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És a nossa Fé!

Pódio: Podence, Bruno, Bas Dost, Gelson

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Portimonense pelos três diários desportivos:

 

Podence: 19

Bruno Fernandes: 19

Bas Dost: 17

Gelson Martins: 17

William Carvalho: 16

Fábio Coentrão: 16

Mathieu: 15

Piccini: 15

Rui Patrício: 15

Coates: 14

Battaglia: 13

Acuña: 13

Bruno César: 12

Bryan Ruiz: 6

 

Os três jornais elegeram Bruno Fernandes como melhor jogador em campo.

A voz do leitor

«Já quase todos sabemos que o polvo lampião comprou, com dádivas e benesses, muitos clubes da primeira e segunda divisão. Portanto, sugerir que se vá atacar a inverdade desportiva por essa via é mera utopia. O futebol está todo minado ou contaminado e só do exterior, leia-se PGR-PJ, pode ser atacado e punido. Tudo o resto são manobras de diversão.»

 

Carlos Silva, neste texto do Edmundo Gonçalves

Rescaldo do jogo de hoje

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Gostei

 

Da vitória  caseira sobre o Portimonense, por 2-0. Domínio leonino absoluto do princípio ao fim num jogo em que o Sporting só pecou por desperdiçar várias oportunidades de golo. Somámos mais três pontos na corrida ao título frente a uma equipa que esteve a ganhar nos confrontos da Luz e do Dragão.

 

Da exibição.  Boa organização colectiva leonina, com todos os elementos devidamente posicionados e uma dinâmica adequada ao adversário, cuja manobra soubemos sempre condicionar, reagindo da melhor maneira nas situações de perda de bola. Desta vez não jogámos só para o resultado, mas também para a nota artística. Como Jorge Jesus tanto gosta. E como os adeptos exigem.

 

De Podence. A melhor partida do jovem médio ofensivo desde que chegou à equipa principal do Sporting, revelando inegável qualidade técnica. Protagonizou a primeira oportunidade de golo, logo aos 2'. Foi dele a assistência para o golo inaugural, aos 9', desenhando uma diagonal perfeita à qual Bruno Fernandes deu a melhor sequência. Autor de vários cruzamentos para as costas da defesa que levavam o selo de golo - aos 25', para a cabeça de Coates; aos 32', servindo Bas Dost; aos 40', assistindo um disparo de Piccini; aos 45', numa autêntica assistência escandalosamente desperdiçada pelo holandês; aos 52', num centro a régua e esquadro para Gelson; aos 63', isolando o mesmo colega. Saiu ovacionado, aos 67'. O melhor em campo.

 

De Gelson Martins. Parceria perfeita com Podence, trabalhando ambos junto à ala direita com inflexões muito rápidas para o centro do ataque. Acelerou a equipa, trabalhou para o colectivo, criou desequilíbrios, desposicionou adversários, fintou e rematou. Foi dele a assistência para o segundo golo, aos 60'. E ainda fez trabalho defensivo, acorrendo à dobra de Piccini sempre que necessário, como aconteceu aos 62', num desarme impecável. Empolga os espectadores com a sua mobilidade e contribui em larga medida para fazer deste Sporting um sério candidato ao título.

 

Dos nossos laterais. Exibições de grande nível tanto à esquerda como à direita: Fábio Coentrão e Piccini cumpriram as missões tácticas, tanto no plano defensivo como no ofensivo. Deram profundidade ao jogo leonino, comprimindo as alas adversárias, e raramente falharam um passe. Concentrados e rigorosos, sem nunca complicarem. O italiano foi ainda autor do melhor remate de meia-distância do Sporting, disparando um petardo com o pé esquerdo aos 40' que saiu ligeiramente ao lado.

 

Da segurança dos nossos centrais. Actuações convincentes de Coates e Mathieu, que em muito contribuíram para o facto de termos uma vez mais terminado uma partida sem qualquer golo sofrido. Muito atento e concentrado o uruguaio, com um corte exemplar aos 30'; mais exuberante o francês, que ganhou todos os lances aéreos em que foi chamado a intervir. Ninguém diria que só começaram a jogar juntos há cinco meses: parece que formam dupla há vários anos.

