24 Out 16

O resultado esteve longe de ser positivo. Mas houve dois leitores do És a Nossa Fé que acertaram no desfecho do Sporting-Tondela: David e Leão de Tondela. Merecem parabéns pelos palpites. Só espero que na próxima jornada haja mais apostas certas, não por um empate mas por uma vitória.


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22 Out 16
Reprise
Edmundo Gonçalves

E as vezes que eu já vi este filme em Alvalade?...


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Sete pontos perdidos nos últimos quatro desafios. Três pontos menos do que tínhamos à oitava jornada na Liga 2015/16. E manteve-se a má tradição: claudicamos numa partida do campeonato após uma jornada europeia.

Foi um Sporting apático e tristonho que se apresentou hoje em Alvalade frente a um Tondela que soube defender-se bem e atrever-se em diversos contra-ataques. Perante um adversário organizado pedia-se mais dinâmica de jogo à equipa da casa, mas isso não sucedeu. Faltou qualidade no transporte de bola, faltou acutilância nos últimos metros do terreno e faltou empenho de vários jogadores. Incluindo alegados reforços que ainda não demonstraram ser mais-valias. Excepção para Joel Campbell, que hoje foi o último suplente utilizado e o único a conseguir marcar, mesmo à beira do apito final.

Também faltou Adrien, que continua lesionado: sem ele, este Sporting vale muito menos. Oxalá Gelson Martins não se lesione: o jovem extremo leonino voltou a ser o melhor em campo. Que diferença em relação a vários dos seus companheiros...

 

............................................................................

 

RUI PATRÍCIO (5). Viu-se forçado a estar sempre atento. Saiu mais de uma vez da grande área, em defesas de emergência. O golo, aos 74', apanhou-o mal posicionado na baliza. Acontece.

SCHELOTTO (6). Fez bom uso da velocidade. Nem sempre cruzou bem, mas nunca desistiu. Vistosas tabelinhas com Gelson Martins. Dois centros seus levavam selo de golo, aos 21' (Bas Dost falhou) e aos 45' (Bryan Ruiz desperdiçou).

COATES (6). Sólido e autoritário nas operações de comando defensivo, evidenciando inegável domínio técnico. Adiantou-se bastante no terreno, puxando a equipa para a frente. Tentou marcar de cabeça, após um canto, aos 86'.

RÚBEN SEMEDO (5). Revelou dificuldades em travar os contra-ataques velozes do Tondela. Venceu a maioria dos confrontos individuais, mas sem a tranquilidade já demonstrada noutras partidas.

MARVIN (3). Um atraso mal medido aos 15' provocou canto. Revelou as dificuldades habituais na manobra atacante da sua ala. Também com evidentes falhas defensivas, uma das quais originou o golo do Tondela. Saiu logo a seguir.

WILLIAM CARVALHO (6). Sem Adrien, vê-se forçado a gerir uma zona muito mais ampla do terreno. Ainda assim, fez os melhores passes em profundidade. Um deles, já no último minuto do encontro, esteve na origem do golo do empate.

ELIAS (2). Incapaz de acelerar o jogo, incapaz de fazer um passe longo, incapaz de segurar jogo a meio-campo e de distribuir a bola com critério. Não merecia ter jogado a titular, de tão frouxo se mostrou. Jesus tirou-o ao intervalo.

GELSON MARTINS (7).  Aos 4' emitiu o primeiro sinal de perigo, rematando com força ao poste. Muito marcado, viu-se forçado a jogar mais no eixo. Nunca desistiu de virar o resultado. Foi dele a assistência para o golo de Campbell.

BRYAN RUIZ (4).  Uma sombra do que foi na época passada. Parece entrar em campo já fatigado, sem chama, sem ânimo. Falhou o golo da praxe, de frente para a baliza, após centro milimétrico de Schelotto.

ANDRÉ (3). Jesus apostou desta vez nele a titular, confiando-lhe a posição de segundo avançado. Em vão. O brasileiro nunca se entendeu com Bas Dost, incapaz de servir o holandês. Mal se deu por ele em campo. Saiu aos 61'.

