20 Jan 17

Pedro Madeira Rodrigues, candidato à presidência do Sporting, revelou ter tomado esta decisão no dia 2 de Dezembro, quando o Benfica foi perder à Madeira.

Declaração inexplicável: em que é que um jogo disputado entre o Marítimo e o SLB pode relacionar-se com a liderança leonina?

 

Começou mal, a 27 de Dezembro, ao anunciar a candidatura. Sem divulgar as linhas gerais do programa que pretendia apresentar aos sportinguistas nem nenhum dos nomes que o acompanhariam nesta corrida.

No Ano Novo, tempo festivo, lançou uma mensagem aos sócios em que trocou o espírito positivo dessa quadra por uma ferroada sem sentido a Bruno de Carvalho.

Depois protestou contra a marcação da data da eleição para 4 de Março alegando que lhe retirava tempo de campanha. Enquanto adiava para 19 de Janeiro a apresentação do programa e da equipa, como se afinal tivesse todo o tempo do mundo.

A 4 de Janeiro deu uma longa entrevista ao Record em que continuou sem divulgar nada, refugiando-se em declarações vazias. Esta, por exemplo: "Quero apostar em contratações círúrgicas." Ou esta: "O trabalho de um presidente nunca pode ser um trabalho isolado."

Bruno de Carvalho só pode ter agradecido: com "rivais" assim pode ele bem.

 

16 de Janeiro procurou mostrar músculo da pior forma possível: replicando lugares-comuns que nos habituámos a ouvir a benfiquistas nos últimos meses.

Bruno continuou a agradecer, certamente.

 

Ontem, enfim, apresentou nomes e rostos e metas programáticas. Mas sobre a matéria que mais interessa aos sócios, o futebol, foi vago e parco em palavras. Enredou-se em contradições e deu ênfase a  temas que nem deviam constar de um programa eleitoral, como este: "Impor a utilização do nosso equipamento principal tradicional e travar a banalização e excessiva secundarização do equipamento Stromp, com utilização apenas em ocasiões relevantes."

Entretanto não hesitou em utilizar os jogadores como arma de arremesso contra o actual presidente, quebrando uma regra essencial nestas campanhas.

Eu, se estivesse no lugar de Bruno de Carvalho, ficaria irritado com esta pérola de mau-gosto. Mas, enquanto recandidato à presidência, voltaria a agradecer.

 

Hoje, superando-se em total falta de senso, o gestor que ambiciona a cadeira do poder leonino veio declarar alto e bom som: "Jorge Jesus não será o meu treinador." Desmentindo tudo quanto dissera antes e sem esclarecer como conseguirá munir-se de mais de vinte milhões de euros (o equivalente a dois pavilhões João Rocha) para pagar indemnizações ao treinador e restante equipa técnica. Pior: omitindo o nome daquele que gostaria de ver no lugar de Jesus, como se os sócios não tivessem o direito de saber quais são as suas escolhas.

"Agora não queria também perturbar mais... Quando tiver a escolha, vocês saberão", balbuciou perante os jornalistas, reconhecendo ter perturbado o futebol leonino, na véspera de um encontro decisivo no Funchal, e confessando assim total impreparação para assumir o cargo que tanto ambiciona.

Era difícil fazer pior em tão pouco tempo.

 

Em resumo: Pedro Madeira Rodrigues é um candidato tão fraco que começo a convencer-me que não será o único nem muito menos o principal concorrente do actual líder leonino.

Por outras palavras: a verdadeira campanha eleitoral ainda não começou.


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Leitura recomendada
Pedro Correia

Basta! O Sporting precisa de uma reflexão urgente. De João Branco, no Aventar.


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Prometer e gastar
Pedro Correia

Pedro Madeira Rodrigues, como acentuou ontem na tardia apresentação do seu programa eleitoral e dos nomes de quem o acompanha na candidatura aos órgãos sociais do Sporting, mostra-se preocupado com as finanças leoninas, argumentando que "a actual Direcção está numa perigosa deriva despesista".

É uma acusação que não cola com o rol das suas promessas eleitorais. Madeira Rodrigues propõe-se construir um velódromo, um clube naval, um centro de estágio no norte do País e uma "residência sénior" para antigos atletas. Como se o clube não estivesse afinal numa "perigosa deriva despesista".

Aguardarei pelo próximo encontro do candidato com os jornalistas. Talvez então consiga perceber como consegue ele meter no mesmo saco aquela acusação e as promessas agora feitas. Até demonstração em contrário, uma coisa não joga com a outra.


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Arranca a segunda volta da Liga 2016/17 com um jogo muito importante para nós: o Marítimo-Sporting, com início previsto para as 18.15 de amanhã. O árbitro será João Pinheiro.

Quais são os vossos prognósticos para esta partida?


