18 Ago 17

O Sporting nunca teve um plantel tão caro. Nunca teve um treinador tão dispendioso. Nunca teve um orçamento tão elevado para uma época futebolística.

Por mim, até dispenso a devoção. Mas exijo-vos esforço e dedicação. Nada menos que isto. Vocês não sonham com a glória?

Então deixem-se de desculpas da treta e joguem à bola, como dizia o outro.


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Leoas às sextas
Pedro Correia

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Vale a pena ser Leoa:

torna a vida mais feliz.

Uns clubes são de Lisboa,

o Sporting é do País.

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A voz do leitor
Pedro Correia

«Fica mais fácil perceber os valores da contratação do Guedes. Afinal foi contratado para substituir o Messi como sombra do Neymar.»

Thor, neste meu postal


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17 Ago 17

Só ontem, registámos 6378 visualizações no És a Nossa Fé. Em média, 264 visualizações por hora. Prova evidente do crescente interesse que o nosso blogue continua a suscitar. Junto dos sportinguistas e até entre os adeptos de outras agremiações.

Sentimo-nos honrados com esta popularidade em grau crescente e prometemos não defraudar os nossos leitores. No campeonato da blogosfera, nunca jogamos para o empate.


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Teste complicado pela frente: vamos a Guimarães, jogar com o Vitória, a partir das 18.30 do próximo sábado. Na terceira jornada do campeonato, com arbitragem de Hugo Miguel.

Quais são os vossos prognósticos para este jogo?


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Dez contra onze
Pedro Correia

O Real Madrid venceu a Supertaça espanhola. No jogo decisivo, no Santiago Bernabéu, os merengues derrotaram ontem o Barcelona por 2-0 (tinham vencido o desafio da primeira mão em Camp Nou por 3-1). Os adeptos do Barça devem estar destroçados. Mas têm uma atenuante, pelo menos no confronto da noite passada: só jogaram com dez. André Gomes alinhou de início.


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Houve algum excesso de optimismo na maioria dos prognósticos aqui feitos pelos nossos leitores e pelos meus estimados colegas de blogue no jogo anterior, em que recebemos o V. Setúbal em Alvalade. Mesmo assim, registaram-se dois vencedores: Octávio e Leão da Savana.

Estes leitores acertaram não apenas no resultado (1-0) mas no nome do marcador (Bas Dost). Dois outros anteciparam igualmente o desfecho da partida mas com menos pontaria ao prognosticarem quem marcava: DD e Leão de Quiosque.

Este nosso campeonato dentro do campeonato promete...


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A voz do leitor
Pedro Correia

«Mais do mesmo. O JJ não é treinador para o SCP. E o BdC tem muito que explicar...»

 

Romão, neste postal do Francisco Almeida Leite


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16 Ago 17

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William Carvalho é o jogador mais difícil de substituir no Sporting. E aquele que tem mais influência no desempenho da equipa. Hoje estará entre os dez melhores médios defensivos europeus. Joga quase de olhos fechados.

Dizem que é "lento". Mas é um falso lento: ele controla como ninguém o tempo do processo de decisão. Não perde uma bola em lances disputados e nenhum adversário consegue roubar-lha - como bem se viu no jogo contra a Fiorentina da pré-temporada e na partida frente ao Chile na Taça das Confederações, só para citar dois exemplos.

 

Visão de jogo, antecipação sagaz da manobra adversária, colocação milimétrica da bola à distância, capacidade de variação de flancos, habilidade natural para recuperar e reter a bola: ele oferece tudo isto em doses generosas.

É muito bom no momento defensivo, patrulhando com rigor a vasta zona que lhe é confiada, e é ainda melhor no momento ofensivo, ao desenhar linhas de passe que por vezes só ele vislumbra e ao colocar com precisão de relojoeiro a bola nos pés dos companheiros em movimentos de inegável classe, sobretudo na meia distância ou na distância longa.

Não é um transportador da bola: é um artista do passe. Os primeiros são os que cativam com mais facilidade as bancadas de Alvalade. Mas os segundos, quando  atingem o patamar de William Carvalho, têm um grau de eficácia muito superior no futebol moderno.

 

Vai fazer-nos muita falta.

Dos que ficam, apenas Palhinha tem características que podem assemelhar-se. Mas Palhinha, comparado com o colega prestes a rumar a Inglaterra, é ainda apenas um projecto de jogador. Falta-lhe aprimorar muitos processos. E falta-lhe sobretudo ganhar confiança no seu talento - espécie de diamante por lapidar.

