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És a nossa Fé!

Estrelinha a brilhar?

A época futebolística começou bem para o Sporting Clube de Portugal, na versão B, na II Liga.  Com vários jogadores que subiram dos juniores e depois de começarem a perder já na segunda parte, conseguiram a reviravolta e venceram por 2-1 a equipa serrana nos minutos finais.

ver comentário em: 

http://www.sporting.pt/pt/noticias/futebol/equipa-b/2017-08-06/reviravolta-na-vitoria-dos-bes-na-covilha

Bom augúrio para a tarde... será mesmo a estrelinha a brilhar?

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Os nossos comentadores merecem ser citados

«A situação da equipa B do Sporting parece-me um motivo de preocupação. Tentem fazer um acordo com o Porto e o Benfica para mudarem as regras das competições de modo a que as equipas B não possam descer de divisão com alguma eventual regra de salvaguada: por exemplo, ter que fazer pelo menos 90% dos pontos de qualquer uma das equipas que descem de divisão. Penso que seria algo positivo para o futebol português no geral.»

Sérgio, neste meu texto

Já foi tarde

Doze jogos seguidos sem vencer. Mais uma derrota, desta vez frente ao Varzim em Alcochete. João de Deus já não tinha condições de se manter à frente do Sporting B, como salientei aqui há dois dias.

Sai tarde de mais, deixando a equipa em penúltimo lugar na classificação - em lugar de despromoção - após um percurso para esquecer. Ou para lembrar. Para que não volte a repetir-se.

Sem esforço, dedicação, devoção ou glória

O que tem vindo a passar-se no Sporting B, cada vez mais afundado na tabela classificativa da segunda divisão, é uma vergonha: 13 derrotas em 26 jornadas, 43 golos sofridos e apenas 32 marcados - a equipa em zona de despromoção, num desonroso 19.º lugar. Um desempenho que só desprestigia a agremiação leonina. Nem sombra de esforço, nem vislumbre de dedicação, nem vestígio de devoção, nem rasto de glória.

Bruno de Carvalho, que tanto apregoa a cultura da exigência, parece afinal abrir uma excepção na nossa equipa B. Se assim não fosse, o treinador João de Deus já tinha dado lugar a outro.

Podence, Matheus Pereira e Ryan Gauld

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Foto: Mais Futebol

 

Grandes exibições de Matheus Pereira, Daniel Podence e Ryan Gauld na concludente vitória desta tarde do Sporting B contra o Benfica B, que continua a somar derrotas e luta para não descer de divisão.

A nossa equipa foi claramente superior durante todo o desafio disputado no Estádio Aurélio Pereira, em Alcochete, perante um oponente tão apático que se limitou a fazer três remates à baliza em 90 minutos e marcou o tento solitário no último lance da partida.

Matheus distinguiu-se com dois golos, aos 20' (de penálti) e aos 54'. Podence foi o dínamo da equipa e fez a assistência para o segundo golo. Ryan destacou-se a recuperar bolas e a distribuí-las, abrindo contínuas linhas de passe. Foi ele a desmarcar Podence no lance de que viria a resultar uma grande penalidade para o Sporting por mão na bola de um defesa encarnado.

Destaque ainda para o guarda-redes Stojkovic, que defendeu um penálti aos 31'.

Uma vitória que só peca por ter sido demasiado curta, como bem sublinha Sérgio Pereira no Mais Futebol.

 

ADENDA: Dezassete dos 18 convocados do Sporting B são jogadores da nossa formação.

Voltando à vaca fria

Ou se quiserem, voltar a bater no ceguinho.

Esta taça Lucílio não me aquece, nem arrefece. Tanto se me dá que a ganhemos, como nem nela participemos, é-me completamente indiferente. É uma competição que nasceu torta, torta continua e dificilmente se endireitará, que não vejo grande vontade em quem dirige de alterar seja o que for.

Participando, também não exijo que a ganhemos. Ela, nestes moldes, serve para rodar os suplentes pouco utilizados, alguém que venha de lesão, um ou outro jovem promissor e para pouco mais, o que até nem é dispiciendo, uma vez que a equipa B serve um propósito com o qual discordo completamente. Já lá vamos...

