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És a nossa Fé!

Os bravos do andebol.

Vencer no primeiro jogo na Champions, fora, num campo complicado. Podia estar a falar do futebol, mas não.

 

A nossa equipa de andebol acabou de vencer o Besiktas, na Turquia, num jogo que marca o nosso regresso à competição, 16 anos depois. Mesmo outsiders, mostrámos ao que vamos. Como verdadeiros leões!

O primeiro de muitos.

Seja para ver o primeiro jogo oficial no Pavilhão João Rocha ou para apoiar os nossos bravos do andebol, que no fim-de-semana jogaram como leões rampantes e conseguiram a entrada na EHF, o que é certo é que amanhã todos os caminhos vão dar a Alvalade.

 

Eu vou lá estar, às 20h em ponto, e vocês?

Obrigado VAR...

... por nos mostrares o quão maus os nossos árbitros são.

 

Hoje, conseguiram errar duas vezes num minuto, tendo impacto claro no resultado. Felizmente, foi introduzido no futebol português o VAR, aquele que os críticos diziam que provavelmente nem ia ser utilizado na maioria dos jogos. 


O que se passou hoje foi vergonhoso para a equipa de arbitragem, mas só nos mostrou o que já sabíamos há muito tempo.

Apoiem o Sporting.

Critica-se a contratação de Mathieu, porque é velho. Dois meses depois, todos se levantam para lhe bater palmas.

 

Critica-se a colocação de Bruno Fernandes atrás de Bas Dost, há dois jogos atrás. Ontem, fizeram-lhe vénias.

 

Critica-se o nosso ataque por não marcar golos. Ontem, cinco no difícil terreno do quarto classificado da última liga. 

 

Que os jornalistas desportivos o façam, eu percebo. Mas que a grande maioria dos sportinguistas sejam bipolares, não. Critiquem quando têm de criticar, e eu também o faço, mas apoiem o Sporting.

 

Lembrem-se: não gostar dos jogadores, do treinador ou do presidente não é razão para não se sentir o nosso clube, que é maior do que qualquer um. 

Coincidências.

Esta semana descobrimos que as sentenças do Apito Dourado foram revertidas. O fcp celebrou, e pouco mais se ouviu falar sobre o assunto. 

Desde o primeiro momento que me pareceu tudo muito estranho. O sentido da decisão, os timings, tudo demasiado conveniente para alguns. Hoje, tenho a certeza. A imagem abaixo foi retirada de um post num blog lampião, e diz tudo (apesar de isto estar juridicamente errado, a ideia está lá):

 

lamps.jpeg

 

Agora, a questão é: como é que os dirigentes do fcp não percebem que esta decisão, neste momento, não é sobre eles? E estarão dispostos a guardar o champanhe, a bem da justiça desportiva?

É isto, não é?

Este slb, que veio elogiar o fcp por se demarcar de cânticos que aludem à morte de adeptos rivais, é o mesmo que não o faz (e ainda apoia ilegalmente) os seus adeptos que fazem o mesmo (aliás, o mesmo não, porque efectivamente os adeptos do fcp não assassinaram ninguém) em todos os dérbis, não é? 

 

Para avivar a memória de alguns hipócritas de carnide, que já estão aí a salivar para comentarem, deixem-me lembrar-vos da faixa a dizer "verylight 96", num recente dérbi de futsal, ou de cânticos que começam com "foi no jamor, que o lagarto ardeu", em todos os jogos contra nós. A todos os outros, não abram os links, para não ficarem nauseados.

Declaração de voto.

Há 4 anos atrás, não anunciei o meu voto antes das eleições. Acabei por deixar uma palavra depois das eleições, algo como isto:

 

O momento é grave e nenhum dos candidatos me convencia plenamente, pelo que fiz a minha reflexão de forma interna e silenciosa. Votei Bruno de Carvalho, mas, repito, não completamente convencido.

 

Hoje, estou plenamente convencido de que fiz a melhor escolha possível. E é por isso que, mesmo discordando em muitas coisas de Bruno de Carvalho, no sábado estarei lá para deixar as minhas cruzes na Lista B.

 

Ainda assim, e como o meu apoio não é cego, será a Lista C a ter o meu voto para o Conselho Leonino, um órgão caduco e sem sentido, e que por mim era abolido. Por isso, voto na única Lista que realmente se preocupa em reformá-lo, e no limite extingui-lo.

