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És a nossa Fé!

Como os vendedores de castanhas

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Tal como as andorinhas que nos visitam sempre na Primavera e os vendedores de castanhas que regressam a cada Outono, o inefável Pedro Madeira Rodrigues, volta e meia, tenta dar prova de vida. Só o faz, curiosamente, nos momentos em que ocorre um resultado menos positivo da nossa equipa principal de futebol. Aconteceu ainda agora, quando ressurgiu da obscuridade para proclamar que "corremos o sério risco de voltarmos a não ser campeões, ao contrário do que nos foi garantido".

Ponho-me a imaginar o que diriam por estes dias os homólogos benfiquistas de Madeira Rodrigues ao verem o seu precário onze naufragar por completo nas competições europeias, com quatro derrotas categóricas às costas, dez golos sofridos e só um marcado, tornando-se a única equipa portuguesa que até hoje disputou quatro jogos consecutivos da fase de grupos da Champions sem conquistar um único ponto.

O que diriam eles ao verem o seu clube inspeccionado pela Unidade Nacional Contra a Corrupção da Polícia Judiciária, submetido a um processo disciplinar da UEFA e com um membro da sua claque acusado do homicídio qualificado de um adepto do Sporting, enquanto se afunda nas competições europeias e estaciona no terceiro lugar do campeonato?

Utilizando também o truque retórico de empregar o plural majestático para fazer de conta que a opinião de um representa a opinião de todos, apetece-me retorquir ao candidato copiosamente derrotado por Bruno de Carvalho nas eleições de Março, parafraseando-o, que corremos o nada sério risco de jamais vermos Madeira Rodrigues como responsável máximo do Sporting. Os adeptos leoninos não apreciam aqueles que apenas surgem na praça pública quando a nossa equipa tropeça num obstáculo qualquer.

Cinco notas sobre as eleições

 

1. Os clubes são os sócios que têm. E o Sporting não é exceção. Um dia de eleições como o de ontem, com um número recorde de votantes (18.814), com filas e filas ao redor do estádio, só pode significar que o Sporting está vivo e bem vivo. Quem lá esteve, viu bem como muitos sócios foram votar com cachecol ou camisola verde e branca, alegres e orgulhosos, não se importando de esperar uma ou duas horas. Uma verdadeira democracia sportinguista.

 

2. Bruno de Carvalho deu uma sova eleitoral a Madeira Rodrigues, utilizando a desabrida e inadequada linguagem do candidato derrotado ao dirigir-se a um sócio. 86% contra 9% demonstra que Madeira Rodrigues não conseguiu sequer capitalizar a sua candidatura para o futuro. É o resultado de muita impreparação, de erros estratégicos constantes, da falta de ideias válidas e de uma postura (algo inesperada) de tentar embarcar nas críticas mais habituais a Bruno de Carvalho feitas por rivais e afins.

 

3. Quem seguisse a campanha, lendo jornais ou vendo comentadores na televisão, ia sendo docemente levado a crer que Madeira Rodrigues podia ganhar as eleições e que Bruno de Carvalho estava a terminar um ciclo. Nada mais falso. A afluência às eleições e a percentagem vencedora de 86% demonstram bem que os sportinguistas ligam pouco (muito pouco) ao que vai aparecendo na generalidade da comunicação social. E disseram-no votando.

 

4. Fazer uma campanha eleitoral em pleno decurso das competições nacionais é um erro que não deveria voltar a ser repetido. A possibilidade de perturbação das competições em curso é real e deveria ser evitada. Faz muito mais sentido fazer as eleições no final da época. Introduzir na discussão eleitoral a permanência do treinador ou de opções estruturantes da equipa de futebol não é benéfico. Sejam quem forem os candaidatos e os treinadores.

 

5. Bruno de Carvalho tem condições ímpares para continuar o seu projeto: uma votação esmagadora, um clube unido e obra feita. Espero que neste segundo mandato saiba continuar o que fez de bem e melhorar o que fez de mal. Os sportinguistas merecem vitórias. E Bruno de Carvalho também. 

