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És a nossa Fé!

A grande mastigação técnico-táctica

 

Não terá sido o mais concorrido dos nossos jantares, mas foi seguramente um dos mais divertidos. Três horas de conversa muito animada, iniciada ainda antes do caldo (obviamente) verde que inaugurou a refeição e prolongada muito para além do gelado que compareceu à sobremesa.

Contaram-se histórias saborosíssimas de um passado recente ou mais remoto do desporto nacional. Discutiu-se arbitragem. Houve falatório em torno de treinadores e jogadores e presidentes de certos clubes.

Alguns lampiões ficaram de orelhas a arder. E certos comentadores da bolinha cá do burgo, idem aspas. Incluindo um que adora discorrer sobre "contingências tecnico-tácticas que decorrem da esquadria do terreno onde a partida se desenrola e do denodo dos jogadores em demanda da redondinha à flor da relva em razão do qual se torna clarividente equacionar uma alteração substancial do modelo que temos vindo a perfilhar não só tendo como desiderato a obtenção da verdade desportiva como a própria solução dos problemas do planeta Terra, que tem forma de esférico comprovando-se que isto anda tudo ligado".

 

O repasto contou com a presença de quatro estreantes nestas lides gastronómicas do És a nossa Fé, iniciadas em Fevereiro do ano passado, com mastigação a preceito do bife que serve de cartaz ao restaurante: Fátima Soares (comparecendo com duas filhas, fervorosas sportinguistas como todos nós), Marta Spínola, Henrique Monteiro e Paulo Gorjão. Os restantes titulares à mesa formada em quadrado da cervejaria Nacional, no Alvaláxia, eram - além de quem assina estas linhas - os seguintes craques: Alda Telles, Alexandre Poço, Eduardo Hilário, José Manuel Barroso, José Navarro de Andrade e Tiago Cabral.

Conversou-se, anedotou-se, gargalhou-se. O afinadíssimo duo Barroso-Monteiro recriou com muito estilo o inesquecível O Vento Mudou, pérola do nacional-cançonetismo. E vieram à baila, a propósito de tudo e de nada, os mais diversos jogadores que passaram por Alvalade (um dos mais badalados foi o Carlos Miguel - alguém se lembra dele?)

A noite estava fria. Mas os nossos risos calorosos deviam escutar-se junto ao relvado que já nos proporcionou muitas tardes e noites de alegria, que queremos ver prolongadas em muitas mais. Porque acreditamos sempre que o melhor ainda está por vir. No Sporting e neste blogue onde gostamos de trautear estes versos imortais, compostos por ilustre vate cujo nome agora não me ocorre: "Rapaziada quer se possa / Ou se não possa / A vitória será nossa / Viva o Sporting!"

 

O próximo jantar será em Janeiro, para comemorarmos o segundo aniversário. Com a mesa em losango. Em tua homenagem, Paulo Bento.

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