19 Fev 17

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Rio Ave pelos três diários desportivos:

 

Rui Patrício: 20

Alan Ruiz: 17

Adrien: 17

Paulo Oliveira: 17

Gelson Martins: 15

Coates: 14

William Carvalho: 14

Bas Dost: 13

Bruno César: 13

Podence: 12

Bryan Ruiz: 12

Palhinha: 11

Jefferson: 11

Schelotto: 10

 

Os três jornais elegeram Rui Patrício como melhor jogador em campo.


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Gostei

 

Dos três pontos. Vitória arrancada a ferros frente a um Rio Ave que nos tinha vencido na primeira volta e que não mereceu perder em Alvalade. Vitória apertada e tangencial, por um tímido 1-0. Foi o melhor que se arranjou, com bastante sorte, em noite de desempenho medíocre da turma leonina.

 

De Rui Patrício. Foi o melhor jogador em campo e o herói da sofrida vitória do Sporting nesta partida em que vestiu pela 400.ª vez a camisola verde e branca enquanto profissional, num percurso iniciado há dez anos. Fez defesas soberbas, sobretudo nos primeiros 25 minutos, impedindo pelo menos quatro vezes o Rio Ave de marcar. No final foi alvo de uma expressiva homenagem dos adeptos presentes em Alvalade. Homenagem mais que merecida.

 

De Alan Ruiz. Voltou a marcar, num golo de ressalto após uma soberba jogada de Gelson Martins. Iam decorridos apenas 20', totalmente contra a corrente do jogo, quando o Rio Ave dominava. O golo abriu expectativas que não se concretizaram. Mas o argentino voltou a ter uma exibição positiva, abrindo linhas de passe para os colegas e revelando uma dinâmica muito superior à das suas semanas iniciais em Alvalade.

 

Que não tivéssemos sofrido golos. Desde o desafio no estádio do Restelo, em que vencemos o Belenenses por 1-0, não chegávamos ao fim dos 90 minutos sem sofrer golos. Voltou a acontecer quase dois meses depois (a nossa visita a Belém ocorreu a 22 de Dezembro).

 

 

Não gostei

 

Da exibição leonina. Prestação medíocre do Sporting, ressalvando-se o caso de Rui Patrício. O onze de Jorge Jesus mostrou-se abúlico, triste, sem dinâmica nem chama. Parece uma equipa em pré-temporada, com escasso fio de jogo e deficientes ligações entre vários dos seus membros. Foi talvez o pior jogo do SCP em casa nesta época oficial, como de resto as bancadas iam sublinhando com assobios e vaias. Mau espectáculo, mau desempenho, más perspectivas para o resto da temporada.

 

Dos primeiros 25 minutos. O Rio Ave esteve imparável no período inicial da partida, em que podia ter-se adiantado com larga vantagem no marcador. Valeu-nos Rui Patrício para travar o ímpeto ofensivo da equipa de Vila do Conde.

 

De Jefferson. Não têm conta os passes falhados, as bolas transviadas, as jogadas sem pés nem cabeça congeminadas pelo lateral brasileiro, que fez perder definitivamente a paciência aos adeptos leoninos. Este Jefferson 2016/17 nem na equipa B tem lugar.

 

De Schelotto. Ataca razoavelmente, centra com relativa precisão mas é um susto a defender. Desposicionado, sem capacidade de recuo, sem conseguir desequilíbrios, força pelo menos um dos centrais a estar sempre de sentinela para atenuar os estragos. Voltou a acontecer nesta partida.

 

Da entrada tardia de Podence. Depois de se ter revelado um dos melhores elementos em campo na jornada anterior, desta vez só entrou aos 65'. Devia ter jogado mais tempo, até porque voltou a mexer com o jogo, ao contrário do que sucedeu com o primeiro suplente utilizado, Bryan Ruiz, que não adiantou nem atrasou - como de resto já estamos habituados.

 

Da lesão de Adrien. Tocado com gravidade duas vezes, à segunda o nosso capitão viu-se forçado a abandonar o campo. Não disputará a próxima partida, no Estoril - da qual já estava aliás afastado por acumulação de cartões amarelos.

 

Das contas erradas. É um absurdo os altifalantes do estádio anunciarem em parangonas bem sonoras a presença de 40.053 pessoas nas bancadas, como desta vez aconteceu, quando qualquer espectador presente em Alvalade percebia que este número estava longe de bater certo.

 

Fotografia minha, tirada esta noite em Alvalade


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Por mim, fica aqui o pedido público de desculpas.

 

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19 Nov 16

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Faz hoje dez anos que começaste a defender a baliza na equipa principal do Sporting, parando uma grande penalidade nesse jogo de estreia. Missão que continuas a desempenhar com zelo e brio, sem te pesar no ego o brilhante título de campeão europeu e a eleição como melhor guarda-redes do continente em 2016.

És um verdadeiro Leão.

Parabéns, meu caro Rui Patrício.


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26 Out 16
Vemos, ouvimos e lemos
Paula Caeiro Varela

Alguma alminha por aí capaz de explicar-me em que medida exactamente é que esta notícia do Record é relevante? porque é que no dia em que Rui Patrício é nomeado para a Bola de Ouro há um site de um jornal português que considera de absoluta pertinência e essencial essa informação de que "indianos dizem que Rui Patrício não merece estar nos nomeados"?

A sério? Isto é um site muito lido lá India, já percebi, e cá também? é daqueles sites que toooda a gente vai ler a correr quando quer saber notícias do futebol e ninguém me avisou?

É que se for isso prometo penitenciar-me e passar a ler o Sportskeeda ou lá o que é, com todo o afinco, todos os dias ao pequeno-almoço. Mas expliquem-me. De preferência em português, obrigada.

 

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25 Out 16
Parabéns, Rui
Pedro Correia

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Rui Patrício integra a lista dos  30 nomeados para a Bola de Ouro 2016, ontem divulgada pela revista France Football. Mais: é o único jogador do campeonato português alvo desta distinção, que abrange também Cristiano Ronaldo e Pepe, seus parceiros na selecção nacional que se sagrou campeã da Europa.

Outro marco relevante na carreira do nosso n.º 1, que já foi considerado o melhor do Euro-2016 na sua posição. Rui Patrício - um grande profissional do futebol, formado na Academia de Alcochete - bem merece ser reconhecido  além-fronteiras após ter granjeado a justa reputação de melhor guardião português da sua geração.

Daqui lhe envio um abraço de parabéns, convicto de que o faço em nome de todo o plantel do És a Nossa Fé.


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14 Ago 16

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Marítimo pelos três diários desportivos:

 

Rui Patrício: 18

Adrien: 17

João Mário: 17

Gelson Martins: 16

William Carvalho: 15

Alan Ruiz: 15

Bryan Ruiz: 15

Coates: 15

Rúben Semedo: 15

João Pereira: 15

Bruno César: 13

Jefferson: 12

Schelotto: 7

Bruno Paulista: 3

 

O Jogo elegeu João Mário como figura do jogo. A Bola e o Record optaram por Adrien.


