Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

És a nossa Fé!

Ordem de Mérito (39 jogos)

São então já 39 jogos (30V, 5E, 4D) nas diferentes competições, e os rankings com base nas classificações dos três jornais desportivos são os seguintes:

Então temos:

1. Pontuação Total:

Pos         Jogador                NumJogos         Pts

Gyokeres 35 614
Pedro Gonçalves 38 597
Nuno Santos 38 571
Hjulmand 36 569
Edwards 36 521
Gonçalo Inácio 35 516
Matheus Reis 37 492
Esgaio 36 467
Coates 31 456
10  Trincão 33 448
11  Paulinho 32 441
12  Catamo 28 394
13  Adan 28 390
14  Morita 26 385
15  Daniel Bragança 31 369
16  Diomande 25 359
17  Quaresma 19 270
18  Israel 12 170
19  St.juste 10 131
20  Neto 13 120
21  Dário Essugo 10 103
22  Fresneda 6 57
23  Afonso Moreira 3 25
24  Pontelo 2 13
25  Mateus Fernandes 1 12
26  Koindredi 1 12
27  Nel 1 6
28  Tiago Ferreira 1 6

 

2. Desempenho médio:

Pos         Jogador                NumJogos         Méd.Pts

Gyokeres 35 17.5
Hjulmand 36 15.8
Pedro Gonçalves 38 15.7
Nuno Santos 38 15.0
Morita 26 14.8
Gonçalo Inácio 35 14.7
Coates 31 14.7
Edwards 36 14.5
Diomande 25 14.4
10  Quaresma 19 14.2
11  Israel 12 14.2
12  Catamo 28 14.1
13  Adan 28 13.9
14  Paulinho 32 13.8
15  Trincão 33 13.6
16  Matheus Reis 37 13.3
17  St.juste 10 13.1
18  Esgaio 36 13.0
19  Mateus Fernandes 1 12.0
20  Koindredi 1 12.0
21  Daniel Bragança 31 11.9
22  Dário Essugo 10 10.3
23  Fresneda 6 9.5
24  Neto 13 9.2
25  Afonso Moreira 3 8.3
26  Pontelo 2 6.5
27  Nel 1 6.0
28  Tiago Ferreira 1 6.0

 

3. Melhores em campo:

Jog                                            NumVezes

Gyokeres   16
Edwards   6
Pedro Gonçalves   5
Paulinho   4
Hjulmand   4
Coates   4
Trincão   4
Catamo   2
Morita   2
Nuno Santos   2
Bragança   2
12  Diomande   1
12  Inácio   1
12  Quaresma   1

 

MVP:  Gyökeres (1º nos 3 rankings)

Depois: Pedro Gonçalves (2º,2º,3º nos 3 rankings), Nuno Santos  (3º, 4º e 8º),  Hjulmand (4º, 2º e 4º).

Trincão (10º, 5º e 4º) a galgar lugares.

SL

Fenómeno Xabi Alonso

Xavi Alonso 01.jpg

Desde a época de 2012/13, que a Alemanha não conhece outro campeão a não ser o Bayern de Munique. Onze campeonatos seguidos! A equipa bávara já soma trinta e dois títulos, note-se, desde 1963/64, época em que foi criada a Bundesliga. O campeonato mais aborrecido do mundo?

Este ano, tudo indica que essa hegemonia será quebrada. E o responsável chama-se Xabi Alonso.

Muita gente (entre adeptos e funcionários do clube e de outros clubes) torceu o nariz, quando Xabi Alonso foi contratado como treinador do Bayer Leverkusen. Como jogador, aliás, não se lhe podia exigir mais. Foi estrela de três dos maiores clubes europeus: Liverpool, Real Madrid e o próprio Bayern de Munique. E, com a seleção espanhola, é o que se sabe: dois campeonatos europeus e um mundial.

Mas chega isso para se ser bom treinador? Na verdade, quando ele chegou ao Bayer Leverkusen, a 5 de outubro de 2022, o seu currículo era muito magro. Sim, esteve uma época no Real Madrid… a treinar os sub-14! Mudou-se, depois, para o seu País Basco natal, a fim de treinar a Real Sociedad (onde começara a sua carreira). Aí, esteve cerca de três anos… a orientar a equipa B! Quando chegou ao Bayer Leverkusen, muita gente se perguntou se ele era “mister” digno de figurar na Bundesliga.

Diga-se de passagem que o Bayer Leverkusen, nesse outubro de 2022, se estava a aproximar perigosamente do fundo da tabela. Xabi Alonso, ainda assim, acabou a época em sexto lugar, com acesso à Liga Europa. Por isso, deram-lhe mais um voto de confiança. E ele superou todas as expectativas.

Neste momento, o Bayer Leverkusen conta 64 pontos, em 24 jogos. Não perdeu uma única vez (o que é obra, na Bundesliga) e empatou quatro. Leva dez (10!) pontos de vantagem sobre o Bayern de Munique, segundo classificado, 14 sobre o terceiro, VfB Stuttgart, e vinte (!) sobre o quarto, Borussia Dortmund, a minha grande desilusão da época (sou fã).  Além disso, teve uma performance brilhante na fase de grupos da Liga Europa, atingindo o pleno de 18 pontos. E chegou às meias-finais da Taça da Alemanha (DFB Pokal).