 

Da assistência mobilizada, apesar da noite fria. Éramos 43.797 nas bancadas de Alvalade.

 

De ver o Sporting na frente. Seguimos no comando, à condição, com 39 pontos já acumulados, mantendo intactas as aspirações ao título. Todos acreditamos que vamos conquistá-lo.

 

 

 

Não gostei

 

 

Das oportunidades de golo que Bas Dost falhou. O holandês marcou, dando a melhor sequência a um cruzamento de Gelson. Mas destacou-se hoje pela negativa, desperdiçando várias oportunidades. Aos 15', a passe de Piccini. No minuto seguinte, servido por Bruno Fernandes. Aos 32', abdicando do remate de meia-distância após centro atrasado de Podence. Aos 45', quando Podence o isolou frente ao guarda-redes adversário - um falhanço que provocou gritos de irritação no estádio. O golo solitário que apontou, aos 60', acabou por saber a pouco. Perante as hipóteses que teve para marcar, soube a quase nada.

 

Do falhanço colectivo aos 72'. Gelson centrou muito bem da direita para a pequena área. À boca da baliza, a dois metros da linha de golo e em clara vantagem numérica, quatro jogadores do Sporting falharam a emenda: Coates, William, Coentrão e o inevitável Bas Dost.

 

Do penálti que ficou por assinalar. Podence foi derrubado em falta, aos 63', na grande área portimonense. O árbitro fez vista grossa ao lance. Tratando-se de João Capela, não admira. Raros apitadores têm tão largo cadastro em jogos do Sporting como este cavalheiro.

 

Do resultado ao intervalo. Face às oportunidades que tivemos, aquele 1-0 era muito escasso.

 

Que Doumbia permanecesse no banco. Depois de ter mostrado "pé quente" na goleada frente ao Vilaverdense para a Taça de Portugal, com três golos e uma assistência, o marfinense merecia minutos de jogo. Sobretudo num desafio como o desta noite, em que Bas Dost foi um dos raros elementos desinspirados.

 

Foto minha, tirada esta noite em Alvalade

A voz do leitor

«Este ano, em que foram a pior equipa de todas as competições europeias, bem piores que o Skenderbeu, vão acabar no ranking da UEFA bem atrás do Braga. Como são viciados em títulos, podem contabilizar este: a única equipa que nas competições da UEFA disputadas na época 2017/2018 fez ZERO pontos. Estiveram numa competição renhida com o Vardar, mas na última jornada o Vardar fez o ponto que de imediato vos deu o titulo.»

 

Bosko, neste meu postal

Hossanas do cartilheiro (9)

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«O Benfica entrou nesta época no top ten dos clubes da UEFA.»

 

«A gente tem que reconhecer uma coisa: nos últimos anos, o clube português que mais contribuiu para o ranking da UEFA foi o Benfica. Esses rankings conseguem-se com vitórias, conseguem-se com bons resultados.»

 

«O Benfica é um clube cuja marca é a estabilidade.»

 

Carlos Janela, 7 de Dezembro, em tempo de antena na CMTV

Análise dos suplentes

O Sporting alinhou ontem de início com nove dos habituais suplentes. Aproveitaram ou desperdiçaram a oportunidade?

Aqui fica uma análise sucinta de cada um.

 

Aproveitaram

André Pinto. Seguro a defender, eficaz nas dobras e nos cortes. Ainda foi à frente cabecear com perigo nas bolas paradas.

Ristovski. Já tinha causado boa impressão em jogos anteriores. Confirmou isso no desafio de Alvalade frente ao Vilaverdense. Dinâmico e com capacidade de cruzamento na ala direita.

Doumbia. Não é preciso trazer novo ponta-de-lança em Janeiro. Já temos um no banco. Ontem marcou três golos e fez assistência para o quarto.