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Leoas às sextas
Pedro Correia

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 SÍLVIA SAIOTE

"Tenho tido um enorme apoio por parte da estrutura directiva do Sporting e tem corrido mesmo muito bem."

(Sporting TV, 8 de Janeiro 2016)

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«A BenficaTV não passa de um meio para controlar, adulterar e beneficiar o clube do colinho... aliás, creio ser caso único na Europa as transmissões serem dadas em exclusivo pelo próprio clube à parte dos restantes... o que é demonstrativo da forma como o Benfica encara o resto dos clubes portugueses.»

Schmeichel, neste meu texto


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19 Jan 17
Boas notícias
Pedro Correia

Da imprensa de hoje:

 

Iuri Medeiros pode voltar já (Record)
 
Saída de Matheus Pereira foi travada (O Jogo)

 

Marvin a caminho de Inglaterra (A Bola)

 

Regresso de Jonathan na calha (O Jogo)

 

Riquicho, recuperado de lesão, volta aos treinos (A Bola)

 

Spalvis emprestado ao Belenenses até Junho (O Jogo)

 

Wallyson regressa da Bélgica e vai rodar na Liga (A Bola)
 
Gauld e André Geraldes voltam a partir de sábado (Record)


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«Há que fazer a aposta em Jorge Jesus resultar. Mudando algumas coisas, nomeadamente algumas manias do treinador quanto ao aproveitamente da formação do Sporting e a instituição de um departamento de futebol do clube - e não do treinador - com gente competente as coisas podem melhorar. Acho também que para o ano Bruno de Carvalho deveria sair do banco.»

J. Ramos, neste meu texto


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18 Jan 17

Chego ao blogue e verifico que está em pousio, como se nada se passasse. Acontece que este não é momento para silêncios.

Apetece-me portanto lançar o repto aos meus colegas e aos leitores do És a Nossa Fé: falem agora ou calem-se para sempre.

 

Digam aqui quais devem ser agora as prioridades leoninas perante a grave crise em que o clube mergulhou após Bruno de Carvalho ter elevado as expectativas para um patamar sem precedentes, prometendo conquistar tudo e arriscando-se a não ganhar nada - ao nível do futebol profissional, incluindo a equipa B, e das modalidades ditas amadoras. Apesar do fortíssimo investimento efectuado.

O que deve ser feito sem mais demora?

Quais são as prioridades absolutas?

Que cenários devemos recusar?

 

Enfim vamos debater as medidas que têm de ser tomadas sob pena de o Sporting retroceder quatro anos. Ao início do mandato do actual presidente, quando atingimos a pior classificação de sempre no campeonato, comprávamos jogadores que comprovaram ser autênticas nulidades, vendíamos outros para pagar despesas correntes, despedíamos treinadores como quem muda de camisa e éramos alvo de chacota generalizada.

 

Acrescento o óbvio: este é um repto que apenas se destina a sportinguistas. Da nossa casa tratamos nós.


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Acho que o Bruno de Carvalho esteve bem até certa altura, mas desculpar todas as sucessivas eliminações (de todas as competições no ano passado e as deste ano) com ataques ao Benfica e às arbitragens não esconde nem justifica que não olhemos para dentro antes de olhar para fora.»

Bruno, neste meu texto


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Demasiado mau
Pedro Correia

Vimos de tudo um pouco neste Chaves-Sporting de que resultou a nossa eliminação da Taça de Portugal.

Vimos um treinador castigado sem confiança no seu adjunto, dando-lhe ordens o tempo todo por telemóvel.

Vimos um adjunto à rasca, incapaz de tomar decisões sem ouvir a voz do "além".

Vimos um presidente no banco dando instruções ao Bruno César como se fosse treinador.

E vimos sobretudo uma equipa sem a menor vontade de ganhar que aos 15 minutos já podia estar a perder 0-2 se não fosse a grande exibição de Beto.

 

Tudo mau. Demasiado mau.


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17 Jan 17
Fim da linha
Pedro Correia

17 de Janeiro: o Chaves acaba de dar um pontapé no Sporting - o segundo em três dias, atirando-nos para fora da Taça de Portugal com um golo solitário aos 87', confirmando-se a tendência registada em várias outras partidas de perdermos ao cair do pano. Desta vez com uma bola oferecida pelo inenarrável Bryan Ruiz. Mas podia ter sido no minuto anterior, com outra bola oferecida por Coates na marcação de um simples pontapé de baliza.

Dissemos adeus à última competição em que alimentávamos ainda hipóteses reais de conseguir um troféu. Depois de termos sido eliminados da Liga dos Campeões, de termos falhado a qualificação para a Liga Europa, de termos sido afastados da Taça CTT e de termos perdido mais pontos na primeira metade do campeonato do que perdemos em toda a Liga anterior - de tal maneira que estamos agora a oito do Benfica, quatro do FC Porto e dois do Braga. Com menos dez do que tínhamos há um ano.

