29 Mar 17

Caro consócio, antes de mais a minha solidariedade pela ameaça à sua integridade física e pela agressão verbal e intimidatória de que foi alvo no estádio alugado pela federação portuguesa de futebol para a realização do jogo de qualificação para o Mundial, no passado Sábado, 25.

Se graves eram já os acontecimentos, eles são tão mais graves porquanto o caro consócio exerce, por legítima vontade dos demais associados do Sporting Clube de Portugal, o honroso cargo de Presidente da Mesa da Assembleia Geral.

Sendo públicas as agressões de que foi alvo, terá cada um de nós, sócios e por extensão cidadãos, o dever de as denunciar às autoridades, se estas não tiverem agido em conformidade com a legislação em vigor e que é a de informar as autoridades judiciais acerca de acontecimentos tão graves e lesivos da sua integridade física e moral, que nos atingem a todos, que o caro PMAG representa e que são mais de 150.000.

Vivendo num país onde a impunidade impera infelizmente, e nomeadamente no que ao futebol e demais desportos diz respeito, o meu conselho, meu caro consócio, é que estando muito dentro do prazo legalmente concedido, exerça o seu direito de ofendido e proceda a queixa-crime contra os energúmenos que tão cobarde e insidiosamente o ofenderam. Eles estão claramente identificados.

Não se trata de ser queixinhas, caro Marta Soares. Sabemos que irá dar em nada, mas é um elementar exercício de cidadania.

 

Saudações Leoninas

 


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28 Mar 17

Mas depois o seleccionador resolveu meter uma armada vermelha em campo.

Foi ao fundo!


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26 Mar 17
Faz tão bem!
Cristina Torrão

O jogo de ontem não foi transmitido pela RTP internacional, mas felizmente houve um canal alemão que o fez: o RTL Nitro. Nunca a seleção portuguesa teve este estatuto e faz muito bem ouvir o comentador alemão Markus Kavka referir-se aos nossos jogadores como "os campeões europeus", ou "a seleção campeã da Europa".


É certo que, apesar de uma certa força inicial, os húngaros se tornaram inofensivos, depois de sofrerem os dois primeiros golos, mas é igualmente isso que define uma boa equipa: Portugal dominou o jogo. Markus Kavka fartou-se de nos elogiar. Portugal jogou como se estivesse destinado a voos mais altos.
Esperemos que sim!


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25 Mar 17

Hoje, dia de jogo da nossa seleção, aproveito para falar de um antigo árbitro da FIFA: o suíço Urs Meier (eu já explico a ligação). É muito conhecido na Alemanha, já que, depois de terminada essa sua carreira, em 2004, inciou uma outra, como comentador do canal ZDF, ao lado de Jürgen Klopp (o famoso treinador do Dortmund, que está, neste momento, em Liverpool) e, por vezes, Franz Beckenbauer. Enquanto Jürgen Klopp analisava o desmpenho das equipas, Urs Meier funcionava como expert de arbitragem.

 

Du Bist Die Entscheidung.jpg

 

Recentemente, o suíço surpreendeu ao publicar um livro de auto-ajuda, com o título: TU és a decisão - agir rapida e resolutamente (tradução minha e literal do alemão). Urs Meier baseia-se na sua experiência como árbitro de futebol e defende a tese de que devemos confiar mais no nosso sexto sentido. O primeiro capítulo intitula-se precisamente: "Como usar a intuição numa decisão" e inicia-se assim:

 

"Quartos-de-final do Campeonato Europeu de 2004. Minuto 89 do jogo Inglaterra contra Portugal. 1:1 no marcador."

 

Urs Meier enche quatro (!) páginas (as primeiras deste livro) com esse minuto 89, em que ele assinalou uma falta contra Portugal, da qual resultou um golo de Campbell. O árbitro suíço anulou esse golo, porporcionando assim que Portugal passasse à meia-final por penáltis. Foi uma das piores decisões da sua vida, diz ele, porque, apesar de realmente ter havido uma falta de John Terry sobre o nosso guarda-redes Ricardo, ele não a viu! Confessa que estava em má posição e a confusão na grande área portuguesa era enorme, numa amálgama de vinte jogadores. Mesmo assim, ele quebrou uma regra dos árbitros que diz "só apitar o que se vê" e anulou o golo! Baseado na sua intuição! Quando a bola entrou na baliza e os ingleses festejavam, enquanto os portugueses reclamavam desesperados, Urs Meier notou que John Terry, em vez de se juntar ao regozijo dos seus colegas, olhou para ele. E a sua intuição disse-lhe: se o jogador olha para mim, numa altura destas, é porque tem a consciência pesada. E anulou o golo apenas baseado nisso.

