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És a nossa Fé!

O que dizem eles

 

«Já vi que vou ter de me candidatar em 2014. Quando vi os candidatos à organização do próximo Congresso de Núcleos abraçarem-se depois da votação revi-me nesse espírito, que é aquele que deve perdurar e viver, porque somos só um: o Sporting. É o desafio de uma unidade que lanço à família sportinguista.»

 

-    Luís Godinho Lopes    -

 

Observação: Não tendo apoiado a sua candidatura no último acto eleitoral, sinto-me completamente à vontade para afirmar que, nas circunstâncias em que encontrou o Sporting, as suas realizações neste primeiro ano de mandato excederam as expectativas. Verificou-se progresso em muitas áreas de gestão e estruturação e até no foro futebolístico, pese a soma dos resultados ter ficado aquém do que era desejado, como o presidente já teve a hombridade de admitir. Respeito a sinceridade e a competência  do seu desempenho e seria apenas justo e benéfico para o Clube que o universo sportinguista fosse unido nesse sentido, indiferente das simpatias e preferências pessoais. Sobretudo, há a necessidade de certas partes reconhecerem que invocar oposição ao mais pequeno ensejo e andar em constante estado de campanha eleitoral, em paralelo, não produz qualquer aproveitamento salutar e não serve os maiores interesses do Sporting. 

Isto também é o Sporting

 

Este fim de semana...

 

Andebol - A equipa de juniores do Sporting sagrou-se Tricampeã Nacional ao bater o FC Porto por 31-21.

 

Ténis de Mesa - O Sporting foi aos Açores vencer o Toledos por 4-1 no segundo jogo da final e sagrar-se Campeão Nacional da época de 2011-12. O seu 32.º título da modalidade.

 

Hóquei em Patins - Já com a promoção à I Divisão Nacional assegurada, a equipa do Sporting derrotou o Campo de Ourique por 2-5, mantendo o avanço de cinco pontos sobre o Turquel, bastando apenas mais um, nas últimas duas jornadas, para garantir o primeiro lugar na Zona Sul do Nacional da II Divisão.

 

Futsal - O Sporting venceu o Módicos por 1-5 no primeiro jogo das meias-finais do «play-off» do Campeonato Nacional da I Divisão.

 

Atletismo - A equipa feminina do Sporting classificou-se em 4.º lugar na Taça dos Clubes de Campeões Europeus de pista que decorreu no Algarve este fim de semana.

Mudam-se os tempos, mantêm-se as moscas...

Alguns, nós, por razões que a razão conhece mas não ousa proferir, somos prejudicados "ad eternum".

Alguns, nós, somos "premiados" com multas e castigos, como "incentivo pedagógico" ou "exemplo".

Alguns, nós, por justa revolta e indignação comprovada de forma isenta e imparcial, somos até alvo de "greves de árbitros".

Outros, "os outros", podem até insultar-se ao nível mais decadente de sempre, podem insinuar as coisas mais hediondas, que... "no pasa nada"!

Outros, "os outros", podem dizer, como o Sr. Vieira, que o benfica não conquistou 30 campeonatos nos últimos 10 anos apenas por culpa dos árbitros. Insultou todos os árbitros e boa parte dos dirigentes. Castigo, há? Não!

Outros, "os outros", podem, como o Sr. Pinto da Costa ou o seu clube, acusam outra instituição na pessoa do seu presidente, de tudo, mais alguma coisa e um pouco mais ainda, descendo ao nivel mais abjecto e fétido com um trocadilho com a forma como se pede uma bebida (para uns parece que é uma Cola com gelo, para outros para que é uma Coca com limão), para literalmente derreter ácido sobre o adversário. Castigo, temos? Não!

Alguém pode fazer pior que isto para o ambiente salutar entre dirigentes desportivos e o fair play entre atletas e técnicos?

Alguém pode fazer pior que isto, acicatando terrivelmente adeptos e incentivando vinganças entre claques? Não!

Castigo, há? Claro que não! Expiação para estes pecados "tradicionais"? Não existe, apenas uma receita: executar uma purga colossal ou um laxante tsunâmico! Ou ambos!

 

Deixo uma imagem apropriada o tal "sistema" a que Dias Cunha muitas vezes se referia:

 

A democracia é bem vista por estes lados

José Maria Barcia, certamente por deficiência de expressão da minha parte, revelou alguma dificuldade em ler o que aqui escrevi. Eu nada tenho a objectar que um benfiquista me chame colega, no tom afável em ele o fez, apelando a uma acção conjunta na defesa da verdade desportiva. De resto, sempre tive colegas de trabalho benfiquistas e todos nós, independentemente de convicções clubísticas, somos colegas de blogosfera. O que não tem o menor sentido é que ele próprio, poucos dias depois, considere afinal que "a democracia não é  bem vista por aqueles [estes] lados". A frase, mais do que despropositada, é injusta a vários títulos. Os autores deste blogue são das mais diversas proveniências geográficas e há por cá pessoas que votam em todas as forças partidárias representadas na Assembleia da República. Pensamos de maneira muito diferente sobre política, religião e uma infinidade de outros temas, incluindo o desempenho da actual presidência do Sporting. Mais: quem frequenta as nossas caixas de comentários sabe que recebemos visitas diárias de benfiquistas que aqui vêm comentar o que muito bem entendem e costumam ser recebidos com a cortesia devida a adversários que se mostram dignos de respeito.

