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És a nossa Fé!

Sporting adiado

Mudar a data de uma gala que celebra o aniversário do clube para não colidir com o casamento do presidente que quer casar no dia de aniversário do clube... Confesso que por esta não estava à espera.

Isto é que é ser mesmo sportinguista, pá. Sim senhor, grande ideia. Estou todo derretido com tanto fervor. Isto é que é um verdadeiro presidente.

Que emoção.

 

Menos, caro presidente, menos, muito menos. Ou ganha o sentido do ridículo depressa e percebe que ninguém lhe entregou carta branca para fazer do Sporting um servente para caprichos pessoais, por maior que seja a corte que agora granjeou em sua volta, ou então passa a ser um problema.

Foi com fundadas esperanças e empenho que votei em si há poucos dias, mais até do que quando votei nas eleições anteriores, mas esse voto foi acima de tudo patrocinado por um conjunto de valores que quero ver a protagonizar e sempre em defesa do clube, acima de qualquer devaneio pessoal, seja de quem for.

Pela minha parte estou farto de ver o Sporting adiado e desrespeitado por quem chega a seu dirigente. Quer mesmo fazer parte desse restrito "clube"? É que há muitas formas de ganhar lugar cativo por lá.

Olhe e outra coisinha para tentar continuar a respeitá-lo: bardamerda para si por não ser capaz de encaixar uma crítica decente e respeitosa dos adeptos do clube que lidera. Espero que entenda, é que é inteiramente merecido.

Saudações leoninas para todos.

O que disse Bruno de Carvalho

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Ao princípio da noite de ontem, Bruno de Carvalho tomou posse no segundo mandato como presidente do Sporting Clube de Portugal.

Já empossado, dirigiu aos sócios e adeptos leoninos um dos melhores discursos que já lhe ouvi. Não por acaso, um discurso escrito do qual destaco as passagens que considero mais memoráveis.

Para mais tarde recordar.

 

«No plano político e institucional, continuaremos a ser intransigentes na luta pela verdade e pela transparência no desporto em geral e no futebol em particular.»

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«Continuaremos a integrar a Direcção da Liga de Futebol Profissional, e de todos os seus grupos de trabalho, como fizemos aliás desde o primeiro dia. O Sporting Clube de Portugal não pode, em nenhuma circunstância, deixar de estar em todos os lugares e em todos os centros de decisão.»

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«Relativamente à Federação Portuguesa de Futebol, continuaremos também, como tem sido de resto nosso apanágio, a colaborar através de propostas para melhorar o futebol português. Quero aliás sublinhar aquilo que considero ser a primeira etapa do mais que justo reconhecimento daquele que é o maior goleador de todos os tempos do futebol português, Fernando Peyroteo, traduzido pelo desfraldar de uma lona gigante colocada na sede da Federação. Quero acreditar que este tenha sido finalmente o arranque para um processo que culminará na consagração oficial de Fernando Peyroteo como o maior goleador da história do futebol.»

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«Não se pode adulterar a história, transformando campeões em perdedores e guindando perdedores à condição de campeões. O Sporting Clube de Portugal foi campeão nacional por 22 vezes e não 18.»

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«Aquilo que exigimos é que a verdade seja restabelecida e que se honrem aqueles que, com mérito, alcançaram a glória à custa do seu esforço, dedicação e devoção.»

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«Não podemos, em circunstância alguma, regredir e pôr em causa o trabalho que foi feito nos últimos quatro anos. Por isso estaremos firmes no cumprimento rigoroso da reestruturação financeira que executámos e das regras de fair play financeiro impostas pela UEFA.»

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«Seremos também intransigentes na criação de condições para que o clube mantenha a maioria do capital da SAD. Este é um compromisso de que nunca abdicámos e um objectivo perante o qual nunca iremos capitular.»

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«É meu compromisso pessoal que tudo farei e tudo faremos para agregar aqueles 9% dos sócios que livremente votaram na outra lista. Sou, como sempre fui, o presidente de todos os sportinguistas. Todos são válidos, todos são importantes, todos são indispensáveis.»

Serenidade

Aproveito esta palavra utilizada pela Marta Spínola, a fim de responder ao repto lançado pelo Pedro Correia. Serenidade não resolveria todos os problemas do Sporting, mas penso que daria uma grande ajuda. E a serenidade teria de vir do Presidente!

 

Confesso que estou desiludida, acima de tudo, com Bruno de Carvalho. Digo isto, não para o desanimar, muito menos para o ver pelas costas. Nunca fui de opinião de que os problemas se resolvem substituindo pessoas, acredito mais no diálogo e na reflexão (mais uma palavra “roubada” à Marta Spínola). Claro que isso pressupõe que as pessoas estejam dispostas a dialogar e a refletir.