 

Mais tarde, o vídeo do lance provou que houve falta. Mas também provou que era impossível Urs Meier tê-la visto. O árbitro teve problemas com a FIFA, um jornal inglês divulgou o seu endereço eletrónico e ele recebeu 16 000 emails de protesto, ameaças de morte inclusive. Deu por terminada a sua carreira ainda nesse ano.

 

Urs Meier proporcionou a primeira final portuguesa num Campeonato da Europa. E o minuto 89 do jogo entre Portugal e a Inglaterra fica eternizado e descrito ao pormenor neste seu livro.


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24 Mar 17
Evidências
Cristina Torrão

Não é só A Bola, Pedro! A RTP também entra no jogo.

 

Ontem, Pizzi veio garantir, em conferência de imprensa, que os jogadores do Benfica vão colaborar com os jogadores do Porto nos jogos da seleção, mesmo estando o derby à vista!

 

Como?

É preciso vir garantir uma coisa dessas perante os jornalistas? E é notícia de Telejornal?!

 

Pois foi com esta não-notícia que o serviço público de televisão, no seu principal noticiário, se referiu ontem aos jogos da nossa equipa de todos, dando largos minutos de tempo de antena a Pizzi e às suas bombásticas declarações.


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11 Out 16

Há jogadores de futebol, aqueles que são convocados para uma dupla jornada de qualificação e jogam, depois há os outros, os que vão por ir, porque ainda há lugares no autocarro ou no avião.

Jogadores de futebol:

Rui Patrício - 180'

João Mário - 105'

William Carvalho - 90'

Gelson Martins - 41'

Excursionistas:

Nélson Semedo - 0'

Pizzi - 0'

Renato Sanches - 0'


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30 Set 16

Ontem foi injustiçado.

Hoje é dia de se fazer justiça.

Convocaram para a selecção o RS35 errado.

O que foi convocado não joga.

O que não foi convocado joga que se farta.

Rúben Semedo, 35, o original é sempre melhor que a cópia.

Como constatámos aqui, o emplastro original, também, é melhor que a cópia.


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10 Jul 16

"Se perdermos, que se foda".


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07 Jul 16
Afinal há final
Luciano Amaral

O jogo de ontem começou muito bem, com a selecção a trabalhar para o empate como é costume. É espantoso como até a Gales dá a iniciativa do jogo. Estávamos já todos confortadinhos, a enroscar-nos no sofá para um bom cochilo, a apreciar o que (não) se passava em campo, até que houve algo de semelhante a uma jogada perigosa: João Mário e Cristiano fizeram uma tabelinha, e João Mário, com a proverbial eficácia na finalização que bem lhe conheço no Sporting, atirou a bola sabe-se lá para onde. Nesta altura Danilo continuava a demonstrar que era melhor que William (a sabedoria convencional no início do campeonato) enquanto Renato Sanches estava entre o passe errado n e n+1. Ao intervalo parecia tudo bem encaminhado para se depositar a fé numa defesa do Rui Patrício nos penáltis.

 

Até que, no início da segunda, o Cristiano Ronaldo lá sacou aquele golo à Michael Jordan (como alguém já lhe chamou). Três golos no campeonato, três grandes golos, sendo este o segundo à la Jordan. O golo de Ronaldo foi quanto bastou para Gales abrir o jogo. E quanto bastou para o Nani meter outra batata lá dentro. Estava arrematado. Gales, ainda por cima sem Ramsey, não dava para mais nada. Por volta dos 70 minutos, Santos, sempre cheio de medo que o jogo se torne demasiado vertiginoso, tirou Renato e pôs André Gomes, para defender melhor. E mais à frente tirou Adrien para pôr Moutinho, com o mesmo objectivo (e também poupar Adrien para a final, acho eu).

 

Julgo que uma performance deste género, que nós tendemos a achar que é mau futebol, se protagonizada pela Itália, seria logo classificada como "típico cinismo transalpino" ou como uma "lição táctica como só a Itália sabe dar". É estranho estar deste lado, tão pouco português.

 

No final, numa demonstração do racismo da França e do Sporting, Adrien (um francês sportinguista, louro e de olhos azuis) saiu abraçado a Renato Sanches. Como desta vez foi fácil eleger Ronaldo o melhor em campo, Mendes estava satisfeito e não foi preciso os utilizadores do site da UEFA votarem em João Moutinho ou Renato Sanches. Depois dos galeses, vêm os gauleses. Preocupa-me o caseirismo dos árbitros.


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05 Jul 16
Período de nojo
Luciano Amaral

Parece que um jornal francês disse que a selecção portuguesa é "um nojo". Eu também acho. E acho muito bem, sobretudo se sacar mais um espectacular empate amanhã.


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04 Jul 16
Um capitão e um cobarde.
Luís de Aguiar Fernandes

 

Um vídeo que diz bem do cáracter dos dois.


