22 Mar 17

Sempre que o holandês marca um golo fico logo a pensar no que escreverei aqui. E esta semana não foi excepção...

Semana após semana, jogo após jogo, golo após golo Bas Dost é já uma das boas certezas do nosso campeonato. Mesmo que isso não agrade aos nossos adversários. Temos pena...

Ora nesta espécie de corrida a dois, que eu próprio inventei, o ponta de lança do Sporting tem todas as hipóteses de bater o registo de golos marcados o ano passado, pelo argelino Slimani e que agora se encontra em Leicester!

Faltam somente 3 golos para que o gigante oriundo do país das túlipas alcance o feito do ano anterior.

Sei que se pagou por este jogador uma soma assaz avultada para os cofres do clube. Mas seja como for ainda estou para perceber como foi o Wolfsburgo cair na "armadilha" de deixar sair Bas Dost da sua equipa.

Mas ainda bem. Os bons jogadores ficam sempre bem no Sporting.


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21 Mar 17
Repararam?
Pedro Correia

 

Já ninguém fala em Slimani.

 


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04 Jan 17

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DESPEDIDA DO ANO: SLIMANI

Muitos sportinguistas nem queriam acreditar: pressentiam, e com aparente razão, que com ele fora de Alvalade as nossas possibilidades de conquistar o campeonato nacional diminuíam. Mas esse dia triste chegou, a 28 de Agosto, quando o ponta-de-lança argelino se despediu do nosso estádio e do nosso clube lavado em lágrimas, sob uma impressionante ovação dos adeptos.

Alguns imbecis especulavam antes deste desafio sobre o ânimo de Islam Slimani, considerando que já estaria com a cabeça noutro local, e que certamente iria "poupar-se" para preservar eventuais lesões. Enganaram-se redondamente: ele foi a figura do jogo, batendo-se com bravura, como se aquele não fosse o último mas o seu primeiro dia a actuar de Leão ao peito.

Despediu-se como merecia: num jogo grande, com uma vitória. Foi na terceira jornada desta Liga 2016/17, no primeiro clássico da temporada: foi dele o golo inaugural da vitória leonina frente ao FC Porto, que nos colocava na liderança do campeonato. Rumou então ao Leicester, campeão de Inglaterra, onde já marcou seis golos – um na Premier League, outro na Liga dos Campeões.

Deixou muitos adeptos inconformados com esta saída, apesar de ter sido a segunda mais lucrativa de sempre na história do Sporting: a transferência do internacional argelino, de 28 anos, para o mais disputado campeonato mundial rendeu 30 milhões de euros. Mais lucrativa só a saída de João Mário para o Inter, dias antes, por 40 milhões – outra despedida que todos lamentámos também.

Slimani tem manifestado desde então, nas redes sociais, o seu incondicional carinho pelo clube que adquiriu o seu passe em Agosto de 2013, por irrisórios 300 mil euros, e no qual viu o seu valor contratual multiplicar-se por cem. Em Alvalade, cresceu e multiplicou o talento, bem ilustrado em golos: marcou 57 em três épocas, 31 dos quais na fabulosa temporada 2015/16, sob o comando de Jorge Jesus, sagrando-se melhor marcador sub-30 da Liga. Foi ainda ele a marcar o golo que iniciou a nossa reviravolta na trepidante final da Taça de Portugal em 2015.

Como não ter saudades de um jogador assim?

 

Despedida do ano em 2012: Polga

Despedida do ano em 2013: Wolfswinkel

Despedida do ano em 2014: Leonardo Jardim

Despedida do ano em 2015: Marco Silva 


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28 Set 16

... Quantas das tuas lágrimas são lágrimas do Porto...

 

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26 Set 16
O meu gato vomitou I
João António

Quando o jornalista  da RTP disse :

... é o goleador Argelino ...

... é conhecido Slimani ...

... é um "belo" jogador ...

Mas nunca o dito jornalista nunca foi capaz de dizer:  é  ex-goleador do Sporting Clube de Portugal ! 

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17 Set 16

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Slimani já brilha no Leicester: estreou-se na Premier League a marcar dois golos. E recebeu um elogio rasgado de Claudio Ranieri.

Elogio mais que merecido. O nosso Slimani não tardará a ser estrela no futebol inglês.


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06 Set 16
Leitura recomendada
Pedro Correia

Assim foi Islam Slimani. Do Mestre de Cerimónias, n' O Artista do Dia.


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01 Set 16
No pós-tuta-e-meia
Alexandre Poço

No clube que não conseguia vender bem os seus jogadores. Para registo futuro: de 350 000€ para 35 000 000€. 


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31 Ago 16
Só falta uma coisinha!
Francisco Vasconcelos

Esta conversa toda de entra Elias e sai Adrien e Slimani e há uma coisa que me preocupa. Vamos jogar a champions com que lateral esquerdo? É que não vejo nenhum a chegar.


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"Sli-Sli-Slimani"
Pedro Correia

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Domingo passado fui um dos mais de quarenta e cinco mil sportinguistas que gritaram em uníssono "Sli-Sli-Slimani" em Alvalade enquanto o grande avançado argelino, marcador de 31 golos na época passada em competições oficiais pelo Sporting, se despedia emotivamente dos adeptos, abandonando o relvado entre lágrimas compulsivas.

Saía no momento certo e da melhor maneira: antes de se despedir com lágrimas despediu-se com um último golo, que contribuiu para a vitória da nossa equipa em mais um clássico. O sexto que marcou ao FC Porto em pouco mais de três épocas com a camisola verde e branca.

 

O percurso de Islam Slimani no Sporting chega hoje ao fim com a transferência - já confirmada com chancela oficial - para o Leicester, actual campeão inglês, em estreia absoluta na Liga dos Campeões.

Uma transferência que constitui o melhor negócio de sempre do futebol nacional: um jogador que custou aos cofres leoninos apenas cerca de 300 mil euros por 80% do seu passe ruma agora a Inglaterra a troco de 35 milhões de euros.

No Sporting, sob o comando sucessivo de Leonardo Jardim, Marco Silva e sobretudo Jorge Jesus, o técnico que mais soube potenciar as qualidades deste futebolista que trabalha como poucos e tem uma invulgar fome de golo, Slimani valorizou-se a níveis que ninguém suspeitaria ao vê-lo chegar, em Agosto de 2013.

Enuanto permaneceu connosco, o nosso número 9 - melhor marcador sub-30 da Liga 2015/16 e actual titular indiscutível da selecção da Argélia - viu a sua cotação multiplicar-se 116 vezes. O que só comprova a excelência do Sporting como fábrica de campeões. Agora não apenas no plano desportivo mas também no plano financeiro.

 

Esta partida do nosso ponta-de-lança para o Leicester constitui a vitória do mérito. E é também a vitória da persistência de Bruno de Carvalho, que soube resistir às investidas iniciais daqueles que pretendiam levar Slimani por quantias bastante inferiores ao seu valor real de mercado. Com o mais simples método negocial: sem apertos de tesouraria, o presidente do clube que a 10 de Julho viu Portugal sagrar-se campeão europeu com quatro dos seus jogadores em posições titulares deixou claro que só consentiria na saída dos principais activos leoninos pelo valor da cláusula de rescisão.

Trinta milhões, no caso de Slimani.

O Leicester não só cobriu a cláusula, que aliás caducara em Junho, como a superou: o argelino que tão bem demonstrou ter alma e fibra de Leão viaja para Inglaterra por valores que nem o mais optimista imaginava há pouco tempo. E sem necessidade de recorrer aos préstimos do mega-empresário Jorge Mendes, como aliás já sucedera dias antes, ao concretizar-se a saída de João Mário.

Prova inequívoca de que também no mundo dos comissionistas da bola ninguém é insubstituível.

 

É este, pois, um momento triste - aquele em que vemos partir o homem que tantas alegrias nos deu com os golos marcados de verde e branco. Mas é também um momento alegre ao confirmar-se que esta saída faz ascender a 80 milhões de euros (somando-a aos valores das transferências de João Mário e Naldo) o montante registado nas parcelas de crédito leonino neste mercado estival. Que para nós foi o mais proveitoso de sempre.