 

Desperdiçaram

Petrovic. Não justifica estar no plantel leonino. Na primeira parte foi incapaz de conter o contra-ataque adversário. E é pouco vocacionado para a construção ofensiva.

Iuri Medeiros. Muito aquém do que se esperava dele: é uma promessa que tarda em materializar-se. Raros pormenores de boa técnica não fazem um bom jogador.

Alan Ruiz. Péssimo. Não tem atitude competitiva, incapaz de interagir com os colegas, dá sempre a ideia de estar a fazer um frete em campo.

 

Incógnitas

Salin. Pouco solicitado, pareceu atento nos lances em que foi chamado a intervir. Precisa de testes mais exigentes para mostrar o que vale.

Tobias Figueiredo. Ontem foi capitão. E, à frente, até cabeceou à barra. Mas atrapalhou-se aos 44', sem necessidade, num lance que poderia ter gerado penálti. Ou golo.

Bryan Ruiz. Muito longe do fulgor demonstrado na época 2015/16. Procura acertar e tem inegável capacidade técnica. Falta-lhe um suplemento de ânimo.

O coro da lavandaria

«O Benfica fez uma excelente primeira parte (os melhores 45 minutos da época) e nada fazia prever o que se viu após o golo do empate do Rio Ave. (...) O 4x3x3 do Benfica tem um excelente comportamento com bola.»

Nuno Farinha, no Record

 

«O Benfica fez ontem uma grande primeira parte. O Benfica reduziu praticamente à insignificância o Rio Ave.»

Carlos Janela, na CMTV

 

«Não há crise na Luz. (...) Foi muito azar.»

Diamantino Miranda, na TVI 24

Quente & frio

Gostei muito do resultado do Sporting-Vilaverdense de hoje, sobretudo por ter terminado em goleada: 4-0. Um desfecho sem discussão que premiou a melhor equipa em campo no confronto com o simpático onze da minhota Vila Verde - nome auspicioso - que milita no terceiro escalão do futebol português. Passamos à fase seguinte da Taça de Portugal, com as aspirações intactas à conquista do troféu, que nos foge desde 2015.

 

Gostei da exibição de Doumbia, que regressou à titularidade após lesão prolongada e voltou também aos golos que não marcava desde Setembro, no vitorioso confronto do Sporting com o Olympiacos em Atenas. Pelos vistos valeu a pena tão longa espera: o marfinense mostrou como deve ser um ponta-de-lança, marcando três golos que até pareceram fáceis. Aos 44', empurrando para a baliza a bola deixada à sua mercê pelo guarda-redes adversário após defesa incompleta a um remate de Bryan Ruiz. Aos 64', coroando um excelente lance de bola corrida que teve Gelson Martins e Podence como intervenientes. Aos 74', num ataque continuado, correspondendo a um centro de Ristovski. Noite em cheio para o avançado, só suplantado em qualidade por Gelson - o melhor em campo e para mim o melhor jogador deste Sporting 2017/18. Jorge Jesus tirou-o do banco aos 60', quando o resultado estava 1-0, e logo se viu a diferença - em velocidade e qualidade. Gelson fez assistência para o segundo golo, interveio na construção do terceiro e marcou o quarto, num espectacular contra-ataque lançado por Doumbia. Jogada perfeita, aos 88', confirmando que é imprescindível na equipa.

 

Gostei pouco que a primeira ocasião de golo nesta partida tenha pertencido ao conjunto de Vila Verde, aos 18'. E que o nosso primeiro golo só tenha surgido quase ao cair do pano da primeira parte, quando já estavam decorridos 44 minutos. E que a rotação feita por Jesus na equipa, substituindo dez dos titulares do desafio contra o Boavista (só Bruno César foi repetente) não tenha sido aproveitada por vários jogadores.

 

Não gostei da oportunidade perdida por Iuri Medeiros, que iniciou a partida na posição habitual de Gelson mas pareceu sempre apático, pouco dinâmico e sem capacidade de fazer circular a bola com perigo: saiu aos 73', dando lugar a Acuña, que sem deslumbrar teve um desempenho mais positivo. Também não gostei da actuação de Petrovic, hoje o médio defensivo titular - por onde andará Palhinha? O sérvio parece só ter duas opções no momento do passe: ou atrasa ou lateraliza.