Hoje o Sporting voltou a praticar um jogo medíocre, lateralizado, sem velocidade, sem intensidade. Com cinco novos titulares em relação ao desafio anterior, demonstrando que Jorge Jesus é incapaz de fixar uma equipa-base. Um jogo em que não fizemos um só remate nos primeiros 27 minutos, um jogo em que não criámos uma verdadeira situação de perigo, um jogo em que o nosso melhor elemento foi de longe o guarda-redes Beto, com três grandes defesas (9'+12+86').

Fim da linha, portanto. A partir de agora tentaremos apenas não fazer tão mal como fizemos na nossa pior época de sempre, a de 2012/13.

Por mim, entro em contagem decrescente. A pensar na pré-época de 2017/18. O problema é que ainda faltam seis meses: parece-me quase uma eternidade.


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«Dizem-me que os jogadores já não respeitam nem ouvem o presidente.»

Pedro Madeira Rodrigues, ontem, na Rádio Renascença

 

«Neste momento o presidente perdeu o balneário, não tenho dúvida nenhuma.»

Pedro Guerra, ontem, na TVI 24

 


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«Não quero idas ao balneário nem explicações aos adeptos, com direito a transmissão televisiva. Não quero declarações públicas dos nossos capitães, logo extraviadas por um qualquer desvairado. Quero ver uma equipa com raça, a jogar e a rematar à baliza. A marcar golos e a vencer. Quero um Sporting ganhador, uma equipa fantástica, que por ela “irei onde o coração me levar”.»

José Vieira, neste meu texto


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16 Jan 17

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É sempre assim. Rui Patrício coloca a bola num dos centrais, que a remete para um lateral. Este ou progride uns metros com ela ou apressa-se a devolvê-la ao central, que por sua vez a transfere para o médio defensivo. William, o primeiro pensador da equipa, deixa a bola bem colocada nos pés de Adrien, outro pensador e um transportador de luxo no eixo do terreno. Não tarda muito, a bola está com Gelson Martins, que faz dela o que quer na ponta direita, terminando no entanto quase sempre com um centro desfeito pela defensiva adversária.

O Sporting constrói o seu jogo quase sempre da mesma maneira - a que descrevi no parágrafo anterior. Com exagerada tranquilidade nas situações de posse de bola e uma tremideira inexplicável quando a perdemos. Com um número excessivo de passes curtos que conduzem a situações de bloqueio a meio-campo, forçando atrasos ao guarda-redes e o recomeço da construção ofensiva exactamente nos mesmos moldes.

 

Ao manter a linha defensiva muito avançada e os laterais actuando como extremos na tentativa reiterada de bombear a bola na área após o fracassado cruzamento inicial de Gelson, a nossa equipa torna-se demasiado previsível e presa fácil até para adversários medíocres, que se apresentam em campo com a lição bem estudada. Qualquer contra-ataque rápido leva o pânico ao nosso reduto defensivo, apanhado vezes sem conta desposicionado.

Adaptar este modelo, tornando-o mais versátil e sinuoso, menos previsível e ajustado às características dos intérpretes, é missão prioritária do treinador, que deve conferir-lhe dinâmica. Porque a posse de bola dissociada da linha de baliza, sem velocidade nem convicção ofensiva, pode deslumbrar os amantes domésticos do tiquitaca mas só por mero acaso nos conduz à conquista de troféus.

 

E é isso que nós queremos: troféus. Chega de basófia para alimentar manchetes, chega de refregas verbais com terceiros, chega de alusões aos violinos do passado. São já demasiados anos sem inscrevermos o nome do Sporting na galeria dos campeões nacionais em futebol. Há milhares de adeptos muito jovens, de inquebrantável espírito leonino, que aguardam isso, que exigem isso, que merecem isso.

Em nome destes adeptos que nunca festejaram um título de campeão, este Sporting de Bruno de Carvalho e Jorge Jesus tem a obrigação de tudo fazer para não lhes defraudar o grande sonho, tantas vezes adiado.


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«Equipa a entrar amorfa e apática, não se sentindo minimamente motivada com o empate do carnide; posse de bola inconsequente e sem criar perigo; bloco defensivo altíssimo e equipa apanhada em contragolpe vê-se a perder logo aos 4 minutos (perdemos desta forma com Rio Ave, Legia, Carnide, Braga, mas o JJ não aprende). (...) A equipa não tem atitude competitiva, é incapaz de segurar um resultado e treme com qualquer adversário. Não há uma goleada, um resultado convincente, nada! Zero! Bola!»