 

Fotografia Manuel de Almeida/Lusa

Teve o resultado que mereceu

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Pedro Madeira Rodrigues conduziu a sua campanha à presidência do Sporting da pior maneira possível desde o primeiro momento, como  aqui  fui assinalando  desde Dezembro.

Preparou-se mal, sem um programa credível.

 

Andou desaparecido durante semanas, viajando pelo Reino Unido e pelo Golfo Pérsico, como se pretendesse lá conquistar votos.

Espalhou-se ao comprido quando decidiu transformar Jorge Jesus em alvo prioritário, anunciando-lhe guia de marcha. Sem nunca explicar como lhe pagaria a indemnização prevista na lei.

Demorou dois meses para anunciar um treinador alternativo a Jesus. Primeiro falou na hipotética vinda de um argentino, depois admitiu que fosse um português. Enfim, chegada a terça-feira de Carnaval, tirou da cartola um espanhol, esquecendo-se que nunca um treinador com esta nacionalidade ganhou até hoje um campeonato de futebol em Portugal.

Teve um discurso de puro ressabiamento, baseado em ataques de natureza pessoal a Bruno de Carvalho.

Debitou chavões decalcados dos que os inimigos do Sporting uivam nas pantalhas todas as segundas-feiras, não hesitando sequer em utilizar os jogadores leoninos como arma de arremesso eleitoral.

 

Já na recta final, voltou a cometer um erro lapidar ao fazer tiro ao alvo a José Maria Ricciardi - que há quatro anos, tal como ele, votou em José Couceiro - procurando relacioná-lo com Bruno a partir de uma gravação clandestina efectuada em Janeiro de 2013 apresentada como actual. Um acto eticamente condenável que redundou num monumental tiro no pé.

Sai das urnas derrotado em toda a linha. Até para o Conselho Leonino, onde concorria uma terceira lista, ficou em último lugar.

Nem assim parece ter aprendido: contados os votos, fez um lamentável discurso de derrota, mostrando-se mais ressabiado que nunca.

 

Madeira Rodrigues, o senhor nove por cento, chegou tarde, veio impreparado e revelou-se indubitavelmente amador.

Teve o resultado que mereceu.

 

Leitura complementar:

- Oportunidade perdida

- Jesus, o Marco Silva de Madeira Rodrigues

- Uma mão cheia de nada

Ódio à janela

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A campanha eleitoral leonina fez libertar de constrangimentos a legião anti-Sporting, que a pretexto de críticas a Bruno de Carvalho desatou a disparar proclamações de ódio ao nosso clube. Nesta tarefa tem-se destacado um tal Carlos Janela, agora investido do papel de "comentador" - função que o autoriza, pensa o sujeito, a disparar as maiores bojardas contra uma agremiação que (garantem-me) já terá frequentado como director desportivo. Algo de muito grave lhe deve ter acontecido em Alvalade quando por lá passou: tanto ressabiamento só pode explicar-se como consequência de um trauma porventura inconfessável.

"O Sporting é um clube cheio de mentiras, cheio de embustes, cheio de mistificações. É um clube completamente desestruturado! É um clube que ninguém respeita, em que ninguém acredita!" Frases ditas há dias pelo tal Janela no programa da CMTV onde por vezes predica. De olhos esbugalhados, investiu contra Bruno de Carvalho, a quem acusou de "deixar o Sporting em cacos", enquanto manifestava a sua admiração por Pedro Madeira Rodrigues, vaticinando que "pode ganhar as eleições".

Madeira City Rodrigues, o ex-bloguista anónimo que agora pretende trazer "elevação" ao Sporting, é apoiado por gente desta. Do execrável Espadinha, cançonetista travestido de carroceiro, ao inenarrável Janela, que no Euro-2016 praticou um dos maiores exercícios de contorcionismo dialéctico a que alguma vez assisti, zurzindo a selecção nacional até à véspera da final em Paris, quando enfim se converteu ao clube de fãs da equipa das quinas.

