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És a nossa Fé!

Reis das Faltas

A Bola de hoje lembrou-se de puxar o Sporting para a sua capa e o verde fica bem no jornal. Para além do alegado e reaquecido interesse nos caríssimos extremos argentinos Pavon e Pity, o diário destaca que "Leões são os reis das faltas na Champions". Esta informação tem relevância para estar na capa? Não peço qu´A Bola seja o jornal do meu clube mas recordo que o Sporting, num grupo com Barcelona, Juventus e Olympiacos, soma 4 pontos e tem hipóteses de se apurar para os oitavos da Liga dos Campeões. Teve duas vitórias morais mas 4 pontos não me parece mau negócio, neste contexto. Já parece o outro dia, quando nos oráculos da SIC Notícias se podia ler que "Benfica ainda tem hipóteses de se apurar" enquanto que Sporting, com um empate, "punha em causa o apuramento". É de mais. 

Resumo da matéria dada

Terminada a fase de grupos do apuramento para o Mundial 2018, é hora de fazer uma pequena análise. A Alemanha, uma das melhores equipas do mundo, alcançou dez vitórias em dez jogos, marcando 43 golos e sofrendo apenas 4, tal como Portugal e Croácia. Foi a melhor seleção na hora de fazer o golo, a par da Bélgica, que marcou os mesmos 43 golos nas suas 9 vitórias e um empate. Melhor defender esteve a Inglaterra (de Eric Dier), que só sofreu 3 golos. Ataques de respeito foram ainda os de Espanha (36), Portugal (30), Polónia (28), Bósnia (24), Suíça (23) ou Sérvia (20). Boas a defender foram também as equipas de Suíça (5) e França, República da Irlanda, País de Gales, Bélgica e Grécia que se ficaram pelos 6 golos sofridos. O pior ataque foi o do Liechtenstein, que só festejou uma vez. Perto, ficaram Malta, Gibraltar, Letónia, Kosovo, com apenas 3. San Marino só marcou 2, tal como Andorra.

Se a Alemanha alcançou 10 vitórias, Portugal, Suíça, Bélgica e Espanha não ficaram muito atrás, somando 9. Inglaterra e Polónia venceram 8 vezes. No que toca a empates, a vitória vai para País de Gales e Geórgia, do Grupo D, que empataram cinco vezes, cada uma. Em termos de derrotas, destaque para Gibraltar, San Marino e Liechtenstein que só souberam perder. Malta e Kosovo ficaram-se pelas 9 derrotas.

O melhor marcador foi Lewandowski que marcou 16 dos 28 golos da Polónia. O avançado do Bayern de Munique marcou um golo no 4-2 ao Montenegro. Cristiano Ronaldo (15) e Lukaku (11) foram os senhores que se seguiram. Joshua Kimmich destacou-se a oferecer golos, fazendo 9 assistências. Curiosamente, os mesmos números foram verificados no apuramento na zona asiátia. Ahmed Khalil (EAU) marcou 16 vezes, Mohammad Al Sahlawi (Arábia Saudita), 15 e Tim Cahill (Austrália), 11.

Ficam estas curiosidades, antes de pensarmos a cem por cento no jogo com o Oleiros, o San Marino da Taça de Portugal. 

História

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O Futbol Club Barcelona foi fundado em 1899 por um grupo de suíços, ingleses e catalães liderados por Joan Gamper. Seis anos antes tinha nascido o Fussball Club Basel, do qual Gamper foi futebolista e capitão. Quando chegou a altura de criar um clube na Catalunha, Gamper escolheu para o Barcelona as cores do seu anterior clube. 

 

Confronto de escolas

O embate de hoje à noite colocará frente a frente duas das melhores escolas de futebol do mundo. Ideal seria ter também o Ajax no grupo para se ver o que melhor se faz em termos de formação, na Europa. De um lado, a Academia de Alcochete (irmã mais nova e vistosa das escolas de formação do Sporting) e de outro, a mítica La Masia. Nos onzes previsíveis, entrarão em campo, pelo Sporting, três homens – Patrício, William e Gelson – formados na Academia e seis – Piqué, Alba, Busquets, Iniesta, Messi e Deulofeu- formados em Barcelona. No plantel do Sporting moram um total de oito futebolistas formadas nas escolas do clube. Igual número de meninos da La Masia integra o plantel do Barça.

Claro que ao longo da história dos dois clubes há diferenças gigantescas. A partir dos anos 90, o Sporting tornou-se incapaz de segurar os seus craques, à falta de capacidade económica e sobretudo de não jogar numa das ligas de topo do futebol europeu. Seria impensável manter nos quadros homens como Ronaldo, Figo, Nani, Moutinho, Simão ou Quaresma, mesmo que alguns tenham acabado por fazer carreira em Portugal, pelos rivais. Já o Barcelona não tem grandes problemas em manter Messi, Iniesta e outros craques, vendendo apenas quem quer (salvo raras exceções). Esta situação confortável permite que os miúdos formados na academia local cresçam com os ensinamentos do bom futebol e que o possam aplicar de imediato, assim que chegam à equipa principal.