Wond3rboy, neste meu texto


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15 Jan 17

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Chaves-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Bas Dost: 18

Gelson Martins: 14

André: 13

Adrien: 13

Alan Ruiz: 12

Esgaio: 12

Coates: 12

William Carvalho: 12

Paulo Oliveira: 11

Bryan Ruiz: 11

Bruno César: 11

Campbell: 10

Rui Patrício: 10

Rúben Semedo: 7

 

Os três jornais elegeram Bas Dost como melhor sportinguista.


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O problema
Pedro Correia

O problema central do Sporting não passa pelo deficiente jogador X ou pelo inepto jogador Y. O problema mais grave remonta ao início da época e relaciona-se com a dimensão colectiva da equipa: o treinador insiste em impor um modelo de jogo a profissionais que não se adaptam a ele.

Isto explica porque sofremos sempre o mesmo género de golos, nos mesmos momentos dos desafios, sem que se vislumbre um antídoto eficaz para evitar novos desaires. No final do jogo em Chaves, todos ficámos com a sensação de já ter visto aquele filme. Não foi novidade para ninguém. Nem se resolve com o presidente a berrar com os jogadores no balneário, como ontem sucedeu - o que pouco augura de bom para o crucial desafio da próxima terça-feira.

Se alguma mudança urge fazer, passará sempre pela adaptação do modelo aos intérpretes em vez da insistência cega e surda no contrário. E já agora - como há tanto tempo aqui venho anotando - convém também mudar o discurso. Que grande injecção de moral deve ser para um jogador ouvir o treinador dizer que não gosta de o ver marcar os golos todos...


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Inaceitável
Pedro Correia

Balanço: outra quase-vitória. Dois pontos perdidos a dois minutos do fim.

Oito pontos desperdiçados nos últimos cinco jogos.

Inaceitável.


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«União interna e externa precisa-se e é fundamental, nunca fomos tão atacados como agora (eu percebo porquê). A luta é desigual, mas não a podemos dar como perdida.»

Pedro Wasari, neste meu texto


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Pouco antes, o Sporting recebera uma boa notícia: o Benfica deixara-se empatar frente ao Boavista na Luz. Notícia que podia ter servido de ânimo suplementar à nossa equipa, o que não aconteceu. O onze leonino iniciou o jogo com o Chaves de forma lenta, previsível e facilmente anulada pela bem organizada turma flaviense, que antes de se completar o quinto minuto já se adiantava no marcador.

Com Rui Patrício e Rúben Semedo de regresso à equipa e Adrien também a jogar de início, passado o susto da partida anterior, o Sporting continuou a mostrar-se incapaz de causar perigo no último terço do terreno. Gelson Martins abusava das fintas do lado direito. O corredor esquerdo, com um Campbell desastrado, não funcionava. Alan Ruiz, muito lento na posição de segundo avançado, demorava uma eternidade a decidir cada lance.

Valeu-nos Bas Dost, que empatou já no tempo extra da primeira parte. Parece que só o holandês sabe marcar golos neste Sporting 2016/17. Convicção reforçada ao minuto 76, quando foi ele a marcar o nosso segundo, colocando a equipa a vencer. Infelizmente não soubemos segurar esta vantagem mínima, desfeita aos 88' com um petardo do flaviense Flávio Martins, sem possibilidade de defesa para Rui Patrício. Nessa altura já o Sporting jogava só com dez, por expulsão de Rúben Semedo, e repetia a tremideira dos últimos minutos a que tantas vezes nos tem habituado.

Não é uma equipa pequena, mas por vezes parece. Demasiadas vezes.

Podíamos ter vindo de Chaves com três pontos, viemos só com um. Parabéns a Bas Dost, novamente o melhor Leão em campo.

 

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RUI PATRÍCIO (5). Revelou bons reflexos ao sair da baliza, com uma defesa in extremis a pontapé. Iam decorridos 87 minutos. Logo a seguir, sofria o segundo golo. Sem culpas, tal como não tivera no primeiro.

ESGAIO (4). Articulou mal a ligação a Gelson no corredor direito, por falta de capacidade ofensiva, e teve culpa no primeiro golo. Melhorou a prestação na segunda parte, mas sem nunca ultrapassar a mediania.

COATES (4). Resolveu bem algumas situações com potencial perigo, embora pudesse ter feito melhor no primeiro golo. O segundo resulta de um mau alívio seu, em desequilíbrio, numa zona frontal.

RÚBEN SEMEDO (3). Regressou à titularidade em má forma, abusando da dureza física. Recebeu cartão amarelo em dois lances desnecessários. O segundo, que nos fez jogar só com dez a partir dos 72', até podia ter sido de outra cor.

BRUNO CÉSAR (5). Compensa em capacidade de luta o que lhe falta por vezes em frieza. Ineficaz a sua ligação a Campbell no primeiro tempo. Melhorou na segunda parte, com incursões da ala para o eixo. Mas sem nunca brilhar.

