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És a nossa Fé!

Orgulho

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Fernando Santos eleito melhor seleccionador do mundo. Por ter conduzido a selecção nacional à conquista do Campeonato da Europa, a 10 de Julho, frente à turma francesa, anfitriã do certame, após várias rondas muito emotivas. Com dez jogadores formados na Academia leonina e quatro titulares do Sporting, entre outros excelentes profissionais.

Quando muito poucos acreditavam no título, ele soube sempre remar contra a maré da descrença. Ficou na memória colectiva aquela sua frase, proferida a 19 de Junho: "Já avisei a família que só volto no dia 11 [de Julho] e vou ser recebido em festa."

Parabéns, Fernando Santos. Esta votação é motivo de orgulho para todos os desportistas portugueses.

Fernando Santos: renovação merecida

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Inteiramente merecida, a renovação do contrato com Fernando Santos, o mais bem sucedido seleccionador da história do futebol português. Com metas muito concretas: a conquista da Taça das Confederações, daqui a 11 meses na Rússia, e a campanha de qualificação para o Campeonato do Mundo de 2018.

Recordo que ao longo de quase dois anos em funções Fernando Santos nunca sofreu uma derrota em jogos oficiais da equipa das quinas. E começou com muitas nuvens negras em torno da selecção: após uma presença desastrosa no Mundial do Brasil, iniciámos o apuramento para o Euro 2016 com uma derrota em casa frente à modestíssima Albânia. Com Paulo Bento a fazer alinhar Ricardo Costa, Miguel Veloso, Vieirinha, Ricardo Horta e um tal Cavaleiro, enquanto teimava em marginalizar jogadores como Quaresma e o nosso Adrien Silva.

Esta foi, aliás, a primeira conquista de Santos como seleccionador: pôs fim às penas de exclusão definitiva na turma nacional, que não faziam o menor sentido. Os resultados ficaram logo à vista. Porque entre as suas numerosas qualidades o "engenheiro do Euro" tem também esta: sabe rectificar os erros e é sensível a críticas e sugestões. Aqui para nós: se não soubesse que ele é assim nem lhe teria escrito este bilhete numa fase crucial do Europeu.

Para baixo, todo o Santos ajuda

A selecção joga mais ou menos o mesmo do que jogava com Paulo Bento. A diferença é que agora ganha. Não deve ser só sorte: a selecção da Grécia de Fernando Santos jogava mais ou menos o mesmo do que a selecção de Portugal de Fernando Santos, e também ganhava bastante. Não há dúvidas de que a nossa selecção tem uma filosofia. Essa filosofia pode resumir-se numa fórmula razoavelmente complexa: mete no Ronaldo que ele resolve. Foi assim no sábado: uns charutos lá para a frente e o rapaz a inventar dois golos espectaculares.

Quando se fala de selecções, há sempre aquele momento em que alguém lembra que seleccionador nacional não é treinador. Fernando Santos ilustra o caso na perfeição. Ele, de facto, limita-se a escolher os jogadores. Como eles jogam depois, isso é lá com eles. Vendo bem, se resulta, porque se há-de-mudar? E é mesmo capaz de ser melhor: mexer em qualquer coisa ainda estragava.

Mudanças cirúrgicas mas necessárias

Balanço muito positivo, como ontem referi. Digam os jarretas de turno o que disserem: três vitórias da nova equipa técnica da selecção em três jogos na campanha de qualificação da equipa nacional para o Euro-2016 não lhes basta. É sempre assim.

Mas dois elementos do onze que ontem entrou na Luz contra a Sérvia não justificam titularidade: Eliseu e Danny. O primeiro - lento, desposicionado e com responsabilidades óbvias no golo sérvio - reproduz na selecção os erros que tem exibido ao serviço do clube. O segundo jamais revelou na equipa nacional os atributos que já demonstrou no campeonato russo - ao ponto de ser difícil afirmar com certeza qual a posição que ontem ocupava no terreno.

Os restantes são para manter. Com mais oportunidades, se possível, aos três suplentes da noite de ontem - José Fonte atrás, William Carvalho a meio e Ricardo Quaresma à frente. A selecção só tem a ganhar com isso.

A podridão

Bem haja Manuel Cajuda, por não ter papas na língua e explicar como se manobram os bastidores na FPF .

Um vice-presidente perguntou-me se eu conhecia alguém importante no Espírito Santo, depois perguntou-me se eu era amigo de um determinado empresário e se tinha alguma coisa com uma marca de equipamentos. Disseram-me que em princípio não seria o seleccionador nacional"

 

Os nossos comentadores merecem ser citados

«Na selecção, se os resultados o permitirem e Fernando Santos se afirmar, só posso desejar que ao longo da qualificação tenha capacidade para lançar vários jogadores e consiga encontrar um modelo de jogo atractivo, tirando partido dos jogadores em melhor forma em cada momento. Se for para manter o modelo grego, onde jogava fechado, fechadinho, com uma mão cheia de carregadores de piano que esperavam marcar nas duas oportunidades criadas por jogo, e passar a eliminatória nos penáltis, até prefiro o Peseiro.»

João Soares, neste texto do José da Xã

Os nossos comentadores merecem ser citados

«Descarto Peseiro, Paulo Sousa, Vitor Pereira(?) e Jesualdo (o joker). Não pode continuar a haver um yesman/boy como seleccionador ao serviço de interesses e compromissos que invalidam a (re)construção da equipa nacional; essa é uma certeza. Descarto Manuel José pelo extremismo/ego e fico-me por Fernando Santos nas alternativas. Rui Jorge deve continuar nos Sub-21.»

Outside, neste meu texto

Era inevitável

Como alguns de nós tínhamos antecipado - incluindo eu, há quatro dias - Paulo Bento deixou de ter condições para permanecer no comando técnico da selecção nacional de futebol, humilhada em casa frente à Albânia.

Era inevitável. A Federação Portuguesa de Futebol acaba de anunciar, em comunicado, o fim do contrato com o treinador que levou Portugal às meias-finais do Campeonato da Europa de 2012 mas tropeçou na fase de grupos do Mundial do Brasil, este Verão.

Vira-se uma página. Quem será o próximo seleccionador? Por cá, antecipámos seis nomes: Fernando Santos, Jesualdo Ferreira, José Peseiro, Manuel José, Paulo Sousa e Vítor Pereira.

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