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És a nossa Fé!

AG

Cheguei às duas da tarde e, ordeiramente, só consegui entrar às três. Mas não foi no Pavilhão Atlântico que entrei, antes numa twilight zone: tinha regressado às RGAs de 75. Os apoiantes do Bruno, por táctica, iam arengando ao microfone uns atrás de outros. 

Não sei como vai acabar o dia. Menos imagino qual será o resultado da votação. Temo, porém, o pior. De qualquer maneira o Sporting está uma Jugoslávia, com Milosevic e tudo. Nunca me senti tão infeliz neste meu clube.

Tristeza neste dia

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Cumpri o meu dever de sócio e de cidadão, tendo votado sim à destituição do CD. Sim, por eleições.

Mas nas cerca de duas horas que levei na fila até votar senti uma imensa tristeza pelo que via e ouvia. O resultado não vai sarar a divisão, mas o sectarismo que vivenciei fez-me questionar sobre a minha condição futura na nossa instituição. 

O mal feito vai levar tempo a ser erradicado. 

Neste dia que poderia ser uma jornada de enorme afirmação da força do nosso Sporting, não sinto alegria.

Mas tenho esperança que a participação de muitos milhares de Sportinguistas redunde num resultado que permita que, a 8 de setembro, escolhamos novas lideranças. A bem do Sporting Clube de Portugal e da nossa história. 

Dúvida

A minha única dúvida neste momento é se os últimos meses que destruíram uma época, ou melhor, que destruíram os cinco anos anteriores todos; e que destruíram a próxima época (e quantas mais seguintes, de resto?), no início da qual nos apresentamos com um treinador de quinta categoria e sem os melhores jogadores do plantel; são resultado de uma patética imaturidade e incapacidade para dirigir qualquer estabelecimento para além da tasca de esquina (e mesmo essa...) ou se são um plano deliberado para fazer qualquer coisa do Sporting que não é o clube que conhecemos: a sucessão de actos inomináveis nas últimas semanas indicia esta última hipótese. Seja qual for a alternativa, é insuportável. Como o próprio homem é insuportável e danoso. Mesmo com ele fora vai ser difícil. Mas com ele lá tornou-se impossível.

O estertor do Conselho Directivo

Todo este processo que nos conduziu até à assembleia-geral de hoje teria sido evitável se o (ainda) presidente tivesse alguma humildade e cultura democrática. A verdade é que procurou por todos os meios obstruir a que fosse dada a palavra aos sócios, chegando a garantir que não haveria votação alguma hoje. A verdade é que foi colecionando derrotas, primeiro os Tribunais consideraram legítima a marcação da Assembleia e ilegal a aberrante e não prevista comissão transitória da mag.

Ontem mais duas derrotas para o menino birrento, com o Tribunal a considerar legítima a nomeação da comissão de gestão, liderada por Artur Torres Pereira. À última hora ainda procurou questões processuais para obstaculizar à votação.

Não sei em que sentido irão os sócios deliberar hoje, espero que no final prevaleça o bom senso, o respeito pelos estatutos, pela democracia. O que de todo não está garantido, duvido que na hipótese de derrota Bruno de Carvalho não arranje mais subterfúgios para não reconhecer o resultado e procurar permanecer no lugar até quando lhe for possível. O que tenho absoluta certeza é que na hipótese dos sócios cometerem harakiri e votarem pela permanência do déspota, de hoje em diante não mais cessará a prepotência, o autoritarismo no nosso clube. Mas se o fizerem, também estarão a hipotecar qualquer possibilidade do clube ainda negociar com os jogadores que apresentaram rescisão, curiosamente ou talvez não, dos 9 apenas 1 já assinou por outro clube, o que não deixa de ser sintomático.

Mas a decisão do futuro do Sporting Clube de Portugal pertence única e exclusivamente aos associados, hoje temos a possibilidade de parar com esta deriva populista e vexatória a que o clube tem sido sujeito. A alternativa será um clube financeiramente asfixiado e sem futuro, porque não mais teremos credibilidade. Viva o Sporting!!!

A opção é nossa, sim

No meio de tanta algazarra, convém aclarar ideias. Como já aqui fiz a 7 de Junho, antes de qualquer despacho judicial, quando precisei que o presidente da Mesa da Assembleia Geral mantinha plenitude de funções, incluindo o poder exclusivo para convocar assembleias gerais e designar as Comissões de Gestão e de Fiscalização. E também a 12 de Junho, quando deixei claro que a convocatória de duas assembleias gerais pelo Conselho Directivo leonino para os dias 17 e 21 era manifestamente ilegal, sem o menor fundamento nos estatutos - como o tribunal viria a reconhecer.

