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És a nossa Fé!

Dichotes

Bruno de Carvalho continua a utilizar a sua página de facebook para, quando assim o entende, perorar sobre casos, aspectos, factos, que directa ou indirectamente o envolvam como presidente do Sporting.

Se por um lado tem todo o direito de o fazer, os ataques têm sido ao longo destes anos do mais baixo e soez que pode existir, tem também que saber que a tentativa de minorar, menosprezar alguém que o atacou, não deve, aliás não pode nunca, ser com textos que ofendam outros, onde estão claro incluídos Sportinguistas.

Se somos um clube diferente, e somo-lo de facto, temos que o demonstrar de forma quotidiana. Não basta afirmá-lo.

A inclusão de tiradas grosseiras se devidamente contextualizadas até podem ser aceites, dichotes machistas e misóginos estão sempre, mas sempre, contextualizados ou não, fora daquilo que um presidente de uma instituição como a nossa deve proferir.

Espero sinceramente a devida retractação às palavras infelizes que escreveu na sua página.

A mudança que não virá

Parece que ontem, logo pela manhã, depois de cortesmente alguém ter avisado a comunicação social, a PJ deslocou-se, em grande número, às instalações do Benfica.  Supomos que esta deslocação está relacionada com a divulgação de uns e-mails no Porto canal e que de forma generalista, a comunicação social, principalmente a dita especialista em desporto, ignorou durante todo este tempo, a bem do futebol, claro.

Que há situações no futebol em Portugal que no mínimo são pouco claras e nos levam a pensar que há de facto acções de intervenientes directos, que podem alterar ou condicionar resultados, é evidente para todos. Mas estes todos, nós todos, não chegamos para que algo possa ser mudado. Pede-se à justiça, que é apenas neste caso uma espécie de conceito vago, constituída por órgãos a que pertencem pessoas, algumas ou mesmo todas que também pertencem ao "nós todos", que actue com rapidez e, lá está, que faça justiça, que consiga provar algo que é denunciado e que condene quem o fez ou faz, permitindo que a verdade desportiva, outro conceito tão vago como a própria justiça, seja reposta. O histórico sobre casos semelhantes e a história nunca se repete, mas tem constantes, diz-nos que daqui nada vai resultar. Iremos ter uma investigação morosa, repleta de procedimentos, questões jurídicas elaboradas ao pormenor, recursos e contra recursos, escritórios de advogados que entre eles decidirão os tempos perfeitos para que o resultado seja o esperado, ou seja, nada. 

Todos os intervenientes directos e aqui estão incluídos os dirigentes do clube em questão, os dirigentes da FPF, da Liga, dos diversos conselhos, os representantes dos árbitros, os diversos sindicatos, ou associações dos homens do apito, estarão todos do mesmo lado da barricada. E não, não será o lado da verdade ou do cumprimento da lei. Estarão, orgulhosos, na trincheira funda e imunda onde vive o futebol português. Tudo farão, e recursos financeiros não lhes faltam, para que se mantenha o status quo. As mudanças, como em tudo na vida, requerem coragem, precisam de pessoas, que mesmo sabendo que um passo em frente na direcção contrária à habitual, poderá ditar o fim da sua descansada e folgada vida, poderá originar um novo paradigma. E desses temos poucos.

Como diria o outro, é a vida.

