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9 comentários

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    Pedro Correia 15.08.2013

    Dessa lista que mencionou de "novos valores" no futebol português faltam ainda o Sereno e o Vinicius, "descobertos" pelo olheiro ROC...
    Folgo muito em verificar que um adepto do glorioso El Benfica, com um avançado que após seis épocas no clube é incapaz de se exprimir em português para dizer meia dúzia de frases de um putativo pedido de desculpas através do canal de TV do clube (quando qualquer português que vá jogar para Madrid já 'habla español' ao fim de seis semanas), chega aqui cheio de gás só porque teve enfim um jogador como titular na selecção nacional ao fim de um longo jejum de 26 meses.
    É caso para dizer, à boa maneira portuguesa: Enhorabuena!
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    André Salgado 15.08.2013

    Isso é o que se chama fazer a festa, lançar os foguetes e apanhar as canas. Quem chegou cheio de gás para assinalar a presença de um jogador do Benfica num jogo da selecção quer-me parecer que foi o Pedro, numa contabilidade que aparenta ser o seu segundo fetiche mais engraçado a seguir às saudades do Postiga.

    Se eu gostava que mais jogadores do Benfica fossem à selecção? Gostava, mas o Garay, o Matic, o Salvio, o Gaitan ou o Markovic não são elegíveis.
    Se eu gostava que mais jogadores da selecção estivessem no Benfica? Gostava, mas os poucos que teriam lugar - Coentrão, Nani ou Ronaldo - estão fora do alcance dos clubes portugueses.
    A minha selecção é o Benfica e o meu critério é ter os melhores jogadores que seja possível, sejam eles portugueses, argentinos ou sérvios.

    Da rábula sobre o Cardozo, preocupava-me com isso se fosse adepto da equipa do Instituto Camões e tivesse chegado um jogador do Instituto Cervantes. Não sendo o caso, basta-me que seja um grande ponta de lança e que marque muitos golos. Pode falar espanhol à vontade, que os adeptos percebem-no bem.
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    Pedro Correia 15.08.2013

    Da sua lista de desejos não concretizados verifico que não inclui a vontade de ver este jogador do SLB agora incluído como titular da selecção passar a ser também titular no seu clube. O desejo, se existisse, não passaria disso mesmo pois este jogador também não fará parte do onze-base.
    Apesar de tudo, ainda merece maior reconhecimento do que outros, como Nélson Oliveira e Pizzi, rapidamente remetidos para o estrangeiro por não haver lugar para eles na Luz. "Encarnados", ma non troppo...
    Muitas voltas devem dar na tumba aqueles que durante décadas assumiam com orgulho o estandarte do "clube mais português de Portugal"...
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    André Salgado 16.08.2013

    Pedro, isto não tem nada a ver com desejos. Ruben Amorim? Bom jogador, que pode ser muito útil. Titular habitual no Benfica? Não, pela simples razão de que há melhor.

    Nós resolvemos esse problema em 1979, em assembleia geral de sócios (já lá vão 34 anos). Vocês é que parece que andam às voltas com isso, apesar de colecionarem estrangeiros desde o início dos anos 60.

    As vossas contradições (redescoberta da pureza do jogador português, via projecto alcochete, e o facto de 90% dos 30 ou 40 jogadores contratados nos últimos anos serem estrangeiros) são um complexo que não diz respeito ao Benfica nem deve ser projectado no Benfica. Resolvam-no em casa.
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    Pedro Correia 16.08.2013

    E apesar de tudo isso, André, pouco mais vos resta do que viver à sombra das gloriosas eras passadas, anteriores a 1979, quando só jogavam com portugueses e forneciam a base da selecção nacional que ficou em terceiro lugar num campeonato do mundo. Hoje em dia, esbanjam fortunas em jogadores (desviando-os até de outros clubes portugueses possivelmente interessados para logo a seguirem os emprestarem a clubes estrangeiros, sem pisarem um só minuto o vosso relvado) enquanto coleccionam taças da liga e estão atrás do Porto e do Sporting em títulos conquistados no século XXI.
    Como disse no início: enhorabuena.
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    André Salgado 16.08.2013

    Pedro, depois de 1979, o Benfica venceu mais campeonatos que o Sporting nos últimos 50 anos e esteve em 4 finais europeias, a última das quais na época passada.

    Verdade. Mas o que não é dito sobre o século XXI, é que já se passaram 11 anos sobre o vosso último título (o truque é puxarmos a contabilidade até ao último título que nos interesse, a magia das estatísticas) e se calhar já não se lembram da vossa última equipa competitiva. Na liga portuguesa, como sabemos, é preciso fazer um campeonato quase perfeito para ganhá-lo ao FCP (não só porque tem excelentes equipas mas também pelo resto...). Ainda assim, prefiro ter equipa para estar lá até ao fim do que já ter ficado ko no Natal.

    Percamos as ilusões. Hoje o futebol é um negócio e há muitos que o meu clube faz de que eu não gosto e cuja lógica desportiva tenho dificuldades em perceber. Mas também não há virgens ofendidas nem jogadores desviados de clubes "possivelmente interessados". Ou estão interessados ou não. Ou têm capacidade para atrair um jogador, que não é obrigado a assinar por outro, ou não.
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    Pedro Correia 16.08.2013

    Como disse?!! Já passaram 11 anos desde o nosso último título?!
    Anda mal informado, André. Desde o ano 2000, o Sporting conquistou dois campeonatos, 3 Taças de Portugal e 4 supertaças. Não há aqui truque nenhum. O último troféu - precisamente uma supertaça - foi conquistado em 2008: já há algum tempo, na verdade, mas não há 11 anos.
    Vocês levam-nos vantagem na taça da liga e no troféu Guadiana. Coisa pouca, para tanta prosápia.

    P. S. - Lamento vê-lo tão conformado com os ditames do 'futebol negócio'. Sinceramente, e até porque isso beneficiaria também a selecção nacional, gostava de ver mais portugueses jogar no seu clube - e isso nada tem a ver com noções de pureza racial ou tretas semelhantes. É pena que grandes talentos do futebol português sejam forçados a emigrar para mostrar o que valem. Veja o Barcelona, que joga com uma clara maioria de jogadores catalães sem com isso deixar também de fazer negócio.
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    André Salgado 16.08.2013

    Títulos a sério é ganhar o campeonato, não vamos brincar aos paliativos (desde que eu era miúdo que vencer [apenas] a taça era o prémio de consolação por não ter ganho o campeonato). E ser campeão nacional, esse já não cheiram há 11 anos, por muitas taças e tacinhas que se contabilizem (o meu clube também venceu algumas e não é isso que me preenche).

    Eu também gostava de ver mais portugueses a jogar no meu clube, desde que fossem de top, para entrar de caras no onze - e que são poucos e muito caros.

    Grandes talentos que sejam forçados a emigrar para mostrar o que valem? Nos últimos 20 anos lembro-me de 3: Costinha para o Mónaco, Pauleta para o Salamanca e Danny para a Rússia, antes de terem conseguido ganhar nome por cá. Os outros, quando saem já são craques e vendidos pelos grandes clubes. Torna-se impossível mantê-los e só se não derem certo lá fora é possível ir buscá-los de volta.

    O Barcelona é mal comparado. Só os muito bons, mas mesmo muito bons, é que chegam à primeira equipa. E tem uma vantagem económica enorme: pode mantê-los pelos anos que quiser e não precisa de fazer negócio.
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