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És a nossa Fé!

Pódio: Edwards, Porro, Ugarte

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-FC Porto, da final da Taça da Liga, pelos três diários desportivos:

 

Edwards: 16

Porro: 15

Ugarte: 14

Gonçalo Inácio: 14

Matheus Reis: 13

Fatawu: 13

Pedro Gonçalves: 12

Trincão: 11

Nuno Santos: 11

Morita: 11

Coates: 11

Paulinho: 10

Adán: 10

St. Juste: 9

Tanlongo: 6

Arthur: 1

 

A Bola elegeu Edwards como melhor Leão em campo. O Jogo optou por Matheus Reis. O Record escolheu Porro.

O dia seguinte

Foi um jogo do qual consegui ver a 1.ª parte em directo e a 2.ª já pela noite dentro, também só agora tenho disponibilidade para escrever estas linhas, depois da leitura do meu jornal de sempre e dos posts dos meus colegas de blogue e respectivos comentários. Vou-me ficar então pelo essencial:

1. O Sporting perdeu a final da Taça da Liga. E com isso um dos objectivos da época. Isso é um facto. Se a época não estava a correr bem, pior ficou. Ficam apenas o acesso à Champions e a chegada a fases avançadas da Liga Europa para alcançar.

2. O proclamado melhor árbitro português João Pinheiro fez mais uma vez uma arbitragem tendenciosa e vergonhosa (nota 3 segundo o ressabiado Duarte Gomes) que prejudicou inegavelmente o Sporting, de olhos completamente tapados às simulações, agarrões e agressões dos jogadores do Porto, completamente abertos aos desarmes e aos contactos dos cotovelos com as cabeças baixas dos adversários dos jogadores do Sporting. Se calhar eram contas para saldar com Pinto da Costa pelo Porto-Benfica no Dragão, mas se era isso que saldasse as contas com fruta e chocolate. Mas não era só isso, o que esse senhor tem feito de mal ao Sporting como árbitro e como VAR dava para um bom livro.

2. O rufia Otávio, além de ter conseguido cavar faltas e amarelos, quase rebentou com o joelho de Porro naquele jeito dos jogadores do Porto de se atirarem para cima do adversário mais próximo e se rebolarem no chão. Como é que um rufia daqueles chegou a internacional por Portugal? Como é que o Macaco foi líder da claque de Portugal? Como é que um Sérgio Conceição consegue inventar um misto de futebol com wrestling que dá resultados? Como é que o secretário de estado aparece colado a Pinto da Costa? 

3. Rúben Amorim, depois da expulsão de Paulinho, fechou a loja. E fez bem, o jogo tinha ali terminado. Logo saíram Coates, Ugarte, Morita e Edwards a pensar no jogo de quarta-feira. A alternativa era mesmo sair toda a equipa e o Porto que jogasse sozinho, que metesse os suplentes e os árbitros do outro lado, que não faltasse nada ao Pinto da Costa e ao ajudante de campo.

4. Frederico Varandas depois do jogo veio falar mas falhou no essencial, pôr nomes aos bois. Claro que o Pinto da Costa vai cair da cadeira um dia destes, o Soares Dias e o João Pinheiro chegarão ao limite de idade para roubar, mas depois deles outros virão e alguns deles, como o 4.º árbitro Cláudio Pereira, não são exactamente melhores. Não, a arbitragem não está nada muito melhor, nem o Sporting está a ser mais respeitado, como ele afirmou. Apenas estão mais vigiados, mas isso só aguça o engenho dos vigaristas de sempre, com Pinto da Costa à cabeça.

5. No que respeita ao plantel, por um lado o jogo evidenciou as suas carências amplificadas pelas condições em que Ugarte e Morita regressaram do Catar, por outro mais uma vez falharam e clamorosamente alguns dos mais experientes, Adán, Paulinho e Nuno Santos. Assim não há hipótese para o resto da temporada.