Questões de campanha.

Se o treinador do PMR é o Juande Ramos, que está sem clube, porque é que é o Boloni a pegar na equipa até ao final da época?

 

Vou mandar o meu bitaite (e fico à espera do vosso): porque quem PMR queria mesmo era um treinador português que anda a lutar para não descer em Inglaterra, e cujo contrato termina no fim do ano, e quando disse aquilo de Boloni ainda achava que o convencia. Correu mal.

 

De resto, também só por isso é que faz sentido que o treinador só seja apresentado quando milhares de sócios já votaram, por correspondência, o que só demonstra a falta de preparação do candidato.

Debater o Sporting.

Respondendo ao repto lançado pelo Pedro, aqui fica, apelando ao debate, a minha opinião.

 

Ontem acabou a época de futebol sénior para nós, como a pensámos no início da mesma. Porque os objectivos passavam, e bem, por ganhar títulos, e porque acho que a partir de ontem isso tornou-se inatingível. Mas isto não quer dizer que já não há nada por que lutar: há lugares para conquistar e uma imagem para limpar.

 

A imprensa quer culpados, eu dou-lhos: todos são culpados. Bruno de Carvalho, Jorge Jesus, os jogadores. Vamos por partes.

 

Bruno de Carvalho tem culpa. Não enquanto Presidente do Sporting (aí, há muito mais em jogo), mas enquanto responsável pelo futebol sénior. A época foi mal planeada, com vendas muito tarde e reforços em cima do fecho de mercado, sem tempo para adaptações como elas devem ser feitas, e sem reforços para posições onde eles eram necessários.

 

Jorge Jesus tem culpa. Enquanto responsável da equipa técnica, tem culpa no futebol praticado. Não percebeu que Bas Dost não dá o mesmo ao jogo que Slimani nem Gelson dá o mesmo que João Mário, e não soube adaptar-se a isso. Procurou manter o seu modelo (não o culpo por isso, tem tido sucesso há muitos anos), e não funcionou. E quando precisa de mudar algo, não o consegue fazer.


Os jogadores. Porque quem está lá dentro são eles, eles têm culpa. Da falta de garra, do baixar de braços que tantas vezes vemos em campo. Das desconcentrações que nos fizeram perder tantos jogos perto do fim. Da pouca vontade que parecem ter de ultrapassar isto. 

 

E o que tem de se mudar? Um bocadinho de tudo. Bruno de Carvalho, enquanto responsável, terá de fazer uma limpeza do plantel, afastando muito do peso morto e repescando miúdos que por aí andam a mostrar qualidade. Jorge Jesus (e nem pensar em sair: já demonstrou ser um grande treinador, e tem toda a capacidade para voltar a mostrá-lo) tem de parar para reflectir, e adaptar o modelo aos jogadores (ou trabalhar melhor os jogadores para encaixarem no modelo), já pensando em lançar jovens que podem ser importantes para o ano. O que nos leva aos jogadores. Os jogadores terão de mostrar mais, de ter vontade de vencer, de personificar o que é o Sporting. Porque no fim do dia, são eles que as têm de meter lá dentro.

 

(amanhã, este post ficará também disponível no blog Manifestação Espontânea)

2017.

Desconfio que vai ser um ano importante para o nosso clube. Eleições a ocorrer, Pavilhão a estrear. Por isso, o meu desejo para este ano é que todos estejamos ao lado do nosso clube, independentemente de quem se apoie, ou dos resultados. Acima de tudo, Sporting sempre!

Pontos nos is.

Saímos da Europa, e cai tudo em cima de Jorge Jesus. Mas vamos pensar um bocadinho no jogo de ontem.

 

Não tínhamos nenhum dos dois defesas direitos que têm jogado. Era preciso tomar uma opção: jogar com um rapaz que nunca jogou na Champions (Esgaio) ou mudar o sistema. Face a uma equipa fortíssima em contra-ataque (3 golos ao Real, 4 ao Borussia), Jesus optou por jogar com uma espécie de sistema com 3 centrais, parecido (mais ou menos, vá) com aquele que foi tão elogiado em Dortmund. A opção foi errada? Ao intervalo já todos tínhamos percebido que sim, mas antes do jogo era, pelo menos, lógica. Correu mal. Acontece. Jesus é o culpado deste afastamento? Não me parece.

