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És a nossa Fé!

Um passo atrás para dar dois à frente

"O FC Porto foi melhor na primeira parte porque o João Palhinha não levou o guião certo para se poder enquadrar com o que estava a acontecer. Perdeu-se durante meia-hora e isso foi fatal para nós. Ao intervalo recompusemos a estrutura em função do que queríamos, anulámos o FC Porto a nível ofensivo e marcámos um golo (...) O Matheus já tinha sido lançado num jogo contra o FC Porto. Tinha o Joel e o Bruno lesionados e não tinha muitas soluções para o lugar. É um jovem e lembro que hoje jogámos com seis da formação, 10 nos 20 convocados. Isto paga-se. Como o caso do Palhinha. Estamos a dar um passo atrás para dar dois à frente."

 

Jesus culpa Palhinha pela derrota. Jesus não é líder. Jesus culpa jogador da formação. Jesus não assume erros. Jesus peca. Jesus falha. Jesus 6,7, 20 milhões época. Jesus devia ser substituído por treinador argentino. Jesus devia dar a cara. Jesus é o diabo. Diabo é Jesus. Judas do Jesus. Jesus na cruz, já!

E agora tiramos o som - risos - e ficamos a olhar, mas sem som. Pão vai-se tendo, e o circo está montado. Os flautistas vão tocando, enfeitiçando-nos com a melodia. E seguimos sem ver para onde nos querem levar e como nos querem levar. Destino: enfraquecer Bruno de Carvalho, despedir Jesus e voltar ao "Croquetismo sportinguista" - Benfica e Porto voltam a mandar no futebol, e os outros tipos voltam a mandar o Sporting para sétimo lugar, ou pior, para a inexistência.

Tenho para mim não fazer eco das palavras dos pasquins desportivos. Tanto é o veneno que sai daquelas folhas que ao simples lamber do dedo, para virar a página, saímos contaminados - julgando-nos mortos. E este é um exemplo. Quem quer perceber, percebe. Quem não quer, continue a esfregar as mãos à espera do carrasco que nos vai levar de vez. O projecto em curso tem de ir avante, se sonhamos nos tempos próximos dominar - com transparência, verdade, e mérito desportivo - o futebol nacional.

E para isso os jogadores da formação não podem ser endeuzados, ao ponto de não poderem ser alvo de críticas do treinador. Têm de ser responsabilizados, quando falham com culpa, para aprenderem com os seus erros. Foi o caso de hoje, nos dois golos. Durante trinta minutos Palhinha encenou a peça errada. Porque assim que afinou, demos um banho de táctica e de futebol jogado. E embora não tenha sido suficiente para trazer os três pontos, uma certeza trouxemos: temos futuro!

Agora não o deitem a perder.

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