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És a nossa Fé!

Ricardo Esgaio

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Duas primorosas assistências para os dois golos da vitória do Braga, há pouco, frente ao Hoffenheim. Em jogo disputado na Alemanha. Perante uma equipa que acaba de derrotar o Bayern.

Sei que ele já não é nosso. Mas sei também, paradoxalmente, que continua a ser nosso.

Daí o meu orgulho por esta brilhante actuação dele.

Daí o abraço que daqui endereço ao Ricardo Esgaio.

Ainda em relação ao jogo contra o Dortmund

Declaro que também gostei da atitude da equipa. Não é vergonha nenhuma perder por 1:0 no estádio do Dortmund, em noite de casa cheia (lotação esgotada, com 65.849 espectadores). Mas, tal como o Pedro Correia, lamento a dicotomia: «bons desempenhos frente ao Real Madrid e ao Borussia Dortmund alternados com fraquíssimas exibições frente ao Rio Ave, Tondela e Nacional» (nos comentários). Esperemos que esta situação se modifique.

 

Quanto à transmissão do canal ZDF, tenho a realçar a atitude muito fair-play do jornalista responsável pelo acompanhamento do jogo, que, sem esconder a alegria que lhe proporcionava a vantagem do Dortmund, elogiou o Sporting e a sua Academia (não lhe fixei o nome, peço desculpa, nem o encontro no link da ZDF).

 

Resta-me dizer que espero que consigamos passar à Liga Europa. Sempre é melhor chegar aí longe, do que soçobrar, nos oitavos-de-final da Champions, no primeiro embate com um dos grandes.

Carriço: uma exclusão que ninguém entende

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Um dos maiores erros da gestão anterior à de Bruno de Carvalho foi a precipitada venda de Daniel Carriço, nosso capitão, por valores irrisórios e contra a aparente vontade do próprio jogador. Depois de ter  rejeitado a sua transferência para emblemas mais prestigiados do futebol europeu por números correspondentes ao valor deste profissional, fruto da formação leonina, a direcção de Godinho Lopes deu luz verde à saída, no último dia de 2012, por míseros 750 mil euros para o modesto Reading.

Não tardou que a agremiação inglesa o transferisse por sua vez para Sevilha, por mais de o dobro do que havia custado, comprovando como foi absurda a venda anterior. E Carriço tem brilhado na capital da Andaluzia, ao ponto de ter sido peça fundamental na conquista de três Ligas Europas consecutivas - proeza nunca antes alcançada por clube algum nesta competição.

 

A terceira vitória aconteceu ontem, numa emotiva partida frente ao Liverpool, com uma avassaladora segunda parte da equipa sevilhana, capaz de virar o 0-1 ao intervalo para o 3-1 final.

Vendo o desafio - e desde logo um corte acrobático de Carriço quase em cima da linha de baliza, impedindo um golo do Liverpool aos 10 minutos - fiquei a interrogar-me por que motivo Fernando Santos terá excluído da convocatória para o Europeu de França este central, que tem 27 anos. Na mesma convocatória em que figuram Ricardo Carvalho (já com 38 anos) e Bruno Alves (com 34 anos).

 

É uma exclusão que ninguém entende.

 

Parabéns Carriço!

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Não sei se tinhas cá lugar ou não e, muito provavelmente, tendo em conta as opções do nosso seleccionador, até merecias estar presente em França, mas não é por isso que escrevo.

Já és o jogador com mais jogos na Liga Europa e acabas de conquistar a terceira consecutiva. Pode ter sido injusta, pode ter sido roubada, mas isso não interessa, não deixa de ser impressionante.

Foste um capitão que sentiu o clube como poucos e, por isso, sei que te custou sair como saiste, durante um dos períodos mais complicados da nossa história. Podes não ser o melhor mas, uma coisa é certa, dás sempre o teu melhor.

Por seres um exemplo e porque serás sempre um de nós, muitos parabéns, Daniel Carriço!

Alguma vez teria que acontecer

Sem qualquer desprimor para a actuação do Braga nesta segunda mão da eliminatória dos oitavos, alguma vez tinha que calhar em sorte ao futebol português um árbitro amigo...