BAS DOST (5). Jogou mais recuado do que devia. Tentou muito, foi buscar jogo atrás, correu várias vezes até à ala em busca da bola, mas desta vez sem resultado. Grande passe para Gelson logo aos 4'. Remate por cima aos 21'.

BRUNO CÉSAR (5).  Saltou do banco na segunda parte, rendendo Elias. Sem brilhantismo e desta vez com pouca eficácia, mas revelando mais intensidade e muito mais entrega ao jogo do que o brasileiro.

CASTAIGNOS (4). Substituiu André aos 61', muito incentivado pelo público nesta estreia oficial pelo Sporting. Nos primeiros minutos andou perdido na frente de ataque. O melhor que fez foi uma boa jogada aos 89'. Espera-se mais.

CAMPBELL (6). Segundo golo pelo Sporting. Este foi crucial: valeu um ponto. Em campo desde o minuto 75, deu profundidade e qualidade ofensiva à equipa e mostrou que também sabe defender. Marcou ao cair do pano (96').


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Não gostei

 

Do empate sofrido em casa. Primeiros pontos perdidos em Alvalade neste campeonato - contra o Tondela, por 1-1. Uma equipa que já nos tinha imposto um empate caseiro, por 2-2, na época anterior.

 

Da atitude da equipa. Muita posse de bola (71% ao longo do encontro), muitas tabelinhas, muita lateralização, mas pouca progressão. Velocidade moderada, incapacidade quase total de progressão com eficácia no último terço do terreno. É nestes jogos, com esta atitude frouxa, que os campeonatos se perdem.

 

De Elias. A imagem personificada do desleixo e da apatia da equipa. Sem velocidade, sem capacidade de pressionar, sem conseguir fazer um passe em profundidade, o brasileiro volta a confirmar - pela segunda vez em Alvalade, com presidentes e treinadores diferentes - que não tem categoria para vestir a camisola do Sporting.

 

De André. Jogou pela primeira vez a titular, mas foi de uma ineficácia impressionante. Destacou-se apenas pela quantidade de vezes que caiu para o chão, pedindo faltas. Nada a ver com o espírito leonino. Nada a ver com o espírito de uma equipa que sonha com a conquista do campeonato.

 

De Marvin. Mais uma exibição confrangedora do lateral holandês. Num recuo para Rui Patrício, atirou a bola para além da linha de fundo, provocando um canto. No golo do Tondela, aos 74', deixou Murillo correr sem a menor oposição pela sua ala. Jesus deu-lhe imediata ordem de saída. Já foi tarde.

 

Da insistência de Jorge Jesus em manter Bruno César no banco. O brasileiro, entrando logo a abrir a segunda parte, foi o primeiro a sacudir o jogo, conferindo mais intensidade e agressividade à equipa. Bem melhor do que Elias, que alinhou a titular.

 

Da nossa incapacidade para causar perigo a partir de bolas paradas. Um livre lateral, apontado por Bryan Ruiz, chegou a transformar-se num passe ao guarda-redes. Com delicadeza, não fossem as mãos de Cláudio Ramos ficar a arder.

 

Da ausência de Adrien. A prolongada lesão do nosso capitão faz baixar muito o ritmo e a intensidade da equipa.

 

De mais um golo sofrido. E vão dez à oitava jornada.

 

De mais dois pontos perdidos. Ainda podia ter sido pior: estivemos a segundos de perder outro. Nos últimos quatro jogos, deixámos fugir sete. E há um ano tínhamos mais três.

 

 

Gostei

 

De Gelson Martins. Claramente o melhor em campo, novamente o mais destacado jogador do Sporting - deixando a larga distância quase todos os companheiros. Destacou-se logo ao minuto 4, rematando ao poste após uma brilhante incursão pela ala direita. E foi dele a assistência para o golo de Campbell, no minuto final. Fez tudo para merecer a vitória.