WILLIAM CARVALHO (6). Foi ele a estabelecer a ligação entre os sectores, iniciando a primeira fase de construção. Vários passes longos, bem medidos, alargando a frente de ataque. Mas longe do fulgor físico de outros jogos.

ADRIEN (6). Melhorou muito ao adiantar-se no terreno, na etapa complementar, injectando velocidade e combatividade à equipa. Podia ter marcado aos 60', mas rematou já em desequilíbrio, permitindo a defesa do guarda-redes.

GELSON MARTINS (6). Um centro magnífico, já após o minuto 45, funcionou como assistência para o primeiro golo. Reforça a sua liderança nas assistências deste campeonato. Sempre inconformado, por vezes abusa das fintas.

CAMPBELL (4). Quase nada lhe saiu bem no flanco esquerdo, onde se destacou noutros jogos. Articulou-se mal com Bruno César e falhou muitos passes. Já não regressou do intervalo, dando lugar ao compatriota Bryan Ruiz.

ALAN RUIZ (4). Novamente na posição de segundo avançado, hoje não funcionou. Muito lento, sem capacidade de passe, tentou o remate a meia-distância também sem sucesso. Deu lugar a André no segundo tempo.

BAS DOST (7). Mais um bis - o quarto desta temporada. Marcou o primeiro aos 45'+1', à ponta-de-lança, de cabeça, e o segundo aos 75', com um toque subtil que desviou a trajectória da bola. Soma e segue, imparável.

ANDRÉ (5). Lançado no segundo tempo, para o lugar de Alan Ruiz, melhorou a circulação da bola e o jogo posicional. Foi dele a asistência para o segundo golo. Mas desperdiçou a hipótese de marcar, falhando a emenda, aos 66'.

BRYAN RUIZ (5). Entrou na segunda parte, substituindo Campbell. Não trouxe dinâmica ao jogo, longe disso, mas conferiu-lhe alguma qualidade técnica. Melhor momento: um centro aos 66' que André desperdiçou.

PAULO OLIVEIRA (4). Lançado de emergência aos 78', para suprir a ausência de Rúben Semedo, mal teve tempo de se entrosar com os companheiros. Nesse período o Sporting recuou muito no terreno e sofreu o golo do empate.


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14 Jan 17

Não gostei

 

Do empate em Chaves. Mais dois golos perdidos pela nossa equipa, que ao tropeçar hoje em Trás-os-Montes (2-2) perdeu uma excelente oportunidade de encurtar a distância face ao Benfica, que também empatou (3-3), frente ao Boavista. Terminada a primeira volta do campeonato, temos menos oito pontos. Tudo como dantes.

 

Do golo sofrido muito cedo. Ainda não estavam esgotados os cinco minutos iniciais, já Rui Patrício via uma bola aninhada nas suas redes. Falhanço colectivo da defesa leonina, que deixou Rafael Lopes movimentar-se à vontade, marcando o primeiro para a sua equipa.

 

Da nossa primeira parte. Decorrida a meia hora inicial, nem um remate tínhamos feito à baliza do Chaves. O primeiro sinal de perigo coincidiu com o golo marcado, a poucos segundos da ida para intervalo.

 

Da nossa incapacidade de gerir o resultado. Estando a ganhar 2-1 a partir do minuto 76, seria natural que o Sporting soubesse reter a bola, segurando uma vantagem difícil de conquistar frente a uma equipa que até agora só perdeu um jogo no seu estádio. Nada disso aconteceu: continuamos com imensa dificuldade de controlar os níveis de ansiedade nos minutos finais das partidas. E perdemos um João Mário, que sabia guardar a bola como ninguém nestas preciosas fases do jogo.

 

De Rúben Semedo. Já amarelado, fez nova falta que lhe valeu o segundo amarelo e a consequente expulsão aos 72' num lance ainda longe da nossa área, sem qualquer necessidade de correr tal risco. Uma inaceitável demonstração de imaturidade que acabou por prejudicar toda a equipa.

 

De Alan Ruiz e Campbell. Dois reforços de Verão que se mostraram em bom nível na partida anterior, frente ao Feirense, mas não justificaram hoje a aposta que o treinador neles fez como titulares. De tal forma que Jorge Jesus decidiu substituí-los ao intervalo.

 

Da substituição de Bas Dost. Com apenas dez jogadores em campo, Jesus deu ordem de saída ao ponta de lança, que já havia bisado. Substituição inexplicável, pois não se vê mais ninguém neste Sporting com capacidade para marcar golos. Quando houve a necessidade de apontar o terceiro, o internacional holandês já não estava em campo.

 

Da nossa falta de velocidade. Ritmo pausado, denunciado, previsível - e com diversos toques de bola até chegarmos à baliza adversária. Complicamos o que devia ser simples. Ao contrário do Chaves, que causava perigo cada vez que acelerava o jogo e era capaz de fazer a bola percorrer 80 metros em dois ou três passes.