Orgulho-me de ter sido um dos muitos milhares que gritaram "Sli-Sli-Slimani" em Alvalade ao cair da noite de domingo. Islam Slimani bem mereceu esta homenagem que lhe fizemos em forma de grito emocionado.

 


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29 Ago 16

A conversa da arbitragem é areia para os olhos. Não estavam habituados à normalidade de o Sporting ganhar clássicos. Pois é melhor habituarem-se. Rui Vitória, Nuno Espírito Santo, Casillas são verdadeiros gentlemen, na conversa habitual do comentário desportivo. Mas a verdade é que mal perdem (ou empatam) um jogo transformam-se em versões bem-falantes de José Mota, jorrando culpas para cima do árbitro. À terceira jornada, já vai um chinfrim sobre os árbitros que não acaba. E os calimeros somos nós.

 

O Porto perdeu porque não dá para mais. Começaram melhor, mas porque usaram uma táctica que ninguém aguenta 90 minutos contra equipas grandes: a pressão alta (altíssima). Toda a gente fala dos passes falhados do Sporting nessa altura. Não foram falhados. Foram interceptados pelos jogadores do Porto, que não deixavam o Sporting jogar. Pois, a pressão alta é muito gira, mas dá cabo do corpinho. Foi uma táctica tão boa no curto-prazo quanto péssima no longo-prazo. À meia hora de jogo estavam rebentados, tanto mais que já tinham feito uma coisa do género contra a Roma na terça-feira. Tal como no jogo com a Roma, ao fim de 20 minutos começaram a defender cá atrás e o Sporting começou a mandar. O Sporting joga melhor, tem mais rotinas. O Porto não tem. Os golos foram naturais e podiam ter sido mais, sobretudo na segunda parte. Na segunda parte, aliás, os jogadores do Porto não podiam com uma gata pelo rabo. Foi por causa disto, e duns jeitinhos que o Jesus deu no meio-campo, que perderam. Não foi por causa do árbitro.

 

Siga para bingo, que o pior está para vir: João Mário foi-se, Slimani foi-se e diz que Adrien também está a caminho. Jesus, agora é que é preciso mostrares o que vales: terás de montar um meio-campo novinho. Rapidamente e em força.


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O verdadeiro lugar
António Manuel Venda

Slimani - 28.08.16 Foto de Paulo Calado, Record.jp

 

Não posso deixar de assinalar este domingo, o dia em que, alguns meses depois, o Sporting regressou à liderança do campeonato nacional de futebol. É o seu verdadeiro lugar, desde que há pouco mais de um ano se tornou a melhor equipa de Portugal. Foi o dia de mais um golo de Slimani, quem sabe o último com a camisola verde (pelo clube, não pela sua selecção, que também usa esta cor). Depois do surpreendente Acosta, do inesquecível Jardel e do grande, grande, grande, enorme Liedson, vivemos o tempo de Slimani. Quem marcará o nosso futuro próximo?

(foto: Paulo Calado, Record)

 


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28 Ago 16

Saímos de Alvalade com uma sensação de plenitude. Vimos um bom jogo, intenso e emotivo. E vimos a nossa equipa vencer mais um clássico - o sexto em sete partidas desde que Jorge Jesus foi contratado para treinador.

A vitória por 2-1 frente a um FCP mais sólido do que aquele que derrotámos a 2 de Janeiro para a Liga 2015/16 resultou de um exibição muito convicente - superior àquilo que indicia o resultado final, construído ainda na primeira parte após a turma portista ter estado a vencer.

Excelente organização colectiva da equipa leonina, com vários jogadores em excelente nível - quase a fazer esquecer já a ausência de João Mário, entretanto contratado pelo Inter. Não é fácil destacar um como melhor em campo, mas realço a presença combativa de Slimani, autor do nosso primeiro golo. Provavelmente o último que marcará pelo Sporting, pois despediu-se em lágrimas do público que o aplaudia sem reservas no fim da partida.

Aplausos bem merecidos para um dos maiores goleadores que vestiram a camisola verde e branca neste século. Ainda não partiu e já temos saudades dele.

 

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RUI PATRÍCIO (7). Sofreu o primeiro golo deste campeonato, logo a abrir a partida, quando tinha o sol de frente e terá sido encadeado num lance de bola parada. Sem culpas neste lance, esteve em grande nível durante todo o jogo.

JOÃO PEREIRA (7). Não tem a energia de outros tempos, mas é um jogador cada vez mais racional. E combativo como sempre. Travou duelos constantes na sua ala e venceu a maioria deles. Com fibra leonina.

COATES (7). Outra exibição muito segura do central uruguaio com intervenções decisivas em diversos lances. Destaque para dois cortes consecutivos aos 54' e outro aos 71'. Dá solidez à equipa com a sua boa leitura de jogo.

RÚBEN SEMEDO (8). Impressiona como um jogador tão jovem tem já tanta maturidade competitiva. Todos os cortes lhe saíram bem e até pareciam fáceis - mesmo quando não eram. Grande qualidade na reposição de bola.

MARVIN (6). Foi o elemento mais apagado do nosso quarteto defensivo, sobretudo na primeira parte, em que por vezes se atrapalhou com a bola. Cresceu de rendimento no segundo tempo, saldando-se por uma exibição positiva.

WILLIAM CARVALHO (8). Foi um gigante nos confrontos individuais no meio-campo. E desta vez ousou diversas incursões pelo sector mais ofensivo. Cabeceou muito bem na sequência de um canto, mas Casillas negou-lhe o golo.

ADRIEN (8). Parece desdobrar-se em múltiplas acções de comando nas zonas mais diversas do campo. É o maestro indiscutível do nosso onze, mesmo quando aparenta algum cansaço, como hoje sucedeu perto do fim do jogo.

BRUNO CÉSAR (7). Nunca dá um lance como perdido, o que faz dele um elemento muito valioso no nosso plantel. Bom executante de lances de bola parada. Num livre, atirou ao poste. Da recarga viria o segundo golo. Saiu aos 90'.

BRYAN RUIZ (6). Muito marcado por Danilo, que lhe tolheu os movimentos, teve pouca posse de bola e não foi o desequilibrador a que nos habituou. Redimiu-se na jogada do segundo golo, assistindo Gelson Martins. Saiu aos 69'.

GELSON MARTINS (8). Pode ser o sucessor de João Mário e trabalha para isso: não se limita a brilhar na ala: já faz boas incursões para o eixo. Autor da recarga no primeiro golo e marcador do segundo, aos 26'. Substituído aos 69'.

SLIMANI (8). Marcou o primeiro golo (14') e teve excelente actuação no plano táctico, em pressão constante sobre a defesa, nunca deixando o FCP organizar-se a partir de trás. Alvalade tributou-lhe uma sentida e merecida homenagem.

CAMPBELL (7). Entrou aos 69' sob intensos aplausos de boas-vindas neste jogo de estreia com a camisola verde e branca. Correspondeu à expectativa com bons apontamentos, sobretudo no plano técnico. Temos reforço.

BRUNO PAULISTA (6). Entrou aos 69' com a missão de refrescar o meio-campo e desempenhou com brio a tarefa que lhe foi confiada. Vê-se no entanto que ainda lhe faltam rotinas que só virão quando tiver mais tempo de jogo.

CARLOS MANÉ (6). Jesus mandou-o entrar aos 90' para segurar a bola com a sua reconhecida mestria técnica. O jovem vice-campeão europeu sub-21 cumpriu, confirmando uma vez mais que o técnico pode confiar nele.


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Gostei

 

Da vitória. Triunfo indiscutível do Sporting no primeiro clássico da temporada. Vencemos e convencemos, com clara supremacia da nossa equipa frente ao FC Porto treinado por Nuno Espírito Santo.