Ver e ter medo de apitar

A decisão ontem conhecida do conselho de disciplina em não castigar Eliseu adequa-se. Foi esta época disponibilizada mais uma ferramenta para auxiliar a equipa de arbitragem a tomar as melhores decisões em casos específicos. Assim, como as imagens plenamente demonstram, Eliseu teve uma entrada violenta sobre um jogador do Belenenses. Tanto o árbitro principal, junto do lance, como o árbitro que analisava as imagens da inequívoca agressão, decidiram que naquele caso nada de anormal se havia passado. Aliás, a jogada prosseguiu com um lançamento lateral a favor do Benfica. Este caso onde uma tão evidente agressão é branqueada por uma equipa de 5 juízes prova de forma clara que há árbitros em Portugal que se sentem condicionados em tomar decisões que penalizem o Benfica. É incompreensível para todos que aquela entrada não fosse de imediato sancionada, seja pelo árbitro principal, fosse com intervenção do árbitro que tinha acesso às imagens das diversas câmaras. Os detractores do VAR, curiosamente na sua maioria adeptos e dirigentes do Benfica, exultam com esta decisão, não vendo o óbvio: Não foi o sistema do vídeo-árbitro, que eles tanto contestam e abominam, que falhou. Quem falhou de forma escandalosa foi quem estava a analisar as imagens e quem no campo não foi capaz de “ver” aquela agressão. Este condicionalismo em decidir contra o Benfica, que afecta a grande maioria dos juízes no activo, vai esta época, com a ajuda do VAR, ser ainda mais evidente. E o problema, um de muitos, do futebol português está aqui, nesta vantagem significativa que aquele clube tem em relação a todos os outros.

Vasco Santos, o árbitro que esteve em Vila do Conde a analisar as imagens em directo, foi um dos árbitros referidos nos e-mails divulgados.

Tiros nos pés

Início de época e conseguimos fazer manchetes de jornais com acusações e peixeiradas entre um antigo funcionário e o presidente.

Será que algum dia vamos aprender? Será que algum dia o presidente Bruno de Carvalho vai conseguir perceber que o mais importante é mesmo o clube, não as tricas laterais que só servem para os nossos adversários continuarem a fazer o que bem lhes apetece?

Esperava que fosse esta época que entrássemos definitivamente no caminho certo, mas a entrevista de ontem diz-me que não. Vai ser mais do mesmo, o Sporting a dar tiros nos pés e os adversários a sorrir, nem precisam de fazer nada, nós tratamos de tudo.

Os impunes

O blog “oficioso” do Benfica decretou ontem, depois de aturada “investigação” (hehehe, peço desculpa), que nada de nadinha vai acontecer ao Benfica, nem na justiça desportiva (hehehe, peço desculpa outra vez) nem na civil. O blog onde os adversários são insultados diariamente, com toda a espécie de adjectivos, onde todos os comentadores e autores são anónimos, é onde se pratica a forma mais ignóbil da cartilha: Lançam umas postas de pescada muito indignadas, para inglês ver, e com isso pretendem afirmar a sua independência em relação à actual direcção. Têm sempre muitos exclusivos, a piada que isto tem, usam e abusam de interjeições exclamativas, que de forma natural são muito bem aceites por quem os lê. A adoração de que são alvo nas imundas caixas de comentários, onde a boçalidade domina, revela a cepa da maioria dos adeptos daquele clube. Mas o mais curioso, ou não, ou não, é que um dos vários “anónimos” que escrevinha naquela imundice, que passa por ser um, senão o maior, analista técnico-desportivo, deste triste panorama em Portugal, escreve, orgulhoso, que nada vai acontecer ao Benfica porque… bem, porque a justiça desportiva acabou de decretar a absolvição do Porto e seus dirigentes, no famoso processo do Apito Dourado. Uma verdadeira pescadinha de rabo na boca, os que no passado tanto criticavam, e bem, a forma como o Porto conseguiu a maioria dos seus títulos, agora que pelos mesmos processos, senão piores, também ganham, servem-se de uma absolvição, um mero acto administrativo, depois da justiça civil já há muito ter decretado como ilegais as escutas onde se baseava toda a acusação, para justificar os seus próprios actos e poder afirmar que nada lhes acontecerá.

Dúvidas houvesse, que não há, este Benfica é de facto o herdeiro natural do Porto dos anos 90 e 00. Limpinho, limpinho.

Apito dourado, alguém se lembra?

