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És a nossa Fé!

Serviços mínimos

Estava eu muito bem a dormitar (o que até nem se compreende porque não estava no meu lugar e não estava feito à cadeira) com a molenguice da partida, quando despertei com um estrondo que o vizinho do lado me disse ter sido uma bomba que o Chuta atirou à barra. Despertou-me um pouco, mas antes do intervalo já tinha semicerrado os olhos mais uma catrefada de vezes.
Lá despertei com os gritos de Ruiiiiiiiiiii algumas vezes e imagino que o nosso Marrazes tenha feito das dele, e com os gritos de goooolooooo, mas quando o speacker disse que quem marcou o primeiro foi o Dost (não era só eu, conclui-se), se não fosse o amigo que estava ao lado gritar ao senhor a avisar que estava enganado, eu contabilizava mais essa para o holandês, tal o estado comatoso a que o jogo me estava a levar.
Despertei quando o árbitro, que devia estar mais ferradinho no sono que eu, não viu um fora de jogo do tamanho da segunda circular e marcou um penalti contra, cometido por um rapazito brasileiro que diz que é nosso e jogador.
E valeu-me a noite! Se o senhor não tem deixado passar em claro aquele off-side, eu não via o melhor que o jogo nos deu, ontem: A soberba defesa de Patrício em mais um penalti.
Depois disso, nem tempo tive para voltar a passar pelas brasas, que o senhor que se estava a preparar para uns seis minutos, pelo menos, de descontos, viu que aquilo já não dava mais nada e resolveu dar por terminada a sessão de sonoterapia.
Sim, depois dormi o resto da noite muito bem, obrigado.

Tudo ao molho e Fé em Deus - Bruno estava no banco

Afinal, Bruno foi para o banco, seguiu o conselho de Jesus e quando entrou desfez a disciplina da defesa famalicence, castigando-a com dois passes açucarados para golo, suspendendo assim as aspirações de uma equipa que não deu o Dito por não dito e nunca desistiu de procurar o golo. 

No calor da noite, Malheiro fez voz, perdão, vista grossa a um penálti sobre Bas Dost e a uma falta sobre Battaglia (para além de um fora-de-jogo não assinalado pelo auxiliar), em lance de onde resultaria uma grande penalidade contra o Sporting, a qual viria a ser marcada por um jogador que na época passada actuava no VARzim. Acontece, errar é humano, mas é por isso que também na Taça daria jeito haver vídeo-árbitro.

O que têm em comum os minutos 1, 34, 57, 67, 72, 83 e 89? São Patrício!!! Com nome de ciclista (e dos bons), o promissor Rui Costa passou-se dos carretos e ainda deve ter a cabeça a andar à roda, dada a forma como o guardião leonino lhe negou o golo - mas também ao Faria, que não fez, e ao Feliz, que não o foi - por diversas vezes. Destaque-se aqui a defesa do penálti após consultoria prestada por Bruno, sempre ele, o Fernandes (quem pensaram que era?). 

Palavras de apreço também para Coates, o nosso Ministro da Defesa, que liderou a invasão às redes adversárias, e para o inevitável Bas, que voltou a "dostar".

Podence, a espaços, Coentrão nos 90 minutos - quebrou-se um mito (espera-se que nada mais...) - e a lesão de Jonathan (mais uma) foram outras notas da noite de Alvalade.

Uma curiosidade final: o Mattheus, mal entrou, deixou a sua marca no jogo ao fazer uma falta com assinatura, um "penaltthy". Á atenção do merchandising do clube, pois assim já ficamos a perceber a utilidade da sua contratação...

famalicao.jpg

 

 

Quente & frio

Gostei muito da exibição de dois dos nossos jogadores esta noite no Sporting-Famalicão, num jogo muito valorizado pela réplica da equipa adversária, que não estacionou nenhum autocarro em Alvalade. Rui Patrício (para mim o melhor em campo) fez duas defesas extraordinárias, impedindo o golo forasteiro aos 58' e aos 73', e defendeu um penálti aos 90': com reflexos apuradíssimos, demonstra cada vez mais ser um dos melhores guarda-redes da Europa. Bruno Fernandes, que esteve no banco até aos 60', foi crucial para dar consistência ofensiva e dinamizar o nosso jogo com assistências para os dois golos do Sporting, ambos marcados de cabeça: o primeiro aos 65' por Coates, o segundo aos 81' pelo inevitável Bas Dost.

