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És a nossa Fé!

Salvou-se o resultado, porque a exibição...

Que saudades devem ter sentido ontem os adeptos do clube rival das arbitragens de outros tempos. Tivesse o derby sido apitado por um Calabote, Inácio de Almeida, Coroado com mais ou menos azia ou mesmo por João Capela e teríamos saído da Luz com uma goleada das antigas. Mas felizmente os tempos mudaram e o árbitro Hugo Miguel teve uma excelente actuação num jogo que não foi fácil, bem pelo contrário. Apenas alguém cego pela clubite, ou então extremamente necessitado de agradar à entidade patronal, como António Rola foi capaz na BTV de afirmar que o árbitro não assinalou fora de jogo na jogada que precede o golo do Sporting, porque não quis. Sabe qualquer pessoa minimamente atenta às questões de arbitragem, que o VAR não dispõe das linhas no fora-de-jogo. E sabe-o bem António Rola, a não ser que além de fanático também seja incompetente, o que também nem seria assim tanto para estranhar.

Quanto aos restantes lances polémicos, apesar de bem terem tentado todos os ângulos possíveis, com e sem zoom, em nenhum é visível para lá de qualquer dúvida, ter existido mão na bola, à excepção do lance entre William e Jimenez, mas neste caso a mão é precedida de falta do mexicano. Até que Battaglia cometeu uma infantilidade, penalizando gravemente o clube, cometendo uma falta indiscutível que o árbitro assinalou.

O jogo poderia ter tido outro resultado se Gelson não tivesse desperdiçado uma oportunidade soberana à beira do intervalo. Mas em abono da verdade há que reconhecer que o Sporting não jogou nada. Uma vez mais o mestre da táctica teve medo, recuou, acabando o jogo encostado à sua baliza até sofrer golo nos últimos minutos. Já vimos este filme várias vezes este ano. Assim não vamos a parte alguma. Bem sei que é fácil falar de táctica depois dos jogos, mas para mim é incompreensível ver Rui Vitória arriscar e J.J. deixar no banco Doumbia e Podence, jogadores talhados para o contra-ataque. Para mais quando o Sporting do meio-campo para a frente foi Bruno Fernandes, Gelson e pouco mais. Bas Dost esforçou-se mas sempre marcado de perto não rematou à baliza. Acuña esforçado, mas abaixo do habitual, Battaglia e William passaram ao lado do jogo. Piccini e Coates provocaram vários calafrios, na defesa Mathieu e Coentrão foram os únicos em bom plano. Em jeito de conclusão direi que foi um jogo que o Sporting até poderia ter ganho, apesar de tudo ter feito para perder…

Haja bom senso

Não gosto de ver relações profissionais terminarem nos Tribunais. Nem o valor em causa é tão elevado ao ponto de justificar a não existência de acordo entre as partes envolvidas. Aqui chegados mais vale pagar de uma vez e enterrar o assunto. Já no caso Doyen a litigância desnecessária acabou por sair cara ao nosso Sporting. Rasgar contratos, não cumprir acordos está no ADN de outros emblemas, não do nosso que sempre foi diferente. Costumo dizer que ser do Sporting está para além de mera fé clubística, também é uma forma de estar na vida. Viva o Sporting.

{ Blog fundado em 2012. }

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