Acho muito bem, apesar de não se poder dizer que a Bundesliga se tornou verdadeiramente interessante. Apenas houve mudança de protagonista. Já é alguma coisa.

Conclusão:

Bayer Leverkusen campeão da Alemanha? Sim! Para variar.

Vencedor da Liga Europa? Não! Por razões óbvias. Mas não há dúvida de que será um osso muito duro de roer. Espero que o nosso Sporting só o encontre na Final.

 

Curiosidade: na época de 2014/15, o Bayer Leverkusen começou a ser treinado por um certo Roger Schmidt, não sei se conhecem. Conseguiu um quarto lugar e, na época seguinte, um terceiro. No entanto, em 16/17, perante um certo descalabro, o tal senhor que talvez alguns conheçam foi despedido a meio da época. Acontece.

Campeo4 nacional, 24/34

Screenshot_2024-03-04-09-31-52-580-edit_com.androi

Mais uma jornada sob o algarismo 5.

5 golos em Alvalade.

5 golos no Dragão.

5 golos golos marcados pelo Sporting nos dois últimos jogos.

Duas vezes 5 os pontos perdidos que separam o primeiro do terceiro.

Duas vezes 5 (à condição) os pontos que separam o primeiro do quarto.

Quatro vezes 5 (à condição) a diferença de golos entre o primeiro e o quarto.

Screenshot_2024-03-04-09-30-30-429-edit_com.androi

No dia 26 de Fevereiro, p.30 d' A Bola, escrevia José Manuel Delgado:

"João Neves e António Silva, ao dizerem-se em condições de jogar em Toulouse (...) mostraram uma força mental que é própria dos campeões."

Não concordo. João e António abdicaram dos direitos como trabalhadores para colocarem os interesses da entidade patronal acima dos seus. Péssimo exemplo.

"Não sejas mariquinhas, só porque morreu a tua mãe não vens trabalhar, lembra-te do que fez João Neves, excelente exemplo de dedicação à empresa" temo que este discurso venha a ser ouvido com frequência.

O esforço de João e António foi em vão, nos quatro jogos em análise, Toulouse e os três posteriores, o Benfica empatou um, venceu um e perdeu dois, se isso é força mental de campeões, estamos conversados.

Faltam dez jogos (onze ao Sporting) vamos manter a cabeça no lugar, os pés bem assentes no chão e vamos jogo a jogo. Foi assim que fomos campeões em 2020/2021. Esta época podemos ser campeões, vencer a Liga Europa e a Taça de Portugal.

Com cabeça e com um bom jogo de pés.

Pódio: Daniel, Pedro Gonçalves, St. Juste

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Farense pelos três diários desportivos:

 

Daniel Bragança: 19

Pedro Gonçalves: 17

St. Juste: 17

Gyökeres: 17

Esgaio: 16

Israel: 16

Morita: 15

Edwards: 15

Nuno Santos: 15

Matheus Reis: 14

Morten: 14

Coates: 13

Trincão: 13

Eduardo Quaresma: 12

Diomande: 12

Paulinho: 11

 

Os três jornais elegeram Daniel Bragança como melhor em campo.

A bonança

A bonança vem em regra depois da tempestade.

E ontem houve tormenta bastante na tarde/noite.

Um mini-tornado em Alvalade que acabou em temperança, felizmente para nós e um furacão no Porto que escaqueirou tudo.

À cautela convém não desarmarmos o aviso de mau tempo e vamos deixar os sacos de areia à volta da nossa equipa, que isto os anticiclones são como as marés, vão e vêm e já estamos avisados que um pequeno descuido pode derrubar a muralha.

Mas que sabe bem uma segunda-feira calminha, isso sabe.

Nem uma pena bule hoje...

Rescaldo do jogo de ontem

 

Gostei

 

De mais uma vitória: o Sporting soma e segue. Ontem derrotámos o Farense em Alvalade. Por 3-2 (com 2-1 ao intervalo), num jogo em que dispusemos de muito mais oportunidades do que a equipa adversária mas manteve o resultado em aberto quase até ao fim, num grande espectáculo de futebol. Resultado que repete o da primeira volta, no Algarve, desta vez com dois belos golos da turma forasteira - pelo argelino Belloumi (32') e pelo caboverdiano Zé Luís (50'). Mas insuficientes para os de Faro pontuarem no nosso estádio. Convém não esquecer que esta foi a mesma equipa que impôs um empate a zero ao Benfica na Luz e perdeu à tangente com o FCP no Dragão numa partida em que os portistas só fizeram o 2-1 ao minuto 100. 

 

De Daniel Bragança. Grande jogo do esquerdino, que aos 24 anos se estreou como capitão da equipa em Alvalade devido à ausência simultânea de Coates (começou no banco e só entrou aos 69') e de Adán (lesionado). Com os avós na bancada, o médio formado em Alcochete fez jus à braçadeira impondo a sua qualidade de passe e a sua visão de jogo. A vitória leonina começou por ele, logo aos 11': grande disparo com o pé direito, com tanta força que fez a bola bater duas vezes na trave antes de entrar. Interveio também no início da jogada do terceiro golo. Mostrou-se infatigável: à beira do fim ainda corria para recuperar bolas. Melhor em campo.