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06 Ago 16

Ontem à noite o estádio "Allgarve" serviu de palco para a disputa(?) de uma coisa chamada "Allgarve Summer Cup". Nada mais ridículo: uma equipa portuguesa e outra francesa a baterem-se por um "troféu" com nome inglês em Portugal. Como se fôssemos uma colónia britânica, tipo Gibraltar.

Talvez por isso - coisa também ridícula - os jogadores do Nice desertaram logo após o apito final, correndo para o aeroporto, sem tentarem arrematar o tal "troféu" nos penáltis, como mandaria o regulamento. Por exclusão de partes, aquilo ficou para nós. Espero que arrumem a coisa em inglês numa arrecadação obscura de Alvalade - ou deveremos começar a escrever "Allvalade" a partir de agora?

Apreciação sucinta dos nossos jogadores, neste encontro que terminou empatado a zero:

 

Rui Patrício - Defendeu um penálti aos 43', impediu in extremis um golo cantado aos 86': o melhor guarda-redes da Europa está em excelente forma, como voltou a demonstrar. O melhor em campo.

 

Schelotto - Correu muito mas nem sempre bem. E de tanto correr esquece-se por vezes que a sua missão principal é defender lá atrás. Cometeu um penálti desnecessário por chegar tarde ao corte. Saiu aos 62'.

 

Coates - Não anda bem, como ficou comprovado neste desafio - confirmando o que já tinha ficado patente no jogo anterior. Lento, nervoso, perde sucessivos confrontos individuais. Mau alívio aos 64'. Muito faltoso.

 

Rúben Semedo - O nosso melhor defesa. Pelo menos três grandes cortes - aos 45', 48' e 70'. Único senão: falhou uma intercepção aos 60', abrindo uma avenida ao transportador de bola que Patrício parou fazendo a mancha.

 

Jefferson - Jesus premiou a sua boa actuação anterior fazendo-o alinhar como titular na lateral esquerda - a maior surpresa do onze inicial. O brasileiro cumpriu no essencial. Grande cruzamento aos 44'. Em campo até ao minuto 73.

 

William Carvalho - Alternou bons passes de ruptura (26' e 36', por exemplo) com outros nem sempre bem dirigidos. Mas assumiu-se sem rodeios como patrão do meio-campo até sair, aos 73'.

 

Adrien - Infatigável, como é seu costume, e exímio a inventar linhas de passe para os colegas. Actuou apenas na primeira parte: Jesus quis poupá-lo a excessivo desgaste, já a pensar na jornada inaugural do campeonato.

 

João Mário - Sabe jogar muito mellhor do que tem demonstrado nesta pré-temporada. Parece um pouco apático e desinteressado em aplicar a sua melhor arma: a superioridade no um-para-um. Saiu aos 61'. 

 

Bruno César - Voluntarioso, como sempre. Enviou uma bomba com o seu pé-canhão que rasou o poste aos 29'. Outro bom remate aos 32', mas apontado à figura do guarda-redes. Só jogou meia partida.

 

Bryan Ruiz - Jesus apostou nele como segundo avançado, articulando com o argentino Ruiz para compensar a ausência inicial de Slimani. Isolado aos 22', optou por um chapéu ao guarda-redes, que defendeu. Saiu aos 61'.

 

Alan Ruiz - Não é ponta-de-lança mas actuou nessa posição enquanto titular. Aos 40', foi dele o melhor remate da primeira parte - defesa difícil do guardião do Nice. Bom cabeceamento aos 44'. Substituído aos 62'.

 

Petrovic - Entrou na segunda parte como médio de construção, ocupando as funções de Adrien. Cerebral, demonstrou saber ler o jogo. Mas falta-lhe a intensidade e a dinâmica do campeão português.

 

Gelson Martins - Jogou a segunda parte e voltou a mostrar (bom) serviço. Melhorou mais ainda após a entrada de João Pereira, com quem fez boas tabelinhas. Dinamizou a ala direita sem descurar missões defensivas.

 

Iuri Medeiros - Em campo desde o minuto 61, voltou a desperdiçar uma oportunidade para agarrar um lugar no plantel principal do Sporting. Parece pouco confiante: quase nada lhe sai bem, a começar pelas bolas paradas.

 

Podence - Protagonizou o caso mais estranho deste jogo: Jesus fê-lo entrar aos 61', rendendo João Mário, e mandou-o sair aos 85', para dar lugar a Bruno Paulista. Desta vez mal se deu por ele em campo.

 

João Pereira - Entrou aos 62'. Claro entrosamento com Gelson Martins, criando sucessivos lances desequilibradores no flanco direito para contrariar a apatia na ala oposta. Muito combativo, foi melhor que Schelotto.

 

Slimani - Para ele não existem jogos a feijões. Entrou aos 62': quatro minutos depois já colhia aplausos com um excepcional toque de calcanhar a desmarcar Podence. Grande pontapé à meia-volta aos 86'. Só lhe faltou um golo.

 

Marvin - Substituiu Jefferson aos 73', sem vantagem para a equipa. Só foi à frente uma vez, cruzando para a área, iam já decorridos 86'. Tem um raio de acção demasiado curto para as ambições leoninas.

 

Meli - Em campo desde o minuto 73', substituindo William Carvalho, tentou abrir linhas de passe para os colegas sem ser bem-sucedido. Faltam-lhe rotinas de jogo, o que se compreende. Mas tem bom toque de bola.

 

Bruno Paulista - Entrou aos 85' como uma espécie de prémio de consolação após a desastrosa partida anterior, em que foi titular. Mal deu para mostrar o que vale.


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30 Jul 16

O melhor jogo da pré-temporada leonina terminou há pouco em Alvalade, perante mais de 30 mil adeptos. Com uma vitória do Sporting frente ao Wolfsburgo que nos permitiu conquistar mais um Troféu Cinco Violinos.

A primeira parte - em que jogámos com o onze-base que terminou a temporada anterior, já com os nossos quatro campeões europeus reintegrados na equipa - foi muito mais positiva, com claro domínio verde e branco sobre a turma alemã. A nossa vitória (2-1) foi construída nesse período: os jogadores trocaram bem a bola, revelaram muita mobilidade e fizeram uma exibição convincente. Mostrando uma inegável vivacidade e alegria por regressarem aos desafios no relvado, aspecto que merece ser assinalado.

Após o intervalo, Jorge Jesus foi fazendo sucessivas alterações, deixando apenas Rui Patrício em campo, o que afectou a qualidade global da equipa. Foi nesse período que os alemães marcaram o seu golo solitário, insuficiente para travarem a derrota. Mas podiam ter empatado se Rui Patrício não fizesse uma excelente defesa aos 69' - o guarda-redes titular da selecção que conquistou o Euro 2016 merece aliás ser mencionado como o melhor jogador desta partida.

Alguns dos suplentes deram boas provas, outros nem por isso. Mas todos precisam de mais minutos de jogo para ganharem automatismos, desenvolverem destreza muscular e mostrarem o que valem no plano táctico.