 

Não gostei nada de Alan Ruiz. O treinador insiste em apostar nele e o argentino teima em demonstrar que não merece tal aposta. Segundo avançado titular, jogando atrás de Doumbia, nunca combinou com o ponta-de-lança, nunca criou desequilíbrios, nunca fez acelerar o jogo. Pressiona pouco e mal, leva uma eternidade a decidir o passe, permitindo sempre a colocação da defesa adversária, e parece tão preso de movimentos como certos jogadores em final de carreira. Creio ter o destino traçado: em Janeiro sairá do Sporting. A avaliar pelos assobios que escutou esta noite em Alvalade, ao ser substituído no minuto 60, não deixará saudades.

O estafeta de Vieira

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«Estás a expor-te muito na TVI. Eles querem é audiência. Não podes ser transformado num produto Nestlé. Eu próprio vivi esse problema quando vim para o Benfica, mal aconselhado. Não fales do Jesus, mas sim do treinador do Sporting. Parece que estamos órfãos. Hoje o tema é o condicionamento da arbitragem. Não vás ao programa sem falar comigo. Depois liga.»

A voz do leitor

«Dos 11 reforços, sete (Piccini, Mathieu, Coentrão, Battaglia, Acuña, Doumbia, Bruno Fernandes) já mostraram a sua utilidade com alguns a nível super e quatro (Riskovski, André Pinto, Salin e Mattheus Oliveira) nem por isso, sendo um destes um verdadeiro flop (M. Oliveira).»

 

SportingSempre, neste postal

Palmarés leonino 2017/2018

Equipa masculina do Sporting revalida título, sagrando-se bicampeã nacional de judo.

 

Sporting sagra-se campeão nacional de padel.

 

Sporting vence Taça de Honra em futsal, derrotando Benfica na final.

 

Equipa feminina do Sporting conquista Taça de Portugal em triatlo.

 

Leões superam Benfica conquistando Supertaça de ténis de mesa.

 

Sporting vence supertaça de bilhar às três tabelas, derrotando o FC Porto.

 

Leoas Filipa Mendonça e Ana Catarina Nogueira revalidam título de campeãs nacionais de padel.

 

Ricardo Fernandes revalida título de campeão nacional de super-médios em boxe.

 

Sporting vence europeu de sub-15 em hóquei em patins derrotando Barcelona na final.

 

Judoca leonina Maria Siderot conquista título de campeã europeia sub-23 em -48 kg.

 

Taciana Lima sagrou-se campeã nacional de judo na categoria de -52 kg.

 

Wilsa Gomes conquista título nacional de judo na categoria de -57 kg.

 

Doina Babcenco é a nova campeã nacional de judo na categoria de -63 kg.

 

Miguel Alves conquista título de campeão nacional de judo na categoria de -81 kg.

 

Nadador João Vaz conquista em Paris título de campeão europeu de 200m bruços.

 

Tiro: Sporting obtém cinco títulos nacionais individuais e colectivos em carabina de ar comprimido.

 

Campeonato nacional de tiro com pistola de ar comprimido: sete títulos individuais e colectivos.

 

 

(em permanente actualização: o título mais recente surge a negrito)

O melhor prognóstico

Desta vez houve três prognósticos certeiros. Dos nossos estimados leitores Leão da Estrela, Leão do Fundão e Orlando - todos anteriormente distinguidos neste campeonato paralelo que decorre jornada a jornada no És a Nossa Fé.

Não apenas acertaram no resultado do Boavista-Sporting (1-3), mas qualquer deles vaticinou correctamente Bas Dost como marcador. No desempate, o título desta semana vai para o Leão da Estrela, que anteviu o holandês a marcar não apenas um golo, mas dois. Como realmente aconteceu.

Para a semana há mais. Palpites, seguramente. E golos, esperamos também.

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