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És a nossa Fé!

Qual é o problema?

errFalei há pouco com o José Mourinho que me disse "qual é o problema de o Barcelona ir com cinco pontos de avanço?" Se não falei, imaginei que falei e que ele me respondia isso mesmo. E qual é o problema de estarmos com três pontos de atraso de clubes que ainda têm tantos pontos para perder? Como diz o nosso Francisco, o que é preciso é animar a malta e demonstrar à equipa que estamos com ela, o mesmo será dizer que estamos com o Sporting. O que apenas me chateia na derrota com o Rio Ave é aquela falta de respeito com que as próximas equipas vão entrar em campo para jogar contra nós. Força, Sporting!

O que dizem eles

 

«Se fosse ao contrário, era uma uma revolução em Portugal.»

 

-    Fernando Oliveira   -

 

Observação: O presidente do Vitória de Setúbal pode não ter razão em tudo mas, em abono da verdade, quantas vezes Luisão, Javi Garcia e Maxi Pereira merecem ser expulsos e não são?... Apenas clamar que há uma dualidade de critérios, não explica a causa à raiz deste «estado de graça». Já que mais ninguém o admite, Jorge Jesus não hesita em colorir o ambiente com esse reconhecimento. Dois jogos da Liga, duas sessões de gabos resplandecentes dirigidos à arbitragem. Até porque ele «detesta» jogar contra dez... estraga-lhe a táctica!

Nobre povo

 

E hoje, tornámos a acordar. Levantámo-nos e, já de pé, novamente erguidos, percebemos que continuamos a ser o que sempre fomos e o que sempre seremos. Sporting. Quinta-feira, lá estaremos. Eu lá estarei com a mesma felicidade infantil. Nós não escolhemos ser do Sporting. Foi o Sporting que nos escolheu a nós. É uma felicidade infantil, por ser precária, por ser ilusória, por ser freudiana até, mas é a minha felicidade. Hoje, não me fodam a cabeça com o Rio Ave. Eu sou Sporting. 

É sempre a mesma coisa...

Jogámos mal? Jogámos... Faltou garra? Faltou. Sá Pinto podia ter tido outras opções? Podia. Mas sabem o que me chateia mesmo? Ver os nossos a "malhar" no Clube, no Treinador, na Direcção, nos Jogadores, em tudo o que seja Sporting. Há pessoas que não aprendem nunca. E depois são os primeiros a queixar-se que o SCP não ganha. Entre nós há sempre os do costume que nunca acreditam, não deixam os outros acreditar e deitam sempre abaixo... que canseira de gente... vão para o slb queimar cartões de sócio sff...

Não há verão sem espirros

 

É por de mais evidente que nada serve amontoar críticas impiedosas em cima da decepção do momento. Muito por esta consideração, limitar-me-ei a reiterar três reparos que adiantei há umas semanas atrás:

 

- A ingrata realidade é que a equipa, indiferente dos onze em campo, só esporodicamente tem exibido a consistência e criatividade de jogo que lhe permitirá aproximar-se dos seus mais directos rivais e com condições para poder lutar pelo título;

 

- O espírito de luta e entreajuda que Ricardo Sá Pinto incutiu nos jogadores na época passada, terá que ser complementado por algo muito mais substancial para o Sporting tornar-se verdadeiramente competitivo;

 

- Ricardo Sá Pinto terá que evoluir, como treinador, mais rápido ainda que os seus jovens pupilos, como jogadores.

 

Apesar dos cinco pontos perdidos em dois jogos, nunca um campeonato foi conquistado no mês de agosto e ainda há muito tempo pela frente para rectificar algumas situações e melhorar outras. Esperamos que isto seja somente um espirro do verão.

 

Sem penas

Não vale a pena perderem tempo com comentários: não fui eu que inventei esta parvoíce. O "snoll" não existe, mas se existisse seria um lagarto com 400 olhos. Exactamente. Exactamente, pois, pois, mas eu bem sei que vou ter de escrever outra vez: 400 olhos. 400 olhos de um lagarto que só existe numa coisa chamada "fábulas fantásticas e animais místicos". É estúpido. Para quê 400 olhos? Fácil (parece): 200 para ver ao longe e outros 200 para ler. Uma mistura de Mário Jardel e três latas de Red Bull. Já disse que este lagarto não existe, é de um livro cheio de penas do Woody Allen, mas se existisse, não daria jeito ao Sá Pinto. Ele precisa mais de um blazer novo do que de um "snoll". Também nós precisamos de um pouco menos de "mística" e de um pouco mais de pontos. Se não ganharmos hoje, ficamos na segunda jornada já a "contar pontos" para os primeiros. Não vou dizer mais nada, mas a fábula do "snoll" tem tanta piada como uma edição do Master Chef na Etiópia. Estou só a tentar dizer  que logo é ganhar ao Rio Ave. Rebentar com eles. Se não for assim, lá vamos nós para um filme repetido. Lá vou inventar mais umas fábulas até Junho do ano que vem.  