 

De Gyökeres. É impressionante, vê-lo jogar. Mesmo já sem a frescura que lhe vimos noutras fases, acusando o desgaste de actuar agora de três em três dias, continua a exibir toda a qualidade do seu futebol, em contínua vertigem ofensiva. Num destes lances, marcou, encaminhando-a da melhor maneira para o fundo das redes: foi aos 18', na primeira oportunidade de que dispôs, alargando então a vantagem para 2-0. E serviu os colegas, como aconteceu aos 87', após um estonteante slalom dentro da área algarvia: era para Daniel, a quem só faltou encostar. Tem já 18 golos marcados na Liga e 32 no total das competições.

 

De Pedro Gonçalves. Desta vez jogou menos tempo do que é habitual: Rúben Amorim trocou-o aos 55' por Trincão, já a pensar na eliminatória da Liga Europa com a Atalanta, que vai decorrer depois de amanhã em Alvalade. Mas esteve tempo suficiente para assistir o sueco no nosso segundo golo, num ângulo muito apertado na ponta esquerda, e marcar ele próprio o terceiro, aos 53', após centro de Esgaio. Missão cumprida. Isola-se como segundo artilheiro do Sporting na temporada em curso.

 

Do regresso de St. Juste. Após longa ausência (mais uma), o holandês voltou para integrar um inédito trio defensivo do Sporting, com ele à direita, Diomande ao meio e Matheus Reis à esquerda - rendendo Eduardo Quaresma, Coates e o lesionado Gonçalo Inácio no onze. Cumpriu no essencial, faltando-lhe alguns automatismos, como seria de esperar. Mas saiu dos pés dele uma grande abertura que iniciou o nosso golo inaugural. Podia ter feito melhor na cobertura do lance do segundo golo algarvio, mas vê-lo outra vez operacional já é boa notícia. E aos 24' esteve quase a marcar, de cabeça, na sequência de um canto: a bola foi ao ferro.

 

Da hora do jogo. Começou às seis da tarde, com as bancadas muito compostas (mais de 39 mil espectadores), cheias de crianças acompanhadas dos pais e avós, neste domingo. O ideal para congregar famílias, seja Inverno ou seja Verão, em estádios de futebol. Seria bom que este horário se repetisse. 

 

Da homenagem inicial a Alexandre Baptista. Justa lembrança de um dos nossos melhores centrais de sempre, ontem falecido aos 83 anos. Foi um dos heróis da feliz campanha leonina de 1963/1964 que culminou com a conquista da Taça dos Vencedores das Taças e um dos "Magriços" que subiu ao pódio, com a camisola das quinas, no Mundial de 1966.

 

De Cláudio Pereira. Boa actuação deste jovem árbitro, que não complicou nem atrapalhou nem quis ser o centro do espectáculo. São atributos que deviam ser muito mais frequentes na arbitragem portuguesa, mas isso não acontece. Daí merecer este sublinhado pela positiva.

 

De continuarmos invictos em casa. Nem uma derrota nesta Liga em que confirmamos o nosso estatuto de equipa mais regular. Já levamos 40 golos marcados em Alvalade. E dez jogos consecutivos sem perder neste campeonato (nove vitórias, um empate).

 

De ver o Sporting marcar há 32 jornadas consecutivas. Sempre a fazer golos, consecutivamente, desde o campeonato anterior. Sem eles não há vitórias. E sem vitórias não se conquistam títulos e troféus.

 

De retomarmos a liderança isolada da Liga 2023/2024. Agora com 59 pontos, beneficiando da humilhante goleada (5-0) do Benfica no Dragão. Um mais do que os encarnados, mais sete do que os azuis-e-brancos e mais dez do que o Braga. Tendo - pormenor que convém não ser esquecido - ainda um jogo por disputar. Se o vencermos, ampliamos a vantagem sobre o SLB de um para quatro. Cenário desejável e bem possível.

 

 

Não gostei

 

De ter sofrido dois golos. Sem culpas para Israel, que ontem substituiu Adán entre os postes por impedimento físico do guardião espanhol. Já são cinco, em duas jornadas, se os somarmos aos três que o Rio Ave nos marcou na ronda anterior, em Vila do Conde. Confirma-se: a nossa defesa, nesta Liga, está num patamar inferior ao nosso ataque.

 

Do início da segunda parte. Viemos sem dinâmica do intervalo, um pouco anestesiados pela magra vantagem obtida nos 45' iniciais. Cinco minutos depois, o Farense empatava: era um justo castigo para a desconcentração leonina. Felizmente não tardámos a pôr-nos de novo à frente do marcador.

 

De ver antigos jogadores do Sporting na equipa adversária. É vulgar acontecer, mas desta vez foram três: Elves Baldé, Cristian Ponde e Rafael Barbosa. Todos formados em Alcochete, onde actuaram em vários escalões menos na equipa principal - excepto Ponde, que ainda chegou a estrear-se, com Marco Silva, numa partida da Taça da Liga. Ausente esteve também outro ex-Sporting: Mattheus Oliveira. Este não passou pela formação e saiu sem ter deixado saudades de qualquer espécie. Foi ele a marcar os dois golos que sofremos no desafio da primeira volta.