 

Da reviravolta. Não é fácil virar o jogo perante uma equipa como o FCP estando a perder logo aos 8'. Mas o Sporting fez isso, com determinação e consistência, partindo para o intervalo já a vencer por 2-1, com dois golos marcados em doze minutos. O resultado manteve-se até ao apito final.

 

Da exibição. O Sporting apresentou em campo um onze maduro, sólido, seguro, confiante. Um onze construído à imagem e semelhança de Jorge Jesus.

 

Da intensidade do jogo. Partida emotiva, cheia de lances de ataque continuado e consistente. Um clássico que honrou os pergaminhos da modalidade.

 

De Slimani. Alguns imbecis especulavam antes deste desafio sobre o ânimo de Slimani, que já estaria "ausente" de Alvalade, considerando que já estaria com a cabeça noutro local, e que certamente iria "poupar-se" para preservar eventuais lesões. A exibição do avançado argelino provou o contrário: conquistou o livre que nos valeu o primeiro golo, marcado por ele (14'); foi sempre o primeiro jogador a perturbar o início da manobra ofensiva portista; forçou os defesas adversários a estar em alerta permanente. No final da partida despediu-se em lágrimas, sob fortíssima ovação, neste que terá sido o seu último jogo pelo Sporting. Despede-se com uma vitória. Sai pela porta grande: elejo-o como o melhor em campo num desafio em que quase todos os nossos jogadores estiveram muito bem.

 

De Rúben Semedo. Exibição de cinco estrelas do jovem formado na nossa Academia. Cortou tudo quanto havia para cortar no nosso reduto defensivo e repôs a bola em jogo sempre com qualidade e precisão. Exemplar o modo como travou uma investida perigosa de Herrera aos 16'. É já, sem a menor dúvida, um dos melhores centrais do futebol português.

 

De Adrien. Outra actuação de gala a pautar o jogo leonino e a incutir ânimo aos colegas do princípio ao fim. Podia ter marcado, com um grande remate aos 32': Casillas travou-o com uma defesa difícil.

 

De William Carvalho. Energia inesgotável do nosso maior recuperador de bolas, que se revelou um obstáculo intransponível à progressão dos jogadores portistas. Fez um cabeceamento letal a que Casillas correspondeu com a defesa da noite (56'). O nosso campeão europeu teria merecido este golo.

 

De Gelson Martins. Participou na construção do primeiro golo, com uma recarga quase vitoriosa a que Slimani deu o melhor desfecho, e marcou o segundo com um bom disparo. Progride de jogo para jogo. E ganha cada vez mais confiança à medida que Jesus vai apostando nele como titular.

 

Da estreia de Joel Campbell. O jogador costarriquenho, recém-contratado, estreou-se a meio da segunda parte e teve bons apontamentos encostado à ala direita, tanto a atacar como a defender. O público gostou e não lhe regateou aplausos.

 

De ver a nossa equipa invicta. Três jogos, três vitórias: estamos na liderança do campeonato com todo o mérito.

 

De ver as bancadas cheias. Hoje fomos 49.399 espectadores em Alvalade. Uma das maiores assistências de que há memória no nosso estádio.

 

Do estado do terreno. Temos enfim um relvado em bom nível. Já era tempo. E merece elogio especial.

 

 

 

Não gostei

 

Do golo portista. Ocorreu muito cedo e começou por gelar o estádio. Mas o gelo rapidamente derreteu perante a óptima réplica dos nossos jogadores.

 

Do resultado tangencial. Face à exibição da nossa equipa, acabou por saber a pouco.

 

Das expulsões. O árbitro Tiago Martins, muito nervoso nesta estreia a apitar um clássico, confundiu autoridade com autoritarismo ao expulsar o nosso treinador e o médico do Sporting, Frederico Varandas. Jorge Jesus já foi expulso mais vezes em apenas um ano no Sporting do que nos seis anos em que esteve no Benfica. Não há coincidências.

 

Da ausência de João Mário. O nosso campeão europeu já não está no Sporting. Mas a equipa não se ressentiu desta lacuna, o que confirma a sua maturidade e constitui uma homenagem suplementar que devemos fazer a esta equipa comandada por Jorge Jesus.


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21 Ago 16

Se eu porventura fosse o cronista de um qualquer diário desportivo usaria este meu título para descrever em poucas palavras o que aconteceu na Mata Real.

Ainda que tenha sido o campeão Adrien a marcar o golo, a verdade é que o ponta-de-lança do Sporting teve uma acção preponderante na recuperação da bola quase no fundo da linha.

Mesmo sem contabilizar ainda qualquer golo, o argelino mostrou porque é uma peça fundamental no Sporting de 2016/2017.

 


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09 Ago 16
vemos, ouvimos e lemos I
Paula Caeiro Varela

(não podemos acreditar)

Decidi que vou começar a colecionar "notícias" absurdas sobre o Sporting para sabermos todos do que falamos quando falamos sobre a imprensa desportiva, a forma como se relaciona com a verdade (riso involuntário) e com o jornalismo, já agora.

Tomemos como exemplo esta "notícia" sobre Slimani: Slimani faltou ao treino

Leram? Portanto, o argelino que faltou ao treino teve, segundo o Sporting, única fonte credível para além do próprio, autorização para se ausentar. do quê? do treino a que faltou. Não é difícil acompanhar, pois não amigos?

No mesmo parágrafo, conseguem dizer que Slimani faltou, e "volta a forçar novo braço-de-ferro em Alvalade", para conseguirem finalmente esclarecer que teve autorização para isso.

Estas pessoas não têm vergonha?

Slimani pode sair do Sporting, é a vida, é o futebol, são os tempos. Mas não me venham dizer que isto é jornalismo, não é. E o Record foi só um, vi outros sites com "notícias" (vómitos) semelhantes. Tenham paciência, vão para a sombra que o sol está quente e não me irritem que eu sou uma pessoa que não se pode enervar, tá?


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07 Ago 16
Islam Slimani
Pedro Correia

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Islam Slimani é um jogador "raçudo", como os comentadores de futebol gostam de dizer. Eu prefiro chamar-lhes Leões. A jogadores como o Slimani, não aos comentadores.

Depois há os outros. Os jogadores "quase". Aqueles que quase conseguem, quase marcam, quase fazem tudo quase bem.


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05 Ago 16

Não podemos ficar satisfeitos com o teste desta noite, no estádio do Algarve, frente ao Bétis de Sevilha - 10.º classificado do campeonato espanhol. Perdemos (2-3) e sobretudo revelámos clamorosas falhas defensivas neste desafio em que não actuaram Rúben Semedo (lesionado), Adrien e João Mário.

Jorge Jesus fez alinhar pela primeira vez nesta pré-temporada Bruno Paulista - que teve responsabilidade num dos golos - e Paulo Oliveira, fazendo igualmente entrar o argentino Meli, reforço de Verão, em estreia absoluta com a camisola do Sporting. Recebeu muitas palmas. E pareceu ter gostado. Deu para perceber que o médio argentino tem bom toque de bola.

Vale a pena também salientar o primeiro golo de Alan Ruiz, a passe de Bryan Ruiz. Um ensaio de dupla atacante a prevenir a ausência de Slimani, que estará fora da jornada inaugural da Liga 2016/17 por necessidade de cumprir um castigo.

Estivemos aliás a vencer, logo a partir dos 17'. Mas tudo virou em três minutos, entre os 27' e os 29', com dois golos da equipa andaluza. Daí até ao fim limitámo-nos a correr atrás do prejuízo.

No segundo tempo, com a equipa a perder 1-2, Jesus substituiu todos os jogadores de campo, mantendo-se apenas Rui Patrício na baliza. O Sporting acabou por lucrar com estas mudanças em catadupa, passando a actuar com mais intensidade e a trocar melhor a bola. Destaque para o sérvio Petrovic, que fez a melhor exibição da pré-temporada, os nossos laterais (João Pereira e Jefferson) a revelarem muito dinamismo e Slimani de novo a marcar, pela segunda partida consecutiva, com um grande golo de cabeça.