Vamos ter imensas saudades do William. Eu já tenho.


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Leitura recomendada
Pedro Correia

 

It's all shit. Do Rui Monteiro, n' A Insustentável Leveza de Liedson.

 


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15 Ago 17

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A carreira internacional de Jorge Jesus como treinador do Sporting tem sido paupérrima. Não faltou quem pensasse que este ano seria diferente. Por vezes confundimos os nossos desejos com realidades.

A verdade é que a sofrível exibição da equipa leonina hoje em Alvalade frente ao Steaua de Bucareste, o mais fraco adversário que nos poderia ter calhado em sorte, indicia que muita coisa pode ter mudado da época passada para esta - desde logo os jogadores, com cinco reforços de Verão no onze titular - mas um traço se mantém: Jesus continua a ser incapaz de organizar uma equipa com ânimo e espírito vencedor nas competições europeias.

Observando o jogo no estádio, dei por mim a pensar se estes jogadores quererão mesmo exibir-se no privilegiado palco da Liga dos Campeões. Se querem, não parecem. Tirando Gelson Martins e Mathieu (e talvez Bruno Fernandes, que só entrou a meio da segunda parte), pouco ou nada fizeram de relevante para levar por vencida a medíocre equipa romena, que em termos europeus talvez se aproxime de um Tondela à escala nacional, mas sempre num patamar abaixo.

Éramos mais de 46 mil esta noite a puxar pela equipa. De nada valeu: o jogo terminou como começou, com um frustrante empate a zero. Que equivale a uma semiderrota para as ambições europeias do Sporting. Se é que estas existem, verdadeiramente: quando oiço dizer que "zero a zero é um bom resultado", confesso-vos que já nem sei o que pensar.


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Questionado ontem sobre a ausência de Coentrão no confronto de hoje contra o Steaua de Bucareste, Jorge Jesus limitou-se a dizer aos jornalistas que se tratava de "questões técnicas" que só a ele dizem respeito.

Uma resposta que nada esclarece e que não convence ninguém. Como é que pode ser "opção técnica" retirar o lateral esquerdo titular do jogo mais determinante da temporada, que vale um encaixe imediato de 14,7 milhões de euros, e sabendo nós que esta contratação resultou de um pedido insistente do treinador ao presidente Bruno de Carvalho?

Outros falarão por si. Eu não gosto que me tomem por parvo.


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A voz do leitor
Pedro Correia

«Se houvesse sportinguistas com inveja do Benfica eles não seriam sportinguistas, seriam benfiquistas.»

J. Ramos, neste meu texto


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Mau sinal
Pedro Correia

Fábio Coentrão, que já tinha permanecido fora do jogo de sexta frente ao V. Setúbal, também não consta da convocatória para o desafio de hoje, em Alvalade, contra o Steaua de Bucareste.


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14 Ago 17

O pior árbitro português ainda em actividade bateu um recorde pessoal: demorou só 33 minutos a roubar um penálti ao Sporting.
Talvez não precise de mais nada para ter direito a um voucher especial. Já merece, caramba.


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A voz do leitor
Pedro Correia

«Os títulos recentes no andebol e futebol feminino, o regresso do voleibol e a inauguração do Pavilhão João Rocha, além dos 35 milhões de euros de lucro no trimestre. Isto é que me interessa verdadeiramente como sportinguista.»

 

JMA, neste postal do Edmundo Gonçalves


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13 Ago 17

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-V. Setúbal pelos três diários desportivos:

 

Adrien: 16

Bas Dost: 16

Gelson Martins: 16

Mathieu: 16

Doumbia: 15

Acuña: 15

Battaglia: 15

Bruno Fernandes: 14

Podence: 14

Coates: 14

Piccini: 14

Rui Patrício: 14

Jonathan Silva: 13

Bruno César: 10

 

A Bola elegeu Adrien como melhor jogador em campo. O Record optou por Doumbia. O Jogo escolheu Bas Dost.

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Até agora tudo bem
Pedro Correia

 

Continuamos em primeiro.

 


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A voz do leitor
Pedro Correia

«Está a ser animado. O Djaló peruano encostado. O Bayern já percebeu que comprou Louis Vuitton na feira das Galinheiras. O "ex-melhor guarda redes do mundo" e o "ex-melhor central do mundo" dão casas pelo Manchester City. O Guedes, é uma questão de tempo até estar por aí a jogar num qualquer Rio Ave deste mundo. O carrossel do Mendes a desmoronar-se.»