 

De Edwards. Nada lhe saiu bem. Voltou a ser titular, beneficiando da recente lesão de Francisco Trincão, entretanto regressado. Mas continua sem justificar a aposta de Amorim: o melhor que fez ontem foi um remate frouxo, à figura, aos 35'. De resto foi abusando das fintas, foi-se comportando como dono da "redondinha" até ser desarmado, foi-se atirando para o chão. O treinador, farto de tanta inoperância, deu-lhe ordem de saída aos 78' (fazendo entrar Paulinho) após duas perdas sucessivas de bola do inglês nos minutos precedentes.

 

Dos assobios dos adeptos à beira do fim. Uma vez mais, quando a equipa mais precisava de apoio e procurava segurar a bola para garantir os três pontos, uma caterva de imbecis instalados nas bancadas desatou a brindá-la com sonoras vaias, iniciadas ainda antes do fim do tempo regulamentar e prolongadas pelos cinco minutos de período extra. Nunca me cansarei de protestar contra tanta demonstração de estupidez.

O dia seguinte

Sem sofrimento não existem campeões. Quem pensa o contrário percebe mesmo pouco do futebol que se joga no estádio, se calhar com o entendimento moldado pela Tv ou Internet.

O sofrimento tende a aumentar exponencialmente em jogos inseridos em sequências bi-semanais de diferentes competições, com cartões e condições físicas para gerir, em que o essencial é ganhar com o mínimo de desgaste e consequências para os jogos seguintes.

Para este jogo com um Sp. Farense que nos tornou a vida bem difícil no jogo da 1.ª volta,  o Sporting vinha dum desgastante dérbi para a Taça de Portugal, tinha cinco jogadores à beira de exclusão para Arouca por cartões amarelos e disputará a eliminatória da Liga Europa com o Atalanta três dias depois. 

E ganhou por 3-2, sem amarelos a registar, dando palco a jogadores vindos de lesão como St. Juste, Trincão e Paulinho, e descansando jogadores como Coates, Morita e Hjulmand, e tendo de recorrer ao guarda-redes suplente, Israel.

Excelente!  Tudo o resto é acessório. 

 

Qual é o resto?

Uma primeira parte marcada pelo desperdício ou falta de sorte atacante, com dois golos, duas bolas nos ferros e outras que mereciam melhor sorte, tendo o adversário feito dois remates excelentes de fora da área. Um deu golo, o outro não entrou porque não calhou.

Uma segunda parte em que o Sp. Farense, duma boa jogada, sacou um livre perigoso, dum livre um canto em que a (improvisada) linha defensiva do Sporting cedeu e empatou. Logo a seguir uma ida à linha e golo de Pedro Gonçalves. Recuperada a vantagem, foi tempo de recompor a defesa e gerir o resultado. As entradas de Coates, Morita e Quaresma revelaram-se determinantes para segurar a vitória.

Melhor em campo nos 90 minutos? Daniel Bragança, um belo bolo e sempre em alta rotação, finalmente a correr para trás o que corre para a frente. Esgaio muito bem hoje também, melhor do que Nuno Santos do outro lado.

Arbitragem? Impecável. Um árbitro que começou muito mal na alta roda mas conseguiu dar a volta ao texto, transformou arrogância em assertividade, e valoriza o jogo deixando jogar sem faltas e faltinhas.

 

E agora? Para quarta-feira,  a gamebox já está carregada para o efeito.

E depois? Arouca, onde espero estar.

E os outros? Benfica perde em Alvalade e é goleado no Dragão. O Atalanta empatou com o Milão, perdeu 4-0 contra o Inter, e perdeu em casa com o Bologna. Isto é garantia de alguma coisa de bom? Não, mas mal não faz, como se diz algures no Brasil  "pimenta no cu do outro é refresco".

Rúben Amorim, na conferência de imprensa, veio dizer o seguinte: “Alguma ineficácia da nossa equipa, foram praticamente três ataques em que o Farense fez dois golos, estamos nessa fase. Fomos falhando golos com um bom ritmo e uma boa dinâmica, mas falhámos, outra vez, muitos golos. Na segunda parte controlámos mais sem bola, poderia falar na nossa definição quando ganhámos na bola rápido, faltou-nos o último passe. Mas os jogadores estão a dar tudo, alguns não têm mais para dar nesta sequência de jogos. Foi uma vitória justa." É mesmo difícil não concordar com ele... 

SL

Prognósticos antes do jogo

Outro jogo do Sporting. Este decorre logo à tarde, com menos de 72 horas de diferença em relação ao clássico disputado quinta à noite para a Taça de Portugal.

Recebemos o Farense, às 18 horas. Com duas baixas no onze habitual: Gonçalo Inácio e Adán estão fora de combate. Mas regista-se uma boa notícia: Trincão está de regresso.

Na primeira volta fomos a Faro vencer por 3-2. Partida nada fácil. Com golos de Gyökeres (2) e Pedro Gonçalves. Do lado dos algarvios, bis de Mattheus Oliveira, que passou pelo Sporting há uns anos sem deixar rasto. Felizmente para nós, hoje não joga.