Algo nos une, sim: a paixão pelo Sporting. E é quanto basta.

Uns têm, outros nem por isso

 

O guarda-redes tem uma missão particularmente inconciliável no futebol. Um momento é herói, passados meros segundos é vilão. A exigência física e psicológica que enquadra a sua actividade é incomparável à de qualquer outro jogador. Sob constante pressão, todos os seus movimentos são examinados minuciosamente e um qualquer desacerto pode ser fatal, tanto para si como para a sua equipa.

Comecei a minha modesta carreira futebolística precisamente como guarda-redes. Com um 1,88 m de altura, ágil e bom atleta, tudo indicava que possuia os indispensáveis dotes para esse fim. Só anos mais tarde, já como dirigente, é que me foi possível identificar a falibilidade que sempre me iludiu enquanto jovem. Tive ocasião de trabalhar com um sábio treinador que me elucidou: «um guarda-redes que não tenha «pancada» - o seu termo para uma personalidade excêntrica e temerária - nunca dará um bom guarda-redes». Deduzi eu, então, que quanto maior a «pancada», melhor o guarda-redes, mas, aparentemente, até nisso há limites.

Uma retrospectiva do futebol nacional rapidamente confirma a exactidão deste discernimento; só no Sporting tivemos diversos casos exemplares que me vêm prontamente à ideia: o histórico Carlos Gomes e o saudoso Vítor Damas, ambos com vincada excentricidade, Ricardo - quem mais se ofereceria para marcar aquele célebre penálti no Euro 2004 ? - e aquele que mais me marcou pela sua espectacular extroversão, já para não mencionar o seu enorme talento, o lendário Peter Schmeichel. Sempre que o seu nome vem à conversa, a primeira imagem que me surge é a de Rui Jorge, entre outros, a escudar-se da sua fúria, por qualquer erro cometido ou golo sofrido. Não há muito tempo tive ocasião de trocar impressões com o actual seleccionador nacional do sub-21, sobre o gigante nórdico. Com um grande sorriso, disse-me ele: «grande profissional, excelente colega no balneário, humilde e brincalhão, mas quando entrava em campo transformava-se, era um intenso competidor que não admitia falhanços».

O nosso Rui Patrício também chama a si uma boa dose de «pancada» que ainda não terá atingido total maturidade. O seu semblante nos momentos cruciais, a sua ainda por aperfeiçoar arte de repreender os colegas, a sua temeridade e, sobretudo, o seu «sacríficio» em passar a bola à mão, quando o seu primeiro instinto, hoje e sempre, é de a pontapear para os céus ou, em última instância, para a bancada central.

O guarda-redes de futebol é uma espécie de jóia na coroa real, alvo da cobiça de todos os inimigos e defendida até à morte pela guarda da corte. Para quem desejar passar pela experiência, é aconselhável determinar primeiro o respectivo grau de «pancada»; uns têm, outros nem por isso.

Nítido nulo

Nenhuma outra definição me ocorre para qualificar o inenarrável "jogo treino" da selecção nacional contra a Macedónia - classificada na 98ª posição do ranking da FIFA e treinada pelo 'nosso' John Toshack - ocorrido esta tarde no estádio leiriense Magalhães Pessoa, um dos 'elefantes brancos' que sobreviveram ao Europeu de 2004. Deve ser mau karma daquele local a que ninguém consegue dar destino. Sinto-me inclinado a dar razão ao ex-presidente da câmara Afonso Lemos Proença, que em entrevista ao Jornal de Leiria diz sem papas na língua: "O melhor é implodir o estádio." 

E, já agora, convinha implodir também este futebol indolente e desmotivado que não consegue obter melhor que isto. Zero, apenas zero.

 

ADENDA: os nossos adversários directos no Euro-2012 não andaram melhor, longe disso. A Dinamarca perdeu (1-3) com o Brasil, a Holanda perdeu (1-2) com a Bulgária e até a Alemanha perdeu (3-5) com a modesta Suíça. Mas com o mal dos outros podemos nós bem.

O que dizem eles

 

«Estive muitos anos neste clube com muito orgulho, que representei com toda a minha força. Esperava acabar de outra maneira, mas não foi possível. Para o ano vão surgir títulos e eu vou estar cá para celebrar com eles. O plantel tem qualidade e está bem orientado. O Sá Pinto é um grande treinador e um grande homem. Penso que ele percebe melhor o que é o Sporting, sabe liderar um grupo, tem qualidades e eu confio. O treinador que mais me marcou foi o Meszaros, porque me ensinou os primeiros passos. Como colega falo do Rui Patrício, que vi crescer e chegar ao nível a que chegou.»

 

-    Tiago Ferreira    -

 

Observação: Tiago terminou a sua carreira após 17 anos com o «leão» ao peito, mas vai ficar em Alvalade como treinador de guarda-redes dos juniores.