Cada vez que carregam no gatilho, estes e outros dão votos a Bruno de Carvalho. Porque os sportinguistas sabem muito bem o que sucederia se o nosso clube fosse confiado à turma de ressabiados que gravita em torno do candidato alternativo. Aí sim, ficaria o "Sporting em cacos".

Nada de novo, aliás: foi um clube assim que o actual presidente do Sporting encontrou ao assumir funções há quatro anos.

A moral do mural

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Foi com orgulho, confesso, que vi o meu nome inscrito no mural da Missão Pavilhão, onde se identificam os sócios e adeptos do Sporting que contribuíram para tornar realidade o sonho de erguermos um pavilhão leonino para as modalidades.

Lá encontrei os nomes de outros colegas de blogue - como o Alexandre Poço, o José da Xá, o Edmundo Gonçalves, o Luciano Amaral, o João Távora, o Luís de Aguiar Fernandes, o Pedro Boucherie Mendes, o Bernardo Pires de Lima, o Rui Cerdeira Branco, o Ricardo Roque.

Pedro Madeira Rodrigues não consta. Victor Espadinha também não.

Terça-feira de Carnaval

1. Godinho Lopes quebra o silêncio para atacar Ricciardi, em plena sintonia com Madeira Rodrigues.

 

2. O desaparecido Paulo Pereira Cristóvão também reaparece para dar uma mãozinha ao rival de Bruno de Carvalho.

 

3. O candidato alternativo apresenta enfim o seu treinador.

 

4. "Juande Ramos vai ganhar menos que Jesus." Alguém explica a Madeira Rodrigues que a língua portuguesa é muito traiçoeira?

Atirar a pedra e esconder a mão

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1. Pedro Madeira Rodrigues convocou ontem os jornalistas para uma inusitada conferência de imprensa, cerca das 23 horas, a propósito de uma gravação não datada - feita à socapa sabe-se lá com que intenções - entre o banqueiro José Maria Ricciardi e o auditor Sikander Sattar, da KPMG, acusando inopinadamente o primeiro de querer subtrair aos sócios a maioria do capital da SAD leonina. Há um projecto em curso para tirar o Sporting dos sócios", declarou, assegurando que Bruno de Carvalho é "uma marioneta" do banqueiro. 

 

2. O candidato alternativo à presidência do Sporting iniciou a campanha com um erro lapidar, transformando Jorge Jesus em seu opositor, e prepara-se para terminá-la com outro erro, agora ao eleger como inimigo Ricciardi, que integra a lista do actual presidente aos novos corpos sociais, enquanto candidato ao Conselho Leonino. Dois clamorosos lapsos estratégicos, que Bruno de Carvalho bem poderá agradecer-lhe: com esta actuação tão errática, Madeira Rodrigues perde de vista o adversário principal.

 

3. "Não sei a data. Pode ter sido recentemente ou há anos", confessou o candidato. Confirmando assim o seu inacreditável nível de preparação. A data é o que mais interessa neste misteriosa gravação anónima "que apresentava vários cortes" - assegura o jornal Record - e esteve ontem algumas horas disponível no Youtube mas foi rapidamente retirada de circulação, após ter sido reproduzida em blogues benfiquistas sob o sugestivo título "O plano secreto dos amigos do Carvalho". À hora tardia a que o rival de Bruno convocou os jornalistas o tal diálogo Ricciardi-Sattar já se tinha tornado inaudível.

 

4. Ao contrário do que Madeira faz crer, a data da gravação é fundamental para contextualizar as declarações de Ricciardi, que foi um dos principais apoiantes dos anteriores presidentes leoninos - designadamente Soares Franco, Bettencourt e Godinho Lopes. Referências a uma recente renovação do contrato de Adrien e a "dois candidatos" eleitorais sugeriam desde logo que a tal conversa terá ocorrido em Março de 2013, quando Carvalho e José Couceiro concorriam à presidência do Sporting e Godinho Lopes procurara acautelar in extremis uma eventual transferência do actual capitão leonino para o FC Porto aumentando-lhe o salário.

