09 Jan 17
Factos
Francisco Chaveiro Reis

Bas Dost é o melhor marcado do campeonato com 11 golos. Desde Montero, à 15.ª jornada de 2013-2014 (garantiu-me Rui Miguel Tovar via Twitter) que o melhor marcador não vestia de verde e branco. Na altura, o colombiano levava 13 tentos, contra os 12 de Jackson e os 9 de Heldon. 


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19 Jun 16
Balanço (30)
Pedro Correia

 

OS SEIS MELHORES GOLOS DO SPORTING - IV

Montero, no Sporting-Braga [ver 11' 40'']

(10 de Janeiro de 2016)


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12 Jun 16
Balanço (23)
Pedro Correia

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre MONTERO:

 

- Edmundo Gonçalves: «Marcou um golaço. Não percebo porque saiu e ficou o colega [Teo] em jogo, sobretudo se era para jogar com Slimani, com quem até costuma fazer boa dupla.» (18 de Setembro)

- Eu: «Saiu do banco aos 54' e revelou-se bem melhor do que o seu compatriota Teo Gutiérrez, titular da posição. Foi ele a desatar um nó que parecia cego, quase ao cair do pano. Decisivo como nenhum outro nesta partida.» (21 de Setembro)

- José Navarro de Andrade: «Neste Sporting não há lugar para o enfado existencialista de Montero que aborda todos os lances à experiência.» (20 de Dezembro)

- Duarte Fonseca: «Vi partir aquele que para mim era, tão só, o melhor jogador do plantel. O único jogador que se assemelhava a um ídolo. Aquele jogador que me fazia subir os 10 lances de escadas até ao meu lugar sempre com a ilusão de ver algo extraordinário.» (2 de Fevereiro)

- Luciano Amaral: «Ainda fazia belos golos e belas assistências. Vejo com tristeza a partida de um dos heróis da ressurreição do Sporting. Agora é mais fácil jogar no Sporting do que quando ele veio.» (2 de Fevereiro)

- José da Xã: «Sempre fui um apreciador das qualidades de Montero. Sagaz, felino, de técnica apuradíssima, faltou-lhe quiçá sorte…» (2 de Fevereiro)

- Filipe Moura: «Ninguém o vai esquecer nem momentos de magia como este, em Alvalade, contra o Marítimo, a época passada. Foi provavelmente o melhor golo que alguma vez presenciei. Obrigado por tudo e felicidades, avioncito.» )2 de Fevereiro)

- Alda Telles: «Ficará para sempre na história e sobretudo no coração do nosso Clube. Com a certeza que também ficaremos no dele. Sporting e Portugal estão indissoluvelmente ligados a esta família luso-colombiana.» (3 de Fevereiro)

- Zélia Parreira: «Obrigada Montero! Obrigada pelos golos, obrigada pela dedicação, obrigada pelo brio com que vestiste a camisola.» (20 de Fevereiro)


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20 Fev 16

Golo de MONTERO

Sporting-Académica

30 de Janeiro de 2016, Estádio José Alvalade

 

Tenho estas manias. Em dia de jogo não visto verde, a não ser que vá ao estádio e leve a camisola. Quando marcam penalties contra nós, olho sempre para o lado. E por fim, tenho a certeza absoluta de que, se estiver a trabalhar ou a estudar durante o jogo, o Sporting não perde.


Por isso, quando desviei os olhos do que estava a estudar para conferir o resultado, por volta das 9 da noite do sábado, 30 de Janeiro, não gostei nada. Qu’é isto, o Sporting a perder com a Académica? Em casa?


Concentrei-me no que estava a ler e o Adrian marcou. Depois o Bryan Ruiz arrumou o assunto para o intervalo e eu descansei. É provável que me tenha desleixado, porque aconteceu aquele não-golo que ia deitando tudo a perder. Lia parágrafos uma e outra vez, não havia meio de compreender o sentido das palavras. Acedi a uma estação de rádio online, já que o estudo não fazia efeito, mais valia estar em cima do acontecimento.


Oitenta e quatro minutos. Bola cruzada da direita por João Pereira. Montero recebe na esquerda da área, enquadra-se e atira de pé esquerdo. A frase mágica dita na rádio: “É golo, é do Sporting!”


Na minha casa, há folhas com legislação croata de bibliotecas mal traduzida pelo Google espalhadas pelo chão. No estádio, o filho de um polícia colombiano acabou de repor a legalidade e a verdade no jogo. Saiu do banco para marcar o golo dos 3 pontos, o último golo do jogo, o último golo com a camisola verde e branca. Saiu do banco para deixar o Sporting no sítio que lhe pertence: o primeiro.


Obrigada Montero! Obrigada pelos golos, obrigada pela dedicação, obrigada pelo brio com que vestiste a camisola. E obrigada por manteres a minha superstição válida!

 


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09 Fev 16

Ontem em Alvalade.

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03 Fev 16

Ficará para sempre na história e sobretudo no coração do nosso Clube. Com a certeza que também ficaremos no dele. Sporting e Portugal estão indissoluvelmente ligados a esta família luso-colombiana.

Fredy fez um comovente video de despedida na sua conta no Facebook, que podem ver mais abaixo neste post. Recorda que foi aqui que a sua família nasceu ("Eu e a minha família vivemos aqui em Portugal algumas das nossas melhores recentes lembranças. Este é o lugar onde as nossas filhas nasceram, onde tivemos a nossa primeira casa de sonho e onde começamos as nossas vidas como uma verdadeira família. Viver em Lisboa foi excelente, mas sem dúvida que jogar no Sporting foi uma paixão!").

Deixa também uma mensagem de fé quanto ao título de campeão ("Acredito que o Sporting possa ser campeão esta época e que em Maio possam partilhar comigo esse feito, sabendo que também fiz parte dessa conquista"). Partilhamos, sempre, essa fé e, sim, partilharemos sem dúvida essa alegria com ele.

A paixão por Portugal não é mera conversa de circunstância. Basta consultar a conta de twitter da sua (belíssima) mulher, Alexis, para perceber a genuína ligação desta família a esta terra.

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Esta despedida é um dia triste para a família sportinguista, mas é também uma digna página da nossa história. Fredy Montero deixa um importante legado ao clube - 94 jogos disputados, 37 golos marcados, 13 assistências para golo, dizem as estatísticas - e deixa, sobretudo, um enorme orgulho neste verdadeiro espírito de leão que criou aqui.

Até sempre, Fredy, e obrigado.

 

 

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02 Fev 16
Montero, o craque
Duarte Fonseca

O dia de ontem foi um dia triste. Pelo menos foi-o para mim.

 

Vi partir aquele que para mim era, tão só, o melhor jogador do plantel. O único jogador que se assemelhava a um ídolo. Aquele jogador que me fazia subir os 10 lances de escadas até ao meu lugar sempre com a ilusão de ver algo extraordinário.