 

Bruno de Carvalho começou muito bem, não podia mesmo começar melhor. Ele foi o novo Presidente certo na altura certa. Porém, não sei se foi pela euforia criada na excelente época passada, se foi por problemas pessoais (não pretendo especular, apenas procurar razões) tem causado muita agitação no clube.

 

Que esta época tenha começado com alguns solavancos, é natural, depois dos talentos que nos deixaram. E também não é segredo nenhum que os árbitros tomam decisões, no mínimo, polémicas. Mas, por isso mesmo, é que o mote deveria ser a serenidade. Reclamar também é legítimo, mas é preciso saber reclamar, o que é bem diferente de insultar, ou mesmo provocar rixas!

 

Desde o episódio com o Presidente do Arouca, em Alvalade, a situação do clube piorou, foi mesmo a partir daí que o Sporting começou a descarrilar sem controlo. E culminou com a ida de Bruno de Carvalho aos balneários, em Chaves. Pelo meio, tivemos publicações, no mínimo, desaconselháveis, nas redes sociais. Haverá outros problemas, nomeadamente técnicos, cuja complexidade não sei avaliar e acredito na opinião dos meus colegas, quando dizem que Jorge Jesus tem vindo a cometer erros. Entendo, no entanto, que é dever do Presidente cuidar para que haja sossego e harmonia, independentemente da eficácia do treinador. Bruno de Carvalho tem feito o contrário!

 

Os jogadores estão revoltados. Jogam mal e/ou desinteressadamente. Penso que é a sua maneira de protestar, de fazer greve. Os jogadores do Sporting estão em greve! Eu sei que eles ganham muito bem, mas há sempre um limite para aquilo que estamos dispostos a aceitar. E, pelos vistos, eles pensam que esse limite foi ultrapassado… Há que procurar as razões! Espero que os responsáveis do clube saibam encontrar um novo caminho e dar novo alento à equipa. Apesar de todas as desilusões, nas últimas semanas, e parafraseando Luís Aguiar Fernandes, tudo isto não quer dizer que já não há nada por que lutar: há lugares para conquistar e uma imagem para limpar.

O problema

O problema central do Sporting não passa pelo deficiente jogador X ou pelo inepto jogador Y. O problema mais grave remonta ao início da época e relaciona-se com a dimensão colectiva da equipa: o treinador insiste em impor um modelo de jogo a profissionais que não se adaptam a ele.

Isto explica porque sofremos sempre o mesmo género de golos, nos mesmos momentos dos desafios, sem que se vislumbre um antídoto eficaz para evitar novos desaires. No final do jogo em Chaves, todos ficámos com a sensação de já ter visto aquele filme. Não foi novidade para ninguém. Nem se resolve com o presidente a berrar com os jogadores no balneário, como ontem sucedeu - o que pouco augura de bom para o crucial desafio da próxima terça-feira.

Se alguma mudança urge fazer, passará sempre pela adaptação do modelo aos intérpretes em vez da insistência cega e surda no contrário. E já agora - como há tanto tempo aqui venho anotando - convém também mudar o discurso. Que grande injecção de moral deve ser para um jogador ouvir o treinador dizer que não gosta de o ver marcar os golos todos...

A limpeza das espingardas*

Está lançado aqui no blogue o mote para fazermos todos, sportinguistas, o balanço do que se vai passando na equipa de futebol e no Clube, que críticas ou reparos, ou propostas, ou sugestões temos para ajudar a ultrapassar esta fase menos boa.

Um dos visados nas críticas, para além do treinador, é o presidente e a sua atitude e forma de actuar/comunicar, considerando-se exagerada, desfasada, despropositada até, a sua forma de governar a comunicação do Sporting e inclusive o relacionamento para dentro.

Eu já não acho!

