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És a nossa Fé!

O cadastro de Manuel Mota

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Manuel Mota é um dos ábitros agora mais em foco na cascata de revelações sobre os correios electrónicos trocados entre o ex-árbitro Adão Mendes - ponta-de-lança encarnado nas estruturas do apito - e responsáveis do Benfica, a partir da temporada 2013/14.

Convém lembrar aqui, a propósito, uma das mais vergonhosas arbitragens de Mota - protegido de Adão Mendes e muito elogiado pelo capo dos cartilheiros, Carlos Janela - nessa mesma temporada. Numa demonstração prática do velho aforismo: não há coincidências.

 

Dezembro de 2013: Sporting-Nacional

Anulado golo limpo a Slimani

«Manuel Mota, que veio de Braga, anulou vários ataques do Sporting por fora-de-jogo inexistente, sobretudo na primeira meia hora. Fez vista grossa a diversas acções violentas dos madeirenses contra os nossos jogadores, deixando impune uma agressão a Jefferson e duas faltas sobre Carrillo à margem das leis do jogo. E aos 65' invalidou um golo limpo de Slimani por alegada falta que só ele e o técnico do Nacional viram. Assim se estraga um bom espectáculo e se desvirtua (ainda mais) a verdade desportiva.»

Opinião unânime dos comentadores: cartão vermelho para Mota.

Vermelho ou encarnado?

Mota deslumbra Janela

 

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Análise à prestação de Manuel Mota, árbitro do Famalicão-Sporting, na imprensa de 14 de Outubro:

Record: «Perdou um cartão vermelho a Jorge Miguel (agressão a Alan Ruiz), não marcou um penálti por mão de Medeiros e não soube gerir o jogo disciplinarmente. Ainda pior do que o jogo...»

Marco Ferreira, Record: «Penálti por assinalar aos 65': Medeiros domina a bola com o braço na área após centro de Bruno César. Vemelho por assinalar aos 44': Conduta violenta de Jorge Miguel, que atinge a coxa de Alan Ruiz com a sola da bota já depois de o árbitro interromper o encontro.»

A Bola: «Exibição fraca do árbitro, a coincidir com a qualidade do jogo. Perdoou um penálti ao Famalicão por mão de Medeiros na área e também foi brando no capítulo disciplinar.»

Jorge Pessoa e Silva, A Bola: «Não foi nada bonito, Jorge Miguel. Cravou os pitons na coxa de Alan Ruiz por maldade, depois de o ter abalroado, tal como a Elias (44'); puxou o braço atrás para atingir Gelson na cara, com o cotovelo (67'). Duas agressões que o árbitro não viu. Foi feio, muito feio!»

 

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"Deixe-me dar um elogio à arbitragem. Muito boa, a arbitragem."

Carlos "Catedral da Luz" Janela, enaltecendo o desempenho de Manuel Mota no mesmo encontro - um desempenho que só ele viu. (CMTV, 13 de Outubro)

Incompetentes

Depois da nota negativa a Duarte Gomes, o senhor de apito a quem o Sporting deve a prematura eliminação da Taça de Portugal pela sua vergonhosa actuação no estádio da Luz, a história repete-se agora com Manuel Mota: segundo noticia o Record, o cavalheiro de Braga que anulou um golo limpo à nossa equipa foi avaliado também com nota negativa pelo observador da arbitragem que assistiu ao Sporting-Nacional. De nada lhe serviu ter como testemunha abonatória míster Manuel Machado, único indivíduo capaz de descortinar uma falta inexistente a 70 metros do respectivo bigode.

 

Contra estes incompetentes, que arrastam o futebol português pela lama, é que eu gostaria de ver enérgicas tomadas de posição da APAF.

Devia ter sido validado o golo

Pedro Henriques, Contragolpe, TVI 24:

"Vamos à biomecânica. Nós temos uma coisa chamada centro de gravidade, mais ou menos situado a meio do corpo. Quando um jogador empurra nas costas o seu adversário, este, se cair, cai para a frente. Reparem como cai o Miguel [defesa do Nacional]: de costas. Ora um jogador que é empurrado não pode cair de costas como ele caiu. (...) Aceito que haja ali um momento de contacto, mas tenho muitas dúvidas de que esse contacto seja suficiente para desequilibrar. Não houve falta. Devia ter sido validado o golo."