 

Gostei de ver Fábio Coentrão regressado à equipa após ter ficado excluído, por lesão, dos jogos contra a Juventus e o Braga: nesta partida fez duas posições - começou como médio ala esquerdo, passando a lateral esquerdo após a lesão de Jonathan - e permaneceu em campo até ao apito final aparentemente sem queixas no plano físico.

 

Gostei pouco que tivéssemos esperado mais de uma hora para ver o Sporting marcar em casa frente a uma equipa da Liga de Honra. Não havia necessidade de tanto sacrifício e tanto sofrimento para atingirmos o nosso objectivo neste jogo: passar aos oitavos de final da Taça de Portugal, mantendo ainda vivas as aspirações de conquista de todos os títulos que disputamos esta época.

 

Não gostei de ver mais um jogador lesionar-se durante a partida. Desta vez aconteceu a Jonathan Silva logo aos 10': o argentino teve de ser substituído por Gelson Martins, que ficara excluído do onze inicial, forçando o recuo de Coentrão para a lateral e condenando ao fracasso a experiência táctica de Jorge Jesus, que lançara o internacional português para uma posição mais adiantada, certamente para evitar que se desgastasse tanto.

 

Não gostei nada das prestações de dois jogadores que não têm categoria para integrar o plantel leonino: Petrovic e Mattheus Oliveira. O sérvio, que alinhou como médio defensivo titular, revelou-se apático, previsível e sem dinâmica: a equipa melhorou muito a partir dos 60', quando o treinador o trocou por Bruno Fernandes. O brasileiro, que entrou aos 86' só para queimar tempo, cometeu um penálti praticamente no primeiro lance em que foi chamado a intervir. Um disparate que quase valeu um golo ao Famalicão: felizmente Rui Patrício estava lá para defender.

Os prognósticos passaram ao lado

Andam pouco imaginativos, os nossos leitores: desafiados por mim a vaticinarem o resultado do Oleiros-Sporting, para a Taça de Portugal, deixaram por cá  vários palpites - mas nenhum coincidente com o desfecho do marcador.

Fechado este breve parêntesis da Taça de Portugal, retomaremos em breve os prognósticos para aquilo que verdadeiramente interessa: o campeonato. Esperando eu, desde já, que a vossa pontaria se torne mais certeira.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

De seguir em frente na Taça de Portugal.  Eliminámos o modesto Oleiros, do Campeonato de Portugal, cumprindo a nossa missão num jogo agradável em que a equipa da casa deu boa réplica. Seguimos para a quarta ronda do segundo mais prestigiado troféu do futebol português. Queremos conquistar a nossa 17.ª Taça.

 

De romper um ciclo de quatro jogos sem ganhar. A vitória foi natural e merecida, além de reconfortante. Era tempo de mudar as coisas.

 

Do comportamento da nossa equipa. Os nossos jogadores entraram em campo com atitude profissional e responsável, sem arrogância nem deslumbramento. Houve concentração e respeito pela equipa adversária, o que é de louvar.

 

Dos quatro golos marcados. Dois de Palhinha, um de Mattheus Oliveira, outro do estreante Rafael Leão. É sempre bom saber que não estamos dependentes do ausente Bas Dost para levar a bola ao fundo da baliza.

 

De Palhinha. Grande exibição do nosso médio defensivo, que se adiantou várias vezes no terreno, em benefício da equipa, sem perder o sentido posicional. Abriu o marcador aos 23', com um remate forte à boca da área, e bisou aos 62', com um espectacular pontapé de moinho, à ponta-de-lança. E cumpriu com rigor a missão defensiva: grande corte aos 50' frente à grande área. O melhor em campo.

 

De Podence. Recuperou da lesão prolongada, regressando em boa forma. Baralhou a defesa contrária com as suas incursões velozes pela ala direita, a partir do flanco. Boa exibição coroada com três assistências para golos, estatística que confirma a sua influência neste jogo.