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01 Jul 16
Santos, o velho
Luciano Amaral

Não jogamos nada. Vamos ganhar isto.


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26 Jun 16

Acho que foi o Buda que disse: "o que tem de ser, tem de ser". Se não foi o Buda, foi Chalana, ou outro sábio assim do género. Pouco importa. O que importa é que é bem verdadeiro, sobretudo quando se trata do mister Fernando Santos. Santos tinha de experimentar todas as asneiras. Aquelas que toda a gente viu desde o início. Tinha de pôr Moutinho e Vieirinha durante três jogos, tinha de pôr Eliseu a jogar e tinha de não aproveitar o entendimento chave-na-mão que o trio William-João Mário-Adrien lhe garantia. Não vale a pena brincar: Santos é um empirista. Teve de experimentar para saber se era verdadeiro. É como aquela história do tipo que vê uma poia de cão no passeio, põe lá o dedo e depois... Bem, sabem o resto. E um empirista bem meticuloso: por exemplo, no caso de André Gomes, teve de experimentar quatro vezes.

 

E não se diga que o nosso homem não dá um toque pessoal a tudo. Finalmente, lá usou o famigerado meio-campo do Sporting. Mas em vez de aproveitar as suas capacidades ofensivas (de que ainda se viram uns vislumbres), aproveitou a suas capacidades destrutivas: pôs Adrien a secar Modric e William a secar Rakitic. E a verdade é que resultou. Resultou naquilo que Santos queria: um não-jogo de futebol, um catenaccio estratosférico. Modric e Rakitic não podiam fazer nada e o nosso meio-campo tinha ordens para não fazer nada. Foi assim que chegámos ao fim da primeira parte, altura em que Renato Sanches ainda não tinha entrado em campo mas já liderava a votação dos utilizadores do site da UEFA para melhor jogador em campo. Sim, os mesmos que há dois jogos elegeram Moutinho.

 

Na segunda parte, Santos lá meteu, finalmente, aquele que já então era o homem do jogo. Por mim, estava arrematada a equipa daqui para a frente. Enfim, talvez preferisse experimentar o Rafa em vez do Sanches, mas nem o Mendes nem o nacional-lampionismo o permitiriam. Fiquemos assim. E foi assim que o jogo ficou mais ou menos na mesma, até ao momento em que Santos fez a sua mudança de assinatura, certamente já em pânico pela vertigem que observava em campo: tirou um jogador ofensivo e pôs dois trincos. Mal visto: deixou de haver Adrien a marcar Modric e a Croácia quase marcou por duas vezes. Até que, com a Croácia toda na grande área portuguesa, Quaresma rouba a bola, mete em Ronaldo, que mete em Sanches, etc.

 

Na conferência de imprensa, Santos disse que "o João" (i.e. Moutinho) só não jogou por "problemas físicos". Fiquei em pânico. É isso, minha gente, isto ainda não acabou.


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23 Jun 16

A selecção continua a impressionar. Como diria Luís Freitas Lobo, Fernando Santos é um homem com "princípios tácticos muito bem definidos". Julgo que o maior desses princípios (Freitas Lobo também lhe chamaria "cultura táctica") é o seguinte: "nenhuma equipa por mim treinada jogará bom futebol". Foi arreigado a este princípio basilar que Santos, ainda para mais depois de verificar que também os utilizadores do site da UEFA partilham a mesma "cultura táctica", voltou a escolher João Moutinho para titular. E a verdade é que Moutinho correspondeu perfeitamente, com uma exibição esplendorosa: nem um passe perigoso, centros inconsequentes, muitos passes curtinhos para os centrais ou os colegas do lado. Enfim, toda uma panóplia técnica capaz de deixar os utilizadores do site da UEFA maravilhados. A exibição só não foi perfeita porque acabou por inspirar Cristiano Ronaldo a fazer uma espectacular assistência "à Xavi" para o primeiro golo de Portugal. Ronaldo, ao fim de 40 minutos daquela geringonça, passou-lhe uma ideia pela cabeça: "deixa-me cá explicar ao Moutinho como é que se faz".

 