Mas, se pensarmos no panorama do futebol nas últimas duas décadas, o Sporting formou os bolas de ouro Ronaldo e Figo, para além de monstros como Futre e outros já citados. O Barcelona acabou de formar Messi e deu ao mundo a fabulosa dupla Xavi-Iniesta. Não me parece que percamos com a comparação.

No que toca a negócios entre os dois clubes, o Sporting foi vendendo, nos últimos anos jogadores ao Barcelona. Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma saíram para Camp Nou. Percurso inverso fizeram homens como Rochemback, Jeffren e já este ano, Mathieu.

Devido ao seu belo trabalho nas camadas jovens, ambas as equipas municiam as suas seleções. Piqué, Xavi e Iniesta foram chave das conquistas espanholas em 2010 e 2012, como Patrício, Fonte, William, Ronaldo ou Nani o foram no Euro 2016.

Há algumas semelhanças entre os dois gigantes mas bem sabemos que o poderio económico do Barcelona e a inclusão numa das mais poderosas ligas do mundo fazem a balança pender para o Barça. O que não nos impede de sonhar com um bom resultado e com golos que podem ter sido aprendidos em qualquer escola do mundo.

Olhar para a frente

O Sporting empatou e está a dois pontos do líder. Preferia, claro, uma vitória em Moreira de Cónegos mas parece-me que estamos longe de estar em crise. Temos seis vitórias e um empate na liga portuguesa. E não deixemos que comecem a crucificar jogadores nossos. Alan Ruiz é o mesmo do ano passado: muita técnica mas pouca velocidade. Dará jeito nuns jogos mas com Fernandes e Doumbia em forma, dificilmente será titular. O que não quer dizer que não venha a ser útil. Concentremo-nos agora na série que temos pela frente: Barcelona, FC Porto e Juventus. Bem sabemos que nos tentarão derrotar mesmo antes de entrar em campo (curiosa entrevista de um ex-jogador de um rival hoje). Bem sabemos que será difícil somar três vitórias nestes jogos. Mas temos a obrigação de nos concentrar e tentar o melhor resultado possível. Já não somos aquela equipa frágil que foi goleada pelo Bayern. Faremos esta semana um bom jogo e entraremos em campo com garra. Não prometo uma vitória ou sequer um empate. Poucas são as equipas que não perdem com o Barcelona e não há tática que resista a Messi mas temos que dar uma boa réplica. Dias depois temos que tentar tudo para vencer o FC Porto e chegar ao primeiro lugar. Pelo cinismo, é a Juventus a equipa que mais “medo” me mete. Mas acredito que também nesse jogo tudo faremos para vencer.

Parabéns, Jardel

Num negócio fantástico que levou Mbo Mpenza, Robert Spehar e Pavel Horvath para Istambul acompanhados de 5 milhões de euros, Mário Jardel deixou o Galatasary e chegou ao Sporting, um ano depois de deixar o Porto. Já sabe o que por cá fez. Em 2001/2002 fez 41 jogos e marcou 55 golos. Com a ajuda de João Pinto, Marius Niculae, Ricardo Sá Pinto ou Hugo Viana, foi campeão nacional. A época seguinte não correu bem. Ainda marcou 12 vezes, somando 67 tentos em 62 partidas mas entre vícios e o suposto interesse de clubes de ligas mais fortes, acabou por deixar o Sporting. Arrastou-se por Bolton, Ancona, N.O. Boys, Goiás, Beira-Mar, Criciúma e outros clubes mais mas nunca voltou a ser goleador. Na memória ficará para sempre a sua temporada perfeita pelo Sporting, a melhor da sua carreira, onde até teve tempo para ser um sucesso também no marketing com a campanha “Será do Guaraná?”. Hoje ainda luta com os seus demónios mas está no bom caminho. Completa 44 anos. Parabéns Super-Mário!

Sem derrotas antes de tempo

O Sporting não parte derrotado para a Liga dos Campeões. Pode ter uma história curta na prova e ter pela frente dois “gigantes” mas não entrará em campo para fazer figura de corpo presente e dar alegrias a adeptos de Barcelona e Juventus. O Sporting, como mostrou no ano passado, sabe jogar futebol, de qualidade e de coragem. E, se no ano passado lhe faltou experiência para aguentar o resultado no Bernabéu, por exemplo, este ano conta com Mathieu, Coentrão ou Doumbia, homens mais experientes na prova. Quero com isto dizer que de certeza que vamos passar aos oitavos? Nada disso. Afirmo apenas que o Sporting entrará com garra e com vontade de honrar a camisola. Em termos realistas, somos favoritos ao terceiro posto. O Olympiacos domina a liga grega mas essa é uma liga mais fraca do que a portuguesa. No mínimo, conto com seis pontos, 3 milhões de euros e bilhete para a Liga Europa. Quanto aos outros quatros jogos, ao contrário do que se vai dizendo e escrevendo, o Sporting não entra derrotada e muito menos entra goleado. Que role a bola. 