 

5. Quaisquer dúvidas existentes sobre o contexto da gravação dissiparam-se já hoje com uma revelação do próprio Ricciardi ao Record: "Aquelas declarações foram feitas no final da era Godinho Lopes, quando o Sporting se encontrava num estado calamitoso, nomeadamente quase em pré-falência. Não via, na altura, outra solução que não fosse o Sporting abrir as portas a investidores, mesmo que isso implicasse a perda da maioria da SAD."

 

6. Interessa saber a data porque na disputada campanha de 2013 a questão da eventual perda do controlo dos sócios do Sporting da maioria do capital da SAD leonina foi o tema que mais dividiu os candidatos. Com José Couceiro a admiti-la e Bruno de Carvalho a recusá-la liminarmente. A vitória do actual presidente deveu-se em parte a esta posição, sufragada nas urnas. E o líder leonino honrou a promessa: a SAD continua maioritariamente nas mãos dos sócios e Carvalho não se tornou "marioneta" de ninguém, ao contrário do que agora apregoa o seu opositor.

 

7. Acontece que há quatro anos Madeira Rodrigues não parecia preocupado com esta questão. Tanto assim que, como já admitiu, votou Couceiro nesse acto eleitoral. Tal como Ricciardi, aliás.

 

8. Que o candidato recorra agora a gravações clandestinas replicadas na blogosfera benfiquista para tentar denegrir o rival é algo que só pode entender-se pelo desespero de quem já se pressente derrotado. É também neste contexto que devem ser entendidas as suas críticas de ontem a Bruno de Carvalho por "só dizer atrás do teclado aquilo que não consegue dizer cara a cara". Palavras que não deixam de ser caricatas, vindas de alguém que, a coberto do anonimato, se especializou durante três anos em críticas ao presidente, à  equipa técnica e aos  jogadores num blogue em que atirava a pedra e escondia a mão.

Ridículo e triste

Palavra de honra que me sinto envergonhado, como sportinguista, com as figurinhas tristes e ridículas que o candidato da lista A, Madeira Rodrigues tem andado a fazer.

Depois da cena caricata e de muito mau gosto na Amoreira, ontem deu-se ao ridículo de, a pretexto de apresentar o seu treinador, mostrar umas imagens de há quatro anos, ainda da gestão de Godinho Lopes, como se fossem actuais e visando um apoiante da candidatura de Bruno de Carvalho, pretendendo demonstrar que as contas do clube estão na merda (desculpem o vernáculo). Ao melhor estilo da comunicação de Mr. Burns e da central lampiânica, pretende ir lançando atoardas tantas vezes até que alguém as entenda por verdades inquestionáveis. Não conseguirá!

Parafraseando Manuel Machado, um cretino será sempre um cretino.

Atitudes como estas e outras, tão tristes e definidoras do carácter(?) do candidato, só demonstram o desespero a que chegou a sua candidatura.

Aquele ar de santinho, de puto que fez uma traquinice e escondeu a mão, definem uma personalidade, a de quem tem a mentira e a impunidade como forma de estar na vida.

Ainda que mal pergunte, candidato Madeira, porque não finge que vai cagar?...

Alguém ficou com dúvidas?

Ontem, por afazeres profissionais não consegui ver o debate em directo, de modo que tive que "andar para trás" com a pantalha e estive até às 3,30 horas a ver isto. O debate, pronto...
Confesso que quase fechei os olhos nalguns momentos.
Como eu de comunicação percebo tanto como de física quântica, o que me estava ali a interessar era conhecer os planos do candidato Madeira para o Clube e não se um olhava para a câmara e o outro metia a cara nos papeis. Já tenho muitos anos disto e desde miúdo que vejo vender banha da cobra, portanto não é um "gajo" bem falante e que me olha nos olhos que me leva à certa. Se bem que também não aprecie muito quem fale comigo e olhe para o chão, mas enfim.
Também me irrita que num debate com um tema claro, se esteja constantemente a arremessar ao adversário com ataques pessoais. Trazer a família para o debate é de muito mau gosto, eu diria mesmo que é reles!
Quando um pretendente a um cargo o quer ocupar e tem pela frente alguém que cumpriu o seu programa na íntegra (esqueçam os resultados desportivos, porque ninguém pode afirmar que irá ganhar, não joga sozinho), o caminho que deve trilhar deverá ser o do confronto de ideias, tipo " ok, o senhor fez isso, muito bem, mas nós temos aqui esta proposta para fazer melhor e esta e esta e esta", para os mais variados assuntos.