Ricardo Silva, neste postal


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12 Ago 17

O director de comunicação do FC Porto - que, para meu espanto, alguns sportinguistas têm transformado de há uns meses para cá numa espécie de herói do futebol português - não leu hoje o seu jornal favorito, que é O Jogo. Se o tivesse lido, talvez não debitasse este disparate, contestando um penálti claro cometido contra Bas Dost num desafio em que o árbitro Bruno Paixão fez vista grossa a outro, cometido contra Coates.

Francisco Marques ignorou o que sobre o mesmo tema observaram Jorge Coroado, José Leirós e Fortunato Azevedo no jornal mais conotado com o FC Porto. O Jogo, aliás, evidencia de forma clara em título de primeira página: "Tribunal unânime: penálti bem marcado e outro por marcar a favor do Sporting". Todos repararam nisto menos o baralhado Marques, que acabou assim por destilar ódio contra o Sporting em vez de se preocupar com a sua própria casa.

Mas do mal o menos: pode ser que a partir de agora os tais sportinguistas abram os olhos e deixem de o encarar como uma espécie de herói.


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Todos os especialistas em arbitragem, sem excepção, sublinham hoje na imprensa desportiva que o árbitro Bruno Paixão deixou ontem por marcar um claríssimo penálti favorável ao Sporting por derrube de Coates dentro da área sadina quando iam decorridos 33 minutos.

À segunda jornada, foi o primeiro neste campeonato. Todos sabemos desde já que estará muito longe de ser o último.

Passo-lhes a palavra, com a devia vénia:

 

Duarte Gomes, A Bola: «Lance difícil na área sadina. Venâncio parece carregar Coates, primeiro com as duas mãos e depois com o braço, impedindo o central de jogar a bola. Lance para grande penalidade

Fortunato Azevedo, O Jogo: «Grande penalidade indiscutível. Coates é empurrado pelas costas e foi, por isso, impedido de jogar a bola. Erro do árbitro ao não assinalar penálti

Jorge Coroado, O Jogo: «Quando procurava jogar a bola, provinda da direita, Coates foi empurrado nas costas com as mãos por Frederico Venâncio. Penálti por assinalar

Jorge Faustino, Record: «Lançamento lateral para a área do Vitória, onde Venâncio empurra Coates pelas costas, derrubando-o. Ficou um penálti por assinalar. Aceita-se a não intervenção do VAR, por ser um lance de intensidade subjectiva.»

José Leirós, O Jogo: «Coates, entre dois adversários, no primeiro momento, encostou a mão no adversário sem infracção. A seguir, Frederico Venâncio, deliberadamente, empurrou e desequilibrou Coates para impedir que este saltasse e disputasse a bola. Penálti por assinalar

Marco Ferreira, Record: «Infracção por assinalar de Venâncio sobre Coates dentro da área. O jogador do V. Setúbal empurra com ambos os braços as costas de Coates, impedindo-o de disputar a bola. Penálti por assinalar, não havendo ajuda do vídeo-árbitro.»

 

2

Sobre o penálti aos 85' convertido em golo por Bas Dost no minuto seguinte, os mesmos especialistas em arbitragem são igualmente unânimes: houve falta indiscutível, justificando o castigo máximo convertido pelo avançado holandês.

De novo a palavra a quem sabe disto:

Duarte Gomes, A Bola: «Nuno Pinto usa o braço esquerdo para carregar Bas Dost pelas costas, impedindo o avançado do Sporting de jogar a bola. Falta na área, penálti bem assinalado

Fortunato Azevedo, O Jogo: «É um claro empurrão nas costas de Bas Dost que o impede de disputar a bola. Correcta a decisão de Bruno Paixão em assinalar grande penalidade

Jorge Coroado, O Jogo: «Acorrendo a cruzamento ao segundo poste, Bas Dost saltou, Nuno Pinto, nas suas costas, empurrou-o. Grande penalidade clara, devidamente assinalada

Jorge Faustino, Record: «No momento em que Bas Dost salta para tentar cabecear, Nuno Pinto empurra com a anca e braço esquerdo as costas do seu adversário, provocando o seu desequilíbrio. Penálti bem assinalado. Correcta a advertência.»

José Leirós, O Jogo: «Hesitou, olhou para o árbitro assistente e correctamente assinalou penálti. Nuno Pinto, deliberadamente, carregou e empurrou Bas Dost de forma ilegal.»

Marco Ferreira, Record: «Infracção de Nuno Pinto sobre Bas Dost. O jogador do V. Setúbal empurra o adversário pelas costas, impedindo-o de disputar a bola dentro da sua área. Penálti bem assinalado


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Estreia em casa do Sporting num jogo que começou muito bem, com meia hora de grande pressão da nossa equipa, confinando o Vitória de Setúbal ao seu reduto defensivo, sem dar qualquer hipótese à turma visitante de sair da sua área com a bola controlada.