Umaro

Bruno de Carvalho disse ontem que, por 25 milhões, nem Umaro Baldé (e não Romário Baldé como a A Bola Online escreveu, mais um novo Eusébio que acabou na liga polaca) vendia ao West Ham, quanto mais William Carvalho. Para aqueles que, como eu, até ontem não tinham ouvido falar de Umaro, posso dizer que tem metro e meio de talento, é um avançado móvel e nasceu há 18 anos. Começou no Odivelas, passou por vários escalões de formação do Sporting e esteve emprestado na época passada aos júniores do Sacavenense. Umaro alinhou pelas palavras do presidente

A figura da semana é Manuel Gaspar

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Nem Bruno, nem William, nem Adrien. O nome em destaque na semana sportinguista é Manuel Gaspar. O adolescente, guarda-redes da equipa de andebol do Sporting, foi a maior figura do Sporting 30 - Fafe 17, jogo inaugural do Pavilhão João Rocha, jogo que tive a honra de assistir ao vivo. Gaspar defendeu quase tudo o que havia para defender, incluindo vários livres de sete metros e perto do fim, até marcou um golo, de baliza a baliza. Foi uma festa bonita, com a direção e as figuras de destaque das modalidades que vão usar o pavilhão, a marcarem presença. Com casa quase cheia, foi Tiago Rocha a estrear as redes da nova casa. Vimos a taça de campeão da época passada e assistimos a uma grande exibição, num recinto lindíssimo e cheio de sócios e adeptos entusiastas e a cantar a plenos pulmões. Isto é que é o Sporting e, para mim, as figuras serão sempre os melhores de cada modalidade.

Ponck

Rui Santos deu ontem conta da ameaça do empresário Paulo Teixeira de trazer a público um caso envolvendo o central Carlos Ponck, com ligação ao Benfica. Pelo que se dá a entender, o jogador não poderia ser utilizado nem este, nem no ano passado. Ano passado, no qual um golo seu eliminou o Sporting da Taça de Portugal. 

Todos ao Pavilhão!

A 6 de agosto de 2003, aproveitei a folga num emprego de verão para deixar Cercal do Alentejo e rumar a Lisboa para a inauguração do novíssimo Estádio de Alvalade. Tive a honra de ser um dos que esteve lá e de ver o improvável Luís Filipe a marcar o primeiro golo de sempre no recinto. Foi com grande felicidade que me levantei no dia seguinte às 7 da manhã para fazer a viagem de regresso. Hoje, 14 anos depois, estarei de novo a assistir a um histórico momento. O primeiro jogo oficial do Pavilhão João Rocha, num Sporting-Fafe, em andebol. A viagem de regresso a casa será bem mais curta mas a felicidade será a mesma. Lá para as 22h00 de hoje, ter-se-há cumprido um sonho. 

Adrien

A primeira imagem que tenho de Adrien Silva é vê-lo a marcar um grande golo ao Hertha de Berlim, num jogo a contar para a Liga Europa. Usava a camisola 6 e fez um disparo do “meio da rua” que deu a vitória por 1-0. Estávamos em outubro de 2009/2010 e o médio tinha 21 anos. Vem isto a propósito do adeus do até aqui capitão. A FIFA ainda não confirmou mas o Sporting não o inscreveu na Liga dos Campeões e Adrien, no limite, treinará com o Leicester até janeiro.  

Nascido em França, filho de mãe francesa e pai português, Adrien começou a jogar nas camadas jovens do Bordéus. Uma oferta de trabalho irrecusável fez a família Silva mudar-se para Arcos de Valdevez. Adrien começou a jogar no Paçô, quando ainda mal falava português e aos 13 anos começou a sua história de 15 no Sporting. Fez mais de 230 partidas pelo Sporting e só “quebrou a sua ligação” para fazer oito jogos pelo Maccabi Haifa (foi campeão) e época e meia na Académica (venceu uma Taça ao Sporting). Leva a mágoa de não ter sido campeão em Portugal mas venceu duas Taças de Portugal e três Supertaças e ajudou a conquistar o Euro 2016 ao lado de amigos de sempre da Academia do Sporting como Patrício, Cédric, William ou João Mário.

