Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

És a nossa Fé!

A voz do leitor

«Deve ser inédito no mundo do futebol um jogador que marca o sexto golo de uma equipa que já estava a ganhar por 5-1 ir buscar a bola do golo que marcou às mãos do guarda-redes para recomeçar o jogo quanto antes, ainda acreditando que pudessem ser marcados mais golos num jogo sem história e praticamente no fim. E não é que o Pedro Marques tinha razão? Foi marcado mais um golo. Já tinha visto gestos desses em equipas que estão a perder, muito poucos em equipas que estão a ganhar e nunca em equipas que estão a golear.»

 

AHR, neste meu texto

Pedro Marques

img_920x519$2020_11_24_18_17_28_1782998.jpg

 

Pedro Marques chegou a ser lançado por Marcel Keizer na equipa principal, numa prova europeia contra o Vorskla, em Dezembro de 2018, quando também entrou Bruno Paz. Iniciativa sem continuação, em qualquer dos casos.

Mas só agora marcou pela primeira vez - e logo a bisar. Dando sequência ao bom trabalho revelado no Sporting B, em que leva quatro golos facturados em quatro jogos. Como já salientou o Luís Lisboa, isto comprova o acerto da decisão tomada pela SAD leonina de recuperar a equipa B, num patamar competitivo mais exigente do que o da chamada Liga Revelação.

 

Creio que só agora Pedro Marques começa a estar verdadeiramente maduro para se firmar no escalão maior. Até à partida de segunda-feira contra o Sacavenense, para a Taça de Portugal, foi um jogador em formação. O antigo médio defensivo dos escalões juniores tem a idade certa para dar um salto na carreira: 22 anos

Há uma coisa que aprecio muito nele - e que falta, por exemplo, a Pedro Mendes: a atitude combativa, bem simbolizada neste desafio da Taça no facto de ter ido logo a correr à baliza adversária para recuperar a bola após ter marcado o nosso sexto golo (segundo dele). E fez muito bem: ainda houve tempo para outro.

Não se contenta com pouco: quer sempre mais.

 

Precisamos de jogadores como ele.

São os jogadores adequados a este Sporting que tão bem está a comportar-se sob o comando de Rúben Amorim.

2020/2021: os marcadores dos nossos golos

D8I0179-scaled[1].jpg

 

Pedro Gonçalves 7 (Santa Clara, Santa Clara, Gil Vicente, Tondela, Tondela, V. Guimarães, V. Guimarães)

Nuno Santos 4 (Portimonense, FC Porto, V. Guimarães, Sacavenense)

Tiago Tomás 3 (Aberdeen, Lask Linz, Gil Vicente)

Jovane 3 (Paços de Ferreira, V. Guimarães, Sacavenense)

Coates 3 (Paços de Ferreira, Sacavenense, Sacavenense)

Sporar 2 (Gil Vicente, Tondela)

Pedro Marques 2 (Sacavenense, Sacavenense)

Nuno Mendes 1 (Portimonense)

Porro 1 (Tondela)

Gonçalo Inácio 1 (Sacavenense)

Vietto 1 (FC Porto)

A voz do leitor

«Bruno Fernandes não é apenas mais um jogador: é um composto de raça, força, técnica, e de uma vontade de querer vencer, seja em qualquer clube que represente. São estes jogadores que dão encanto ao futebol, que se transformam em símbolos venerados do clube e eternamente lembrados por todos pelo profissionalismo em campo e pelo exemplo fora dele.»

 

Tiago Oliveira, neste meu texto

Pódio: Nuno Santos, Pedro Marques, Tabata

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sacavenense-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Nuno Santos: 20

Pedro Marques: 19

Tabata: 18

Coates: 18

Jovane: 17

Gonçalo Inácio: 17

Daniel Bragança: 15

João Mário: 15

Max: 15

Sporar: 14

Borja: 14

Matheus Nunes: 14

Neto: 14

Antunes: 12

Palhinha: 11

 

Os três jornais elegeram Nuno Santos como melhor em campo.

Ai Sacavém, Sacavém...