Não se percebe porque razão Santos abdicou dos seus princípios tácticos para o início da segunda parte, quando retirou Moutinho (porquê, se estava claramente a ser o pior em campo?) e promoveu a entrada de Renato Sanches e, depois, quando retirou André Gomes (um jogador também ao estilo de Santos, com o pequeno problema de estar a jogar um bocadinho melhor do que Moutinho) e fez entrar Quaresma. Foi aí que tudo se desvirtuou. Sanches não andou muito longe dos tais princípios tácticos, mas foi melhor do que Moutinho, o que não terá sido do agrado do treinador. Sobretudo, com Quaresma encostado à linha e a bola a avançar um bocadinho nos pés de Sanches, João Mário ficou na sua posição natural (e não naquela em que Santos o coloca normalmente) e Wiliam com mais espaço. Não é que a selecção começou a jogar bem? Tudo começou a ser mais fluido, com a bola a correr entre os três do meio-campo (William, Renato e João Mário) e a chegar perigosa a Nani, Quaresma e Ronaldo. O espectáculo era insuportável para Fernando Santos, que decidiu pôr cobro à situação: a certa altura, com o resultado em 3-3 e a Hungria encostada às cordas, decidiu jogar com dois trincos. Enfim, sempre é a Hungria, de que Fernando Santos se lembra bem na infância: em cada húngaro ele via um Puskás, um Czibor, um Kocsis. "Estes gajos estiveram quase a ganhar o Mundial de 1954, quem sabe o que nos farão a nós", pensou. E assim se segurou aquele resultado precioso.

 

No meio disto tudo, o grande problema de Santos é Cristiano Ronaldo. Ele bem parecia já ter abosrvido a cultura táctica de Santos nos dois primeiros jogos, relançando o eterno tópico "a culpa é do Ronaldo" (para citar os clássicos) com que o português gosta de se entreter. Mas já estava a ser demais para ele. Vai daí e arranca uma exibição desastrosa: uma assistência preciosa, um golo de antologia e outro golo que, não sendo de antologia, só ele sabe fazer, com uma elevação à basquetebolista. Que decepção, Ronaldo. Estávamos a ir tão bem. Não repitas, por favor.


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18 Jun 16
Sobre a selecção
Filipe Arede Nunes

Não sei qual o onze que Fernando Santos (quem se lembrou de escolher este homem para a selecção deveria, talvez, ter-se recordado que as suas equipas nunca jogaram grande futebol e que ele foi capaz de perder um campeonato com o Jardel a jogar com ele) vai apresentar logo nem qual o modelo de jogo. No entanto, se jogar em 4-4-2, e se quiser colocar em campo, ao mesmo tempo, Ronaldo, Nani e Quaresma (três jogadores com características muito ofensivas) deveria apostar, no meio-campo, em William, Adrien e João Mário.

Pergunta-se - ou pelo menos é legítimo que se pergunte - se a minha aposta neste três jogadores resulta de eles jogarem no Sporting. Sim, mas não por eu ser sportinguista ou devido ao facto de os três jogarem do Sporting. Se fossem atletas do Arrentela eu diria o mesmo. O Sporting jogou todo o ano com William a 6, Adrien a 8 e João Mário a interior direito, um sistema que deu equílibrio ao jogo leonino e que permitiu que os três dessem, sempre, muita rotatividade ao meio-campo. Estes são jogadores que estão rotinados, habituados a jogar em conjunto e capazes, praticamente sozinhos, de equilibrarem as transições ofensivas e defensivas.

Nada, note-se, contra Renato Sanches, Danilo ou André Gomes que penso serem enormes jogadores. Aliás, há muito tempo que a equipa de Portugal não tinha tamanha qualidade no meio-campo. Apostaria nos jogadores leoninos sobretudo porque penso que seriam capazes de dar mais à selecção.

Colocaria Quaresma no lugar de André Gomes (que penso, apesar de tudo, ter feito um jogo interessante contra a Islândia) porque está em grande forma e porque tem o elemento desequilibrador que o jogador do Valência não tem. Penso que a melhor posição para o André Gomes é a 8, mas a época de Adrien e as suas características pessoais fazem do jogador do Sporting, neste momento, e a meu ver, melhor para o lugar. Jogaria com Cédric porque é, no meu entendimento, mais jogador que Vieirinha e fecha melhor ao meio nos cruzamentos da esquerda.

Assim, a minha equipa para logo seria: Rui Patrício, Cédric Soares, Pepe, Ricardo Carvalho, Raphael Guerreiro; William Carvalho, Adrien Silva, João Mário, Ricardo Quaresma, Nani e Cristiano Ronaldo.


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14 Jun 16
Sábado há mais. Igual?
Edmundo Gonçalves

A sério, se havia jogador português para fazer frente aos islandeses, era mesmo o rastafari, que até entrou bem no jogo, com uma cacetada em cheio num louro ( e eu juro que me deu algum gozo ). Justiça seja feita, no pouco tempo que esteve em campo jogou o que Moutinho se esqueceu de jogar no tempo que lá esteve dentro: Fez um passe certeiro. Mas aos 71 minutos, senhor engenheiro? E vão seis, para os 5 milhões...

Danilo? Moutinho?

Não perdemos graças a S. Patrício.

Espero que o Nandinho durma bem sobre a merda de jogo a que acabámos de assistir.

Parece que se apuram os dois primeiros e o terceiro pode ter hipótese, talvez cheguemos aos oitavos. Como já disse por aí, não chegaremos muito mais longe.