 

Da tremideira final. Voltou a acontecer, para não fugir à regra. Começamos a estar tristemente habituados.

 

Do retrocesso face a 2015/16. Ao findar a primeira volta, temos menos dez pontos do que tínhamos há um ano e já sofremos mais sete golos. Números que nos devem fazer pensar.

 

 

Gostei

 

Da primeira meia hora da segunda parte. O Sporting dominou as operações, mostrando-se claramente superior. Foi um período em que soubemos acelerar um pouco mais o jogo e avançar no terreno com a bola controlada, o que viria a materializar-se na obtenção do nosso segundo golo.

 

De Bas Dost. O holandês soma e segue. Já marca há seis jogos consecutivos. Hoje bisou pela quarta vez no campeonato, reforçando a liderança na lista dos melhores marcadores. Já marcou 13 na Liga 2016/17 - os mesmos de Slimani à 17.ª jornada, faz agora um ano. E vão quinze no total das competições desta época oficial, voltando a sagrar-se o melhor Leão em campo.

 

De Gelson Martins. Não brilhou como noutros jogos, mas foi sempre o principal desequilibrador da nossa equipa, pelo flanco direito - algo que Campbell foi hoje incapaz de concretizar na ala oposta. E fez uma primorosa assistência para o primeiro golo de Bas Dost com um magnífico passe longo, muito bem colocado. Confirma-se como rei das assistências neste campeonato. E vão oito.

 

Do apoio dos adeptos. Largas centenas de sportinguistas viajaram até Chaves para darem um apoio entusiástico à equipa. Se há coisa de que a direcção leonina e a equipa técnica do Sporting não podem queixar-se é da falta de incentivos que chegam das bancadas, chova ou faça sol. Sem blackout de qualquer espécie.


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Sujinho, sujinho
Pedro Correia

Em seis épocas ao serviço do Benfica, Jorge Jesus foi expulso apenas três vezes.

Em ano e meio ao serviço do Sporting, Jorge Jesus já foi expulso cinco vezes.

Dois pesos, duas medidas: eis a verdadeira face do futebol português. Tudo pelo Benfica, nada contra o Benfica.

Sujinho, sujinho. Muito sujinho.


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«Gosto do nosso Presidente, tem feito muito bom trabalho pela instituição. Mas sinceramente tenho vontade de ver mudança no Sporting, gostava de ver mais Sportinguistas a gostarem do Sporting.»

Filipe Ribeiro, neste meu texto


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13 Jan 17
Trocava já
Pedro Correia

 

Eu trocava já:
- O Petrovic pelo Palhinha
- O Douglas pelo Tobias Figueiredo
- O Markovic pelo Francisco Geraldes
- O Castaiganos pelo Matheus Pereira
- O Meli pelo Iuri
- O Elias pelo Gauld

 

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Quais são os vossos prognósticos para o Chaves-Sporting que se joga a partir das 18.15 de amanhã, com arbitragem de Nuno Almeida?


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Leoas às sextas
Pedro Correia

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JOANA WAGNER

"Gosto muito de estar no estádio [José Alvalade]. É uma alegria enorme. Estou em casa."

(Sporting TV, 18 de Dezembro 2016)

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«Cada vez é mais nítida a ideia de que existe uma equipa literalmente levada ao colo. O sistema neste momento está claramente ao serviço de uma equipa.»

Orlando, neste meu texto


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12 Jan 17

Sorte de principiante? O nosso leitor Tiago, que se estreou nestes palpites do És a Nossa Fé, acertou no resultado do Sporting-Feirense (2-1). E mesmo sem adiantar os marcadores dos golos foi ele o vencedor desta ronda, pois mais ninguém antecipou o desfecho desta partida que projectou o grande Bas Dost para a liderança dos goleadores da Liga 2016/17.

 


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«Depois de despachar alguns jogadores, é fundamental que alguém no SCP venha esclarecer o falhanço, e já agora um pequenino pedido de desculpas. Não sabem como isso me cairia bem.»

Carlos Silva, neste meu texto


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11 Jan 17
O elo mais fraco
Pedro Correia

Portugal é campeão europeu de futebol. Com um treinador português. 
Esta é a maior prova de competência dos jogadores portugueses e dos treinadores portugueses.
Há cinco anos que nenhum árbitro português está na alta roda do futebol internacional. Desde que Pedro Proença apitou os jogos dos títulos europeus de clubes e selecções - proeza inédita que o elevou ao patamar supremo da sua categoria profissional.
De então para cá, com outros protagonistas, tem sido sempre a descer. No Euro 2016 não houve nenhum português a apitar.
Daqui se conclui que o sector da arbitragem se tornou, em termos qualitativos, o elo mais fraco do futebol nacional. Os árbitros não podem portanto comportar-se como se fossem o elo mais forte. Porque não são.


