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És a nossa Fé!

Factos

Bas Dost é o melhor marcado do campeonato com 11 golos. Desde Montero, à 15.ª jornada de 2013-2014 (garantiu-me Rui Miguel Tovar via Twitter) que o melhor marcador não vestia de verde e branco. Na altura, o colombiano levava 13 tentos, contra os 12 de Jackson e os 9 de Heldon. 

Balanço (23)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre MONTERO:

 

- Edmundo Gonçalves: «Marcou um golaço. Não percebo porque saiu e ficou o colega [Teo] em jogo, sobretudo se era para jogar com Slimani, com quem até costuma fazer boa dupla.» (18 de Setembro)

- Eu: «Saiu do banco aos 54' e revelou-se bem melhor do que o seu compatriota Teo Gutiérrez, titular da posição. Foi ele a desatar um nó que parecia cego, quase ao cair do pano. Decisivo como nenhum outro nesta partida.» (21 de Setembro)

- José Navarro de Andrade: «Neste Sporting não há lugar para o enfado existencialista de Montero que aborda todos os lances à experiência.» (20 de Dezembro)

- Duarte Fonseca: «Vi partir aquele que para mim era, tão só, o melhor jogador do plantel. O único jogador que se assemelhava a um ídolo. Aquele jogador que me fazia subir os 10 lances de escadas até ao meu lugar sempre com a ilusão de ver algo extraordinário.» (2 de Fevereiro)

- Luciano Amaral: «Ainda fazia belos golos e belas assistências. Vejo com tristeza a partida de um dos heróis da ressurreição do Sporting. Agora é mais fácil jogar no Sporting do que quando ele veio.» (2 de Fevereiro)

- José da Xã: «Sempre fui um apreciador das qualidades de Montero. Sagaz, felino, de técnica apuradíssima, faltou-lhe quiçá sorte…» (2 de Fevereiro)

- Filipe Moura: «Ninguém o vai esquecer nem momentos de magia como este, em Alvalade, contra o Marítimo, a época passada. Foi provavelmente o melhor golo que alguma vez presenciei. Obrigado por tudo e felicidades, avioncito.» )2 de Fevereiro)

- Alda Telles: «Ficará para sempre na história e sobretudo no coração do nosso Clube. Com a certeza que também ficaremos no dele. Sporting e Portugal estão indissoluvelmente ligados a esta família luso-colombiana.» (3 de Fevereiro)

- Zélia Parreira: «Obrigada Montero! Obrigada pelos golos, obrigada pela dedicação, obrigada pelo brio com que vestiste a camisola.» (20 de Fevereiro)

Os melhores golos do Sporting (27)

Golo de MONTERO

Sporting-Académica

30 de Janeiro de 2016, Estádio José Alvalade

 

Tenho estas manias. Em dia de jogo não visto verde, a não ser que vá ao estádio e leve a camisola. Quando marcam penalties contra nós, olho sempre para o lado. E por fim, tenho a certeza absoluta de que, se estiver a trabalhar ou a estudar durante o jogo, o Sporting não perde.


Por isso, quando desviei os olhos do que estava a estudar para conferir o resultado, por volta das 9 da noite do sábado, 30 de Janeiro, não gostei nada. Qu’é isto, o Sporting a perder com a Académica? Em casa?


Concentrei-me no que estava a ler e o Adrian marcou. Depois o Bryan Ruiz arrumou o assunto para o intervalo e eu descansei. É provável que me tenha desleixado, porque aconteceu aquele não-golo que ia deitando tudo a perder. Lia parágrafos uma e outra vez, não havia meio de compreender o sentido das palavras. Acedi a uma estação de rádio online, já que o estudo não fazia efeito, mais valia estar em cima do acontecimento.


Oitenta e quatro minutos. Bola cruzada da direita por João Pereira. Montero recebe na esquerda da área, enquadra-se e atira de pé esquerdo. A frase mágica dita na rádio: “É golo, é do Sporting!”