Nem vale a pena enumerar as várias situações, mas o primeiro golo em claro off-side e o segundo, também numa jogada precedida de fora-de-jogo que culmina num penalti e consequente expulsão, que não existe, é bom demais para aquilo a que estamos habituados. Nós, sportinguistas, que o digamos, até nos toca golos limpinhos anulados.

Bom, que o Braga seja feliz no sorteio e que continue com a mesma pedalada.

A nossa Europa fica no Marquês

Vi o jogo enquanto fazia o jantar e não me pareceu nada de especial. Os alemães rápidos, a jogar em contra ataque (ou apostando em transições rápidas como se diz agora) e o Sporting entre o burguês e o distraído. Perdemos, podíamos ter perdido por mais um, mas também podíamos ter empatado.  Todos os jogos são para vencer e tudo o mais, mas nem sempre se consegue. No resto, é o seguinte:

  1. Treinador tem razão. Assobiar jogadores é tiro no pé e criar uma má relação entre a torcida e Teo não é a melhor das iniciativas. Podemos vir a precisar dele a sério, da sua ratice e finta curta, do seu sentido de oportunidade e da sua experiência.
  2. Prosseguem os double standards e isso irrita-me mais. O Sporting é vexado por comentadores e jornalistas de cada que perde, joga mal ou empata. É como se fossemos o Real Madrid, no sentido de termos o dinheiro do Real Madrid.
  3. Agrada-me ser do clube que irrita os agentes que rodeiam o jogo. Mas prefiro que tratem o meu clube com senso de justiça e exigência (mesmo que desproporcionada) do que se ajoelhem aos outros.
  4. Sim, jogamos mal e sim, aparentemente JJ desvaloriza a Liga Europa, e sim, talvez mereça o clube e mereça o treinador serem criticados por isso.
  5. Só que deve reter-se que o campeonato é, estrategicamente, muito mais importante na big, na small e na medium picture. Se jornalistas e comentadores despissem a casaca do cascar no Bruno, perceberiam que provavelmente é inteligente desvalorizar a Europa.
  6. Lembro que o Sporting não é campeão há muito tempo e nunca o foi nesta era de Internet/redes sociais/tv everywhere/fibra óptica em todo o lado.
  7. Um campeão de uma liga como a portuguesa cobra mais caro em torneios de pré-época, acede directamente à massa da Champions, vende jogadores mais caro, vende mais cativos, vende mais camisolas e vende, até, mais direitos de jogos de competições como troféu 5 violinos (ou outros que estejam na posse do clube).
  8. Ser campeão é subjectivamente imenso. Mas objectivamente também.

Um pouco como a aversão que a maioria tem ao presidente do clube e ao treinador: é tão objectiva como subjectiva.

Estratégia intacta

Dilema desfeito, num jogo em que Jorge Jesus - como era fácil prever - apostou em vários elementos das chamadas "segundas linhas". Um jogo em que ficou evidente como o Sporting dispõe de um plantel curto para acorrer a várias frentes. Alguns dos supostos reforços desta época voltaram a arrastar-se em campo - refiro-me sobretudo a Aquilani e Teo Gutiérrez. Outros, mais compreensivelmente, acusaram quebra de condição física (por exemplo Jefferson, ainda assim autor de um belo remate que nos podia ter dado golo aos 18') ou falta de maturidade competitiva (Rúben Semedo).

Fomos derrotados em casa frente ao Bayer Leverkusen. Mas o nosso desígnio estratégico mantém-se intacto apesar desta derrota. E todos sabemos qual é.

Houve jogo hoje?

Não questiono a opção campeonato, já o escrevi e defendi, portanto não há duas opiniões!

Assim sendo, não me causou qualquer engulho a equipa escalada para o jogo desta noite.

O que eu não entendi foi porque se recusaram eles a jogar, mas provavelmente terá sido o frio que me toldou o discernimento.

Segunda a coisa vai fluir melhor, certamente.

O que eu quero é o Sporting campeão!

 

Ah! Quero deixar aqui uma homenagem a João Pereira, o único que percebeu que aquilo era um jogo de futebol.