Wilson Brasil, um grande do jornalismo desportivo que exerceu a sua profissão no extinto Gazeta dos Desportos e criador de um dos mais prestigiados prémios do futebol, o Troféu Gandula, em homenagem aos apanha-bolas (gandula no Brasil), que premiava os melhores do desporto (por curiosidade a Juventude Leonina foi agraciada num dos anos), viveu muito intensamente o Sacavenense. Esta frase que titula o post ficou célebre na sua boca, nas crónicas que fazia na rádio. Era sentida a ligação que tinha com o Sacavenense e os sacavenenses. Tal como eu tenho uma enorme ligação afectiva ao Sacavenense, não porque seja de Sacavém, mas porque desde jovem tive relações de grande amizade com muitos dos dirigentes daquela colectividade, desde o meu grande José Simões, o Zezetas, director de campo imensos anos e de quem fui "filho" imensas vezes à entrada dos estádios da AF de Lisboa, porque a sua condição de dirigente lhe permitia a entrada grátis, até ao Elias Pereira, presidente e alma do Sacavenense tantos anos; Ao Ernesto Dinis, também presidente numa altura muito difícil por que passou o clube, ao meu afilhado Hélio Lampreia, que tratou dos jovens da formação alguns anos com toda a dedicação e brio. E muitos mais, não com ligações tão estreitas.

Quis o destino que calhasse em sorte ao Sporting o Sacavenense, ontem. Estavam os de Sacavém imensamente felizes por defrontar um grande e eu, porque sei que o Sacavenense almeja a chegar mais alto e merece chegar mais longe. Mas ontem o sacavenense que estava mais satisfeito era o tesoureiro do clube! O Sporting, muito bem, decidiu prescindir da receita da transmissão e os cofres da colectividade ficaram 50 mil Euros mais ricos. Uma verba que dará para continuar o milagre da multiplicaçao dos pães que esta e outras agremiações vão fazendo e mais agora sem os parcos, mas mesmo assim importantes, dinheiros da venda de bilhetes.

O resultado foi expressivo mas parece-me o menos importante para os sacavenenses. Portaram-se como leões e não desmereceram da tradição longa de equipa de garra e luta.

Por mim, como sacavenense por afinidade, fico feliz que este resultado lembre ao sportinguista de coração um outro de igual valor, "espetado" à lampionagem, que fará esquecer o score, lembrando apenas o que foi importante: A festa do futebol!

Saca...

Quente & frio

Gostei muito da exibição do Sporting, com o belo equipamento Stromp, nesta terceira eliminatória da Taça de Portugal - a nossa estreia na edição deste ano. Goleada por 7-1 frente ao modesto Sacavenense, do terceiro escalão do futebol nacional, que nos vingou da humilhante derrota sofrida há um ano perante o Alverca, também do Campeonato de Portugal. Aos 3' já vencíamos, ao intervalo já ganhávamos por 3-0. Exibição ao nível do resultado: equipa dinâmica, ágil, bem ligada, praticando um futebol fluido e veloz, sem nunca tirar o pé do acelerador mesmo quando a goleada já se desenhava. A prova ficou à vista: fizemos três golos nos seis minutos finais. Desde Maio de 2019 que não marcávamos pelo menos sete num só jogo.

 

Gostei das exibições de vários jogadores. Desde logo Pedro Marques, em estreia absoluta na equipa principal desta época: Rúben Amorim mandou-o entrar aos 72', substituindo Sporar, e o jovem de 22 anos que tem alinhado na equipa B mostrou a diferença como ponta-de-lança: marcou o quinto (de cabeça) e o sexto, aos 87 e aos 90'. Nota muito elevada também para outro estreante, este como titular a defesa central do lado esquerdo: Gonçalo Inácio, que foi lá à frente marcar o sétimo, no último lance da partida. Também Tabata agarrou bem a oportunidade, jogando no flanco direito a partir do minuto 59: foram dele as assistências para o sexto e o sétimo golos. Outras exibições muito positivas: Coates, que fuzilou de cabeça as redes adversárias por duas vezes, aos 24' e aos 48'; Jovane, jogando como interior na ala direita, com assistência para o golo inaugural e marcando ele próprio o terceiro, de penálti, aos 32'; e Daniel Bragança, em campo durante toda a segunda parte: é exímio tecnicista, trata a bola da melhor maneira, como se viu em soberbos passes para Nuno Santos (69') e Tabata (71'). Mas o melhor em campo foi Nuno Santos, autêntico dínamo da equipa: foi ele a abrir o marcador, com um tiro disparado aos 3', fez a assistência para o quarto, quase marcou aos 14' e aos 69'. Imprimiu sempre grande velocidade ao jogo leonino. Já vai em quatro golos e seis assistências. Alguém ainda duvida de que foi reforço?