Na minha casa, há folhas com legislação croata de bibliotecas mal traduzida pelo Google espalhadas pelo chão. No estádio, o filho de um polícia colombiano acabou de repor a legalidade e a verdade no jogo. Saiu do banco para marcar o golo dos 3 pontos, o último golo do jogo, o último golo com a camisola verde e branca. Saiu do banco para deixar o Sporting no sítio que lhe pertence: o primeiro.


Obrigada Montero! Obrigada pelos golos, obrigada pela dedicação, obrigada pelo brio com que vestiste a camisola. E obrigada por manteres a minha superstição válida!

 

Montero, El Portugues

Ficará para sempre na história e sobretudo no coração do nosso Clube. Com a certeza que também ficaremos no dele. Sporting e Portugal estão indissoluvelmente ligados a esta família luso-colombiana.

Fredy fez um comovente video de despedida na sua conta no Facebook, que podem ver mais abaixo neste post. Recorda que foi aqui que a sua família nasceu ("Eu e a minha família vivemos aqui em Portugal algumas das nossas melhores recentes lembranças. Este é o lugar onde as nossas filhas nasceram, onde tivemos a nossa primeira casa de sonho e onde começamos as nossas vidas como uma verdadeira família. Viver em Lisboa foi excelente, mas sem dúvida que jogar no Sporting foi uma paixão!").

Deixa também uma mensagem de fé quanto ao título de campeão ("Acredito que o Sporting possa ser campeão esta época e que em Maio possam partilhar comigo esse feito, sabendo que também fiz parte dessa conquista"). Partilhamos, sempre, essa fé e, sim, partilharemos sem dúvida essa alegria com ele.

A paixão por Portugal não é mera conversa de circunstância. Basta consultar a conta de twitter da sua (belíssima) mulher, Alexis, para perceber a genuína ligação desta família a esta terra.

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Esta despedida é um dia triste para a família sportinguista, mas é também uma digna página da nossa história. Fredy Montero deixa um importante legado ao clube - 94 jogos disputados, 37 golos marcados, 13 assistências para golo, dizem as estatísticas - e deixa, sobretudo, um enorme orgulho neste verdadeiro espírito de leão que criou aqui.

Até sempre, Fredy, e obrigado.

 

 

Montero, o craque

O dia de ontem foi um dia triste. Pelo menos foi-o para mim.

 

Vi partir aquele que para mim era, tão só, o melhor jogador do plantel. O único jogador que se assemelhava a um ídolo. Aquele jogador que me fazia subir os 10 lances de escadas até ao meu lugar sempre com a ilusão de ver algo extraordinário.

 

O mais inteligente, o que percebia melhor o jogo, o que mais prazer me dava de ver jogar, aquele que eu todos os jogos aplaudia de pé quando o speaker gritava pelo seu nome, aquele que fez os golos mais bonitos das últimas 3 épocas em Alvalade. Definitivamente, um craque.

 

Prometo nunca me esquecer de ti, Montero. Eternamente grato!

Montero e Gutiérrez: quem marcará mais? - X (Fim)

Reconheço que sou uma pessoa de lágrima fácil. E então nas despedidas nem se fala…

Por isso estou aqui meio idiota, meio espantado, de olhos vidrados de comoção com a notícia, ontem veiculada em algumas plataformas e hoje confirmada, da partida de Fredy Montero para a China por troca de um tal Barcos, que realmente não conheço.

Quem aqui me (nos) vem ler sabe que sempre fui um apreciador das qualidades de Montero. Sagaz, felino, de técnica apuradíssima, faltou-lhe quiçá sorte… Ou uns árbitros de maior qualidade (não me esqueço da quantidade de golos invalidados a este ponta de lança, na maioria… só porque sim!).

Ainda agora partiu e já sinto saudades. Não me esqueço que JJ valia-se deste atleta para se desembaraçar de adversários e resultados complicados. Foi assim com o Nacional, com o Braga e mais recentemente com a Académica.

Esta série foi a terceira que criei em que Montero era a figura de proa. Na primeira contabilizei os golos que “El Avioncito” marcou somente no campeonato e tendo como matriz um tal de Wolfswinkel, holandês de nascimento e que era grande – mas não era grande coisa.