Vamos lá então saber: quais são os vossos prognósticos para este Sporting-Farense?

Um pedido *

Pedido aos leitores: se algum de vós tiver ainda acesso às classificações atribuídas pelos jornais desportivos de 16 de Fevereiro ao desempenho dos nossos jogadores no Young Boys-Sporting desde já agradeço essa partilha.

Ao contrário do que sempre faço, não anotei a pontuação dos três jornais nessa partida da Liga Europa em que fomos à Suíça vencer 3-1. É um registo em falta que espero ainda colmatar.

Com a colaboração de quem puder.

 

* Questão resolvida. Muito agradeço ao prezado leitor Luís Ferreira.

Nós, há dez anos

 

Duarte Fonseca: «Carrillo está a um pequeno passo de estabilizar num patamar acima do que tem demonstrado (para depois subir outro). Na primeira parte do jogo de sábado fez algo que raramente tinha feito. Ajudou sempre nos processos defensivos (evitou dois cruzamentos que poderiam levar perigo para a nossa baliza) e nos dois lances em que teve oportunidade de desequilibrar no ataque fez uma clara assistência de golo, infelizmente não concretizada. No segundo tempo desapareceu do jogo e quando teve oportunidade de desequilibrar decidiu mal. No dia em que conseguir ser consistente nos processos ofensivos (desequilíbrio e decisão) e defensivos ao longo de 65 minutos do jogo (com as suas capacidades não precisa de mais tempo em jogo) dará o salto. No sábado só lhe faltaram 20 minutos.»

 

Edmundo Gonçalves: «Movimento oscilatório. Numa parte inclinado para um lado, noutra inclinado para o outro. Das coisas que o Vítor Pereira se lembra de mandar estudar os seus pupilos... Ah! a encosta, o pêndulo e o movimento oscilatórios, são como convém, limpinhos, limpinhos! Eu, se não fosse filho de boas famílias, perante a vaga de "ai e atão o Montero?" que por aí virá, até lhes dizia, antecipadamente: Monte(m-se!)ro!»

A voz do leitor

«Quanto a saídas e encaixes, nos últimos dois anos encaixámos 255 milhões com transferências valores TM (Ugarte, Porro Matheus Nunes, Palhinha, ou o remanescente do Nuno Mendes, entre outros encaixes com jovens da formação, TT ou o Chermiti). Encaixámos um extraordinário valor que nos confere um saldo positivo entre vendas/compras: +255 milhões vendas/112 milhões compras. Temos um saldo positivo de 143 milhões, cerca de 70 milhões/época, daí termos ficado salvaguardados neste ano sem Champions.»

 

Rui Cunha, neste texto do Luís Lisboa

Pódio: Gyökeres, Pedro Gonçalves, Morten

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Benfica, para a Taça de Portugal, pelos três diários desportivos:

 

Gyökeres: 19

Pedro Gonçalves: 17

Morten: 17

Morita: 17

Geny: 16

Eduardo Quaresma: 16

Coates: 16

Israel: 14

Matheus Reis: 14

Edwards: 13

Diomande: 13

Nuno Santos: 12

Esgaio: 12

Daniel Bragança: 1

Paulinho: 1

St. Juste: 1

 

O Jogo e A Bola elegeram Gyökeres como melhor em campo. O Record optou por Pedro Gonçalves.

Não sou isento!

Fico sempre desconfiado quando leio algures ou alguém se declara adepto de um qualquer clube e jura a pés juntos que é… isento.

Isso é coisa que se diga? Um adepto ser isento? Não acredito!

Bem por acaso eu até conheço um que é isento, mas apenas por ter nascido na simpática aldeia da Póvoa da Isenta ali bem perto da cidade escalabitana. Fora isso…

Nem os árbitros de futebol são isentos quanto mais os adeptos. Por mim comunico já que não o sou, nem tenho de ser. Sempre que o Sporting perde a culpa é sempre dos árbitros, mas quando ganha o mérito é de toda a equipa e nunca dos juízes de campo. Era o que mais faltava dar valor a essa maltinha.

No passado dérbi em Alvalade para a primeira mão da Taça de Portugal surgiram diversos casos e que cada lado de adeptos interpretou à sua maneira… Conforme lhe convinha. Faz parte!

Mas em prol da verdade nem me parece mal pois o amor e a paixão clubística quase que a isso obriga. O que mais me faltava era dizer que aquela obra de arte de Nuno Santos e que daria o terceiro golo do Sporting fora bem invalidado. Nem pensem nisso.

Repito o que escrevi atrás: eu adepto sportinguista assumo que não sou nem nunca serei... isento!

Amanhã à noite em Alvalade

Este ano a nossa casa está a ser a nossa fortaleza, um pleno de vitórias excepto na recepção ao Young Boys que incluiram Benfica, Porto e Braga. Amanhã existirá oportunidade de continuar nesse registo, frente a uma equipa que muitos problemas nos colocou em Faro.