Mesmo sendo esta uma competição secundária, há no entanto um mínimo exigível a quem entre em campo com a camisola mai'linda do Mundo vestida: Exige-se empenho, garra, seriedade e vontade de vencer! Ora foi precisamente nestes quatro pequenos pormenores, passe a redundância, ou melhor na falta deles, que esteve a causa da justa derrota e da paupérrima exibição de ontem em Portimão. Desculpem, não é má vontade contra qualquer jogador, mas tal como os adeptos apoiam incessantemente apenas e só com o fito de um prémio meramente simbólico (uma vitória das suas cores), os jogadores têm a obrigação de dar tudo em campo por respeito para com quem lhes paga os (chorudos) ordenados e também por aqueles que porventura prescindindo de algum bem-estar, não lhes regateiam apoio. Apenas como ensaio hipotético, imaginemos que no próximo jogo, em Paços de Ferreira, não comparece um único adepto, ou no próximo jogo em casa, com a Académica, os que lá estiverem fizerem ouvir o seu silêncio durante o tempo do jogo. Imaginem um estádio com 35.000 espectadores, sem um único ruído... Gostarão os jogadores desta falta de empenho de quem tem "obrigação" de apoiar, de puxar pela equipa? Esta relação entre jogadores e sócios/adeptos, tem que ser de compromisso incondicional e ontem, em Portimão, o que eu vi foi uma parte (os adeptos) a dar tudo pela equipa e outra parte (a equipa) a romper descaradamente este contrato.

Concordo em pleno com o espírito que presidiu à escolha dos onze que começaram o jogo. Jogadores novos que é preciso entrosar, alguns que são pouco utilizados e outros que precisam de ganhar confiança e sobretudo, fazer descansar os titulares para mais um jogo do campeonato. Nada a opor! O que me surpreendeu foi que tanto uns, como outros, passaram ao lado de mais uma oportunidade de mostrar serviço ao treinador, tão confrangedora foi a forma como encararam esta oportunidade; Não estiveram todos pela mesma bitola, mas o nível foi bastante baixo, a roçar a incompetência, até!

Nesta onda, talvez por contágio, parece-me que entrou também o treinador: Mais uma vez, a perder o jogo, contra uma equipa da segunda liga agora e necessitando de o ganhar, insiste em manter uma defesa de quatro elementos, quando o que se impunha era a saída de um dos centrais (podia escolher no um-dó-li-tá, tal o desacerto em que ambos actuaram), recuando ou William ou Aquilani, quando necessário ocupar o espaço vago e fazendo entrar um médio, como fez (João Mário). Obviamente que o treinador não tem culpa que Aquilani tivesse roubado um golo bonito a Montero, que o mesmo Aquilani a dois metros da baliza tivesse rematado à trave, mas é culpado dos "rodriguinhos" que o Teo, o Mané, o Montero, todos os que apareceram frente à baliza adversária fizeram antes de, uma eternidade passada, rematarem à baliza. O único que contrariou esta febre que atacou ontem os avançados foi o Chuta, honra lhe seja feita, fazendo juz à alcunha. Há que ser assertivo neste aspecto e explicar aos jogadores que por cada fintinha que fazem frente à baliza chega mais um adversário para contrariar e o guarda-redes terá muito mais probabilidades de defender. Eu ia falar do GR, mas já fiz um post sobre o moço e creio ter dito tudo.

E chegamos então à equipa B: Não será altura de se começar a pensar que este modelo, duas equipas estanques, não serve os interesses do Clube?  Passo a explicar:

No modelo actual, a equipa B serve para utilizar ex-juniores e encalhados. Os primeiros estão à espera de ser promovidos com um empréstimo para rodarem, os segundos estão acomodados, enquanto vão auferindo dos belos ordenados, sem qualquer pressão e com ele garantido no final do mês. Apenas os primeiros mostram serviço. Ingloriamente, porque boicotados pela falta de empenho dos segundos. Então nem os primeiros evoluem, nem os segundos se mostram para uma possível venda do passe. Isto é, basicamente, a equipa B.

O que deveria ser? Na minha modesta opinião, deveria ser o local onde o Boeck deveria jogar à quarta-feira, onde deveria jogar o Teo quando regressa da Colômbia pesado e sem ritmo, onde deveria evoluir o Tanaka, onde deveria o William recuperar ritmo da lesão que não lhe deu a pré-época, onde o Montero deveria aprender a deixar de fazer sempre mais uma finta (porque na segunda liga partem-lhe a perna!), onde deveriam ter começado os dois novos laterais, ou seja, a equipa B deveria ser uma verdadeira extensão da primeira equipa e não uma outra equipa completamente diferente, que disputa um campeonato à parte. Este modelo permitiria que os suplentes jogassem e ganhassem rotinas e que quando e se fossem chamados à primeira equipa, não desconhecessem o modelo de jogo. Está na altura de começar a pensar seriamente nisto, num modelo parecido com as antigas reservas.

Esta seria a equipa perfeita para jogar a taça da liga!

Os nossos comentadores merecem ser citados

«Com potencial para a primeira equipa apenas vejo [no Sporting B] dois baixinhos, Gauld (muito melhor que André Martins) e Podence (um Dominguez para muito melhor). De resto, vejo prateleiras douradas (Labyad, Viola e Salomão), jogadores de 2ª liga (Zezinho, Fokobo, Sambinha, Sacko, Cissé, King) e jovens de valor ainda muito discutivel (Geraldes, Ponde, Baldé, Pedro Silva).»