6. No que respeita às duas maiores claques do clube, o seu comportamento no estádio e no pavilhão é cada vez mais um atentado aos interesses do clube, e ou se alcança um acordo bom para todos que altere comportamentos ou então se pune exemplarmente, ao nível do clube, quem pratica tais actos. Quantas expulsões de sócios existiram depois das de Bruno de Carvalho? Zero? Como é que querem o estádio e o pavilhão cheios neste ambiente de programada javardice? Ontem pelos vistos cairam tochas na bancada onde estavam muitos sócios do clube.

E agora? Agora há que vencer o Braga na quarta-feira, e eu vou lá estar.

SL

Vitória imerecida

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É o próprio treinador do FC Porto que o reconhece.

Aquilo que disse: "Foi uma vitória difícil, imerecida, contra um bom Sporting"

(o vídeo está no Mais Futebol e não oferece dúvidas).

Apesar do próprio treinador adversário reconhecer que o Sporting merecia ter vencido, há sportinguistas que preferem dizer que João Pinheiro fez uma excelente arbitragem, o VAR foi fantástico, Pepe não fez teatro quando recebeu um remate de Pedro Gonçalves na perna e esteve cerca de dois ou três minutos no chão a contorcer-se com, supostas, dores, Otávio é  um "gentlemen", dirige-se sempre ao árbitro em termos correctos, para além de ser um exemplo de fair-play com os adversários, dialogando sempre de forma respeitosa.

Para esses sportinguistas, dizia, a culpa foi do Adán, do João Paulo (quantos lances iguais já vimos passarem sem cartão, o murro de Pepe a Coates não foi mais grave?), da equipa que não joga nada, do Amorim, do Hugo Viana e do Varandas, todos os outros intervenientes estiveram bem, a cáfila de árbitros esteve óptima, fantástica e até é pena árbitros tão bons não terem estado no Mundial, a equipa do FC Porto, então, esteve maravilhosa, concentrada, a jogar o jogo pelo jogo, sem cometer faltas, sem perdas de tempo, sempre a colaborar com o árbitro, num diálogo respeitoso, já para não falar na forma elevada e cheia de desportivismo que utilizou durante todo o jogo na relação com os jogadores do Sporting.

Resumindo, Sérgio Conceição afirma que o Sporting mereceu a vitória, os "sportinguistas", pensam que não.

Houve circo em Leiria

1) Na linguagem dos bolólogos o fêquêpê é exímio em "dois momentos do jogo": o de de dar paulada à bruta, seja descaradamente seja à sorrelfa; e o de mergulhar ao mais ligeiro toque. "Definem" muito bem em ambas as "transições". Em face disto, com eles nunca há futebol, apenas um circo grotesco. Porque jogam assim? Simples: porque podem. Que bestas como Otávio ou Pepe tenham envergado a camisola da selecção diz muito do estado geral do futebol português, dos seus dirigentes e dos seus árbitros.

2) Definitivamente o problema do Sporting é Paulinho. Seria interessante saber qual é o xG dele nestes dois anos. Se comparado com a quantidade de golos marcados, talvez se verifiquem os números mais espantosos da Europa.

3) Para juntar insulto ao agravo, das claques leoninas foram atirados foguetes contra o banco do Sporting. Nenhum outro clube tem uma quinta coluna de provocadores a soldo dos inimigos como o Sporting. Tão habituais são estes vergonhosos incidentes que começa a ser legítimo levantar a suspeita de que esses bandidos actuam pelo menos com a complacência, se não mesmo com a conivência, das autoridades.

4) Aproveito para chamar à atenção da direcção do Sporting que tem menos de uma semana para vender ainda Ugarte, Morita e Edwards, os jogadores com mercado. O equilíbrio financeiro do clube atingirá a perfeição quando chegar a zero.