 

O mais inteligente, o que percebia melhor o jogo, o que mais prazer me dava de ver jogar, aquele que eu todos os jogos aplaudia de pé quando o speaker gritava pelo seu nome, aquele que fez os golos mais bonitos das últimas 3 épocas em Alvalade. Definitivamente, um craque.

 

Prometo nunca me esquecer de ti, Montero. Eternamente grato!

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Reconheço que sou uma pessoa de lágrima fácil. E então nas despedidas nem se fala…

Por isso estou aqui meio idiota, meio espantado, de olhos vidrados de comoção com a notícia, ontem veiculada em algumas plataformas e hoje confirmada, da partida de Fredy Montero para a China por troca de um tal Barcos, que realmente não conheço.

Quem aqui me (nos) vem ler sabe que sempre fui um apreciador das qualidades de Montero. Sagaz, felino, de técnica apuradíssima, faltou-lhe quiçá sorte… Ou uns árbitros de maior qualidade (não me esqueço da quantidade de golos invalidados a este ponta de lança, na maioria… só porque sim!).

Ainda agora partiu e já sinto saudades. Não me esqueço que JJ valia-se deste atleta para se desembaraçar de adversários e resultados complicados. Foi assim com o Nacional, com o Braga e mais recentemente com a Académica.

Esta série foi a terceira que criei em que Montero era a figura de proa. Na primeira contabilizei os golos que “El Avioncito” marcou somente no campeonato e tendo como matriz um tal de Wolfswinkel, holandês de nascimento e que era grande – mas não era grande coisa.

Chamei a essa série “Contagem decrescente” e começou a 18 de Agosto de 2013 tendo 9 textos. Terminou a 11 de Maio de 2014. Na época seguinte coloquei o Montero contra ele próprio e escrevi mais uma série, denominada “M versus M” que se iniciou a 14 de Outubro de 2014 para terminar a 26 de Maio de 2015 com 10 posts. Finalmente esta última e que, independentemente do futuro de Téo, termina hoje também com uma dezena de textos!

Serei sempre um grande apreciador do futebol do colombiano, “resgatado” em 2013 a uma equipa americana, e que partiu para o país do Rio Amarelo. E só espero que os adversários que ele agora vai enfrentar fiquem da mesma cor do grande rio chinês, devido aos seus (bons) golos.

Que a sorte te sorria sempre, Montero, pois talento tens de sobra.


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Golo de MONTERO

Sporting-Marítimo

26 de Outubro de 2014, Estádio José de Alvalade

 

Este golo estava na minha lista de possibilidades para esta compilação do blogue. Nunca pensei que publicá-lo servisse, também, para me despedir deste grande jogador, ainda mais dois dias depois de, mais uma vez, ter sido decisivo. Não adianta recordar o Montero, pois toda a gente o conhece. E ninguém o vai esquecer nem momentos de magia como este, em Alvalade, contra o Marítimo, a época passada. Foi provavelmente o melhor golo que alguma vez presenciei. Obrigado por tudo e felicidades, avioncito.

 


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Montero

 Lembro-me bem desse dia. Não sei bem que dia era, mas estávamos em Agosto de 2013, eu estava na praia e começava o campeonato. O Sporting jogava contra um recém-promovido Arouca. Acho que nunca estive tanto em pânico como no início dessa época. O Sporting acabara de ficar em 7º, num campeonato em que chegara à fronteira da despromoção e roçara a falência. O Arouca era fácil? Eu já tinha visto de tudo na época anterior. Eu estava na praia, mas de telemóvel em punho a seguir o jogo. O Arouca começou por marcar e eu pensei: este ano, é para continuar a desgraça. Até que os golos começaram a aparecer. No final, o Sporting tinha ganho por 5-1 e um tal de Fredy Montero, que eu não sabia quem era, fizera três. Durante os meses seguintes fartou-se de marcar golos, sendo um dos símbolos de um Sporting que saía das catacumbas. Depois, tornou-se muito irregular. Mas, mesmo assim, ainda fazia belos golos e belas assistências. Vejo com tristeza a partida de um dos heróis da ressurreição do Sporting. Agora é mais fácil jogar no Sporting do que quando ele veio.


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01 Fev 16
Obrigado, Montero
Pedro Correia

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Pelos belos golos que marcaste em quase três épocas no Sporting. Desde os três petardos que enfiaste ao Arouca, no jogo inaugural da Liga 2013/14, ao último encontro de verde e branco, há escassas 48 horas, que nos rendeu a vitória frente à Académica. Passando pela preciosa ajuda que nos deste para a reconquista da Taça de Portugal após sete anos de jejum.

Eu não esqueço.

Hasta la vista!


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Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Académica pelos três diários desportivos:

 

Adrien: 18

Montero: 18

João Pereira: 16

João Mário: 16

Bryan Ruiz: 15

Marvin: 15

Carlos Mané: 14

Rúben Semedo: 14

Slimani: 13

Naldo: 12

Gelson Martins: 12

William Carvalho: 12

Ewerton: 12

Rui Patrício: 12

 

O Jogo elegeu Montero como figura do desafio. A Bola e o Record optaram por Adrien.


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31 Jan 16

O jogo estava de loucos. O resultado na altura, de 2 a 2, não interessava de maneira nenhuma ao Sporting. De súbito Montero salta do banco para colocar a nossa equipa a vencer.

Bastavam as palavras supra para resumir o que se passou esta noite em Alvalade. Porém...

Sempre considerei Montero um jogador de eleição. Falha muito, concordo, mas também tem safo o Sporting de alguns apertos. Como o desta noite... E não fosse Gelson atrapalhar o ponta-de-lança, muito provavelmente teria marcado outro golo.

Não jogou muitos minutos, mas assim que entrou o Sporting surgiu diferente. Retenho na memória uma jogada em que, quase encostado à linha de fundo, conseguiu desembaraçar-se de três adversários com muuuuuuuuita classe.

Montero é mesmo um fantástico jogador!

Ora falta somente actualizar o "mano-a-mano": Teo - 7, Montero 6.

Está cada vez mais interessante este duelo... colombiano.


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10 Jan 16

O Pedro respondeu-me assim a um comentário meu:

Os "teus" colombianos é que parecem em pousio...

Mais depressa "falasse", mais depressa Montero apareceria em campo para fazer o empate contra o Braga. 

E foi um golo muito, muito bonito. Ali mesmo à minha frente...

Deste modo este mini campeonato apresenta assim o seguinte resultado: Teo 7 - Montero 5.

E sexta há mais!


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21 Dez 15

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no União-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Montero: 15

Slimani: 15

Gelson Martins: 15

Adrien: 14

Paulo Oliveira: 14

Esgaio: 13

Rui Patrício: 13

Bryan Ruiz: 12

Naldo: 12

Tanaka: 11

João Mário: 11

Jefferson: 11

Aquilani: 10

Matheus Pereira: 1

 

A Bola elegeu Montero como melhor sportinguista neste jogo. O Record optou por Esgaio. O Jogo escolheu Gelson Martins.