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«A estratégia de Jesus foi buscar 11 jogadores e pôr outros 11 jovens a rodar na I Liga. (...) O problema é que, para além de Slimani e João Mário, também não havia Teo, Adrien lesionou-se e, tirando Bas Dost e Beto, escolheu jogadores parados, ex-lesionados, emprestados e muito distantes das necessidades do Sporting. Parecia que os conhecia de outras ocasiões e não se tinha dado ao trabalho de ir ver como estavam e avaliar o risco envolvido. E assim se foram quase 25 milhões de euros.»

SportingSempre, neste texto do Luciano Amaral


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10 Jan 17

 

Foram estes os termos que me vieram à cabeça quando soube como votou Carlos Queiroz: Messi em vez de Cristiano Ronaldo como melhor jogador do ano, Fernando Santos fora do pódio dos melhores treinadores do mundo.

Um gesto destes define muito bem um cidadão, seja ou não profissional do futebol. Mais que cem imagens, mais que mil palavras.

 

Adenda:justificação de Queiroz.


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Não faz o menor sentido haver um clube desportivo em Portugal autorizado pela Liga a transmitir e difundir em exclusivo as imagens dos jogos que realiza em casa. Isto possibilita que este clube seleccione as imagens que muito bem entenda para servirem de base à discussão dos lances mais polémicos.

Bafejado por este privilégio, o Benfica divulgou excertos filmados das grandes penalidades cometidas por Pizzi e Nelson Semedo frente ao Sporting em que estes jogadores eram vistos de lado ou à distância, permitindo que pairassem dúvidas, em qualquer desses lances, sobre o castigo máximo negado à equipa anfitriã pelo árbitro Jorge Sousa.

As imagens esclarecedoras acabaram por ser exibidas só cerca de hora e meia após o apito final do Benfica-Sporting, quando o observador do árbitro já lhe havia atribuído a nota e os especialistas em arbitragem já tinham proferido os seus veredictos nas colunas dos jornais.

Deve ser posto fim sem demora a esta situação de excepção, que concede ao Benfica um estatuto privilegiado de que mais nenhum outro clube nacional usufrui. Em nome da transparência competitiva e pelo combate sem tréguas à mentira no futebol português.


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«O Geraldes, com o seu estilo e futebol próprios, pode preencher a lacuna que João Mário deixou e que ainda persiste. O Podence, a meu ver na próxima época o mais tardar, pode regressar. Parece-me até já pronto para dar um contributo positivo esta época.»

J. Ramos, neste meu texto


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09 Jan 17

O problema da arbitragem em Portugal não é apenas uma questão de competência. Prova: os profissionais do apito que até agora mais prejudicaram o Sporting nesta temporada são geralmente considerados os "dois melhores árbitros portugueses" - Artur Soares Dias e Jorge Sousa.

Ninguém lhes nega competência. A verdade, porém, é que ambos já nos retiraram pontos. Dois, no caso do primeiro, em Guimarães - transformando uma vitória leonina em empate ao validar um golo ilegal dos vimaranenses. Provavelmente dois, no caso do segundo, que fez vista grossa a um par de penáltis favoráveis ao Sporting numa partida que terminou com a vitória tangencial do Benfica na Luz.

Por mais que insistam, serei o último a chamar-lhes incompetentes. A verdade é que também a competência está sujeita ao erro. Resta exigir-lhes que não errem sempre para o mesmo lado.


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Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Feirense pelos três diários desportivos:

 

Bas Dost: 18

Campbell: 18

Alan Ruiz: 17

Adrien: 15

Bruno César: 14

Esgaio: 14

Paulo Oliveira: 14

William Carvalho: 14

Gelson Martins: 13

Beto: 12

Coates: 12

Bryan Ruiz: 11

Ellias: 11

Jefferson: 1

 

A Bola  elegeu  Campbell  como figura do jogo. O Jogo e o Record optaram por Bas Dost.


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«Enquanto no outro lado da Segunda Circular um formando precisa de nascer dez vezes para igualar o nível dos jogadores contratados, em nossa casa é ao contrário, quase todos os jogadores contratados precisam de nascer dez vezes para igualar os que por cá aprenderam.»

Pandil, neste meu texto


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O jogo começou bem, com o primeiro golo leonino logo aos 5'. Aos 17', já vencíamos por 2-0 e pairou pela primeira vez em meses, nas bancadas de Alvalade, a hipótese de assistirmos a uma goleada - algo que ainda não vimos, pela parte do Sporting, nesta frustrante Liga 2016/17.

Mas os dois golos de Bas Dost parecem ter anestesiado a nossa equipa, que a partir da meia hora começou a "defender o resultado" frente ao modesto Feirense, segurando a bola, temporizando o jogo, rematando para trás. Como se não quisesse marcar o terceiro, que decidiria o destino do encontro.