Dilema

Jorge Jesus enfrenta um dilema: rodar jogadores no desafio de amanhã frente ao Bayer para a Liga Europa, de modo a preservar elementos nucleares no assalto final ao título que nos foge desde 2002, ou "pôr a carne toda no assador" - para usar um termo do jargão futebolístico - e correr o risco de lesões ou cansaço extra que possam afectar alguns dos nossos craques?

Dependerá tudo da decisão solitária do técnico em quem todos confiamos. Mas se esta questão fosse posta a votos não tenho a menor dúvida de que venceria por larga margem a tese da rotação. Porque o que a massa adepta leonina mais deseja é a conquista do campeonato. O regresso aos brilharetes europeus pode esperar.

Os melhores golos do Sporting (1)

Tenho a honra de começar uma série que irá animar esta casa nos próximos tempos. O Pedro Correia já tinha destapado um pouco o véu na crónica do nosso último jantar, pelo que hoje dou o pontapé de partida. 

 

Golo de DIEGO CAPEL

Sporting-Athletic Bilbao

19 de Abril de 2012, Quinta-feira, 20h05, Estádio José de Alvalade

 

Nessa época, tremida e demasiado instável para o investimento que tinha sido feito no plantel, o Sporting alimentava então duas esperanças: chegar à final e vencer a Liga Europa, conquistar a Taça de Portugal. O título já não estava ao nosso alcance. Nessa noite europeia, orientados por um treinador muito querido entre os adeptos, Ricardo Sá Pinto, jogava-se a 1ª mão das meias-finais da Liga Europa. Do outro lado, o forte e competitivo Athletic Bilbao. Alinhámos com o seguinte 11: Rui Patrício (e que época fez o nosso guardião!), Insúa, João Pereira, Anderson Polga, Xandão, André Martins, Daniel Carriço, Schaars, Izmailov, Diego Capel e Ricky Van Wolfswinkel. 

 

Nas bancadas, uma fraca assistência: 37.286 espectadores para uma meia-final europeia é pouco Leão para tamanha empresa (fosse hoje e tínhamos gente pendurada na cobertura do estádio). No campo, eles batiam-se, batiam-se, mas o Bilbao - principalmente o seu meio-campo - não era pêra doce. Ao intervalo, 0-0. A começar a 2ª parte, balde de água fria. Aurtenetxe inaugurava o marcador para os bascos. Livre da direita cobrado por Susaieta para a área, mau alívio de Insúa, com a bola a sobrar ao segundo poste para Aurtenetxe, que só teve de encostar. O Sporting sofreu mais um bocadinho e os falsos espanhóis quase que faziam o segundo (poupou-nos o poste da baliza de Patrício aos 60').

Nos últimos 25 minutos, começou uma noite europeia inesquecível. Aos 68', entrava Carrillo e o Sporting parecia endiabrado. Chegámos ao tento do empate ao minuto 75' com uma cabeçada estranha, raivosa, mas certeira do lateral-esquerdo argentino Insúa.

 

E a seguir chegou a magia que justifica este texto e o sorriso com que estou enquanto escrevo estas linhas: nas bancadas cantava-se "Aperta com eles, Sá Pinto!" (música que nos acompanhou na recta final dessa época 2011/2012).

Sá Pinto apertava, gesticulava, gritava, não parava um segundo. O banco do Sporting parecia outro onze que queria entrar e jogar. Aquele jogo tinha de ser nosso. E foi nosso devido a uma jogada que ligou a Sevilha à Rússia, fazendo estremecer meia Lisboa: Izmailov faz meio terreno adversário com a redondinha agarrada aos pés, deixa para Capel, que remata forte e rasteiro de fora da área, sem hipóteses de defesa para o guarda-redes Iraizoz.

Grande golo de Diego Capel.

Eu tive a oportunidade de ver a bola dirigir-se para dentro da baliza sul, visto que me encontrava na Superior Sul com o Frederico Dias de Jesus. O estádio explodiu. O sonho de ir a Bucareste começava a parece algo fazível para os nossos rapazes. O povo leonino ficou endoidecido com Diego Capel. Se já era querido por todos nós (pese algumas limitações técnicas e tácticas), essa noite transformou-o no herói da ocasião.