Quente & frio

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Marcano acaba de marcar o segundo, aos 86', selando o resultado: Sporting perdeu final

Foto: Paulo Novais / Lusa

 

Gostei muito da exibição global do Sporting na primeira parte desta final da Taça da Liga disputada em Leiria com o FC Porto. Superioridade no terreno, aliás traduzida em número de remates: oito, contra apenas um da equipa adversária. Neste período tivemos duas bolas aos ferros (Porro mandou um petardo à trave, a mais de 30 metros de distãncia, Pedro Gonçalves viu uma bola desviar-se para o poste e um passe soberbo a isolar Edwards aos 13' dar golo, infelizmente anulado por deslocação de 41 cm). Partida disputada taco a taco até à expulsão de Paulinho, aos 71'. Mesmo com um a menos na meia hora final, o jogo terminou com superioridade leonina em remates: 11-4. Infelizmente, superioridade que não se traduziu no resultado: 0-2. Final perdida, após três vencidas - uma com Marcel Keizer, duas com Rúben Amorim. Pior: até agora, nesta época, fomos incapazes de marcar ao FCP. Balanço destes confrontos: dois jogos, duas derrotas, cinco golos sofridos. Nem um golito conseguimos marcar-lhes nesta que está a ser a nossa segunda mais negativa temporada de sempre.

 

Gostei das exibições de Pedro Gonçalves, já salientado, e de Edwards. Fizeram pressão alta, ganharam diversos lances individuais e revelaram boa reacção à perda de bola. Mas o nosso melhor, sem sombra de dúvida, foi Pedro Porro. Precisamente no dia em que se despediu dos adeptos, como ficou bem evidente na sua reacção emotiva junto da bancada no fim desta partida. Jogou e fez jogar, sempre em rendimento máximo. No primeiro tempo imperou no seu corredor, neutralizando Wendell. Grandes passes longos, infelizmente desaproveitados, para Nuno Santos (28') e Morita (31'). O petardo à barra foi dele (36'). Tentou novamente o golo num remate rasteiro que Cláudio Ramos só à segunda defendeu (47'). O melhor em campo. Infelizmente, na despedida.

 

Gostei pouco do desempenho de alguns dos nossos jogadores, que revelaram défice de inteligência emocional. Com destaque para Adán, um dos protagonistas - pela negativa - desta final perdida. Monumental frango logo aos 10', vendo a bola rematada à distância por Eustáquio escapar-lhe entre as luvas - a fazer lembrar aquela tarde negra em Marselha para a Liga dos Campeões. Também para Paulinho: após falhar o golo da praxe, aos 42', viu dois amarelos em oito minutos (63' por falta táctica e 71' por conduta antidesportiva ao acertar com um cotovelo na cara de Otávio quando conduzia a bola), levando-nos a ficar reduzidos a dez e pondo o campo inclinado em definitivo para o FCP. E ainda para Matheus Reis, que chegu a encostar o nariz à cara do árbitro aos 90'+6, totalmente descontrolado: viu só amarelo quando podia ter visto vermelho directo. Fala-se muito dos jovens, mas foram alguns dos jogadores mais experientes a enterrar a equipa nesta final. 

 

Não gostei da arbitragem de João Pinheiro, confirmando a sua inaptidão para esta tarefa e demonstrando por que motivo não houve apitadores portugueses no recente Mundial do Catar. Disparidade clara no critério disciplinar: poupou cartões a Pepê por tentativa grosseira de simulação de penálti e a João Mário por travar ataque prometedor a Fatawu, que lhe fez um túnel (65'). Poupou Wendell à expulsão (67') após o portista esmurrar Pedro Gonçalves no peito - sendo aqui a falha imputável sobretudo ao vídeo-árbitro, Tiago Martins. É certo que podia ter feito o mesmo ao  imprudente Tanlongo, que teve o mesmo gesto contra Otávio à beira do fim, mas aí o jogo já estava definitivamente estragado por acção e omissão do árbitro.