 

Gostei pouco dos desempenhos de Sporar (que mesmo a defrontar uma equipa amadora foi incapaz de marcar), de Antunes (que teve a seu cargo o corredor esquerdo durante a primeira parte sem intervenções dignas de registo) e de Borja (em estreia esta época, na ala direita durante o primeiro tempo e devolvido ao corredor esquerdo no segundo tempo), incapaz de um rasgo individual que ultrapasse o patamar da mediania. Num jogo em que pelo menos seis titulares habituais estiveram ausentes, em evidente gestão de esforço já a pensar nos próximos desafios: Adán, Feddal, Porro, Nuno Mendes, Pedro Gonçalves e Tiago Tomás. 

 

Não gostei das duas bolas à barra, disparadas por Nuno Santos (aos 14') e Gonçalo Inácio (aos 67'). Por centímetros, teríamos contabilizado nove golos em vez de sete. Também não gostei do golo sofrido, aos 53', com culpas repartidas por Matheus Nunes e Max, embora tivesse sido um justo prémio para o Sacavenense e para o principal artilheiro da equipa, chamado Iaquinta.

 

Não gostei nada da ausência total de público no Estádio Nacional, onde decorreu a partida, por falta de condições do recinto do Sacavenense: estas draconianas normas sanitárias que interditam em absoluto a presença de espectadores no futebol contrastam com regras muito mais flexíveis para diversos outros espectáculos. Também não gostei do horário do jogo, iniciado às 21.15 de ontem. Mas compreendo que se tenha adequado aos interesses do exibidor televisivo, o que acabou por render 50 mil euros ao Sacavenense - cortesia do Sporting, que abdicou da metade da receita que lhe correspondia.

Dezoito ponto 7

Diz-me o Google Maps que, pela A30 e A1, de Alverca do Ribatejo a Sacavém vão 18,7 quilómetros. Já a distância entre 17 de outubro de 2019 e 23 de novembro de 2020 é bem maior. O Sporting desta época pode não ganhar nada e até pode mesmo ficar em quarto lugar, mas que, até agora, está muito mais forte, com mais garra e atitude, está. Tanto que até com Borja a ala direito sabe jogar, tranquilo e dominador.

No rumo certo

O Sporting esmagou o Sacavenense no Jamor, de muito longe o melhor resultado dos confrontos entre equipas do Campeonato de Portugal e equipas da 1.ª Liga. Foi um jogo de sentido único, sempre em alta rotação, sempre a querer mais.

É impressionante a aposta que este Sporting de Rúben Amorim está a fazer nos jovens, e a resposta que esses jovens estão a dar. Ontem Gonçalo Inácio (que classe no passe) e Daniel Bragança (o novo Fraguito?) estiveram simplesmente soberbos, e ainda tivemos direito a um recuperado e emagrecido (?) Pedro Marques, a demonstrar bem a diferença entre um ponta de lança e um avançado. E todos os outros jovens estiveram muito bem: Max, Matheus Nunes e Jovane.  

E onde é que o Pedro Marques recuperou a forma e lidera a lista dos marcadores? Pois é, na tal equipa B e no tal Campeonato de Portugal, a defrontar equipas como este Sacavenense. Para onde irá regressar, para voltar a ser chamado quando for preciso.

Voltamos agora à 1.ª Liga, e à sequência de quatro jogos acessíveis: Moreirense(C), Famalicão(F), Farense(C) e B-SAD(F) que nos podem fazer chegar a 2021na liderança da Liga e com alguma folga para o que virá a seguir.

Que as lesões e infecções passem longe, os artistas do apito não inclinem demasiado os campos a nosso desfavor e a estrelinha da sorte nos acompanhe, porque no resto estamos bem, muito obrigado.