Talvez no dia em que a cor das camisolas não diga quem é que joga, consigamos chegar lá.


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09 Jun 16
Calma!
Francisco Vasconcelos

À boa maneira portuguesa, ontem, viu-se alguma excitação com o resultado e performance da nossa selecção. Mas, minha gente, lembro-vos que era só a Estónia. Eu digo só, mas não quero faltar ao respeito. Só porque se tivesse mais qualidade estava no Euro. 

Convem lembrar que os adversários que vamos defrontar serão mais fortes e que de nada nos adianta entrar confiançudos a achar que está ganho.

É que já se sabe que, depois, à também boa maneira portuguesa, em caso de desaire, já ninguem presta e o treinador devia ter levado A em vez de B e devia demitir-se.

Eu com isto não estou a desejar mal a ninguem, até espero que a nossa selecção tenha o maior sucesso, mas já tenho alguns anos de futebol para saber que é preciso muita calma. É que quer se queira, quer não, para vencer é preciso ganhar a todos e nós, nos ultimos anos, temos falhado com os mais fortes.


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07 Jun 16
Parece que foi ontem
Pedro Oliveira

Hoje cumprem-se quatro anos que dei o meu pontapé de saída (obrigado Pedro Correia) neste blog.

Rui Patrício era o único jogador do Sporting convocado para a selecção, mais uma prova que algo mudou nestes últimos anos.


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22 Mai 16
Como é possível?
Francisco Vasconcelos

Como é possível levarmos um jogador como o Éder ao Campeonato da Europa, quando o André Silva é 1000 vezes melhor?


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18 Mai 16
Desporto-rei
Edmundo Gonçalves

Eu não quero ser mauzinho e a pergunta até nem é de minha autoria, mas de Diogo Beja:

"Depois da escolha dos 23, será que Fernando Santos sabe o que é o desporto-rei?"


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31 Mar 16

O jornal A Bola de 2016.03.30 define assim (p.6) a actuação do rapaz das rastas: "Foi carraça".

Confesso que durante o jogo não me lembrava de nenhum incómodo (e a carraça é um animal que incomoda bastante) causado por Renato Sanches (RS).

Munido do comando da televisão e dum bloco de notas visionei, novamente, toda a segunda parte do jogo para ver a carraça em acção.

O que vão ler a seguir é o relato exaustivo de todas as vezes que RS tocou na bola e das "brilhantes" decisões que tomou.

46', Fonte procura uma linha de passe e RS esconde-se atrás de Fellaini.

48'41'', RS recolhe uma bola de André Gomes após um alívio defensivo de Pepe, comenta-se "Portugal muito bem" como que a celebrar a primeira vez que a coqueluche toca na bola, após quase quatro minutos em campo, retomando, recolhe de André Gomes, dá de primeira para Guerreiro; Guerreiro para André Gomes que tenta colocar em Danilo, a bola toca ainda na cabeça de RS (48'52) e vai mesmo para o médio defensivo ex-Marítimo.

Ronaldo para Renato (49'10'') que deixa de primeira para Cédric.

49'53'', recebe a bola de Cédric que tenta iniciar um ataque e atrasa-a para Fonte.

50'37'', mais um passe atrasado desta vez para Danilo.

57'34'', falta não assinalada sobre Nani, alívio atabalhoado dos belgas para o nosso meio campo, a bola cai no local onde está RS, na televisão comenta-se "um bom trabalho de RS" e o que faz o Maradona da Musgueira? Um passe longo para Nani ou para Ronaldo? Parte para cima dos belgas com a bola controlada, finta meia equipa e marca golo? Infelizmente não faz nada disso... passa a bola a Fellaini (talvez devido a alguma identificação capilar).

61'36'', se tiverem curiosidade revejam a jogada que originará o golo belga, desde o início, tendo especial atenção ao posicionamento, melhor ao desposicionamento de RS. O médio sai à maluca a uma bola no meio campo, não toca na bola, não faz falta, nem recupera a posição à frente da defesa... bola metida para a esquerda do ataque belga, a forma com RS aborda aquele lance acaba por desposicionar o lado direito da defesa portuguesa (Cédric e Bernardo Silva)... bola mais para a esquerda ainda, depois a clássica corrida para a linha de fundo, cruzamento e golo belga, o golo dos manos Lukaku.

65', ressalto de bola na defesa, RS atrapalha-se sem saber o que fazer e sofre falta de Witsel, talvez o grande momento de RS durante todo o jogo, sofreu uma falta (um puxão de camisola) no meio campo defensivo... daqui a uns anos quando recordar este jogo RS vai dizer: "dizem que não joguei nada mas não é verdade, houve uma jogada em que eu saía como uma seta em direcção à baliza dos belgas e o Witsel teve de me travar em falta se não era um golo certo".