 

Da aposta de Jorge Jesus numa equipa alternativa. Estes desafios servem para rodar jogadores pouco ou nada utilizados no campeonato, poupando os titulares para outros confrontos. Neste caso o treinador optou por mudar a equipa toda: não alinhou nenhum dos habituais titulares, excepto Jonathan Silva, que tem alternado com Fábio Coentrão. Aposta ganha em termos gerais, com destaque para a entrada de Gelson Dala como titular e para a estreia absoluta dos três suplentes utilizados - Rafael Leão, Jovane Cabal e Demiral - em jogos oficiais pela equipa principal.

 

De Rafael Leão. Entrou aos 71' e daí a um quarto de hora estava a marcar um golo - o seu primeiro pela equipa principal do Sporting e quarto da temporada, pois leva já três golos pela equipa B. Boa estreia do jovem internacional sub-17, que tem apenas 18 anos e um futuro promissor.

 

Da ausência de lesões. Apesar de jogarmos num piso sintético, o que traz riscos acrescidos, os nossos jogadores terminaram a partida ilesos. Ainda bem.

 

Do altruísmo leonino. A parte da receita do jogo que coube ao Sporting foi doada aos Bombeiros Voluntários de Oleiros. Louvável decisão do presidente Bruno de Carvalho.

 

 

Não gostei

 

 

Dos dois golos sofridos. É verdade que levámos a Oleiros um onze alternativo. Mas encaixar dois golos de uma equipa do terceiro escalão do futebol português é algo a roçar o inaceitável.

 

De Iuri Medeiros. Jesus apostou nele como atacante por um dos flancos, dando-lhe relativa liberdade de movimentos. Mas Iuri passou ao lado do jogo. Já ao cair do pano, isolado, permitiu a intervenção do guarda-redes, faltando-lhe o toque de classe para solucionar o lance. Uma vez mais, não soube agarrar a oportunidade.

 

De Bruno César. O brasileiro está irreconhecível nesta época. Para muito pior. Trapalhão, faltoso, complicativo - hoje quase nada lhe saiu bem.

 

De Petrovic. Central improvisado, esteve sempre como peixe fora de água. Levou um cartão amarelo muito cedo, logo aos 15'. Lento, preso de movimentos, falhou a intercepção aos 80' no lance do primeiro golo do Oleiros. Sem espaço neste Sporting 2017/2018.

 

De André Pinto. Irregular, intranquilo, entregou a bola a um adversário quando pretendia conduzi-la pela ala, num lance que poderia ter terminado num golo contra nós. Teve responsabilidade directa no segundo golo da equipa da casa, a escassos momentos do apito final. Decepcionante.

 

Que Gelson Dala ficasse em branco. O jovem angolano que se tem evidenciado na equipa B foi titular, tentou bastante mas não conseguiu marcar. Valeu pelo esforço. Oxalá tenha novas oportunidades em breve para ganhar mais disciplina táctica e sentido posicional. Talento não parece faltar-lhe.

Festa da taça

Ainda bem que Oleiros vai receber o Sporting em casa. Seria inglório que, após tanto investimento feito nos últimos dias pelo Município, os oleirenses não tivessem a oportunidade de ver ao vivo o maior clube desportivo do país.

A magia da taça de Portugal reside na oportunidade de os principais clubes portugueses, sobretudo os grandes, jogarem pelo país fora (um pouco ao estilo do ciclismo). Daí que a Federação, e bem, tenha instituído que nesta primeira fase as equipas da 1ª liga jogam sempre fora. Creio mesmo que esta prática deveria vingar até aos quartos-de-final.

Não obstante reconhecer a oportunidade de encaixe que é receber um grande, fico sempre com pena quando um clube pequeno troca a sua terra e o seu estádio por outro maior, fora da localidade, apenas para fazer mais receita. Quando temos um Vianense a receber o Benfica em Barcelos, ou um Lusitano de Évora a receber o Porto em Lisboa, vemos que a taça de Portugal se vai descaracterizando onde é mais especial. Ainda bem, pois, que o Sporting vai ter mesmo de ir até Oleiros.