Um dos poucos que permaneceram no banco foi Barcos. Sinal evidente de que o treinador não contará com ele. Ninguém tem dúvidas: precisamos de um reforço urgente na frente atacante. Ou talvez mesmo dois.

 

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Apreciação sucinta dos nossos jogadores:

 

Rui Patrício - Qualidade indesmentível. Duas defesas monumentais: uma aos 42', a remate de Ricardo Rodríguez, outra aos 69', travando Kruse, isolado à sua frente. Merece ser distinguido como o melhor em campo.

 

Schelotto - Bastante mais contido do que nos tem habituado, sobretudo nas incursões ofensivas. A defender, voltou a exibir segurança e solidez. A lateral direita parece bem entregue. Saiu aos 65'.

 

Coates - Outra exibição muito positiva, sobretudo na articulação com Rúben Semedo no eixo da defesa. Magistral corte aos 41'. Substituído aos 76'.

 

Rúben Semedo - Voltou à titularidade, evidenciando classe: é um dos jogadores que mais tem evoluído sob o comando de Jesus. Tudo lhe sai bem. Aos 44', pôs fim a um contra-ataque perigoso. Saiu aos 77'.

 

Marvin - A sua melhor exibição da pré-temporada. Foi combativo e arriscou mais incursões pelo seu flanco, sem descurar a vigilância defensiva. Substituído aos 65'.

 

William Carvalho - Regresso em boa forma, com a qualidade de passe que bem conhecemos. Foi o maior distribuidor de jogo da equipa, complementando bem a acção de Adrien na fase de construção ofensiva. Saiu aos 76'.

 

Adrien - O dínamo da equipa, que pauta naturalmente o ritmo de jogo colectivo do Sporting. Marcou muito bem o nosso segundo golo, de penálti (34'). Saiu aos 55', visivelmente cansado, sob uma chuva de merecidos aplausos.

 

Bruno César - Outra boa exibição. Muito dinâmico na ala esquerda, fez um cruzamento perfeito para o primeiro golo e cavou o penálti de que resultaria o segundo. Ainda um grande remate a rasar o poste (31'). Substituído aos 77'.

 

João Mário - Menos explosivo do que nos habituou, demonstrou alguns pormenores de grande classe, sobretudo na forma como domina e transporta a bola. Mas soube a pouco. Saiu ao intervalo.

 

Bryan Ruiz - Com Adrien de regresso, voltou a adiantar-se no terreno. E jogou desta vez no eixo do ataque, tendo Slimani à sua frente, posição em que parece render melhor. Muito marcado pela defesa alemã. Saiu aos 76'.

 

Slimani - O estádio quase veio abaixo quando o argelino regressou aos golos, aos 26'. Com excelente gesto técnico: recebeu a bola de costas, fez uma rotação com ela dominada, driblou Dante e fuzilou. Saiu aos 55', muito aplaudido.

 

Iuri Medeiros - Jogou toda a segunda parte, no lugar de João Mário. Acusa algum excesso de ansiedade, mas vai melhorando de desafio para desafio. Precisa de entrosar melhor com os companheiros de ataque.

 

Palhinha - Outra exibição positiva. Entrou aos 55', com a responsabilidade de substituir Adrien. Mais retraído do que o campeão europeu na fase de construção, foi sobretudo útil no apoio ao nosso eixo defensivo. Cumpriu.

 

Alan Ruiz - Esteve em campo desde o minuto 55, mas não propiciou à equipa as soluções que Slimani fornece no ataque. Hoje pareceu um pouco mais lento e preso de movimentos do que nos jogos anteriores.

 

Jefferson - Substituiu Marvin aos 65'. Tem os defeitos e os atributos simétricos aos do seu companheiro: mais lesto e ousado no ataque, mais inconstante a defender. Podia ter feito melhor no golo alemão, sofrido aos 78'.

 

João Pereira - Rendeu Schelotto ao minuto 65. Os centros não lhe saíram bem e revelou alguma dificuldade em acompanhar o extremo do Wolfsburgo. Mas nunca vira a cara à luta nem desiste do combate, o que justifica elogio.

 

Podence - Entrou aos 76'. Precisa de ganhar traquejo após uma boa época na equipa B. Jesus poderá contar com ele na Liga 2016/17. Destaque para uma grande simulação que possibilitou um golo a Aquilani, infelizmente falhado.

 

Aquilani - Pena ter falhado o golo que Podence ajudou a construir para ele, quase no fim do jogo. Entrou aos 76', para o lugar de William Carvalho. Sabe jogar, mas parece faltar-lhe sempre um suplemento de ânimo.

 

Ewerton - Substituiu Coates aos 76'. Podia ter feito muito melhor no lance do golo alemão, ocorrido em parte devido a uma falha de marcação sua. Está muito longe da forma ideal.

 

Naldo - Rendeu Rúben Semedo aos 77'. Tem disciplina táctica e sentido posicional, embora lhe falte a qualidade de passe do colega. Cumpriu no essencial.

 

Matheus Pereira - Entrou aos 77', cheio de vontade de mostrar serviço, o que lhe aumenta os níveis de ansiedade. Fez dois bons centros para Podence, já no tempo extra. Qualquer deles podia ter dado golo.


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26 Jul 16
Grande
Pedro Correia

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"Se quiser que eu jogue, eu jogo."

Rui Patrício (ainda de férias) para Jorge Jesus, sábado, em Alvalade


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15 Jul 16

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Demonstraste toda a tua fibra nos relvados franceses. Contrariando o sacrossanto masoquismo nacional, incapaz de reconhecer mérito nas nossas proezas. Enquanto lá fora transformam derrotas em empates e empates em vitórias, por cá não falta quem veja tudo ao contrário, encarando cada empate como se fosse uma derrota e cada triunfo como se fosse um empate.

Se saímos do Europeu de Futebol sem derrotas, isso em grande parte a ti se deve. Ultrapássamos a Polónia no decisivo teste dos penáltis, tendo sido inegável o teu contributo para atingirmos tal meta ao defenderes aquela grande penalidade que desfez qualquer vestígio de dúvida sobre o teu imenso talento. Trouxemos a Taça da Europa para casa após o emocionante embate contra a França porque soubeste figurar na primeira linha dos conquistadores com três defesas monumentais. 

"O Rui joga de tal forma concentrado que para ele tanto faz o estádio estar cheio ou vazio, nunca se deixa condicionar pelo ambiente", dizia há dias alguém que bem te conhece, citado nas páginas de um diário desportivo. É verdade. Por isso levaste a melhor no Euro 2016 ao ser comparada a tua actuação com alguns dos mais credenciados guarda-redes da actualidade: o alemão Neuer, o espanhol DeGea, o belga Courtois, o italiano Buffon, o checo Čech, o francês Lloris, o inglês Hart. Por isso Dino Zoff, campeão mundial e europeu por Itália, acaba de declarar que tens qualidades para  "jogar em qualquer clube de topo". Mas ninguém como nós, sportinguistas, tem a noção tão exacta do teu valor.

