Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

És a nossa Fé!

Portugal – Suíça

Ontem, no jogo que nos apurou para o Mundial’18 na Rússia, estiveram em campo pela equipa de Portugal:

- Um Imperador, um pouco ausente;

- Um Rei, William Carvalhosoberbo!;

- Dois príncipes, João Mário e André Silva;

- Nove Infantes, uns mais activos que outros;

- Um bobo, Eliseu – por ter sido o único jogador de Portugal a ver um, desnecessário, cartão amarelo.

 

Observação:

No jogo de ontem estiveram em campo dois jogadores do Sporting (Rui Patrício e William Carvalho) e dois jogadores do Benfica (Eliseu e Seferovic).

 

Pergunta:

Tendo os dois jogadores disponibilizados pelo Benfica actuado ontem, um em cada equipa (um por Portugal outro pela Suíça), por quem estariam os adeptos deste clube a “torcer”?

Na Rússia, com William

OPHFF1N7.jpg

 

Nunca duvidei um só momento que estaríamos no Campeonato do Mundo de Futebol na Rússia, onde seremos cabeça-de-série.

Desta vez nem precisávamos de fazer contas: era só uma questão de tempo até vermos o passaporte carimbado. E assim foi, ontem à noite, no triunfo por 2-0 frente à Suíça que nos reconduziu ao primeiro lugar do grupo, coroando uma série de nove jogos da equipa das quinas sempre a vencer.

 

Desta vez nem foi preciso Cristiano Ronaldo fazer o gosto ao pé, tendo protagonizado até um dos momentos mais caricatos do desafio, mesmo ao cair do pano, quando João Mário o isolou e ele foi incapaz de superar a isolada oposição do guarda-redes suíço - em contraste com Messi, que marcou três na deslocação da Argentina ao Equador, virando o resultado do jogo, após os anfitriões se terem adiantado no marcador, e qualificando in extremis a sua selecção para o Mundial.

Pior sorte tiveram a Holanda e o Chile, que ficaram de fora.

 

Este Portugal-Suíça não foi um jogo épico, longe disso. E só um autogolo dos nossos adversários, aos 42', abriu caminho para a vitória. Mas dele retive, sobretudo, algo que não esquecerei: o estádio da Luz em peso a aplaudir o nosso William, aos 49' e aos 56', sublinhando com toda a justiça dois lances de virtuosismo técnico do nosso capitão que fascinou e empolgou quem lá se encontrava.

Aplausos merecidos. E de excelente augúrio para o Mundial da Rússia.

Marcar o ponto

Pasmaceira, estes quinze dias.

Houve uma assembleia geral do Sporting no sábado que foi notícia por ter sido mais uma vez pacífica e os sócios terem respeitado a integridade do mobiliário, que custa dinheiro e já sabemos como o dinheiro é bem controlado no Sporting, portanto os sócios tratam de respeitar o património do Clube.

Um sócio, consta, teve um ataque de flatulência e o presidente acorreu a ligar a ventoinha, esquecendo-se que podia o Paulinho fazer esse trabalho.

As nossas claques continuam legalizadas e dentro do possível a portar-se dentro da legalidade.

Não há notícia de possíveis castigos a quaisquer dos nossos jogadores.

Jorge Jesus estará calado neste tempo todo e com tempo para pensar na táctica e "Dála" aos seus avançados.

Decorrem as renovações dos contratos de Podence e Palhinha, a bom ritmo.

A selecção vai fazer dois jogos que espero que vença, claro está, e não se passará nada de mais relevante.

Tudo calmo deste lado da rua, portanto.

Missão cumprida

Missão cumprida na Hungria, frente a uma autêntica selecção de sarrafeiros, que parecia jogar mais com os cotovelos do que com os pés - ensanguentando as caras de Pepe e Cédric. O jogo não foi bonito, mas o que interessava era a vitória. Conseguida aos 48', com golo de André Silva e assistência de Cristiano Ronaldo. Passamos a depender apenas de nós próprios para atingirmos o Campeonato do Mundo de 2018.