Golo insuficiente, ainda assim, para impedir a derrota. Ainda há muitas arestas a limar na nossa equipa a escassos nove dias do início do campeonato.

 

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Apreciação sucinta dos nossos jogadores:

 

Rui Patrício - Noite ingrata para o nosso guarda-redes, traído pelo seu quarteto defensivo. Pecou por algum imobilismo no segundo golo. No terceiro pareceu mal colocado.

 

Schelotto - Exibiu o voluntarismo a que já nos habituou enquanto esteve em campo, no primeiro tempo. Mas por vezes parece dosear mal o esforço. Bom remate aos 7', levando o primeiro sinal de perigo à baliza do Bétis.

 

Coates - Uma decepção. O uruguaio teve responsabilidades directas nos dois golos sevilhanos marcados na primeira parte, Falha de cobertura aos 27', claramente batido aos 29' - ambas as vezes por Rúben Castro. Saiu ao intervalo.

 

Naldo - Melhor do que o seu colega do eixo central. Mas falhou a intervenção no lance que viria a gerar o terceiro golo do Bétis, não estando também imune à sucessão de erros defensivos. Substituído aos 74'.

 

Marvin - Uma das piores exibições. De uma falha de cobertura no corredor à sua guarda nasce o golo inaugural do Bétis. Intervenção quase nula no processo ofensivo. Esteve em campo até ao minuto 60.

 

William Carvalho - Parece diminuir de rendimento nos desafios em que Adrien não o complementa no trabalho do meio-campo. Foi o caso hoje, em que esteve uns pontos abaixo da sua média. Saiu ao intervalo.

 

Bruno Paulista - Foi uma das surpresas de Jesus neste jogo: voltou à titularidade nove meses depois. Bom remate à baliza (22'). Mas seis minutos depois perdeu a bola no eixo central: daí nasceria o segundo golo do Bétis. Saiu aos 60'.

 

Bruno César - Exibição demasiado discreta do nosso médio esquerdo, ainda à procura do seu registo ideal. Teve o mérito de nunca complicar, ao contrário de alguns colegas. Substituído aos 60'.

 

Bryan Ruiz - Bons apontamentos do costarriquenho, que jogou em apoio directo ao ponta-de-lança improvisado, Alan Ruiz. Cumpriu com uma assistência para golo. Só actuou na primeira parte.

 

Alan Ruiz - Estreou-se a marcar pelo Sporting, logo aos 17', com um remate de carrinho dando a melhor sequência a um centro primoroso de Bryan. Substituído aos 60', certamente com a sensação de missão cumprida.

 

Paulo Oliveira - Regressou enfim às exibições após longa assistência, entrando no segundo tempo. Notou-se a falta de ritmo no lance do terceiro golo do Bétis, em que ficou preso de movimentos, sem acompanhar o rematador.

 

João Pereira - Jogou a segunda parte, notando-se que luta com muita energia pela disputa da titularidade na lateral direita. Velocidade, dinâmica e bom entrosamento com os colegas dianteiros. Falta afinar a qualidade nos crizamentos.

 

Petrovic - A melhor exibição do sérvio até agora. Em campo desde o minuto 46, revelou segurança no apoio à defesa e mostrou maior qualidade de passe. Tentou até o remate de meia-distância, chutando forte e com perigo aos 67'.

 

Podence - Entrou na segunda parte, insuflando mobilidade e criatividade na nossa linha ofensiva. Apontamentos de qualidade, sobretudo no passe curto, combinando bem com João Pereira em tabelinhas na ala direita.

 

Iuri Medeiros - Em campo desde o minuto 60. Poucas coisas lhe saíram bem. Quando deve passar, agarra-se à bola. Quando lhe pedem criatividade, perde o controlo da jogada. Nem nas bolas paradas fez a diferença.

 

Slimani - Muitos aplausos sublinharam a sua entrada em campo, aos 60'. Correspondeu às expectativas com um belo golo de cabeça (75'). Lutou sempre pela posse da bola. E envolveu-se em missões defensivas. Foi hoje o melhor Leão.

 

Palhinha - Voltou a ter uma exibição positiva, formando duplo pivô com Petrovic a partir do minuto 60, o que atenuou o ímpeto atacante dos sevilhanos. Vai à luta, não desiste de um lance. Dobrou bem os laterais sempre que necessário.

 

Jefferson - Substituiu Marvin aos 60' com notória vantagem para a equipa, conduzindo vários lances de ataque pelo seu flanco. Marcou de forma perfeita um livre aos 75' que funcionou como assistência para o golo de Slimani.

 

Meli - Boa estreia do reforço argentino, em campo desde os 60'. Envolveu-se em vários lances de ataque no eixo central, com tendência a encostar-se à ala direita. Bons pormenores técnicos e vontade óbvia de mostrar trabalho.

 

Ewerton - Substituiu Naldo aos 74'. Não comprometeu, ao contrário de vários dos seus colegas do sector mais recuado.


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02 Ago 16

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04 Jul 16
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20 Jun 16
Balanço (31)
Pedro Correia

 

OS SEIS MELHORES GOLOS DO SPORTING - V

Slimani, no Benfica-Sporting 

(25 de Outubro de 2015)


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15 Jun 16
Balanço (26)
Pedro Correia

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre SLIMANI:

 

- Eu: «Eficaz. De novo o matador da nossa equipa. Veloz, combativo, inconformado. E cada vez melhor do ponto de vista técnico.» (13 de Setembro)

- Edmundo Gonçalves: «Não merecia ter entrado em campo. Um jogador destes não pode ficar associado a uma exibição e uma derrota como esta!» (18 de Setembro)

- Filipe Moura: «A maior parte dos adeptos do Sporting converteu-se a Jesus, mas eu continuo fiel acima de tudo ao Islam.» (9 de Novembro)

- João Távora: «Slimani trabalha que nem um mouro.» (13 de Dezembro)

- Pedro Almeida Cabral: «Ainda sou do tempo em que ofertas aos melhores jogadores do plantel me faziam tremer. Especialmente se fossem a meio da época.  Ainda sou do tempo em que o Crystal Palace podia oferecer 15 milhões pelo Slimani e havia o perigo real de o Sporting dizer que vendia por 10 milhões se pagassem a pronto.» (6 de Janeiro)

- Duarte Fonseca: «É impressionante o que Adrien e Slimani ganham com o modelo de jogo de Jesus. Todos ganham, mas estes dois são os mais beneficiados.» (7 de Janeiro)

- José da Xã: «Pois eu guardei-me para o melhor… para aquela cabeçada de Slimani que quase deitou o estádio abaixo. Foi a altura de extravasar os meus sentimentos reprimidos durante 90 minutos. E gritei então bem alto: Gooooooooooooolo! E repeti vezes sem conta: Golo, golo, golo…» (11 de Janeiro)

- Luciano Amaral: «Estava farto de ver aqueles lançamentos para o Slimani em "fora-de-jogo" e nada. Já tinha dito para mim mesmo: isto é uma parvoíce, o Slimani é um tosco. Chama-lhe tosco, chama: é só ver.» (24 de Janeiro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Sem ter feito ginásio, ter aprendido a falar português ou se ter mudado para a Rússia, Slimani pode tornar-se no novo Hulk.» (25 de Janeiro)

- João Caetano Dias: «À ameaça de suspensão de Slimani, às incessantes expulsões de dirigentes e técnicos e ao condicionamento da arbitragem através de nomeações e classificações, juntam-se as patéticas ameaças do Benfica de processos por tudo e por nada.» (31 de Janeiro)

- Helena Ferro de Gouveia: «Avé Slimani / Cheio de graça / Bendito sois vós entre os jogadores de futebol / Bendito o fruto do vosso pé, o golo.» (13 de Fevereiro)

- Cristina Torrão: «Mas de que lado era o golo? O homem não se calava! Acaba lá de dizer golo! E ele acabou. E depois ouviu-se: Sli, Sli, Sli, Slimani!» (14 de Fevereiro)

- Francisco Vasconcelos: «E ao que parece, ao fim deste tempo todo a condicionar um dos melhores jogadores do Sporting, o enorme Islam Slimani não vai ser castigado.» (8 de Abril)

- Marta Spínola: «Eu quero é ver o João Mário passar três jogadores e oferecer o golo a Slimani, o Slimani saltar isolado e marcar de cabeça, ter a lei da vantagem, o Bruno César perceber João Mário e arriscar. Goloooooo!» (1 de Maio)


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05 Mai 16
Islam Slimani
Pedro Correia

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É já o segundo melhor marcador do Sporting neste século. E o melhor artilheiro do continente africano a jogar nas ligas europeias em 2015/16. Só esta época marcou quatro golos ao FC Porto e dois ao SL Benfica.