Retomámos relações institucionais com os dirigentes do Porto que, convém lembrar, são os mesmos que aqui há uns anos, e não foram tantos assim, só não foram todos presos e irradiados porque houve um juiz que não considerou válidas as escutas que sustinham a acusação. Mas elas existem e provam a cepa de que são feitos os actuais dirigentes do Porto.

Assim mais vale baixar os braços.

Tiros nos pés

São alguns pontos que me estão aqui atravessados e que têm que deixar de estar.

 Vi que o nosso presidente deu uma entrevista ao correio da manhã ou à cmtv. É inacreditável, simplesmente inacreditável que tal aconteça. E não está em causa a altura em que saiu, isso é óbvio, vindo de quem vem, que foi escolhido propositadamente. Um grupo de comunicação social que tanto ataca o Sporting não pode ter o nosso presidente a dar entrevistas, seja sobre o que for. Ah mas era uma questão pessoal, podem argumentar alguns; não não era. Tudo o que seja, hoje, publicado sobre Bruno de Carvalho, diz respeito ao Sporting. Se alguém entrevistar BdC a querer saber qual o seu modo predilecto de dar um passo, quando contorna a esquina do corredor que liga a sala à cozinha, essa entrevista é, enquanto BdC for o nosso presidente, sobre o Sporting. Se entrevistarem BdC sobre qualquer assunto o tema é sempre o mesmo, o Sporting, e assim será enquanto BdC for presidente do nosso Sporting. Não se percebe que isto não seja claro como água.

Fiquei também a saber que BdC escolheu o dia de fundação do clube para celebrar o seu casamento. Não o devia fazer, enquanto for presidente do nosso clube. O presidente do clube, por uma questão de princípio de separação, não pode envolver uma data com tal simbolismo e torna-la também uma data sua, enquanto é presidente do nosso Sporting, durante o ano temos mais 364 dias à escolha.

Comunicação: um desastre total. Ou BdC percebe de vez que o presidente de uma instituição como o Sporting não pode, não deve nunca, responder a tudo e a todos sobre todos os assuntos ou vamos continuar a ser atacados por todos os lados. Mas atacam-nos, sobre nós inventam e mentem descaradamente. É verdade e felizmente nos dias de hoje já temos canais próprios para poder desmentir todas as falsidades. Temos, o clube, não o presidente. Há o canal de televisão, as contas oficiais do clube nas redes sociais, há o nosso jornal. Meios não faltam, têm é que ser usados de forma correcta e coerente. Mas não têm o alcance de uma televisão generalista, argumentam; têm o alcance que nós lhes dermos. Se o canal para veicular informação for escolhido por nós, os OCS querendo ou não, é aí que têm que ir buscar a informação desejada.

Treinador Jorge Jesus; um treinador deve ter um raio de acção alargado, deve ter uma palavra muito importante na escolha do plantel, nas decisões de jogadores a contratar, mas também deve saber em que clube está. Isto não é igual ao outro lado da 2ª circular. O Sporting, felizmente, não é o clube do regime, do novo e do antigo, somos um clube independente e somos sérios e leais na disputa com os nossos adversários. Prezamos muito a nossa formação, não somos novos-ricos que inventam pseudo laboratórios e se apregoam os fundadores de algo que nós já fazemos há décadas. A nossa formação não serve para fazer rodopiar dinheiro por paraísos fiscais. Queremos que cheguem à equipa principal e que joguem. Não é fácil, mas para isso é que contratámos o melhor treinador português e um dos melhores do mundo.

Uma palavra final aos jogadores: Se não compreendem o alcance das redes sociais nos dias de hoje, não as usem ou peçam ajuda no clube para as compreender. E joguem mas é à bola.

 

Quem quiser estar no Sporting, pertencer ao maior clube de Portugal, tem que saber que somos de facto um clube diferente.

 

Espelho meu, espelho meu haverá alguém mais sujo que eu?