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20 Dez 15
Os soporíferos
José Navarro de Andrade

Neste Sporting não há lugar para o enfado existencialista de Montero que aborda todos os lances à experiência, nem para o déficit de neurónios de Esgaio que nunca sabe muito bem o que se passa à sua volta. Podem ir fazer companhia ao desterrado Mané?


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11 Dez 15

Era dado como (quase) indisponível! Todavia entrou em campo na segunda parte e, para além da "gracinha" que lhe custou um cartão amarelo, Teo Gutiérrez marcou um golo... E que golo, meus senhores. Aquela finta a tirar o defesa do caminho...

Posto isto, Montero não aproveitou a primeira parte que JJ lhe ofereceu, mas o seu conterrâneo fez jus à sua fama de artilheiro e marcou o seu sétimo golo na temporada.

Eis a contabilidade: Teo, 7 - Fredy, 4.

Domingo haverá mais?

Esperamos e desejamos todos que sim!


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27 Nov 15

Nunca me esqueci de uma frase que Jorge Palma escreveu no interior do álbum "Só":

"Havia duas maneiras de fazer este álbum: ou fazíamos bem ou fazíamos assim. Fizemos assim."

 

Em relação ao ataque do Sporting também penso o mesmo. Há duas formas de jogar: ou com Montero ou com Slimani. Na minha opinião os dois são totalmente incompatíveis porque a inteligência de um é totalmente sonegada pela forma de agir do outro. O que muitas vezes parece um erro do primeiro mais não é que a falta de percepção do segundo.

 

Há quem pense (seguramente a maioria) que com Slimani é que é, mas eu não tenho dúvidas: com Montero é muito melhor e muito mais bonito. Só com Montero em campo é possível jogar como jogámos ontem. E ontem foi muito melhor e muito mais bonito. Em termos de futebol jogado, que é o que me interessa.


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No passado dia 1 de Novembro avisei aqui Montero que tinha de arrepiar caminho pois Teo parecia ter ganho vantagem neste simpático e saudável duelo entre os ponta-de-lança colombianos.

Fredy, que contra o Benfica nem jogou grande coisa, acabou ontem à tarde/noite por ser o herói de Moscovo, ao marcar o seu quarto golo nesta temporada. E se fosse só isso...

Também mostrou muita raça, grande vontade e soberba qualidade tendo contribuído para a enorme alegria dos sportinguistas.

Ora neste mini campeonato temos: Teo - 6 - Montero - 4.

Está interessante este duelo, não está?


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26 Nov 15

Maldição russa? Qual maldição? O Sporting obteve hoje uma saborosa e expressiva goleada em Moscovo, vingando neste desafio a derrota por 1-3 contra o Lokomotiv em Alvalade. Resultado anulado com os 4-2 alcançados esta noite frente à mesma equipa, com o onze verde-e-branco a exibir superioridade em toda a linha.

Os nossos golos foram marcados por Montero (o melhor em campo), Bryan Ruiz, Gelson Martins e Matheus Pereira numa partida que não contou com vários jogadores titulares - Rui Patrício, Paulo Oliveira, Jefferson e William Carvalho, por exemplo. Ao intervalo vencíamos já por 3-1.

A pressão intensa do Sporting desde o primeiro minuto no gélido estádio moscovita resultou em cheio neste nosso regresso às vitórias nas competições europeias, onde não ganhávamos desde Setembro de 2011. Foi também o nosso primeiro triunfo desde sempre alcançado na Rússia.

Cifras que funcionam a crédito do treinador leonino, Jorge Jesus. Este Sporting respira confiança em todos os planos - na frente interna e na frente internacional. Tudo permanece em aberto quanto à nossa manutenção na Liga Europa.

 

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MARCELO BOECK (6). Atento. Sem culpas nos golos sofridos, aos 5' e aos 86' - a abrir e a fechar o encontro. De maneira geral esteve bem entre os postes, sem acusar a responsabilidade de substituir Rui Patrício.

ESGAIO (6). Ousado. Não hesitou em fazer contínuas investidas pelo seu flanco, em apoio ao ataque. Coube-lhe a assistência para o golo inaugural, de Montero, com um cruzamento perfeito. Quase fez autogolo aos 53'.

EWERTON (7). Tranquilo. Recuperado da lesão, exibiu-se em bom nível, mostrando eficácia na manobra defensiva sem acusar a ausência de Paulo Oliveira, seu habitual parceiro. Fez um corte providencial aos 53'.

NALDO (6). Concentrado. Impecável nos cortes e no domínio do sector que lhe estava confiado, foi uma peça importante na solidez da muralha defensiva leonina, raras vezes abalada.

JONATHAN SILVA (5). Apático. Atacou muito menos do que se previa e abriu demasiado espaço na ala esquerda da defesa, que se tornou permeável durante alguns períodos deste encontro.

ADRIEN (6). Resistente. Um atraso infantil seu permitiu ao Lokomotiv adiantar-se no marcador, logo aos 5'. Mas o capitão, jogando hoje em posição mais recuada, redimiu-se com bons passes e várias recuperações.

JOÃO MÁRIO (7). Combativo. Peça nuclear na estratégia de Jesus para o meio-campo leonino, foi um dos jogadores mais influentes na ligação entre os sectores. Excelente passe aos 74' a lançar Gelson Martins.

GELSON MARTINS (8). Determinante. Marcou o terceiro golo, aos 43': foi a sua estreia como goleador na Liga Europa. Quase marcava aos 56'. Fez uma primorosa assistência para o golo de Matheus Pereira, aos 60'.

MATHEUS PEREIRA (6). Oscilante. Parecia passar ao lado da partida. Mas despertou aos 60', quando Jesus já mandava aquecer um colega para o seu lugar, com um golo de belo efeito. Quase ia marcando 4' depois.

BRYAN RUIZ (7). Hábil. Construiu a jogada do segundo golo, que virou definitivamente o encontro, quando iam decorridos 38'. Quase voltaria a marcar, a passe de Montero, aos 69': a bola bateu no poste.

MONTERO (8). Influente. Desfez a vantagem russa com o primeiro golo, aos 20'. Fez assistências para outros dois golos: o segundo, de Bryan, e o terceiro, de Gelson. Grande passe para o costarriquenho aos 69'.

ANDRÉ MARTINS (5). Cumpridor. Entrou aos 68', substituindo Matheus Pereira, com a missão deliberada de contribuir para segurar a folgada vantagem leonina. Cumpriu a missão, sem brilho mas com zelo.

SLIMANI (5). Poupado. Jesus manteve-o no banco até ao minuto 70, quando rendeu Montero, para o preservar com vista ao campeonato nacional. O argelino deu pouco nas vistas: o resultado já estava feito.

AQUILANI (5). Contido. Estavam já decorridos 79 minutos quando o treinador lhe deu ordem de entrada em campo, substituindo João Mário. Pedia-se-lhe contenção e retenção da bola. E ele assim fez.