 

Jorge Gabriel, Trio d' Ataque, RTP informação:

"Um toque nas costas de um defesa do Nacional provocou-lhe flic-flacs à retaguarda. O jogador, depois de sentir a mão, deixa-se cair e depois atira-se de forma aparatosa para o relvado, o que é absolutamente caricato."

 

Eládio Paramés, Contragolpe, TVI 24:

"Não é falta. O golo devia ter sido validado. O contacto é uma coisa tão ligeira, tão normal, tão corrente hoje num jogo de futebol que estranho a marcação daquela falta. Aliás o comportamento da equipa de arbitragem durante o jogo pareceu-me bastante negativo. Foi uma má arbitragem."

 

Manuel Fernandes, Play-Off, SIC Notícias:

"Aquele golo limpinho e bonito que resulta de um bom cabeceamento de Slimani não podia ser anulado em parte nenhuma do mundo. Se ele está a arbitrar à inglesa, em Inglaterra ninguém anula um golo daqueles em nenhum momento."

 

Pedro Sousa, Contragolpe, TVI 24:

"O Manuel Mota, em 14 jornadas, tem cinco nomeações. Mas o mais interessante é que este árbitro não-internacional, de segunda linha, apita quatro vezes os grandes em cinco nomeações: o Benfica na Amoreira, o Benfica em Vila do Conde, o Porto em Belém - com um erro grave no Belenenses-FC Porto - e este agora. Não deixa de ser curioso. Não percebo estes critérios de nomeações do Vítor Pereira."

 

Rui Sinel de Cordes, Contragolpe, TVI 24:

"É claro que o golo devia ter sido validado."

 

Miguel Guedes, Trio d' Ataque, RTP informação:

"Do meu ponto de vista, não há falta do Slimani sobre o Miguel."

 

Rui Pedro Brás, Contragolpe, TVI 24:

"Estamos todos de acordo: Slimani não fez falta. O golo devia ter sido validado."

 

Manuel Fernandes, Play-Off, SIC Notícias:

"Aquela entrada violentíssima sobre o Jefferson é cartão vermelho directo em qualquer parte do mundo."

Cartão vermelho para o árbitro Mota

 

"Manuel Mota anulou um golo que pareceu regular de Slimani, aos 65 minutos."

António Tadeia, Record

 

"A falta assinalada a Slimani não se justifica."

Jorge Coroado, O Jogo

 

"Os sportinguistas entenderão - e com aceitáveis razões - que Slimani marcou um golo limpo, que teria dado os três pontos essenciais à manutenção do primeiro lugar isolado. Não foi esse o entendimento de Manuel Mota, um árbitro de qualidade insuficiente."

Vítor Serpa, A Bola

 

"Antes do golo anulado a Sllimani, Montero empurrou Marçal e o juiz ignorou. Depois, apesar do argelino tocar em Miguel Rodrigues, não dá ideia de o ter feito de forma irregular."

Luís Avelãs, Record

 

"Montero usa os braços, mas não derruba Marçal nem o tira da jogada, e Slimani, ao saltar, não empurra o seu adversário; apenas tem um ligeiro contacto com Miguel Rodrigues, mas não o tira da jogada nem o desequilibra."

Pedro Henriques, O Jogo

 

"O golo de Slimani foi anulado, para irritação da plateia. Polémica, claro. Não houve falta de Slimani."

Miguel Cardoso Pereira, A Bola

 

"No primeiro tempo [Manuel Mota] deixou passar em claro lances perigosos sem apitar."

António Tadeia, Record

 

"No lance mais vistoso, [Manuel Mota] decidiu erradamente."

Jorge Coroado, O Jogo

 

"Slimani dá passo atrás e cabeceia para o golo, nas costas de Miguel Rodrigues. Slimani não faz falta."