A direcção do Benfica decidiu usar o jogo de Portugal contra a Hungria para condicionar ainda mais o árbitro, e a sua escolha, para o clássico a disputar no mesmo estádio e que, embora não decisivo, será importante para o desfecho da liga.

Começou pela recusa em se fazer representar na gala promovida pela federação, onde foram distinguidos alguns jogadores pelo seu desempenho na selecção e no sábado, dia do jogo contra a Hungria, energúmenos pertencentes a claques não legalizadas, mas muito bem organizadas, a insultar e a agredir ou a tentar, é a mesma coisa, adeptos e dirigentes de clubes adversários. O objectivo é óbvio: pressionar a federação de todas as maneiras possíveis, condicionar todos os envolvidos, para que o colinho continue até Maio e que possa celebrar, finalmente e ao fim de mais de 100 anos de história, o seu primeiro tetra. Só assim poderão, pensam, esconder o descalabro da actual gestão, das vendas e compras por valores inexplicáveis, comissões estrambólicas que esvaziam os cofres, estranhos acordos com clubes desconhecidos por onde circulam jogadores comprados, que por vezes nem à bola sabem jogar. Se até Janeiro/Fevereiro tudo estava sob controlo, arbitragens amigas, jogos calmos e descansados, adversários anestesiados, com dirigentes sem espinha e inteiramente dedicados à causa encarnada, jornalistas afectos ao clube, prontos a utilizar a sua posição para orientar a opinião generalizada, com direcções de jornais empenhados em tudo fazer para levar o Benfica tranquilamente ao tetra, inenarráveis programas diários sobre futebol com paineleiros que inventam, condicionam, mentem, traçam estratégias conjuntas, sempre com o mesmo guião. A comiseração capciosa é o prato diário destes supostos independentes paineleiros, prontos para todo o serviço. Os actuais dirigentes na sua finita sabedoria julgaram que chegava controlar a opinião publicada. Esqueceram-se, por talvez ser essa a sua escola e a ela não quererem ser equiparados, da forma como actua a velha guarda, que trouxe até hoje a podridão que é o futebol português. Num último estertor os antigos régulos tentam suster o poder que ainda julgam deter, confiando que um campeonato ganho lhes devolva o poder que há muito só eles ainda acreditam que possuem.

É isto o futebol português, temos uma selva onde tudo é permitido. Infelizmente temos na comunidade de jornalistas “desportivos” quem pertença a esta selva e que nela se enxurda com prazer. Os outros jornalistas olham para este mundo, e porventura bem, optam por desviar o olhar e ignorar o mais que evidente lodaçal. A horda de apoiantes exulta. Hoje no fórum da TSF lá estavam eles exaltados com todas as injustiças que lhes fazem. A eles o maior clube do mundo e arredores “não somos 6 milhões, se contarem bem somos no mínimo 7.5 milhões.” Depois desta desliguei e lá ficaram eles a chafurdar.  

De quem gostam os nossos adversários

Se alguma dúvida houvesse, ontem ficou totalmente esclarecida. Madeira Rodrigues é o candidato do sistema, é o candidato apoiado pelos nossos adversários, apoiado pelos jornais desportivos que estão completamente instalados no sistema que ainda vigora no desporto luso. Não é pela pessoa em si, tanto lhes faz saber quem é ou o que quer Madeira Rodrigues. A única certeza destes tão catitas apoiantes é apenas a possibilidade de afastar Bruno de Carvalho e que possa voltar a paz podre de que tanto gostam.

E pelos vistos Madeira Rodrigues vive bem com estes apoios.

Há uns anos, seguramente mais de 30, um jovem católico praticante descobriu, por mero acaso, que o padre da sua paróquia mantinha um relacionamento com uma devota paroquiana. Irado e chocado, deslocou-se à sede de bispado e conseguiu chegar à fala com o Bispo. Este, depois de o ouvir durante largos minutos, de forma paternalista colocou-lhe a mão pelo ombro e explicou-lhe, pela sua experiência e sapiência das coisas terrenas da vida, que quando descobrimos um bocado de lixo que ficou por despejar no caixote, devemos de forma rápida levantar o tapete e empurra-lo nessa direcção. Tudo fica limpo, as visitas não se apercebem e todos vivem felizes.