Infelizmente tanta pressão traduziu-se em várias oportunidades mas nenhuma delas deu golo. Bas Dost, Acuña e Gelson Martins quase chegaram lá mas ou viram a intenção gorada por boas intervenções do guarda-redes sadino ou atiraram demasiado por cima ou demasiado ao lado.

Na segunda parte repetiu-se o filme - logo a partir do minuto inicial, quando um bom remate de Adrien embateu na barra ao ser desviado por um defesa. Dost elevou-se bem após um canto, mas o cabeceamento parou nas mãos do guarda-redes. Mathieu, com muita classe, tentou um remate de bicicleta que não chegou a trair Pedro Trigueira. E Doumbia, que rendeu um fatigado Podence, falhou em três ocasiões. Parecia que os jogadores recitavam em campo o poema "Quase", de Mário de Sá-Carneiro: faltava-lhes um golpe de asa.

O nó só foi desatado a quatro minutos do fim pelo suspeito do costume: Bas Dost. Ao ser carregado em falta dentro da área, o holandês foi chamado a converter o penálti e não defraudou as expectativas dos 42.415 espectadores que ontem à noite acorreram a Alvalade.

Vitória tangencial, mas os três pontos ficaram garantidos: isso é que interessa. Só foi pena termos esperado tanto pelo golo tranquilizador numa partida em que voltámos a manter a nossa baliza inviolada. Mérito da defesa, em que se destacou Mathieu - para mim desta vez o melhor em campo, com um desempenho próximo da perfeição.

 

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RUI PATRÍCIO (5). Noite tranquila do nosso guarda-redes, apenas ensombrada por uma saída em falso dos postes aos 38', no único lance que levou algum perigo à nossa baliza. Nem sempre esteve bem na reposição de bola.

PICCINI (6). Esforçou-se muito, até porque dois terços dos lances ofensivos eram conduzidos pelo seu flanco, e procurou combinar bem com Gelson. Bom cruzamento aos 17'. Grande cruzamento aos 77', isolando Bruno Fernandes.

COATES (7). Volta a exibir a classe que tinha evidenciado nas épocas anteriores: a parceria com Mathieu está a funcionar. Atento e concentrado, corte providencial aos 75'. Nunca hesitou em ir à frente. Numa dessas ocasiões, foi derrubado em falta dentro da área sadina - um penálti que ficou por marcar.

MATHIEU (8). Confiante e dinâmico, simples mas muito eficaz nos seus processos. Imprime velocidade e precisão ao início do processo atacante. Dobrou Jonathan sem problema. E marcou presença nas bolas paradas ofensivas. Numa delas esteve muito próximo de conseguir um golo acrobático.

JONATHAN SILVA (5). Rendeu Coentrão, poupado para o desafio de terça-feira frente ao Steua, e revelou-se intranquilo nesta missão. Com mais vontade que talento. Falhas na articulação com Acuña, o que não admira: foi o primeiro jogo oficial dos dois argentinos juntos.

BATTAGLIA (6). Faz jus ao apelido: é um batalhador. Designado para substituir William, sai desfavorecido na comparação. Melhorou na segunda parte, ao avançar no terreno: transporta bem a bola e pressiona os adversários, revelando espírito leonino. Protagonizou um bom lance de ataque aos 48'.

ADRIEN (6). Ressentiu-se da ausência de William, oscilando no seu desempenho em campo. Melhor a pressionar e organizar jogo, menos bem na precisão do passe. Melhor momento: um remate forte e bem colocado no minuto inicial da segunda parte que acabou por embater na barra. Saiu aos 69'.

GELSON MARTINS (7). Os colegas usaram e abusaram dele, canalisando quase todo o jogo ofensivo para os pés do médio-ala que rompia a defesa pelo lado direito. A articulação com Piccini nem sempre resultou e faltaram ataques pelo corredor central. Mas foi ele sempre o mais acutilante e criativo. Só falhou o golo.

ACUÑA (7). Rendeu menos do que prometia por falta de automatismos com Jonathan, seu parceiro de flanco. Mas cumpriu no essencial, sobretudo na firmeza e pontaria dos seus pontapés em lances de bola parada (um deles, aos 54', teleguiado para a cabeça de Bas Dost). Deu lugar a Bruno César aos 64'.