À atenção de todos

Para quem espera um jogo fácil na próxima eliminatória da Taça de Portugal, o que vimos hoje em Andorra pode ser um aviso. Um grupo de jogadores tecnicamente muito evoluído viu-se e desejou-se para levar de vencida uma equipa quase exclusivamente constituida por semi-profissionais. E nada teve a ver com a qualidade dos Andorrenhos (que cá foram goleados), teve sim a ver com a dificuldade em jogar num relvado a brincar e com o receio de lesões.

Preparemo-nos, pois, para sofrer em Oleiros.

À atenção também de Jorge Jesus, que deve colocar gente que se adapte facilmente a tal piso.

 

Quanto à selecção, é fazer o que se lhe exige, na quarta-feira: GANHAR!

Títulos são verdes, não prestam?

Um cansaço os feriados e os fins de semana, com o anúncio de mais um título. O ecletismo do nosso clube está bem e recomenda-se. Hoje foi a Taça de Portugal em Ténis de Mesa. Os lampiões estão desde já convidados a denegrir mais este triunfo, uma vez que não vibram nada com as modalidades, como se viu ontem no Hóquei em Patins... eu escrevi há dias, "Queira Deus...". Voltando ao que interessa, a nossa equipa de Ténis de Mesa obteve a dobradinha, ou triplete, consoante a perspetiva. Depois da Supertaça e do Campeonato, a Taça de Portugal.

E, também como já disse, a época desportiva ainda não terminou. A passagem das nossas meninas juniores, no futebol, à final da Taça Nacional promete mais um título, daqueles bem verdinhos. A acontecer, seria uma época de diamante para o nosso futebol feminino pois apenas ganharia tudo o que há para ganhar. E o futsal também promete, com a vitória no 1° jogo da final contra o Braga.

Pelos vistos, como diria a raposa de La Fontaine, os títulos não prestam, são como as uvas: estão verdes! Da Wikipédia a moral desta fábula: "Aqueles que são incapazes de atingir uma meta tendem a depreciá-la, para diminuir o peso de seu insucesso." Podemos dedicar isto a quem?

 

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Estive lá... e no domingo, ao Jamor, quem vai?

Estive lá, e só eu sei o que vivi em emoção. E depois, já muitos escreveram, e bem, sobre o assunto. Sobre andebol estamos conversados. Só ganhamos a Challenge e o campeonato nacional...falta a Taça de Portugal, já neste fim de semana. Mas, e domingo? Quem vai ao Jamor à final da taça de Portugal feminina? Eu vou lá estar. E lanço o repto a todos os sportinguistas para vestirem o Jamor de verde e branco...será um encanto! Aproveito para alargar a reflexão. A desilusão da equipa principal de futebol foi atenuada com sucessivas vitórias em diversas modalidades e escalões. Para se ver a importância que têm estes sucessos desportivos, basta ver o desdém com que os nossos adversários a eles se referem, numa espécie de "dor de corno" que lhes assenta muito bem. Por isso devemos apoiar tudo para ganhar tudo. Nem que seja ao berlinde. Cada êxito duma equipa do Sporting é uma espinha cravada na garganta dos nossos adversários. Efeito duplo: derruba-os e engrandece-nos. E é a partir de cada vitória destas que vamos gerando afirmação, atraindo atenção, criando simpatia, valorizando modalidades e atletas, ganhando poder. E colocamos a fasquia mais alta, tal alta que até pode contagiar aqueles que foram a tal desilusão. Se, no futebol, os nossos leões tivessem jogado com a determinação e o querer das nossas leoas, não estaríamos sujeitos a disputar o acesso à liga dos campeões, e teríamos porventura mais um título de campeões no museu do Sporting. Por isso devemos ir ao Jamor para fazer o que fizemos ontem em Odivelas do primeiro ao último segundo: apoiar incessantemente as nossas campeãs para a conquista da Taça de Portugal.

Demasiado mau

Vimos de tudo um pouco neste Chaves-Sporting de que resultou a nossa eliminação da Taça de Portugal.

Vimos um treinador castigado sem confiança no seu adjunto, dando-lhe ordens o tempo todo por telemóvel.

Vimos um adjunto à rasca, incapaz de tomar decisões sem ouvir a voz do "além".