Hoje o que está em causa é a devolução aos sócios da decisão soberana de escolha dos novos titulares de todos os órgãos sociais do clube - Mesa da Assembleia Geral, Conselho Directivo e Conselho Fiscal e Disciplinar - ou de apenas dois destes órgãos, com exclusão do Conselho Directivo.

Opção legítima, democrática e com base estatutária. Só depende de nós, sim.

És a Nossa Fé

 

Vi a selecção, o aflitivo jogo com Marrocos, com o Edgar Pêra, cineasta. Um amigo comum lembrou-nos, "há pá, o Zé escreve no blog És a Nossa Fé", "Edgar, mostra-lhe lá o filme". O Pêra é um tipo de grande talento, com um estilo e olhar muito peculiar, único - e o seu "O Barão" é o filme português que mais gostei de ver. E, já agora, é sportinguista. 

Bem, e como o nosso amigo comum o lembrou, mostrou-me este seu filme. De 2004, e vivia eu longe, daí nunca o ter visto. É este "És a Nossa Fé". O Pêra trabalhou, não só mas fundamentalmente, sobre a final da Taça de 2002, o Sporting-Leixões, clubes de diferentes dimensões mas "dois clubes de apaixonados", clubes populares. Cujos adeptos usam clamar este "és a nossa fé ...". E fez um filme sobre a paixão, a nossa paixão pelos clubes, pelo futebol, como a encenamos, a vivemos, nela somos. Não é um "documentário" habitual, ex-pli-ca-di-nho, com as entrevistas, as imagens narrativas, o jogo em si. É cinema, sobre nós todos, nacos, rictos. E o como somos, belos nesta aparente estranheza. No nosso caso como o somos sendo assim Sporting.

Hoje é dia disso. Que nos lembremos deste "És a Nossa Fé", desta nossa "fé". Que nas diferentes opiniões e modos de paixão possamos estar congregados, com os desacordos, que os há e muitos, mas sem conflitos. E amanhã também.

 

Hoje giro eu - Ser Sporting

Estive para não escrever. Entendo que é um dia de reflexão e, como tal, devemos respeitar esse momento de cada sportinguista. No entanto, e já a findar o dia 22, o meu colega Luís Aguiar Fernandes alinhavou um Post que me inspirou a escrever este texto.

 

Quem me acompanha diariamente aqui conhece a minha posição, mas hoje gostaria de dedicar este espaço essencialmente a falar de sportinguismo. Ao contrário do que por vezes se tenta fazer transparecer, o Sporting não tem à sua volta apenas pessoas que representam interesses. Nada mais enganoso, o Sporting é dos sócios e estes, na sua esmagadora maioria, apenas querem o bem do clube, a sua prosperidade. O Sporting também não é o Pedro Proença e o seu estilo truculento, nem a histriónica Elsa Judas mais a sua Comissão Transitória. Como também não é as tergiversações de Marta Soares, a incontinência verbal de Ricciardi ou a opacidade da Comissão de Gestão. Não, o Sporting é muito mais do que isso. Hoje, ao ver Rui Calafate, José Pina ou António Moita num debate na TVI24, pude atestar que há razões para não perder o optimismo pois todos eles souberam representar muito bem aquilo que deve ser o sportinguismo, mostrando à saciedade ainda haver uma reminiscência dos nossos valores e pessoas a quem as televisões podem recorrer se quiserem informar correctamente os seus espectadores. Também Samuel Fernandes soube estar à altura, nomeadamente quando se bateu pela defesa intransigente dos superiores interesses do Sporting na matéria das rescisões dos jogadores e mostrou conhecimento profundo dos temas jurídicos abordados. 

 

Conheço mais sportinguistas que vão votar no "Sim", mas também conheço alguns que vão votar no "Não". Uns e outros são letrados, com provas dadas profissionalmente e, livremente, exercem a sua opção. Não que por serem letrados sejam mais sabedores. Vejam o caso de António Aleixo. É que uma coisa é saber que o tomate é um fruto - e isso é conhecimento -, outra é não misturá-lo numa salada de frutas - a sabedoria. Digo isto porque, por vezes, as elites tendem a menosprezar esta sabedoria popular que nos trouxe provérbios intemporais que todos repetimos quase inconscientemente no nosso dia-a-dia. Outra coisa de que também nos temos esquecido ultimamente é de cultivar o valor da tolerância. No meu grupo de amigos não existe delito de opinião. Esgrimimos argumentos, de uma forma mais ou menos acalorada, mas sempre sem ultrapassarmos os limites da urbanidade. Também não existe o politicamente correcto, era o que faltava. Então iríamos estar a inibir alguém, só porque conjunturalmente em minoria, de exprimir uma opinião? 