Chamei a essa série “Contagem decrescente” e começou a 18 de Agosto de 2013 tendo 9 textos. Terminou a 11 de Maio de 2014. Na época seguinte coloquei o Montero contra ele próprio e escrevi mais uma série, denominada “M versus M” que se iniciou a 14 de Outubro de 2014 para terminar a 26 de Maio de 2015 com 10 posts. Finalmente esta última e que, independentemente do futuro de Téo, termina hoje também com uma dezena de textos!

Serei sempre um grande apreciador do futebol do colombiano, “resgatado” em 2013 a uma equipa americana, e que partiu para o país do Rio Amarelo. E só espero que os adversários que ele agora vai enfrentar fiquem da mesma cor do grande rio chinês, devido aos seus (bons) golos.

Que a sorte te sorria sempre, Montero, pois talento tens de sobra.

Os melhores golos do Sporting (8)

Golo de MONTERO

Sporting-Marítimo

26 de Outubro de 2014, Estádio José de Alvalade

 

Este golo estava na minha lista de possibilidades para esta compilação do blogue. Nunca pensei que publicá-lo servisse, também, para me despedir deste grande jogador, ainda mais dois dias depois de, mais uma vez, ter sido decisivo. Não adianta recordar o Montero, pois toda a gente o conhece. E ninguém o vai esquecer nem momentos de magia como este, em Alvalade, contra o Marítimo, a época passada. Foi provavelmente o melhor golo que alguma vez presenciei. Obrigado por tudo e felicidades, avioncito.

 

You will never walk alone

Montero

 Lembro-me bem desse dia. Não sei bem que dia era, mas estávamos em Agosto de 2013, eu estava na praia e começava o campeonato. O Sporting jogava contra um recém-promovido Arouca. Acho que nunca estive tanto em pânico como no início dessa época. O Sporting acabara de ficar em 7º, num campeonato em que chegara à fronteira da despromoção e roçara a falência. O Arouca era fácil? Eu já tinha visto de tudo na época anterior. Eu estava na praia, mas de telemóvel em punho a seguir o jogo. O Arouca começou por marcar e eu pensei: este ano, é para continuar a desgraça. Até que os golos começaram a aparecer. No final, o Sporting tinha ganho por 5-1 e um tal de Fredy Montero, que eu não sabia quem era, fizera três. Durante os meses seguintes fartou-se de marcar golos, sendo um dos símbolos de um Sporting que saía das catacumbas. Depois, tornou-se muito irregular. Mas, mesmo assim, ainda fazia belos golos e belas assistências. Vejo com tristeza a partida de um dos heróis da ressurreição do Sporting. Agora é mais fácil jogar no Sporting do que quando ele veio.

Obrigado, Montero

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Pelos belos golos que marcaste em quase três épocas no Sporting. Desde os três petardos que enfiaste ao Arouca, no jogo inaugural da Liga 2013/14, ao último encontro de verde e branco, há escassas 48 horas, que nos rendeu a vitória frente à Académica. Passando pela preciosa ajuda que nos deste para a reconquista da Taça de Portugal após sete anos de jejum.

Eu não esqueço.

Hasta la vista!

Pódio: Adrien, Montero, J. Pereira, J. Mário

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Académica pelos três diários desportivos:

 

Adrien: 18

Montero: 18

João Pereira: 16

João Mário: 16

Bryan Ruiz: 15

Marvin: 15

Carlos Mané: 14

Rúben Semedo: 14

Slimani: 13

Naldo: 12

Gelson Martins: 12

William Carvalho: 12

Ewerton: 12

Rui Patrício: 12

 

O Jogo elegeu Montero como figura do desafio. A Bola e o Record optaram por Adrien.

Montero e Gutiérrez: quem marcará mais? - IX

O jogo estava de loucos. O resultado na altura, de 2 a 2, não interessava de maneira nenhuma ao Sporting. De súbito Montero salta do banco para colocar a nossa equipa a vencer.

Bastavam as palavras supra para resumir o que se passou esta noite em Alvalade. Porém...

Sempre considerei Montero um jogador de eleição. Falha muito, concordo, mas também tem safo o Sporting de alguns apertos. Como o desta noite... E não fosse Gelson atrapalhar o ponta-de-lança, muito provavelmente teria marcado outro golo.