Estás de parabéns, meu caro Rui Patrício. Por seres um verdadeiro campeão.


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12 Jul 16

equipa do Torneio do UEFA EURO 2016 inclui um jogador do Sporting Clube de Portugal, a única equipa portuguesa representada. O nosso grande Rui Patrício!

Parabéns ao melhor guarda-redes do Euro 2016!

 

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Copiei a fotografia da página do Rui Patrício no Facebook.


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Ruipatricismo
Edmundo Gonçalves

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Todos os jogos que valem um título com o tempo acabam dando a volta, de modo que o fim se torna o começo, e vice-versa. Que ninguém duvide de que dentro de alguns anos, talvez décadas, quando um bebé actual se interessar por futebol e se interessar naquilo que aconteceu nesse verão distante de 2016, a primeira coisa que encontrará no Google será a foto de um punhado de eufóricos jogadores portugueses, levantando a taça, no palco de Saint-Denis. E aí, se ele quiser, pode experimentar tirar as suas próprias conclusões, num ensaio absurdo, mas por certo maravilhoso. Quem terá marcado mais golos? Quem terá sido o artista? Será que algum foi expulso nos últimos minutos? "Ao olhar para aquele careca eu diria" ...

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... Mas de volta para a foto de Portugal triunfante. Dela podem tirar-se várias ilações que, por mais que não se tenha seguido a final, não andarão longe da realidade. Ronaldo aparece no centro com o troféu na mão, uma veia saliente no pescoço, do tamanho de um tubo de uma fábrica de produtos químicos e uma ligadura castanha que cobre todo o joelho esquerdo.  Waterloo?  Vietname?  Aceitam-se apostas. O que é certo é que ele terá superado uma batalha dura e difícil e recuperou o seu lugar no centro do plantel para proclamar a sua vitória. Poucos metros à direita, também chama a atenção o rosto de João Mário, cuja felicidade se manifesta em várias rugas que chegam a cobrir-lhe as pálpebras. Mas por entre as dobras daquela pele "cubana" não se esconde apenas um triunfo nacional:  Ali está espelhada uma exibição individual do cara... que se reflete em muitas ofertas de contratos com muitos zeros a cair no seu mail. E se continuarmos nessa direção e a dirigir os olhos para o canto, deparamo-nos com a figura de Éder, que longe de se preocupar com a sua pose, faz uma selfie e é só sorrisos, consciente da sua singularidade. "Olha, mãe, sou eu. Sou eu e consegui, "coño". Fui eu que marquei!"

E será assim com todos. Bruno Alves, Quaresma, Pepe, Moutinho, André Gomes ... os jogadores de Fernando Santos foram congelados pelos flashes no momento certo, e as suas aparências e gestos contêm histórias com um pouco do esforço que qualquer um poderia adivinhar. O desfile de rostos, no entanto, está incompleto. Essa falta poderia ser irrelevante. Poderia não ser importante. Poderia por absurdo, ser uma trivialidade.

Mas é Rui Patricio que lá não está. E isso, no resumo daquela gesta, é uma ofensa grave, uma atrocidade. Demasiado afastado, na ponta do "pelotão" de campeões, o guarda-redes luso não ficou na "chapa" da grande maioria dos fotógrafos que cobriam o evento, deixando um buraco irreparável nos seus instantâneos.

Com essa decisão de se postar na ponta "esquecida", deixando todo o destaque para o resto do balneário, quedando-se na bruma das celebrações, o "porteiro" tinha apenas acabado de se apresentar à sociedade. Assistimos ao baptismo de um herói diferente. O ruipatricismo, em última análise. Essa corrente filosófica que nos marcará de agora em diante cada vez que alguém nos perguntar o que aconteceu naquele verão distante de 2016. Em primeiro lugar teremos que olhar bem para a fotografia. E, em seguida, falar sobre Rui Patrício. Pelo menos durante meia hora.

 

 

Com a devida vénia, daqui, com tradução minha, o que não é sinónimo qualidade. :)


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10 Jul 16

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10 de Julho de 2016: nunca mais nos esqueceremos desta data. Portugal chegou onde muito poucos previam, contrariando todos os profetas da desgraça: somos enfim campeões da Europa. O nosso maior troféu de sempre no futebol sénior a nível de selecções. Um troféu com que vários de nós sonhávamos há décadas.

Foi com indescritível alegria que vi o nosso capitão Cristiano Ronaldo acabar de erguer o troféu conquistado com tanto suor e tanto sofrimento pela selecção nacional no Stade de France, silenciando a arrogância, a pesporrência e o chauvinismo gaulês.

 

É uma vitória de Portugal, sim. Mas é antes de mais nada a vitória de um grupo de trabalho muito bem comandado por um homem -  Fernando Santos - que revelou ambição desde o primeiro instante e soube incuti-la na selecção, que jogou unida como raras vezes a vimos, com uma maturidade táctica inegável e um ânimo que não claudicou quando Cristiano Ronaldo se lesionou hoje gravemente num embate com Payet, iam decorridos apenas 8', e deixou de poder dar o seu contributo para esta final, acabando por ser rendido aos 25'.

As lágrimas que lhe caíam pelo rosto enquanto era retirado em maca farão parte a partir de agora da inapagável iconografia do desporto-rei.

 

Com ele em campo tudo teria sido mais fácil. Mas assim provámos à Europa do futebol - e a alguns comentadores portugueses que nunca deixaram de denegrir a selecção durante toda esta campanha europeia - que a equipa das quinas não é só "o clube do Ronaldo". É muito mais que isso. É uma equipa madura, sólida, solidária. Capaz de chegar mais longe do que qualquer outra.

Que o digam os jogadores franceses, que hoje enfrentaram Rui Patrício - para mim o herói do jogo, naquela que foi talvez a melhor exibição da sua carreira como guarda-redes da selecção. E uma dupla imbatível de centrais formada por Pepe e José Fonte. E o melhor lateral esquerdo deste Europeu, Raphael Guerreiro, que disparou um petardo à barra da baliza de Lloris aos 108', naquilo que já era um prenúncio do golo português. E um Cédric combativo, que nunca virou a cara à luta. E um William Carvalho que funcionou como primeiro baluarte do nosso dique defensivo. E um João Mário com vocação para brilhar nos melhores palcos europeus. E um Nani que nunca deixou de puxar os colegas para a frente. E um Éder que funcionou afinal como a mais inesperada arma secreta da selecção nacional, marcando aos 109' o golo que levou a França ao tapete e nos poupou ao sofrimento acrescido das grandes penalidades que já muitos antevíamos.

 

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Dirão alguns que tivemos sorte, que jogámos feio e jogámos mal: porque haveriam de mudar agora o discurso se não disseram outra coisa durante mais de um mês?