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01 Nov 15

Bom, parece que vou ter muito que escrever nas próximas semanas. Teo Gutiérrez não pretender deixar os seus créditos e vai daí toca a marcar mais um golo, desta vez contra o Estoril.

Tenho consciência que o penalti que deu origem ao golo do colombiano é precedido de fora de jogo. Todavia também vi ser assinalado um "offside" sem razão e ficaram por marcar algumas faltas perigosas, duas delas dentro de área.

É preciso não olvidar que um penálti pode não ser golo, mas Gutiérrez não fez por menos e marcou mesmo. O seu sexto. Neste momento tem o dobro dos golos de Montero. El Avioncito tem de se despachar a marcar se não quiser ficar fora deste simpático e saudável duelo de colombianos.


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26 Out 15

Uma espécie de dérbi interno está definitivamente instalado na equipa do Sporting. Ora marco eu, ora marcas tu.

E assim alternando os marcadores, o Sporting vai ganhando os seus jogos. Com justiça!

Este fim de semana foi Gutiérrez que aproveitou a ausência do jogo de Montero para lhe ganhar novamente vantagem.

Cinco a três é actualmente o resultado deste despique saudável entre colombianos, a favor de Teo.

Prevê-se, a este ritmo de golos, que esta rubrica vá ter muitas actualizações.

E eu estarei cá para dar conta delas.


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23 Out 15

Desta vez foi Montero a fazer o gosto a pé. Após um fim de semana desastroso, El Avioncito recuperou para o seu companheiro e compatriota.

E desta vez com direito a foto.

Assim eis a contabilidade do momento: Gutiérrez 4 - Montero 3.

Venha de lá o próximo fim de semana desportivo para alterar isto, se fizerem favor!

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05 Out 15

E pronto: Gutiérrez fez o gosto ao pé na Liga 2015/2016. O seu primeiro golo na Liga.

Desde o início da época leva quatro golos contra os dois de Montero. Mas quanto tempo a mais de jogo?

O despique entre ambos pretende-se naturalmente saudável.

Sempre em benefício da equipa do Sporting.


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22 Set 15

Nota prévia:

Conheço alguns adeptos, do meu e de outros clubes, para quem o seu clube nunca joga mal e quando perde há sempre razões estranhas ao futebol para tais acontecimentos.

Eu, ao invés de todos eles, assumo que o meu clube por vezes joga mal e merece perder. Tal como aconteceu na passada quinta-feira.

Fica o registo para memória futura.

Passo agora ao que aqui me trouxe, neste dia/noite de Outono que mais parece de Estio...

Independentemente dos resultados que o Sporting vai acumulando nos últimos jogos, o que parece evidente é que Teo Gutiérrez ainda não fez esquecer Fredy Montero. Longe disso e creio mesmo que Jesus também já percebeu.

A prova está que em dois jogos seguidos Montero facturou, mesmo com desfechos opostos.

Ora esta última constatação "obrigou-me" a regressar a este espaço, para dar início a uma nova saga para a época que encetou oficialmente no passado dia 9 de Agosto.

Desta vez vou colocar Montero, não contra ele próprio como foi na época transacta, mas contra o colega e compatriota Teo.

Para ambos irão contar todos os golos em provas oficiais em que vistam a camisola do Sporting. Com normal retroactividade (para dar mais uma hipótese a Teo!!!).

Assim sendo Gutiérrez parte em vantagem, pois já tem três golos e Montero somente dois. Prevê-se por isso um duelo renhido e que, esperemos, beneficie sempre o Sporting.

Só mais uma coisita de somenos... Um dos golos de Gutiérrez deu ao Sporting a Supertaça Cândido de Oliveira. O golo de Montero na segunda-feira deu-nos três pontos.

Aguardemos então por novos episódios!


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1) A inteligência colectiva e o jogo entre linhas será sempre a melhor forma de entrar numa defesa povoada. Foi preciso entrarem Martins, Mané e (principalmente) Montero para que o Sporting tivesse algumas variações ao jogo que fazia desde início da 2a parte, que consistia em lateralizar e cruzar ao calhas em busca de um cabeceador(mento) perdido. Verdade seja dita que Bryan Ruiz e Gelson também tentaram variar as opções, mas no caso deste último o que pensa ainda não é acompanhado pela forma como executa;

 

2) Como é possível alguém dizer-se profissional de futebol se não tem a mínima afinidade com a bola de...futebol? Sim, estou a falar de Slimani. Que além de ser dos jogadores menos inteligentes que vi jogar, adiciona uma odiosa relação com a bola que chega a ser chocante. É impressionante a quantidade de jogadas de ataque com potencial que são interrompidas por este homem;

 

3) Já estava na hora de Jefferson acordar para esta época. Bem sei que assimilar princípios defensivos aos 27 anos não é fácil, sobretudo para quem tinha muito pouca noção de posicionamento, mas a verdade é que tem que render muito mais;

 

4) O Patrício entre a 5a feira passada (jogo com o Lokomotiv) e o jogo de ontem aprendeu que pode sair da baliza para recolher uma bola metida em profundidade pelos adversários. Um dia destes ainda vai aprender a controlar a profundidade e a sair dos postes;

 

5) Continuo a achar piada ao facto da maioria das pessoas não perceberem Esgaio. Sim, é verdade que errou 3 ou 4 passes curtos e de fácil execução, mas na primeira parte foi um dos melhores em campo, raramente comete erros posicionais, tem capacidade de jogo interior e tecnica e cognitivamente é muito superior a João Pereira. Neste momento é, sem dúvida, a melhor opção.


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Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Nacional pelos três jornais desportivos:

 

Montero: 17

Gelson Martins: 17

Paulo Oliveira: 16

Carlos Mané: 15

Adrien : 15

João Mário: 14

Jefferson: 14

Naldo: 14

Esgaio: 14

Rui Patrício: 14

Slimani: 15

Bryan Ruiz: 12

André Martins: 11

Teo Gutiérrez: 10

 

O Record elegeu Gelson Martins como figura do jogo. O Jogo e A Bola optaram por Montero.


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21 Set 15

Quinta jornada do campeonato com a quarta vitória do Sporting (terceira consecutiva). Hoje o triunfo tardou, mas chegou - com uma excelente combinação entre Carlos Mané e Montero, que tinham saltado do banco já na segunda parte.

O Nacional, apesar de ter jogado só com dez a partir do minuto 31, ofereceu sólida resistência às investidas leoninas. O Sporting dominou sempre, embora por vezes de forma pouco ou nada esclarecida, com alguns elementos revelando nítida quebra de forma.

Podemos queixar-nos de duas grandes penalidades flagrantes não assinaladas, ainda na primeira parte: a primeira por derrube de Bryan Ruiz, a segunda por mão do defesa Zainadine, que desviou com a mão um cabeceamento de Slimani. Valha a verdade que a expulsão do jogador do Nacional foi igualmente injusta.

O mais importante foram os três pontos conquistados. Permanecemos no topo da tabela, em igualdade pontual com o FCP, e agora com o Benfica mais distante, já com menos quatro pontos.