Como o tempo não está convidativo para a minha actividade de "outdoor" vou-me entreter a fazer uma breve análise SWOT ao futebol do Sporting, ou seja das principais Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças, positivos as Forças e Oportunidades, negativos os restantes, internos as Forças e Fraquezas, externos os restantes.

 

Forças:

1. Modelo de jogo baseado em 3-4-3 consolidado e mecanizado, os jogadores podem passar por diferentes posições sabendo o que lhes é pedido em cada uma.

2. Enorme ponta-de-lança "artilheiro" com capacidade física tipo CR7, muito bem complementado por um "mágico" intuitivo como Pedro Gonçalves.

3. Estrutura central Coates-Hjulmand-Gyökeres muito forte.

 

Fraquezas:

1. Guarda-redes a que faltam a classe extra necessária para serem determinantes nas vitórias, como acontece com Trubin e Diogo Costa nos rivais.

2. Linha defensiva de 5 muito variável, o que impede a sincronização perfeita de movimentos, coloca avançados contrários em jogo nos cruzamentos e a torna particularmente vulnerável nos lances de bola parada.

3. Meio-campo (no sentido lato, os dois médios residentes mais as intervenções dos alas e interiores no sector) sem capacidade física para aguentar 90 minutos com o mesmo desempenho.

 

Oportunidades:

1. Regresso em condições de St. Juste, capaz de dar outra dimensão ao lado direito da equipa. 

2. Explosão de Catamo em termos de marcador de golos, caso avance para interior direito.

3. Explosão de Koindredi para patamares de rendimento próximos de Hjulmand, permitindo outra rotatividade no meio-campo.

 

Ameaças:

1. Arbitragens manhosas dos artistas estabelecidos no futebol português.

2. Lesões, num plantel muito curto sem suplentes de nível próximo dos titulares em diversas posições.

3. Esgotamento físico dos elementos que constituem a estrutura central.

 

Nos factores externos tudo vai depender da resposta dada pelas indivualidades envolvidas. Não é muito o que Rúben Amorim poderá fazer para impedir que as ameaças se tornem fraquezas. Não foi ele que transformou um penálti a favor em Vila do Conde numa lesão dum jogador que estava a passar o melhor momento da temporada.

Nos factores internos, ressalta a necessidade da gestão quase cirúrgica do plantel, em que a utilização de cada jogador é controlada ao minuto, mesmo à custa do rendimento do onze naquele momento do jogo.

Ficam então aqui estas notas como convite a uma discussão serena e sportinguista sobre o assunto.

 

PS: Comentários de "trolls", "bullys", travestis morcões ou nicks da tasca seguem directamente para o lixo.

SL

2023/2024: marcadores dos nossos golos

image.jpg

 

Gyökeres 31 (Vizela, Vizela, Moreirense, Sturm Graz, Farense, Farense, Atalanta, Arouca, Farense, Farense, Farense, Benfica, Dumiense, Gil Vicente, Gil Vicente, Sturm Graz, FC Porto, Portimonense, Tondela, Tondela, Vizela, Vizela, Casa Pia, Casa Pia, União de Leiria, União de Leiria, Braga, Young Boys, Young Boys, Rio Ave, Benfica)

Pedro Gonçalves 14 (Braga, Farense, Boavista, Raków, Raków, FC Porto, Estoril, Tondela, Tondela, Chaves, Casa Pia, União de Leiria, Moreirense, Benfica)

Paulinho 13 (Vizela, Casa Pia, Casa Pia, Famalicão, Rio Ave, Estrela da Amadora, Dumiense, Dumiense, Dumiense, Tondela, Portimonense, Chaves, Vizela)

Trincão 7 (Dumiense, Estoril, Chaves, Vizela, Casa Pia, Casa Pia, Braga)

Edwards 6 (Rio Ave, Olivais e Moscavide, Estrela da Amadora, Atalanta, Estoril, Estoril)

Coates 6 (Raków, Dumiense, Vizela, Casa Pia, Casa Pia, Rio Ave)

Nuno Santos 5 (Farense, Dumiense, Casa Pia, V. Guimarães, Braga)

Daniel Bragança 4 (Olivais e Moscavide, Estrela da Amadora, Tondela, Braga)

Gonçalo Inácio 4 (V. Guimarães, Sturm Graz, Sturm Graz, Young Boys)

Geny 3 (Olivais e Moscavide, Boavista, Casa Pia)

Diomande 2 (Moreirense, Sturm Graz)

Morita 2 (Arouca, Moreirense)

Morten 2 (Moreirense, Rio Ave)

Neto 1 (Dumiense)

Eduardo Quaresma 1 (Braga)

Pedro Tiba 1 (Gil Vicente, na própria baliza)

Pedro Álvaro 1 (Estoril, na própria baliza)

Amenda 1 (Young Boys, na própria baliza)

Entre os mais comentados

Nos 21 destaques feitos pelo SAPO em Fevereiro para assinalar os dez blogues mais comentados nesta plataforma, És a Nossa Fé recebeu 21 menções. Voltando a fazer o pleno.

Além disso, figurámos 20 vezes no pódio dos mais comentados - este mês com catorze "medalhas de ouro", três de "prata" e três de "bronze".