Mas é claramente injusto reduzir a estas palavras e estes rótulos um trabalho iniciado há quase dois anos e que já com Fernando Santos ao leme da selecção registou 14 jogos oficiais - com dez vitórias e quatro empates. Não perdemos uma só partida nesta fase final do Europeu, em que eliminámos a Croácia (uma das selecções apontadas como favoritas antes do torneio), o País de Gales (equipa sensação durante dois terços da prova) e a campeoníssima França, anfitriã e principal candidata à vitória desde o apito inicial do Euro 2016.

Todos os obstáculos foram superados. No momento em que Cristiano Ronaldo ergueu a Taça da Europa perante largos milhares de portugueses em delírio nas bancadas do estádio, estavam vingadas todas as outras vezes em que jogámos bem, jogámos bonito - e regressámos a casa sem troféu algum.

Esse tempo acabou de vez.

 

Ficaram hoje também vingadas as nossas derrotas nas meias-finais do Europeu de 1984 e do Euro 2000, e o nosso afastamento do Mundial de 2006, igualmente nas meias-finais. Sempre contra a França. As tradições existem muitas vezes para isto mesmo: para serem quebradas.

O momento é de celebração nacional, com o campeão europeu mais velho de sempre (Ricardo Carvalho) e o mais novo de sempre (Renato Sanches). Enquanto escrevo estas linhas escuto uma sinfonia de buzinas na avenida onde moro e gente a gritar "Nós somos campeões!"

Muitos dos que buzinam e gritam nem se lembraram de pôr este ano bandeirinhas à janela e não deixaram de lançar farpas sarcásticas ao seleccionador, descrentes das nossas possibilidades de vitória. Nada como um triunfo desportivo para apagar memórias e congregar multidões.

Atenção, porém: ninguém merece tanto celebrar como Fernando Santos e os nossos jogadores. Sim, esta vitória é um pouco de todos nós. Mas é sobretudo deles.

 

Portugal, 1 - França, 0

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01 Jul 16
Obrigado
João Távora

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30 Jun 16
...
Edmundo Gonçalves

RUI!!!!!


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28 Jun 16

«O Patrício faz uma defesa enorme na bola que vai ao poste. Só o Ricardo na Sport Tv se referiu a isso. Os outros ficaram mudos. Enquanto a comunicação social estrangeira reconhece o mérito da formação do SCP (oito em 11 na equipa titular não é para todos), por cá, nem uma palavra de reconhecimento. A ingratidão é um sentimento muito feio.»

Romão, neste meu texto


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26 Jun 16

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07 Jun 16
Parece que foi ontem
Pedro Oliveira

Hoje cumprem-se quatro anos que dei o meu pontapé de saída (obrigado Pedro Correia) neste blog.

Rui Patrício era o único jogador do Sporting convocado para a selecção, mais uma prova que algo mudou nestes últimos anos.


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21 Mai 16
Balanço (1)
Pedro Correia

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre RUI PATRÍCIO:

 

- Edmundo Gonçalves: «Exibição segura do nosso número um, que vai provando uma evolução enorme a cada época que passa.» (2 de Novembro)

- Eu: «À 12ª jornada do campeonato, Rui Patrício sofreu apenas cinco golos. É o melhor registo da nossa equipa desde a longínqua época 1970/71, com Vítor Damas na baliza.» (6 de Dezembro)

 - Gabriel Santos: «Rui Patrício renova até 2022.» (4 de Março)

- José da Xã: «Rui Patrício nem foi posto muito à prova… Mas quando foi necessário disse presente.» (2 de Maio)


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02 Mai 16
O seu a seu dono
José da Xã

Neste último Domingo, dia do Trabalhador e dia da Mãe foi também o dia para reflexão e análise profunda do jogo da tarde/noite anterior entre o Porto e o Sporting, especialmente pelos costumados comentadores.

Não tenho por hábito ver televisão mas tendo em conta o resultado do dia anterior e as suas vicissitudes acabei por tentar perceber qual seria a opinião dos ditos comentadores. Fui escutando aqui e ali e de repente ouvi esta espécie de conclusão:

- Os guardas-redes das grandes equipas valem mais ou menos por época entre 10 a 13 pontos…

Não necessitei ouvir mais nada!

E de súbito, vá lá saber-se porquê, lembrei-me de José Mourinho e da sua passagem pelo Real Madrid… E da forma como o treinador português percebeu quem era Casillas e o que ele valeria em pontos para a sua equipa. E logo que teve alguém à altura atirou o antigo campeão do Mundo e da Europa para o banco dos suplentes. Com a consequente onda de protestos à qual o setubalense não ligou.

Posto isto e não obstante cada vez mais se valorizar, e bem, os “slimanis” do nosso futebol, é certo que sem um grande e bom guarda-redes não há equipa que se aguente.

Neste pretérito jogo Rui Patrício nem foi posto muito à prova… Mas quando foi necessário disse presente. Já o guarda-redes do Porto parece alguém que está muito longe de ser um esteio para a defesa. E não dá confiança.

Nesta história o que ainda mais me custa perceber é como o Presidente do Porto caiu na esparrela da contratação do antigo guarda-redes do Real Madrid. Ele que conhece bem José Mourinho não devia ter-lhe perguntado a opinião sobre o jogador?

Finalizo com a ideia, também de Mourinho, de que uma equipa se faz de trás para a frente. Mesmo que isso não agrade a muita gente.

Deste modo só tenho que dizer: obrigado, Rui Patrício!


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04 Mar 16

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09 Fev 16

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Rio Ave pelos três diários desportivos:

 

Rui Patrício: 17

Adrien: 16

Coates: 16

Rúben Semedo: 15

João Pereira: 15

Paulo Oliveira: 14

João Mário: 14

Bryan Ruiz: 14

Marvin: 13

Slimani: 13

Gelson Martins: 12

Barcos: 11

William Carvalho: 11

Teo Gutiérrez: 9

 

A Bola elegeu Rui Patrício como melhor sportinguista neste jogo. O Record optou por Adrien. O Jogo escolheu Coates.


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18 Jan 16

A propósito do post "Marcelo" do Edmundo e do "Suplente Conformado" do David Pereira, deixado cá pelo Pedro Correia, lembrei-me de já ter escrito no "És a Nossa Fé" sobre Marcelo Boeck.

O post tem dois anos e pouco, e eu mantenho tudo, continuo a perceber mas não concordo que seja esta a vida de um suplente. O resultado está à vista. 