Não jogou muitos minutos, mas assim que entrou o Sporting surgiu diferente. Retenho na memória uma jogada em que, quase encostado à linha de fundo, conseguiu desembaraçar-se de três adversários com muuuuuuuuita classe.

Montero é mesmo um fantástico jogador!

Ora falta somente actualizar o "mano-a-mano": Teo - 7, Montero 6.

Está cada vez mais interessante este duelo... colombiano.

Montero e Gutiérrez: quem marcará mais? - VIII

O Pedro respondeu-me assim a um comentário meu:

Os "teus" colombianos é que parecem em pousio...

Mais depressa "falasse", mais depressa Montero apareceria em campo para fazer o empate contra o Braga. 

E foi um golo muito, muito bonito. Ali mesmo à minha frente...

Deste modo este mini campeonato apresenta assim o seguinte resultado: Teo 7 - Montero 5.

E sexta há mais!

Pódio: Montero, Slimani, Gelson Martins

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no União-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Montero: 15

Slimani: 15

Gelson Martins: 15

Adrien: 14

Paulo Oliveira: 14

Esgaio: 13

Rui Patrício: 13

Bryan Ruiz: 12

Naldo: 12

Tanaka: 11

João Mário: 11

Jefferson: 11

Aquilani: 10

Matheus Pereira: 1

 

A Bola elegeu Montero como melhor sportinguista neste jogo. O Record optou por Esgaio. O Jogo escolheu Gelson Martins.

Montero e Gutiérrez: quem marcará mais? - VII

Era dado como (quase) indisponível! Todavia entrou em campo na segunda parte e, para além da "gracinha" que lhe custou um cartão amarelo, Teo Gutiérrez marcou um golo... E que golo, meus senhores. Aquela finta a tirar o defesa do caminho...

Posto isto, Montero não aproveitou a primeira parte que JJ lhe ofereceu, mas o seu conterrâneo fez jus à sua fama de artilheiro e marcou o seu sétimo golo na temporada.

Eis a contabilidade: Teo, 7 - Fredy, 4.

Domingo haverá mais?

Esperamos e desejamos todos que sim!

Prefiro assim...com Montero!

Nunca me esqueci de uma frase que Jorge Palma escreveu no interior do álbum "Só":

"Havia duas maneiras de fazer este álbum: ou fazíamos bem ou fazíamos assim. Fizemos assim."

 

Em relação ao ataque do Sporting também penso o mesmo. Há duas formas de jogar: ou com Montero ou com Slimani. Na minha opinião os dois são totalmente incompatíveis porque a inteligência de um é totalmente sonegada pela forma de agir do outro. O que muitas vezes parece um erro do primeiro mais não é que a falta de percepção do segundo.

 

Há quem pense (seguramente a maioria) que com Slimani é que é, mas eu não tenho dúvidas: com Montero é muito melhor e muito mais bonito. Só com Montero em campo é possível jogar como jogámos ontem. E ontem foi muito melhor e muito mais bonito. Em termos de futebol jogado, que é o que me interessa.

Montero e Gutiérrez: quem marcará mais? - VI

No passado dia 1 de Novembro avisei aqui Montero que tinha de arrepiar caminho pois Teo parecia ter ganho vantagem neste simpático e saudável duelo entre os ponta-de-lança colombianos.

Fredy, que contra o Benfica nem jogou grande coisa, acabou ontem à tarde/noite por ser o herói de Moscovo, ao marcar o seu quarto golo nesta temporada. E se fosse só isso...

Também mostrou muita raça, grande vontade e soberba qualidade tendo contribuído para a enorme alegria dos sportinguistas.

Ora neste mini campeonato temos: Teo - 6 - Montero - 4.

Está interessante este duelo, não está?

Os nossos jogadores, um a um

Maldição russa? Qual maldição? O Sporting obteve hoje uma saborosa e expressiva goleada em Moscovo, vingando neste desafio a derrota por 1-3 contra o Lokomotiv em Alvalade. Resultado anulado com os 4-2 alcançados esta noite frente à mesma equipa, com o onze verde-e-branco a exibir superioridade em toda a linha.