PODENCE (6). A pressão alta inicial do Sporting muito se deve ao jovem atacante, desta vez como titular atrás de Dost. Começou da melhor maneira, com dois excelentes cruzamentos logo aos 2'. Variou os flancos, causou sempre problemas aos sadinos, mas foi perdendo fulgor. Substituído aos 64' por Doumbia.

BAS DOST (7). Tentou muito e acabou por conseguir. Na primeira parte, a bola raras vezes lhe chegou em condições ou foi interceptada pelo guardião. Fez duas quase-assistências para golo, de calcanhar para Acuña e de cabeça para Doumbia. Acabou por ser ele a resolver, de penálti, aos 86'. Missão cumprida.

BRUNO CÉSAR (4). Rendeu Acuña aos 64'. Mas sem vantagem para a equipa. Tal como o argentino, entendeu-se mal com Jonathan. Não conseguiu criar desequilíbrios. E ainda foi brindado com um cartão amarelo, por desnecessária rudeza na abordagem de um lance defensivo. Muito distante do seu melhor.

DOUMBIA (5). Estreia oficial do marfinense pelo Sporting. Entrou com visível vontade de mostrar serviço, acelerando a frente atacante. Mas com menos acerto que vontade: falhou três ocasiões de marcar. Em todas esteve muito perto de o conseguir: numa delas, de costas para a baliza, teria dado o golo da jornada.

BRUNO FERNANDES (6). No lugar de Adrien desde os 69', confirmou-se como candidato a titular no onze. Muita capacidade técnica, bem revelada aos 77' numa dificílima recepção de bola na sequência de um passe longo. Útil na organização de jogo, sobretudo no eixo ofensivo. Merece maior utilização.


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Gostei

 

Dos três pontos conquistados esta noite em Alvalade.  Vitória sofrida mas mais que merecida da nossa equipa nesta estreia em casa, por 1-0, frente ao V. Setúbal. O golo tangencial, marcado por Bas Dost a quatro minutos do fim, foi recebido no estádio com um imenso suspiro de alívio. O essencial estava conseguido: outra etapa superada, continuamos na frente.

 

Do segundo jogo consecutivo sem sofrermos golos. Nem na Vila das Aves, há uma semana, nem desta vez em Alvalade: o nosso reduto defensivo parece ser a componente da equipa que mais melhorou em comparação com a última época. Mudança crucial: nenhum clube conquista o título sem uma defesa sólida.

 

Dos primeiros 20 minutos, de alta rotação leonina. Verdadeira entrada de Leão, com intensa pressão do Sporting sobre o V. Setúbal, que permaneceu confinado ao seu meio-campo. Com Piccini e Gelson Martins pela direita, Acuña à esquerda e Podence entre o eixo e a ala direita, em constantes trocas posicionais, construímos pelo menos três lances que poderiam ter dado golo: aos 2' (Dost permitiu defesa), 7' (Acuña rematou ao lado) e 8' (Gelson atirou sobre a baliza).

 

De Bas Dost. Podia ter marcado muito mais cedo. Logo aos 2', após soberbo cruzamento de Podence. E de cabeça aos 54', na sequência de um canto, quando se elevou bem mas permitiu a defesa do guardião sadino. Mas nunca desistiu. Foi ele que sofreu o penálti e marcou o respectivo castigo, levando o Sporting à vitória, aos 86'. Golo inaugural do holandês neste campeonato. O primeiro de muitos, assim esperamos.

 

De Acuña. Continua a dar boas provas, conquistando os adeptos. Hoje voltou a fazer uma exibição muito positiva, sobretudo nos lances de bola parada, que saem quase sempre com perigo dos seus pés. Só lhe faltou acertar mais a pontaria na hora de rematar à baliza.

 

De Mathieu. Partida perfeita do internacional francês, que se afirma como um valor seguro no nosso eixo defensivo. Ao ponto de parecer já que faz parceria há longo tempo com Coates, seu companheiro naquela zona do terreno. Confiante, veloz, jogando sempre de cabeça levantada, transportou bem a bola a partir da defesa, abriu linhas de passe no momento ofensivo e nunca deixou desguarnecido o seu reduto, fazendo cortes oportunos aos 42', 67' e 78'. E aos 63' quase marcou, num pontapé acrobático, à ponta de lança. Voto nele para melhor em campo.

 

Do nosso banco. Ao contrário do que sucedeu há um ano, desta vez temos mesmo reforços. E a equipa não quebra o rendimento no momento de ocorrerem as substituições, como ficou bem patente neste jogo, sobretudo quando Jorge Jesus mandou trocar Podence por Doumbia e Adrien por Bruno Fernandes. Sem quebra de qualidade.