 

De Coates. Grande exibição do internacional uruguaio, que não se limitou a defender com solidez e precisão: conduziu vários lances de ataque, com a bola bem dominada, suscitando justos aplausos das bancadas. Tentou o golo na sequência de um canto, aos 86', mas o cabeceamento saiu por cima da baliza.

 

Da estreia de Castaignos. Finalmente o reforço holandês foi lançado por Jesus. Iam já decorridos 61 minutos, mas ainda houve tempo para ver um ou outro pormenor positivo deste avançado. De qualquer modo, ainda é cedo para tirar conclusões.

 

De Campbell. Vinte minutos em campo, a sua melhor exibição até agora com a camisola verde e branca. Exibição saldada com o golo do empate, numa jogada bem urdida que começou com um passe longo de William, prosseguiu com uma boa recepção de cabeça de Coates a servir Gelson e com este a colocar a bola na grande área - assistência que foi quase meio golo. O internacional costarriquenho evitou o mal maior em Alvalade.

 

Da apresentação de Nelson Évora como novo atleta do Sporting. O campeão olímpico de triplo salto, reforço do atletismo leonino, foi apresentado de verde e branco ao intervalo, recebendo merecida ovação. Tal como sucedeu ao brasileiro André Cruz, um dos heróis da nossa campanha de 2001/2002 que hoje esteve presente em Alvalade.


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Mete o Nelson Évoraaa!
Paula Caeiro Varela

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20 Out 16

O Sporting-Tondela joga-se este sábado, a  partir das 18.15, com arbitragem de Rui Costa.

Quais são os vossos prognósticos para este jogo?


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14 Mar 16
Está tudo dito
Francisco Chaveiro Reis

 

O presidente do Tondela confessa ser benfiquista. Quererá portanto o Benfica campeão. Será que teve direito a um visita ao Museu e a levar a sua equipa a ir treinar ao Seixal?

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18 Jan 16
Homenagem
Pedro Correia

Tem-se falado no modo como os jogadores do Tondela se "transcenderam" na partida de Alvalade. É um facto - e devemos saudá-lo. Defrontar adversários que se agigantam nos jogos connosco é a maior homenagem involuntária que essas equipas e esses clubes prestam afinal à grandeza do Sporting.

Há que reconhecer isso.


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Desta vez ninguém acertou. Convenhamos que não era fácil prever o empate do Tondela em Alvalade. Mas fica a minha previsão: na próxima semana regressarão os palpites certeiros. Faço votos nesse sentido.


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16 Jan 16
Tocar a reunir
Luciano Amaral

Sim, a arbitragem foi uma palhaçada - tão palhaçada que o homem, perdido na sua má-fé, quase marcou um penálti a nosso favor que não era. Mas, mesmo contra a palhaçada, conseguimos pôr-nos a ganhar. A partir desse momento, mesmo só com dez e mesmo com mais duas ou três oportunidades (Bryan, Gelson, Slimani), o Tondela nunca por nunca podia marcar o segundo golo. Que sirva para toda a gente perceber que, daqui até ao fim, não pode haver falhas de concentração. Jesus, isto não é o Benfica, em que o tapete está estendidinho desde o início (será hoje que têm um penálti marcado contra eles? Será hoje que, finalmente, é expulso pelo menos um dos vários karatecas que por lá distribuem sarrafada com alegria?). Aqui, as vitórias saem mesmo do pêlo.


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Estamos na frente
Edmundo Gonçalves

Continuamos na frente e em bom rigor, se os nossos mais directos adversários vencerem nesta jornada, ficaremos virtualmente com mais três pontos.

Confesso que (deixando de lado a esperança que nunca abandona nenhum sportinguista) excede as minhas previsões, nesta altura estarmos na frente, isolados.