Vimos um presidente no banco dando instruções ao Bruno César como se fosse treinador.

E vimos sobretudo uma equipa sem a menor vontade de ganhar que aos 15 minutos já podia estar a perder 0-2 se não fosse a grande exibição de Beto.

 

Tudo mau. Demasiado mau.

Justiça

Hoje o Chaves venceu o Sporting por 1-0, nos quartos de final da taça de Portugal. Resultado mais que justo e que peca por escasso, tal o domínio da equipa da casa.

O "Peter", a melhor aquisição do Sporting, esteve mais uma vez em grande. Tudo o que podia correr mal, correu. Desde  as lesões dos que entraram e que até nem estavam mal, até a Ruíz, que o ano passado nos lixou o campeonato e este ano nos lixa a taça. Como pior não podia acontecer, André, que com este resultado terá que ir a andar, provavelmente ficará por aqui, dependendo da gravidade da lesão.

Jogámos mal, muito mal mais uma vez e temo que com esta dinâmica uma entrada gloriosa na liga Europa seja o nosso destino, se o Guimarães escorregar num jogo ou noutro.

 

Salvaram-se Gelson e Beto, benza-os Deus.

 

Comprometimento? Bahhhhh...

 

Ah! e que se arranje para aí um casamento para a culpa e se perca a vergonha de dar nomes aos bois.

Fim da linha

17 de Janeiro: o Chaves acaba de dar um pontapé no Sporting - o segundo em três dias, atirando-nos para fora da Taça de Portugal com um golo solitário aos 87', confirmando-se a tendência registada em várias outras partidas de perdermos ao cair do pano. Desta vez com uma bola oferecida pelo inenarrável Bryan Ruiz. Mas podia ter sido no minuto anterior, com outra bola oferecida por Coates na marcação de um simples pontapé de baliza.

Dissemos adeus à última competição em que alimentávamos ainda hipóteses reais de conseguir um troféu. Depois de termos sido eliminados da Liga dos Campeões, de termos falhado a qualificação para a Liga Europa, de termos sido afastados da Taça CTT e de termos perdido mais pontos na primeira metade do campeonato do que perdemos em toda a Liga anterior - de tal maneira que estamos agora a oito do Benfica, quatro do FC Porto e dois do Braga. Com menos dez do que tínhamos há um ano.

Hoje o Sporting voltou a praticar um jogo medíocre, lateralizado, sem velocidade, sem intensidade. Com cinco novos titulares em relação ao desafio anterior, demonstrando que Jorge Jesus é incapaz de fixar uma equipa-base. Um jogo em que não fizemos um só remate nos primeiros 27 minutos, um jogo em que não criámos uma verdadeira situação de perigo, um jogo em que o nosso melhor elemento foi de longe o guarda-redes Beto, com três grandes defesas (9'+12+86').

Fim da linha, portanto. A partir de agora tentaremos apenas não fazer tão mal como fizemos na nossa pior época de sempre, a de 2012/13.

Por mim, entro em contagem decrescente. A pensar na pré-época de 2017/18. O problema é que ainda faltam seis meses: parece-me quase uma eternidade.

O tudo ou nada

Taça.jpg

Com o passar dos anos às vezes cansa ser do Sporting, um fado ao qual uma pessoa de carácter não vira costas, faça sol ou faça chuva. E eu, para ser sincero, já não penso tanto no meu interesse, mas, como refere em baixo o Pedro Correia, penso nas novas gerações (nos meus filhos) que nos últimos anos encheram-se de expectativas perante a aparência daquilo que parecia ser um processo consistente de crescimento da equipa e do clube. Sem resultados não é possível manter-se essa ilusão, que urge materializar-se em vitórias. E logo à noite joga-se um dos mais prestigiados troféus de Portugal, a passagem às meias-finais da Taça de Portugal. Para ultrapassarmos este desafio exige-se que o Sporting coma a relva e dê um espectáculo de futebol como já fez este ano por exemplo com o Real Madrid e… ganhe o jogo.

Se isso não acontecer, temo que os danos sejam muito mais graves que a eliminação da Taça propriamente dita. Por tudo isto logo mais exige-se um Leão com muita raça e com as unhas de fora.

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