Jogar para ganhar ou golear?

O Braga ganhou 3-1 ao Beira-Mar (só aquele golão do Nildo Petrolina evitou que fosse um resultado mais dilatado), o FCP venceu o Vitória de Guimarães por 4-0 e o SLB deu 5 ao outro Vitória, o de Setúbal. Não importa como, a verdade é que estes resultados falam por si, depois de uma primeira jornada em que os quatro clubes mais poderosos da Liga empataram os seus jogos. Quer isto dizer que o Sporting está hoje pressionado para golear o Rio Ave? Nada disso, o Sporting tem é de ganhar, nem que seja por um golo, para não perder o comboio da frente. Às pressões de comentadores e treinadores de bancada, o Sporting só precisa de responder com uma vitória limpa, bem limpinha. Mais nada. É pedir muito?

Os «Bês» continuam no bom caminho

 

A equipa B do Sporting somou a terceira vitória consecutiva, derrotando o Atlético por 3-1. Num jogou em que valeu a eficácia da finalização, os jovem «leões» marcaram através de Bruma aos 72 minutos - soberbo golo - Ricardo Esgaio aos 76, através da marcação de grande penalidade e para encerrar o marcador, Gael Etock aos 90+5 minutos.

 

O Sporting alinhou com: Victor Golas, Tiago Ilori, Iuri Medeiros, Ricardo Esgaio, Bruma, Tobias Figueiredo, João Gonçalves (Filipe Chaby, 45m), Mica, Betinho (Gael Etock, 45m), Diego Rubio (Eric Dier,77m) e Zezinho.

 

O Sporting está agora em 3.º lugar na tabela classificativa, com 9 pontos em 4 jogos - 6 golos marcados e 3 sofridos. O Arouca ocupa o 1.º lugar com 10 pontos. A 5.ª jornada está agendada para sábado, dia 1 de Setembro - às 18h - no Estádio Municipal de Rio Maior, com o Sporting a receber o Marítimo B.

 

Meio campo lesionado

Izmailov um lesionado crónico, Rinaudo ainda nada fez esta época e agora também Schaars está no estaleiro. Em relação a Izmailov penso que estamos mesmo perante um caso perdido, com muita pena minha, pois além de excelente jogador deu sempre mostra de ser um bom profissional. Rinaudo é a minha esperança para agarrar naquele meio campo e levar a equipa para a frente, Schaars foi fundamental o ano passado.

Conclusão, estamos a começar a época sem três jogadores que estando bem fisicamente, seriam sérios candidatos a um lugar no onze titular. Principalmente Rinaudo faz-nos muita falta.

Mais do inevitável mesmo

 

Jorge Jesus: « Contra 10 ou contra 11 ganhávamos na mesma. 11 contra 11 o Vitória de Setúbal não saiu para uma situação ofensiva ».

 

Jorge Jesus igual a si próprio. Mesmo num jogo contra um adversário inferior e com tudo a correr-lhe à feição, o treinador dos encarnados não consegue evitar o ridículo. A expulsão do jogador sadino aos 8 minutos de jogo é justa, mas é impossível não questionar se o mesmo teria acontecido se tivesse sido ao contrário, não só pelo bem conhecido registo de antecedentes, mas também porque aos 17 minutos Luisão comete uma falta que poderia ter resultado em expulsão e apenas viu o cartão amarelo. Face à vincada superioridade do clube da Luz, o golo em fora de jogo acaba por ser inconsequente. Como era de esperar, pelas favoráveis circunstâncias, o treinador teve a gentileza de louvar a arbitragem de Jorge Sousa. Mais do inevitável mesmo e estamos apenas na 2.ª jornada.