Os nossos golos foram marcados por Montero (o melhor em campo), Bryan Ruiz, Gelson Martins e Matheus Pereira numa partida que não contou com vários jogadores titulares - Rui Patrício, Paulo Oliveira, Jefferson e William Carvalho, por exemplo. Ao intervalo vencíamos já por 3-1.

A pressão intensa do Sporting desde o primeiro minuto no gélido estádio moscovita resultou em cheio neste nosso regresso às vitórias nas competições europeias, onde não ganhávamos desde Setembro de 2011. Foi também o nosso primeiro triunfo desde sempre alcançado na Rússia.

Cifras que funcionam a crédito do treinador leonino, Jorge Jesus. Este Sporting respira confiança em todos os planos - na frente interna e na frente internacional. Tudo permanece em aberto quanto à nossa manutenção na Liga Europa.

 

..........................................................................

 

 

MARCELO BOECK (6). Atento. Sem culpas nos golos sofridos, aos 5' e aos 86' - a abrir e a fechar o encontro. De maneira geral esteve bem entre os postes, sem acusar a responsabilidade de substituir Rui Patrício.

ESGAIO (6). Ousado. Não hesitou em fazer contínuas investidas pelo seu flanco, em apoio ao ataque. Coube-lhe a assistência para o golo inaugural, de Montero, com um cruzamento perfeito. Quase fez autogolo aos 53'.

EWERTON (7). Tranquilo. Recuperado da lesão, exibiu-se em bom nível, mostrando eficácia na manobra defensiva sem acusar a ausência de Paulo Oliveira, seu habitual parceiro. Fez um corte providencial aos 53'.

NALDO (6). Concentrado. Impecável nos cortes e no domínio do sector que lhe estava confiado, foi uma peça importante na solidez da muralha defensiva leonina, raras vezes abalada.

JONATHAN SILVA (5). Apático. Atacou muito menos do que se previa e abriu demasiado espaço na ala esquerda da defesa, que se tornou permeável durante alguns períodos deste encontro.

ADRIEN (6). Resistente. Um atraso infantil seu permitiu ao Lokomotiv adiantar-se no marcador, logo aos 5'. Mas o capitão, jogando hoje em posição mais recuada, redimiu-se com bons passes e várias recuperações.

JOÃO MÁRIO (7). Combativo. Peça nuclear na estratégia de Jesus para o meio-campo leonino, foi um dos jogadores mais influentes na ligação entre os sectores. Excelente passe aos 74' a lançar Gelson Martins.

GELSON MARTINS (8). Determinante. Marcou o terceiro golo, aos 43': foi a sua estreia como goleador na Liga Europa. Quase marcava aos 56'. Fez uma primorosa assistência para o golo de Matheus Pereira, aos 60'.

MATHEUS PEREIRA (6). Oscilante. Parecia passar ao lado da partida. Mas despertou aos 60', quando Jesus já mandava aquecer um colega para o seu lugar, com um golo de belo efeito. Quase ia marcando 4' depois.

BRYAN RUIZ (7). Hábil. Construiu a jogada do segundo golo, que virou definitivamente o encontro, quando iam decorridos 38'. Quase voltaria a marcar, a passe de Montero, aos 69': a bola bateu no poste.

MONTERO (8). Influente. Desfez a vantagem russa com o primeiro golo, aos 20'. Fez assistências para outros dois golos: o segundo, de Bryan, e o terceiro, de Gelson. Grande passe para o costarriquenho aos 69'.

ANDRÉ MARTINS (5). Cumpridor. Entrou aos 68', substituindo Matheus Pereira, com a missão deliberada de contribuir para segurar a folgada vantagem leonina. Cumpriu a missão, sem brilho mas com zelo.

SLIMANI (5). Poupado. Jesus manteve-o no banco até ao minuto 70, quando rendeu Montero, para o preservar com vista ao campeonato nacional. O argelino deu pouco nas vistas: o resultado já estava feito.

AQUILANI (5). Contido. Estavam já decorridos 79 minutos quando o treinador lhe deu ordem de entrada em campo, substituindo João Mário. Pedia-se-lhe contenção e retenção da bola. E ele assim fez.

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