Em agosto de 2016, prestou declarações a O Jogo manifestando vontade de sair. A escolha do meio, do timing e da mensagem, tão pública, não caiu bem mas acabou por ficar e pela sua qualidade e profissionalismo, voltou a ganhar o respeito dos sportinguistas. Hoje todos lhe desejaram sorte. Vai para um clube que viveu recentemente um conto de fadas mas que não estará à altura da sua qualidade, mas uma vez estando na Premier, já se sabe que dinheiro não é problema se Chelsea, City, United ou Liverpool olharem para ele. Boa sorte capitão!

O mercado nunca mais acaba

A dúvida que está na cabeça dos sportinguistas é se William e Adrien ainda vestirão de verde e branco a 1 de setembro. Não que a equipa não tenha funcionado sem eles. Este ano, ao contrário dos últimos, há quem os renda. Mas Battaglia nunca será um William e Fernandes, atrás de Dost, tem rendido mais. Mas perder dois jogadores desta qualidade, de uma assentada, será sempre um duro golpe.

Estou em crer que William sai e Adrien fica. William, três anos mais jovem do que Adrien, deve ir para França. O Mónaco é campeão, fez boa figura na Champions e depois de tantas vendas milionárias está a comprar. Depois de Jovetic ou Keita Baldé, William pode ser o senhor que segue. E pagar 35 milhões a pronto não é coisa que preocupe os monegascos que, aposto, o vendem daqui a um ano, com lucro. Battaglia está a fazer bom início de época mas é necessário ir ao mercado contratar um substituto. E o tempo urge. Walace (Hamburgo) foi um nome falado e seria uma bela contratação. Petrovic está melhor mas nunca será um craque e Palhinha precisa é de sair para jogar com regularidade. A saída de William e o encaixe respetivo permitiriam ir às compras e ficar ainda com um bom troco. Acredito que Jesus ainda pense num central mais experiente do que Tobias (ainda por cima Pinto anda com queda para as lesões) e sabe-se que pensa numa opção de ataque. Gabriel Barbosa era boa opção, apesar da tenra idade. Melhor ainda seria um “clone” de Dost, para abrir aquelas chatas defesas de equipas portuguesas mais pequenas. Veremos o que tem Jesus em mente e o que se consegue fazer até amanhã.

Já Adrien acredito que fique. Primeiro, penso que quererá jogar numa equipa de nomeada e não troca o Sporting por um WBA. Em segundo, e esta será a principal razão, o mercado não parece estar disposto a dar 30 milhões por um jogador que nunca (passou uns meses em Israel) deixou Portugal. Mesmo que conte com a vitória num Campeonato da Europa e inúmeros jogos nas competições europeias.

Casos espinhosos são Douglas, Schelotto, Marvin (pode ir para o Watford), Heldon e sobretudo Bryan. Douglas tem ordenado altíssimo e não parece estar muito interessado em baixa-lo; Schelotto não quer ir para um clube qualquer e já terá recusado o Alavés e Bryan quer manter-se na Europa. Teremos uma miniequipa de luxo a treinar à parte na Academia enquanto lhe pagamos vários milhões por mês?

Por fim, há jovens como Tobias, Palhinha e Dala que precisam de jogar e deveriam ser emprestados. 

O Steaua europeu

Jorge Jesus elogiou o Steaua na semana passada e lembrou o seu passado nas provas da UEFA. Se hoje em dia considero que o Sporting é muito superior e só uma péssima exibição o tirará da Champions League, não nos fica mal recordar a história europeia dos romenos.

Em 1986, o Steaua, que tinha no meio campo um médio experiente de 33 anos chamado Boloni, derrotou o Barcelona, em Sevilha, e venceu a Liga dos Campeões. Na equipa do Barcelona a estrela maior era o alemão Schuster, estando por lá, ainda o escocês Archibald e os espanhóis Migueli, Marcos ou Carrasco. A decisão foi feita nos penáltis com oito jogadores (incluído Boloni) a falharem e só Lacatus e Balint a marcarem. O Steaua contava com nomes como Piturca ou Balan, para além dos já referidos. Algumas semanas depois, já com Hagi e Stoica a titulares, a “vítima” foi o gigante soviético Dínamo de Kiev, comandados pelo mítico Lobanovsky e com Oleg Blokhin no ataque. Em pouco tempo, o Steaua criava um nome europeu para si. Hagi, Petrescu (brilhou no Chelsea) ou Lacatus (passou por Oviedo e Fiorentina) foram lançados para carreiras de sucesso.

Os gigantes romenos contam ainda com 26 ligas internas e 22 taças. São uma equipa com grande história, adeptos entusiasmados e joga num bonito estádio. Damos-lhe vários méritos mas continuamos a achar que temos tudo para seguir em frente e que o 0-0 em Alvalade foi apenas um acidente de percurso.

{ Blog fundado em 2012. }

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