 

Não gostei nada de comprovar que as substituições feitas por Rúben Amorim não acrescentaram qualidade à equipa: é um problema estrutural, existente desde o primeiro dia desta triste temporada 2022/2023. Nem do clamoroso falhanço colectivo da nossa defesa que levou Marcano, central portista, a sentenciar a partida aos 86' isolado perante Adán. Gostei ainda menos de ver uma larga franja de membros da Juventude Leonina, uma vez mais, transformar o incentivo à equipa em berraria rasca contra a turma adversária gritando «O Porto é merda!» Comportamento indigno de um clube com as tradições e os pergaminhos do Sporting que acaba por dar moral à equipa que enfrentamos. Muito pior foi o arremesso de tochas, a partir dos 55', vindas do sector do estádio onde se concentravam esses elementos - em direcção ao nosso banco de suplentes, ainda por cima. Esta gente está a mais no futebol. Esta gente afugenta o cidadão comum dos estádios. Esta gente, que no final também queimou cadeiras, devia experimentar, na pele, as novas medidas punitivas para quem usa material pirotécnico em recintos desportivos: prisão até cinco anos ou multa até 600 dias

Nós, há dez anos

 

Adelino Cunha: «Julgava eu estar a dormitar quando senti uma pata enorme e pesada cair com estrondo perto do meu frágil corpo de insecto. Eu disse estrondo? Não: um valente trovão. Olhei para cima, mas tudo o que vi foi uma sombra disforme. Enchia toda a pocilga: um verdadeiro eclipse em pleno meio-dia. Tremi como nunca se viu um mosquito tremer. Se os mosquitos tivessem coração, eu teria tido não um, mas três ou quatro ataques cardíacos. Quem sabe mais até. Estava eu naquela tremideira quando toda aquela calamidade de massa anunciou o fim do Sporting e se preparou para dar um salto, mas desta vez para cair sobre as duas patas. Eu sabia: com as duas patas, era o fim. Só a deslocação do ar seria suficiente para eu sufocar (isto, se tivesse pulmões, claro, mas eu achava que sim, que tinha). Foi por isso que tentei dar uma pirueta dali para fora, mas só então percebi que estava a dormir. Sim, a dormir um sono de mosquito.»

 

Eu: «Acho graça àqueles que se mostram muito escandalizados com o clima de "especulações" a propósito da entrada e saída de jogadores enquanto revelam toda a compreensão do mundo perante uma direcção que nada esclarece aos associados e adeptos sobre esta mesma matéria - ao ponto de termos sabido da transferência do Insúa pelo site oficial do Atlético de Madrid, como o Eduardo Hilário já aqui assinalou. Vários dias depois, toda a informação disponível continua a existir só , pois aqui reina ainda o silêncio enquanto a especulação sobre os contornos da transferência se adensa.»

É dia de jogo

Chegámos assim à final da Taça da Liga e vamos defrontar aquela equipa que teve os adversários mais fáceis para aqui chegar, e pode até fazer descansar metade do onze na meia-final. Aquele cumprimento frio do dois treinadores que jogaram juntos no Porto entende-se, não é normal que um ex-Porto não facilite perante o seu clube do coração, os exemplos são tantos que nem merece a pena elencar. 

Vamos ter mais uma vez aquele árbitro que expulsou Coates no ano passado no Dragão e assim viciou o resultado do jogo, o árbitro dos três penaltis do Taremi em Alvalade, um árbitro que no Porto-Benfica nem parecia o mesmo. Uma verdadeira encomenda. Mas o que não tem solução está solucionado. Vamos a jogo.

Os dois treinadores conhecem-se bem, as duas equipas também, vamos ter um jogo muito controlado de ambas as partes à espera que aconteça um golo que obrigue a equipa que o sofreu a correr atrás do prejuízo. E depois será outro jogo.