 

Mas há mais que me preocupa, e é sobretudo o alívio geral que vejo por se saber que afinal Patrício poderá jogar amanhã. Assusta-me um pouco que se sustenha a respiração ao saber que Rui Patrício pode não jogar. Dir-me-ão que Marcelo não está em forma, e eu concordarei. Mas não está porque não joga, e este é o ciclo vicioso em que vivem os guarda-redes - não joga, não tem ritmo, não tem ritmo porque não joga. Lembro-me de gostar de Marcelo no Marítimo, no Sporting jogou poucas vezes, sofreu alguns golos, e está parado há mais de um ano. É costume jogar na taça ou equivalente, e Marcelo teve o azar de estar na época em que em Setembro já estava tudo perdido. Foi comprado, assinou por 5 anos e está parado. Eu sei, eu sei que é assim mesmo, mas sempre discordei desta titularidade incondicional dos guarda-redes, um dia é preciso entrar outro e fica tudo ó tio, ó tio que tem de jogar o suplente - que deveria ser sempre tão bom e ter tanta prática quanto possível como o primeiro. Ou seja, não me faz sentido que por mérito se vá buscar um jogador e ele fique no banco uma época inteira, no lugar de guarda-redes isso é ainda mais critico em relação ao ritmo. Já está, será sempre assim, eu sei. Foi assim com Tiago nos últimos anos, era assim com Sérgio Louro já. Mas não concordo com isso, e devia haver maior rotatividade. Fala-se em saída de Rui Patrício e parece que o mundo vai ruir. Tenho pena, claro, terei sempre, mas prefiro pensar que o lugar fica assegurado com uma compra que se fez precisamente para essa eventualidade. Amanhã, jogue quem jogar faça o seu melhor e tenha uma boa defesa à frente, que também faz falta (mantenho que essa quase ausência nas últimas épocas foi um bom treino para Patrício).


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14 Dez 15
Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Moreirense pelos três jornais desportivos:

 

Rui Patrício: 18

Gelson Martins: 17

Adrien: 17

Bryan Ruiz: 17

Aquilani: 16

Slimani: 16

Ewerton: 15

Esgaio: 14

Jonathan Silva: 14

William Carvalho: 12

Teo Gutiérrez: 12

João Mário: 11

Naldo: 11

Matheus Pereira: 1

 

A Bola elegeu Bryan Ruiz como figura do desafio. O Jogo e o Record optaram por Gelson Martins.


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06 Dez 15
Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Marítimo-Sporting pelos três jornais desportivos:

 

Rui Patrício: 18

Adrien: 18

João Mário: 17

João Pereira : 15

Paulo Oliveira: 15

William Carvalho: 14

Gelson Martins: 13

Ewerton: 13

Bryan Ruiz: 13

Tanaka: 12

Montero: 12

Jefferson: 12

Aquilani: 11

 

O Record elegeu Adrien como figura do desafio. O Jogo e A Bola optaram por Rui Patrício.


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05 Dez 15

No mesmo estádio onde o FC Porto escorregou, não conseguindo melhor do que um empate, o Sporting conquistou esta noite três preciosos pontos que nos permitem consolidar a liderança do campeonato pela quinta jornada consecutiva.

Uma vitória merecida, alcançada numa vistosa jogada colectiva que demonstra bem o excelente estado anímico da equipa. Uma jogada concluída com precisão por Adrien, que parece ter retomado o gosto em marcar golos de bola corrida - desta vez com uma preciosa assistência de João Mário. Os dois médios voltaram a mostrar um elevadíssimo rendimento em campo.

Perante um Marítimo que deu boa réplica e uma actuação irrepreensível da equipa de arbitragem, notou-se a falta de Slimani, ausente por acumulação de cartões. Montero voltou a estar uns furos abaixo do argelino, o que já não surpreende. Mas o desempenho global dos nossos jogadores foi muito positivo.

O melhor em campo, para mim, foi Rui Patrício.

 

...........................................................................

 

RUI PATRÍCIO (8). Basilar. Salvou os três pontos com duas extraordinárias defesas, aos 14' e aos 77', confirmando-se como o mais competente guarda-redes português, a larga distância de qualquer rival. Foi o melhor em campo.

JOÃO PEREIRA (6). Atrevido. A jogada que viria a resultar no golo da nossa vitória no estádio do Barreiros começa nele. Foi o lateral leonino mais ofensivo. Nem sempre os centros lhe sairam bem mas nunca virou a cara à luta.

PAULO OLIVEIRA (7). Rigoroso. Fez boas coberturas, com aparente tranquilidade, sempre muito atento às incursões adversárias. Não teve tarefa fácil mas voltou a ser um elemento fundamental do nosso reduto defensivo.

EWERTON (7). Sereno. O brasileiro que se impôs como titular no eixo defensivo do Sporting revela enorme rigor posicional. Muito concentrado, completa com eficácia o labor de Paulo Oliveira.

JEFFERSON (5). Contido. Regressou à titularidade. Vindo de lesão recente, jogou muito retraído. Travou um duelo constante com Marega, extremo do Marítimo. Revelou alguma dificuldade neste confronto.

WILLIAM CARVALHO (7). Pendular. Começou muito recuado, em missão de permanente vigilância defensiva perante os avanços dos nossos laterais. Fez uma notável segunda parte, recuperando bolas e abrindo linhas de passe.

ADRIEN (8). Envolvente. Voltou a ser decisivo ao marcar com assinalável precisão, aos 53', o golo solitário da vitória. Começou recuado: a equipa ganhou quando avançou no terreno, já na etapa complementar. Outra grande exibição.

JOÃO MÁRIO (8). Incansável. Os lances de maior qualidade técnica e táctica do Sporting tiveram-no como protagonista. Vai-se confirmando de jogo para jogo como um fora-de-série do futebol português. Assistência para golo.

GELSON MARTINS (6). Irreverente. Jesus apostou nele como titular. O benjamim da equipa deu profundidade ao corredor direito, mas faltou-lhe pontaria em dois remates, desperdiçados para a bancada. Saiu aos 61'.

BRYAN RUIZ (6). Pausado. Deu o primeiro sinal de perigo com um remate forte à baliza, iam decorridos 30'. Desta vez criou poucos desequilíbrios, incluindo no corredor central, onde costuma render mais. Participou no lance do golo.

MONTERO (5). Discreto. Rendeu o ausente Slimani como ponta-de-lança. Chegou-lhe pouco jogo, mas a verdade é que ele também raras vezes o procurou. Faltou-lhe dinâmica combativa. Saiu aos 79', dando lugar a Tanaka.

AQUILANI (6). Atento. Regressou à equipa, substituindo Gelson aos 61'. Reforçou a consistência do nosso meio-campo, permitindo soltar William Carvalho e fazendo avançar Adrien no terreno.

TANAKA (5). Tenaz. Entrou aos 79', substituindo Montero, e não pareceu acusar a longa permanência no banco. Bom trabalho individual na grande área aos 81', desembaraçando-se das marcações.

NALDO (-). Espectador. Jesus mandou-o entrar nos últimos segundos só para queimar tempo. Mal chegou a pisar a relva.


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Gostei

 

De ganhar no estádio dos Barreiros. Vencemos o Marítimo no mesmo palco onde o FC Porto empatou.

 

De ver a nossa equipa com a liderança consolidada. Vamos com 32 pontos. E vão cinco jogadas seguidas com o Sporting no comando isolado do campeonato, já no segundo terço da prova.

 

De Rui Patrício.  Foi a figura do jogo, com três grandes defesas: aos 14' negou o golo a Marega; aos 77' fez levantar o estádio detendo o mais perigoso lance do Marítimo, a remate de Diego Sousa; e aos 88' ainda se esticou com êxito a travar outro disparo. Dá uma enorme estabilidade à nossa equipa.