Pedro Figueiredo, A Bola

Aviso claro

A arbitragem de Manuel Mota e seus hábeis auxiliares - pelos erros cometidos, pela dualidade de critérios, pelo que deixou fazer de anti-jogo e de jogadas violentas, pela profusão de cartões amarelos a jogadores nossos, o golo invalidado - enchem-me de receio. Penso que a corporação dos árbitros, e o poder repartido que os nossos dois rivais detêm na comissão de arbitragem, nos fez um aviso claro: «não pensem que vai ser fácil, contem connosco!». Os truques permitidos e as vantagens dados ao adversário transformaram, apenas, o tradicional em produto sofisticado. A malha grosseira em renda de bilros. O 'de sempre' reapareceu. É um aviso sério. «Estamos aqui», disseram eles. Vigilantes, como habitualmente. Manuel Mota merecia o prémio de «homem do jogo». Sei que valho pouco, mas votei nele.

Rescaldo do jogo de hoje

 

Gostei

 

De ver o estádio quase cheio. Éramos mais de 38 mil nas bancadas de Alvalade - a segunda maior assistência até agora no campeonato. A puxar pela equipa do princípio ao fim neste jogo contra o Nacional.

 

De Adrien. Ganhou todos os lances disputados no meio-campo. De uma eficácia impressionante na recuperação de bolas e de uma precisão milimétrica a distribuí-las. Conquistou já, por mérito próprio, direito ao passaporte para o Mundial do Brasil. É impensável que Paulo Bento não aposte nele.

 

De William Carvalho. Os adjectivos banalizam-se ao analisar cada prestação deste grande jogador. Dá gosto vê-lo jogar: nunca desiste de um lance. Parece que a bola se lhe cola aos pés. Trava como nenhum outro as ofensivas adversárias e revela classe indiscutível na construção do ataque leonino, tanto no passe curto como no passe longo.

 

Da exibição de Cédric. Incansável, soube desequilibrar sempre na sua ala. E fez uma assistência primorosa para o golo de Slimani, anulado pelo árbitro por razões que a razão desconhece.

 

De ver Slimani jogar 45 minutos. Fez bem Leonardo Jardim em dar mais tempo de jogo ao internacional argelino, embora de algum modo forçado pela lesão de André Martins. Oito minutos depois de entrar em campo, o avançado fez o remate mais perigoso do Sporting até àquele momento. E 20 minutos após a entrada marcou um golo que o árbitro decidiu anular, roubando dois pontos à nossa equipa. As imagens televisivas confirmam: não houve falta alguma.

 

Da primeira parte de Carrillo. Fintou, centrou, serviu os colegas, apoiou a defesa - com apontamentos brilhantes na ala esquerda. Fez uma segunda parte muito mais discreta, dando lugar a Wilson Eduardo aos 67', à beira da exaustão.

 

Que o Sporting tenha mantido a liderança do campeonato, embora agora igualado em pontos com FCP e SLB. Este será um Natal mais saboroso para todos nós.

 

 

Não gostei

 

Do árbitro. Manuel Mota, que veio de Braga, anulou vários ataques do Sporting por fora-de-jogo inexistente, sobretudo na primeira meia hora. Fez vista grossa a diversas acções violentas dos madeirenses contra os nossos jogadores, deixando impune uma agressão a Jefferson e duas faltas sobre Carrillo à margem das leis do jogo. E aos 65' invalidou um golo limpo de Slimani por alegada falta que só ele e o técnico do Nacional viram. Assim se estraga um bom espectáculo e se desvirtua (ainda mais) a verdade desportiva.

 

Do antijogo do Nacional. Os jogadores treinados por Manuel Machado demoraram uma eternidade a repor a bola em jogo, começando pelo guarda-redes nos pontapés de baliza e continuando em todos quantos fizeram lançamentos pela linha lateral. Sem que nenhum tenha sido alguma vez advertido pelo árbitro.

 

Do empate. O terceiro do Sporting em casa neste campeonato. Com o árbitro a impedir a nossa vitória, tal como já havia sucedido com o Rio Ave, revelando-se nesta matéria um digno continuador de Carlos Xistra.

 

Da exibição apagada de Capel. O andaluz costuma fazer a diferença, pela positiva. Mas desta vez não conseguiu libertar-se das teias que lhe foram lançadas pela defesa madeirense.

 

Da lesão de André Martins. Só espero que não seja grave.

 

Foto minha, esta noite, durante o jogo

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