 

Do excelente ambiente no estádio. Éramos 42.215 em Alvalade, quase todos a puxar pelo Sporting. Atmosfera festiva de um sportinguismo sempre renovado, sem desfalecimentos, época após época. Nunca deixamos de acreditar na nossa equipa.

 

 

Não gostei

 

Do 0-0 ao intervalo. Tantas oportunidades desperdiçadas começavam a exasperar os espectadores. Ao ponto de alguns jogadores, como Jonathan Silva, começarem a ser assobiados por alegada lentidão de processos em campo. Não havia necessidade de tanto sofrimento. E os assobios eram dispensáveis.

 

Que o empate a zero só fosse quebrado a quatro minutos do fim. Ao contrário da jornada anterior, em que o golo surgiu cedo, desta vez a espera foi muito mais longa. Alguns adeptos já desesperavam.

 

Das oportunidades de golo desperdiçadas. Bas Dost (2' e 54'), Acuña (7' e 22'), Gelson Martins (22'), Adrien (46'), Mathieu (63') e Doumbia (66', 68' e 77'). Em alta competição não pode haver tanto desperdício.

 

Do abuso das acções ofensivas pela ala direita. Durante quase uma hora, a construção iniciava-se sempre da mesma maneira: passe de Rui Patrício para Piccini, o lateral direito a transportar a bola e a endossá-la a Gelson Martins, esperando toda a equipa que o médio-ala desequilibrasse com classe e centrasse com perigo. Tudo demasiado previsível e relativamente fácil de anular.

 

Do jogo inofensivo do V. Setúbal. A equipa treinada por José Couceiro apenas se preocupou em defender, colocando quase sempre todos os jogadores atrás da linha da bola. E não fez um ataque bem construído do princípio ao fim da partida.

 

Da ausência de William Carvalho. O nosso médio defensivo nem no banco se sentou: viu o jogo da bancada. Não para ser poupado para o jogo de terça frente ao Steaua de Bucareste, pois estará fora dessa partida para cumprir um castigo. Esta opção de Jesus indicia que William estará prestes a sair para o campeonato inglês. O Sporting vai ressentir-se: ele foi até agora um pilar indiscutível da nossa equipa.

 

Foto minha, tirada esta noite em Alvalade


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11 Ago 17

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Há uns largos anos popularizou-se em Portugal um ventríloquo que fez inúmeros espectáculos nas  feiras do País e nos ecrãs de televisão com vários bonecos. O mais conhecido era um pato chamado Donaltim. Que abria o bico e parecia falar imenso mas tratava-se de pura ilusão de óptica: o pato estava manipulado o tempo todo e tinha tanta autonomia como um figurante de mesa de matraquilhos. Afinal quem falava era o dono dele, embora permanecesse de boca fechada.

Pergunta aos leitores: quem é hoje o Donaltim do futebol português?


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Leoas às sextas
Pedro Correia

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 FILIPA DE CASTRO

"Leoa que é leoa adora praia, sol e mar."

(Correio da Manhã, 4 de Agosto de 2017)

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A voz do leitor
Pedro Correia

«Alguém sabe quem fez a assistência para o Hassan fazer o golo do Braga? Foi o "jogador do Braga" a fazer o passe... Pronunciar o nome Ricardo Esgaio é demasiado complexo para determinados comentadores. Apesar de o jogador [já] não ser do Sporting... Isso para não falar que não deram qualquer destaque à jogada e ao passe. Sinónimo de pequenez...»

JHC, neste texto do Pedro Azevedo


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10 Ago 17
Olha que dois
Pedro Correia

Quase concluída a ronda inaugural do campeonato, verifica-se que dois talentos da formação leonina figuram já na lista dos marcadores de golos.

Gelson Martins, com dois apontados na vitória do Sporting no campo do Aves.

E Francisco Geraldes, no golo que valeu três pontos ao Rio Ave no confronto caseiro com o Belenenses.

Prometem ambos. Muitos e bons.


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Contra a batota
Pedro Correia

"Contra a batota" deve ser um dos nossos lemas este ano.

É claro, é eficaz, agrega e mobiliza.

E tem o mérito de estabelecer um contraste com outros. Somos diferentes e orgulhamo-nos disso.