Não treme nos jogos grandes. Ao contrário de outros.


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01 Mai 16

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Fui ao Porto e voltei. Saí de manhã, aproveitei o dia pela zona do Dragão (tempo esplêndido), voltei à noite com os três pontos, e a memória de um grande Sporting.

A entrada foi atribulada e parte dos adeptos do Sporting entraram com o jogo já a decorrer. Enfim, clássicos a rever. Fiquei na caixa, na jaula, no que lhe quiserem chamar. Cantou-se, incentivou-se, saltou-se e gritou-se bastante três vezes. 

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Do Dragão: gostei do estádio, dizem-me que com o frio não é agradável, mas ontem não esteve frio. Do lugar onde estava, vi relativamente bem o jogo e a saída foi bastante tranquila.

No campo, o grande Sporting, o príncipe João Mário e seus companheiros. Estava tudo bem. Quem me conhece sabe que não entro em conversas de arbitragens, para bem ou para mal. Eu quero é ver golos e o Sporting ganhar, de preferência. Eu quero é ver o João Mário passar três jogadores e oferecer o golo a Slimani, o Slimani saltar isolado e marcar de cabeça, ter a lei da vantagem, o Bruno César perceber João Mário e arriscar. Goloooooo!

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O terceiro golo. Depois de de se reclamar falta sobre Slimani, o jogo seguir e dar em golo, só podia acontecer histeria. Assumamo-lo: o terceiro golo foi a histeria nas bancadas. Por ser o terceiro, por poder significar um matar do jogo, por vermos a bola passar Casillas e a linha tão devagar que tudo podia acontecer, por nem acreditarmos num golo assim. Foi a loucura na arquibancada visitante.

Fui com amigas, encontrei amigos. Os nossos "vizinhos" dos blogs Bancada de Leão e A Norte de Alvalade são já dois amigos que gosto de rever em jogos do Sporting. Ficam as selfies da praxe.

Em suma, foi a minha estreia no Dragão, e não podia ter corrido melhor.

A reter, duas coisas: continuamos na luta, e sábado despedimo-nos dos jogos em Alvalade este campeonato. Enchemos o estádio para o aplauso que merece esta rapaziada? #euvoulaestar


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Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no FC Porto-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Slimani: 22

João Mário: 22

Bryan Ruiz: 18

Rui Patrício: 18

Schelotto: 18

Coates: 17

William Carvalho: 17

Bruno César: 16

Adrien: 16

Teo Gutiérrez: 15

Rúben Semedo: 15

Marvin: 14

Gelson Martins: 1

 

A Bola  e O Jogo elegeram Slimani como figura do jogo. O Record optou por João Mário.


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17 Abr 16
Interpretem como quiserem
Edmundo Gonçalves

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Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Moreirense-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Slimani: 16

Schelotto: 16

Coates: 16

Teo Gutiérrez: 15

William Carvalho: 15

Adrien: 15

João Mário: 15

Rui Patrício: 15

Gelson Martins: 14

Rúben Semedo: 14

Bruno César: 13

Marvin: 12

Bryan Ruiz: 11

João Pereira: 1

 

A Bola elegeu Teo Gutiérrez como melhor sportinguista em campo. O Record optou por William Carvalho. O Jogo escolheu Slimani.


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15 Abr 16
Islam Slimani
Pedro Correia

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O melhor marcador sub-30 do campeonato. Sempre a facturar.

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08 Abr 16

 

E ao que parece, ao fim deste tempo todo a condicionar um dos melhores jogadores do Sporting, o enorme Islam Slimani não vai ser castigado.

 

Parece-me um desfecho mais que lógico e merecido tendo em conta a absolvição de outros comportamentos consideravelmente mais graves. Poderiam  ter decidido de forma diferente é certo, mas teriam muito trabalho a tentar encobrir o escândalo.

 

Quer-me parecer que este será um final de semana algo estranho e custoso para os lados do Colombo. Se começaram tão bem a semana com a "fantástica" nomeação de João Capela e pela extraordinária vitória moral de terça-feira, hoje levaram um autêntico murro no estômago.

 

Não sei bem o que está a acontecer à máquina, mas começo a estranhar esta mudança. Primeiro, Artur Soares Dias vê a sua nota no jogo Sporting - Benfica alterada por não ter punido uma entrada selvagem ao mágico Bryan Ruiz e, depois, segue-se uma excelente notícia como esta.

 

Querem ver que a sorte está a acabar e começa a haver alguma seriedade? A continuar assim ainda começo a acreditar que se acabaram as ajudas cada vez que estão quase a escorregar.

 

O que eu sei é que agora vai ser só ouvi-los falar (ainda mais) da pouca vergonha que é o Slimani não ter sido castigado.

 

Quanto a nós, só temos é de fazer a nossa parte e continuar a dar tudo, confiantes de que o primeiro lugar vai ser nosso.


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05 Abr 16

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Belenenses-Sporting por dois dos três diários desportivos:

 

Slimani: 20

Adrien: 18

Teo Gutiérrez: 18

João Mário: 17

Schelotto: 17

Bryan Ruiz: 16

William Carvalho: 15

Rui Patrício: 15

Coates: 15

Bruno César: 15

Carlos Mané: 14

Rúben Semedo: 14

Aquilani: 12

Barcos: 1

 

A Bola e O Jogo elegeram Slimani como figura do desafio. O Record optou por Adrien.


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04 Abr 16

Vencemos e convencemos mais um clássico do futebol lisboeta: esta noite, no estádio do Restelo, o Sporting vulgarizou por completo o Belenenses. Numa partida de sentido único em que chegámos ao intervalo a ganhar por 2-0 e podíamos já então ter conseguido uma vantagem bem mais alargada, com Teo (duas vezes) e William Carvalho a desperdiçar flagrantes hipóteses de golo.

Na etapa complementar, mais três: ampliámos o marcador por mérito do nosso caudal ofensivo e do nosso meio-campo muito bem oleado. Só tirámos o pé do acelerador no último quarto de hora, período em que a equipa anfritriã marcou por duas vezes, reduzindo a desvantagem. Mas isto não tirou brilho à concludente vitória leonina - mais uma fora de casa.

Após esta segunda goleada consecutiva, mantemos intactas as aspirações ao título. E ampliámos a vantagem em relação ao FC Porto, cada vez mais num distante terceiro lugar, agora a sete pontos de distância.

O melhor em campo foi Slimani.

 

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RUI PATRÍCIO (6). Sofreu dois golos, aos 76' e 88', mas sem responsabilidade em qualquer dos lances, que resultaram de excesso de liberdade dos marcadores na nossa grande área. Mostrou-se atento e bem posicionado.

SCHELOTTO (7). Parece estar a agarrar a titularidade, melhorando de jogo para jogo. Cria sucessivos desequilíbrios na sua ala. Um desses lances, aos 54', culminou num centro perfeito de que viria a resultar o nosso terceiro golo.

COATES (7). Tranquilo, muito concentrado, continua a fazer uso da sua elevada estatura para fazer a diferença. Não só atrás mas também à frente. Participou na jogada do nosso quarto golo ganhando uma bola dentro da área.