65'45',' recupera uma bola chutada à toa por um belga para impedir um lançamento lateral, deixa para Cédric.

69'10'', recebe a bola de Quaresma e passa para o lado a Danilo.

70', a única corrida que RS faz com bola, combina com Bernardo Silva e atira a bola, disparatadamente, pela linha de fundo quase junto à bandeirola de canto, atenção, aquilo não foi um remate nem um passe, foi uma "coisa" que lhe saiu na altura.

73', Fernando Santos apercebe-se (só agora?) que Portugal joga com menos um, RS não ataca nem defende, anda para ali, tira André Gomes, coloca William Carvalho a jogar ao lado de Danilo e deve ter dito a RS aquilo que os treinadores dizem a um jogador quando já não têm mais substituições e esse jogador está inferiorizado fisicamente: "joga ali mais à frente, tenta não atrapalhar os nossos jogadores e tenta correr atrás dos outros para ver se os atrapalhas."

78'03'', excelente passe de William para RS que se encontra no grande círculo, com Éder a desmarcar-se, deixa-se antecipar por um belga, ainda assim consegue mais uma vez tocar a bola para trás, para Danilo; perde-se uma potencial jogada de golo, não se riam, uma combinação atacante entre RS e Éder.

78'30'', William Carvalho tenta uma combinação atacante com RS mas este não estava para ali virado e não provoca nenhum movimento de ruptura, nem nenhum desequilíbrio, dá um toque de primeira para William como quem diz: "corre tu que eu tenho jogo com o Braga na sexta-feira e não estou para me cansar".

80', RS perde a bola, provocando na sequência da jogada uma situação de golo para a Bélgica.

87', António Tadeia diz o óbvio: "Renato fez um jogo tímido, muito diferente daquilo que costuma fazer no Benfica, pode ter tido ali algum receio de destapar, de deixar os adversários fugirem, então não terá arriscado tanto naquilo que é o seu ponto forte, a forma como acelera o jogo de meio campo"; "parece-me mais equilibrado, mais preocupado", diz o narrador da RTP 1, continua Tadeia: "mas ao mesmo tempo também mais preocupado com os equilíbrios defensivos mas incapaz de criar equilíbrios ofensivos". Equilíbrios? mas aquilo era um número de circo ou um jogo de futebol?

90'30'', o Maradona da Musgueira vai tocar pela última vez na bola e vai fechar com chave de ouro a sua actuação... recebe mais uma vez a bola de William, corre três passos com ela, faz um compasso de espera e atrasa para Danny; já vi muitas vezes este tipo de jogada, no rugby.

Então o que acham? Foi ou não carraça?


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25 Jun 15
E é contra a Alemanha!
Cristina Torrão

Não gosto de jogos entre Portugal e a Alemanha, põem-me sempre numa situação muito ingrata.

Primeiro, porque o meu marido é alemão e, por mais fair-play que se tenha, é sempre desconfortável saber que a pessoa sentada ao nosso lado está a torcer pela equipa contrária. Não temos filhos e, neste caso, até sou tentada a dizer "ainda bem". Sabe-se lá que lado os coitados haveriam de escolher...

Segundo, porque, não estando em Portugal, é muito penoso aguentar os festejos alemães, depois de uma derrota da nossa seleção. E, nos últimos anos, têm acontecido algumas...

A transmissão do jogo em direto já está anunciada no ARD, o primeiro canal alemão, decisão surgida apenas depois de este país ter assegurado a participação na meia-final. E desta vez, quero ser eu a festejar!

 

Força, Portugal!


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17 Jun 15
Memorável!
Edmundo Gonçalves

Como este facto importantíssimo para o futebol português não foi aqui referido por mais ninguém, tenho que prestar uma justa homenagem aos jogadores da selecção nacional que venceram a Itália ontem, mais de trinta anos depois dos dois golos sem resposta de Néné em Alvalade. Foi a feijões, mas não interessa!

Não queria também deixar passar em claro o primeiro golo de Éder(zito?) ao serviço da selecção! Quase trinta jogos depois. A isto sim, chama-se porfiar! Em manuelmachadês: "acreditar que porfiando e acreditando no seu próprio e intrínseco valor, alguma vez uma ocasião inolvidável lhe daria o mote para catapultar a sua carreira a um patamar que ele próprio desejaria". Temos homem! CR, põe-te a pau!


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15 Jun 15

A selecção joga mais ou menos o mesmo do que jogava com Paulo Bento. A diferença é que agora ganha. Não deve ser só sorte: a selecção da Grécia de Fernando Santos jogava mais ou menos o mesmo do que a selecção de Portugal de Fernando Santos, e também ganhava bastante. Não há dúvidas de que a nossa selecção tem uma filosofia. Essa filosofia pode resumir-se numa fórmula razoavelmente complexa: mete no Ronaldo que ele resolve. Foi assim no sábado: uns charutos lá para a frente e o rapaz a inventar dois golos espectaculares.