Partilho aqui o link de um dos melhores vídeos que existem no Youtube desse mesmo momento (com relato Antena 1 e TSF). É emocionante, dá vontade de voltar a essa noite de Abril de 2012 para sentir aquela loucura em Alvalade. 

 

 

Neste blog, então ainda muito jovem, festejou-se nos dias seguintes (e de que maneira) essa vitória, esses golos e o momento decisivo de Diego Capel. O Bernardo Pires de Lima, o José Navarro de Andrade, o João Távora, o Adelino Cunha e o David Dinis, entre outros, deram nota da nossa alergia e orgulho. Um golo e uma noite europeia para a história desta grande instituição.

Obrigado, Diego Capel. Obrigado, Sporting!

A subtileza dos números

- Olá, Pedro, tudo bem? Então lá se safaram na Europa, mesmo tendo arrecadado quatro duns albaneses que não marcaram a mais ninguém. - Já que estiveste tão atento aos resultados do teu carrasco deste ano, até deves ter pesadelos de cada vez que ouves a palavra Sporting, reparaste, certamente, que se fossem jogos a eliminar, seríamos os primeiros do grupo.

Pódio: Teo Gutiérrez, Slimani, Bryan Ruiz

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Besiktas pelos três diários desportivos:

 

Teo Gutiérrez: 18

Slimani: 18

Bryan Ruiz: 18

Gelson Martins: 17

João Mário: 15

Rui Patrício: 15

William Carvalho: 14

Paulo Oliveira: 13

Naldo: 13

Adrien: 12

Jefferson: 12

Montero: 10

João Pereira: 10

Matheus Pereira: 1

 

A Bola elegeu Bryan Ruiz como figura do jogo. O Record optou por Teo Gutiérrez. O Jogo escolheu Slimani.

O que mudou?

No dia 1 de Outubro de 2015, o Sporting Clube de Portugal deslocou-se à Turquia para defrontar o Besiktas, tendo-se feito representar pelo seguinte onze: Rui Patrício, Jonathan Silva, Naldo, Tobias, João Pereira, William Carvalho, Alberto Aquilani, Carlos Mané, Matheus Pereira, Bryan Ruiz e Teo Gutiérrez.

 

O onze de ontem era um “pouco” diferente e contava apenas com seis alterações…

 

Com isto não quero dizer que o onze anterior tinha menos qualidade, apenas posso concluir que era um pouco diferente. Ontem alinharam Paulo Oliveira, Jefferson, João Mário, Adrien Silva, Slimani e Fredy Montero nos lugares de Jonathan Silva, Tobias, Alberto Aquilani, Carlos Mané, Matheus Pereira e Teo Gutiérrez.

 

Na minha perspectiva, estas alterações acrescentaram maturidade, objectividade e criatividade.

 

Paulo Oliveira e Jefferson trazem maturidade à linha defensiva. As rotinas de jogo que Adrien Silva e João Mário apresentam, acompanhados por William Carvalho, acrescentam maturidade e criatividade ao nosso futebol. Por fim, Slimani é o jogador que qualquer treinador queria ter no seu plantel. Ele nunca desiste… É o primeiro jogador a defender e não dá um lance por perdido.

 

Mas será que foram estas alterações que fizeram toda a diferença? Sinceramente… Acho que não.

 

Estamos diferentes porque finalmente estamos rendidos ao nosso lema. Só com esforço, dedicação e devoção é que chegamos à glória. Parece que finalmente encontrámos a nossa identidade.

 

Saudações Leoninas

Não vi o jogo, mas também sofri!

Não sofri com a má primeira parte e com o golo do Besiktas, aos 58 minutos, mas hoje, durante mais de cinco horas, pensei que tudo estivesse perdido, até já me tinha conformado!

 

Quando os jogos do Sporting são tarde (e, na Alemanha, ainda uma hora mais tarde), o meu marido costuma procurar o resultado na internet, mal chega ao emprego. Em caso de vitória do Sporting, envia-me um SMS, pelas 8 horas. Normalmente apanha-me a meio do passeio matinal com a nossa cadelita Lucy, o que logo me alegra a manhã, mesmo que ainda esteja escuro e caminhe sobre neve.

 

Hoje não recebi SMS! Pronto, pensei, o Sporting não conseguiu, paciência!