Porque, apesar de bastante potenciados os jogadores, a equipa não é perfeita. Há lacunas visíveis que certamente não sou só eu a ver ( treinador e direcção já se terão apercebido disso certamente ), que nos têm provocado alguns dissabores, felizmente poucos. Eu sei que custa perder pontos contra os últimos, se custa! Ainda estou com uma telha que nem posso... Mas realisticamente, e como perder pontos é uma inevitabilidade, que os percamos com estas equipas. Um campeonato vale tanto ganho em igualdade pontual, como com vinte pontos de avanço e como estas equipas pequenas nunca chegarão ao topo da tabela, com quem temos que desempatar é com o Porto e com o Benfica e por enquanto, com estes, estamos "à melhor". Em caso de empate com qualquer deles, as vitórias sobre ambos desempatam a nosso favor. Sim, faltam 16 jogos, muito ponto para disputar, mas este lugar ninguém nos tira, por agora!

Voltando à equipa, e rejeitando desde já a piada fácil que na hora da derrota (empate) é fácil bater no ceguinho, é visível a falta de jeito para defender dos nossos laterais, principalmente Jefferson. Ontem voltou a ser uma nulidade e culpado no segundo golo; Ontem nem os seus centros que costumam dar golos, funcionaram. Depois Ewerton: Que dizer de um central que anda a passo, não faz um passe de jeito e que cada vez que a bola vai na sua direcção toda a equipa treme? Ontem Naldo teve que jogar por dois e se ele tem sido bastante competente com Paulo Oliveira, sem dúvida o ás de trunfo desta defesa, não lhe podemos exigir que trabalhe por ele e pelo colega do lado e a causa do penalti (inexistente!) é precisamente um desposicionamento de ambos (independentemente da falta cometida sobre Jefferson lá mais atrás, que o árbitro(?) não assinalou), "ajudados" por William, que espero muito sinceramente volte rapidamente a jogar, que não estou a gostar nada desta sua ausência.

Erros todos cometemos, sendo que a consequência deles tem a importância que cada actividade representa e numa indústria que não deveria ser mais que um mero jogo de futebol, "erros" clamorosos como ontem o senhor de amarelo cometeu, que até pareciam propositados (eu disse pareciam, senhor árbitro, ok?), podem pôr em causa toda a actividade de uma colectividade que prima pelo rigor em todos os aspectos do jogo e principalmente fora dele.

Diz por aí o sr. Twitter, Mr. Burns para quem o conhece bem, que pressionámos um árbitro auxiliar. Ó artolas, em alvalade ainda não batemos nos gajos, como acontece no teu alguidar, minha besta! E se alguns deles mereciam um belo par de estalos nas fuças, a começar por este de ontem!... O que te rói, minha minhoca, é que com toda a ajuda de que tens sido alvo, nem assim consegues estar na frente. Sim, eu sei que andas a fazer por isso, o que me leva a perguntar-te, nas trombas: Duplicaste a encomenda das caixas douradas, agora também as ofereces àquela malta toda que apita os rivais?

Hoje há Assembleia Geral. Como foi sugerido por um comentador deste blogue, não há quem se chegue à frente e ponha um belo par de patins ao Vítor Pereira e proponha a sua expulsão de sócio? Não deve ser difícil fundamentar a proposta.

Para terminar: Vai uma aposta que a nota deste árbitro(?) não vai ser divulgada? E se o for, terá nota positiva? Benditas caixas douradas...


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O campo inclinado
Edmundo Gonçalves

A gente não jogou grande coisa, mas isso fica para outro post, já a seguir.

O tipo do apito cedo mostrou ao que vinha. Assinalava falta todas as vezes que a sombra de um dos nossos tocava num dos de Tondela e o contrário, viste-las. À boa maneira petitiana, foi canela até ao pescoço e o "incompetente" (eu queria chamar-lhe outra coisa, mas não vá ele passar por aqui e espetar-me com um processo em cima, chamo-lhe incompetente, que é a minha opinião, assim a modos que) deixou andar.

Quero chamar a atenção para o facto de o lance do penalti inexistente ( foi ali mesmo à minha frente e eu vi que o Patrício toca primeiro na bola e é o avançado que, em desiquilíbrio choca com ele) ter sido iniciado com uma falta sobre Jefferson, que o "incompetente" resolveu deixar passar, como deixou dezenas delas.