Destaque para o facto de a selecção nacional ter entrado hoje em campo com três jogadores titulares do Sporting (Rui Patrício, Fábio Coentrão e Gelson Martins) e outros três formados na Academia de Alcochete (Cédric, João Moutinho e Ronaldo). A melhor escola futebolística do País e uma das melhores da Europa.

Imperador e príncipe

Resumindo, no jogo de ontem tivemos o prazer de ver em campo:

 

Um Imperador

Cristiano Ronaldo

Quando se ultrapassa o Rei Pelé na lista dos jogadores com maior número de golos ao serviço das selecções, só se pode ser… Imperador.

Aquele primeiro golo faz lembrar um outro, também de um jogador que passou pelo Sporting: Manuel Negrete, no México ’86.

 

Um Príncipe

William Carvalho

Com Ronaldo tudo se torna mais fácil

M8EDE3A5.jpg

 

Cristiano Ronaldo marcou mais três golos pela selecção nacional. O primeiro, num magnífico pontapé de bicicleta, é uma obra de arte.

Com ele em campo, parece sempre tudo mais fácil. Foi dos pés dele que começou a nascer a goleada desta noite: a equipa das quinas, jogando no estádio do Bessa, derrotou as Ilhas Faroé por 5-1.

Uma vez mais, CR7 supera um recorde pessoal: desta vez ultrapassando a marca estabelecida por Pelé - o melhor futebolista de todos os tempos, único a sagrar-se campeão mundial em três décadas diferentes: 50, 60 e 70.

Com os três de hoje, Ronaldo leva já 78 golos marcados. Mais um que o astro brasileiro. Está agora a seis do maior marcador europeu de sempre a nível de selecções: o lendário goleador húngaro Puskas.

Mas esta goleada teve outro grande protagonista: o nosso William Carvalho, numa das suas melhores exibições de sempre ao serviço da selecção. Marcou um golo (de cabeça) e fez assistência para outro. Em excelente forma.

Com esta vitória Portugal dá mais um passo importante rumo ao Mundial de 2018 que vai disputar-se na Rússia. A próxima etapa será já no domingo, frente à Hungria.

 

 

ADENDA: A selecção nacional entrou hoje em campo com sete jogadores formados no Sporting.

DIA D

E nunca mais acaba o dia de hoje…

 

Já estou cansado das possíveis saídas e entradas.

 

Mais do que entradas, o que eu pretendia é que nenhum dos nossos jogadores saísse.

 

Adorava poder contar durante este ano com Rui Patrício, Fábio Coentrão, William Carvalho, Adrien Silva, Bruno Fernandes e Gelson Martins.

 

Parece que esta seria a melhor prenda que o Sporting Clube de Portugal poderia dar a Fernando Santos.

 

As rotinas de uma época poderiam ser o melhor trunfo para o Mundial e este argumento deveria ser ponderado por todos.

 

Saudações Leoninas

Enorme Adrien

adrien_silva_selecao[1].jpg

  

Em cinco penáltis nestes dois últimos jogos, na selecção nacional, só acertámos num: dá que pensar. Contra o Chile, na hora da verdade, falharam Quaresma, Moutinho e Nani. Hoje, contra o México, falhou André Silva.

Valeu-nos o quinto penálti. O decisivo. Hoje marcado ao minuto 104', por Adrien Silva. Que não vacilou. O penálti da vitória, que nos permitiu ascender ao pódio da Taça das Confederações - certame em que nos estreamos com este terceiro lugar, confirmando uma trajectória positiva sob o comando de Fernando Santos.

 

Vale a pena rever o lance que esteve na origem desta grande penalidade. Um lance protagonizado por três jogadores do Sporting. William Carvalho (que substituiu Pizzi aos 91') faz um passe longo, para a ala direita, para Adrien (que entrara para o lugar de Danilo aos 82'), que conduz a bola. Já após o centro, Gelson Martins comanda as operações na grande área, levando Layún a meter a mão na "redondinha". Chamado a converter o castigo máximo, o nosso capitão cumpriu o seu dever.