 

Por razões que não vêm ao caso, só perto das 13h 30m me liguei à internet. Fui ver os emails e na lista sobressaía uma com o título “Sporting ganhou”! Era do Horst, que escreveu assim mesmo, em português. Foi o primeiro email que abri (claro) e o meu marido até me enviava a cópia da tabela do grupo, publicada numa página online alemã. Lá estava o “Sporting Lissabon” em segundo lugar, com dez pontos!

 

Hoje não há neve, mas está um daqueles dias de cinzentismo alemão, ou seja: luzes acesas durante todo o dia e um vento de cortar as orelhas. É deprimente? Só para quem não tem o Sporting a iluminar o coração!

Tão grande quanto os maiores da Europa

Fez bem Jorge Jesus em ter apostado as melhores fichas no derradeiro jogo da fase de grupos da Liga Europa.

Apesar do menor fulgor da competição face à Champions, não deixa de ser uma prova europeia e os maiores da Europa fazem também por sobressair aí. Ora, o Sporting não se poderia auto-excluir dessa ambição. Não está de acordo com os seus pergaminhos.

Para o sorteio de segunda-feira, gostaria que nos calhasse o Rapid Viena. Temos contas antigas a ajustar.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Da vitória. Passámos hoje para a próxima fase da Liga Europa, vencendo de forma categórica o Besiktas, que lidera o campeonato turco. Um triunfo que ninguém discute.

 

Da parada alta de Jorge Jesus. Não faltaram profetas da desgraça vaticinando que o treinador leonino iria fazer entrar em campo uma "segunda equipa" por não dar prioridade às competições europeias. Enganaram-se. O nosso técnico não poupou efectivos. Percebeu-se desde o início que só pensava em ganhar.

 

Das substituições.  Gelson Martins, Teo Gutiérrez e Matheus Pereira saltaram do banco na segunda parte para dar mais dinâmica e eficácia à equipa. Prometiam e cumpriram: Jesus acertou em cheio.

 

Dos três golos em dez minutos. Primeiro Slimani, aos 67', após excelente passe de Bryan Ruiz, numa jogada de antecipação que colheu o guarda-redes adversário de surpresa. Depois Bryan, aos 72', num remate muito bem colocado, de inegável mestria técnica. Finalmente Teo, aos 77', servido por Gelson - num lance individual de excelente execução após driblar um defesa turco.

 

De Bryan Ruiz. Marcou em Istambul, marcou em Moscovo, voltou a marcar neste desafio. O capitão da selecção da Costa Rica foi uma vez mais decisivo numa partida internacional de verde e branco. Marcando e dando a marcar frente ao Besiktas.

 

De João Mário. Fez a diferença, uma vez mais, com a sua qualidade de passe. Melhora de jogo para jogo, tanto a jogar na ala como na posição de médio interior. Vê-se que tem progredido muito sob o comando de Jesus.

 

De Gelson Martins. Sacudiu o ataque leonino, fazendo esquecer de imediato o entorpecido Montero. Dinamizou a equipa, lançou-a para a frente e coroou a exibição com uma assistência para golo.

 

Da saúde psicológica da nossa equipa. Pelo segundo desafio consecutivo na Liga Europa, damos a volta com sucesso a uma situação de desvantagem no marcador. Demonstrando que não baixamos os braços e continuamos a lutar pela vitória mesmo quando estamos temporariamente a perder.

 

 

Não gostei

 

Da primeira parte. Apatia, lentidão, descoordenação: os primeiros 45 minutos não estiveram ao nível das aspirações leoninas. Adiámos tudo para o segundo tempo.

 

De João Pereira. Uma vez mais, o nosso lateral direito foi batido diversas vezes em velocidade na sua ala. E ofereceu de bandeja a bola aos adversários no lance que gerou o golo turco.

 

De Montero. Jorge Jesus apostou nele como titular mas cedo se arrependeu. O colombiano já não regressou para a segunda parte - em benefício da equipa. Foi uma nulidade.

 

Da infantilidade de Teo Gutiérrez. Mal marcou o golo correu para o árbitro e surripiou-lhe o spray para tentar pintar qualquer coisa no relvado. Um gesto disparatado que lhe valeu um cartão amarelo.

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