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És a nossa Fé!

Aí está o Voleibol do Sporting. A ganhar!

Para começar não está nada mal. Vitória em 2 torneios, sendo que a de hoje teve sabor especial pois foi contra o slb, por 3-1. Ler mais em:

http://www.sporting.pt/pt/noticias/modalidades/voleibol/2017-09-24/leoes-vencem-torneio-das-vindimas

No mais recente regresso do Sporting a modalidade coletiva, e após 22 anos de ausência, a equipa do Sporting parece estar aí para as redes. Lá estarei no 1° Jogo do campeonato em 7 de outubro, justamente contra o slb.

Quem quiser conhecer o calendário:

http://www.zerozero.pt/edition.php?id_edicao=111574

IMG_0272

 

Olheiro de Bancada - VII

Após o empate que mais soube a derrota, fiquei de tal maneira em choque que nem tive coragem para escrever e perguntar aos adeptos leoninos qual foi o melhor jogador do Sporting, no sofrível jogo de ontem.

Vim hoje ainda com tristeza, mas pronto tem de ser.

Então digam lá, quem foi para "voceses" - como se diz na minha aldeia - o melhor jogador leonino?

Fico à espera!

A maldição da Champions volta a atacar

Já estava a estranhar: ainda não tínhamos ido do oitchenta e otcho ao otcho, com jogos da Champions de permeio. Este ano, aconteceu antes e, vá lá, não perdemos 1-3. Só espero agora não estarmos na 4ª à noite a dizer que "pusemos o Barcelona em sentido" com uma derrota "honrosa" no bucho. Por muito que goste do William, o seu adversário directo na 4ª vai ser o Messi. Os centrais vão ter que parar o Suárez e o Piccini vai ter pela frente o Iniesta. Vai ser preciso lidar com estes gajos e ainda sobrarem forças para o Porto no domingo. In Jesus we (have to) trust.

Emotion Picture by BdC

Ontem um amigo leão fez-me estremecer com três palavras "Ecografia Morfológica Live".

Não tendo a saúde permitido ir a Alvalade para o jogo com o Marítimo, ia-me passando ao lado o bónus oferecido aos adeptos que marcaram presença. Mas o absurdo era tamanho que acabei por apanhar com ele, apesar de me ter recusado a ver o emotion picture.

Deste então, estou-me a preparar psicologicamente para o próximo jogo em Alvalade. Aliás, para os próximos.

Uma ecografia morfológica já para a semana, no jogo contra o barça? Pode ser que o Messi se comova e a bota lhe trema?

Lá para diante, quando recebermos o Benfica, adivinho uma feliz coincidência natalícia no calendário? O primeiro parto em direto para 50.001? O Jonas marejado de lágrimas não encontrará a sua piscina?

E algures no meio desta patetice egocentrica e despropositada que parece estar a ficar descontrolada, temos o Sporting Clube de Portugal a tentar ser campeão.

Por mim ficava só mesmo com o caneco e com uma brutal festa para celebrar o jejum lá para finais de maio. Nesse dia não faltarão voluntários para mudar as fraldas ao petiz se o casal emotion picture quiser desbundar à vontade, não seja por isso. Mas até lá... É assim tão difícil só oferecer futebol de primeira com o bilhete?

Olheiro de Bancada - VI

Finalmente à terceira foi de vez.

Num estádio muito bem composto - 42401 espectadores e CR7 - o Sporting levou de vencida, pela primeira vez na sua casa, a equipa do Tondela.

Com evidentes alterações no onze inicial, operadas por Jorge Jesus, é agora a hora dos sportinguistas virem aqui dizer quem foi o melhor jogador nesta noite.

O desafio está lançado. Aguardo então as vossas opiniões.

 

Hoje giro eu - E esta, hein?

Aqui há alguns anos atrás, Fernando Pessa apresentou um conjunto de reportagens vintage - escola BBC - onde eram descritas variadíssimas situações bizarras ou insólitas que ocorriam na cidade de Lisboa e que terminava com a frase: "E esta, hein?".

Vem este arrazoado a propósito das previsões  dos "especialistas" do futebol português para o desempenho na Champions, condenando, ao melhor estilo manuel machadês, o Sporting à luta pela qualificação para a Liga Europa e dando favoritismo a Benfica e Porto para seguirem para a segunda fase da prova milionária.