Arquivo do Passado

 
Lídia Faria - Vencedora do «Prémio Stromp» para a melhor atleta sportinguista de todos os tempos
Com 17 anos de idade foi inscrita no Benfica, por ser o clube do seu coração. Quando se apresentou, não foi aceite, por não existir atletismo feminino. Experimentou o Sporting e entre 1959 e 1970, ano da sua despedida com festa à futebolista, ganhou 30 títulos de campeã nacional em oito especialidades (100 metros, 200 metros, 400 metros, 80 metros barreiras, lançamento de peso e do disco, 4x100 metros e pentatlo, sendo recordista nacional e ibérica em todas essas provas). Em 1964, durante um Portugal-Espanha, numa só tarde venceu cinco dessas provas e estabeleceu outros tantos recordes ibéricos. Um ano depois, ganharia a prova do lançamento de peso nos Jogos Mundiais da Primavera, disputados no Rio de Janeiro. Sonhou ser... toureira, aspirou a ser costureira, mas acabou por se consagrar no atletismo do Sporting Clube de Portugal.

Querem o Diego Capel?

O Sporting reagiu à notícia avançada esta manhã em Espanha a um alegado interesse no Atlético de Madrid na contratação do extremo Diego Capel. Pedro Sousa, director de comunicação do clube leonino, disse que o jogador não é negociável e que a contrapartida para uma negociação seria... Falcao.
«As notícias com origem em Espanha e reproduzidas na imprensa portuguesa sobre uma alegada proposta do Atlético de Madrid por Capel não fazem sentido» , afirmou o dirigente leonino que foi mais longe neste suposto interesse:
«É uma notícia sem fundamento. Primeiro porque o jogador não está à venda e não é negociável. Segundo, porque o Atlético de Madrid não teria o desplante de fazer uma proposta naqueles moldes. Terceiro, porque até por respeito a uma anterior administração da SAD, a oportunidade de Rúben Micael representar o Sporting já passou. E quarto, reafirmando que o jogador não está à venda e tem uma cláusula de rescisão em vigor [30 milhões de euros], se o Atlético Madrid quiser conversar connosco directamente e não por interposta pessoa, neste caso a imprensa, a nossa contrapartida pedida é Falcao», disse.
In A Bola

O que dizem eles

«Um ladrão não deixa de ser ladrão por declamar poesia! Um ladrão não deixa de ser ladrão por ir ao Papa!... As nossas razões podem não chegar à UEFA, como não chegaram para a justiça portuguesa as escutas de café com leite, mas nós não vamos parar enquanto não limparmos o desporto português.»
-    Luís Filipe Vieira   -
Observação: A indignação expressa à conveniência da ocasião e em defesa de interesses próprios, ignorando outras injustiças apenas porque a "nossa" casa não foi atingida naquele momento ou, até, porque também nos beneficia, não é credível e não pode ser transformadora. É imprescendível ser coerente perante o «estado da nação» e ousar pensar, propor e tomar medidas em prol do todo, se o verdadeiro propósito é mesmo «limpar o desporto português». Parafraseando Charles-Louis de Secondat: «A injustiça que se faz a um, é a ameaça que se faz a todos.» Já é tempo de Luís Filipe Vieira e o Sport Lisboa e Benfica se aperceberem disto.

Acabou mal e já começa pior

Depois da vergonhosa atitude no Jamor, quero apenas dizer o seguinte: não vou ter saudades do Polga; o negócio do João Pereira é patético, ainda antes do Europeu começar; se trocarem o grande Capel por aquele javardo do Micael nesse mesmo dia abro um período de nojo durante o qual não farei tenção de meter os pés em Alvalade enquanto o contrato desse indivíduo durar.

O Patriotismo futeboleiro ou o Nacionalismo futebolês

Será que sou só eu, ou também vós se indignam com esta mania pirosa de apoio à Selecção Nacional de dois em dois anos? A moda começou com Scolari e, com uma dose de tolerância do tamanho do mundo, até digo que, na altura, foi original o conceito das Bandeiras Nacionais nas janelas e tal. Agora, repetir a graça de dois em dois anos, de cada vez que há Europeu ou Mundial?

Não há pachorra, confesso. Para mim, a Pátria sente-se e vive-se todos os dias. E não preciso de ter a maior Bandeira Nacional do mundo para mostrar o quanto eu gosto do meu País. Ou comprá-la, made in China, numa grande superfície - que descura sempre o facto dos castelos serem pagodes chineses - e colocá-la com suposto orgulho Pátrio à janela.

Irrita-me esta coisa verdadeiramente bimba de achar que lá porque uns rapazes jogam pela nossa Bandeira, temos todos de ser contagiados pelo espírito da piroseira atroz à volta da Bandeira, do cachecol ou da T-shirt made in BES ou Continente.

Gosto de futebol, gosto de ver a bola, torço pela Selecção Nacional como qualquer bom Português que se preze e adorava que Portugal ganhasse esta competição. Dito isto, detesto a euforia criada à volta disto, como se o País não tivesse motivos bem mais graves para se preocupar.

{ Blog fundado em 2012. }

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