 

..........................................................................

 

RUI PATRÍCIO (6). Tranquilo. Foi praticamente um espectador durante quase todo o encontro. Limitou-se a fazer uma defesa um pouco mais apertada no último minuto da primeira parte.

ESGAIO (6). Inconformado. Voltou a render João Pereira e vem demonstrando que Jesus faz bem em apostar nele. Alguns bons cruzamentos sempre com intenção atacante compensaram uns quantos passes errados.

PAULO OLIVEIRA (6). Seguro. Não teve muito trabalho mas correspondeu sempre que foi solicitado, com segurança posicional e boa visão de jogo. Foi o elemento mais sólido da nossa defesa.

NALDO (5). Oscilante. Perdeu uma bola aos 20', em zona perigosa. Revelou alguns momentos de desconcentração que afectaram outros elementos da equipa, revelando-se um pouco abaixo do nível a que já nos habituou.

JEFFERSON (5). Irregular. Fez o remate mais perigoso da primeira parte, a meia-distância, aos 23'. Mas falhou muitos centros, resolvendo mal diversos lances, demonstrando um nervosismo surpreendente.

ADRIEN (6). Sólido. Mais apagado na primeira parte, sobressaiu no segundo tempo quando se adiantou no terreno, revelando precisão de passe, eficácia na recuperação de bolas e bom sentido posicional.

JOÃO MÁRIO (5). Discreto. Aos 12', fez um grande passe a isolar Gelson Martins, confirmando o seu talento. Protagonista de algumas jogadas envolventes, falhou no entanto bastantes passes. Saiu aos 77', dando lugar a André Martins.

BRYAN RUIZ (5). Lento. Parece dar sempre um toque em excesso na bola, tardando em mostrar no Sporting o virtuosismo de que já deu provas noutras paragens. Fez um bom centro aos 58' para o cabeceamento de Slimani. Substituído aos 65'.

GELSON MARTINS (7). Dinâmico. Partiram dele os dois primeiros sinais de perigo do Sporting, numa das vezes com a bola a rasar o poste. Falhou a finalização aos 57'. Quase marcou aos 69', forçando o guarda-redes Rui Silva à defesa da noite.

TEO GUTIÉRREZ (4). Irrelevante. Parece ainda pouco integrado na equipa e revela algumas dificuldades de ordem física. Fez um bom passe no minuto inicial da segunda parte e quase não voltou a dar nas vistas. Deu lugar a Montero aos 54'.

SLIMANI (6). Inconformado. O jogo não lhe saiu com a destreza habitual mas nunca baixou os braços. Conduziu um excelente contra-ataque aos 14', servindo Gelson. Sempre muito combativo, mas hoje com menos pontaria.

MONTERO (7). Implacável. Entrou aos 54', para o lugar de Teo. Com vantagem para a equipa. Ensaiou o golo com um remate fortíssimo, aos 82'. Quatro minutos depois marcou mesmo. Conquistando três pontos para a equipa.

CARLOS MANÉ (7). Decisivo. Jesus lançou-o em campo aos 65', substituindo Bryan Ruiz. Imprimiu qualidade ofensiva ao Sporting. Grande cruzamento para Gelson (69'). E uma excelente assistência - mais uma - para golo (86'). Merece ser titular.

ANDRÉ MARTINS (4). Apagado. Entrou aos 77', rendendo João Mário, mas quase só se limitou a lateralizar o jogo numa fase em que precisávamos de mais profundidade. Aos 90' perdeu uma bola que podia ter levado perigo à nossa baliza.


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Gostei

 

Da vitória.  Foi arrancada a ferros, mas soube bem. Até por ter sido o nosso primeiro triunfo em casa neste campeonato.

 

De ter sido o nosso terceiro jogo consecutivo a vencer. Demos 3-1 à Académica, ganhámos 2-1 ao Rio Ave e agora 1-0 ao Nacional.

 

De não termos sofrido nenhum golo. Foi a primeira vez que tivemos a baliza inviolável ao fim de sete encontros.

 

De Gelson Martins. Jorge Jesus apostou nele como substituto de Carrillo. E fez bem: actuação muito positiva do nosso jovem ala direito, fruto da formação leonina.

 

De Montero. Saiu do banco aos 54' e revelou-se bem melhor do que o seu compatriota Teo Gutiérrez, titular da posição. Foi ele a desatar um nó que parecia cego, quase ao cair do pano. Decisivo como nenhum outro nesta partida. Por isso, voto nele como o melhor em campo.

 

Da forma como o treinador mexeu na equipa. Jesus fez entrar Carlos Mané e Montero para imprimir dinâmica ao nosso onze, que parecia muito apático. Aposta ganha: foi do banco que surgiu a reviravolta no marcador.

 

Da nossa classificação. Continuamos no topo da tabela, com 13 pontos, em igualdade com o FC Porto. Até agora tudo bem.

 

 

Não gostei

 

Da falta de velocidade dos nossos jogadores. Jogámos em superioridade numérica durante uma hora e fomos incapazes de aproveitar melhor essa vantagem.

 

Do festival de passes falhados. Há muito tempo que não via tantas jogadas desperdiçadas, sobretudo nos últimos 20 metros do terreno.

 

Do excesso de adornos. Em grande parte do encontro havia sempre um toque a mais, um drible a mais. Falta de objectividade que poucos jogadores combateram.

 

De Teo Gutiérrez e Bryan Ruiz. Dois reforços que tardam em demonstrar no Sporting a qualidade que lhes reconhecemos ao serviço das selecções dos seus países.

 

Que o nosso golo só surgisse aos 86'. Tivemos muita posse de bola que raras vezes se traduziu em lances de perigo.


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28 Ago 15

Podia trazer à discussão o texto que escrevi no defeso passado acerca das fracas contratações então realizadas, mas arrisco afirmar que nem os mais críticos desse texto – houve até quem o apelidasse de anedótico e marcasse “encontro” para o final da época - apresentem agora argumentário válido.

 

Podia trazer à discussão muitos dos textos que fui escrevendo ao longo da época passada em que, discutindo o jogo e a qualidade do mesmo, dei muitas vezes a minha opinião sobre muitos dos jogadores do Sporting, nomeadamente, aqueles que considero menos conhecedores do jogo e que por conseguinte nas suas acções individuais afastam mais do que aproximam a equipa (colectivo) do sucesso. Adrien, Paulo Oliveira e Slimani (sem contar com os inenarráveis Maurício e Sarr) terão sido provavelmente os mais visados pelas minhas críticas. Ainda hoje os considero como os piores da equipa, mas com o defeso deste ano ainda veio João Pereira para se juntar a este lote.

 

Podia trazer à discussão a problemática das arbitragens internas e europeias que mais parece uma premonição - qual Oscar Shidinski - há muito e por muitos aguardada, mas com as segundas partes dos jogos com o Paços de Ferreira e com o CSKA, seria justo fazê-lo e culpabilizar apenas as arbitragens?