Tal como Rui Patrício, que fez três grandes defesas nesta partida. Somada a outras três durante esta prova. Não por acaso, saímos da Rússia como a selecção com menos golos sofridos.

 

Os quatro jogadores leoninos valorizaram-se nesta Taça das Confederações - troféu que disputámos na condição de detentores do título de campeões europeus. Novamente no pódio e sem perdermos um só jogo no tempo regulamentar (com Fernando Santos ao leme da selecção, em quase dois anos, só fomos uma vez derrotados aos 90 minutos, fora de casa, pela Suíça).

E desta vez nem contámos com o talismã Ronaldo, autorizado pela Federação Portuguesa de Futebol a abandonar a prova antes dos colegas. Tivéssemos nós o Adrien a marcar o primeiro penálti naquela ronda frente ao Chile e talvez entrássemos  hoje em campo a disputar a final contra a Alemanha. Mas a selecção está de parabéns: quase todos foram bons.

Dos medíocres não reza a história: nem vale a pena escrever aqui o nome deles.

Sempre a somar

Vendo os números, no fim do jogo, até parece demasiado fácil. Portugal acaba de alcançar mais uma vitória rumo ao Mundial de 2018: 3-0, na Letónia. Com dois golos de Cristiano Ronaldo (que assim sobe para 602 o total de golos na sua carreira) e o terceiro a cargo de André Silva.

Fácil, sim. Porque o seleccionador nacional Fernando Santos não inventou: mandou alinhar de início três jogadores do Sporting (Rui Patrício, William Carvalho, Gelson Martins) e outros quatro formados em Alvalade (Cédric, José Fonte, João Moutinho, Ronaldo), além de fazer entrar depois outros dois ex-meninos da nossa Academia (Quaresma, Nani).

Nove, no total.

Assim é sempre a somar. Basta ter os melhores em campo.

O Sporting à frente

Uma vez mais, o Sporting à frente: cinco jogadores do plantel leonino e outros sete formados na Academia de Alcochete integram a convocatória hoje anunciada por Fernando Santos para os próximos desafios da selecção, incluindo a inédita participação portuguesa na Taça das Confederações, que decorre na Rússia entre 17 de Junho e 2 de Julho.

Doze, portanto.

 

São estes, por ordem alfabética:

Adrien

Beto

Cédric

Cristiano Ronaldo

Gelson Martins

João Mário

João Moutinho

José Fonte

Nani

Quaresma

Rui Patrício

William Carvalho

 

Esta convocatória da selecção A - que deixa de fora Éder, Fábio Coentrão, Rafa Silva e Renato Sanches, entre outros jogadores - augura uma boa campanha da equipa das quinas para os jogos que vão seguir-se.

Grande Gelson

K4BA23KD.jpg

 

À quinta internacionalização, Gelson Martins desfez as dúvidas dos mais incautos: merece ser titular da equipa das quinas na Taça das Confederações. Brilhante trabalho de construção nos dois golos da selecção, incluindo uma fabulosa assistência de trivela para o de Cristiano Ronaldo - estreia absoluta do melhor futebolista do mundo a marcar como jogador sénior na sua ilha natal.

Que contraste entre o desempenho de Gelson contra a Suécia e a péssima actuação de uns quantos, que só viajaram à Madeira para fazer número e não mereciam sequer ter pisado o relvado. Como diria o Octávio Machado, vocês sabem muito bem de quem eu estou a falar...

Competência. Justiça. E um pedido de desculpas

Ontem Portugal fez um excelente jogo, demonstrando que sabe praticar um futebol bastante agradável à vista e consequente do ponto de vista do resultado. O bom futebol deu golos, os três muito bons e poderia ter dado mais. É da mais elementar justiça referir este pormenor, já que tantos (eu próprio por vezes) acusaram o treinador de incompetente do ponto de vista exibicional.

Depois, para aqueles que continuam a insistir que Fernando Santos vai fazendo alguns fretes nas convocatórias, a não utilização ontem de Renato Sanches (quase sempre o visado) é uma bofetada de luva branca. Há por aí muita gente que lhe vai devendo um pedido de desculpas.