RÚBEN SEMEDO (6). Continua a combinar muito bem com o colega uruguaio no eixo da defesa. Mais comedido do que Coates, revelou segurança e boa condição física. Nem sempre acertou, mas nunca comprometeu.

BRUNO CÉSAR (6). Jogou como lateral esquerdo adaptado pelo segundo desafio consecutivo. Destacou-se menos do que na jornada anterior, frente ao Arouca, em que jogou menos retraído. Os centros nem sempre lhe saíram bem.

WILLIAM CARVALHO (7). Está de regresso à melhor forma, como voltou a demonstrar no Restelo, onde se destacou na recuperação de bolas e na qualidade de passe. Faltou-lhe apenas ter marcado um golo que desperdiçou aos 15'.

ADRIEN (8). Excelente partida do nosso capitão, coroada com o melhor golo do Sporting - o terceiro, um tiro disparado de fora da área aos 54' que acabou por ser o da vitória. O quarto golo começa também nos pés dele. Saiu aos 72'.

JOÃO MÁRIO (7). Alargou a nossa frente de ataque com as suas constantes mobilizações que baralharam por sistema a incipiente marcação adversária. Iniciou o lance do quinto golo, numa exibição da sua excelente técnica individual.

BRYAN RUIZ (6). Regressou fatigado da sua participação na selecção da Costa Rica, abaixo do nível a que nos tem habituado. Na sua melhor jogada, aos 31', conseguiu um penálti. Falhou golo aos 57', a passe de Teo. Saiu aos 72'.

TEO GUTIÉRREZ (7). A melhor exibição do colombiano neste campeonato valeu-lhe dois golos (58' e 78'). Podia ter marcado aos 13' e 20'. Protagonizou bons lances individuais e manteve-se em campo durante os 90 minutos.

SLIMANI (8). Voltou a ser decisivo. Abriu o marcador aos 23'. E foi categórico na marcação do penálti, aos 32'. Fez um passe de calcanhar para William que quase deu golo. Está cada vez melhor do ponto de vista técnico. Saiu aos 83'.

CARLOS MANÉ (6). Entrou aos 72' e não tardou a mostrar os seus dotes técnicos com uma excelente incursão pela esquerda que funcionou como assistência para o quinto golo. Merecia mais tempo de jogo.

AQUILANI (4). Rendeu Adrien aos 72', mas foi um pálido substituto, sem a dinâmica do capitão. Pareceu desenquadrado do colectivo, com pouca inspiração.

BARCOS (4). Substituiu Slimani aos 83', numa fase em que o jogo já estava decidido, voltando novamente a não ter hipóteses de mostrar o que vale num estádio português.


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Gostei

 

Da nossa goleada. A segunda consecutiva, desta vez no Restelo, num dérbi de Lisboa. Vitória concludente por 5-2. Sem a menor contestação.

 

De Slimani. Marcou mais dois golos, ultrapassando a meia centena ao serviço do Sporting. O primeiro, logo aos 23', teve uma excelente execução técnica do argelino, que fez uma boa recepção, mudou de pé tirando um defesa do caminho e rematou com muito boa colocação, abrindo caminho à goleada. O segundo golo da equipa foi também dele, de penálti. E ainda marcou um terceiro, aos 59', anulado por um fora de jogo muito mal assinalado pelo árbitro auxiliar.

 

De Adrien. Voltou a fazer um excelente jogo, comandando a pressão alta exercida pela nossa equipa, que sufocou o Belenenses no seu reduto. E coroou a exibição com um belíssimo golo - um disparo indefensável, aos 54'. O nosso terceiro nesta partida.

 

De João Mário. Desta vez não marcou. Mas participou na construção do quinto golo, conferindo o seu habitual toque de classe à organização ofensiva do Sporting. Venceu sistematicamente os confrontos individuais e alargou sempre o jogo leonino.

 

De Teo Gutiérrez. Voltou a bisar, pela segunda jornada consecutiva. Foi ele a marcar os golos 4 e 5, aos 58' e 78'. E foi sempre uma unidade muito móvel, integrando-se bem na dinâmica colectiva.

 

De William Carvalho. Fez a diferença ao recuperar inúmeras bolas e relançando-as quase sempre com precisão. Foi um baluarte do meio-campo e o primeiro a estancar a débil corrente ofensiva do Belenenses. Isolado, quase marcou aos 15'. Foi pena ter escorregado: merecia aquele golo que não chegou a acontecer.

 

Da nossa primeira parte. Já ganhávamos 2-0 ao intervalo, mas sabia a pouco: podíamos ter marcado pelo menos mais três. O Sporting foi sempre muito forte, jogando a um ritmo intenso, sem conceder a menor hipótese à equipa anfitriã.

 

Do apoio dos adeptos. Houve festa nas bancadas do Restelo, com a larga maioria do público a apoiar a nossa equipa do princípio ao fim.

 

De vermos aumentar a distância face ao FC Porto. A equipa treinada por José Peseiro, hoje derrotada em casa pelo Tondela, último classificado do campeonato, está já sete pontos atrás do Sporting.

 

De nos mantermos na corrida ao título. Faltam ainda seis jornadas e temos apenas menos dois pontos que o Benfica.

 

 

Não gostei

 

Da tentativa de Teo Gutiérrez de marcar o penálti. Foi preciso Jorge Jesus irritar-se e ordenar sem a menor dúvida que a grande penalidade devia ser batida por Slimani, que ambiciona ser o melhor marcador do campeonato. O argelino não falhou.

 

Do golo mal anulado a Slimani aos 59'. As repetições deixam bem claro que o nosso ponta-de-lança estava totalmente em jogo.

 

De sofrer dois golos. Foram grandes remates, sem hipóteses para Rui Patrício, aos 76' e 88'. Mas com demasiada liberdade de movimentos dada a quem os marcou.

 

Do amarelo mostrado a Adrien. Por acumulação de cartões, o nosso capitão ficará fora da próxima partida, frente ao Marítimo.


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13 Mar 16

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Estoril-Sporting pelos três jornais desportivos:

 

Slimani: 18

Rui Patrício: 17

João Mário: 16

William Carvalho: 16

Bryan Ruiz: 16

Coates 15

Rúben Semedo: 15

Aquilani: 14

Teo Gutiérrez: 13

Schelotto: 12

Marvin: 12

Bruno César: 9

 

Os três jornais elegeram Slimani como melhor sportinguista em campo.


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12 Mar 16

Domínio total do Sporting durante dois terços do jogo hoje disputado no estádio António Coimbra da Mota, frente ao Estoril. Um estádio onde as equipas forasteiras têm sempre dificuldade em triunfar e que hoje se encheu de adeptos leoninos, confiantes na vitória. Os jogadores corresponderam: viemos de lá com três preciosos pontos que nos devolvem provisoriamente ao primeiro lugar.

Slimani regressou aos golos, marcando dois: foi um dos artífices deste saboroso triunfo. Outro elemento fundamental foi Rui Patrício, que salvou dois possíveis remates vitoriosos do Estoril, à beira do fim do encontro, quando o treinador anfitrião reforçou a frente de ataque e apostou tudo em virar a sorte do jogo. Nesse período a turma canarinha marcou o golo solitário e fez tremer a nossa equipa no quarto de hora final, felizmente sem consequências mais negativas.

Sem Adrien - a cumprir castigo - nem o lesionado Jefferson, Jorge Jesus fez alinhar Schelotto no lugar de João Pereira, Marvin na ala esquerda e Aquilani na linha média. No essencial, a equipa cumpriu. Destacando-se João Mário e William Carvalho na manobra colectiva. Além do argelino, que foi a figura do jogo.

 

............................................................................

 

RUI PATRÍCIO (7). Pouco teve de fazer na primeira parte mas foi um elemento decisivo no quarto de hora final, quando impediu o Estoril de marcar por duas vezes - uma das quais no último lance do desafio.