SportingSempre, neste meu texto

Boa actuação do Sporting B

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Terminou também o campeonato da segunda divisão nacional. Com promoções (que se saúdam) do Tondela e do União da Madeira.

E em que posições ficaram as equipas B?

Consulto a tabela: a mais bem classificada, num merecido quinto lugar, foi a do Sporting. Sim, essa mesmo que alguns adeptos do nosso clube, no início da temporada, se fartaram de amesquinhar enquanto lançavam impropérios ao treinador João de Deus assim que ele pegou na equipa. Azar desses jarretas: o Sporting B cumpriu os objectivos essenciais da época, que foi rodar jogadores. De lá saíram - por exemplo - Tobias Figueiredo e Wallyson, já lançados na equipa principal.

E os outros?

Todos atrás de nós. Benfica B em sexto, V. Guimarães em nono, FC Porto no 13º lugar, Sp.Braga B na 21ª posição e Marítimo B no 23º e penúltimo lugar, sem conseguir escapar à despromoção.

Fica o registo. Com uma palavra de incentivo e louvor aos nossos jogadores, que se bateram com brio durante toda a temporada.

Somos diferentes

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Somos, verdadeiramente, um clube diferente. Ainda hoje ficou demonstrado, uma vez mais. Quando o Sporting B defrontou (e venceu) o União da Madeira, alinhando contra nós o Filipe Chaby, uma das maiores promessas da Academia de Alcochete, que se encontra a jogar sob empréstimo leonino àquele clube.
É assim, com factos, que se respeita a verdade desportiva. E não com a conversa de chacha de quem apregoa uma coisa e aplica o seu oposto.

Para que serve a Taça Lucílio

Já aqui escrevi e repito: a Taça Lucílio Baptista não deve servir para mais nada, na perspectiva do Sporting, senão para observar, rodar e valorizar jogadores. E é isso que tem sido feito com sucesso nesta temporada. As promoções de Tobias Figueiredo, Tanaka e Ryan Gauld à equipa principal decorrem desta oportunidade, que merece ser realçada.

Tudo o resto é secundário atendendo à notória falta de prestígio de um troféu totalmente descredibilizado por arbitragens manifestamente incompetentes. O divórcio do público, que recusa comparecer nos estádios, confirma que esta prova só tem condições de subsistir se for alvo de profundas modificações.

Até lá, vamos fazendo observações.

 

E o que observei ontem, em Alvalade, frente ao Vitória de Setúbal?

Gostei a espaços de Wallyson, André Martins, Ricardo Esgaio, André Geraldes, Daniel Podence.

Gostei do regresso de Diego Rubio, outra opção para o nosso ataque.

Gostei que Gelson Martins tivesse nova oportunidade, sem dúvida merecida.

Em suma: bons desempenhos individuais, mas falta de coordenação de movimentos - algo natural atendendo ao facto de se tratar de uma equipa improvisada, sem rotinas competitivas. Mas também falta de capacidade física de alguns jogadores que estoiram ao fim de 45 minutos. E uma manifesta incapacidade de "resolver" o jogo com poucos passes. Nota-se a obsessão de transportar a bola em vez de a fazer rolar. Há sempre a necessidade de adornar o lance com duas ou três fintas perfeitamente escusadas que roubam energia e discernimento para a concentração naquilo que mais interessa: o remate com sucesso.

 

Ontem contabilizei seis oportunidades de golo não concretizadas:

16': Disparo bem direccionado de Miguel Lopes que o guarda-redes Lukas Raeder defendeu com dificuldade;

18': Grande remate de Tanaka, sem preparação, após centro de Esgaio para outra defesa aparatosa do guardião sadino;

19': Cabeceamento muito perigoso de Sarr após canto muito bem marcado por André Martins num período de sufoco para os setubalenses: outra grande defesa de Lukas;

34': Na marcação de um livre directo, André Martins envia a bola à barra;

50': Boa jogada individual de Esgaio, que remata a rasar o poste;

58': Esgaio novamente: desta vez a bola embate mesmo no poste após passe de André Martins.

 

Nenhuma equipa pode falhar tantas oportunidades. Este é uma tema que suscita certamente uma séria reflexão por parte da nossa equipa técnica, seja qual for o onze escolhido, seja em que competição for. Há que trabalhar muito nesta área porque quase todos os jogadores têm ainda uma larga margem de progressão.

É para isto, no fundo, que a Taça Lucílio serve. E para pouco mais.

A equipa B

A equipa B perdeu ontem em casa com o BenficaB, por um golo a zero.