Uma dica: O tipo viu bem que o penalti que assinalou a favor dos nossos, não foi (eu também vi e fiquei estupefacto quando o vi assinalar a marca de penalti), só o marcou porque quis compensar, porque viu ao intervalo que tinha sido demasiado evidente o seu "erro". Não contou com a nega do auxiliar, que foi o menos mau dos três...

Em suma, confesso que já não tenho memória de ver o campo tão inclinado a favor do adversário como hoje.

Vamo-nos preparando para mais "incompetentes", que isto não vai ficar por aqui.

 

Já agora, como adenda e roubado a "T9":

 


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Desculpa lá ó Jesus
Edmundo Gonçalves

Mas hoje os dois pontos perdidos também têm o teu cunho.

Das duas, uma: a ganhar por 2-1, tinhas duas hipóteses, ou os mandavas para a frente à procura do terceiro, ou, com dez, metias de imediato o Paulo Oliveira ( ou o Aquilani ), que era o que querias fazer e já foste tarde, acabando por sofrer o empate.

Não deslustra jogar para o resultado. Que te sirva de exemplo.

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15 Jan 16

Não gostei

 

De empatar em casa. Ainda por cima com o Tondela, último classificado no campeonato.

 

Da nossa primeira parte. Pálida exibição do Sporting - uma das mais fracas de toda a temporada. Pecámos por lentidão, displicência, alguma sobranceria própria de quem presumia serem favas contadas. Sem uma oportunidade clara de golo. Chegámos ao intervalo a perder 0-1.

 

Da expulsão de Rui Patrício. Forçadíssima, tanto mais que o jogador do Tondela ia já em evidente desequilíbrio quando ocorre o contacto físico com o nosso guarda-redes. Esta decisão do árbitro Luís Ferreira levou-nos a actuar só com dez jogadores durante mais de uma hora.

 

De William Carvalho. Voltou a falhar passes e a pecar por lentidão. Saiu ao intervalo.

 

De Ewerton. Regressou após lesão. Pareceu nervoso e desconcentrado.

 

Do espaço que oferecemos ao Tondela atrás da nossa linha defensiva. A equipa beirã teve autênticas avenidas ao seu dispor. Numa dessas ocasiões, já quase no fim do encontro, aproveitou para empatar a partida.

 

Da ausência de Paulo Oliveira. Hoje ficou provado, sem a menor dúvida, que o internacional português é um pilar fundamental da nossa equipa. Com ele ausente, tudo corre menos bem.

 

Da substituição feita a dois minutos do fim. Jorge Jesus fez entrar Carlos Mané - após longa ausência - já no tempo extra da segunda parte, como se quisesse segurar o resultado. Ninguém percebeu.

 

 

Gostei

 

De meia hora na segunda parte leonina. A jogarmos com menos um, tivemos uma alucinante sucessão de lances de ataque, em pressão alta, que nos valeram dois golos. Faltou mais um.

 

De Gelson Martins. Substituiu William após o intervalo e a sua entrada em campo fez toda a diferença. Imprimiu velocidade, consistência e qualidade à nossa equipa, baralhando por completo as marcações do Tondela. E teve uma rara felicidade, mais do que merecida: aos 60' coube-lhe apontar o nosso segundo golo. O golo cinco mil do Sporting em toda a história do campeonato nacional de futebol.

 

De Slimani. Voltou a marcar, pelo quarto jogo consecutivo e pela 14ª vez neste campeonato. Culminando a mais bela jogada do desafio - excelente trabalho de equipa iniciado com uma recuperação de bola por Naldo e prosseguido por Gelson, que desmarcou Adrien, que serviu João Mário, que fez a assistência ao argelino quando iam decorridos 54'. Brilhante.

 

De Bryan Ruiz. Uma vez mais, grandes apontamentos técnicos do avançado da Costa Rica. Que esteve quase a marcar, aos 56', já com o guarda-redes adversário batido. Valeu ao Tondela o desvio de cabeça feito in extremis por um defesa.