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Neymar posa para fotos em apresentação no Paris Saint-Germain

 

Os 222 milhões de euros pagos pelo Paris Saint-Germain (nome de santo ironicamente patrocinado por um país islâmico) para desviar Neymar do Barcelona cavam ainda mais fundo o fosso que separa o futebol enquanto actividade económica da genuína competição desportiva: deixaram de ser mundos complementares para se tornarem realidades antagónicas.
Este inédito montante adultera os princípios de transparência do mercado desportivo cotado em bolsa e transforma os jogadores em mera mercadoria à mercê dos capitães da fortuna fácil. Desde logo, parece colidir com as normas da concorrência vigentes na União Europeia e as regras de fair play financeiro da UEFA: qualquer resquício de equidade evapora-se de vez quando os Estados começam a investir em força nos clubes - neste caso o do Catar, com base nos seus lucros petrolíferos. E provoca um sério choque inflacionário na indústria do futebol: os preços vão disparar, a espiral da dívida aumentará em flecha, avizinham-se as mais desvairadas loucuras financeiras no horizonte.
Convém entretanto seguir em pormenor a origem e o rasto desta verba astronómica, que faz subir para 700 milhões de euros o orçamento anual do PSG para o futebol. À atenção das autoridades jurisdicionais - do desporto e não só.
Finalmente, está por demonstrar que um único jogador - e desde logo Neymar, com desempenho em campo inferior a Cristiano Ronaldo ou Messi - justifique estas cifras galácticas. O dinheiro pago por ele para o transformar em emblema de um clube sem tradição na alta-roda do futebol duplica o seu justo valor, nada tendo a ver com genuínos "preços de mercado". 
Ao dar este passo, o futebol de alta competição transforma-se num jogo de fortuna e azar - uma espécie de roleta russa para usufruto de caprichos milionários. O desporto, digam o que disserem, nada tem a ver com isto.

 

Publicado originalmente aqui


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A voz do leitor
Pedro Correia

«Não me interessa o ele [Coentrão] dizer-se benfiquista, já antes se afirmou sportinguista e amanhá poderá dizer que é do Rio Ave. Isso pouco me importa. O que lhe exijo, como a todos os que envergam a camisola do Sporting, é que seja profissional e que dê tudo em campo pelo Sporting.»

 

JMA, neste texto do Francisco Chaveiro Reis


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09 Ago 17

Primeiro jogo da nossa equipa em casa neste novo campeonato. Conseguiremos manter a liderança da prova? Espero bem que sim.

Mas qual será o resultado do Sporting-V. Setúbal que se realiza esta sexta-feira, a partir das 20.30, com arbitragem de Bruno Paixão? As inscrições para os vossos prognósticos estão abertas a partir de agora.


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Autogolos
Pedro Correia

Vamos ver quem ganha este ano o campeonato dos autogolos a seu favor.
No ano passado houve um campeão indiscutível: o clube treinado pelo sucessor de Jorge Jesus.

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Os inimigos do vídeo-árbitro devem ter-se congratulado: esta tecnologia esteve ausente do Manchester United-Real Madrid de ontem, em disputa da Supertaça Europeia. Vitória tangencial do Real, por 2-1, com um golo (o primeiro) marcado por Casemiro em nítido fora de jogo não assinalado pela equipa de arbitragem.

Mas, pensem eles o que pensarem, não podia haver maior cartaz de propaganda do vídeo-árbitro perante esta nova demonstração de falsidade desportiva traduzida em título para os merengues, ontem sem Cristiano Ronaldo a titular. O melhor jogador do mundo só saltou do banco aos 81 minutos, com o resultado já feito.

Espantosamente, no  canal público que transmitiu em directo a partida houve quem celebrasse a mentira, varrendo o rigor dos factos para debaixo do tapete. Foi o caso do comentador Bruno Prata, que num primeiro momento admitiu ter visto o jogador brasileiro "claramente adiantado" para depois conceder que "a diferença [face ao último defesa do Manchester] é muito pequena". Acabando por sentenciar: "Neste tipo de casos não podemos ser muito severos."

É assim que os comentadores de turno encaram a verdade desportiva: algo muito relativo. Por isso são quase todos contra a introdução do vídeo-árbitro. Um deles, com visível desdém, dizia há dias nem saber se esta tecnologia já está a ser aplicada em mais algum país da Europa além de Portugal. Ignorando que na Holanda, por exemplo, não só vigora mas foi vital para restabelecer a verdade desportiva na Supertaça disputada entre o Feyernoord e o Vitesse. Ignorando que já foi introduzida no Brasil e na Alemanha, por exemplo.

Ao contrário desses comentadores, não consigo compreender um futebol que convive tão bem com o erro grosseiro, que coabita de forma tão descontraída com a mentira, que pactua sem abalos de consciência com a fraude. Alguém se aproveita disto, seguramente. Mas não o desporto, que nada tem a ver com isto.