SL

28 golos em dez jogos

Com o triunfo desta noite frente ao Sacavenense por 7-1, na terceira eliminatória da Taça de Portugal, o Sporting soma já 28 golos nos dez jogos efectuados desta temporada 2020/2021. Balanço até ao momento: oito vitórias, um empate e só uma derrota.

Nas três partidas mais recentes, marcámos 15. Média de cinco por jogo. Mesmo com "défice de pontas-de-lança", como alguns insistem.

O caminho faz-se caminhando.

Onze magníficos valem 65 milhões

Em boa hora o Sporting voltou a apostar nos talentos da Academia de Alcochete e colocá-los ao serviço do nosso emblema na equipa principal.

É uma aposta que promete ter não apenas frutos desportivos mas também financeiros. Como já é possível concluir com a avaliação de 11 jogadores à disposição do treinador Rúben Amorim. Aposta alicerçada em sucessivas renovações de contratos com reavaliação dos salários e fixação de novas cláusulas de rescisão.

Feitas as contas, de momento, estes jovens profissionais têm no seu conjunto um potencial avaliado em 65 milhões de euros.

Vale a pena fixar este número. Para daqui a uns meses podermos compará-lo com futuros valores de mercado de todos eles. 

 

Eis os onze magníficos:

Nuno Mendes - 12 milhões de euros.

Contrato renovado em 19 de Junho de 2020. Vigora até 2025.

João Palhinha - 12 milhões de euros.

Contrato renovado em 14 de Outubro de 2020. Vigora até 2025.

Jovane Cabral - 10 milhões de euros.

Contrato renovado em 5 de Setembro de 2018. Vigora até 2023.

Eduardo Quaresma7 milhões de euros.

Contrato renovado em 16 de Junho de 2020. Vigora até 2025.

Luís Maximiano6 milhões de euros.

Contrato renovado em 4 de Novembro de 2020. Vigora até 2025.

Joelson Fernandes6 milhões de euros.

Contrato renovado em 10 de Setembro de 2020. Vigora até 2023.

Gonzalo Plata - 4 milhões de euros.

Contrato assinado em 1 de Julho de 2019. Vigora até 2024.

Matheus Nunes - 3 milhões de euros.

Contrato renovado em 27 de Outubro de 2020. Vigora até 2025.

Tiago Tomás - 2,5 milhões de euros.

Contrato renovado em 25 de Junho de 2020. Vigora até 2025.

Daniel Bragança - 1,5 milhões de euros.

Contrato renovado em 10 de Setembro de 2020. Vigora até 2024.

Gonçalo Inácio - 1 milhão de euros.

Contrato renovado em 4 de Novembro de 2020. Vigora até 2025.

 

Palhinha do Verão ao Outono

21956974_i35U4.jpeg

 

1

 

«Palhinha em Inglaterra»

Título d' A Bola, 31 de Julho

 

«Palhinha "paga" Pedro Gonçalves»

Título d' A Bola, 15 de Agosto

 

«CSKA para Palhinha» 

Título d' A Bola, 25 de Agosto

 

«João Palhinha aguarda CSKA»

Título d' A Bola, 26 de Agosto

 

«Palhinha olha para Inglaterra»

Título d' A Bola, 27 de Agosto

 

«Palhinha no CSKA rende 12 milhões»

Título d' A Bola, 28 de Agosto

 

«Palhinha para fechar esta semana»

Título d' A Bola, 30 de Agosto

 

«Palhinha fechado esta semana»

Título d' A Bola, 31 de Agosto

 

............................................................

 

2

 

«Tenho esse sonho [ser campeão pelo Sporting], mas não é algo com que viva completamente obcecado. Fazendo-se as coisas com calma, trabalho e responsabilidade, tem tudo para chegar a bom porto.»

 

«Se o for [capitão do Sporting], é com grande orgulho e extrema motivação, dados os anos da formação que conto. Tenho contrato com o Sporting há muitos anos. Não é para qualquer um ser capitão do Sporting, é uma grande responsabilidade. Se acontecesse, era mais um momento de felicidade que teria na minha carreira.»