Todos os nossos adversários olham para Madeira Rodrigues e vêem um óptimo tapete.

Sportinguistas de Aljezur

Realiza-se dia 11 de Fevereiro, um sábado, um grande almoço de confraternização verde e branco em Aljezur.

Todos os Sportinguistas que queiram participar têm à disposição o contacto que aqui partilho.

Um dos objectivos deste encontro é a fundação do Núcleo do Sporting em Aljezur.

Algarvios da zona, aproveitem e façam parte da história do nosso clube, ajudando a fundar mais um núcleo, o nono na zona do Algarve, engrandecendo desta forma o nosso clube.

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Tratar da vidinha

Não que fosse difícil, não o era claramente, mas acertei na data da “entrevista” que Luís Filipe Vieira concedeu ao jornal A Bola. Uma amena cavaqueira, onde logo no começo o senhor que faz as perguntas avisa, com recato mas também com indisfarçável orgulho, que as seguintes 7 páginas nos trazem a já tradicional entrevista ao presidente do Benfica de início de ano. Avisa-nos deste modo que estamos perante um serviço que lá pela travessa da queimada julgam ser imprescindível aos seus leitores. A conversa de café discorre leve e serena, com o senhor Delgado talvez embevecido com as prontas e desenvoltas respostas de LFV às suas inoportunas questões, não consegue contraditar o entrevistado com questões absurdas e que pouco interesse teriam para os dedicados e fies leitores. No cenário idílico e prazenteiro, sinónimo de excelentes festividades naturais desta época, tivemos acesso a um diálogo entre alguém que não tem coragem nem ordem para importunar gente crescida e gente crescida com respostas para não ser incomodado. Com direito a várias fotos de estadista, naturalmente sobressai uma foto central onde acidentalmente aparece o patrocinador das camisolas do clube, A Bola resolve auxiliar ainda mais este patrocinador com uma legenda gorda com alusão a viagens aéreas de sonhos (ainda, presumimos, restos da quadra festiva). Com souplesse passa por cima de assuntos vários que poderiam trazer questões delicadas associadas, mas que raio, estamos numa conversa de café, com sonhos a levantarem voo, não havia claro qualquer necessidade de ali introduzir questões que pudessem manchar a dignidade do jornal. Assim ficamos todos a saber que por opção do presidente do Benfica o famoso kit que é oferecido a todos os árbitros que, sortudos, vão à luz participar na festa, já não possuem um jantarinho para 4-pessoas-4, em doses individuais. O maroto do garoto impede assim a magnanimidade do líder encarnado, por que a cortesia era simplesmente isso, uma cortesia de centenas de euros. Vai também haver um hotel do Benfica (como já li no twitter, sem elevador, para os convidados serem levados ao colinho). De resto temos os lugares comuns de serem superiores a todos, humildes e trabalhadores. De não agitarem nem maldizerem o futebol luso, como o garoto, porque não devemos chafurdar na lama pois inadvertidamente podemos estar a impedir negócios multimilionários que se perspectivam para o novo ano que agora começa. Amiúde o senhor que coloca as questões fala de saídas de alguns jogadores, questões essas prontamente respondidas com ar, mas ar do aceitável, daquele que não permite contraditório. São deste modo preenchidas 7 páginas da edição de hoje d`A Bola. No fim o senhor que coloca as questões, rendido ao esplendor que ilumina o líder que tem na sua frente, poisa a pena e exulta com a cabeça entre as orelhas; entrevista difícil mas perfeita, o objectivo foi cumprido, aprende Diamantino.