As debilidades de cada equipa também são conhecidas, no Porto a defesa quando confrontada por adversários em contra-ataque rápido, no Sporting o meio-campo em inferioridade numérica, pelo que imagino que o Porto vai tentar cansar e amarelar os dois médios e o Sporting recuar os interiores para auxiliar os médios e arrancar em contra-ataque. Quando Ugarte e Morita encostarem às boxes vamos ter ali um problema.

Porro e muito bem vai jogar, não se repetiu a asneira do Matheus Nunes, Trincão está de volta e ajuda mais a linha média que Edwards.

O onze inicial deverá então ser o seguinte:

Adán; Inácio, Coates e Matheus Reis; Porro, Ugarte, Morita e Nuno Santos; Trincão, Paulinho e Pedro Gonçalves.

No banco deverão estar Israel, St.Juste, Marsà, Esgaio, Arthur Gomes, Tanlongo, Rochinha e Jovane.

Esta conquista é importante!

Confiança total nesta equipa, confiança total em Rúben Amorim!

SL

Nós, há dez anos

 

João Paulo Palha: «A maioria dos jornalistas e comentadores de futebol defende, com inabalável convicção, que as jogadas perigosas sejam cortadas por aquilo a que, esquecendo, com grande generosidade, as habituais e muito elevadas exigências de ética desportiva e deontologia profissional por parte dos jogadores, chamam faltas inteligentes. Depois, em jeito de queixa, criticam as equipas e os treinadores, por falta de capacidade ofensiva, quando os golos são, sistematicamente, obtidos através de jogadas de bola parada. Desdenham, pois, os golos de livre, remetendo-os, de forma expedita, para a categoria desprezível das bolas paradas e advogam, ao mesmo tempo, a prática de faltas que impeçam as equipas de os marcar de outra maneira. É lógico, não haja dúvidas.»

 

José de Pina: «Ver sempre o lado bom: Apesar de tudo não sou do Benfica.»

 

Leonardo Ralha: «Em dia de tragédias dos dois lados do Atlântico não me foi possível ir a Alvalade, restando-me a triste rotina de me aproximar dos ecrãs quando tal era possível. Estava longe das televisões quando vi Amido Baldé festejar com a camisola errada, mas levantei-me a tempo de testemunhar aquela obra de arte de Ricky Van Wolfswinkel, num golo de calcanhar digna de levantar qualquer estádio do Mundo.»

 

Pedro Quartin Graça: «O respeito pelo Sporting é uma coisa muito bonita, nomeadamente por parte dos adversários. Mas, também, o respeito por parte de alguns sportinguistas que persistem, muitas vezes, em não (re)conhecer a realidade do seu clube.»

 

Eu: «Amido Baldé, pela prestação desta noite em Alvalade, confirmou aquilo que já sabíamos de jogos anteriores: foi uma boa contratação do Guimarães, na sequência das boas provas que tinha dado na Bélgica, como jogador emprestado. E foi também mais um negócio de vistas curtas para o Sporting: eis outro talento formado pela academia de Alcochete destinado a brilhar noutros clubes.»

A voz do leitor

«Houve uma "paragem" na formação; tenho visto alguns jogos e constato que há muita qualidade mas pouca atitude; os sub-23 nem sequer jogam à imagem do seu treinador João Pereira, que deixava a pele em campo. Só qualidade não chega. Nuno Mendes não saiu assim há muito tempo.»

 

Leão de Queluz, neste meu texto

Vendas

Pelo que vou ouvindo e lendo:

1. O Sporting prepara-se para perder o ala direito titular, Pedro Porro, por um valor de 45M€.

2. O Benfica prepara-se para perder no final da época o defesa esquerdo titular, Grimaldo, por um valor de 0€.

3. O Porto prepara-se para perder no final da época o médio centro titular, Uribe, por um valor de 0€. Mais um depois de Mbemba, Marcano, Marega, Brahimi, Herrera, e devo-me estar a esquecer de mais meia-dúzia. 