Em relação ao presidente, o que eu temo, sinceramente, é que ele comece a deixar-se vencer pelo status quo.
É que, concordando que aqui ou ali deu alguns tiros nos pés (ninguém é perfeito), há temas que, se estão na ordem do dia, a ele o devemos.
Quando dizemos que hoje o presidente está "muito melhor" e nunca deixamos de referir os episódios em que esteve mal (e que eu subscrevo), quer dizer que o "desgraçado" do presidente tem um sacana dum carimbo na testa do qual nunca se irá livrar e haveremos de, ad eternum, cobrar-lhe esses excessos fruto de uma clara imaturidade inicial, que todos lhe desculpámos em tempo.
O homem há-de ser sempre preso por ter cão e por não o ter; Se fala é porque fala, se se cala é porque deveria ter falado. É claro para mim que "diálogo" do presidente, só com outros presidentes, mas não será esse o objectivo dos outros presidentes, forçar um diálogo de surdos? Senão, porque anda calado que nem rato o tipo dos camiões e não se houve falar o azeiteiro dos chocolatinhos, se não for com o intuito óbvio de cortar o pio a quem os pode colocar em causa e às suas manigâncias?
Exagera? Por certo, mas creio que o tempo do verbo deverá ser conjugado no passado. Hoje por hoje, não me parece que as intervenções do presidente sejam factor de desestabilização e aquele comunicado após a derrota de Madrid, p.e.,  tem um claro objectivo que é o de dar um voto de confiança à equipa. Não creio que o facto de "valorizar uma derrota" tivesse sido prejudicial à equipa e aos jogadores.  Está claro para mim que o problema actual da falta de resultados é mais do foro psicológico que de outra coisa qualquer e aprecio a atitude do presidente dando um voto de confiança ao grupo. Se não gostei do episódio Guimarães (Marco Silva), não posso criticar a forma que foi encontrada para dizer aos jogadores que estava com eles, ainda que a forma talvez não tivesse sido a ideal. E conhecendo já um pouco de Bruno de Carvalho, estou em crer que uma parte do recado foi dada no recato do balneário e não terá sido tão simpática quanto a versão dada a público.

Tenho um reparo a fazer-lhe: Já é tempo de se virar para dentro e deixar para outras pessoas da estrutura o pesado fardo de guerrear com os adversários. Há ainda tanta coisa e tão importante a fazer dentro do Clube, que o presidente é valioso demais para perder o seu tempo com fait divers.

 

Há no entanto um tónico excelente para a resolução do problema porque ora passamos: Vitórias. Tenho certeza que começando a ganhar, ninguém prestará atenção às eventuais incontinências do presidente.

 

 

 * Sem nada ter a ver com guerra, antes com a lúdica actividade cinegética, é em tempo de descanso que se limpam as espingardas e se pensa na melhor forma de atacar a presa.

Gestão

Rui Costa, o boneco manietado por Luís Filipe Vieira quando está em situações de fragilidade, fez hoje a seguinte declaração sobre o nosso presidente:


«Se o treinador do Benfica é para treinar, o presidente do Sporting tem de presidir, e eu já o vi a treinar-se com a equipa».


Para quem ainda tinha dúvidas, fica a certeza de que Rui Costa não percebe nada de gestão.

 

As funções que competem a um presidente são muito mais abrangentes que as de um treinador ou de um administrador.

Dedicado aos profetas da desgraça

Se eu pudesse dedicar esta notícia a alguém seria aos profetas da desgraça que, borrados de medo, previram o caos e acusaram a actual direcção de estar a brincar com o fogo e a esticar demasiado a corda na relação com os empresários, ao cometer o pecado de engrossar a voz e a dar um murro na mesa. Porque é uma pena constatar que há sportinguistas que acham que a fragilidade do clube lhe limita as possibilidades de defesa dos seus interesses e da sua dignidade. Mas é bom ver que há sportinguistas que pensam exactamente o contrário e, melhor ainda, é saber que quem manda actualmente no clube é um deles. Um garoto que tem deixado toda a gente em sentido. 

Ler os outros

Um excelente texto do Domingos Amaral que é, ao mesmo tempo, uma opinião insuspeita (o homem é lampião) e técnica e academicamente muito válida (é professor de Economia do Desporto na Universidade Católica).

 

Uma boa surpresa chamada Bruno de Carvalho

 