 

Do golo de Adrien. Culminou aos 53' a melhor jogada de todo o desafio - um lance colectivo iniciado em João Pereira, prosseguido por Bryan Ruiz e João Mário e concluído com um remate seco e vitorioso do nosso capitão. Um remate que nos proporcionou a vitória.

 

De João Mário. Um desempenho notável do médio formado na academia leonina. Esteve sempre em jogo, inventando linhas de passe, criando desequilíbrios, abrindo diagonais para o eixo ofensivo e assistindo Adrien no golo do triunfo.

 

Do nosso bloco defensivo. E vão cinco jogos seguidos sem sofrermos um golo no campeonato. Eficácia comprovada.

 

Da nossa sexta vitória consecutiva no campeonato. Após derrotarmos o V. Guimarães (5-1), Benfica (3-0), Estoril (1-0), Arouca (1-0) e Belenenses (1-0).

 

Do apoio nas bancadas. Atmosfera entusiástica da claque leonina no reduto do Marítimo: a ligação entre adeptos e equipa é cada vez mais forte.

 

Da arbitragem. Rui Costa teve um bom desempenho que merece ser assinalado.

 

 

Não gostei

 

Do mau estado do relvado. O terreno estava empapado e escorregadio apesar de não ter chovido nos últimos dias no Funchal.

 

De alguma lentidão de processos em vários momentos da primeira parte. Alguns jogadores pecaram por apatia, deixando a equipa madeirense controlar as operações durante essa fase do jogo.

 

Da nossa incapacidade de reter a bola nos últimos minutos. Notou-se algum nervosismo, manifestamente desnecessário.

 

Das bolas paradas. Continuamos sem aproveitar devidamente estas oportunidades.

 

Da ausência de Slimani. Perante um Montero apático, a habitual combatividade do argelino - que ficou de fora por acumulação de cartões - fez-nos hoje falta.


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01 Nov 15

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Estoril pelos três diários desportivos:

 

Rui Patrício: 17

Teo Gutiérrez: 15

Bryan Ruiz: 15

Gelson Martins: 15

Slimani: 15

William Carvalho: 15

João Pereira: 15

Paulo Oliveira: 15

Jefferson: 15

João Mário: 14

Ewerton: 14

Montero: 12

Matheus Pereira: 11

Bruno Paulista: 1

 

A Bola elegeu Bryan Ruiz como figura do jogo. O Record optou por Teo Gutiérrez. O Jogo escolheu João Mário.


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15 Out 15
O mesmo peso
Edmundo Gonçalves

Vejo hoje na edição de record que a federação assume os custos da lesão de Nelson Semedo, o jovem defesa direito do Benfica, que se lesionou ao serviço da selecção nacional, no último jogo.

 

Vamos lá a ver se o(a) volume(medida) é igual.

 

Sim, falo de William Carvalho e de Rui Patrício, este lesionado no mesmo jogo que o benfiquista e o primeiro durante o europeu de sub-21, condicionando o início de época do Sporting, com implicação até no acesso falhado à fase de grupos da LC.

 

Será que também desta vez a coisa é entregue ao ministério público?


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12 Out 15

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22 Set 15

1) A inteligência colectiva e o jogo entre linhas será sempre a melhor forma de entrar numa defesa povoada. Foi preciso entrarem Martins, Mané e (principalmente) Montero para que o Sporting tivesse algumas variações ao jogo que fazia desde início da 2a parte, que consistia em lateralizar e cruzar ao calhas em busca de um cabeceador(mento) perdido. Verdade seja dita que Bryan Ruiz e Gelson também tentaram variar as opções, mas no caso deste último o que pensa ainda não é acompanhado pela forma como executa;

 

2) Como é possível alguém dizer-se profissional de futebol se não tem a mínima afinidade com a bola de...futebol? Sim, estou a falar de Slimani. Que além de ser dos jogadores menos inteligentes que vi jogar, adiciona uma odiosa relação com a bola que chega a ser chocante. É impressionante a quantidade de jogadas de ataque com potencial que são interrompidas por este homem;

 

3) Já estava na hora de Jefferson acordar para esta época. Bem sei que assimilar princípios defensivos aos 27 anos não é fácil, sobretudo para quem tinha muito pouca noção de posicionamento, mas a verdade é que tem que render muito mais;

 

4) O Patrício entre a 5a feira passada (jogo com o Lokomotiv) e o jogo de ontem aprendeu que pode sair da baliza para recolher uma bola metida em profundidade pelos adversários. Um dia destes ainda vai aprender a controlar a profundidade e a sair dos postes;

 

5) Continuo a achar piada ao facto da maioria das pessoas não perceberem Esgaio. Sim, é verdade que errou 3 ou 4 passes curtos e de fácil execução, mas na primeira parte foi um dos melhores em campo, raramente comete erros posicionais, tem capacidade de jogo interior e tecnica e cognitivamente é muito superior a João Pereira. Neste momento é, sem dúvida, a melhor opção.


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26 Jul 15

Breve análise do desempenho dos nossos jogadores na vitória de hoje, na Cidade do Cabo, frente ao Crystal Palace.

Adianto desde já que o melhor em campo, para mim, foi Rui Patrício.

 

..........................................................................

 

RUI PATRÍCIO (8). Imperial. Salvou a equipa com três defesas magistrais, aos 7', 72' e 77'. Exibe uma das melhores formas de sempre.

JOÃO PEREIRA (5). Atento. Bons cruzamentos, mas arriscou muito menos, na sua ala direita, do que Jefferson no lado oposto. Saiu aos 60'.

PAULO OLIVEIRA (6). Eficaz. Resolve muitos lances pela sua boa leitura de jogo e pela capacidade de antecipação. Grande corte aos 17'. Saiu aos 80'.

NALDO (6). Seguro. Parece um bom reforço. Fez boa parceria com Paulo Oliveira no eixo da defesa. Ganhou tempo de jogo, o que é fundamental.

JEFFERSON (7). Dinâmico. Em grande forma nas bolas paradas. Livre muito bem marcado aos 38', forçando o guarda-redes a defesa em esforço. Exímio nos cruzamentos. E cheio de fôlego: ainda fez um cruzamento perigoso no último minuto.

RUBEN SEMEDO (5). Voluntarista. Foi médio defensivo titular: prémio de Jesus por ter marcado no jogo anterior. Bom jogo posicional. Mas saiu muito cedo, aos 37', tocado num ombro.

ADRIEN (6). Oscilante. Procura ainda adaptar-se ao novo modelo de jogo do Sporting. Recuou no terreno, para médio defensivo, com saída de Ruben Semedo. Precisa de mais jogos para mostrar melhor o que vale.

GELSON MARTINS (5). Batalhador. O treinador continua a apostar nele como titular. Bons apontamentos. Mas ainda muito individualista e algo nervoso. Saiu ao intervalo.

CARRILLO (5). Apático. Ainda não recuperou a forma desde o regresso de férias. Muito preso de movimentos. Saiu aos 60'.