Fomos primeiros, portanto, em dois terços dos dias que estiveram sob escrutínio. 

 

Recorde-se que os textos publicados ao fim-de-semana são agregados aos de sexta-feira para este efeito, o que leva o número de destaques a ser inferior ao número de dias.

 

Os 21 textos foram estes, por ordem cronológica:

 

Prognósticos antes do jogo (70 comentários, o mais comentado do dia)

Inaceitável (112 comentários, o mais comentado do fim-de-semana)  

Polícias doentes, águia à solta (54 comentários, segundo mais comentado do dia)  

Um trabalho bem feito (26 comentários, terceiro mais comentado do dia)  

Nem cabalas nem teorias da conspiração (42 comentários, segundo mais comentado do dia)  

Quente & frio (26 comentários, terceiro mais comentado do dia)  

Prognósticos antes do jogo (80 comentários, o mais comentado do fim-de-semana) 

Rescaldo do jogo de ontem (60 comentários, o mais comentado do dia)  

Campeo4 nacional, 21/34 (35 comentários) 

Apoiar é agora, não é depois (90 comentários, o mais comentado do dia) 

Em nossa casa (40 comentários, segundo mais comentado do dia)  

Sem casos... (40 comentários, terceiro mais comentado do fim-de-semana)  

Prognósticos antes do jogo (100 comentários, o mais comentado do dia)  

Rescaldo do jogo de ontem (44 comentários, o mais comentado do dia)  

Campeo4 nacional, 22/34 (57 comentários, o mais comentado do dia) 

A Europa connosco ou "sennosco"? (54 comentários, o mais comentado do dia) 

Prognósticos antes do jogo (68 comentários, o mais comentado do fim-de-semana)  

Rescaldo do jogo de ontem (102 comentários, o mais comentado do dia)  

Campeo4 nacional, 23/34 (73 comentários, o mais comentado do dia) 

Ora bolas (70 comentários, o mais comentado do dia) 

Olhar (69 comentários, o mais comentado do dia) 

 

Com um total de 1312 comentários nestes postais. Do Pedro Oliveira, do Luís Lisboa, do José da Xã e de mim próprio.

Fica o agradecimento a quem nos dá a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do SAPO por esta iniciativa.

Nós, há dez anos

 

Alexandre Poço: «Genialidade nos pormenores a brindar aquele que na minha opinião foi o melhor jogo que fez com as nossas cores

 

Edmundo Gonçalves: «A manta é curta, todos sabemos, portanto não podemos exigir mais que aquilo que nos prometeram no início da época: lutar em todos os jogos e honrar a camisola listada; e isso, uma vezes melhor, outras pior, eles fazem! Já aqui escrevi que, sem ser masoquista, me dá muito gozo ver a equipa a virar resultados! Por exemplo, hoje quando o Braga "marcou", o meu sentimento no estádio (e o de muitos milhares) foi que a equipa iria dar a volta à coisa. E deu! Não questiono aqui exibições. Umas foram conseguidas, outras não, mas o que me ficou na retina foi o enorme abraço entre Maurício e Rojo, depois de Slimani mandar aquele "coice" lá para dentro. Isto é o que eu quero fazer realçar, não a menos conseguida exibição de Martins, ou de Magrão, ou até de Jefferson, apesar do golo mais que merecido por outros grandes jogos já realizados.»

 

Filipe Arede Nunes: «Carrillo é o mais talentoso dos jogadores do plantel do Sporting. Rápido, ágil, desconcertante e com uma capacidade técnica muito acima da média. Ontem, em mais uma dezena de momentos, Carrillo foi tudo isto. O que desequilibra, o dínamo, a flecha apontada à baliza. Noutros momentos Carrillo parece desligar-se do jogo. Displicente no passe curto, imóvel, sem velocidade e objectividade. Há vários anos que tenho as mesmas conversas com a malta na minha bancada e fico sempre com a sensação que nós (sportinguistas) não lhe conseguimos perdoar a imensidão de talento que ele tem. Como não somos capazes de o fazer, Carrillo é o jogador mais incompreendido de Alvalade, o primeiro alvo de assobios, o tipo que quando sai do jogo nos deixa satisfeitos.»

 

José Manuel Barroso: «Telúricas, como o devem ser sempre, no apoio à equipa. Exemplo, também, de raça e de fé. Sporting 2 - Braga 1 - as claques e os adeptos a ajudar. Mas vergonhoso o comportamento delas, na homenagem a Mário Coluna. Não foi nosso jogador? Não foi. Mas foi um grande jogador, capitão da seleção nacional, e o fair-play tem de fazer parte também do nosso ADN. Bruno de Carvalho deu um exemplo disso, ao ir à cerimónia fúnebre de Eusébio. As claques é que não estiveram, desta vez, à altura do SCP e envergonharam o clube. Lamentável exemplo.»