Ponham aqui os olhos

Rui Patrício, a propósito da renovação de contrato:

 

"Com esta continuidade (...) espero também ajudar os mais jovens, os que agora estão na nossa Academia, a perceberem que o Sporting não é um meio para chegar a outro lado. É antes o topo. Com o meu exemplo, que entendam que é possível chegar ao plantel principal, jogar na selecção e ser feliz no campeonato português".

 

Pergunta do dia, da semana, do mês e do ano

 

Quantas vezes, para quantos clubes e por quantos milhões foi Hulk já vendido?

 

O mercado de transferências do verão está quase a encerrar, facto que agrada por muitos motivos, mas nenhum que suscite tanta satisfação como não ter que ler ou ouvir a novela diária sobre uma qualquer imaginária venda do jogador brasileiro. Só faltaram especulações sensacionalistas sobre uma hipotética ida para a NBA ou para o planeta Marte, tudo o resto foi avançado, referenciado e conjecturado e... a soma das «vendas» até já dava para pagar o défice nacional. Mas como as coisas são como são e a comunicação social é o que é, não surpreenderá se, em breve, começarem a surgir  novas pistas bombásticas  para o mercado de Janeiro.

 

P.S. Quase o mesmo é aplicável a João Moutinho, o jogador que mais ambicionava ir para o estrangeiro com um contrato milionário e, cada vez mais, aparenta estar «fechado à chave» no FC Porto, pelo menos até aparecer qualquer negócio em pacote finório - à lá Pinto da Costa - que permita não pagar ao Sporting a sua justa percentagem. 

 

O que dizem eles

 

Miguel Albuquerque - Director do Futsal do Sporting

 

« Mais um péssimo espectáculo da modalidade. Peço desculpa à organização do torneio pelo feio espectáculo apresentado pelas duas equipas. O futsal é uma modalidade em ascensão e nós, agentes da modalidade, aproveitámos este mediatismo para matar a modalidade. Castiguem quem tem de ser castigado, quer de um lado, quer do outro, mas castiguem. Isto tem de ser feito, senão este sentimento de impunidade não vai acabar. No dia que isso acontecer, eu sei muito bem quem vai sofrer mais castigos. Há gente muito mal formada nesta modalidade que, com a sua má formação, se tem escondido atrás dos emblemas para explanar toda a sua mediocridade. Ainda vamos a tempo de fazer alguma coisa pela modalidade, mas parece que as possibilidades estão quase todas esgotadas ».

 

Observação: Também por isto, somos diferentes. O Sporting derrotou o Benfica 8-7 nas grandes penalidades e conquistou o Torneio Internacional de Lamego. 

Evasão fiscal nas transferências

Vem da Argentina a notícia de que as autoridades declararam «guerra» à evasão fiscal nas transferências no futebol. Para já, foram denunciados 146 empresários ou intermediários com dívidas ao fisco e várias transferências estão a ser investigadas, o que levou alguns clubes a afastarem jogadores da competição - por sugestão federativa - enquanto a contenda não é esclarecida. Foi igualmente denunciado a existência de «paraísos desportivos», com clubes estrangeiros envolvidos em transferências em que os jogadores, muitas vezes, nem chegam a representar.

Muito embora não tenha conhecimento concreto de causa - mas considerando diversas estranhas ocorrências no mercado futebolístico nacional - vem-me prontamente à ideia de que semelhante medida pelas autoridades portuguesas revelaria um vasto leque de irrgularidades. Dando-se essa eventualidade, não será despropositado sugerir que no topo da lista de negócios a merecer investigação profunda, seria a notória transferência de Roberto para o Saragoça em Julho de 2011. Recorde-se que o jogador foi alegadamente vendido por 8,6 milhões de euros - mais 100 mil euros do que custou aos encarnados - após uma época de vincada desvalorização desportiva e a um clube que estava sob protecção judicial para combater o risco de falência. Não é de esperar que venha a acontecer, mas é uma sugestão construtiva. 

Ter ou não ter um 10. E um 9

O Sporting empatou ontem 1-1 com o modesto Horsens, da Dinamarca, mas isto já se sabe. As análises ao jogo foram do pior que se tem visto e não há uma única que registe que o Sporting teve um caudal ofensivo constante, rematou 25 vezes à baliza e não desistiu nunca de tentar marcar e de vencer. Isto sem esquecer nas várias estreias em noite europeia. Nada disto importa, o que importa é que nos falta uma alternativa a Ricky Van Wolfswinkel.