 

Podia ainda trazer à discussão a necessidade de adquirir um defesa direito, um defesa central, um extremo e um avançado centro, mas será razoável fazê-lo sem jogar a Champions? Mesmo assim quero acreditar que até dia 31 de Agosto chegará pelo menos um extremo e um avançado centro.

 

Podia, de facto, trazer muitos temas à discussão, mas nesta fase o que me apetece pensar é que esta equipa tem menos de dois meses de trabalho com aquele que para mim é o melhor treinador português da actualidade, o que por conseguinte me leva a acreditar que a equipa só pode melhorar (William, volta!; Montero, acorda!) e que, invariavelmente, seremos superiores a todos os adversários no que à qualidade de jogo diz respeito, o que fará com que estejamos sempre mais próximos da vitória.


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26 Jul 15

Breve análise do desempenho dos nossos jogadores na vitória de hoje, na Cidade do Cabo, frente ao Crystal Palace.

Adianto desde já que o melhor em campo, para mim, foi Rui Patrício.

 

..........................................................................

 

RUI PATRÍCIO (8). Imperial. Salvou a equipa com três defesas magistrais, aos 7', 72' e 77'. Exibe uma das melhores formas de sempre.

JOÃO PEREIRA (5). Atento. Bons cruzamentos, mas arriscou muito menos, na sua ala direita, do que Jefferson no lado oposto. Saiu aos 60'.

PAULO OLIVEIRA (6). Eficaz. Resolve muitos lances pela sua boa leitura de jogo e pela capacidade de antecipação. Grande corte aos 17'. Saiu aos 80'.

NALDO (6). Seguro. Parece um bom reforço. Fez boa parceria com Paulo Oliveira no eixo da defesa. Ganhou tempo de jogo, o que é fundamental.

JEFFERSON (7). Dinâmico. Em grande forma nas bolas paradas. Livre muito bem marcado aos 38', forçando o guarda-redes a defesa em esforço. Exímio nos cruzamentos. E cheio de fôlego: ainda fez um cruzamento perigoso no último minuto.

RUBEN SEMEDO (5). Voluntarista. Foi médio defensivo titular: prémio de Jesus por ter marcado no jogo anterior. Bom jogo posicional. Mas saiu muito cedo, aos 37', tocado num ombro.

ADRIEN (6). Oscilante. Procura ainda adaptar-se ao novo modelo de jogo do Sporting. Recuou no terreno, para médio defensivo, com saída de Ruben Semedo. Precisa de mais jogos para mostrar melhor o que vale.

GELSON MARTINS (5). Batalhador. O treinador continua a apostar nele como titular. Bons apontamentos. Mas ainda muito individualista e algo nervoso. Saiu ao intervalo.

CARRILLO (5). Apático. Ainda não recuperou a forma desde o regresso de férias. Muito preso de movimentos. Saiu aos 60'.

TEO GUTIÉRREZ (4). Desenquadrado. Com peso em excesso e demasiado lento. Fez um grande passe para Gelson aos 33' e pouco mais. Saiu aos 60'.

SLIMANI (7). Aguerrido. Talvez o jogador que melhorou mais desde o jogo anterior. Sabe prender como ninguém os defesas adversários, mantendo-os em sentido. E nunca desiste de um lance. Construiu a jogada que originou o segundo golo, aos 87', com assistência milimétrica para Montero.

JOÃO MÁRIO (5). Discreto. Substituiu Ruben Semedo aos 37', colocando-se à frente de Adrien. Também ele procura ainda adaptar-se ao novo modelo de jogo.

CARLOS MANÉ (7). Veloz. Fez toda a segunda parte, substituindo Gelson Martins. Mais objectivo e acutilante, enquadrando-se bem na nossa frente de ataque.

MONTERO (8). Matador. Entrou aos 60' para render o discretíssimo Gutiérrez. Teve tempo de sobra para marcar dois golos: o primeiro aos 71', de livre directo; o segundo ao cair do pano, em lance corrido, a passe de Slimani. A melhor prenda no dia em que festejou 28 anos.

ROSELL (4). Apagado. Substituiu Carrillo aos 60'. Esteve sempre demasiado discreto. Falhou um passe aos 72' em zona perigosa.

ESGAIO (6). Lutador. Entrou aos 60' para o lugar de João Pereira. Deu claros sinais de que procura disputar-lhe a titularidade.

WALLYSON (4). Inócuo. Rendeu Adrien aos 80'. Mal se deu por ele.

CAPEL (3). Irrelevante. Substituiu Slimani para queimar tempo: só jogou três minutos.


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02 Jul 15
Balanço (22)
Pedro Correia

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre MONTERO:

 

- João Távora: «Esperemos que Montero volte aos golos.» (11 de Agosto)

- Paulo Gorjão: «Gosto muito de Montero e considero que mesmo quando não marca é útil muitas vezes nas movimentações da equipa. Não tem sido tanto assim nos últimos jogos. Mais importante, começa a ser um pouco difícil a um treinador justificar a aposta em nome dos equilíbrios internos. Não está em causa o seu valor ou o seu profissionalismo, mas a condição de titular de Montero começa a ser difícil de justificar.» (24 de Agosto)

- Eu: «Movimenta-se bem, participa na construção de jogadas perigosas, não desiste de procurar a bola. Mas falta-lhe o essencial num ponta-de-lança: marcar golos. Esteve quase, por duas vezes. Ainda não foi desta.» (31 de Agosto)

- José da Xã: «Começou talvez tarde, eu sei. Mas se ele assim quiser ainda vai a tempo de bater o número de golos marcados no ano passado. Aguardemos.» (4 de Outubro)

- Luciano Amaral: «Mas o que é isto, Montero? Um golo sem ser em fora-de-jogo? É caso para nos queixarmos da arbitragem!» (5 de Outubro)

- Pedro Oliveira: «Fredy (re)encontrou o caminho não só do golo mas de uma grande exibição.» (5 de Outubro)

- Duarte Fonseca: «Montero. Que jogador. O que este homem acrescenta à equipa. A jogar com 10, sem João Mário, ficou fácil de perceber que a qualidade com que Montero ocupa os espaços foi decisiva para a cobertura da linha média e para a baralhação da linha defensiva do Schalke.» (22 de Outubro)

- Marta Spínola: «Amei de paixão o golo do Montero.» (7 de Janeiro)

- José Navarro de Andrade: «Talvez o Montero não devesse ter passado metade do jogo a posicionar-se em off side e queimar linhas de passe, mas fora isso...» (9 de Fevereiro)

- Edmundo Gonçalves: «Montero não tem apenas um problema físico, é um erro de casting a ponta de lança.» (4 de Março)

- Francisco Melo: «Ao cabo destas últimas duas épocas, coloca-se um enorme ponto de interrogação sobre a continuidade de Montero e André Martins no Sporting para a próxima temporada.» (14 de Abril)

- Alexandre Poço: «Nós, que já temos uns anos disto, percebemos claramente que aquele belo segundo golo de ontem, uma bela acrobacia do Montero, jamais entraria caso fosse num jogo decisivo contra o Benfica, Porto ou noutro qualquer de importantes decisões europeias.» (28 de Abril)

- Rui Cerdeira Branco: «Foi do topo do topo sul, bem no meio da mancha vermelha, que ficámos que nem loucos com o golo de Montero.» (1 de Junho)


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06 Jun 15

Calma. Agora é a taça, que eu tenho falhado posts vitais.