 

Do ruidoso apoio nas bancadas à nossa equipa.  Mais de 36 mil espectadores em Alvalade. Nem o facto de o jogo ser contra o último fez esmorecer o interesse dos adeptos.

 

De continuar na liderança. Iniciamos a segunda volta como terminámos a primeira: no comando do campeonato.


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13 Jan 16

É já na sexta-feira, a partir das 20.30, que recebemos o Tondela em Alvalade, no desafio que inaugura a segunda volta da Liga 2015/16.

Quais são as vossas previsões para este jogo, que será arbitrado por Luís Ferreira?


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17 Ago 15

Houve muitos prognósticos. Mas nenhum deles acertou na vitória do Sporting sobre o Tondela por 2-1.

Esperemos que na próxima jornada a pontaria seja mais certeira.


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15 Ago 15

É importante começarmos o campeonato a ganhar: concretizámos este objectivo derrotando o recém-promovido Tondela por 2-1 no estádio municipal de Aveiro. Já com o pensamento na próxima pré-eliminatória para a Champions frente ao CSKA.

Pormenor importante: terminámos este desafio com sete jogadores portugueses.

O melhor em campo, para mim, foi Carrillo.

 

..........................................................................

 

RUI PATRÍCIO (6). Tranquilo. Fez a primeira defesa (fácil) só aos 44'. Sofreu um golo ilegal, de bola parada, aos 58'. Golo que o árbitro Carlos Xistra nunca devia ter validado.

JOÃO PEREIRA (6). Combativo. Foi ganhando confiança e progredindo no terreno com raça e garra, alargando a nossa frente de ataque, até o fôlego começar a escassear. Falta-lhe centrar melhor.

PAULO OLIVEIRA (7). Sólido. Sempre muito concentrado, revela grande visão de jogo. Entrega a bola controlada, conferindo qualidade ao início do processo ofensivo do Sporting. Voltou a acontecer esta noite.

NALDO (7). Pendular. Continua a protagonizar uma parceria eficaz com Paulo Oliveira no eixo da defesa. Atento, interventivo, com boa movimentação no espaço que lhe está confiado.

JEFFERSON (8). Acutilante. Exímio nas movimentações do corredor esquerdo, onde leva sempre sinal de perigo. Os melhores cruzamentos foram dele - um para Slimani, aos 26', justifica destaque. Já combina muito bem com Bryan Ruiz.

ADRIEN (8). Decisivo. O novo capitão do Sporting foi um pilar da equipa como médio defensivo, sempre com grande disciplina táctica: as acções ofensivas começam nos pés dele. Ao cair do pano voltou a demonstrar que não falha um penálti.

JOÃO MÁRIO (7). Incisivo. Fez uma grande primeira parte, culminando no lance do golo inaugural, aos 15'. Bom recuperador de bolas, com notável precisão de passe. Por fadiga, perdeu influência na movimentação da equipa durante a segunda parte.

CARRILLO (8). Virtuoso. Jogou essencialmente no corredor central, onde foi o nosso dianteiro mais influente. Falhou o golo por pouco logo aos 13'. Excelentes remates, bem colocados, aos 17' e 22'. Autor de um disparo aos 63' que quase deu golo.

BRYAN RUI (7). Influente. Recuperou exemplarmente a bola e passou-a muito bem a Teo, aos 10'. Autor da assistência para o golo de João Mário. Demonstrou qualidade de passe e movimentou-se de forma inteligente. Saiu aos 69', quase exausto.

TEO GUTIÉRREZ (6). Irregular. Participou na jogada do nosso primeiro golo. Autor de um excelente passe para Slimani aos 10'. Continua ainda algo preso de movimentos. Saiu aos 73'.

SLIMANI (6). Perdulário. Podia ter marcado aos 10', a passe de Teo: foi o primeiro sinal de perigo na grande área do Tondela. Desperdiçou também boas assistências de Carrillo aos 53' e 56'. Faltou-lhe o que já revelou noutros jogos: boa pontaria.