 

Senão vejamos: se o André acertasse uma das oportunidades que teve, ou se o árbitro marcasse uma das duas mãos na bola que houve na mesma jogada, teríamos ficado na Europa. Era Jesus o culpado dessa vitória? Também não me parece.

 

No fim do dia, são os jogadores (e, infelizmente, os árbitros) que decidem o jogo. O treinador só lhes explica como chegar lá, mas se um avançado não marca ou se um defesa erra, ele não pode fazer nada. Por isso isto de culparem apenas o treinador por uma opção que correu mal, mas que não era descabida, é capaz de ser um bocadinho demais, não?

 

Nota: Menos lógica me parece a insistência em Markovic, mas isso fica para discutir depois.

Onde tu fores jogar, eu vou lá estar.

Podem dizer que não ganhamos há uns jogos.

Podem dizer que já não metemos medo a ninguém.

Podem dizer que estamos com uma falta de confiança que se sente do outro lado da televisão.

Podem dizer que o Marvin não sabe atacar.

Podem dizer que o Marvin não sabe defender.
Podem dizer que o Schelotto só sabe correr e não sabe fazer um passe.

Podem dizer que o William decidiu mostrar em má altura que é um comum mortal.

Podem dizer que o Bryan parece que envelheceu dez anos em dois meses.

Podem dizer que o Elias... Bom, podem dizer o que quiserem do Elias.

Podem dizer que o Markovic se esqueceu do que é jogar à bola.

Podem dizer que o Jesus é teimoso.

Podem dizer que o André, Campbell, Castaignos e afins são piores que o Matheus.

 

Podem dizer isso tudo, e provavelmente têm razão. Mas nós somos o Sporting Clube de Portugal, e desistir não nos está no sangue. É por isso que amanhã estarei a entrar num avião para na 4ª estar lá, a gritar pelos nossos.

 

Porque onde tu fores jogar, eu vou lá estar. E não é para assobiar ou vaiar. Onde tu fores jogar, eu vou lá estar para te apoiar.

Estamos mesmo em todo o lado.

Para fugir ao stress do fecho do mercado, fui passar uns dias a Marrocos. Quase toda a gente me tomava por espanhol, o que me fez passar metade do meu tempo em solo marroquino a dizer que não, que vinha de Portugal. Quando não ouvia um "es lo mismo" que me fazia revirar os olhos e respirar fundo, ouvia "Ah, Portugal! Cristiano Ronaldo! Quaresma!". É verdade, eles por lá gostam muito do Quaresma, não sei bem porquê.


Porém, a conversa mais curiosa foi com um rapaz que me queria vender um chapéu de palha. Perseguiu-me uns metros a dizer o quão baratos eram, e ao ouvir-me a falar perguntou o habitual: "Espanhol?"; e eu respondi também o costume. A partir daí é que o rumo foi diferente. Ele não falou do Ronaldo. Disse (ler com sotaque árabe): "Portugal? Ah, good football. You Sporting?". Podem imaginar que eu delirei. Disse que sim, obviamente que era do Sporting, e ele começou a mandar nomes: Hadji, Saber, lembrámo-nos ao mesmo tempo do grande Naybet, eu depois falei no Kharja e no Labyad. Ele ficou preso no Naybet, devia estar a ter as mesmas boas recordações que eu estava a ter, ou então ficou a tentar lembrar-se de quem seria esse tal de Labyad. 

 

Isto, só para vos dizer que o Sporting está mesmo em todo o lado. Não é uma frase de enfeitar, é verdade. E que, graças a isto, quase tive vontade de trazer chapéus de palha para a família toda.

O rei das renovações.

Alguém é capaz de me explicar o que leva um clube a renovar consecutivamente com um jogador que não é opção?

 

Ola John renovou antes de ir para o Reading, e agora renova antes de sair para o novo parceiro de negócios.

 

Ou muito me engano, ou anda aí algo a trocar de mãos. Mas não se preocupem, tenho a certeza que os jornais portugueses não vão questionar nada disto.

{ Blog fundado em 2012. }

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