Todos sabemos que 2-0 é um dos resultados mais traiçoeiros em futebol, capaz de desconcentrar a equipa que está em vantagem provisória e retirar-lhe dinâmica competitiva. Assim chegámos ao intervalo. E de lá viemos intranquilos, jogando sob brasas - algo a que não terá sido alheia a lesão de Adrien que forçou o nosso capitão a abandonar o campo de maca aos 37', envergando um colar cervical. Para o seu lugar entrou Elias, especialista em lateralizar o jogo e amolecer o nosso meio-campo, que se foi tornando cada vez mais permeável às investidas adversárias.

Aos 61', de bola parada, sofremos o golo. E a equipa acusou uma tremideira que seria impensável à partida, tratando-se de um desafio com o 15.º classificado do campeonato. Num jogo em que Gelson Martins esteve apagado, valeram os golos apontados pelo internacional holandês e as boas exibições de Campbell e Alan Ruiz (este sobretudo na primeira parte). Também a sorte nos sorriu perante uma fífia de Beto, que entregou a bola a quem não devia e arriscou sofrer o segundo golo nesse lance.

Bas Dost, o melhor em campo. Segue o Chaves, a encerrar a primeira volta da Liga 2016/17.

 

............................................................................

 

BETO (4). Parecia bem, destemido entre os postes, neste seu quarto jogo consecutivo como titular da baliza leonina. Mas entregou a bola ao adversário em zona proibida (78') num lance que quase originou o empate do Feirense.

ESGAIO (5). Certinho a defender, mas demasiado contido nas acções atacantes, o que contribuiu para a perda de influência de Gelson, seu parceiro no corredor direito. Ou agarra agora a titularidade ou nunca mais a consegue.

COATES (6). Seguro, com boa técnica individual e uma impressionante capacidade de desarme. É também o defensor leonino que lança melhor a bola em fase de construção. Aos 62', impediu o Feirense de empatar o jogo.

PAULO OLIVEIRA (6). Regressou à titularidade no dia em que festejou 25 anos. Concentrado, participou em várias acções de desarme sem fazer falta. Arrancou palmas com um corte em velocidade que entusiasmou os adeptos (51').

BRUNO CÉSAR (5). Oscilante. Participou na construção do primeiro golo, fazendo uma excelente tabelinha com Campbell. Mas foi apático no lance do golo adversário, deixando Platiny movimentar-se à vontade dentro da área.

WILLIAM CARVALHO (6). Seguro a prender a bola e a descobrir linhas de passe, como é costume, perdeu fulgor após a saída forçada de Adrien, com quem se entende muito bem. Mas foi um dos que resistiram melhor à tremideira.

ADRIEN (6). Comandou as operações de ataque logo nos segundos iniciais, ameaçando o Feirense com um forte remate. Outro, aos 14', rasou a barra da baliza. Lesionado aos 36', viu-se forçado a abandonar. A equipa ressentiu-se.

GELSON MARTINS (5). Muito contido desta vez, sem criar os desequilíbrios a que já nos habituou. Podia ter marcado o terceiro golo leonino aos 27', com um remate cruzado, a passe de Alan Ruiz. Foi o seu melhor momento no jogo.

CAMPBELL (7). Grande exibição do internacional costarriquenho, que agarrou a titularidade. Assistiu Dost no primeiro golo. Bons lances individuais (15' e 84'). Aos 82', isolou Bryan Ruiz: foi quase meio golo. Saiu esgotado aos 90'.

ALAN RUIZ (6). Entrou no onze inicial como segundo avançado. E cumpriu. Fez a assistência para o segundo golo. Grandes passes para Gelson (27' e 47') e Campbell (58'). Bom remate (38'). Substituído aos 69', já muito cansado.

BAS DOST (7). De um ponta de lança espera-se que faça o que ele tão bem fez neste jogo: marcou dois golos, aos 5' e aos 17', Aos 8', cruzou muito bem para Gelson Martins, que chegou atrasado. Lidera a lista dos goleadores da Liga.

ELIAS (3). Lançado de emergência aos 37', pela inesperada lesão de Adrien, contribuiu para que a equipa recuasse e se retraísse. Destacou-se só a lateralizar jogo e a fazer faltas. Ao segundo amarelo, foi para a rua. Ficámos com dez.

BRYAN RUIZ (4). Não perdeu a técnica individual mas perdeu a intensidade competitiva. Entrou aos 69', para o lugar do outro Ruiz, sem vantagem para a equipa. Desperdiçou uma ocasião de marcar, isolado (82'). Nele, já é um clássico.

JEFFERSON (-). Entrou aos 90', substituindo o muito aplaudido Joel Campbell. Uma entrada que se destinou apenas a queimar tempo: havia que segurar a magra e tremida vantagem frente ao Feirense.

 


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