Os herdeiros do Porto

Assistimos ontem no pré fabricado à confirmação, se tal fosse necessário, do estado de podridão do futebol português. Hoje pela noite e durante o resto da semana, vamos assistir ao tradicional branqueamento de tudo o que se passou naquela hora e meia. Há em Portugal uma equipa que não necessita sequer de se preocupar com algum dia que não lhe corra bem. Temos uma equipa que, ao contrário das outras, apenas tem que colocar onze jogadores em campo e tranquilamente aguardar pela vitória. Não tem que se preocupar com tácticas, com treinos nem com o adversário. Há sempre uma mão que a embala e guia à vitória. A situação absurda já é tão aceite que já temos pseudo jornalistas que sem vergonha qualquer, questionam o nosso treinador se o mesmo acha que a não marcação de dois evidentes penaltis que ficaram por assinalar, tiveram influência no resultado. O controlo que existe por parte de um clube abrange todas as áreas que possam por em causa a sua supremacia sobre os demais. Depois da limpeza dentro das quatro linhas trata-se de arredar durante a semana seguinte qualquer hipótese de discussão séria sobre o assunto. Todos os comentadores afectos ao nosso rival utilizam a mesma táctica que tem resultado; usam a sua estupidez e falta de bom senso como argumento. Como afirmou ontem o seu treinador a única coisa que de ontem interessa reter é a vitória, tudo o resto para nada interessa. Está dito e será a cartilha seguida pelos nomeados para representar o clube nos intermináveis programas dedicados à bola. Virá mais tarde arrepender-se o árbitro dos erros casuais e não premeditados. A tradição manda aguardar uns tempos, o suficiente para que não seja necessário ter qualquer vergonha na cara. Nesta semana iremos ter editoriais dos pasquins habituais sobre o subaproveitamento do Sporting nas oportunidades criadas. Irão esquecer a maleita do anti-jogo que tanto os preocupou na semana passada. É passado e é assunto que agora não interessa abordar. O porto encontrou definitivamente um sucessor na forma de ganhar campeonatos. Aqueles que tanto se insurgiam do outro lado da 2ª circular irão desta vez calar-se. Ganhar por qualquer meio é agora o que defendem.

Como utilizar um miúdo 15 anos e achar que se fez tudo bem.

Inqualificável o que o jornal Record fez ontem. Dois jornalistas deste diário desportivo, armados em pides,  tratam de vigiar a conta no twitter de um miúdo de 15 anos, apenas e só porque o mesmo é filho do presidente  do conselho de arbitragem. Este miúdo, ter sempre isto presente, falamos de um miúdo, ingressou na academia do Sporting na presente época. Na altura a máquina de propaganda benfiquista logo tratou de aproveitar este facto para atacar Fontelas, usando sem qualquer pudor um miúdo de 15 anos. Ontem dois jornalistas do Record inquiriam o miúdo e rejubilavam por terem descoberto um tweet deste miúdo (não paro de o repetir) onde o mesmo utiliza a já gasta e completamente em desuso expressão “ver a luz a arder”. Um dos jornalistas fez questão de se vangloriar de ter efectuado um print do tweet “Então pois. Já ando nisto há muitos anos” disse em resposta ao colega que lhe pediu “print nisso”. Poucos minutos depois estava plasmado no record Online e a máquina de propaganda benfiquista fez o resto. De salientar que no twitter pouca expressão teve, antes dos próprios jornalistas o difundirem.

É este o estado de podridão em que vivemos no desporto. Jornalistas, pessoas adultas, a devassarem completamente a vida de um miúdo, a transcreverem tweets de um menor de idade sem qualquer pejo, sem qualquer ideia do que deve ser o respeito pelos outros. Há que deitar achas, muitas achas para incendiar o ambiente em semana de derby. Depois, claro, culpam-se os adeptos, as claques violentas e os dirigentes desportivos.