Quando se fala de selecções, há sempre aquele momento em que alguém lembra que seleccionador nacional não é treinador. Fernando Santos ilustra o caso na perfeição. Ele, de facto, limita-se a escolher os jogadores. Como eles jogam depois, isso é lá com eles. Vendo bem, se resulta, porque se há-de-mudar? E é mesmo capaz de ser melhor: mexer em qualquer coisa ainda estragava.


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01 Abr 15

Eu ainda sou do tempo em que havia uma chamada selecção de esperanças, onde evoluiam as chamadas promessas. Como o próprio nome indica, era onde jogavam os jovens com potencial para um dia virem a jogar na selecção principal. O "A" veio mais tarde.

Ora esta selecção evoluia naturalmente, em jogos-treino principalmente com clubes nacionais, ou com congéneres da mesma igualha. Não tenho certeza se terá havido alguma competição da UEFA a este nível, mas para o caso é irrelevante.

Ora ontem o que aconteceu foi um jogo de uma selecção de esperanças (mesclada de duas desgraçadas certezas lá na frente), onde evoluiram vários jogadores em quem o treinador vê potencial para poderem um dia chegar à selecção "A". Nada contra, antes pelo contrário, ressalvadas as duas desgraças já referidas. É importante que jogadores com algum perfil de selecção evoluam juntos, criem rotinas de jogo e demonstrem ao treinador se pode ou não contar com eles.

Contudo esta decisão, acertada num outro momento qualquer, pareceu-me totalmente desacertada nesta altura.

Este grupo de jogadores, que fez apenas três treinos de conjunto, por muito boas individualidades que tenha (e tem! João Mário, Bernardo Silva, Paulo Oliveira, p.e.), não passaria disso mesmo, de um grupo de jogadores. Que iria jogar contra uma verdadeira equipa; Uma equipa rotinada, que joga junta há muito tempo e que é constituída por jogadores que jogam nalguns campeonatos importantes da Europa, e que por exemplo não perdeu nenhum jogo na fase de grupos da CAN.

Este era um jogo com uma carga emotiva enorme para a selecção de Cabo Verde (esteve presente o presidente da República e não foi apenas pelo acto de solidariedade), que jogava contra Portugal; Ganhar a Portugal é sempre uma vingançazinha para os PALOP's, é assim quase como Portugal ganhar a Espanha, se é que me entendem... E parece-me que Portugal não encarou o jogo acautelando esta motivação extra por parte do adversário.

Depois o estádio. Eu lembro-me de ver, salvo erro, o Meszaros (se estiver enganado que me corrijam, p.f.), a marcar um golo de baliza-a-baliza no Coimbra da Mota. Ora, marcar um jogo de uma equipa constituída por jogadores basicamente tecnicistas contra outra, constituída por jogadores com forte pendente de contra-ataque, num estádio onde mesmo não havendo vento em lado nenhum tem sempre uma ventania "desgraçada", é pôr-se a jeito.

Por último o dia do jogo. Havendo nesse mesmo dia um jogo da selecção de sub-21, onde há também jogadores que poderiam fazer parte deste lote (lembro-me assim de repente de Tobias Figueiredo), não deveria ter sido marcada outra data? Quem sabe marcar este jogo para final deste mês de Abril, fazer dele um jogo de preparação para o jogo de qualificação em Junho, jogar com a melhor equipa e incluir alguns destes jogadores potenciais seleccionáveis? Ou seja, fazer a tal da renovação em jogos de preparação e aproveitar para tirar impressões. Até porque o esquema de jogo que se pretende utilizar precisa de limar muitas arestas.  E se este esquema prescinde dos pontas de lança porque não os há na selecção, que tal começar por convocar Orlando Sá e Gonçalo Paciência e simplificar as coisas?

Em resumo, não veio mal ao mundo p'la derrota. Se alguém estava à espera que estes quase vinte eram todos seleccionáveis ficou esclarecido, não são! Mas alguns, mais uma vez, demonstraram que podem ser úteis e que podem contar com eles. Há ali alternativa para todos os lugares de defesa, para ir renovando o meio-campo e se houver vontade de convocar quem vai marcando golos nos clubes, talvez também se arranje alternativa para ponta de lança, quem sabe? É que dizer que não temos alternativas aos ora titulares parece-me má fé. E também um pouco irrealista, já que se consideram estes titulares uns fora-de-série e intocáveis, quando isso não corresponde minimamente à realidade (há uma única e honrosa excepção, com o número 7 na camisola), como se tem visto pelas pobres exibições nos últimos jogos, fase final do Mundial incluída.