 

«Temos muito bom balneário, com união. A estrutura arranjou um misto de experiência e juventude. As pessoas olhavam para a nossa equipa como miúdos, mas acabamos por ser um misto das duas coisas.»

 

«É normal todo o ruído que se tem feito porque estamos a fazer bem o nosso trabalho. Quando se ganham jogos como temos ganho, com esforço e sacrifício, é normal que as pessoas na televisão comentem e que os jornalistas façam capas a valorizar o nosso trabalho.»

 

«Quero é fazer um bom trabalho no Sporting, evoluir como jogador, fazer o máximo de jogos possível pelo clube. Quanto ao resto, é deixar as coisas acontecerem.»

 

João Palhinha em entrevista ao Record, 21 de Novembro

A voz do leitor

«Comecei a viver o Sporting precisamente nos últimos tempos de João Rocha. Era um menino ainda, em que só me interessava o que se passava nos relvados, mas não me pareceu terem sido tempos de união. O Sporting nunca teve uma verdadeira união, nem nos tempos de BdC, porque os interesses individuais sobrepõem-se quase sempre.»

 

Balakov-Oceano, neste meu texto

Amanhã à noite no Jamor

xSportingTaça.jpg

 

Depois do interregno das competições caseiras devido aos compromissos das selecções, e com mais alguns infectados exactamente devido a esses compromissos, como o Plata e o Catamo, o que mais uma vez vem demonstrar o impacto que a pandemia terá nesta época, o Sporting enfrenta no Jamor o Sacavenense para a Taça de Portugal.

A Taça de Portugal é aquela competição que, como a imagem documenta, o Sporting ganhou pela última vez em 2019 com Marcel Keizer como treinador, que sucedeu a Marco Silva (2015), Paulo Bento (2007 e 2008), Boloni (2002) e muitos outros antes deles. Falta aqui o nome de Jorge Jesus e a taça de 2018: ele realmente foi o menos culpado do desfecho daquele maldito jogo no Jamor, todos sabemos as condições em que o Sporting entrou em campo e o comportamento nojento de alguns elementos das claques nas escadarias do Jamor.

 

O Sacavenense é uma equipa do Campeonato de Portugal, exactamente aquela competição onde o Sporting B está inserido, e lidera a série onde está o Fabril do Barreiro, aquele que complicou a vida ao Porto. Noutra série estão o Paredes e o Trofense, que fizeram o mesmo ao Benfica e Braga, respectivamente.

O Sporting não vai ter vida fácil: no ano passado fomos eliminados pelo Alverca, outra equipa desse escalão. Existe qualidade no Campeonato de Portugal, o que vem reforçar a oportunidade da decisão de relançar a equipa B nesse campeonato, equipa essa estupidamente menosprezada e condenada à extinção pelo destituído ex-presidente.

 

Entre os lesionados, os confinados e os poupados pelo desgaste das selecções, desta vez então é que não faço mesmo ideia quem é que Rúben Amorim vai convocar, mas imagino que sejam mais ou menos os seguintes:

Guarda-redes: Adán e Max.

Defesas Centrais: Quaresma, Neto, Feddal e Inácio.

Alas: Borja e Antunes.

Médios Centro: João Mário, Palhinha, Bragança e Matheus Nunes.

Interiores: Tiago Tomás, Jovane, Nuno Santos, Tabata e Joelson.

Ponta de lança: Sporar.

 

Neste contexto, fazendo sentido dar minutos a Max e tendo de mexer muito na defesa, mexia pouco no resto, pelo que o meu onze seria o seguinte:

Max; Quaresma, Neto e Feddal; Antunes, Palhinha, João Mário e Borja; Jovane,  Sporar e Nuno Santos.

 

Concluindo,

Amanhã o Sporting entra em campo no Jamor para tentar prosseguir na corrida para... o Jamor.

Considerando o sistema táctico de Rúben Amorim, qual seria o vosso onze?

PS: Vejo agora na TVI24 o presidente do Sacavenense a explicar a mudança para o Jamor e a agradecer a gentileza do Sporting em lhes ceder a sua parte da receita da TV. Muito bem. E que ganhe o melhor.

SL

{ Blog fundado em 2012. }

Siga o blog por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2014
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2013
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2012
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2011
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D