Procura-se espinha

A Rádio Renascença, emissora com largos anos e católica qb, há uns tempos a esta parte tem dedicado especial atenção em deturpar e enviesar todos os factos noticiosos que de alguma forma incluam o Sporting. São já célebres as famosas "entrevistas" ao presidente do ACP quando surge um resultado menos positivo da equipa de futebol, é certinho. O mister do café documentou muito bem esta situação.

Ontem a SAD do Sporting informou os resultados do primeiro trimestre desta temporada. Foi o melhor resultado de sempre da SAD leonina, expectável depois das vendas de Slimani e João Mário. (as tais vendas que segundo blogs benfiquistas, como este, não iriam representar qualquer entrada de dinheiro nos cofres do Sporting - bomba!).

A foto do post foi a escolhida pela RR para ilustrar esta notícia. Todos temos a certeza que foi uma escolha inocente, aleatória e até calhando foi algum estagiário que, lamentavelmente, cometeu um erro de principiante.

A seriedade está pela hora da morte.

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Habituem-se

O delírio dos benfiquistas com os não tão recentes episódios dos arruaceiros de Arouca, filho e pai, é de família já se percebeu, reforça a tese mais que provada do verdadeiro exército, uns avençados outros aspirantes a isso, que domina grande parte das redacções dos diversos OCS. Agarram-se a uma mentira para atingir mais uma vez o presidente do Sporting. O medo é tal que tudo serve para tentar afastar Bruno de Carvalho do futebol português. Já perceberam que tal não acontecerá e por isso, por serem na sua maioria asnos, insistem na forma de o combater. Vale tudo. Mentiras, utilização de assuntos da sua vida privada, factos nunca provados mas repetidos ad nauseaum para tentar achincalhar, denegrir e destruir BdC. São os mesmos hipócritas que quando andávamos pelos sétimos lugares da vida pediam, alguns até ganiam, um Sporting forte, um Sporting que honrasse a sua história. Os mesmos que quando o Sporting voltou a lutar, com armas desiguais é certo, pelos títulos das provas onde participa, olharam para baixo e sem estarem preparados viram que lhes tremiam as pernas raquíticas. A forma de combate, a este nosso Sporting renascido, foi a única que gente reles e deseducada sabe: Inventar factos, propagar mentiras, utilizar a vida pessoal dos outros. Sempre com a desculpa esfarrapada de um suposto interesse público. São covardes e como um bom covarde pensa, esperam sempre estar protegidos por um poder que julgam que só a eles lhes pertence.

Que não ia ser fácil já o sabíamos, mas que gente séria, que há nos nossos adversários, acompanhe estes escroques foi e é uma surpresa.

Sempre a aprender.

A fábrica das mentiras

Já repararam com toda a certeza que desde o início da época existe uma cadência de "notícias", nitidamente plantadas, sobre o contínuo interesse de diversos clubes europeus, normalmente os chamados colossos, sobre alguns jogadores do Benfica. A avidez de os colocar sob os holofotes é tanta, finanças a isso obrigam, que se prestam ao ridículo ao indicarem que atrás de um miúdo de 17 anos, que por manifesta necessidade, por não ter quaisquer outras alternativas, Rui Vitória teve que lançar por breves minutos, andam esses tais colossos interessados.

Mas atentem na forma ignóbil como se processa e fabrica uma notícia deste tipo; Nas capas dos desportivos lisboetas fez manchete que Pep Guardiola se tinha deslocado ao estádio da luz para observar Grimaldo, seu antigo jogador no Barcelona. Estas capas surgiram depois de José Marinho, um jornalista português e acérrimo defensor do Benfica, ter na sua página do facebook, aberta a todos e de fácil consulta, deixado "cair" essa novidade. Logo depois os desportivos, sem sequer confirmar, tomaram um simples post de um ferrenho adepto do Benfica como credível e deram a dimensão, que o próprio José Marinho queria, a uma putativa presença de Pep Guardiola na Luz. Hoje as notícias correm rápido e esta notícia é desmentida, podem ler aqui

O objectivo inicial foi alcançado, para a história fica que Guardiola quer levar mais uma pérola da formação do Benfica (sim, ele não foi formado no seixal, mas claro que no fim é isso que os benfiquistas vão afirmar, tal como o fazem com Semedo, Éderson, André Gomes, Oblak).