Marco Silva, Montero e Slimani deram-no-la e eu quero falar na taça. Não me alongarei, só quero também dobrar esse canto aqui no blog.

Fui ao Jamor. Cantei e saltei no início, e da segunda parte para a frente. 
Na primeira tive um momento de caminhar em direcção a uma luz. 2-0 e eu num túnel sem fim, a pensar que só queria estar num canto e morrer. Era isso, ia chegar a casa e avisar família e amigos: "vou ali morrer, não se preocupem. Amanhã é segunda feira e não me dava jeito viver depois deste resultado". Era o plano.

De repente, o intervalo. Deixei de caminhar em direcção à luz e juntei-me ao resto do estádio. Acordámos todos. Da minha parte pensei "espero que o responso ao intervalo seja valente" , "isto é inadmissível!" era o que eu lhes diria. "Estão a gozar com isto?!!" diria num tom baixinho mas já com algum ódio a aparecer-me nos olhos. E pronto, era esta a minha agressividade máxima. É por isso que não sou eu que lá estou. Adiante. 
A verdade é que não sendo uma grande jogatana, tudo junto, foi 'ma grande emoção. 
As pessoas saíram? Saíram saíram. E ao 2-1 algumas voltaram. O rapaz ao meu lado tentou, sem sucesso: "eu só não me vou embora porque não consigo sair daqui". E não saiu. No 2-2 abraçou-me e eu peguei-lhe pelos colarinhos: "está a ver como fez bem em ficar?!" 
E pronto, Patrício a coxear, penalties na bancada de lá, tinha tudo para nos correr mal, e correu lindamente. E foi bom. E foi bonito. 
A Taça é nossa. Fim.


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26 Mai 15

E pronto acabou a minha saga sobre Fredy Montero, que ficou incrivelmente aquém das minhas expectativas.

Não sei se Montero alguma vez se dignou ler estes meus desejos, mas sempre pensei (e admiti) que podia ultrapassar-se a si mesmo. Ele tem capacidade para muuuuuuito mais do que aquilo que fez.

É verdade que teve um concorrente de peso, Slimani, já para não falar de Nani ou Carlos Mané... mas, mesmo assim, o ponta de lança colombiano tinha a obrigação de fazer um pouco mais do que aquilo que fez. E a desculpa de não ter tido férias não colhe este ano.

Sempre considerei Montero um jogador de excelência mas com níveis de motivação um tanto em baixo. E nunca percebi bem porquê...

Espero, no entanto, que não o deixem partir. Tenho a certeza que para a próxima época Fredy é jogador para não me deixar ficar mal...

Termino com uma breve questão: será que se guardou todo este tempo para a final da Taça?

Era bom que assim fosse!

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03 Mai 15
M versus M – IX
José da Xã

No último post sobre o ponta de lança do Sporting, arrisquei que Montero tinha todas as condições para se ultrapassar, no que respeita a golos marcados na Liga.

E não é que o “Monterito” me fez a vontade e assinou mais dois golos? Só fico triste por mais uma vez ter falhado o prognóstico. Enfim… não se pode ter tudo!

Agora já só faltam três remates certeiros para ultrapassar a sua própria marca obtida na última época!

Vamos lá, Fredy Montero...

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Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas pelos três diários desportivos à actuação dos nossos jogadores no Marítimo-Sporting:

 

Montero: 18

Carrillo: 18

Rui Patrício: 16

Paulo Oliveira: 15

Cédric: 15

Adrien: 14

Ewerton: 14

Carlos Mané: 13

Jefferson: 13

André Martins: 13

João Mário: 11

Tanaka: 11

Rosell: 9

Capel: 8

 

A Bola elegeu Carrillo como figura do jogo. Record e o Jogo optaram por Montero.


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02 Mai 15

Gostei

 

Da vitória em Alvalade frente ao Nacional. Foi o quinto triunfo consecutivo no nosso estádio. Há 20 jogos que não perdemos em casa.

 

Da segunda parte. Assim que o treinador mexeu na equipa, ao intervalo, o Sporting ganhou dinâmica, intensidade e circulação de bola. Com resultados visíveis: os dois golos ocorreram neste período. Por outras palavras: jogámos melhor com Adrien, Carrillo e João Mário do que com Capel, Rosell e Tanaka.

 

De Montero. Segundo jogo consecutivo como titular, quatro golos apontados. Voltou a fazer a diferença, creditando-se novamente como o melhor em campo. Soltou-se muito mais e mostrou-se ao melhor nível no sistema táctico da segunda parte, sobretudo aos 71', quando Marco Silva recuperou o 4-3-3 clássico da equipa. Mas já aos 20' tinha dado o primeiro sinal, rematando de cabeça na sequência de um canto com a bola quase a rasar o poste.

 

De Carrillo. Jogou toda a segunda parte e ajudou a fazer a diferença. Imprimindo velocidade, intensidade e qualidade ao nosso corredor direito. Foi dele a assistência (mais uma!) para o primeiro golo, aos 57', com Montero a corresponder da melhor maneira. Manteve sempre em sentido a defesa do Nacional.

 

De Cédric. Incansável a percorrer a sua ala - e sem oscilações, mantendo o bom nível exibicional do princípio ao fim. Falta-lhe melhorar no capítulo dos cruzamentos, o que se consegue com sessões específicas de treino. Percebe-se que luta com Miguel Lopes pela titularidade da lateral direita. E luta com as armas apropriadas a um Leão: mostra-se enérgico e audaz, contribuindo para o jogo colectivo. De cabeça bem levantada.

 

De Ewerton. Agarrou a titularidade. E continua a dar boas provas, de jogo para jogo. Atento, enquadrado, muito concentrado. Desarma os adversários com uma eficácia impressionante. Além disso é raro a bola não sair bem colocada dos pés dele, constituindo assim um pilar da defesa - e do início do processo ofensivo. Confirma-se: foi uma excelente contratação de Inverno.

 

De Carlos Mané. Algo intermitente, como já nos habituou. Mas estava lá no momento certo. Deu um suplemento de qualidade à equipa. Aos 77' fez levantar as bancadas em Alvalade com uma excelente jogada individual em que percorreu metade do terreno com a bola controlada. E foi dele o potente remate, no último minuto, que esteve na origem da recarga de Montero da qual nasceu o nosso segundo golo. No final da primeira parte foi carregado em falta, quase em cima da linha da grande área - falta clara, a que o árbitro Cosme Machado fez vista grossa.