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A voz do leitor
Pedro Correia

«Agora que o vídeo-árbitro poderá ser um empecilho, já se vêem no horizonte movimentações assaz interessantes [do Benfica] para manter essa "campanha vitoriosa": compra às paletas de jogadores para distribuir por alguns "amigos" (o Leixões é o último a ser comprado) e petições para manter as transmissões dos jogos em casa em exclusivo na Benfica TV. Que mentes tão imaculadas.»

 

Leão da Estrela, neste postal do Edmundo Gonçalves


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08 Ago 17
O dia seguinte
Pedro Correia

Bernardo Ribeiro, Record: «O Sporting arranca a Liga com uma vitória justíssima na Vila das Aves, onde foi a melhor equipa, teve claro domínio em quase todos os elementos estatísticos do jogo e com uma novidade importante em relação à época passada: não sofrer golos fora. Jorge Jesus estreou seis jogadores na 1.ª jornada. Cinco de início (Piccini, Mathieu, Fábio Coentrão, Bruno Fernandes e Acuña) e Battaglia do banco. Com razões para ficar satisfeito. O rendimento geral foi positivo.»

 

Carlos Vara, A Bola: «O Sporting não ofereceu uma tarde exuberante aos seus fantásticos adeptos, apenas numa parte correspondeu aos estímulos que chegavam das bancadas e se manifestaram muito antes do início do jogo, mas ganhou. E ganhou-o muito bem, ainda que tivesse lidado com dois golpes afortunados. Primeiro chegou ao 0-1 na sequência de um contra-ataque que se seguiu a jogada de potencial perigo junto à sua baliza, e depois atingiu o 0-2 a seguir a clamoroso erro de um efesa adversário, que colocou a bola nos pés de Gelson Martins. E sabe-se que Gelson nunca desperdiça uma boa ocasião, muito menos quando ela chega do adversário.»

 

Filipe Dias, O Jogo: «A turma de Jesus assentou a chuteira direita no relvado da nova época oficial e entrou a ganhar na Liga, mas a turma de Ricardo Soares teve, ainda assim, os seus momentos e mostrou algo para tentar, pela primeira vez, manter a formação minhota na divisão dos maiores. Os leões foram mais dominadores, tiveram no reforço Acuña uma certeza de reforço seguro e os avenses mostraram arreganho. Ah e, claro, estava lá Gelson a fazer de Dost para tudo resolver.»

Dos jornais de ontem


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A nova época promete. Pelo menos aqui no blogue em matéria de prognósticos. Logo à primeira, houve seis palpites certos para o desfecho do Aves-Sporting, que inaugurou a Liga 2017/2018. Aqui ficam registados, por ordem de entrada em cena: Octávio, Tony Cebola, Ricardo Roque, Manuel Oliveira, J. Ramos e Sam.

Aplicado no entanto o critério do desempate, relativo ao nome do marcador dos dois golos, só um se destaca: o nosso leitor J. Ramos. Mais nenhum mencionou Gelson Martins como marcador.

Foi ele, portanto, o vencedor. Está de parabéns.


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Passados vários dias, a direcção do Benfica ainda não condenou esta  agressão a dois profissionais da comunicação social perpetrada por putativos adeptos do clube encarnado. Este silêncio vai durar até quando?


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A voz do leitor
Pedro Correia

«A formação do Sporting carrega às costas a responsabilidade de bem ou mal representar este país futebolístico. Tem-no feito com dignidade e por vezes com maestria, de que CR7 é o expoente máximo. Infelizmente do lado dos nossos vizinhos a mediocridade é palavra de ordem: em muitos anos só deram um jogador de jeito à seleção nacional, Bernardo.»

Guilherme Rosado, neste meu texto


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07 Ago 17
Até agora tudo bem
Pedro Correia

 

Vamos em primeiro.

 

 


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Stefan-Ristovski-Osjecamo-se-dominantno-a-kemija-s

 

E vão onze: acaba de ser anunciada a contratação do lateral direito macedónio Stefan Ristovski, que há meses se sagrou bicampeão croata, ao serviço do Rijeka. Tem 25 anos e chegou a actuar também como lateral esquerdo e médio direito. Já foi 32 vezes internacional pelo seu país.

Os outros nove reforços já recebidos são André Pinto, Fábio Coentrão, Battaglia, Mattheus Oliveira, Piccini, Bruno Fernandes, Doumbia, Mathieu, Acuña e Salin.


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