Sabe-se lá por que sortilégio da fortuna, então não é que a realidade lhes pregou uma peça nesta primeira ronda , tendo o "underdog" Sporting vencido (e fora) e os super-híper favoritos Benfica e Porto perdido (em casa)?

Pode ser que isto fique por aqui, mas que deu gozo ver a cara dos gurus da bola depois destes acontecimentos, lá isso deu. Homenageando (e parafraseando) o grande Pessa, é caso para dizer: "E esta, hein?".  

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 Sentido obrigatório para a Segunda Fase da Champions?

 

Alvaro-Cunhal.jpg

Olhe que não, olhe que não...

Conclusão breve!

Entre o que fui lendo por aí e aquilo que escutei hoje, em diversos locais por onde passei, se não tivesse visto o jogo, ficaria com a certeza de que o Sporting, ontem, havia perdido.

As criticas à nossa defesa foram tão mordazes que estou um pouco atónito com o que fui escutando e lendo. Pior… poucas foram as referências negativas aos avançados, que marcando três golos podiam ter facturado muito mais, deixando-nos à beira de um resultado histórico.

Porém o que contou realmente foi a nossa defesa…

No que diz respeito ao futebol tenho sempre a matriz inglesa: há-que marcar sempre mais um que o adversário para ganhar um jogo.

E foi isto que aconteceu ontem.

Francos progressos

Digam o que disserem, parece-me que estamos a fazer francos progressos. Repare-se: o ano passado, chegávamos aos 80 minutos a ganhar 3-0 e empatávamos; este ano, já fazemos uma gestão de esforço muito melhor: se é para empatar, porquê marcar três? Bastam dois, como se viu nos jogos com o Estoril e o Feirense. E o que é melhor é que no fim nem sequer empatamos, ganhamos, seja porque marcamos mais um golo, seja porque o vídeo-árbitro invalida o golo do empate. Acresce que, quando nos vemos a ganhar por três, ganhamos, ao contrário do ano passado, por muito que os outros tipos tentem empatar e quase cheguem lá. Começo a ter pena de quem joga connosco: primeiro, são humilhados; depois, quase nos humilham; no final, o seu esforço foi inglório. A isto chama-se gestão de expectativas, feita com uma mestria ao alcance de muito poucos. Os próximos adversários já devem estar em pânico (ouvi dizer que Messi até chora no balneário em antecipação). De resto, nota-se  uma preocupação em espalhar estes princípios pelos vários escalões, embora se verifique que não foram ainda inteiramente assimilados. Tome-se o caso dos juniores: começaram a perder por 2-0 com o Olympiacos, mas depois acabaram por arrancar um empate. Não é assim, rapazes, é ao contrário. Para além de que é preciso ganhar. Há aqui ainda algum trabalho a fazer. À atenção dos místeres.

Tudo ao molho e Fé em Deus - A esmerada arte de perdoar

Bobby Robson quando treinou o Sporting queixou-se da falta de "killer instinct" da equipa de futebol do clube. Passados 23 anos verificamos que a realidade continua igual: tivemos 9 oportunidades claras de golo, concluidas com 3 golos, 3 bolas nos ferros e 3 perdidas na cara do guarda-redes grego; em contrapartida, o Olympiacos em três meias-oportunidades (no 1º golo, Pardo estava rodeado por 4/5 jogadores leoninos, o segundo golo é caricato, tal a desconcentração de Jonathan e Patricio) marcou 2 golos.  

Assim, uma importante vitória quase fica com sabor a derrota. Triste sina esta a de ficar a ver os jogos agarrado ao desfibrilhador. Não há coração de adepto que resista quando a equipa entra em modo Twilight Zone, subitamente parecendo estar noutra dimensão. 