 


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11 Out 14
Esta noite…
José da Xã

Mesmo saindo derrotado Portugal mostrou ser (finalmente) uma equipa que sabe jogar futebol.

Não entrando em considerações futebolísticas, no final do jogo fiquei com uma pergunta pendurada na mente.

E se o Sporting não formasse jogadores?

Fiz as contas… Dos dezassete jogadores que entraram em campo oito foram formados no Sporting:  Rui Patrício, Cédric, João Moutinho, Nani, Cristiano Ronaldo, Wiliam Carvalho, João Mário, Quaresma.

A somar a estes oito temos Pepe e Danny, que também passaram por Alvalade. Deve ser difícil haver na Europa do futebol um clube tão formador como o Sporting.

E ainda há quem se esqueça disso!


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10 Out 14

Os exércitos dizem muito sobre os seus generais e a selecção nacional parece dizer muito sobre Fernando Santos e sobre Fernando Gomes. Os nandos estão metidos num buraco desportivo, mas acima de tudo: um buraco ético. Paulo Bento fez coisas más e coisas péssimas, mas deixou um padrão: os indisciplinados, os homens sem valores, ficam à porta. Os nandos rasgaram esse compromisso e hão-de pagar desportivamente o preço da falta de ética. Ricardo Carvalho abandonou a selecção por ser suplente num treino. Tiago abandonou a selecção por fax. Dany abandonou a selecção fingindo estar lesionado. Com Paulo Bento, os refratários não calçavam, com Fernando Santos os refratários  serão os heróis do apuramento.


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08 Out 14

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24 Set 14

Nada me move contra o Engenheiro Fernando Santos. E gostei do tempo que ele passou no Sporting. Só que não me parece ser a pessoa certa para aquele lugar.

 

Com a entrada do ex-seleccionador da Grécia vai ser mais do mesmo, isto é, não vamos observar enormes modificações no que respeita a jogadores selecionáveis. Torna-se deveras difícil a alguém alterar o actual “status quo” da FPF.

 

Como já referi em anteriores textos, este organismo vive demasiado refém de gente a quem não interessa o futebol como desporto apenas como (bom) negócio.

 

Depois… depois há os clubes, as competições, os dirigentes, que podem não só limitar fisicamente os jogadores mas inibi-los psicologicamente de fazerem as exibições de que são capazes.

 

Será com tudo isto que Fernando Santos terá de lidar. E das duas uma: ou impõe a sua vontade criando por isso enormes inimizades, com consequências ainda imprevisíveis ou acata o que lhe forem propondo, originando que Portugal comece já a pensar na fase de apuramento para o próximo Mundial.

 

Prefiro estar muito enganado. E se assim for regressarei aqui para assumir o meu erro! Até lá deixem-me ser céptico, descrente e desconfiado... pelo menos até ao próximo jogo da selecção!

 

 

Também aqui


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07 Set 14

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06 Ago 14

Um mês e meio depois "tudo na mesma, como a lesma" .

Passado todo este tempo continuamos á espera de análise prometida pelo Vice-presidente da FPF  ao desastre da selecção no Brasil 2014 . Caso contrário os adeptos de futebol não percebem como se prestam contas numa Federação de interesse publico ...


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17 Jun 14
Levantar a cabeça
Luciano Amaral

Ouvi ontem diversos jogadores dizer, depois do descalabro, que era preciso "levantar a cabeça": parece-me que a mensagem era para o Pepe.


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Temor patológico
Cristina Torrão

Por alguma razão, os alemães não gostam de Cristiano Ronaldo. Acham-no arrogante e totalmente sobrevalorizado. Para quem vive na Alemanha, como eu, é bastante frustrante ver um herói nosso assim tratado. Nada há que eu diga que lhes mude a opinião. E espero eternamente por uma oportunidade em que o "nosso" Cristiano dê a volta, convencendo os germânicos de que estão enganados (principalmente, quanto à sobrevalorização).

 

Aguardo assim com ansiedade extra os jogos entre Portugal e a Alemanha. Mas as expetativas saem sempre defraudadas. E culminaram na hecatombe de ontem! O lado bom da questão? Por acaso, até há. Em primeiro lugar, estou em Portugal. A tarde de ontem seria insuportável na Alemanha. Em segundo lugar, os alemães, tal como os holandeses, encontram-se em excesso de confiança, o que costuma dar mau resultado. A ver vamos...

 

O Pedro Correia fala do temor quase patológico dos alemães. Concordo inteiramente. Sempre que jogam contra a Alemanha, os portugueses nem sabem onde se hão de meter. Não haverá um selecionador que acabe com esse "síndrome"? Pela minha parte, garanto que os alemães são humanos como outros quaisquer, nem mais nem menos!


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20 Mai 14
A boca no trombone
João António


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