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És a nossa Fé!

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Da vitória. Boa estreia do Sporting, esta noite, perante os sócios. Polegares levantados para a exibição do onze leonino. E para a vitória, que não foi contra um clube qualquer: o adversário era o Real Sociedad, classificado em quarto lugar no último campeonato de Espanha.

 

Do resultado. Marcámos dois golos, não sofremos nenhum. Balanço positivo em todo o terreno.

 

Da assistência. Quase 30 mil espectadores no estádio, acompanhando este jogo amigável. Um claro sinal de apoio à equipa, sublinhado com a prolongada ovação final.

 

Da aposta do treinador nos jovens da formação. Mandou alinhar William Carvalho (um dos melhores em campo), Esgaio, Wilson Eduardo e João Mário. Fez bem.

 

Da exibição de Rui Patrício. Seguríssimo na baliza. Como sempre. Saiu aos 61', sob uma chuva de aplausos, dando lugar a Marcelo. Bruno de Carvalho faz muito bem em não baixar o preço previsto para a transferência do nosso grande guarda-redes: a época dos saldos terminou.

 

De Maurício. Promissora estreia em Alvalade. Com um grande golo de cabeça, que dedicou (e bem) ao técnico Leonardo Jardim.

 

De Adrien. Um excelente golo em zona frontal aos 54', a passe de William, após rotação - um prodígio de técnica e de força que fez levantar o estádio. Ja antes tinha marcado de forma irrepreensível o livre que deu origem ao golo de Maurício.

 

De Cédric. Imprimiu grande velocidade ao jogo. Uma boa combinação com André Martins aos 40' pelo seu corredor direito deu uma nota complementar de qualidade e emoção ao encontro, culminando num passe geométrico para a grande área dos bascos que merecia ter encontrado a cabeça do inofensivo Cissé.

 

De Eric Dier. Foi o patrão da defesa durante o tempo quase todo. Sólido, seguro, eficiente.

 

De termos bons suplentes. Uma equipa que se dá ao luxo de começar o jogo com Rinaudo no banco não pode estar tão mal como alguns comentadores garantem.

 

 

Não gostei

 

Da exibição de Labyad. Perdeu outra oportunidade - mais uma - de se afirmar como potencial titular da equipa. Demasiado preso à bola, sem dinâmica, incapaz de criar linhas de passe no seu sector. Bem substituído ao intervalo.

 

De ouvir assobios. No jogo de apresentação da equipa para a época 2013/14, alguns adeptos voltaram a cumprir uma das piores tradições do público em Alvalade: assobiar jogadores. Durou pouco, mas não devia ter durado nada.

 

Da ausência de Bruma. Mas a verdade é que não fez falta. O principal prejudicado por se ter posto à margem é ele.

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