O próprio Jesus - parabéns pela sobriedade, lucidez e assertividade na entrevista no final do jogo - mostrou genialidade na maneira como preparou cada pormenor do jogo, surpreendendo com os alas invertidos que proporcionaram mais jogo interior, e definindo bem a zona de pressão para roubo de bola e transição rápida, mas depois fartou-se de inventar em substituições ad-hoc (deixando Iuri e Podence na bancada) que quase iam destruindo a obra-prima que, certamente com esmero, dedicação e trabalho, criara, como se os impulsos sombrios de um Mr Hyde ameaçassem devorar o trabalho bem intencionado do cientista Dr Jekyll. Atenção a estes "pormenores". Como bem diz o Filipe Arede Nunes, os nossos jogadores - que também não estão isentos de culpa - não se devem desleixar, nem perder tão flagrantemente a intensidade, apesar de compreender que alguns têm uma acumulação já muito grande de jogos e  viagens em tão curto espaço de tempo.

De qualquer forma, não nos esqueçamos do essencial: foi uma noite de grande futebol (na 1ª parte) e jogadores e treinadores merecem o nosso elogio pela exibição de gala e, principalmente, pela vitória conseguida fora, o mais importante. 

A outra boa noticia da noite é que Ristovski - entrada em campo coincidente com os 2 golos encaixados - está destinado a uma grande carreira. Pelo menos a fazer fé no que ontem escreveu Nuno Pombo, no Record, comparando a fraquissima estreia de Renato Sanches pelo Swansea com os maus inícios de Zlatan Ibrahimovic, pelo AC Milan e Messi (!), pela selecção argentina. Já sobre a estreia do Zé das Nicas, protofenómeno da Praia do Vau, nem uma linha. Não se compreende...Convenhamos que é obra, tal o rebuscado da coisa, mas já agora aproveito o balanço para animar o macedónio, enquanto não encontro pormenores escabrosos da carreira de Garrincha, Pelé ou Di Stefano. SL

Sem derrotas antes de tempo

O Sporting não parte derrotado para a Liga dos Campeões. Pode ter uma história curta na prova e ter pela frente dois “gigantes” mas não entrará em campo para fazer figura de corpo presente e dar alegrias a adeptos de Barcelona e Juventus. O Sporting, como mostrou no ano passado, sabe jogar futebol, de qualidade e de coragem. E, se no ano passado lhe faltou experiência para aguentar o resultado no Bernabéu, por exemplo, este ano conta com Mathieu, Coentrão ou Doumbia, homens mais experientes na prova. Quero com isto dizer que de certeza que vamos passar aos oitavos? Nada disso. Afirmo apenas que o Sporting entrará com garra e com vontade de honrar a camisola. Em termos realistas, somos favoritos ao terceiro posto. O Olympiacos domina a liga grega mas essa é uma liga mais fraca do que a portuguesa. No mínimo, conto com seis pontos, 3 milhões de euros e bilhete para a Liga Europa. Quanto aos outros quatros jogos, ao contrário do que se vai dizendo e escrevendo, o Sporting não entra derrotada e muito menos entra goleado. Que role a bola. 

Umaro

Bruno de Carvalho disse ontem que, por 25 milhões, nem Umaro Baldé (e não Romário Baldé como a A Bola Online escreveu, mais um novo Eusébio que acabou na liga polaca) vendia ao West Ham, quanto mais William Carvalho. Para aqueles que, como eu, até ontem não tinham ouvido falar de Umaro, posso dizer que tem metro e meio de talento, é um avançado móvel e nasceu há 18 anos. Começou no Odivelas, passou por vários escalões de formação do Sporting e esteve emprestado na época passada aos júniores do Sacavenense. Umaro alinhou pelas palavras do presidente

A figura da semana é Manuel Gaspar

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Nem Bruno, nem William, nem Adrien. O nome em destaque na semana sportinguista é Manuel Gaspar. O adolescente, guarda-redes da equipa de andebol do Sporting, foi a maior figura do Sporting 30 - Fafe 17, jogo inaugural do Pavilhão João Rocha, jogo que tive a honra de assistir ao vivo. Gaspar defendeu quase tudo o que havia para defender, incluindo vários livres de sete metros e perto do fim, até marcou um golo, de baliza a baliza. Foi uma festa bonita, com a direção e as figuras de destaque das modalidades que vão usar o pavilhão, a marcarem presença. Com casa quase cheia, foi Tiago Rocha a estrear as redes da nova casa. Vimos a taça de campeão da época passada e assistimos a uma grande exibição, num recinto lindíssimo e cheio de sócios e adeptos entusiastas e a cantar a plenos pulmões. Isto é que é o Sporting e, para mim, as figuras serão sempre os melhores de cada modalidade.

