passados 26 anos, este insólito episódio da vida do nosso lendário Manuel Fernandes ainda é lembrado com frequência e...com muito humor à mistura.
Nota:A fotografia de Julho de 1986 foi-me enviada por José Rafael Vicente, sócio do SCP. ex-presidente e sócio n.º 1 do Sporting Clube Português de Toronto.  

Olímpicos (8)

 

Não deixa de ser tristemente irónico que a única medalha portuguesa até agora alcançada em Londres - a prata conquistada esta manhã pela dupla de canoístas Emanuel Silva-Fernando Pimenta em K2 1000m - distinga uma modalidade totalmente ignorada nas páginas da nossa imprensa desportiva. Quem é Emanuel Silva? Quem é Fernando Pimenta? Medalhados em Londres, enaltecidos nas notícias de hoje, mas dois ilustres desconhecidos da opinião pública nacional.

A imprensa desportiva, com a sua obsessão monotemática pelo futebol, tem grande responsabilidade neste divórcio entre os portugueses e alguns dos atletas que mais prestigiam as cores nacionais no palco das Olimpíadas. Como leitor atento dos jornais e adepto de diversas modalidades, gostaria que esta medalha que tanto nos orgulha pudesse contribuir para mudar mentalidades. As sociedades mais evoluídas são plurais em matéria desportiva. E desporto não é só futebol.

Quando a realidade atrapalha a teoria

Leio no Record que o Deportivo da Corunha "já levanta voo com asas portuguesas". O clube galego, recém-promovido à divisão principal espanhola, venceu com esforço o Ourense, da segunda divisão B, num jogo em que - salienta o jornal - este clube "deu bastante luta".

A vitória sorriu aos da Corunha pela margem mínima: 1-0. Se levantam voo, como o Record garante, é caso para dizer que voam baixinho.

Mas afinal como jogaram os portugueses que integram as fileiras do Depor? O diário desportivo esclarece-nos: "Pizzi foi decisivo" ao apontar o canto que deu origem ao golo e Bruno Gama conseguiu "colocar constantemente a defesa do Ourense de cabeça à roda".

E aquele que "já é, potencialmente, o melhor ponta-de-lança português"? O prometedor rapaz entrou aos 70 minutos e a sua exibição merece apenas duas linhas e meia de texto no Record: "Nélson Oliveira dispôs de duas oportunidades para marcar mas não foi feliz."

Deliciosos eufemismos da doce imprensa portuguesa. Não convém que a realidade atrapalhe uma boa teoria. E a teoria já foi equacionada pelo recordista absoluto do comentário televisivo tuga: "Nélson Oliveira é de facto um jogador que dá uma outra cara ao ataque português. Com ele o nosso ataque transforma-se."

Perguntem aos adeptos do Depor se é verdade.

Os nossos ídolos (21): Liedson

Quando reclamei a minha condição de última da lista alfabética, o Pedro Correia teve pena de mim e as crónicas passaram a sair pela ordem de produção. Eu, ambiciosa, pus um selo de reserva no Liedson, que a ninguém foi indiferente enquanto passou por Alvalade. 

 

Chegou ao futebol com 22 anos e ao Sporting aos 25. Não era um menino da Academia. Nem sequer tinha dedicado toda a sua vida ao futebol. Pelo contrário, conhecia bem as prateleiras do supermercado, onde trabalhou para poder subsistir. Em muitos gerou desconfiança, para mim ganhou crédito. Alguém que sabe dar valor às oportunidades, para variar.

 

Depois, havia o problema da sua fraca figura. Que força pode ter? Talvez tenha velocidade, mas para isso devia escolher o atletismo, não? E eu a ver o Liedson lá de casa, a figura franzina do meu filho Pedro, o pisca de gente, como lhe chamávamos em pequeno, mas dono de uma energia que nunca mais acaba e absolutamente doido por futebol.

 

Chegou, jogou e venceu. Melhor marcador do campeonato português de 2004/05; Melhor marcador do campeonato português de 2006/07; 2º melhor marcador da Taça UEFA em 2005; Melhor marcador da história do Clube nas competições europeias; Jogador estrangeiro com mais golos marcados ao serviço do Sporting. A 21 de Outubro de 2010, Liedson realizou o seu 300º jogo com a camisola do Sporting, e simultaneamente tornou-se o jogador estrangeiro com mais golos marcados em competições europeias ao serviço de clubes portugueses. O seu primeiro golo nesse jogo foi o número 200 do Sporting na Liga Europa/Taça UEFA.

 

É claro que houve muitas reclamações, por parte dos adeptos sportinguistas, se passava jogos sem marcar. É claro que houve muitas críticas que a imprensa – tão nossa amiga – insistia em fazer, contando afincadamente os minutos que separavam os golos do Levezinho. É claro que há quem prefira lembrá-lo pela desavença com Sá Pinto e atirar para o lado o número impressionante de golos que marcou, ou a forma como carregou às costas a equipa, a nossa equipa, em dias tristes e desmotivados. Façam uma pesquisa no Google, vão poder confirmar o que estou a dizer.

 

Não era o 31, era trinta e um num só. Capaz de construir uma jogada lá do fundo, de onde roubava a bola aos adversários, um ou dois passes cruzados e depois, ele e a baliza, um corredor aberto num ângulo impossível, a bola no fundo das redes, um golo sempre festejado com amor, um estádio a estourar de alegria.

 

E aquela fraca figura… meu Deus! Confesso que muitas vezes tive vontade de o adoptar, para poder retribuir as alegrias que nos deu, a forma como resolvia o impossível, a capacidade que teve de nos tornar leve o pesado fardo das expectativas goradas e desilusões cinzentas.

 

Durante várias épocas, Liedson tornou o Sporting maior. E os Sportinguistas souberam reconhecer a sua entrega e dedicação na forma como se despediram dele.

 

É o meu ídolo. Até sempre, 31!

 

Pérolas de Joaquim Rita (5)

 

«Numa avaliação de todos os médios do Sporting, Izmailov, se estiver a 90%, é o melhor jogador do Sporting.»

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«Para mim será uma surpresa se Adrien vier a renovar pelo Sporting.»

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«Pela qualidade que tem, Adrien entraria como uma luva quer no Benfica quer no FC Porto.»

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«Não sei qual foi o carinho que o Sporting deu a Adrien quando esteve na Académica.»

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«O atraso do Sporting em resolver o problema do Rui Patrício não é um bom indicador.»

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«Há um mistério nesta pré-época do Sporting, que é o americano.»

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«Há como uma vacina que impede os centrais do Sporting de marcarem golos.»

 

Há pouco, na SIC Notícias.

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