CARLOS MANÉ (6). Dinâmico. Entrou aos 69', substituindo Bryan Ruiz. Abriu linhas de passe. Boa incursão na área adversária, aos 81', pondo a defesa do Tondela em sentido.

MONTERO (5). Inócuo. Entrou aos 73', para o lugar do compatriota Teo Gutiérrez. Podia ter abanado o jogo, mas não o conseguiu.

GELSON MARTINS (7). Entrou aos 90', rendendo João Mário, ainda a tempo de exibir bons pormenores. Foi influente na viragem do resultado ao ganhar um ressalto, antecipando-se ao defesa, e conseguindo assim uma grande penalidade.


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Chorizo
Luciano Amaral

Como dizem aqui na velha Albion, foi um bocado chorizo. Venham mais!


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14 Ago 15

Gostei

 

Do regresso do campeonato. Estávamos com saudades.

 

De começar a ganhar. Já estamos a  fazer melhor do que há um ano, quando nos estreámos a empatar em Coimbra.

 

Da repetição do onze do Sporting frente ao SLB na Supertaça. Em equipa que ganha não se mexe.

 

Da estreia do Tondela no primeiro escalão do futebol português. Um colectivo esforçado e bem organizado, em representação da Beira Interior. E ainda por cima equipa de verde.

 

Do golo de João Mário, logo ao minuto 15. O primeiro deste campeonato.

 

Da capacidade física da nossa equipa. Fruto de muito trabalho com Jorge Jesus.

 

De Carrillo. Jogou muito e fez jogar. Dominou o corredor ofensivo central. Fez excelentes passes aos colegas nos últimos 30 metros. Foi ele quem começou a desenhar o nosso golo inaugural. O melhor em campo.

 

De Adrien. Decidiu o jogo, no último minuto, marcando uma grande penalidade. Confirma-se: o nosso capitão nunca vacila nos momentos cruciais.

 

De Jefferson. Incansável no corredor esquerdo. É o melhor autor de cruzamentos no futebol português.

 

De Bryan Ruiz. Pela visão de jogo e pela qualidade de passe. O capitão da selecção da Costa Rica é desde já titular indiscutível deste Sporting 2015/16.

 

De ver novamente João Pereira no futebol português. É muito bem-vindo neste regresso à nossa equipa.

 

Da claque leonina no estádio de Aveiro. Até parecia que jogávamos em casa.

 

 

Não gostei

 

Que o Tondela ainda não pudesse jogar no seu estádio nesta estreia na Liga. Esperemos que as obras não durem muito.

 

Do resultado ao intervalo (0-1). Pecou por escasso apesar do indiscutível domínio leonino.

 

Que o Sporting baixasse o ritmo do jogo na segunda parte. Os jogadores já estariam a pensar no próximo desafio com o CSKA?

 

De ver tanto canto desaproveitado. Foram onze a nosso favor. Não serviram de nada.

 

Que tivéssemos desperdiçado várias oportunidades de golo. Em alta competição isto paga-se caro.

 

Que o jogador Luís Alberto tivesse ajeitado a bola com o braço antes de marcar. O golo do Tondela devia ter sido anulado.


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Ganháramos!
Edmundo Gonçalves

Andebol - Mão.

Futebol - Pé.

Apesar daquele pequeno trecho andebolístico, a exibição da primeira parte justificou a diferença.

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Não que não me importe a supertaça quando o Sporting a joga, claro que sim. Mas tudo é assunto nas últimas semanas, e isso já me interessa bem menos.

Logo em Aveiro joga o Sporting, e começar a ganhar é muito mais importante neste momento.    

Bom campeonato a todos, e se puder ser, melhor para nós!


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12 Ago 15

O Sporting vai "apadrinhar" a estreia do simpático Tondela no primeiro escalão do futebol nacional. Será já sexta-feira, a partir das 20.30, no jogo que  inaugura o campeonato 2015/16. A decorrer no estádio municipal de Aveiro, sob arbitragem de Carlos Xistra.

Fica o repto aos leitores e aos meus colegas de blogue: quais são os vossos prognósticos para este desafio?


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