SCHELOTTO (6). Muito dinâmico, acelerou toda a primeira parte na ala direita, que esteve por sua conta. De um lançamento dele nasceu o nosso primeiro golo. Estoirou fisicamente nos 20 minutos finais, com reflexos na perda de qualidade da equipa.

COATES (6). Sempre muito atento, fez sobressair a sua supremacia física, nomeadamente no jogo aéreo. Ousou incursões à frente, nomeadamente aos 27'. Teve alguns lapsos, mas nenhum comprometedor.

RÚBEN SEMEDO (6). Jogo correcto do central da nossa formação, que regressou a titular após cumprir castigo. Qualidade de passe e capacidade de choque: dois atributos de que fez uso constante.

MARVIN (5). Voltou a ser o elemento mais apagado do nosso quarteto defensivo. Arriscou poucas incursões no seu corredor e deixou Bonatini à-vontade no lance que daria o golo isolado do Estoril.

WILLIAM CARVALHO (7). Uma das melhores partidas da temporada do nosso médio-defensivo, crucial como tampão da manobra atacante do Estoril e também para lançar movimentos de ataque leonino. Grandes passes a servir Bryan (55'), Slimani (71') e João Mário (72').

AQUILANI (6). Actuação positiva do internacional italiano, que fez boa parceria com William, embora sem fazer esquecer Adrien. Eficaz em vários passes. Mas não foi feliz na marcação de cantos.

JOÃO MÁRIO (7). Outra grande exibição do jovem médio. Com passes de rotura, dribles a baralhar marcações e uma visão periférica que favoreceu o nosso jogo colectivo. Só foi pena não ter marcado aos 72': dispôs de uma boa oportunidade. Terminou o jogo esgotado.

BRYAN RUIZ (6). Ainda não foi desta que regressou aos golos nem às grandes exibições. Desperdiçou um soberbo passe de calcanhar de Slimani na grande área estorilista. Redimiu-se em parte com o cruzamento aos 45' que funcionou como assistência para o segundo golo do argelino.

TEO GUTIÉRREZ (4). Melhorou ligeiramente em relação a outros jogos, nomeadamente na qualidade do passe. Mas continua muito aquém das exigências leoninas. Jesus voltou a apostar nele como segundo avançado - e a aposta voltou a não resultar.

SLIMANI (8). O goleador está de novo em excelente forma, como este jogo demonstrou. Correu, lutou e marcou. Logo aos 5', culminando uma jogada de inegável requinte técnico, com uma simulação que lhe permitiu a troca de pés antes de fuzilar a baliza do Estoril. Voltou a marcar aos 45'. E quase marcou aos 64'.

BRUNO CÉSAR (4). Rendeu Teo aos 67', mas não esteve melhor do que o colombiano. Revelou dificuldades de posicionamento e marcou muito mal um livre aos 74'.

BARCOS (-). Entrada aos 92'+2', apenas para queimar tempo, substituindo João Mário. Limitou-se a tocar uma vez na bola.


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Gostei

 

Da vitória num estádio muito difícil. Tínhamos nove "finais" pela frente. Agora só temos oito. Mais um obstáculo foi ultrapassado, há pouco, com o nosso triunfo frente ao Estoril, equipa que se encontra na sua melhor fase desta época e vinha de quatro vitórias em cinco jogos.

 

Da vantagem inicial. Já vencíamos quando estavam decorridos apenas 5' de jogo, o que transmitiu mais confiança. Aos jogadores e aos adeptos.

 

Do nosso domínio absoluto na primeira parte. Supremacia total do Sporting neste período, em que o Estoril não dispôs de nenhuma oportunidade.

 

De Slimani. O homem do jogo: voltou aos golos, marcando dois (5' e 45'). E voltou também às grandes exibições. Podia ter marcado mais dois e ainda serviu Bryan Ruiz de calcanhar num dos melhores lances do desafio, aos 27'. Já leva 24 golos marcados nesta temporada.

 

De João Mário. O maestro da equipa, superando a ausência de Adrien com muita qualidade de passe e uma excelente visão de jogo. As suas constantes trocas posicionais foram um elemento fundamental para o domínio territorial leonino durante quase todo o encontro. Podia ter marcado aos 72'.

 

De William Carvalho. Uma das notícias mais positivas deste jogo: o melhor William está de volta. Infatigável, o nosso médio defensivo foi fundamental para consolidar o dique defensivo leonino e distribuir jogo. Boa nota para os seus passes de rotura, lançando os companheiros. Foi assim aos 55' para Bryan Ruiz, aos 71' para Slimani e aos 72' para João Mário.

 

De Rui Patrício. Grande actuação do nosso guarda-redes, que foi decisivo para conter o ímpeto atacante do Estoril no quarto de hora final. Sofreu um golo indefensável, à queima-roupa, mas impediu outros dois.

 

Do resultado ao intervalo. Os jogadores foram para o balneário com a noção do dever cumprido: os 2-0 abriam boas perspectivas para a vitória final, que acabou por ocorrer.

 

Do nosso jogo colectivo. Grande dinâmica ofensiva aos 22'/23' e aos 75'/76' - só para indicar dois exemplos de controlo territorial e supremacia técnica do Sporting.

 

Da entusiástica onda verde. O estádio António Coimbra da Mota encheu, com 7729 espectadores - a esmagadora maioria dos quais exibindo cachecóis verdes. O "12º jogador" não revela o menor sinal de desânimo ou descrença, muito pelo contrário. Continuamos animados no sonho de conquistar o título.

 

Da arbitragem. Há que reconhecer: Manuel Mota teve um bom desempenho que merece ser assinalado.

 

Do nosso regresso ao comando do campeonato. Vantagem, ainda que provisória, para o Sporting - de novo no primeiro lugar.

 

 

Não gostei

 

Da contínua aposta de Jorge Jesus em Teo Gutiérrez. Uma vez mais, o colombiano foi um elemento muito abaixo da dinâmica média da equipa. Custa perceber por que motivo o treinador insiste em convocá-lo como titular.

 

Da ausência de Adrien. A qualidade do jogo leonino reflecte-se, para pior, com a ausência do nosso capitão. Como hoje aconteceu.

 

Do sofrimento no quarto de hora final. A equipa relaxou e confiou demasiado na vantagem por duas bolas, desorganizando-se. Não havia necessidade.

 

Das substituições tardias. O técnico fez entrar Bruno César aos 67' para o lugar do inócuo Teo - substituição que não adiantou nem atrasou. Mas não voltou a mexer na equipa até aos 90'+2', quando Barcos entrou enfim, só para queimar tempo e tocar uma vez na bola. Isto quando havia já vários jogadores à beira da exaustão, com destaque para Bryan Ruiz e Aquilani.

 

Do resultado. A vitória só pecou por ser escassa.


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14 Fev 16

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Nacional-Sporting por dois dos três diários desportivos:

 

Slimani: 19

João Mário: 18

Adrien: 18

João Pereira: 17

Coates: 16

William Carvalho: 15

Rúben Semedo: 15

Bryan Ruiz: 15

Rui Patrício: 14

Marvin Zeegelaar: 14

Carlos Mané: 13

Schelotto: 12

Aquilani: 11

Bruno César: 11

 

A Bola e O Jogo elegeram Slimani como figura do desafio. O Record optou por João Mário.

 

ADENDA: Agradeço ao leitor Alexandre Teles ter-me facultado os dados do jornal O Jogo.


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13 Fev 16

Terceira goleada leonina na Liga 2015/16 - e a segunda fora de casa, após termos vencido o Setúbal no Bonfim por seis golos sem resposta. Desta vez o triunfo acabou por ter um sabor especial por ter ocorrido na Choupana, único palco de onde até agora saímos derrotados, frente ao União. Agora, contra o Nacional, nunca a nossa vitória esteve em questão: pelo contrário, dominámos o tempo todo e começámos a construir o resultado muito cedo, logo aos 3', num remate indefensável de Slimani, cabeceando como gosta e aproveitando da melhor maneira um canto muito bem marcado por João Mário.