Selecção soma e segue

image[3].jpg

Ronaldo a marcar o seu segundo golo - terceiro de Portugal

(Foto Filipe Amorim/O Jogo)

 

Grande jogo da selecção portuguesa, esta noite, frente à Hungria. Que terminou com uma categórica vitória da equipa das quinas, por 3-0, nesta campanha para a qualificação do Campeonato do Mundo de 2018.

Foi o quarto triunfo consecutivo da nossa selecção, com momentos de inegável brilhantismo - na sequência da conquista do Euro-2016 e deixando antever uma boa prestação portuguesa na Taça das Confederações.

 

Destaque para os três golos, de belo efeito.

O primeiro iniciado com um passe vertical de William Carvalho que pôs a bola nos pés de Cristiano Ronaldo, aproveitando este para adiantá-la numa oportuna desmarcação de Raphael Guerreiro, que num cruzamento perfeito ofereceu o golo a André Silva, eficaz à boca da baliza.

O segundo, iniciado num fabuloso passe longo de Pepe, contou com uma magnífica assistência de André Silva para Cristiano, que num fortíssimo remate rasteiro com o pé esquerdo colocou a bola no buraco da agulha da baliza húngara.

O terceiro nasceu de um livre directo após falta sobre Quaresma, que fez a cabeça em água à defesa magiar. Chamado a convertê-lo, Cristiano Ronaldo não perdoou: mais um pontapé muito bem colocado que fez levantar o estádio da Luz, onde se realizou a partida.

Com estes dois golos, o melhor jogador português de sempre soma já setenta ao serviço da selecção.

 

O Sporting e o Real Madrid, com dois jogadores cada, foram os clubes mais representados neste onze titular.

Em campo estiveram, de resto, oito profissionais formados na Academia leonina (Rui Patrício, Cédric, José Fonte, William Carvalho, João Mário, Ronaldo e Quaresma, além de João Moutinho, suplente utilizado).

Mas convém reconhecer que os três maiores clubes portugueses estiveram representados neste desafio da selecção: o Sporting (com Rui Patrício e William, que jogaram os 90 minutos), o FC Porto (com André Silva, substituído aos 67') e o Benfica (com Pizzi, último suplente a entrar, quando faltavam três minutos para o apito final).

Património nacional

O Observatório do Futebol fez as contas e divulgou-as. Vale a pena registar: o Sporting foi de longe o clube mais presente nas selecções nacionais ao longo do ano que está quase a terminar. Num total de 5734 minutos - claramente à frente do FC Porto, com 4578 minutos, e do Benfica, com 3966 minutos.

Na tabela mundial, liderada pela Juventus, o Sporting ocupou em 2016 o 23.º lugar no fornecimento de jogadores às selecções. O FCP ficou-se pela 41.ª posição. E o SLB, ainda mais distante, não conseguiu melhor do que figurar no 55.º posto.

A conquista do título europeu de futebol deveu-se em boa parte à formação leonina, a que pertenceram dez dos 23 jogadores seleccionados para a fase final disputada em França. O prestígio e a visibilidade internacional do Sporting ficaram ainda mais em foco depois disto - o que deve satisfazer não apenas os sportinguistas mas todos os desportistas portugueses. Mais que nunca, o Sporting é património nacional.

 

Entre Marcelo e o Barbas

Para o fanatismo lampiónico, o facto de Portugal ter conquistado o Campeonato da Europa e qualificar-se para a Taça das Confederações - tudo pela primeira vez na história mais que centenária do nosso futebol - é uma "novela". Basta consultar as caixas de comentários deste blogue para se confirmar isso.
Estes lampiões mal conseguem esconder a azia, que aliás se compreende: viram a selecção nacional subir ao pódio europeu, a 10 de Julho, sem um só jogador encarnado no onze titular...
Por aqui se vê o "portuguesismo" desta gente. Cega pela clubite, põe a agremiação à frente do País. Entre o Barbas e o Presidente da República, representante máximo dos portugueses, eles preferem abraçar o Barbas.

{ Blog fundado em 2012. }

Siga o blog por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D