Resumindo, esprimidinho espremidinho, dali saiu muito pouco sumo. A única novidade foi a do encontro no "Ramiro" com Jorge Jesus. Esclarecedor...
Bom, o que é certo é que para além do que já se sabia e era tão pouco, alternativas ao trabalho da equipa que exerce funções, como diria JJ, bola! O que ficámos a saber foi que o candidato Madeira não está habituado a perder.
Ou seja, no mundo virtual de Madeira, o Sporting é campeão há quarenta e cinco anos!
Onde é que é a sede desse clube, que eu quero fazer-me sócio?

Pensamentos secretos de Madeira City (3)

Sobre os jogadores do Sporting:

 

"O salário de Coates pelo que sei é obsceno para a nossa realidade."

19 Maio 2016

"Bryan Ruiz tem cara de azarado / pé frio."

31 Maio 2016

"Gelson Martins ainda pode ser muito bom mas pode ser ainda um Djaló."

1 Junho 2016

"João Mário [está] sobre-valorizado depois da boa prestação no Euro."

9 Agosto 2016

"Paulo Oliveira é um jogador mediano, que pouco acrescenta ao plantel."

9 Agosto 2016

"O Bruno César não aquece nem arrefece."

10 Agosto 2016

"Foi lamentável [Gelson Martins] não se ter conseguido aguentar o jogo todo e ainda não percebo isto de miúdos de 20 anos não jogarem 90 minutos.»

15 Setembro 2016

"Já não aguento mais os falhanços do Bryan Ruiz. Assustadora a falta de frieza e classe quando é mesmo preciso."

19 Setembro 2016

"Ou muito me engano ou temos aqui em nossa casa um novo Pongolle [Alan Ruiz]."

22 Setembro 2016

"Esgaio tem pouca cabeça."

24 Outubro 2016

"Muito pior é o caso do Alan Ruiz que depois de termos gasto 8 milhões com ele tem a lata de aparecer em Alvalade com 9 quilos a mais."

24 Outubro 2016

"O que a lampiada gosta mesmo mesmo é de ver o Carvalho a baixar a bolinha mesmo quando gozado com o limpinho, limpinho e de deixar fugir o Cervi e ir buscar o Alan Ruiz."

21 Novembro 2016

"Bas Dost está muito longe de fazer esquecer Slimani."

23 Novembro 2016

"O Paulo Oliveira é muito limitado."

25 Novembro 2016

Pensamentos secretos de Madeira City (2)

Sobre Jorge Jesus:

 

"Eu pessoalmente não gosto mesmo nada do género."

11 Abril 2016

"Lealdade e Jorge Jesus não jogam."

18 Abril 2016

"O Jesus é basicamente o novo Presidente do Sporting mas nem foi a eleições."

19 Maio 2016

"É pouco menos que insuportável."

29 Junho 2016

"O casal de parolos [BdC e JJ]."

25 Julho 2016

"O Bruno Carvalho tomou o clube de assalto e logo tratou de se rodear de uma série de hienas (Inácio, Octávio, Jesus, Saraiva, Dalbert, bombeiro, cozinheiro, etc.)."

21 Setembro 2016

 

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Sobre Octávio Machado:

 

"Octávio Machado é um dos meus 'poucos' ódios de estimação."

4 Abril 2016

"O inenarrável Octávio, tão ligado ao início da corrupção a Norte."

16 Maio 2016

 

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Sobre Augusto Inácio:

 

"Inácio e Octávio já perderam qualquer credibilidade que tinham."

29 Junho 2016

"Inácio é um 'lambe-botas' agarrado aos vários 'tachos' que vai arranjando no e pelo nosso clube."

18 Agosto 2016

"O Inácio é hoje um vendido que vive à conta do Sporting."