Os outros golos foram surgindo a um ritmo pendular, traduzindo a supremacia leonina neste desafio: Adrien de penálti aos 52', João Mário de recarga aos 63', novamente Slimani convertendo uma grande penalidade aos 86'. E a goleada podia ter sido ainda mais expressiva: Bryan Ruiz introduziu aos 17' a bola na baliza mas o lance foi (mal) invalidado pela equipa de arbitragem.

Com um inédito par de defesas centrais que deu boas provas no terreno, Teo Gutiérrez desta vez no banco e Barcos mantido em Lisboa, o Sporting alinhou com seis jogadores da formação - prova evidente de que, ao contrário do que alguns diziam, Jorge Jesus não só aproveita os jovens talentos portugueses como faz questão de torná-los protagonistas dos seus processos de jogo.

A figura da partida, para mim, foi Slimani. Marcou dois golos, serviu Bryan para o que foi injustamente anulado e ainda disparou uma bola à barra. Cada vez tem mais vontade de se sagrar rei dos goleadores neste campeonato. Estamos todos a torcer por isso.

 

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RUI PATRÍCIO (6). Fez a primeira defesa do desafio, aliás pouco difícil, quando já estavam decorridos 89'. Foi a primeira e única. No resto do tempo limitou-se a estar atento entre os postes.

JOÃO PEREIRA (7). Introduziu grande vivacidade à ala direita da equipa, ganhando praticamente todos os confrontos individuais. É um dos jogadores mais em evidência neste Sporting 2015/16.

RÚBEN SEMEDO (8). Intransponível. Seguro nos cortes, colocando a bola sempre bem direccionada no início do processo ofensivo, actuou de modo irrepreensivel no lugar do lesionado Paulo Oliveira.

COATES (8). Impecável no jogo aéreo, combinou muito bem com o parceiro do eixo central da defesa. Nem parecia que era apenas o seu segundo jogo no Sporting. Excepcional passe longo para Slimani aos 77'.

MARVIN (6). O mais irregular elemento da nossa defesa. Teve bons apontamentos, mas continua sem fazer esquecer o ausente Jefferson - sobretudo nos centros com conta, peso e medida para a grande área.

WILLIAM CARVALHO (8). Atento às dobras dos laterais, foi crucial no domínio indiscutível do Sporting no meio-campo. Grande passe criativo aos 18', demonstrando que volta a estar em excelente forma.

ADRIEN (7). Um pouco abaixo no nível superlativo a que nos tem habituado, confirmou-se como o nosso melhor marcador de penáltis ao converter o que resultou no segundo golo. Saiu aos 72', poupado a maiores esforços.

JOÃO MÁRIO (8). Mestre do passe curto, senhor de inegável domínio técnico, nos pés dele começou a construir-se a vitória ao apontar muito bem um canto à cabeça de Slimani. Numa recarga, marcou o nosso terceiro golo.

BRUNO CÉSAR (4). Veio de uma lesão, jogou pouco mais de meia hora e voltou a lesionar-se. Enquanto esteve em campo denotou dificuldades físicas. Substituído por Carlos Mané aos 35'.

BRYAN RUIZ (7). Esteve algo apagado de início, mesmo tendo marcado um golo mal anulado. Soltou-se no segundo tempo, abrindo aos 51' um túnel na grande área de que resultou um penálti - e o nosso segundo golo.

SLIMANI (9). Dois golos convertidos, uma assistência para um terceiro (mal invalidado) e ainda uma bola atirada à barra. Que mais querem do argelino? É um dos grandes obreiros deste Sporting candidato a campeão.

CARLOS MANÉ (6). Jorge Jesus lançou-o aos 35', para o lugar de Bruno César. Uma bola a rasar o poste foi a maior proeza do jovem da nossa formação neste encontro em que acusou algum excesso de individualismo.

AQUILANI (5). Substituiu Adrien aos 72'. Ajudou a segurar o jogo numa fase em que o Sporting abrandava a velocidade mas rematou sem nexo à baliza. Uma exibição que soube a pouco.

SCHELOTTO (6). Entrada aos 79', rendendo Marvin mas alinhando na ala direita enquanto João Pereira transitava para a esquerda. Irrequieto, cavou a falta de que nasceriam o segundo penálti e o nosso quarto golo.


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Oração leonina
Helena Ferro de Gouveia

Avé Slimani

Cheio de graça

Bendito sois vós entre os jogadores de futebol

Bendito o fruto do vosso pé, o golo

 

Santo Jesus, pai dos treinadores

Tratai bem de nós os sportinguistas

Agora e até ao fim do campeonato

Amém

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Gostei

 

Da vitória. Num estádio tradicionalmente difícil, frente ao Nacional, vencemos e convencemos. Com mais uma goleada (4-0), após a que se registou em Alvalade contra o V.Guimarães (5-1) e o categórico triunfo no Bonfim (6-0).

 

Do primeiro golo, que surgiu cedo. Iam decorridos apenas três minutos quando Slimani inaugurou o marcador.

 

Da forma como controlámos o jogo. Dominámos do primeiro ao último minuto, sem qualquer espécie de discussão.

 

Da nossa organização colectiva. Uma vez mais, a superioridade leonina deve-se em grande parte à forma como a nossa equipa soube posicionar-se em campo - com todos os jogadores atentos às linhas de passe, a recuperar bolas, a ir às dobras, a criar desequilíbrios.

 

De Slimani. Marcou mais dois golos (um dos quais de penálti, já com Adrien fora). E ainda mandou uma bola à barra. Merece ser distinguido como melhor em campo. E sobe para 22 o número de golos que já marcou nesta temporada - 18 dos quais no campeonato.

 

De João Mário. Outra grande exibição do nosso médio ofensivo, sobretudo nas suas características movimentações da ala para o centro. Numa dessas manobras marcou o nosso segundo golo, aos 63', aproveitando um ressalto após a bola disparada por Slimani ter embatido na barra. A forma superior como marcou um canto aos 3' funcionou como assistência para o primeiro golo de Slimani.

 

De William Carvalho. Parece regressar à boa forma a que nos habituou nas duas últimas temporadas. Hoje teve uma actuação praticamente irrepreensível, destacando-se na recuperação de bolas e na fase inicial da nossa organização ofensiva.

 

Dos nossos centrais. Rúben Semedo e Coates, categóricos no eixo defensivo, transmitiram personalidade e tranquilidade à equipa. Cortaram tudo quanto havia para cortar e pouparam Rui Patrício a grandes esforços. O nosso guardião fez a primeira e única defesa da partida aos 89'.

 

De vencer com seis portugueses no onze titular. Jogaram Rui Patrício, João Pereira, Rúben Semedo, William, Adrien e João Mário. E ainda Carlos Mané, que entrou logo aos 35'.

 

Da ausência de nevoeiro na Choupana. Desta vez a visibilidade foi total.

 

Do apoio intensivo da claque leonina. Fez-se escutar - e de que maneira - no recinto do Nacional. O 12º jogador continua a empurrar o Sporting na caminhada para o título.

 

Do regresso à liderança isolada no campeonato. Vamos com 55 pontos: mais três do que o Benfica e seis acima do FC Porto. Serenos, tranquilos, concentrados. Mantendo o respeito pelos nossos adversários mas cada vez mais confiantes de que o título será nosso.

 

 

Não gostei

 

Do golo limpo anulado a Bryan Ruiz. Iam decorridos 17' quando o costarriquenho introduziu a bola na baliza. Jogada sem mácula, a passe de Slimani, que o árbitro no entanto invalidou alegando um fora-de-jogo afinal inexistente.

 

De ver Bruno César lesionado. O brasileiro teve de sair aos 35' devido a problemas musculares. Outra baixa na nossa equipa por lesão.

 

Do cartão amarelo a William Carvalho. O médio defensivo falhará o próximo embate, frente ao Boavista em Alvalade, por acumulação de cartões.


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07 Fev 16

...É carnaval, ninguém leva a mal!

Daqui.


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