 

Amanhã será dia de decisões no Sporting Clube de Portugal. Seja qual for o resultado, é importante aceitá-lo democraticamente. Faço a minha declaração de interesses: tenho pensado muito no momento que vivemos, gostaria que surgisse uma terceira via em Alvalade - para a qual ainda não vi candidatos - e, como tal, agradar-me-ia haver eleições. Mas, se a vontade dos sócios for oposta à minha, cá estarei, com quotas pagas e cachecol ao pescoço, a dar o meu apoio a qualquer equipa que ostente o leão rampante no peito e a lutar da forma que conheço, dando ideias que possam ser ouvidas e assim contribuir para um melhor Sporting e para uma saudável cidadania sportinguista. 

 

O Sporting precisa de paz. Espero que estes 3 meses atribulados tenham servido de lição a todos. Não se constrói nada contra alguém durante todo o tempo. Pelo contrário, isso só cria divisionismo e afasta-nos de uma cultura de clube idealizada pelos nossos fundadores. O Sporting tem de ter uma identidade própria, um posicionamento face à concorrência e uma participação massiva dos sócios na vida do clube. Sim, porque uma coisa é ter muitos sócios, outra é estimular a sua participação. Assim como, uma cultura de exigência só faz sentido se for bem aplicada na prática. Quem vier a dirigir (ou voltar a dirigir) o clube tem de promover o seu Renascimento (sim, assim com "R" grande). E isso passa por mobilizar e não excluir sócios, por promover o surgimento de ideias, por ouvir também opiniões divergentes das nossas - aceitando-as e vendo-as como algo de positivo, sintoma de vitalidade - e pela excelência das nossas acções e sua repercussão no clube e no meio envolvente do futebol português. 

 

Termino fazendo um apelo a todos: votem em consciência, da forma que entenderem, mas tenham sempre presente que o Sporting não pode continuar adiado. Ganhe quem ganhar, Domingo será outro dia e o Sporting precisará de todos nós, do nosso amor pelo clube, para começar a sua reconstrução.

 

P.S.1: Atento aos pormenores ("pormaiores"), não pude deixar de observar que, quase em desconto de tempo, Jaime Marta Soares foi finalmente claro quanto à data das eleições e desaparecimento da Comissão de Gestão em caso de hipotética vitória do "Não" (o que pressupõe que termine automaticamente a suspensão do CD). Vamos ver se ainda vai a tempo ou se este detalhe da tardia resposta a algumas das questões (nem todas) que aqui tinha deixado (e que estariam também na mente de muitos sportinguistas) não lhe vai sair caro.

 

P.S. 2: Texto iniciado ainda a 22/6.

 

Balanço (8)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre LUMOR:

 

- António de Almeida: «O reforço Lumor deixou bons apontamentos.» (11 de Fevereiro)

- Eu: «O treinador lançou aos 73' o ganês, ex-lateral esquerdo do Portimonense, que foi um dos reforços de Inverno do Sporting. Mal tocou na bola, fez um excelente cruzamento para Montero. Cumpriu. E deixou-nos com vontade de ver mais.» (12 de Fevereiro)

- Pedro Azevedo: «Teve minutos, mas mostrou ainda alguma falta de rotinas, ofensivas e defensivas.» (12 de Março)

Faz hoje um ano

 

Reforçado três meses antes com uma esmagadora percentagem de apoio dos sócios, que o sufragaram para novo mandato, Bruno de Carvalho aproveitava a realização de uma assembleia geral para desferir um violento ataque a vários adeptos leoninos. Chamando-lhes «reles, porcos e nojentos». Bem ao seu estilo.

«Os nossos inimigos internos e externos não vão ter um segundo de descanso a partir de hoje!. Estou e estou para ficar, estou para continuar a defender os interesses do Sporting», sublinhou há um ano o presidente do Sporting, queixando-se de estar a ser alvo de uma «campanha de difamação» envolvendo benfiquistas e alguns sócios do SCP, em concubinato: «Estes senhores que se dizem do Sporting e andam em almocinhos com pessoas do Benfica fazem pior: metem a minha futura esposa no meio disto tudo!»

A propósito destas declarações de Bruno de Carvalho, o Edmundo Gonçalves pronunciou-se assim a 23 de Junho de 2017: «Toda a oposição é necessária. Os unanimismos são sempre maus conselheiros e o confronto de ideias é normalmente sinónimo de evolução e sempre um campo fértil onde floresce a democracia. Mas isto nada tem a ver com a tal de democracia. Isto é jogar o jogo do adversário, diria no caso vertente, do inimigo. E quem joga, descarada e despudoradamente, o jogo do inimigo contra nós deverá arcar com as consequências.»

No dia em que o tema dominante era uma grave acusação feita ao SLB pela estrutura comunicacional do FC Porto, documentada nesta manchete do Correio da Manhã: «Escândalo ameaça futebol nacional - Mails revelam amantes dos árbitros». Aqui reproduzida pelo Eduardo Hilário, com um título irónico: «Ele não inventam nada, apenas copiam...»