Para azar do Sporting, Bruno de Carvalho só ganhou à segunda a eleição para a presidência. Mas, pelo que tenho visto, está a provar ser o homem necessário para o clube de Alvalade.
Diziam dele o pior, até houve alguns que o chegaram a comparar a Vale e Azevedo, mas pelos vistos estavam todos bem enganados.
Até agora, Bruno de Carvalho tem sido inteligente, sereno e firme nas decisões.
E, ao mesmo tempo e quando é caso disso, festeja as vitórias do seu clube - no fustal, no andebol - como um verdadeiro leão de bancada, o que lhe traz popularidade e até desperta simpatia.
Mas é nas decisões de gestão que me tem surpreendido pela positiva. Primeiro, começou a "limpeza", tendo a coragem para despedir quem vivia há muito "à mama" do clube, desde velhas glórias a funcionários inúteis.
Depois, tem sido contundente na negociação com empresários, estabelecendo o princípio de que o Sporting não negoceia na praça pública, não cede a pressões, e só faz negócios quando eles lhe são favoráveis.
Por mais arriscada que seja essa postura, pois pode no curto prazo perder jogadores talentosos, é uma firmeza que dará frutos nos anos seguintes.
Por fim, apresentou um projecto de reestruturação financeira que é essencial e bem pensado, ao contrário do que diz o Camilo Lourenço.
Embora poucos falem disso, as novas regras do Fair Play Financeiro da UEFA podem vir a ser implacáveis para o Sporting se esta reestruturação não avançar.
Qualquer clube que apresente três anos seguidos de prejuízos estará fora das competições da UEFA, e o Sporting tem um longo historial de perdas. Não sei mesmo se, caso este ano se tivesse qualificado, poderia participar.
A UEFA apenas permite um "desvio aceitável" de 5 milhões de euros nos prejuízos, mas o Sporting está ainda muito longe desse desvio.
Assim sendo, só há um caminho: uma reestruturação que transforme os credores em accionistas (debt for equity), e é isso que o Sporting vai fazer, acrescentando depois um aumento de capital, que os mesmos credores, agora já accionistas, deverão subscrever.
Assim, os rácios financeiros começam a melhorar, o que é absolutamente essencial para o futuro.
Também é bem pensado passar o estádio para a SAD, pois é um activo valioso, e as suas dívidas, que também passam para a SAD, não serão contabilizadas em termos de UEFA, que abre excepções nestes casos, bem como nas despesas de formação.
Por fim, é preciso "reposicionar" a equipa de futebol, e parece-me que também aqui Bruno de Carvalho vai no bom caminho.
O Borussia Dortmund é um excelente exemplo, que explico nas minhas aulas de Economia do Desporto na Universidade Católica.
Em 2006-2007, estava à beira de descer de divisão. Apostou então numa equipa de jovens, limpou as dívidas e os passivos, e quatro anos mais tarde era campeão da Alemanha, duas vezes seguidas, e este ano chegou à final da Champions.
É por aí que Bruno de Carvalho deve ir. Apostar nos jovens talentos de Alcochete, pagando-lhes bons salários para os motivar, em vez de gastar dinheiro em contratações inúteis de estrangeiros de qualidade duvidosa.
Esta estratégia tem também um ponto forte adicional. É que a ligação afectiva dos sócios aos miúdos formados em casa é muito maior, bem como a sua tolerância para com as suas compreensíveis falhas. À conta dessa ligação especial o Dortmund tem o estádio sempre cheio.
Se mantiver este rumo e esta postura, Bruno de Carvalho tem tudo para se transformar no presidente que revolucionou o Sporting e o salvou de uma calamidade. Por mais difícil que isso possa ser no início, o futuro será dele.
Espero, daqui a dois ou três anos, poder apresentar aos meus alunos o "case study" bem sucedido da recuperação do Sporting.

Hoje, 22 horas, SIC Notícias

Não tenho por hábito ver o Dia Seguinte, um programa em que há demasiada gritaria e pouco debate e que é, acima de tudo, mal frequentado por quem representa o benfica. Mas o programa de hoje tem um especial motivo de interesse para os sportinguistas. O presidente Bruno de Carvalho marcará presença, numa oportunidade para falar dos seus quase três meses de mandato, esclarecer algumas dúvidas, acalmar algumas preocupações e explicar alguns dos pontos mais importantes da próxima Assembleia Geral, a bem do contraditório com as notícias mais ou menos fundadas que têm vindo a público sobre a mesma. E quem sabe se não haverá tempo para uma ou outra surpresa?

Leitura obrigatória

 
É obrigatório ler a entrevista do Presidente Bruno de Carvalho ao Record de hoje, na qual, sem medo, mete o dedo em várias feridas: o comportamento dos agentes com o Sporting e sua influência sobre os jogadores, os salários e as despesas principescas praticadas no clube mesmo num cenário de caos financeiro, as dificuldades desportivas que se aproximam, os podres do futebol português e a vontade de fazer diferente, por muito que isso custe. Uma entrevista corajosa e frontal, em que se percebe que, gostando-se ou não, tendo as consequências que tiver, o feitio Bruno de Carvalho é claro: antes quebrar que torcer.

 

Boas notícias a caminho?

Não sei quandos dias passaram desde que Bruno de Carvalho anunciou ter investidores para entrar no capital da SAD. Também não me lembro de quantos dias passaram desde que o presidente esclareceu o óbvio: nenhum investidor colocaria um cêntimo no Sporting sem que a reestruturação financeira estivesse delineada e aprovada pelos sócios. Mas já se sabe que a Assembleia Geral para discutir o assunto está para breve. E também se sabe que o plano de reestruturação financeira prevê um aumento de capital de até 38 milhões de euros, sinal de que o dinheiro dos tais investidores estará a chegar, devendo cobrir parte desse valor. As perspectivas são positivas. Ainda assim, manda a cautela que se aguarde por notícias definitivas. Para já, os passos têm sido dados na sequência e no ritmo certos, tal como a batida dos ponteiros de um relógio. Aguardemos.

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