24 Outubro 2016

 

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Sobre Jaime Marta Soares:

 

"O Presidente da Assembleia Geral gosta de 'deitar achas para a fogueira' e parece meio senil."

18 Agosto 2016

 

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Sobre outros:

 

"Eduardo Barroso envergonhou-nos no cargo [presidente da Assembleia Geral] que ocupou no nosso clube."

6 Abril 2016

"Manuel Fernandes é bom homem mas fraco comentador."

18 Abril 2016

"Virgilio é o exemplo claro do tacho que nos disseram iam acabar mas que afinal proliferam em Alvalade."

29 Julho 2016

 

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Sobre a Sporting TV:

 

"Não queria deixar passar em claro os inenarráveis comentários da dupla Fernando Correia / [Joaquim] Melo que me encheram de vergonha."

27 Julho 2016

"Vejo pouca SportingTV porque a minha vida é muito mais do que o Sporting e porque aquilo é muito fraquinho."

28 Julho 2016

Pensamentos secretos de Madeira City (1)

Sobre Bruno de Carvalho:

 

"Parabéns Bruno - hoje é o teu dia!"

1 Abril 2016

"Se ele continuar por muitos anos não tenho dúvidas que o clube que eu sempre amei apesar de todos os altos e baixos ficará completamente transfigurado para pior. Não me vejo a mudar de clube mas talvez a afastar-me mais, o que já está a acontecer."

6 Abril 2016

"Ele é cada vez mais a doença do Sporting."

21 Abril 2016

"Fez-me dó aquela gente à volta dele. Só me fazia lembrar aqueles ditadores alucinados como o da Coreia do Norte."

17 Maio 2016 

"A ordinarice, mentira, demagogia com que este 'lipo-aspirado' nos bombardeia quase diariamente só não cansa aqueles que ou são cegos ou já nem querem saber."

24 Junho 2016

"Que ele é mentiroso compulsivo até os mais próximos já sabem. A única maneira de ele mentir menos é ele falar menos."

5 Julho 2016

"Não tenho ódio a ninguém mas este homem está a conseguir quase o impensável que é eu gostar um bocadinho menos do Sporting."

22 Julho 2016

"O casal de parolos [BdC e JJ]."

25 Julho 2016

"Um Presidente do meu clube não deve mentir nunca, quanto mais ser mentiroso compulsivo."

29 Julho 2016

"Que ele é doente já todos sabemos e de facto há por ali muita superficialidade e até falta de noção do ridiculo." 

16 Agosto 2016

"Que ele é alucinado não tenho duvidas."

12 Setembro 2016

"O Bruno Carvalho quer (e parece estar devagar a conseguir) implementar em Alvalade o mesmo estilo lampião: sobranceiro, arrogante, anti-desportista, provocador, ordinário e com grande tendência para a mentira."

13 Setembro 2016

"Já viu tipo mais snob e emproado, armado ao pingarelho do que o Carvalho? "

23 Setembro 2016

"Vale e Azevedo era mais inteligente e rebuscado mas tem lá muita coisa parecida neste, nomeadamente encontrar nos respectivos clubes um meio para viver, a tendência para a mentira, o narcisismo e o messianismo. 

3 Outubro 2016

"Como bom mentiroso que é, acredita mesmo que é um ser providencial e o salvador do Sporting."

4 Novembro 2016

"Sinto vergonha do Presidente que temos e que quase todos os dias nos envergonha."

14 Novembro 2016

"Envergonho-me cada vez mais de termos o Bruno Carvalho como presidente do meu clube."

15 Novembro 2016

Uma mão cheia de nada

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Mais uma entrevista de Pedro Madeira Rodrigues, desta vez ao jornal A Bola. Mais um imenso vazio ao longo de duas páginas impressas: pelo menos metade das perguntas ficam sem resposta. O resto é um festival de lugares-comuns.

Que chega a ser confrangedor.

 

Alguns exemplos, que transcrevo com a devida vénia:

« - Que planos tem para o futebol do Sporting no caso de ser eleito presidente?