É claro que falta, como também falta um 10 que organize melhor o jogo que o Adrien e, já agora, que o lateral direito ganhe um pouco mais de raça e capacidade de entrega. Temos de ter calma, Sá Pinto sabe o que está a fazer. Adrien joga agora para ver se assina pelo SCP e não ficarmos a ver navios no ano que vem e Jeffren teve a oportunidade que pedia há muito. Nenhum deles faz melhor do que Schaars e Capel, isso é evidente. Temos tempo e ontem ganhámos uma coisa muito importante ao minuto 58. Entrou Labyad e já não nos falta tudo. Temos um número 10 à altura: aquele passe para o Capel - que depois cruza para o Carrillo fazer o golo - vale ouro. Venha outro 9 que possa disputar a titularidade com o Ricky e estamos no ponto, contra o Rui Santos e os seus vários clones...

Os nossos ídolos (25): André Cruz

Uma questão como “qual atleta do Sporting é o nosso ídolo” não tem uma resposta única ou óbvia, pelo menos para mim. Muitos dos atletas já abordados nesta série, e outros que porventura nem serão nela incluídos, merecem que os classifique como “ídolos”, e não só no futebol. O nosso clube tem uma grande tradição em diversas modalidades, nas quais teve diversas importantes vitórias que deram origem a muitos títulos que ajudavam a compensar o jejum no futebol nas décadas de 80 e 90.

Se me perguntarem, porém, qual foi o futebolista mais decisivo, não o mais importante – todos foram importantes: essa era uma equipa equilibrada -, mas o mais decisivo, para pôr fim a esse jejum, aí responderei sem hesitação: foi o André Cruz (logo seguido pelo Acosta, é certo – mas para mim foi o André). Como para mim esse foi o mais belo e emocionante título do nosso clube, foi sobre o André que decidi escrever. Contratado cirurgicamente como reforço de inverno em 2000, o André, internacional brasileiro, era um central experiente e de invulgar categoria, distinguindo-se por uma característica que sempre admirei num jogador: uma extraordinária precisão de passe e de remate. Fazia lembrar outro grande leão com semelhante precisão, o Carlos Xavier, que bem merecia pertencer a esta lista de ídolos. Os livres do Carlos renderam muitos pontos na década de 90, mas infelizmente nenhum título (embora o Carlos até tenha sido campeão em 82, na sua primeira época). Já com o André o Sporting conquistou dois títulos de campeão nacional, uma taça e uma supertaça. Mas toda a gente o associa sobretudo aos dois momentos cruciais da época de 1999/2000: a vitória em Alvalade com o FC Porto, em que o Sporting assumiu a liderança no campeonato a meio da segunda volta pela primeira vez em 18 anos, e a consagração, contra o Salgueiros, em Vidal Pinheiro. Em ambos o André “faturou” golos importantes. Recordo ainda outro golo de livre, na época seguinte, no empate com sabor a vitória contra o Real Madrid do Figo, em Alvalade, na estreia na Liga dos Campeões nessa época, que comemorei em casa. Na altura não vivia em Portugal, e foi esse o único jogo do Sporting a que assisti em direto em minha casa.

Por essa mesma razão, nunca tinha assistido ao vivo a um jogo com o André, até aqui há dois anos, quando se realizou em Alvalade um amigável de homenagem ao grande Iordanov, com a presença de jogadores seus contemporâneos, como o André e o também grande, enorme Acosta (felizmente o Iordanov e o Acosta fazem parte desta lista de ídolos, e seria imperdoável que não fizessem!). Ao intervalo, havia um passatempo em que, com um único remate à distância de um penálti, se tentava enfiar a bola, não numa baliza, mas num buraco de dimensões pouco superiores às da bola. Um teste dificílimo, que exigia uma precisão de remate superior. Vários jogadores e espetadores tentaram, com um remate, enfiar a bola no referido buraco. O único que o conseguiu, à primeira tentativa, foi o André Cruz, aos quarenta e tal anos.

A referida precisão de passe do André não era útil somente a marcar livres, embora fosse essa a faceta mais visível e mais recordada. O André não se limitava a despachar bolas para a frente sem nexo, de qualquer maneira, como tantas vezes se vê centrais fazerem. O André colocava sempre a bola na posse de um companheiro de equipa, a longa distância, por vezes do outro lado do campo. Uma bola ganha pelo André era uma bola efetivamente ganha: era um ataque que começava.

Nunca mais tivemos um central como o André.

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