 

Luciano Amaral: «Tempo horrível em Alvalade, 1-0 ao intervalo, o meu filho mais novo afundado na cadeira, chateado que nem um peru, eu a tentar explicar-lhe que já passei por muito pior. Percebi pouco do jogo de ontem: não consegui perceber se jogámos como “Plano A” ou com o “Plano B”; pareceu-me mais uma espécie de “Plano BA”, i.e. uma mistura do B e do A, com Magrão a fazer as vezes não se sabe bem de quem, o que acabou por resultar numa espécie de ausência de plano. Não dá para mais. Quando faltam dois dos titulares, é preciso rapar o fundo ao tacho. Correu mal com o Benfica, correu bem com o Braga. No meio de tanta coisa incompreensível sobrou o William. Ontem, de cada vez que via a bola ir ter aos pés dele, descansava da nervoseira por uns segundos. Não sei muito bem como é que ele faz aquilo. Também é incompreensível, na verdade, mas de outra maneira. O resto foi o triunfo da vontade.»

 

Pedro Oliveira: «A arbitragem foi tendenciosa desde o início do jogo (Fejsa comete, sete, sete faltas para cartão amarelo e vê um) passando pelo lance do golo anulado, inacreditável, três jogadores do clube da freguesia de Carnide colocam o avançado português do clube da praia dos Descobrimentos em jogo, mas a "arbitragem" descobre-o em "fora-de-jogo"... mas o pior, o pior de tudo foi o jogo acabar com o clube do fumo e dos calções negros desposicionado, com o Belém a atacar com os nove jogadores de campo e com o árbitro a apitar no momento exato (exacto, Pedro Correia) em que no lado esquerdo da minha TV dizia [90+4 (03.55)] trocando por miúdos, o jogo não acabou, foi acabado pelo árbitro (numa altura em que era iminente o golo d' Os Belenenses) cinco segundos antes.»

 

Eu: «Em 15 de Dezembro, o jornal A Bola rasgava as vestes com uma manchete indignadíssima, no rescaldo da vitória do Sporting ao Belenenses por 3-0 devido a um penálti inexistente assinalado a favor da nossa equipa pelo árbitro Hugo Pacheco. "Pecado original" - rezava o inflamado título a ocupar quase toda a capa dessa edição do diário mais encarnado de Portugal. O mesmo jornal que um mês antes, perante os gravíssimos erros de arbitragem de Duarte Gomes no Benfica-Sporting para a Taça de Portugal que tiveram influência directa no desfecho da partida, nem proferira um murmúrio contra esse atentado de lesa-futebol.»

A voz do leitor

«A grande diferença desta equipa em relação à da época passada tem a ver com o perfil agressivo imposto pelos dois nórdicos, algo que não havia. Também está a ser uma época de grande afirmação dos dois miúdos da defesa, Gonçalo Inácio e Eduardo Quaresma. Sinceramente há outro jogador que considerava um caso perdido (Trincão) que também está há cerca de dois meses a surpreender-me. Espero que continue assim pois está na hora de justificar o grande investimento feito nele.»

 

Leão do Algarve, neste meu texto

Dérbi a dérbi enche o leão a barriga

Todos sabemos duas coisas: que Sporting e Benfica são os únicos clubes portugueses ecléticos com dimensão nacional e que quando eles se conseguirem entender sobre verdade desportiva e competições desportivas isentas de controlos mafiosos mais se acentuará a repartição dos títulos e sucessos entre os dois.

Está à vista de todos o buraco financeiro em que o maior clube do Porto se encontra, a baixa de qualidade das suas equipas e as dificuldades das autarquias da região do Porto justificarem as benesses e os tratamentos de favor que lhe prestam.

Então quais foram os resultados nos últimos confrontos entre os dois, os famosos dérbis?

Futebol - Sporting 2 - Benfica 1 (29/02/2024)

Futebol Fem - Benfica 1 - Sporting 3 (26/11/2023)

Futebol B - N/E

Futebol Sub23 - Sporting 5 - Benfica 2 (30/01/2024)

Futebol Sub19 - Sporting 0 - Benfica 1 (08/12/2023)

Futebol Sub17 - Benfica - Sporting    a disputar 03/03/2024

Futebol Sub15 - Sporting 1 - Benfica 5 (17/02/2024)

Voleibol - Benfica 3 - Sporting 2 (21/01/2024)

Voleibol Feminino - Sporting 3 - Benfica 1 (01/03/2024)

Andebol - Benfica 34 - Sporting 38  (17/12/2023)

Basquetebol - Sporting 91 - Benfica 88 (26/11/2023)

Hóquei em patins - Benfica 6 - Sporting 1 (11/02/2024)

Futsal  - Sporting 7 - Benfica 3 (17/02/2024)

 

Para um Sportinguista, vencer um dérbi será sempre um enorme prazer seja em que modalidade for, a rivalidade entre os dois emblemas é tremenda e uma força indispensável à evolução do desporto em Portugal, mas quando sabemos que o rival está a gastar como nunca na ilusão da hegemonia lampiónica do desporto em Portugal ainda mais.

Deixando o futebol sub17 de lado, porque o primeiro dérbi da fase final é esta semana mesmo. São 7V e 4D para o Sporting nos últimos dérbis.

Dérbi a dérbi enche o leão a barriga. 

E ficam as hienas a curar a azia.

SL

{ Blogue fundado em 2012. }

Siga o blog por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2024
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2023
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2022
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2021
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2020
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2019
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2018
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2017
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2016
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2015
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2014
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2013
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2012
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D