- Vai passar tudo por uma aposta estratégica em aproveitar bem a Academia, em ela voltar a ser líder e para isso a primeira coisa que temos de fazer é apostar nas pessoas certas. Vão perceber, com a apresentação da nova estrutura, que vamos fazer esse caminho. (...)

- E quem pode fazer isso, que pessoas?

- Temos pensado um nome de coordenador para o futebol mas que seja simultaneamente uma pessoa para a formação e que tenha depois uma relação directa com uma pessoa que na minha cabeça pode ser alguém que está na estrutura mas com quem não posso falar antes.

- E no futebol profissional? É inevitável falar do treinador...

- É e isso já articulado com este coordenador para o futebol. Já prometi aos sportinguistas que vou apresentar o treinador antes das eleições e é isso que vou fazer.

- E sobre um director desportivo?

- Não lhe chamaria um director desportivo, será um coordenador para o futebol profissional mas também para a formação.

(...)

- E quantas contratações [de jogadores] cabem nesta equação?

- Terei de ver com o meu coordenador, com o meu treinador. Mas não estou a pensar em fazer 15 contratações de uma vez. isso não é sustentável e não ajuda à competitividade. Agora este plantel tem evidentes lacunas, apesar das mais de 100 contratações...

- Que lacunas são essas?

- Não vou ajudar a desestabilizar a equipa. Para mim os jogadores do Sporting são os melhores do mundo.

- E para a estrutura da SAD?

- Serei o presidente e depois o mais importante para as pessoas, para além da parte financeira, que também vou ter, será esse coordenador para o futebol. [Em] ligação estreita com o treinador, que também fala comigo, claro, e depois o tal coordenador que terá uma pessoa a apoiá-lo no scouting e obviamente um team manager, alguém próximo da equipa com quem os jogadores possam ter um à-vontade, um desabafo, que incentive. (...)

- E quando saberemos os nomes dessas pessoas?

- Vou apresentar todos em conjunto, muito em breve.

 

Mais do mesmo: uma mão cheia de nada, outra de coisa nenhuma.

Faltam onze dias para o escrutínio.

Com Bruno, naturalmente

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Há quatro anos, no início da campanha eleitoral, publiquei aqui um texto em que dava nota da minha "declaração de desinteresse" em relação aos candidatos que disputavam a presidência do Sporting. Não porque me fosse indiferente o destino do clube, longe disso, mas porque considerava que tanto Bruno de Carvalho como José Couceiro tinham mérito suficiente para assumirem a presidência leonina e reerguerem esta instituição secular após o descalabro do consulado de Godinho Lopes.

Ao contrário do que alguns receavam, a campanha decorreu com elevação e foi capaz de mobilizar um número inédito de sócios, sensíveis mais que nunca à necessidade de marcar presença nas urnas num momento em que se agigantavam as incógnitas sobre o futuro do Sporting.

 

Desta vez a situação é diferente. A eleição de 4 de Março destina-se a avaliar o mandato de Bruno de Carvalho, que assumiu funções num dos momentos mais difíceis de sempre em Alvalade. Os sócios ditarão se deve ou não permanecer mais quatro anos no cargo. Quanto a mim, nem hesito: respondo afirmativamente. Se é certo que houve erros e equívocos, não é menos verdade que no balanço geral o actual presidente merece nota muito positiva. Por motivos que elencarei noutro texto, mais circunstanciado.

Este destina-se apenas a divulgar a minha opção. Diferente da que exprimi em 2013 e que me vincula apenas a mim, naturalmente - não ao blogue, que manterá o tom plural que sempre teve nem aos meus colegas do És a Nossa Fé.

Aqui cada um escreve o que quer.

Aqui cada um pensa por si, respeitando as opiniões alheias.

 

Cumpre acrescentar que esta posição se deve não apenas ao mérito de Bruno de Carvalho mas também à circunstância de ter como único rival Pedro Madeira Rodrigues, sobre quem faço um juízo muito negativo.