 

Do entusiasmo no estádio. Quase 32 mil espectadores compareceram hoje em Alvalade. Confirmando a certas aves agoirentas que os adeptos continuam sem reservas ao lado da equipa.

 

Do terceiro lugar confirmado no campeonato. A matemática não engana: já ninguém nos tira o acesso às pré-eliminatórias da Liga dos Campeões.

 

 

Não gostei

 

Da nossa primeira parte. Marco Silva voltou a apostar no 4-4-2, com Montero e Tanaka na frente e um meio-campo constituído por Rosell, André Martins, Carlos Mané e Capel. A aposta desta vez não resultou. A bola era transportada com extrema lentidão e de forma deficiente, faltando um jogador que soubesse ligar bem os sectores.

 

De Capel. Segundo jogo a titular nesta temporada - e novamente uma profunda decepção. Falhou passes, não acrescentou profundidade ao nosso jogo, passou ao lado de uma grande oportunidade - talvez a última no Sporting. Foi bem substituído ao intervalo por Carrillo, enquanto Rosell dava lugar a Adrien. Em ambos os casos com notória vantagem para a equipa.

 

Que o "professor" Manuel Machado tenha deixado hoje o Ai Pode no bolso, não recorrendo a ele para justificar a derrota. Perdeu-se um novo momento de stand-up comedy na televisão.


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28 Abr 15

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Moreirense-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Montero: 20

William Carvalho: 17

Carlos Mané: 16

Tanaka: 16

André Martins: 15

Nani: 15

Rui Patrício: 15

Ewerton: 15

Capel: 14

Cédric: 14

Paulo Oliveira: 14

Jefferson: 14

Adrien: 11

João Mário: 11

 

Os três jornais elegeram Montero como figura do jogo.


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Acrobacias
Alexandre Poço

Nós que já temos uns anos disto, percebemos claramente que aquele belo segundo golo de ontem, uma bela acrobacia do Montero, jamais entraria caso fosse num jogo decisivo contra o Benfica, Porto ou noutro qualquer de importantes decisões europeias. Mais, imagino aquela bola a bater no poste, cruzar a linha toda da baliza sul de Alvalade aos 87' de um grande jogo, até aí empatado. Já aconteceu inúmeras vezes. Ontem, os astros alinharam-se e bem, pese a não-extrema-necessidade-de-tal. Viver este clube é também equacionar estas coisas que, invariavelmente, nos calham no destino. 


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Não gosto de individualizar no futebol, gosto, sim, de analisar o jogo colectivo. De preferência quando esse colectivo é muito mais que a soma das individualidades. O que equivale a dizer que as individualidades contribuem positivamente para a melhoria colectiva, que os comportamentos das individualidades beneficiam o e do colectivo. Neste sentido, defenderei sempre os jogadores que mais e melhor contribuam para o colectivo e que por consequência o tornem mais forte, aproximando-o da vitória.

 

Jogadores como William, Nani, Montero e Martins serão sempre defendidos na minha forma de analisar o jogo, não só porque são os melhores jogadores do plantel, mas principalmente porque são aqueles cujas acções e comportamentos individuais mais aproximam a equipa do sucesso. Todos os processos da equipa melhoram com eles em campo.

 

Pelo que se ouviu e leu no início da época, parece que nem William é consensual no universo leonino, tais foram as loas de lentidão e displicência que lhe rogaram. Nani, idem, a julgar pelos constantes assobios ouvidos em Alvalade, principalmente quando temporiza para procurar a melhor opção para a equipa, quando a maioria dos adeptos preferiria uma correria para a linha e um cruzamento em que nem era preciso olhar para a área ou passar a bola para alguém que no momento seguinte ficaria numa situação difícil.

 

Montero e Martins não reúnem de todo consenso, aliás, no limite, reúnem no sentido de que não servem para o Sporting. Os argumentos são, normalmente, subjectivos e/ou perceptivos, por vezes até estatísticos (como se isso, por si só, dissesse alguma coisa) do que fundamentados naquilo que é o jogo jogado e a forma como as acções deles contribuem para aproximar a equipa do sucesso. Na realidade, jogadores com as características deles são mal interpretados pelo comum adepto, principalmente por estes últimos terem pouco conhecimento do jogo e da forma como um colectivo deve abordar os principais momentos do jogo de forma a estar mais próximo de ganhar.

 

Já o escrevi várias vezes neste espaço: a probabilidade de ganhar é tanto maior quanto melhor forem o conhecimento e os princípios de jogo. Consequentemente, a equipa terá melhor conhecimento e princípios de jogo quanto melhor for o seu treinador (é aqui que se ele tem maior influência na equipa) e quando mais os seus intérpretes os conseguirem aplicar em prol do colectivo.

 

É isto que tenho vindo a defender e tenho a consciência que não é propriamente o mais unânime. Até há quem apelide opiniões como a minha de “freitas-lobismo”. Seja lá isso o que for. Mas se o objectivo for adjectivar por comparação, devo dizer que é um perfeito disparate, porque Freitas Lobo é um fã de jogadores como Adrien, Slimani ou Paulo Oliveira. Nunca o será de jogadores como Martins, Montero ou Tobias, porque não percebe o que eles dão ao jogo. No fundo, o Freitas Lobo é apenas um comum adepto, mas mais bem-falante e com muitas horas de Football Manager, o que lhe permite conhecer o nome de mais jogadores que a maioria.

 

Não se trata de comparar Montero com Slimani, Martins com Adrien, Tobias com Oliveira individualmente. Até porque todos eles têm características individuais e colectivas importantes para estarem no plantel. Trata-se, isso sim, de comparar a qualidade do colectivo quando alguns destes jogadores estão em campo e quando não estão. A forma como as acções individuais contribuem para a melhoria do colectivo, ou como, no limite, fazem com que a equipa esteja mais perto da vitória é que determina os melhores jogadores. Messi é o melhor do mundo não só pelas fantásticas qualidades técnicas e físicas individuais, mas porque percebe como nenhum outro todos os momentos do jogo e coloca toda a sua qualidade ao serviço do colectivo. Com as acções dele a equipa estará sempre mais perto da vitória.

 

O futebol que admiro e que defendo para o Sporting não é o de Jardim nem o da maioria desta época (com excepção do início), baseado numa forma de construção de jogo demasiado lateralizada e cheia de cruzamentos sem nexo para a área (muito a darem golo, é certo), com princípios defensivos de fraca qualidade e com muito dificuldade nos momentos de transição, defensiva e ofensiva. Mesmo assim, cada vez que Marco Silva aposta nos melhores jogadores, o Sporting, como colectivo, aproxima-se mais daquilo que defendo. Não porque os princípios se alterem, mas porque os intérpretes contribuem mais para o colectivo.

 

P.s. Miguel Leal é um excelente treinador e a Liga portuguesa ficaria muito mais interessante com equipas orientadas como este Moreirense. Deve estar no Top 5 das equipas com melhores princípios de jogo do campeonato.


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