TEO GUTIÉRREZ (4). Desenquadrado. Com peso em excesso e demasiado lento. Fez um grande passe para Gelson aos 33' e pouco mais. Saiu aos 60'.

SLIMANI (7). Aguerrido. Talvez o jogador que melhorou mais desde o jogo anterior. Sabe prender como ninguém os defesas adversários, mantendo-os em sentido. E nunca desiste de um lance. Construiu a jogada que originou o segundo golo, aos 87', com assistência milimétrica para Montero.

JOÃO MÁRIO (5). Discreto. Substituiu Ruben Semedo aos 37', colocando-se à frente de Adrien. Também ele procura ainda adaptar-se ao novo modelo de jogo.

CARLOS MANÉ (7). Veloz. Fez toda a segunda parte, substituindo Gelson Martins. Mais objectivo e acutilante, enquadrando-se bem na nossa frente de ataque.

MONTERO (8). Matador. Entrou aos 60' para render o discretíssimo Gutiérrez. Teve tempo de sobra para marcar dois golos: o primeiro aos 71', de livre directo; o segundo ao cair do pano, em lance corrido, a passe de Slimani. A melhor prenda no dia em que festejou 28 anos.

ROSELL (4). Apagado. Substituiu Carrillo aos 60'. Esteve sempre demasiado discreto. Falhou um passe aos 72' em zona perigosa.

ESGAIO (6). Lutador. Entrou aos 60' para o lugar de João Pereira. Deu claros sinais de que procura disputar-lhe a titularidade.

WALLYSON (4). Inócuo. Rendeu Adrien aos 80'. Mal se deu por ele.

CAPEL (3). Irrelevante. Substituiu Slimani para queimar tempo: só jogou três minutos.


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08 Jul 15
Bem, e... mal!
Edmundo Gonçalves

Bem - Concretizada a contratação de um dos nomes aventados pelos media;

Mal - A possibilidade de saída de Rui Patrício por valores "miseráveis".

 

A primeira notícia está confirmada pelo Clube no sítio oficial, a segunda espero sinceramente que faça parte das parvoíces da estação.


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11 Jun 15
Balanço (1)
Pedro Correia

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre RUI PATRÍCIO:

 

- Adelino Cunha: «Enquanto houver Rui Patrício as coisas lá vão disfarçando, mas continuamos sem um central realmente bom.» (1 de Setembro)

- Duarte Fonseca: «Um enorme Rui Patrício entre os postes, calando todos aqueles que querem fazer dele um guarda-redes medíocre.» (1 de Setembro)

- Eu: «Completou hoje 200 jogos ao serviço da equipa principal do Sporting, onde actua desde 19 de Novembro de 2006, quando foi lançado por Paulo Bento. É já o terceiro guarda-redes com mais jogos no nosso clube, após os históricos João Azevedo e Vítor Damas. Está de parabéns.» (21 de Setembro)

- Edmundo Gonçalves: «Há uma "culpa" que me irá acompanhar pelo resto dos meus dias e de que nunca me penitenciarei. Falo da minha opinião acerca das qualidades de Rui Patrício, aqui há seis, sete anos e que, confesso, não era a melhor. Pois o próprio encarregou-se de me "espetar nas tombas" que eu estava redondamente enganado e transformou-se num dos melhores guarda redes do mundo.» (20 de Outubro)

 - Luciano Amaral: «O Rui Patrício também teve direito ao seu grande momento. Que, por pouco, podiam ter sido dois. Enfim, mais uma jornada inesquecível.» (15 de Fevereiro)

- Marta Spínola: «Patrício a coxear, penalties na bancada de lá, tinha tudo para nos correr mal, e correu lindamente. E foi bom. E foi bonito. A Taça é nossa. Fim.» (6 de Junho)


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06 Jun 15

Calma. Agora é a taça, que eu tenho falhado posts vitais.

Marco Silva, Montero e Slimani deram-no-la e eu quero falar na taça. Não me alongarei, só quero também dobrar esse canto aqui no blog.

Fui ao Jamor. Cantei e saltei no início, e da segunda parte para a frente. 
Na primeira tive um momento de caminhar em direcção a uma luz. 2-0 e eu num túnel sem fim, a pensar que só queria estar num canto e morrer. Era isso, ia chegar a casa e avisar família e amigos: "vou ali morrer, não se preocupem. Amanhã é segunda feira e não me dava jeito viver depois deste resultado". Era o plano.

De repente, o intervalo. Deixei de caminhar em direcção à luz e juntei-me ao resto do estádio. Acordámos todos. Da minha parte pensei "espero que o responso ao intervalo seja valente" , "isto é inadmissível!" era o que eu lhes diria. "Estão a gozar com isto?!!" diria num tom baixinho mas já com algum ódio a aparecer-me nos olhos. E pronto, era esta a minha agressividade máxima. É por isso que não sou eu que lá estou. Adiante. 
A verdade é que não sendo uma grande jogatana, tudo junto, foi 'ma grande emoção. 
As pessoas saíram? Saíram saíram. E ao 2-1 algumas voltaram. O rapaz ao meu lado tentou, sem sucesso: "eu só não me vou embora porque não consigo sair daqui". E não saiu. No 2-2 abraçou-me e eu peguei-lhe pelos colarinhos: "está a ver como fez bem em ficar?!" 
E pronto, Patrício a coxear, penalties na bancada de lá, tinha tudo para nos correr mal, e correu lindamente. E foi bom. E foi bonito. 
A Taça é nossa. Fim.


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01 Jun 15

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas pelos três diários desportivos à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Braga da final da Taça de Portugal:

 

Rui Patrício: 21

Slimani: 20

Montero: 19

Paulo Oliveira: 17

Carlos Mané: 16

Nani: 15

Jefferson: 15

William Carvalho: 15

Ewerton: 15

Adrien: 14

João Mário : 11

Carrillo: 9

Cédric: 7

Miguel Lopes: 7

 

O Jogo elegeu Slimani como figura do jogo. RecordA Bola optaram por Rui Patrício.


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18 Mai 15

Para bom entendedor, meia palavra basta. Rui Patrício não precisa de dizer mais nada.


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23 Mar 15
Sim, o Patrício...
Edmundo Gonçalves

Parece que quem faz o passe para o marcador do golo do Guimarães estava fora de jogo. Confesso que não vi.

Mas vi que Patrício continua a ter dificuldades em sair da baliza para segurar bolas e ontem isso aconteceu por três vezes; Uma delas deu golo. O seu gesto de cabeça disse tudo quanto à sua responsabilidade. Várias vezes tenho aqui falado na pecha que é a saída deficiente ou simplesmente inexistente da sua zona de conforto. Creio que há ali muita responsabilidade por parte de Nelson Pereira. Isto corrige-se, aprende-se, com treino!

Mas para sustentar a minha teoria de que os grandes também falham, cá vai um dos melhores a dar um frango de antologia:

 

 


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17 Dez 14

Não podes lesionar-te. Precisamos muito de ti.


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