Isto realmente só pode significar incompetência negocial e incapacidade de gerir o plantel. Temos muito a aprender com os rivais. Pelo menos é o que dizem alguns.

 

PS: Lembrei-me agora do Carrillo...

SL

Nós, há dez anos

 

Pedro Quartin Graça: «Acusou o "toque" da imputação da ausência em Alvalade nos últimos três jogos da equipa e hoje lá apareceu. Sentou-se ao lado de Godinho Lopes mas esteve macambúzio. Ao intervalo trocou meia dúzia de cumprimentos de ocasião. O seu ar era de alguém claramente comprometido. Falamos de Daniel Sampaio, o vice-presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sporting. Hoje o seu exército ficou na caserna.»

 

Tiago Cabral: «E entretanto hoje jogamos às 18h em casa contra o Guimarães. Jogo importante para conseguir mais uma vitória e encurtar para oito pontos a distância para o terceiro classificado. Janeiro está prestes a terminar, entre entradas e saídas do plantel, Jesualdo Ferreira tem conseguido manter uma serenidade digna de registo. Vale-nos a sua experiência para isolar a equipa de toda a agitação que envolve o nosso clube. Vamos lá pra cima deles!»

 

Eu: «Acho muita graça àqueles que aplaudem vigorosamente as trocas de jogadores celebradas entre Godinho Lopes e Pinto da Costa e depois bradam contra a suposta falta de carácter de ex-sportinguistas que aceitam jogar de azul e branco.»

A voz do leitor

«Nesta Liga Revelação, não vi nenhuma revelação no Sporting. Os jogadores altos são desengonçados e os mais baixos, embora melhores tecnicamente, possuem aquele futebol miudinho e improdutivo, sem ponta de rasgo, típico de jogadores vulgares, o que todos nós esperaríamos que não fossem, atendendo às excepcionais condições de trabalho que desfrutam, comparativamente a outras equipas.»

 

AHR, neste meu texto

Os burros somos nós

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Aparentemente, este texto nada tem a ver com o Sporting, na verdade tem.

Tem a ver com o Sporting, tem a ver com dignidade, tem a ver com verdade desportiva.

Vamos recuar ao fim-de-semana passado, o Braga jogava na Mata Real e estava quase morto, ressuscitou com um lance manhoso, tinham passado oito minutos dos sete de desconto dados pelo árbitro. Golo do Braga, para além dos onze jogadores, estavam mais seis ou sete elementos do Braga dentro do campo, as imagens documentam, o lance é ilegal, o árbitro, os bandeirinhas, o VAR e o auxiliar de VAR fingiram que não viram. O Paços perdeu um ponto, o Braga conquistou dois. O melhor jogador do Paços de Ferreira não se conteve perante tanta injustiça, disse ao árbitro:

- Sr. digníssimo juiz de campo, o lance é ilegal (provavelmente as palavras não foram estas, o sentido foi este).

Vermelho directo.

Este acontecimento ocorreu na jornada 17, Maracás, o tal jogador, foi suspenso por um jogo, ok, dir-me-ão, não jogará na jornada 18.

Estão errados, sabendo da suspensão do jogador, o Benfica conseguiu a antecipação do jogo, o Paços de Ferreira foi, categoricamente, contra esta antecipação mas não lhe valeu de nada.

Recapitulando:

1. Um jogador é, injustamente, expulso na jornada 17.

2. O clube com o qual esse clube vai jogar na jornada 20 "obriga" a Liga a alterar a data do jogo.

3. Na jornada 18 Maracás estará disponível para jogar.

Se isto não é adulterar a verdade desportiva, o que será?

Benfica na segunda divisão já. São casos e casinhos a mais.

