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És a nossa Fé!

Radiografia de um pesadelo

Os dados agora vindos a lume sobre o vendaval de loucura que varreu o Sporting durante o anterior mandato tornam ainda mais urgente a auditoria de gestão presentemente em curso para honrar a promessa feita por Bruno de Carvalho aos sócios.

Há muitos aspectos chocantes no relatório e contas referente à época 2012/13, agora divulgado. Mas nada me escandalizou tanto como saber que Elias - a mais cara e inútil contratação de sempre na história do Sporting - custou não os 8,8 milhões de euros que tinham sido anunciados, quantia que já era inaceitável num quadro de gestão rigorosa e competente, mas 11,15 milhões de euros, segundo o último comunicado enviado à CMVM.

Parafraseando Churchill, num contexto muito menos heróico, nunca o Sporting ficou a dever tanto a tão poucos. Precisamente a alguns dos que menos fizeram pelo prestígio do clube, o que nos custa ainda mais. Percebe-se agora ainda melhor porque estivemos quase a bater no fundo.

É bom que todas estas informações circulem. Para que os tempos de pesadelo não regressem. Nunca mais.

 

4 comentários

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    Pedro Correia 09.09.2013

    Enquanto não chega a auditoria, promessa que terá de ser cumprida, vamos ficando a saber que um jogador cuja chegada foi anunciada "a custo zero" teve afinal custos de três milhões e meio. Com estas e muitas outras, é quase um milagre que o clube não tenha mesmo batido no fundo.
  • Sem imagem de perfil

    PRB 09.09.2013

    "Custo zero" nunca é custo zero. O Labyad não vinha para o Sporting em troca de nada, e €3,5M não me parece muito para o que ele prometia na altura. O problema foi a falta de transparência no negócio, mas talvez se justifique por a direcção não querer pôr em cima do jogador a pressão de ser conotado com um prémio daqueles.

    O clube não bateu no fundo por se gastar muito mas sim por não se tirar rendimento do que se gastava. Isto sempre foi mais um problema de gestão desportiva do que propriamente outra coisa. Felizmente, a gestão desportiva parece estar bem melhor.
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    Pedro Correia 09.09.2013

    O caso do Elias é o mais sintomático de todos: investimento máximo, rendimento mínimo.
    Com os números reais só agora bem à vista.
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