Todos ao Pavilhão!

A 6 de agosto de 2003, aproveitei a folga num emprego de verão para deixar Cercal do Alentejo e rumar a Lisboa para a inauguração do novíssimo Estádio de Alvalade. Tive a honra de ser um dos que esteve lá e de ver o improvável Luís Filipe a marcar o primeiro golo de sempre no recinto. Foi com grande felicidade que me levantei no dia seguinte às 7 da manhã para fazer a viagem de regresso. Hoje, 14 anos depois, estarei de novo a assistir a um histórico momento. O primeiro jogo oficial do Pavilhão João Rocha, num Sporting-Fafe, em andebol. A viagem de regresso a casa será bem mais curta mas a felicidade será a mesma. Lá para as 22h00 de hoje, ter-se-há cumprido um sonho. 

O primeiro de muitos.

Seja para ver o primeiro jogo oficial no Pavilhão João Rocha ou para apoiar os nossos bravos do andebol, que no fim-de-semana jogaram como leões rampantes e conseguiram a entrada na EHF, o que é certo é que amanhã todos os caminhos vão dar a Alvalade.

 

Eu vou lá estar, às 20h em ponto, e vocês?

Adrien

A primeira imagem que tenho de Adrien Silva é vê-lo a marcar um grande golo ao Hertha de Berlim, num jogo a contar para a Liga Europa. Usava a camisola 6 e fez um disparo do “meio da rua” que deu a vitória por 1-0. Estávamos em outubro de 2009/2010 e o médio tinha 21 anos. Vem isto a propósito do adeus do até aqui capitão. A FIFA ainda não confirmou mas o Sporting não o inscreveu na Liga dos Campeões e Adrien, no limite, treinará com o Leicester até janeiro.  

Nascido em França, filho de mãe francesa e pai português, Adrien começou a jogar nas camadas jovens do Bordéus. Uma oferta de trabalho irrecusável fez a família Silva mudar-se para Arcos de Valdevez. Adrien começou a jogar no Paçô, quando ainda mal falava português e aos 13 anos começou a sua história de 15 no Sporting. Fez mais de 230 partidas pelo Sporting e só “quebrou a sua ligação” para fazer oito jogos pelo Maccabi Haifa (foi campeão) e época e meia na Académica (venceu uma Taça ao Sporting). Leva a mágoa de não ter sido campeão em Portugal mas venceu duas Taças de Portugal e três Supertaças e ajudou a conquistar o Euro 2016 ao lado de amigos de sempre da Academia do Sporting como Patrício, Cédric, William ou João Mário.

Em agosto de 2016, prestou declarações a O Jogo manifestando vontade de sair. A escolha do meio, do timing e da mensagem, tão pública, não caiu bem mas acabou por ficar e pela sua qualidade e profissionalismo, voltou a ganhar o respeito dos sportinguistas. Hoje todos lhe desejaram sorte. Vai para um clube que viveu recentemente um conto de fadas mas que não estará à altura da sua qualidade, mas uma vez estando na Premier, já se sabe que dinheiro não é problema se Chelsea, City, United ou Liverpool olharem para ele. Boa sorte capitão!

Ética - O negócio da bola e o amor à camisola

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Não é mais possível pedir a um futebolista para, em nome do amor ao clube que representa, abdicar de procurar melhores condições para a sua carreira. Hoje, o futebol é visto como um negócio, uma indústria - desde logo pela entidade patronal -, e os jogadores são uma mercadoria que se compra/venda, sob o título de "direitos económicos", o passe dos jogadores de futebol. 

No tempo em que a bola era um jogo, os jogadores criavam laços com o clube que representavam e era possível ver quase um plantel inteiro manter-se durante mais de uma década. Evidentemente, tal permitia criar uma identificação, uma identidade, uma rotina, um laço biunívoco entre jogadores e clube (e os seus adeptos), o "amor à camisola".