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2022/2023: marcadores dos nossos golos

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Pedro Gonçalves 11 (Braga, Rio Ave, Rio Ave, Portimonense, Gil Vicente, Casa Pia, Famalicão, Farense, Braga, Benfica, Vizela)

Paulinho 11 (Tottenham, Casa Pia, Farense, Farense, Marítimo, Marítimo, Marítimo, Braga, Paços de Ferreira, Arouca, Arouca)

Edwards 9 (Braga, Estoril, Eintracht Frankfurt, Boavista, Tottenham, V. Guimarães, V. Guimarães, Farense, Braga)

Trincão 6 (Eintracht Frankfurt, Portimonense, Portimonense, Marselha, Famalicão, Braga)

Nuno Santos 6 (Braga, Eintracht Frankfurt, Portimonense, Santa Clara, Casa Pia, Paços de Ferreira)

Morita 3 (Gil Vicente, Santa Clara, V. Guimarães)

Arthur 3 (Tottenham, Eintracht Frankfurt, Farense)

Porro 3 (Marítimo, Paços de Ferreira, Vizela)

Gonçalo Inácio 2 (Rio Ave, Braga)

St. Juste 1 (Estoril)

Rochinha 1 (Gil Vicente)

Mateus Fernandes 1 (Farense)

Matheus Nunes 1 (Rio Ave)

Boateng 1 (autogolo do Rio Ave)

Miguel Silva 1 (autogolo do Marítimo)

Bah 1 (autogolo do Benfica)

Dois Leandros, dois portugueses

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Era uma vez um clube que tinha dois Leandros, o Grimi e o Romagnoli, um dia esse clube jogou com outro que tinha muitos, muitos estrangeiros, entrou em campo só com dois portugueses.

Nesse dia o guarda-redes do Porto foi um tal Espírito Santo que estava sempre sentado no banco, como nesse jogo sofreu quatro golos ficou conhecido como o "banco mau".

Já do outro lado, Paulo Bento fazia milagres com a prata da casa, jogadores como Tiago, Adrien, Moutinho e Pereirinha, do banco do Sporting saltaria, ainda, um jogador que tinha sido escorraçado do Porto e do Benfica, muitos diziam que estava acabado para o futebol, chamava-se Derlei e foi a tempo de marcar dois golos que se somariam aos dois de Romagnoli.

Resultado final, os Leandros, os miúdos e os acabados para o futebol de Paulo Bento 4, os consagrados de Jesualdo Ferreira 1.

O Sporting seguiu em frente na Taça da Liga.

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O que fazer depois de Porro?

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E se perdermos mesmo Porro?

O que deve ser feito sem demora para colmatar este eventual rombo - que promete ser quase irreparável - no já curto plantel leonino 2022/2023?

A Bola noticiou ontem com destaque, na sua edição digital, a contratação iminente de Tariq Lamptey, lateral ganês de 22 anos (1,63m) formado no Chelsea e agora no Brighton - em sexto na Premier League. Internacional A pelo Gana, que recentemente defrontou a nossa selecção no Mundial do Catar, pode vir por empréstimo.

Por sua vez o Record garantia há três dias, com manchete de capa quase inteira, que o escolhido seria Van Ewijk, também de 22 anos (1,77m), oriundo do Heerenveen e internacional sub-21 pela Holanda.

Convém recordar que a SAD leonina mandou entretanto regressar a Alvalade Gonçalo Esteves, de 18 anos (1,71m) que esteve meia época emprestado ao Estoril, onde teve utilização residual. Este jovem formado no FC Porto é hoje apresentado como «aposta a longo prazo», faltando saber-se em que moldes.

Chegou a falar-se noutro regresso: o de Tiago Santos, agora com 20 anos (1,75m), formado na Academia de Alcochete mas que renovou em Setembro com o Estoril, onde é titular como lateral direito. Tiago cumpriu quase todos os escalões de formação no Sporting, tendo sido cedido há um ano aos estorilistas.

Claro que há Esgaio. Mas será sempre um pálido sucessor de Porro. Daí a pergunta que renovo: deve ser feito o quê? E outra, que se segue a esta: alguém acredita que mudaremos para melhor?

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