Terrível, na perspectiva de alguns, porque perder com o Benfica, mesmo ao berlinde, é pior que apanhar uma camada de piolhos. Eu não ando muito longe deste sentimento, confesso e acho até muito chato!

Mas, mais racionalmente, é diferente perder com o BenficaB do que com o MarítimoB? (p.e.)

Não me parece! a não ser que se queira vencer a Liga qualquer coisa onde participamos, parece-me que o trabalho na B deve ser direccionado para a formação dos jovens jogadores, com vista a uma integração sustentada na equipa principal, sem pressas, defendendo os próprios jogadores da pressão e sempre com a noção de que "as cadelas apressadas parem os filhos cegos".

 

Desta derrota de ontem podem-se tirar algumas conclusões:

- Iuri Medeiros está a fazer-se um enorme jogador;

- Gelson Martins tem um excelente futuro;

- A equipa esteve globalmente muito bem, muito acima do Benfica, pecando pela finalização; as oportunidades foram mais que suficientes para ganhar o jogo;

- O centro da defesa continua a ser um problema, principalmente pelo ar. Rabia e Nuno Reis estiveram menos bem, dando razão àqueles que dizem não terem ainda estatuto para dar o "salto";

- Ficou a certeza que a equipa está melhor e que o trabalho de João de Deus está a começar a ver-se;

- O resultado foi injusto, apesar de ter sido o menos importante, pelo que atrás expressei.

- O Benfica jogou à imagem do Sporting em Guimarães, mas, ao contrário de nós que levámos o autocarro (segundo versão lampiónica do treinador Vitória), obteve uma vitória retumbante! (segundo versão anavalhada de RGS).

 

Em resumo, e como se verifica pela recentíssima integração de Tobias Figueiredo na equipa principal, o alfovre continua a produzir hortaliça. Porque me parece acertada esta perspectiva para a equipa B, estou convicto que dali sairão ingredientes para um óptimo caldo VERDE!

O imbecil sem contraditório

Um imbecil acaba de dizer na televisão que a mesma equipa do Sporting que venceu o Guimarães para a Taça da Liga foi esta tarde derrotada pela equipa B do Benfica.

Acontece que esse imbecil faltou à verdade. Porque hoje só actuaram três jogadores que tinham alinhado na vitória em Guimarães, onde aliás nenhum deles chegou a estar 90 minutos em campo: Podence, Sacko e Dramé. Mais nenhum.

Infelizmente estas imbecilidades são proferidas sem contraditório. Mesmo quando há gente do Sporting presente em estúdio.

Oxalá se enganem

Catorze jovens jogadores que nunca tinham alinhado juntos fora de uma sessão de treinos. Vários deles em estreia como titulares de uma competição oficial pelo Sporting. Sem rotinas de jogo, portanto. Sem ritmo competitivo.

Apesar disto, estes jogadores - na maioria oriundos do Sporting B - vencem aquela que os especialistas da futebolândia tuga elegeram como equipa sensação desta temporada. A mesma que por sinal havia derrotado semanas antes o Sporting A.

Vencem e convencem. Batendo-se com fúria leonina. Marcando dois golos. E não sofrendo nenhum.

Triunfam, contra todos os vaticínios, num dos mais exigentes palcos do futebol nacional.

Horas antes, uma pena sábia escrevera isto: «O Guimarães, a jogar perante os seus entusiastas adeptos, vai querer mostrar que o quarto lugar da Liga não é obra do acaso. A paz intranquila que se vive em Alvalade pode ajudar o resto.»

Outro expert antecipara: «É lícito dizer-se que são mesmo os homens da casa a reunir maior dose de favoritismo para a partida desta noite.»

Já para não falar do vice-presidente do Guimarães, forçado a meter a viola no saco.

 

Os tais especialistas da futebolândia tuga soltam então frases pesarosas, como dobre a finados. Falam do sorriso do presidente, da expressão do treinador, do abraço do Paulinho, do autocarro que arranca ou não arranca. Falam de tudo menos da vitória do Sporting em Guimarães.

E quando finalmente se pronunciam sobre o jogo é para dizer que nenhum daqueles 14 jovens tem lugar na equipa principal. Nem Tobias, apesar de tanto criticarem o Maurício. Nem Esgaio. Nem Geraldes, que secou Hernani. Nem Gauld. Nem Wallyson. Nem Tanaka, o do livre quase imparável. Nem Podence. Nem Dramé, o do pé-canhão.

Benefício da dúvida no rescaldo deste triunfo? Nem pensar, clamam os tais em uníssono.

Como se estes jovens tivessem rotinas de jogo, como se tivessem ritmo competitivo, como se jogassem juntos há meses. Como se não merecessem oportunidades.

 

Oxalá se enganem. Como se enganaram no prognóstico do jogo de Guimarães.

{ Blog fundado em 2012. }

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