A voz do leitor

«Acabo de actualizar as minhas quotas para sábado lá estar e fazer uso do meu voto, porque considero um dos dias mais importantes da história do Sporting Clube Portugal e também porque é para isto que servem os sócios, temos de votar em massa, claro que todos temos as nossas condicionantes proprias da vida para podermos lá estar, mas mesmo assim espero que todos façam um esforço extra para marcar presença. Sou de Alcains (Castelo Branco), vou votar pela primeira vez e vou única e exclusivamente para votar, não sai barato e é um dia menos com a familia mas neste momento tenho de fazer tudo o que está ao meu alcance para continuar a gostar de ser do Sporting, porque os últimos 2/3 anos têm sido extremamente difíceis.»

 

Pedro Miguel, neste texto do Pedro Bello Moraes

 

 

Duas questões muito rápidas.

1. Se amanhã o "Não" vencer, o que acontece ao processo disciplinar instaurado aos membros da actual direcção?

 

2. Se amanhã o "Não" vencer, como lidarão os meus colegas de blog que têm escrito opiniões mais fortes contra a actual direcção?

 

Amanhã, eu estarei lá. Votarei "Sim", porque acho que é fundamental haver novas eleições para acalmar os ânimos, esperando depois uma candidatura que se proponha a seguir o rumo do primeiro mandato de Bruno de Carvalho.

 

No entanto, acho que o "Não" irá vencer. Se assim for, podem agradecer a Marta Soares, Ricciardi, Roquette, Sobrinho e afins, por, sem quererem, mostrarem aos sportinguistas o quão grave seria voltar ao passado.

Bruno de Carvalho não tem razão, dizem os juízes

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O líder [suspenso, note-se] do Sporting perdeu esta sexta feira as duas providências cautelares que apresentou. E desistiu de outras duas já homologadas.

 

Certo, os defensores de BdC virão dizer que a justiça e o Estado português estão combinados com todos os tantos e imensos que estão a fazer esta campanha contra o Sporting. Os juízes, a justiça, o Estado, as empresas, os bancos, os políticos, os ex-presidentes (vivos e mortos), os croquettes, os rissóis, as empadas (as de massa areada e as de massa folhada), os pastéis de bacalhau, as chamuças, e sabe-se lá mais o quê, tudo combinado para roubar o Sporting, dar cabo do Sporting, apropriar-se do Sporting, espoliar o Sporting, esfolar o Sporting. Malandros ....

 

Entretanto, só para dizer, para repetir, para que aqueles que ainda não sabem ou ainda não perceberam, que hoje mesmo dois juízes disseram que as providências cautelares que Bruno de Carvalho colocara para declarar a ilegalidade dos órgãos dirigentes vigentes do Sporting foram consideradas incorrectas. E que Bruno de Carvalho desistiu de outras duas providências cautelares, porque iriam ter o mesmo resultado. Ou seja, leia-se bem, atente-se, o que a Justiça portuguesa diz, nesta vésspera de tão importante Assembleia-Geral, é que a ilegalidade está em Bruno de Carvalho, as manobras manipuladoras estão em Bruno de Carvalho. Foi o que disse a justiça. Espero que seja isso o que dirão amanhã os sócios do Sporting.

 

Pela sobrevivência do Sporting

Será coincidência que das 9 rescisões apresentadas por jogadores do nosso plantel, 8 ainda não tenham assinado por qualquer clube? O (ainda) presidente afirma que está em causa manter o controlo acionista da SAD. Com ele são garantidos 90% do capital na posse do clube. Se nem um empréstimo obrigacionista consegue, com as acções em limites mínimos e perante uma enorme desvalorização de activos, é caso para perguntar, quanto vale 90% de praticamente nada?

É fundamental parar amanhã com a demagogia, mentira, manipulação e ocultação da verdade, que têm sido uma prática lamentável, mas constante do actual Conselho Directivo, ou melhor, do seu presidente, porque na verdade tem sido sempre o birrento mimado o triste protagonista dos infelizes tempos que vivemos. Insultos a quem ousa pensar de forma diferente, tomadas de posição autoritárias, utilização de meios do clube para promoção pessoal, são atitudes próprias de déspotas.

É tudo isto que os sportinguistas têm que decidir amanhã, o país já não suporta este figurão, o Sporting não sobreviveria por muito mais tempo nesta deriva lunática que nos está a levar para o abismo. Sim à revogação do mandato do actual Conselho Directivo. Viva o Sporting!!!

Pequena sondagem

Leio no JN que este será o texto que irá constar nos boletins de voto que serão entregues aos associados sportinguistas:

 

"Revogação coletiva, com justa causa, do mandato dos membros do Conselho Diretivo":

"Sim, não, abstenção"

 

Qual seria / será a sua resposta?

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