Ao indagar onde esteve o candidato alternativo nestes quatro anos, e que posições assumiu ao longo deste período, descubro apenas que permaneceu entrincheirado num blogue, desferindo flechas ao elenco directivo, técnico e desportivo do Sporting, a coberto de um pseudónimo.

Não deu a cara, não assinou opiniões em nome próprio, ninguém deu por ele até sentir enfim a ambição de correr para a presidência.

É um péssimo cartão de visita.

 

Evito emitir juízos de carácter a respeito seja de quem for, mas o percurso de Madeira Rodrigues ao longo destes quatro anos fala por si. E nada me diz de positivo.

Quanto a Bruno de Carvalho, e apesar de todas as insuficiências e todas as sombras de um mandato que ninguém imaginaria fácil por ter sido iniciado com o Sporting a bater no fundo, merece o meu apoio. Recordemos, a propósito, como estava o clube há quatro anos e como está agora: basta esta comparação para desfazer as dúvidas dos indecisos. E dizer ao presidente que não somos ingratos.

Haveria certamente outros momentos para mencionar isto. Mas a ocasião mais adequada é mesmo agora.

Alguém precisa de obras em casa?

É aproveitar, o candidato/mestre de obras/empreiteiro Madeira faz-lhe o trabalho em conta.

 

Não é que eu não gostasse de ver aquele fosso tapado e a côr das cadeiras mudada (a mim calhou-me uma inestética laranja), mas mesmo não sendo do ramo, cheira-me que um milhão e meio para fazer aquela obra será apenas para o projecto. É que esse valor, nem para as cadeiras chegará. Digo eu...

Conselhos a Pedro Madeira Rodrigues

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Esqueça essa obsessão quase infantil com Jorge Jesus: o seu adversário chama-se Bruno de Carvalho. Pare de carpir mágoas pelo despedimento de Marco Silva: estas eleições são no Sporting, não no Hull City. E por falar em treinadores: já era tempo de anunciar quem será o seu. Evite transformar os jogadores em arma de arremesso eleitoral: a equipa deve manter-se à margem desta contenda. Como autor de um musical e feliz premiado de concursos televisivos, incluindo um intitulado Destino X, não gaste energias a comparar currículos com o seu antagonista. Reconheça-lhe mérito, algo que o seu alter ego City Lion jamais faria. Limite-se a dizer que é capaz de gerir com mais eficácia o clube e apresente três ideias novas aos sportinguistas (tentar encher o fosso e mudar a cor das cadeiras não vale). Lembre-se que o ódio é sempre péssimo conselheiro. O seu mandatário, admirador de Bruno, sabe isso muito bem.

Indubitavelmente amador

Imaginem o candidato Madeira Rodrigues, caso fosse eleito presidente do Sporting, a escolher o treinador, o director desportivo, os jogadores, os financiadores e os parceiros estratégicos do nosso clube com idêntica argúcia à que usou para escolher o mandatário da sua candidatura, afinal um admirador confesso de Bruno de Carvalho que aproveitou a primeira exposição mediática ao seu dispor para fazer rasgados elogios ao líder leonino.

Isto só aconteceu, valha a verdade, porque Madeira Rodrigues optou por faltar à apresentação oficial da sua própria candidatura junto dos órgãos sociais do Sporting. Em vez de comparecer em Alvalade, o adversário de Bruno de Carvalho preferiu voar para Londres, onde foi visto a passear de metro e num jogo de futebol. O que diz tudo sobre as suas prioridades.

Eis uma opção quase tão incompreensível como a escolha do mandatário. Mas numa coisa ao menos ele se distingue: é capaz de ultrapassar tudo e todos em amadorismo. Nada recomendável para um clube onde se exige gestão profissional.

Carácter

Tenho ouvido apoiantes de Madeira Rodrigues aludir a supostas questões de "carácter" para justificarem o seu voto anti-Bruno de Carvalho no Sporting.

Motivo acrescido para eu esperar a primeira entrevista em que algum jornalista se atreva enfim a perguntar ao candidato - com todas as letras - se é verdade ou não que durante três anos, sob anonimato, insultou o presidente, o treinador, o director desportivo e vários jogadores do nosso clube.

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