Esta rede nos diversos órgãos de comunicação social é o que permite ao Benfica e aos seus actuais dirigentes passar incólumes a todos os escândalos da sua gestão. Ninguém lhes pergunta pelos estranhos e pouco transparentes negócios que envolvem a "venda" de jogadores, nenhum jornalista questiona que raio estava a fazer Luís Filipe Vieira no estádio de um desconhecido clube da segunda divisão inglesa usando o seu, desse clube, traje oficial. Nenhum jornalista lhe pergunta porque raio manteve um treinador durante 6 (seis) longas épocas e só depois de ele sair é que verificou que não era o treinador indicado para um projecto a longo prazo (bastava uma questão: o que significa para si um projecto a longo prazo no futebol?). Nenhum jornalista, tenho a certeza, o vai importunar sobre afinal que valores é que o Bayern pagou ou não pelo passe de Renato Sanches, o Artista do Dia levanta aqui a lebre.

Hoje o Benfica e a sua actual direcção estão numa redoma, protegidos por jornalistas coniventes com tudo o que se passa ali. Empolam miúdos, fazendo deles uns pseudo craques e que depois acabam perdidos em divisões secundárias, são tratados como lixo portanto. Ninguém quer saber. Como disseram alguns jornalistas questionados no estrangeiro sobre os negócios pouco claros entre benfica/Valência/Atlético /Jorge Mendes: É pá não nos compliquem a vida.

São assim os jornalistas desportivos de hoje; sempre de boina na mão, curvados e com a cabeça bem enfiada nas orelhas, deles. E quando os lemos e ouvimos a destilar um ódio primário contra Bruno de Carvalho percebemos que o nosso presidente os assusta de facto. A recuperação, financeira e desportiva, que trouxe ao Sporting em apenas três anos, deixou-os muito apreensivos. Estavam convictos que o Sporting jamais se reergueria. 

É lidar meus senhores, é lidar.

Para os distraídos da vida

Gelson Martins não nasceu na última quarta-feira no estádio do Real Madrid. Quem acompanha o Sporting, já desde a época passada que vê ali ao vivo mais uma pérola da nossa formação. A juntar a muitas outras. O facto de Gelson, mesmo jogando de forma contínua desde a época passada, marcando golos e fazendo assistências não aparecer nas capas dos desportivos e não ser chamado à selecção, são questões que devem ser levantadas aos respectivos responsáveis. Se em Portugal o jornalismo dito desportivo se rege por encomendas e ordens recebidas, ignorando a verdadeira noticia e dando parangonas a pseudo projectos que poucos meses depois estão colocados em equipas irrelevantes de escalões secundários, isso deve de facto ser questionado. Se as convocatórias para a principal selecção de futebol são na sua maioria fretes que se fazem a “empresários” (já nem falo na vergonha escandalosa que são as convocatórias para as selecções jovens) utilizando a selecção para promover negócios e ao mesmo tempo fazendo tudo para desestabilizar jogadores do clube que luta contra todo este lodo, isso deve de facto ser questionado.

Agora não fiquem assim de boca aberta por causa do Gelson. Já cá anda desde o ano passado a brilhar.

Teoria da comunicação

O ano passado o clube do pré-fabricado, completamente enfurecido com a contratação pelo Sporting de Jorge Jesus, inventou uma mal amanhada história sobre mensagens enviadas pelo nosso treinador a jogadores desse tal clube. Rapidamente desmontada, os lampiões lá meteram o rabo entre as pernas e fizeram-se à vida.

Este ano voltaram à carga usando agora a figura do e-mail. 

Para o ano qual será a forma de comunicação escolhida para inventar factos?

Aceitam-se apostas.

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