No entanto, amarrados à Lei da Opção, os jogadores não eram mercadoria, mas sim escravos dos seus clubes, uma mão-de-obra relativamente barata para a arte que produziam em campo. Em consequência, diversos craques do passado encararam dificuldades financeiras mal "penduraram as chuteiras", algo difícil de acontecer com os ídolos do presente, caso a cabeça acompanhe minimamente a arte que alardeiam nos pés.

Por tudo isto, mais do que pedir juras de amor eterno a um clube, o que devemos exigir é profissionalismo e compromisso, algo que vimos em todo o mundo Sporting durante este fim-de-semana, em que ficou bem patente o espirito de grupo (ou corporativo) entre as modalidades, com declarações cruzadas de apoio. Embora perceba o mote, não aceito lemas do tipo "zero ídolos", porque isso cai num paradoxo: o futebol é paixão, é emoção, é arte, e quem as transmite são os jogadores, sem eles não há assistência nas bancadas, não há jogo, nem espectáculo, nem negócio. 

Assim, em vez de ficarmos irados porque um determinado jogador mostrou vontade de abandonar o nosso clube, devemos, isso sim, exigir-lhe que dê tudo em campo enquanto nos representa, que ponha a cabeça no lugar, se focalize e entenda que este é o clube que lhe paga, por quem tem de suar a camisola e estar à altura das expectativas dos adeptos.

Tenho a certeza de que essa será a postura de William Carvalho, o nóvel capitão do ENORME Sporting Clube de Portugal. Independentemente do seu desejo natural de ir ganhar mais dinheiro - a sério, Sir, como poderias enquadrar o teu talento num "presunto ocidental" londrino? -, das promessas e pressões de empresários, esses sim a viver a 100% da "mercadoria", William saberá compreender o desígnio de representar uma grande instituição e, como pérola que é da nossa Formação, dar o rendimento desportivo que se espera dele.

Haveria melhor forma de ficar na história do clube do que, envergando a braçadeira de capitão, oferecer à nossa indefectível massa adepta o título de campeão nacional?

Will-I-am? You will!

Descubra as diferenças

Na época passada e à terceira jornada o Sporting era já líder da classificação. Mais ou menos um ano depois, estamos novamente na frente só que desta vez com a companhia do Porto. Todavia aquela liderança em 2016 de nada valeu…

O problema da nossa equipa não é normalmente o início, mas o fim. Porém desta vez e olhando com atenção para o nosso plantel, creio que estamos melhor apetrechados. Vejamos então:

Rui Patrício é sem dúvida insubstituível. Daí Beto ter saído, mas creio que Salin foi uma boa escolha para alguma eventualidade.

Na defesa ficou o defesa central Coates. O resto foi à sua vida e muito bem. Vieram Piccini, Mathieu (que grande e agradável surpresa) e o “coiso”.

Há ainda Tobias, André Pinto e Jonathan, além do recém chegado Ristovski. Tudo jogadores com créditos mais ou menos firmados.

A meio campo o Sporting acaba de perder Adrien, mas pelo que temos observado está a ser bem substituído por Battaglia. Entraram também Bruno Fernandes e Matheus Pereira. Deste modo a linha média está bem resolvida.

Para a frente, além dos já conhecidos Bas Dost, Gelson e Alan Ruiz, eis que chegaram Acuña e Doumbia, além do regresso de Podence e Iuri Medeiros.

Ora bem… do que já vi e de todos os jogadores que chegaram este ano há três que se destacam de todos os outros: falo de Mathieu, Acuña e, como não podia deixar de ser, Bruno Fernandes.

E é neste último atleta que reside muito da minha esperança para não voltarmos a ter uma época como a anterior. Este jogador é de uma qualidade muito acima da média. Tem bom toque de bola e inteligência no passe. Sabe o que faz e é muito rigoroso.

Depois… marca golos fantásticos. Um regalo para os verdadeiros amantes do futebol.

Finalmente assumo que entre perder Adrien e William preferi que fosse o primeiro, porque William é assim uma espécie de pêndulo. Viu-se esta semana na selecção.

Portanto, meus amigos… creio que temos equipa. Basta que o nosso treinador não invente e podemos ir (muito) longe. A ver vamos!

{ Blog fundado em 2012. }

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